Type

Data source

Date

Thumbnail

Search results

2,789,951 records were found.

Francisco Maria Cunha (presidente). Ed. Sociedade • Assuntos: Ultimatum (1890).
Divulgação sobre a coleção fotográfica de Luciano Leal, angariada em 2023, através de projeto de investigação liderado pela antropóloga investigadora do ICS-ULisboa, Maria José Lobo Antunes, sobre memória e história da guerra colonial/libertação. • Áreas geográficas e topónimos: Angola • Assuntos: Guerra Colonial (1961-1974, Portugal, Angola, Guiné-Bissau, Moçambique).
No Espólio de Jaime Batalha Reis, depositado na Biblioteca Nacional, no Arquivo de Cultura Portuguesa Contemporânea, existem perto de 600 cartas de Jaime Batalha Reis para Celeste Cinatti. Da extensa correspondência trocada entre ambos a que resta é, na sua quase totalidade, da autoria do primeiro. A sua filha mais nova, Beatriz, que organizou o Espólio do pai, explica a razão. A mãe, antes de morrer, pedira ao marido que queimasse as cartas que lhe escrevera. Jaime Batalha Reis hesitou, hesitou durante trinta anos. Foi só nesse ano de 1930 que as releu, confidenciando às filhas:"[...] sinto-me tão enamorado dela como estava então". Conta Beatriz que "a voz se lhe embargou e os olhos se lhe encheram de lágrimas." Como última prova de amor fez-lhe a vontade. Queimou-as quase todas, deixando apenas poucas e de difícil leitura. O critério que nos norteou na escolha das duzentas e trinta e seis cartas agora colocadas ao dispor dos investigadores, foi o de dar a conhecer algumas das que nos pareceram mais significativas para a caracterização dos sentimentos, hábitos e pensamento da burguesia de meados do século XIX. Foi possível fixar a data do início da correspondência, até agora em dúvida, graças a uma carta de Celeste Cinatti - das poucas que se salvaram - a partir da qual podemos datar de 1868 o início da relação epistolar. Todas as cartas estão numeradas de 1 a 236. Foram transcritas na íntegra, embora oito estejam incompletas. Existem muitas fragmentadas, outras delidas pelo tempo, cuja leitura é ininteligível. A transcrição apresentou diversas dificuldades em relação à escrita, frequentemente cruzada, isto é, escrita à largura do papel sobrepondo-se a continuação na vertical. A datação apresentou também alguns problemas, pois poucas cartas foram datadas pelo autor. Em muitos casos, a datação é da nossa responsabilidade baseada em acontecimentos ou actividade de personalidades nelas referidas e, então, aparece entre parênteses rectos. A falta de indicadores credíveis levou-nos, com frequência, a interrogar a datação. O local de emissão mereceu tratamento idêntico, pois quando a atribuição é nossa, também aparece entre parênteses rectos ou interrogado. Na cabeça da carta, além do número, à esquerda, aparece, à direita uma letra, e um conjunto de algarismos. Trata-se da cotação do documento: E4 designa Espólio de Jaime Batalha Reis; o número que se lhe segue, 57, 58, 59 ou 60, corresponde ao número das caixas onde as cartas estão guardadas, os dois seguintes representam a pasta e a posição da carta dentro desta. Exemplo: E4/57-1 (3). O investigador notará que as cotas das cartas não são sequenciais pois a organização inicial dispersou a maior parte delas, mantendo juntas apenas aquelas em que o autor designava o local donde tinham sido enviadas ou as que referiam um acontecimento relevante. A ortografia foi actualizada e os erros e lapsos corrigidos, o que sempre se assinalou. Moderou-se a pontuação e abriram-se alguns parágrafos. Cabe-me agradecer ao Doutor Marques da Costa, um dos primeiros investigadores a interessar-se por Jaime Batalha Reis, o ter-me facultado as cartas que já havia transcrito. E, finalmente, a minha gratidão à Doutora Filomena Mónica que, com o seu incitamento, ralhetes e empurrões me levou a terminar um trabalho iniciado há muitos anos e constantemente interrompido. Maria José Marinho Lisboa, Dezembro, 2006
Este fundo reúne a transcrição da correspondência da família de Rio Maior, num total de 1740 cartas. A maior parte, 1138, são da mãe Isabel, a 3.ª condessa de Rio Maior, para seus filhos António e José: 486 cartas dirigem-se ao filho António (cobrindo os anos de 1852-58 e 1860-63); e 652 cartas são para o filho José (abrangendo, sensivelmente, o período de 1854-1889). Já as cartas do conde de Rio Maior para os filhos não vão além de três, sendo de admitir que muitas se tenham perdido. Este fundo reúne ainda as cartas de ambos os filhos para os pais: 120 do António e 447 do José, o que perfaz um total de 567 cartas. A esmagadora maioria dirige-se à mãe Isabel e raras são as que se destinam ao pai. Por fim, reúne cartas do preceptor, Caetano Franco de Sousa, que acompanhou António e José na sua estadia na Universidade de Coimbra, bem como de figuras ligadas àquela cidade, casos de Bernardo da Silva Carneiro e Raimundo V. Rodrigues. E ainda cartas de Bárbara de Saldanha. As cartas estão divididas em subseries: Cartas da Condessa para o filho António; Cartas da Condessa para o filho José, Cartas dos filhos António e José para os pais; Cartas de Bárbara de Saldanha, casada com o filho João; Cartas de Caetano Franco de Sousa; Cartas de Raimundo Venancio Rodrigues; Cartas de Bernardino Carneiro e Cartas de Charles de Almeida. Em toda a correspondência, foi mantida a ortografia da época e a dos seus respectivos autores.
Contém: Listagem com as siglas utilizadas; Legenda - Comissões da Câmara dos Deputados; Legenda - Comissões da Câmara dos Pares; Índice alfabético de nome (apelido). Nota sobre o «Levantamento dos Discursos Parlamentares, 1834-1910» • Por não existirem índices nos Diários das Câmaras dos Deputados e dos Pares para este período, considerei indispensável proceder-se a um levantamento tão exaustivo quanto possível dos discursos dos parlamentares antes de se começar a redigir as biografias que constam dos três volumes do «Dicionário Biográfico Parlamentar», que coordenei. Apesar da margem de erro, relativamente elevada, que o levantamento conterá, penso ser útil colocá-la na Internet, uma vez que a ele poderão ter acesso os investigadores a trabalhar sobre este tema e período. Foi esta uma tarefa difícil, não só devido à sua natureza, essencialmente monótona, mas porque, às vezes, era difícil apurar quem era quem: quando lhes apetecia, tanto os deputados como os pares usavam apelidos diferentes e alguns irmãos bem como pais e filhos surgem com o mesmo nome, podendo ter sido confundidos. Seja como for, a dimensão do levantamento é considerável: em papel, corresponderia a cerca de 3.500 páginas. Se houve parlamentares que pouco discursaram, outros existiram que se revelaram muito activos, estendendo-se as suas intervenções por vários dias. Elaborou-se ainda uma lista dos parlamentares presentes nas comissões especializadas. Quem deseje escrever a biografia de alguém que tenha sido parlamentar entre 1834 e 1910 tem o trabalho de casa adiantado. Maria Filomena Mónica • Para uma consulta dos Diários da Câmara dos Deputados, da Câmara dos Pares e da Câmara dos Senadores consulte www.parlamento.pt. Para mais informações sobre a história parlamentar portuguesa consulte Materiais para a História Eleitoral e Parlamentar Portuguesa (1820-1926) (http://purl.pt/5854/1).
Contrato Colectivo de Trabalho: reclassificação profissional, nova estrutura salarial. • Assuntos: Contrato Colectivo de Trabalho.
Exposição "Há Sempre Alguém que DIz Não! A oposição estudantil à ditadura no ensino secundário de Lisboa (1970-1974)," Arquivo Nacional da Torre do Tombo, 15 de dezembro de 2023 a 28 de fevereiro de 2024. Documentos: 1 número de cerca de 30 dezenas de jornais de liceus da grande Lisboa, publicados entre 1970 e 1974. "A Torre do Tombo acolhe a exposição 'Há sempre alguém que diz não! – A oposição estudantil à ditadura no ensino secundário de Lisboa (1970-1974)', concebida para dar a conhecer aos mais novos, nascidos antes e depois da democracia, como os jovens entre os 13 e os 17 anos abraçaram a oposição à ditadura. Pretende-se demonstrar como sentiram o imperativo de contestar as diversas condicionantes da ditadura nas suas vidas: nos estudos, no acesso à cultura, no simples convívio, bem como no seu direito a viver em paz e não ter de fazer uma guerra em África a cuja finalidade não aderiram." • Áreas geográficas e topónimos: Lisboa • Assuntos: EXPOSIÇÕES pós-1981.
Subscrição nacional, aberta na Sociedade de Geografia para «auxiliar a defesa e consolidação do nosso património ultramarino» • Assuntos: Colonialismo português.
Autocolante da coordenadora dos GDUP da zona de Alcântara. • Assuntos: “A Paz, o Pão, Habitação…”: Valores de Abril em Autocolantes (2024).
Letras das canções "Catarina", "Camarada Canta", hino do estudante. • Assuntos: Eufémia, Catarina..
Autocolante da Associação de Moradores da Quinta das Laranjeiras. • Assuntos: “A Paz, o Pão, Habitação…”: Valores de Abril em Autocolantes (2024).
Autocolante da Comissão de Moradores da Avenida Bocage e Rua Diogo Cão no Barreiro. • Assuntos: “A Paz, o Pão, Habitação…”: Valores de Abril em Autocolantes (2024).
Autocolante da Associação de Moradores Alverquense. • Assuntos: “A Paz, o Pão, Habitação…”: Valores de Abril em Autocolantes (2024).
Autocolante de O Grito do Povo a promover uma campanha de fundos para o seu jornal "O Comunista". • Assuntos: “A Paz, o Pão, Habitação…”: Valores de Abril em Autocolantes (2024).
Documentação avulsa com vários produtores onde se encontram comunicados produzidos pela Comissão de Luta Contra a Repressão, Associação Académica de Direito de Lisboa, Associação Académica de Coimbra; comunicados produzidos pela Ordem dos Médicos e Comissão Democrática Eleitoral de Lisboa (CDE); boletins informativos designados "Os Jovens pelo Mundo" (n. 2 e n. 8, s/d). e textos doutrinários em torno de temáticas como a luta de classes, o pensamento de Lenine e Rosa Luxemburgo, 1º de maio ou o investimento estrangeiro em Portugal. • Áreas geográficas e topónimos: Coimbra • Assuntos: Repressão.
Concessão de terrenos, produção de algodão, preços dos géneros coloniais, assistência agrícola, cultura do café, mão de obra, prejuízos, pecuária, colonização, etc. Inclui recortes de imprensa • Áreas geográficas e topónimos: Angola • Assuntos: Banco de Angola.
texto divulgação de fotografia publicada no jornal Renovação, salvaguardada no acervo do AHS. "Fotógrafo desconhecido. A fotografia integra o acervo fotografico da revista A Renovação, de 15 de novembro de 1925. Em 1925, um rapaz de 17 anos parte para o exílio. No porto de Lisboa, irmão e irmã dão um último beijo, uma cena emocional que evoca o temor de nunca mais se voltarem a ver. A pobreza rural tinha empurrado o jovem para a capital onde, incapaz de encontrar trabalho ou um lugar para dormir, tinha como modo de vida vaguear pelas ruas de Lisboa ao mesmo tempo que ia cometendo crimes de pequeno delito. Um ano depois de ter sido preso, o jovem foi enviado para Luanda, em Angola. Entre os 364 indivíduos que o acompanharam, muitos homens e mulheres tinham também sido condenados ao exílio apenas por terem cometido crimes insignificantes. O episódio foi narrado pelo escritor Ferreira de Castro na revista anarquista A Renovação, de 15 de novembro de 1925, na qual foi também publicada a fotografia que aqui se reproduz." RAC • Áreas geográficas e topónimos: Lisboa • Assuntos: Renovação (quinzenário).
Corrupção na administração colonial; despedimento do autor, ligado à Companhia Nacional Algodoeira. • Assuntos: Administração colonial.
Conjunto de documentação produzida e recolhida durante o trabalho de campo de João Pina-Cabral em Macau no âmbito de um projeto encomendado pelo Instituto Cultural de Macau. A subsecção contém: 40 entrevistas realizadas a figuras relevantes da sociedade civil macaense entre 1989 e 1991; um conjunto variado de jornais macaenses, recolhidos entre 1995 e 1996 (a recolha apresenta irregularidade na periodicidade), 2 números de uma publicação em caracteres chineses e 1 guia turístico da cidade. Este material serviu de base para o livro "Em Terra de Tufões: Dinâmicas da Etnicidade em Macau", publicado em 1993 e o livro "Between China and Europe: Person, Culture and Emotion in Macao", publicado em 2002.
Agitação social no Alentejo ( Em Aldeia Nova de S. Bento, Vale do Vargo, Pias e Baleizão, onde a GNR assassinou, a 19 de Maio, Maria da Graça Sapinho - Catarina Eufémia ) e nas fábricas do Porto. Excerto: “MARIA DA GRAÇA SAPINHO, grávida, com um filho nos braços, é esbofeteada, pelo que cai. Grita “temos fome, queremos Paz” e o tenente Carrajola dispara a metralhadora que lhe fura o ventre (…). No enterro, manifestação comovida, a PSP faz uma demonstração de força recusando-se a entregar o corpo ao povo que o pede. Em Baleizão foram feitas prisões.” • Assuntos: GNR - Guarda Nacional Republicana.
Movimento de protesto contra António Ferro. • Assuntos: Sociedade Nacional de Belas Artes.
Existências: Vol. VI, Nº 137 • Assuntos: Imprensa comunista.
Autocolante com a inscrição: "Avante! Avante! com a Reforma Agrária" • Assuntos: “A Paz, o Pão, Habitação…”: Valores de Abril em Autocolantes (2024).
Autocolante do Jornal popular de apoio a reforma agrária com a inscrição: "Unidade Camponesa". • Assuntos: “A Paz, o Pão, Habitação…”: Valores de Abril em Autocolantes (2024).
Programa do espectáculo das comemorações do 1º Dezembro, em Nova Lisboa, promovido pelo Grupo Musical da Escola Beneficente Luís Gomes Sambo. • Assuntos: Colónias (Angola).
Publicação do SEEPE com o objectivo de denunciar o colonialismo: reprodução de entrevista de Amílcar Cabral, secretário-geral do PAIGC, à revista "Tricontinental". • Áreas geográficas e topónimos: Guiné Bissau • Assuntos: PAIGC - Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde.
publicação mensal iniciada em março de 2023, com Ano I, nº1. No nº 3 tomou a regularidade bimestral; no nº 7 trimestral. A partir do nº6, tem textos por investigadores convidados. Fundos ou Documentos abordados: Espólio Pinto Quartin e Deolinda Lopes Vieira Espólio José Laranjo: PAIGC actualités Álbum do Real Padroado da Huíla Espólio António Costa Pinto: movimento estudantil liceal Cadernos da Gorongosa (Renamo, Moçambique) Coleção Fotográfica de Luciano Leal (guerra colonial)
Pasta contendo a seguinte indicação na capa: "Papéis, etc. relativos à minha passagem pela Câmara Municipal do Porto nos anos de 1911 a 1913". Contém várias notas de serviço interno, com o timbre da CMP (de 1911 a 1912); documento sobre as senhas da venda de azeite; correspondência de 1911 e de 1912, etc. • Assuntos: Administração municipal.
Existências: Nº 3, Nº 4 (1922); Nº 109-111 (1921); Nº 21-22 (1924); 34-35-36 (1925) • Assuntos: A Renascença Portuguesa (Associação).