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Tombo 26 de bens do Concelho de Guimarães, situados nas freguesias de, Santo Adrião de Vizela, Santa Comba de Regilde, São Cristóvão da Abação, São Cipriano de Tabuadelo, São Cristóvão de Cima de Selho, Santa Eulália de Barrosas, Santa Eulália de Pentieiros, São Faustino de Vizela, São João de Brito, Santa Maria de Infias, Santa Maria de Silvares, Santa Maria de Airão, São Martinho de Penacova, São Martinho de Leitões, São Miguel das Caldas, São Miguel da Cunha, São Miguel de Creixomil, São Paio de Moreira de Cónegos, São Paio de Vizela, São Paio de Ruílhe, São Pedro de Polvoreira, São Tomé de Abação, São Tiago de Candoso, São Salvador de Pinheiro e São Salvador de Tagilde.
Tombo 28 de bens do Concelho de Guimarães, situados nas freguesias de, Santa Cristina de Longos, Santa Cristina da Agrela, São Cláudio do Barco, Santa Comba de Regilde, São Cosme e Damião de Garfe, Santo Estêvão de Briteiros, Santa Eulália de Pentieiros, Santa Eufémia de Prazins, São João de Ponte, São João Batista de Castelões, São João de Pencelo, Santa Leocádia de Briteiros, São Lourenço de Sande, Vila Nova de Sande, Santa Maria do Souto do Sobradelo, Santa Maria do Souto, Santa Maria de Corvite, São Martinho de Sande, São Martinho de Espinho, Santa Maria de Arosa, São Pedro de Azurém, São Paio de Vizela, São Paio de Moreira de Cónegos, São Salvador de Balazar, São Salvador do Mosteiro do Souto, São Salvador de Briteiros, São Salvador de Donim, São Tomé de Caldelas, e São Tomé de Travassós.
Tombo dos bens referentes às freguesias de Santo Estêvão de Urgeses, Santa Leocádia de Briteiros, São Pedro de Freitas, São Salvador de Tagilde, São João de Calvos, São Cristóvão de Selho, São Cosme da Lobeira, São Romão de Rendufe, São Tomé de Travassós, São Romão de Arões, São Martinho de Gondomar, São Lourenço de Cima de Selho, Santa Eufémia de Prazins e Santa Cristina da Agrela, Santo Adrião Vizela, São Miguel de Gonça, Santa Comba de Regilde, Santa Maria de Vila Fria, São Miguel de Ruílhe, São Pedro de Queimadela, São Salvador de Briteiros, Vila Nova das Infantas, Matamâ, São Cristóvão de Abação, São Miguel da Cunha, São Vicente de Passos e Santa Maria de Airão.
Tombo 24 de bens do Concelho de Guimarães, situados nas freguesias de Nossa Senhora da Oliveira, de Santa Maria de Airão, São João de Ponte, São João das Caldas, São Paio de Vizela, Gémeos, São Lourenço de Sande, Santa Eulália de Barrosas, São Tomé de Abação, São João de Pencelo, São Jorge de Cima de Selho, São Tomé de Caldelas, São Tomé de Travassós, São Miguel de Creixomil, Santo Estêvão de Urgeses, Santa Cristina de Agrela, São Paio de Ruílhe, São Paio de Moreira de Cónegos, São Romão de Rendufe, São Lourenço de Cima de Selho, Santa Maria de Silvares, Santa Comba de Regilde, São Martinho de Penacova, São Salvador do Mosteiro do Souto, Santa Cristina de Arões, Santa Eulália de Fermentões, São João de Ponte, São Jorge de Vizela, São Vicente de Passos, Vila Cova, São Cláudio do Barco, São Vicente de Oleiros, Santa Maria de Corvite, São Julião de Serafão e São Pedro Fins de Gominhães.
Tombo 18 de bens do Concelho de Guimarães, situados nas freguesias de Nossa Senhora da Oliveira, Santa Cristina da Agrela, São Miguel das Caldas, São Cosme e Damião de Garfe, Santa Cristina de Longos, Santa Maria de Silvares, São Martinho de Gondomar, Santa Comba de Regilde, Santo Tirso de Prazins, São Tomé de Travassós, São João de Brito, São Martinho de Vila Cova, Santa Maria do Souto, São Tomé da Ablação, São Miguel do Monte, São Pedro de Freitas, São Vicente de Oleiros, São João das Caldas, Santa Cristina de Arões, Santa Marinha da Costa, São Miguel de Gonça, São Romão de Mesão Frio, Vila Cova, São Paio de Vizela, São Salvador de Pinheiro, São Martinho de Candoso, São Paio de Moreira de Cónegos e Santa Maria do Souto de Sobradelo.
Tombo do Reguengo de Guimarães das freguesias de Fermentões, Corvite, Prazins (S.to Tirso), Prazins (S.ta Eufémia), Pencelo, S. Lourenço de Riba de Selho, Aldão, Mosteiro do Souto, Gominhães, S. Torcato, S. Cosme da Lobeira, Rendufe, Arões (S.ta Cristina), Arões (S. Romão), Fareja, Jugueiros, S.ta Cristina de Caíde, Brito, S. Paio de Figueiredo, Leitões, Oleiros, S. Pedro de Ruibos, Vila Nova de Sande, S. Clemente de Sande, S.ta Maria de Sever, Longos, Caldelas, Vermil, Briteiros, Donim, Serafão, S.ta Cristina de Agrela, Castelões, Sobradelo, Travassós (S. Tomé), S. Fins de Travassos, S. Vicente de Passos, Queimadela, Gontim, S. Vicente de Felgueiras, S. Torcato de Segade, S. Bartolomeu de Vila Cova, S. Pedro de Freitas e Gonça
Também conhecido por Tombo Novo ou Tombo da Comenda de Rossas, Frossos e Rio Meão. Juiz do Tombo: Doutor Matias Soares de Albergaria Provedor da Comarca de Esgueira: Doutor João Ferrão de Carvalho • Entre o encerramento do Tombo Velho e a abertura do Tombo Novo, o terreno de cultivo referido como "Campo Baixo" era já alagado de forma recorrente pelo rio Vouga, pelo que passou a ser designado de "Pateira de Frossos".[1][2] • Assuntos: Monástico-Conventuais.
Auto de encerramento: «Numerei este livro para servir de tombo dos legados de terras que deixam à dita igreja, o qual tem cento e oitenta e seis folhas (...) sob meu sinal somente, aos 27 de Setembro de 1668.» • Assuntos: Confrarias e Irmandades.
Tombo 31 de bens do Concelho de Guimarães, Conceção por Decreto à Câmara do Convento e cerca de São Domingos. Compra da Câmara de uma casa na Praça de São Tiago, junto a roda. Venda à Câmara do Campo da Tapada, em Caldelas. Venda à Câmara de um quintal, pegado ao Campo dos quartéis militares.Expropriação de uma casa no Largo de São Bento. Terreno e Olival no Terreiro do Carmo. Licenças concedidas a terrenos nas freguesias de Mesão Frio, Gandarela, Mosteiro do Souto, Longos, Creixomil, Fermentões, Lordelo, Silvares, e Caldelas. Partilhas dos Montes de Piairo em Mesão Frio, Linhares em Santo Estêvão de Briteiros, Oleiros em São Romão de Arões, Santo Antonimo em Gandarela. Reconhecimentos feitos a pessoas nas freguesias de Arosa, Brito, Santa Cristina de Arães, Castelões, Santo Estêvão de Briteirtos, Santa Eufémia de Prazins, Gandarela, Golães, Gondomar, Gonça, São Jorge de Cima de Selho, São Lourenço de Sande, Leitões, Lobeira, Longos, Lordelo, Santa Maria do Souto, São Romão de Arões, Rendufe, Sobradelo, São Tomé de Abação, São Tiago de Candoso, São Torcato, na Vila de Guimarães, São Paio na ( Fonte Nova e Palheiros) Oliveira, ( Trás de Muro).
Tombo 29 de bens do Concelho de Guimarães, situados nas freguesias de, Nossa Senhora da Oliveira, São Paio, São Sebastião, São Pedro de Azurém, Santa Maria de Atães, São Mamede de Aldão, São Romão de Rendufe, Santa Eufémia de Prazins, São Julião de Serafão, São Miguel do Paraíso, São Jorge de Cima de Selho, São Martinho de Candoso, São Cristóvão de Cima de Selho, São Tiago de Candoso, São Lourenço de Cima de Selho, São Tiago de Candoso, São Paio de Figueiredo, São Miguel de Creixomil, Santa Maria de Airão, Santa Eulália de Barrosas, São Martinho, São Miguel da Cunha, São Clemente de Silvares de Monte Longo, São Miguel das Caldas, São Faustino de Vizela, Arosa, São Cláudio do Barco, Santa Leocádia de Briteiros, São Salvador de Donim, São Romão de Mesão Freio, São João de Ponte, Santo Estêvão de Briteiros, São Salvador de Balazar, Santa Cristina de Longos, São Lourenço de Sande, Sobradelo, Gominhães, São Torcato, Santa Cristina da Agrela, Mosteiro do Souto, Santa Maria do Souto, Santo Tirso de Prazins, São Romão de Arões, Santa Maria de Matamã, São Lourenço de Golães, São Vicente de Passos, Vila das Infantas, São Tomé de Travassós, São Pedro de Polvoreira, São Martinho do Conde, Gandarela, Nespereira, Santa Maria de Infias, São João das Caldas e São Martinho de Leitões.
Tombo 8 de bens do Concelho de Guimarães, situados nas freguesias de São Martinho de Leitões, São Paio de Vizela, Santa Eulália de Fermentões, Santa Maria do Souto de Sobradelo, Santo Estêvão de Briteiros, São Cristóvão de Selho, São Julião de Serafão, São Cipriano de Tabuadelo, Santa Eulália de Gondim, São Miguel das Caldas, Santa Maria de Vila Nova de Infias, Santa Eufémia de Prazins, Santa Maria de Matamã, São Jorge de Cima de Selho, Santa Maria de Vila Fria, São Miguel de Serzedo, São Romão de Arões, São Martinho de Sande, São Vicente de Passos, Santa Cristina de Agrela, São Cláudio do Barco, São João Castelões, Santo Estêvão de Barrosas, São Miguel do Monte, Santo Estêvão de Urgeses, São João de Brito, São Torcato, São Cristóvão de Abação, São Salvador de Tagilde, Santo Tirso de Prazins, São Pedro de Queimadela, Santa Maria de Gémeos, São João de Gondar, São Miguel de Gonça, São Pedro de Azurém, Santa Marinha da Costa e Santa Maria de Corvite
Índice dos casais e das freguesias que fazem parte do tombo. Reconhecimento de bens, rendas e foros nas freguesias de Stª. Maria de Atães, S. Torcato, S. Romão de Mesão Frio, S. Jorge de Cima de Selho e vila de Guimarães.
Ofício do ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Fazenda. Remete o ofício do Procurador Régio da Relação do Porto, acompanhado de outro do seu delegado na comarca de Guimarães, contendo a nota da ação proposta por Joaquina Cândida de Alpoim Leite Peixoto contra a Fazenda Pública sobre o foro ou censo do Casal das Covas e Campo da Ressada à Comenda do Mosteiro de Souto, no julgado de Guimarães, e pedindo o envio da certidão do tombo da mesma comenda.
Requerimento dos priores e religiosos do Convento de S. Domingos solicitando a Sua Majestade, uma provisão para que se efectuasse o tombo dos bens, propriedades e foros do convento, uma vez que a maior parte estava sonegada. Alvará régio nomeando o bacharel, João Nogueira, para efectuar o tombo de marcação dos bens e pertences do convento (1621). Títulos de reconhecimento de propriedades, casas, casais e foros pertencentes ao convento (1621; 1622; 1623). Nº original: 7º- 12.
TOMBO da igreja de Santa Maria de Airao. Localidades: AIRAO,Santa Maria, GUIMARAES
REGISTO do tombo das igrejas da vila de Melgaco. Localidades: MELGACO-SANTA MARIA PORTA, MELGACO
TRESLADO do tombo da igreja de Santo Estevao de Barrosas. Localidades: BARROSAS,Santo Estevao, LOUSADA
TOMBO da igreja de Santa Marinha de Lousado. Localidades: LOUSADO,Santa Marinha, VILA NOVA FAMALICAO
Concelho de Paredes de Coura. Tem uma certidão do tombo passada em 1798.
REGISTO do tombo de Sao Miguel de Paredes Secas. Localidades: PAREDES SECAS,Sao Miguel, AMARES
TOMBO da Igreja de Sao Tome de Abacao. Localidades: ABACAO,Sao Tome, GUIMARAES
Livro de traslados de escrituras com o mesmo valor do livro original das escrituras. Contém: A doação dos bens e fazendas que fizeram ao convento de S. José as suas fundadoras: D. Eugénia da Silva (filha de Rui da Silva, fidalgo da Casa Real), D. Feliciana da Silva (tia da primeira) e Teresa Segurada, para a fundação, dote e património do convento, incluindo a residência de D. Eugénia da Silva que é parte do espaço do actual Convento. A fazenda que tem sido comprada e a herança deixada ao convento por algumas religiosas. A obrigação de celebrar missa por alma das fundadoras do convento. Os foros que o convento paga. Um índice das propriedades afectas ao convento e quanto cada uma paga de foro e de renda, cujas escrituras estão contidas neste tombo, num total de 57 propriedades, entre casas, ferragiais, herdades, vinhas e olivais. Indicação de rendimentos de capelas, em partes de herdades, quinhões e pitanças bem como a época do ano em que todos os rendimentos eram pagos ao convento (S. Martinho, Natal, Páscoa, Agosto). O convento possuía terras em Coruche, Arraiolos, Montemor-o-Novo, Setúbal, Mourão, Vidigueira, Vimieiro, Évoramonte, Monsaraz, Tourega (Valverde) e em torno da cidade de Évora. Possuía também muitas casas dentro da cidade. A indicação da petição feita à rainha D. Maria I para as religiosas poderem ter um tabelião privativo para passar todas as escrituras de bens do convento e distribui-las pelos diversos tabeliães. A rainha atendeu o pedido.
[s.l.] Manifestação do desejo de ser nomeado para a Torre do Tombo. Timbre: "Notvm Mihi Tempvs".
[s.l.] Pedido de intervenção junto de João Almeida para ser nomeado para a Torre do Tombo.
(Funchal) Considerações acerca do estado da sua pretensão ao lugar de diretor da Torre do Tombo.
(Lisboa) Referências à reprodução fotográfica de documentos da Torre do Tombo e Biblioteca Nacional.
(Funchal) Considerações acerca das avaliações dos seus filhos e do ambiente profissional na Torre do Tombo.
(Lisboa) Referências à reprodução fotográfica de documentos da Torre do Tombo e da Biblioteca Nacional.
Contém: termo de reconhecimento, do desembargador honorário da Casa da Relação do Porto, da provisão do juiz do tombo, Inácio José Peixoto; Nomeação régia de Ignácio José Peixoto para juiz do tombo, conferindo-lhe poderes para nomear o escrivão; Declaração dos padres da Casa da Congregação da Missão, nomeando o Reverendo José Custódio Pimenta para procurador deles; Termo de nomeação do oficial menor do tombo; Termo de citação dos confrontantes do tombo; Termo de reconhecimento da igreja de S. Tiago de Rande do arcebispado de Braga do concelho de Unhão; Termo de data; Vedoria do Adro; Auto de reconhecimento do juiz e outras pessoas referentes ao Adro e obrigações para com a já referida igreja. Conclusão do juiz; Termo de publicação da sentença; Título de inventário dos móveis da igreja de S. Tiago que estão entregues ao Reverendo Reitor;Título de reconhecimento das casas e residência e posses do Reverendo Reitor; Vedoria das mesmas casas de residência; Conclusão do juiz; Termo de publicação da sentença.
Requerimento e certidão solicitada por Pedro Duarte Guimarães ao escrivão da procuradoria sobre o reconhecimento no tombo da câmara de um pedaço de alpendre por baixo de umas casas suas no recinto do Toural.
TOMBO ou treslado do tombo da paroquial igreja de Sao Lourenco de Touvedo, a favor do Reverendo Abade Francisco de Abreu. Localidades: TOUVEDO,Sao Lourenco, PONTE BARCA
O Tombo dos bens do concelho reúne os atos relativos à administração dos bens imóveis do concelho. Servem para identificar e delimitar os bens imóveis; registar os titulares dos direitos sobre esses bens (por exemplo, foreiros ou arrendatários); controlar os rendimentos ou foros pagos pelo uso desses bens; facilitar a administração patrimonial e a proteção desses bens. Constitui uma fonte documental de grande importância para o estudo da história local, fornecendo informações valiosas de carácter social, económico e administrativo.
Adiantamentos ao Tombo do Carreço.
Livro manuscrito com capas de couro muito deterioradas. Livro segundo para continuação do Tombo dos Bens do Concelho de Landim.
Aforamento dos bens do Concelho seguindo o estipulado no Alvará de 23 de julho de 1766, transcrito no próprio tombo
Treslado de documentos dos séculos XVI e XVII, relativos a muitas freguesias e feito no século XVIII. Tombo dos Bens e Propriedades da Igreja de Santo Estêvão de Regadas. Tombo do Casal de Semelhe.
Treslado de documentos dos séculos XVI e XVII, relativos a muitas freguesias e feito no século XVIII. Tombo dos Bens.
Treslado de documentos dos séculos XVI e XVII, relativos a muitas freguesias e feito no século XVIII. Tombo dos Bens.
Treslado de documentos dos séculos XVI e XVII, relativos a muitas freguesias e feito no século XVIII. Tombo dos Bens.
Cadastros prediais pormenorizados, que incluíam dimensões, confrontações, produtos cultivados, senhorios úteis, etc., das parcelas possuídas em distintas localizações. Os Tombos distinguem-se de outros registos de propriedade por se referirem a localizações específicas, normalmente coincidentes com os diversos núcleos de rendas. De acordo com a acta de 18 de Julho de 1866 da Junta de Paróquia de Frossos, existiriam nesse arquivo dois livros de Tombo da Comenda de Frossos, designados "Tombo Velho" e "Tombo Novo".
A Torre do Tombo é uma das instituições mais antigas de Portugal. Desde a sua instalação numa das torres do castelo de Lisboa, ocorrida provavelmente no reinado de D. Fernando e seguramente desde 1378, data da primeira certidão conhecida, até 1755, prestou serviço como Arquivo do rei, dos seus vassalos, da administração do reino e das possessões ultramarinas, guardando também os documentos resultantes das relações com os outros reinos. Além de servir a administração régia, com funções semelhantes às de um arquivo intermédio dos nossos dias, o serviço mais importante prestado pela Torre, foi o das certidões, solicitado pelos particulares e pelas instituições. Mediante autorização régia, facultou a consulta e mesmo o empréstimo de documentos, a alguns estudiosos, cujas obras foram depois impressas. No século XVII, começou a ser organizado o Arquivo do Arquivo, surgindo os primeiros livros do seu registo, fizeram-se alguns índices. No século XVIII, o crescente número de certidões solicitado à Torre do Tombo, onde avultam as pedidas pela Academia de História, fez aumentar o número dos seus oficiais. Neste século, no âmbito da descrição dos documentos, realizaram-se numerosos índices, indo ao encontro da necessidade de se conhecerem os documentos e de se criarem os instrumentos de pesquisa necessários à sua recuperação: este trabalho iniciou-se e decorreu, em boa parte, no edifício da torre do castelo: assim foram elaborados a maioria dos índices das Chancelarias régias (1715-1749), das Leis e Ordenações (1731), das Bulas (1732), dos moradores da Casa Real (entre 1713 e 1742), o inventário das Bulas, Breves e trasuntos pontifícios (1751-1753). No dia 1 de Novembro de 1755, a torre ruiu durante o terramoto. A documentação foi recolhida dos escombros, e guardada, temporariamente, numa barraca de madeira, construída na Praça de Armas, após autorização do Marquês de Pombal, datada de 6 de Novembro. Em 26 e 27 de Agosto de 1757, foi transferida para uma parte do edifício do Mosteiro de São Bento da Saúde, do lado da Calçada da Estrela, ocupando as instalações designadas por Casa dos Bispos e compartimentos contíguos, que foram arrendados ao mosteiro. Houve então que proceder à sua instalação, e à sua organização: os maços da Casa da Coroa, foram organizados em colecção do Corpo Cronológico, e em colecção dos Fragmentos. Os oficiais do arquivo fizeram várias cópias de documentos, nomeadamente, a Reforma das Gavetas, a Reforma dos Forais Antigos, e a colecção de Cópias, tendo continuado o trabalho de descrição de documentos de que resultaram os índices do Corpo Cronológico (1764), os sumários e índices dos documentos das Gavetas (1765), os índices dos livros das Ementas (1765), os índice dos maços das Moradias e dos Ofícios da Casa Real (1767, 1770), o inventário dos documentos da Casa da Coroa (1776). Alguns destes instrumentos de descrição, podem ser ainda hoje consultados no Serviço de Referência. A partir de 1777, pelo Regimento de 1 de Agosto, os livros de registo das mercês dos reinados findos, estavam obrigados a dar entrada na Torre do Tombo. Em 1791, por aviso de 5 de Fevereiro, o Registo Geral de Mercês foi transferido para a Torre do Tombo, mantendo-se a funcionar nesta instituição até 1927. No início do século XIX, as atribuições do Arquivo alargaram-se à formação de funcionários e ao ensino da Diplomática, concretizada na criação da Aula de Diplomática. Até 1823, o Arquivo esteve sujeito ao Conselho da Fazenda, embora dependesse também de outras instituições no período do Antigo Regime. Desde então e até 1887, esteve dependente da Direcção Geral da Instrução Pública do Ministério do Reino. No período liberal, a Torre do Tombo, designada por Arquivo Nacional no Regulamento de 1823, ou por Real Arquivo da Torre do Tombo, foi chamada a desempenhar funções de âmbito muito mais alargado, encetando uma nova fase na vida institucional, marcada pela incorporação de documentos dos arquivos dos extintos tribunais do Antigo Regime, em 1821 e 1833, e dos cartórios das corporações religiosas, extintas por Decreto de 28 de Maio de 1834. Estão reconhecidos quatro grandes ciclos de incorporações ao longo do século XIX, provenientes de diversas instituições, facto que concorreu para a desorganização dos acervos, que não entraram completos. Neste ambiente de crescimento da documentação do Arquivo, o Regulamento Provisional de 30 de Abril de 1823, apostava na elaboração de diversos tipos de índices, recomendando a conservação da ordem dos documentos. O novo Regulamento publicado em 1839, cometia ao Arquivo, o dever de incorporar os documentos considerados desnecessários às próprias instituições e os dos organismos extintos, assegurando a sua boa conservação e instalação. A Lei de 2 de Outubro de 1862, veio estabelecer a obrigatoriedade de se fazerem acompanhar as remessas de documentos dos respectivos inventários, elaborados com base na proveniência dos documentos. No século XIX, o Arquivo ressentiu-se do insuficiente número de funcionários, divididos pelo expediente da Secretaria de Registo das Mercês que nele funcionava, e das más condições das suas instalações, só melhoradas em 1861, quando o Arquivo da Torre do Tombo se mudou para a ala direita do mosteiro, do lado da Rua de São Bento, ocupando, sucessivamente, os espaços da igreja, do refeitório, e da Direcção Geral dos Trabalhos Geodésicos, instalações onde se manteve até 1990. Embora, se tenha investido na descrição documental, a concepção de arquivo como serviço público de divulgação de conteúdos documentais surgiu tardiamente: a consulta pública dos documentos da Torre do Tombo, começou de forma tímida, em 1901, por Decreto de 24 de Dezembro, estando prevista para os estudiosos a quem os conservadores deviam dar apoio. O Decreto de 18 de Março de 1911 reorganizou os serviços das bibliotecas e dos arquivos dependentes da Direcção Geral da Instrução Secundária, Superior e Especial, denominou, definitivamente, o Arquivo da Torre do Tombo por Arquivo Nacional, acentuou a função de conservação e valorização dos manuscritos destinados ao estudo da História, bem como a função de promover a entrada de cópias de manuscritos portugueses, existentes no estrangeiro, e estabeleceu, pela primeira vez, um horário de abertura ao público. Nos últimos cem anos, o Arquivo Nacional cresceu significativamente com a integração de diversos serviços de arquivo: o Arquivo dos Feitos Findos (em 1915 por Decreto n.º 1659, de 15 de Junho), o Arquivo dos Registos Paroquiais, acumulando as funções de Arquivo Distrital de Lisboa (desde 1918 até 1992), o Arquivo das Congregações (em 1930), o Arquivo Histórico do Ministério das Finanças (em 1992) e mais recentemente o serviço de Lisboa do Centro Português de Fotografia (2007), para além das múltiplas entradas de documentos, provenientes de diversas instituições públicas, de arquivos senhoriais e pessoais, muitos deles adquiridos por compra. Em 1931, por Decreto n.º 19 592, de 31 de Junho, o Arquivo Nacional foi designado por Arquivo Geral, e sujeito técnica e administrativamente à Inspecção das Bibliotecas Eruditas e dos Arquivos, que em 1965 ficou sob tutela da Direcção Geral do Ensino Superior e das Belas Artes, do Ministério da Educação. Desde 1985, que o Arquivo Nacional se encontra dependente do Ministério da Cultura com autonomia administrativa. A criação dos restantes arquivos distritais, para onde a Inspecção foi enviando os documentos ainda existentes nas repartições da Fazenda, foi sendo feita nos anos de 1927, 1931, 1933, 1965, surgindo a progressiva necessidade de os integrar numa rede nacional e numa política nacional de arquivos. Assim, em 1988, foi criado o Instituto Português de Arquivos, pelo Decreto-Lei n.º 152/88, de 29 de Abril, mantendo-se em funções até 1992, ano em que foi fundido com o Arquivo Nacional da Torre do Tombo, pelo Decreto-Lei n.º 106-G/92, de 1 de Junho, tomando este, o nome de Arquivos Nacionais/Torre do Tombo (AN/TT). Depois de 1990 uma vez transferido para o edifício construído propositadamente para albergar o Arquivo Nacional na Alameda da Universidade, dispondo de mais amplas instalações, ocorreram novas incorporações, nomeadamente, em 1992, com a entrada da documentação das Secretarias de Estado, mencionada já no artigo 25.º da Lei de Março de 1911, seguidas de muitas outras aquisições. A evolução da política nacional de arquivos, estendida à produção dos documentos e à gestão dos arquivos correntes, à avaliação e selecção documental e aos arquivos intermédios, reflectiu-se na mudança do nome do Arquivo Nacional, passando a Instituto dos Arquivos Nacionais/Torre do Tombo (IAN/TT). A partir de 1997, de acordo com a lei orgânica publicada no Decreto-Lei n.º 60/97, de 20 de Março, competiu-lhe promover e executar a política arquivística nacional, nas suas vertentes de conservação e valorização do património arquivístico nacional, de promoção da qualidade dos arquivos correntes, e da salvaguarda e garantia dos direitos do Estado e dos cidadãos. A sua identidade própria foi recuperada em 2007 pela vigente lei orgânica, e novamente designado por Arquivo Nacional da Torre do Tombo constituindo-se como arquivo de âmbito nacional na dependência da Direcção Geral de Arquivos. Pelo Decreto-Lei n.º 103/2012, de 16 de Maio de 2012, o Arquivo Nacional Torre do Tombo tornou-se serviço dependente da Direcção Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas.
Contém o juramento do escrivão do tombo, a nomeação do porteiro, requerimentos de audiências, traslado de alvará régio, citações, termos de nomeações e os autos de reconhecimento dos diferentes bens, rendas, casas, pensões e propriedades do dito mosteiro. Nº original: 23º.
Manuscrito, certidão autêntica do manuscrito de 1555, setembro, 20, Braga . Encadernado a pele. Título na primeira folha "Treslado do tombo da Igreja...". Na capa título a lápis "Certidão autentica do tombo...". Esta cópia da pública forma do Tombo de 1555 (CSTA 58), foi tirada a pedido do Abade Luís de Moura e mendonça, "Fidalgo da Caza de Sua Magestade e Abbade da Igreja de Santiago Dantas". no tempo de D. Frei Caetano Brandão.
Tombo dos legados de terras. Estatutos da primeira confraria erigida em Albergaria-a-Velha. • Áreas geográficas e topónimos: Albergaria-a-Velha (freguesia extinta, Albergaria-a-Velha, Aveiro, Portugal).
Tombo dos bens, prazos e direitos da Comenda de Oleiros e suas anexas, mandado executar por frei Raimundo de Sousa da Silva, balio de Leça e comendador daquela comenda da Ordem de Malta. Inicia com o index das matérias, provisão régia para que se procedesse à medição, demarcação e confrontações das propriedades com vista à feitura do referido tombo; juramento dos oficiais, publicação de editos, correspondendo este volume à 1.ª parte do tombo. Os bens, foros e direitos descritos no tombo referem-se às seguintes povoações: vila de Oleiros e seu termo.
Livro manuscrito com capas de couro. Livro 3º Tombo dos Bens do Concelho de Landim. A partir da f. 107 as folhas em branco.
Transcrição do registo do tombo das igrejas de Melgaço. Do documento constam os dados dos livros originais de onde foram extraídas as transcrições
[s.l.] Informa que já pagou os trabalhos fotográficos requeridos por Guilherme Braga da Cruz no arquivo da Torre do Tombo.
(Funchal) Felicitação pela eleição para a Academia de Ciências de Lisboa e referências acerca do ambiente na Torre do Tombo.
(Funchal) Informa que [?] Baptista de Lemos voltou a manifestar o desinteresse pelo lugar da Torre do Tombo.
(Lisboa) Informação acerca do seu estado de saúde frágil e indicação das obras realizadas na Torre do Tombo.
[s.l.] Considerações acerca do trabalho de inventariação do espólio bibliográfico do comandante Ernesto Vilhena, na Torre do Tombo.
Resumo das escrituras contidas no tombo do convento, sendo abadessa D. Isabel de Lacerda (docs. dos sécs. XV-XVII)
(Coimbra) Votos de um bom trabalho em Tadim, adiando a conversa a respeito da Torre do Tombo.
Tombo da fazenda, propriedades e foros da Comenda de Oleiros da ordem e milícia de São João Baptista do Hospital de Jerusalém, sita no Priorado do Crato, de que foi comendador, em 1600, Manoel de Couros Carneiro. Inicia com provisão do rei D. Filipe II para que procedesse à medição, demarcação e confrontações das propriedade com vista à feitura do referido tombo. O tombo, realizado pelo licenciado Manuel Preto, entre 1600 e 1601, descreve os bens imóveis - edífícios (casas e templos) e propriedades, com as suas medições e demarcações, além da referência aos emprazamentos existentes, com indicação dos respectivos foros - e bens móveis (existentes nomeadamente em templos) que pertenciam à Comenda de Oleiros e seus membros, a qual abrangia os seguintes lugares: vila de Oleiros e seu termo, onde se inclui a freguesia do Estreito; e vila de Álvaro e seu termo. A Comenda de Oleiros detinha direitos sobre lugares que, estando fisicamente mais próximos do concelho de Oleiros, onde vieram a ser definitivamente integrados, pertenciam no século XVII ao termo da Covilhã, como é o caso de Vilar do Barroco e Vilarejo. No tombo, estão também identificadas as semeaduras, espécies arbóreas e equipamentos de transformação agrícola (como moinhos), bem como os direitos - dízimos, oitavos, primícias, portagens e outros - que o comendador detinha sobre os lugares e seus moradores. No fim do tombo, há um averbamento feito posteriormente, em 18 de Dezembro de 1626(?), no tempo em que era comendador Frei João Brandão Pereira, onde se arrolam os bens que lhe foram entregues pela ermitoa da Ermida de Nossa Senhora do Mosteiro.
Contém: Maço 1 – matriz predial de um prédio rústico no campo e freguesia do Pombalinho. Maço 2 – escritura de arrendamento que a baronesa D. Carolina Sofia Shannon Braancamp Freire, o 3º barão de Almeirim e esposa – Manuel Braancamp Freire e D. Luísa de Passos Sousa Canavarro, e Carlos Braancamp Freire fazem ao rendeiro João da assumpção Coimbra, em 1909. Maço 3 – escritura de sublocação de arrendamento que fez Manuel Pinheiro de Carvalho ao barão de Almeirim em 1864. Maço 4 – escritura de partilha de bens em 1915, entre D. Luísa de Passos Sousa Canavarro e seu cunhado Carlos Braancamp Freire, 4º barão de Almeirim. Maço 5 – ‘Autos cíveis de carta precatória para citação, penhora e avaliação’, do Juízo de Direito da Quarta Vara de Lisboa, a requerimento de Eduardo Antunes de Mendonça contra os barões de Almeirim, em 1868. Maço 6 - petição de Manuel Nunes Freire da Rocha a D.Maria II, que ‘julgado com bom liberal lhe seja entregue instrumento para título e receber mercê’, em 1834. Maço 7 – requerimento de Carlos Braancamp ao Secretário de Finanças do concelho de Santarém, para que seja feita a avaliação de uns prédios em vista à partilha extra-judicial da herança com a cunhada D. Luísa de Passos de Sousa Canavarro; junto a certidão dos ditos prédios. Maço 8 – rectificação de partilhas que fazem Carlos Braancamp e esposa com a cunhada, D. Luísa de Passos de Sousa Canavarro, em 1917. Maço 9 – requerimento de D. Luísa de Passos de Sousa Canavarro Braancamp Freire e Carlos Braancamp Freire para que sejam passadas a certidão as descrições prediais, em 1916. Maço 10 – carta cível de arrematação para título e posse passada a favor do barão de Almeirim, na qualidade de arrematante do domínio directo do prazo de Alagoa, que pertencia ao casal da inventariada D. Maria da Piedade Telles de Menezes e em que é inventariante D. Mariana de Noronha. Maço 11 – resumo dos títulos do ‘Prazo de dois Hastins’ de João Borges. Maço 12 – tombo da proprieddae nº 5 – ‘Prazo dos três Hastins nos Douze’ – mais títulos da propriedade. Maço 13 – tombo da propriedade nº 6 – ‘Alagoa’ – mais títulos da propriedade. Maço 14 – inventário de rendeiros de vãos das vinhas. Maço 15 – certidões das propriedades cuja posse está inscrita definitivamente a favor de Carlos Braancamp Freire, 4º barão de Almeirim, passadas pelas Conservatórias do Registo Predial de Santarém e da Golegã.
Contém sentença de tombo de medição da fazenda que deixou com o encargo de 4 missas
TOMBO da paroquial igreja de Sao Mamede de Ferreira, sendo Abade Rui Goncalves. Localidades: FERREIRA,Sao Mamede, PAREDES COURA
REGISTO do tombo da igreja de Sao Vicente de Penso, do arcebispado de Braga. Localidades: PENSO,Sao Vicente, BRAGA
TOMBO de terras e mais pertencas da igreja de Sao Martinho de Sequeiro. Localidades: SEQUEIRO,Sao Martinho, SANTO TIRSO
TOMBO da igreja de Sao Salvador de Amares, da medicao e apegacao dela. Localidades: AMARES-SAO SALVADOR, AMARES
TOMBO da paroquial igreja abadia de Sao Pedro de Serzedelo do concelho de Lanhoso. Localidades: SERZEDELO,Sao Pedro, POVOA LANHOSO
TOMBO dos bens e limites da freguesia e igreja do Salvador de Rendufe. Localidades: RENDUFE,Sao Salvador, PONTE LIMA
CERTIDAO do Tombo da igreja de Sao Joao Batista de Campo. Localidades: CAMPO GERES,Sao Joao Batista, TERRAS BOURO
SENTENCA do Tombo da igreja de Sao Miguel de Gemeos, comarca de Braga. Localidades: GEMEOS,Sao Miguel, CELORICO BASTO
TOMBO dos bens e limites da freguesia de Sao Tiago dos Feitos. Localidades: FEITOS,Sao Tiago, BARCELOS
TOMBO da paroquial igreja de Sao Pedro de Goaes, de todas as suas pertencas. Localidades: GOAES,Sao Pedro, VILA VERDE
TOMBO da igreja de Santiago de Areias, do couto de Landim, deste arcebispado. Localidades: AREIAS,Sao Tiago, SANTO TIRSO
Tombo de São Tiago de Fontão principia a folhas 115v. Sitas no concelho de Ponte de Lima.
1768
1833
Manuscrito, original, sem capa.