Search results

You search for jos and 120 records were found.

José de Almeida Eusébio (1881-1945) foi um advogado, político e jornalista. Formado em Direito pela Universidade de Coimbra, cidade onde exerceu a advocacia até 1926, mudou-se então para a Covilhã, onde foi Presidente da Câmara Municipal e dirigiu o semanário Notícias da Covilhã até 1930. Foi Ministro da Justiça entre 1931 e 1932, passando depois a exercer o cargo de diretor da Cadeia Penitenciária de Lisboa, em que se evidenciou. A 5 de Outubro de 1930 foi feito Comendador da Ordem Militar de Nosso Senhor Jesus Cristo e a 1 de Abril de 1932 foi elevado a Grã-Cruz da mesma Ordem. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_de_Almeida_Eus%C3%A9bio
José Luís Constantino Dias, primeiro e único Visconde, Conde e Marquês de Vale Flor (Murça, Murça, 19 de Março de 1855 – Bad Nauheim, 20 de Julho de 1932). Originário de família ligada à agricultura, parte para a colónia ultramarina de São Tomé e Príncipe em 1871. Inicia-se como trabalhador num estabelecimento comercial, contudo em breve passa a dedicar-se à agricultura. Em 1882 adquire a roça "Boa Vista", tornando-se produtor e comerciante de cacau. Durante a sua estadia em São Tomé acaba por desempenhar o cargo de Presidente da Câmara. Casou-se com Maria do Carmo Dias Constantino Ferreira Pinto (1872-1952), filha de Elias do Carmo Constantino Ferreira Pinto e de sua mulher Jenny Dias Constantino, com quem teve dois filhos: José Luís de Vale Flor, 2º Marquês de Vale Flor e Jenny Ferreira Pinto Dias. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Lu%C3%ADs_Constantino_Dias
Foi um advogado, jornalista e político que se notabilizou como um dos fundadores do Partido Progressista, ao qual presidiu a partir da morte de Anselmo José Braamcamp (1885). Foi deputado, ministro e presidente do Conselho de Ministros em diversas ocasiões, incluindo durante o ano de 1890, quando a 11 de Janeiro Portugal recebeu o ultimato britânico, do qual resultou a queda do seu governo e o início de uma longa crise política que desembocou na implantação da República Portuguesa a 5 de Outubro de 1910. Foi ainda par do Reino, conselheiro de Estado; director-geral dos Próprios Nacionais; vogal do Supremo Tribunal Administrativo e governador da Companhia Geral de Crédito Predial Português. in: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Luciano_de_Castro
José Coelho (Travassos de Cima, 5 de Maio de 1887 - Santa Maria de Viseu, 7 de Abril de 1977) foi um professor e arqueólogo português. Frequentou o Liceu de Viseu e diplomou-se na Universidade de Lisboa, em 1912, com o curso superior de Letras de Ciências Históricas e Geográficas. Foi professor do 4.º grupo no Liceu de Viseu, onde exerceu o cargo de Reitor de 1919 a 1922. Foi um batalhador incansável da criação do Instituto Etnológico da Beira. Nos seus trabalhos de investigação arqueológica destaque para o estudo da Anta de Mamaltar de Vale de Fachas, na freguesia de Rio de Loba. Em 1979 os seus filhos doaram ao Município a sua coleção arqueológica. O seu nome deu origem à rua Doutor José Coelho, na freguesia de Santa Maria, em Viseu, e o seu busto em bronze, do escultor Armindo Ribeiro, encontra-se no jardim da Casa da Via Sacra, em Viseu. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Coelho
Monsenhor José Augusto Ferreira (Braga, 2 de Janeiro de 1860 - Braga, 21 de Janeiro de 1944) foi um religioso e erudito português. Foi prior de Vila do Conde entre 1893 e 1921. Distinguiu-se como historiador, tendo sido sócio correspondente da Academia das Ciências de Lisboa e da Real Academia Galega da Corunha. Vários dos seus trabalhos incidem sobre Vila do Conde, em cuja historiografia foi pioneiro, com o celebrado Villa do Conde e seu Alfoz (1923), e Os Túmulos do Mosteiro de Santa Clara de Villa do Conde (1925). As suas obras mais importantes porém são as que dedicou à Arquidiocese de Braga; entre elas contam-se os Fastos Episcopais da Igreja Primacial de Braga em vários volumes, e os Estudos Histórico-Litúrgicos, onde aclara importantes aspetos que a investigação ainda não tinha tratado devidamente. Também historiou a Diocese do Porto. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Augusto_Ferreira
José Penalva Franco Frazão, (Lisboa, 2 de Junho de 1899 - 17 de Julho de 1963), 2º Conde de Penha Garcia, foi um político e economista português responsável pelo ministério da Agricultura entre 8 de Agosto de 1932 e 11 de Abril de 1933. Licenciado em Ciências Económicas e Sociais foi, entre outros cargos, administrador da Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses e presidente da Junta Nacional do Vinho (atual Instituto da Vinha e do Vinho), em três períodos consecutivos de 1937 a 1953. Era filho de José Capelo Franco Frazão foi o 1º conde de Penha Garcia. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Penalva_Franco_Fraz%C3%A3o https://geneall.net/pt/nome/52850/jose-valdez-penalva-franco-frazao-2-conde-de-penha-garcia/
A obra da cobertura do coreto do jardim público do Toural, inicialmente denominado de “pavilhão acústico”, foi adjudicada em 10 setembro de 1879 à Costa Basto & Cª, do Porto. Em 1 de março de 1880 iniciou-se a montagem no jardim do Toural de toda a parte metálica do coreto, que foi fundida no Porto, na fábrica do Bulhão, por 500$000 réis. A 7 de março de 1880 foi inaugurado com um concerto da banda “União Vimaranense”. Em 1911, o coreto e o jardim passaram para o terreiro de S. Francisco, atual Alameda de S. Dâmaso. Em 1937, na noite de 6 para 7 de dezembro, devido ao vento que se fez sentir, a grade do coreto cedeu e caiu, havendo necessidade de a substituir. O valor do orçamento, que consta no projeto para a sua reparação, é de 1.140$00. Meireles, Maria José Marinho de Queirós (2000). O património urbano de Guimarães no contexto da idade contemporânea (séc. XIX-XX) (Dissertação de mestrado). Obtido de: https://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/9012/1/Disserta%c3%a7%c3%a3o_Maria_Jos%c3%a9_Queir%c3%b3s_Meireles.pdf
José Francisco Trindade Coelho (Mogadouro, Mogadouro, 18 de junho de 1861 — Lisboa, 9 de Junho de 1908) foi um escritor, magistrado e político português. Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, exerceu as funções de Delegado do Ministério Público na Comarca do Sabugal e, depois, na de Lisboa. Escritor de grande mérito, deixou publicadas obras de Direito, Política, contos, memórias, manuais de ensino, etc. Republicano, teve papel de relevo na obra de demolição da Monarquia.[1] Foi iniciado na Maçonaria em data desconhecida de 1906, por comunicação, e filiado na Loja Solidariedade, de Lisboa, afeta ao Grande Oriente Lusitano Unido, com o nome simbólico de "Renovador". A sua obra reflete a infância passada em Trás-os-Montes e Alto Douro, num ambiente normal que ele fielmente retrata, embora sem intuitos moralizantes. O seu estilo natural, a simplicidade e candura de alguns dos seus personagens, fazem de Trindade Coelho um dos mestres do conto rústico português. Dedicou-se a uma intensa atividade pedagógica, na senda de João de Deus, tentando elucidar o cidadão português para a democracia. Encontra-se colaboração da sua autoria nas revista "A Leitura"(1894-1896) e no semanário "Branco e Negro" (1896-1898). Tem uma biblioteca com o seu nome em Mogadouro. Foi pai de Henrique Trindade Coelho. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Francisco_Trindade_Coelho
José Maria Braga da Cruz (São Pedro de Maximinos, Braga, 6 de Maio de 1888 - 1979) foi um jurista e político ligado aos partidos católicos durante a Primeira República Portuguesa e depois ao Estado Novo. Formou-se em Direito na Faculdade de Direito de Coimbra em 1911 e iniciou a sua vida profissional como advogado e notário em Braga. Em 1921 foi eleito deputado nas listas do Centro Católico Português à Câmara dos Deputados pelo círculo eleitoral de Braga, na mesma eleição em que Oliveira Salazar foi eleito deputado pelo círculo eleitoral de Guimarães. Após a instauração do regime do Estado Novo foi eleito deputado à Assembleia Nacional logo na I legislatura (1935-1938), sendo sucessivamente reeleito até 1953. Ao longo das cinco legislaturas em que foi deputado na Assembleia Nacional assumiu diversos cargos e foi um dos deputados mais interventivos, com numerosas propostas. Em 1947 foi agraciado pelo papa Pio XII com a comenda da Ordem de São Gregório Magno. Em 1950 foi nomeado juiz conselheiro do Tribunal de Contas, onde se reformou em 1953. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Maria_Braga_da_Cruz
A obra da cobertura do coreto do jardim público do Toural, inicialmente denominado de “pavilhão acústico”, foi adjudicada em 10 setembro de 1879 à Costa Basto & Cª, do Porto. Em 1 de março de 1880 iniciou-se a montagem no jardim do Toural de toda a parte metálica do coreto, que foi fundida no Porto, na fábrica do Bulhão, por 500$000 réis. A 7 de março de 1880 foi inaugurado com um concerto da banda “União Vimaranense”. Em 1911, o coreto e o jardim passaram para o terreiro de S. Francisco, atual Alameda de S. Dâmaso. Em 1937, na noite de 6 para 7 de dezembro, devido ao vento que se fez sentir, a grade do coreto cedeu e caiu, havendo necessidade de a substituir. O valor do orçamento, que consta no projeto para a sua reparação, é de 1.140$00. Meireles, Maria José Marinho de Queirós (2000). O património urbano de Guimarães no contexto da idade contemporânea (séc. XIX-XX) (Dissertação de mestrado). Obtido de: https://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/9012/1/Disserta%c3%a7%c3%a3o_Maria_Jos%c3%a9_Queir%c3%b3s_Meireles.pdf
José Eduardo de Carvalho Crato nasceu em Setúbal a 14 de outubro de 1877 e faleceu no Porto a 1 de maio de 1947. Foi militar, político e maçon português. Fez o curso da Escola Politécnica de Lisboa, depois os da Escola Naval, de Torpedos e Eletricidade e complementar Naval de Guerra, sempre com grandes distinções. Oficial da Marinha de Guerra, atingiu os postos de Capitão de Fragata e de Capitão de Mar e Guerra. Republicano, foi chefe de gabinete do governador-geral de Angola em 1911 e chefe de gabinete do ministro das Colónias e do ministro da Marinha, membro da Junta Revolucionária de 19 de outubro de 1921 e ministro das Colónias no Ministério de Manuel Maria Coelho, em 1921. Combateu na Primeira Guerra Mundial. Sobraçou a pasta de ministro das Colónias e foi adido naval em Paris, França, chefe dos Departamentos Marítimos do Sul e Norte, da Missão de Construção de Torpedos em Weymouth, em 1932, e da Missão de Construção de Contratorpedeiros em Glasgow, ambas no Reino Unido. Comandou o Navio-Hospital Gil Eannes e os antigos destroyers Vouga e Guadiana e o moderno Vouga, além da fragata D. Fernando II e Glória. Foi comandante da Escola de Artilharia Naval e da Esquadra na Festa da Marinha de 1938. Em 1939, sendo Capitão de mar e guerra, foi administrador da "Não-Intervenção na Guerra de Espanha" em Dover. Foi Capitão do Porto de São Tomé e Presidente da Junta Autónoma dos Portos do Douro e Leixões, etc. Casou em Lisboa, no 3.º Bairro, a 30 de janeiro de 1915, com Margarida de Barros Pereira de Carvalho. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Eduardo_de_Carvalho_Crato
Nasceu em Vimieiro (Arraiolos), concelho de Arraiolos, filho de Faustino José Caeiro e de sua esposa Emília Augusta da Conceição, ambos naturais de Vimieiro. Iniciou a sua formação em Direito na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, e veio concluir em 1917 a licenciatura na recém-criada Faculdade de Direito de Lisboa, com a classificação final de Muito Bom. Em 1919, com a defesa de uma dissertação denominada Quedas de água: esboço económico-jurídico, tornou-se o primeiro doutorado pela Faculdade de Direito de Lisboa. Entre 1919 e 1933 exerceu advocacia em Lisboa. A partir de 1928 foi também vogal do Conselho Superior das Colónias e da Junta Central de Trabalho e Emigração do Ministério das Colónias. Em 1933, foi nomeado juiz conselheiro do restabelecido Supremo Tribunal Administrativo, ficando adstrito à secção de contencioso administrativo daquele tribunal. Em 1936 foi feito membro do Instituto Internacional de Ciências Administrativas. Em 1940 integrou o 2.º governo do Estado Novo ao ser nomeado Subsecretário de Estado das Colónias, cargo que exerceu até de 6 de junho de 1942, data em que foi nomeado interinamente Ministro das Colónias do mesmo governo. Manteve-se nessas funções até 5 de janeiro de 1943, sendo no dia seguinte nomeado para exercer as funções de Procurador-Geral da República, cargo que de que tomou posse em 6 de Janeiro de 1943. Exerceu aquelas funções até finais de 1954, altura em que se aposentou por razões de saúde. Após a aposentação dedicou-se à investigação histórica e genealógica, deixando uma importante obra publicada nestes campos de estudo. Em 1970 foi eleito académico correspondente da Academia Portuguesa da História, instituição em que foi eleito académico de número em 1975. Foi agraciado com o grau de grande oficial e com a grã-cruz da Ordem de Cristo. Faleceu em Lisboa a 24 de maio de 1976. A 1 de julho de 19. A 1 de julho de 1977 recebeu uma homenagem póstuma na Academia Portuguesa da História, de que resultou a publicação de uma memória. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Francisco_Jos%C3%A9_Caeiro
José Maria de Alpoim nasceu na Casa da Rede, Santa Cristina, a 2 de Junho de 1858, filho primogénito de Francisco Borges Cerqueira de Alpoim Cabral, bacharel formado em direito, moço-fidalgo da Casa Real e Senhor da Casa da Rede, e de sua mulher, Amância Dulce Samora de Quevedo e Alpoim. Em 1878, com apenas vinte anos, formou-se em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, passando a exercer as funções de administrador dos concelhos de Mesão Frio e de Lamego, sendo o mais jovem administrador de concelho de que há memória. Membro do Partido Progressista desde 1879 e adepto de Mariano Cirilo de Carvalho, sendo depois considerado o delfim de José Luciano de Castro, tendo disputado a direcção dos progressistas com Francisco António da Veiga Beirão. Foi uma das figuras mais controversas e importantes daquele Partido, ao lado de Moreira de Almeida, António Centeno, Queirós Ribeiro e do visconde da Ribeira Brava. Deputado, Conselheiro de Sua Majestade Fidelíssima e Par do Reino, foi Ministro da Justiça nos governos de José Luciano de Castro de18 de Agosto de 1898 a 26 de Junho de 1900 e de 20 de Outubro de 1904 e 11 de Maio de 1905. Nesse último período, desenvolveu uma notável política reformista, preparando o Código das Falências, a Assistência Judiciária e a reforma dos Serviços Médico-Legais. Contudo, devido a uma disputa que se desenvolveu em torno da questão do monopólio dos tabacos, atacou, abertamente, as medidas com que o ministro da Fazenda, Manuel Afonso de Espregueira, pretendia solucionar aquela importante questão financeira, tendo abandonado o Governo em consequência da quebra de coesão. A 19 de Dezembro de 1904 foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem Militar de Cristo sendo do Conselho de Sua Majestade Fidelíssima, Ministro e Secretário dos Negócios da Justiça (Diário do Governo, n.º 292, 27 de Dezembro de 1904). A sua saída do Governo levou à cisão do Partido Progressista e, acompanhado por outras importantes figuras prestigiosas da monarquia, constituiu uma nova facção política denominada Dissidência Progressista, a qual sob a sua direcção derivou lentamente para o campo republicano. Na sequência do golpe falhado de 28 de Janeiro de 1908, do Regicídio e depois de se ter refugiado em casa do político regenerador António Teixeira de Sousa, exila-se para Salamanca. Quando se implantou a República, dissolveu-se a Dissidência Progressista e José de Alpoim aderiu ao novo regime, passando de Procurador Geral da Coroa a adjunto do Procurador Geral da República, mas foi inicialmente votado ao ostracismo político. Considerado um revolucionário profissional a quem é atribuído o célebre dito:eu quero e desejo o poder pelo poder; nada mais, terminou a vida activa como delegado do governo na Companhia do Niassa. Nessa fase, afirmava-se afastado da política, mas os seus amigos verificavam que só ela o interessava. Além de orador fluente e espontâneo, foi um dos mais brilhantes jornalistas do seu tempo (as suas crónicas em O Primeiro de Janeiro são notáveis), sendo um dos fundadores do Correio Português, dirigiu O Dia e colaborou assiduamente no Correio da Noite, Novidades, O Repórter e outros jornais. Casou com Dona Maria do Carmo de Tovar Pereira Coutinho de Vilhena e Menezes, de cujo casamento nasceram Bernardo de Alpoim e Egas de Alpoim, ambos notáveis oficiais de Marinha que faleceram solteiros e sem geração. Faleceu em Lisboa a 15 de Dezembro de 1916, tendo sido, até aos seus últimos momentos, um vigoroso adversário da participação de Portugal na Grande Guerra. No Jardim Público da vila de Mesão Frio, na avenida que lhe tomou o nome (Avenida Conselheiro José Maria Alpoim), mesmo em frente aos Paços do Concelho, foi erguida uma estátua, com o seu busto, em 1923, homenageando-se um dos maiores vultos da história deste concelho. Fonte: Wikipedia http://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_de_Alpoim