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Segundo Seminário Portugal Anos 80, 12-24 de Julho 1982; iniciativa da Secretaria de Estado da Emigração e Comunidades Portuguesas/Núcleo de Estudos de Emigração, destinada a universitários luso-descendentes, o programa incluía visitas de estudo e atividades culturais; sessão de encerramento presidida pelo Secretário de Estado da Emigração e das Comunidades Portuguesas, Dr. José Vitorino, 24 Julho; da esquerda para a direita, Prof. Leopoldo Scherner da Universidade Católica do Paraná, 2.º Comandante da Região Militar Sul, Subdiretor Geral do Ensino Superior, Dr. José Vitorino, Governadora Civil de Évora D. Mariana C. Perdigão e Reitor Prof. Eng.º Ário Lobo Azevedo. Envolvência em contexto: Colégio do Espírito Santo, Sala de Bellas Artes.
Segundo Seminário Portugal Anos 80, 12-24 de Julho 1982; iniciativa da Secretaria de Estado da Emigração e Comunidades Portuguesas/Núcleo de Estudos de Emigração, destinada a universitários luso-descendentes, o programa incluía visitas de estudo e atividades culturais; sessão de encerramento presidida pelo Secretário de Estado da Emigração e das Comunidades Portuguesas, Dr. José Vitorino, 24 Julho; entrega de certificados aos participantes, Dr. José Vitorino em primeiro plano, ao lado o Reitor Prof. Eng. Ário Lobo Azevedo. Envolvência em contexto: Colégio do Espírito Santo, Sala de Bellas Artes.
Segundo Seminário Portugal Anos 80, 12-24 de Julho 1982; iniciativa da Secretaria de Estado da Emigração e Comunidades Portuguesas/Núcleo de Estudos de Emigração, destinada a universitários luso-descendentes, o programa incluía visitas de estudo e atividades culturais; sessão de encerramento presidida pelo Secretário de Estado da Emigração e das Comunidades Portuguesas, Dr. José Vitorino, 24 Julho; intervenção do Reitor Prof. Eng.º Ário Lobo Azevedo, à esquerda, Governadora Civil de Évora e Dr. José Vitorino, Prof. Pe. J. Alves Gomes, à direita. Envolvência em contexto: Colégio do Espírito Santo, Sala de Bellas Artes.
Segundo Seminário Portugal Anos 80, 12-24 de Julho 1982; iniciativa da Secretaria de Estado da Emigração e Comunidades Portuguesas/Núcleo de Estudos de Emigração, destinada a universitários luso-descendentes, o programa incluía visitas de estudo e atividades culturais; sessão de encerramento presidida pelo Secretário de Estado da Emigração e das Comunidades Portuguesas, Dr. José Vitorino, 24 Julho; da direita para a esquerda, Prof. Pe. Alves Gomes, Reitor Prof. Eng. Ário Lobo Azevedo, Governadora Civil de Évora D. Mariana Perdigão, Dr. José Vitorino, Subdiretor Geral do Ensino Superior, 2.º Comandante da Região Militar Sul e Prof. Leopoldo Scherner. Envolvência em contexto: Colégio do Espírito Santo, Sala de Bellas Artes.
Segundo Seminário Portugal Anos 80, 12-24 de Julho 1982; iniciativa da Secretaria de Estado da Emigração e Comunidades Portuguesas/Núcleo de Estudos de Emigração, destinada a universitários luso-descendentes, o programa incluía visitas de estudo e atividades culturais; sessão de encerramento presidida pelo Secretário de Estado da Emigração e das Comunidades Portuguesas, Dr. José Vitorino, 24 Julho; da direita para a esquerda, Prof. Pe. Alves Gomes, Reitor Prof. Eng. Ário Lobo Azevedo, Governadora Civil de Évora D. Mariana Perdigão, Dr. José Vitorino, Subdiretor Geral do Ensino Superior, 2.º Comandante da Região Militar Sul e Prof. Leopoldo Scherner. Envolvência em contexto: Colégio do Espírito Santo, Sala de Bellas Artes.
Segundo Seminário Portugal Anos 80, 12-24 de Julho 1982; iniciativa da Secretaria de Estado da Emigração e Comunidades Portuguesas/Núcleo de Estudos de Emigração, destinada a universitários luso-descendentes, o programa incluía visitas de estudo e atividades culturais; sessão de encerramento presidida pelo Secretário de Estado da Emigração e das Comunidades Portuguesas, Dr. José Vitorino, 24 Julho; entrega de certificados aos participantes, da esquerda para a direita, Dr. José Vitorino, Governadora Civil de Évora D. Mariana Perdigão e Reitor Prof. Eng. Ário Lobo Azevedo. Envolvência em contexto: Colégio do Espírito Santo, Sala de Bellas Artes.
Segundo Seminário Portugal Anos 80, 12-24 de Julho 1982; iniciativa da Secretaria de Estado da Emigração e Comunidades Portuguesas/Núcleo de Estudos de Emigração, destinada a universitários luso-descendentes, o programa incluía visitas de estudo e atividades culturais; sessão de encerramento presidida pelo Secretário de Estado da Emigração e das Comunidades Portuguesas, Dr. José Vitorino, 24 Julho; entrega de certificados aos participantes, Dr. José Vitorino e Reitor Prof. Eng. Ário Lobo Azevedo em primeiro plano. Envolvência em contexto: Colégio do Espírito Santo, Sala de Bellas Artes.
Segundo Seminário Portugal Anos 80, 12-24 de Julho 1982; iniciativa da Secretaria de Estado da Emigração e Comunidades Portuguesas/Núcleo de Estudos de Emigração, destinada a universitários luso-descendentes, o programa incluía visitas de estudo e atividades culturais; sessão de encerramento presidida pelo Secretário de Estado da Emigração e das Comunidades Portuguesas, Dr. José Vitorino, 24 Julho; entrega de certificados aos participantes, Dr. José Vitorino, Reitor Prof. Eng. Ário Lobo Azevedo e Prof. Pe. Alves Gomes. Envolvência em contexto: Colégio do Espírito Santo, Sala de Bellas Artes.
(Gavião) - Inclui um questionário para a recolha de dados sobre as intenções de colaboração com o Centro Católico. Averigua-se também a disponibilidade de “leigos categorizados” a favor do Centro. Contém ainda recomendações para a constituição de Comissões Paroquiais e para a inscrição de sócios na Comissão Diocesana. Assinam o ofício o monsenhor Joaquim José da Silva (presidente), padre António Joaquim da Silva Martins, cónego Joaquim Pedro da Trindade e padre José Dias Júnior (vice-presidentes), padre Joaquim Martins Tavares, padre Francisco dos Santos e Silva (vogais), padre Rafael Jacinto (secretário).
Contrato original assinado que fixa os direitos e as obrigações de José Alberto dos Reis, Domingos Fezas Vital, António de Oliveira Salazar, José Beleza dos Santos, Manuel Rodrigues Júnior e Mário de Figueiredo, enquanto proprietários e redatores da "Revista de Legislação e de Jurisprudência" e da "Colecção de Legislação Portuguesa", celebrado em 20 de junho de 1925. Correspondência acerca do pedido de subsídio ao Instituto de Alta Cultura para a publicação em separata do estudo feito por Guilherme Braga da Cruz, intitulado "A Revista de Legislação e de Jurisprudência (Esboço da sua história)" e recorte de jornal com a notícia “O centenário da revista ‘O Direito’. Foi ontem comemorado num almoço de confraternização”.
Carta remetida por João Cipriano Monteiro, prior da Igreja de São Nicolau e respetivo processo relativo à posse de propriedades no lado oriental da rua da Princesa. Inclui pedido de intimação do prior ao sargento-mor José Monteiro de Carvalho de modo a obter o rol de propriedades que lhe pertencem; petição de declaração de posse pelo prior ao sargento-mor José Monteiro de Carvalho; uma declaração do sargento-mor negando a posse da paróquia de Santa Justa de qualquer propriedade nesta localização; petição do prior de São Nicolau a solicitar ao rei que proceda contra a irmandade de Nossa Senhora da Vitória.
Documentação de Pe. José Mendes Serrazina, responsável pelo Gabinete de Acção Pastoral e coordenador da revisão dos Estatutos da Cáritas Portuguesa em 1975. A revisão dos Estatutos foi tema de reflexão no Conselho Geral Extraordinário de 1975-06-26 e 27. Nas Cáritas Diocesanas, a revisão efetuou-se em três grupos, com o grupo B a ser composto pelas Dioceses de Coimbra, Algarve, Lisboa e Portalegre. O dossier contém versões de projetos de estatutos da Cáritas. Contém: José Zacarias Costa e Nora, Estatutos da União de Caridade Portuguesa Caritas Portuguesa, Cantanhede, 1969.
Série composta por documentação referente à produção do Jornal Cáritas, propriedade da Cáritas Portuguesa, com periodicidade mensal e publicado entre 1963-01 e 1967-07 a 08, com 29 números (n.ºs 1 a 35/36, incluindo alguns duplos). Teve como diretores Fernanda Jardim (n.ºs 7 a 14, 1965-03 a 1965-10) e João Carlos Alves (n.ºs 15 a 35/36, 1965-11 a 1967-07/08). José Alberto Pires foi o editor e Januário Pinto o redator. Composição e impressão: Oficinas da ENP, Secção Anuário Comercial de Portugal (1963), Lisboa; Oficinas de S. José, Lisboa (1965); Gráfica Almondina, Torres Novas (1965); União Gráfica, Lisboa (1966-1967). A documentação consiste em correspondência, gestão de assinaturas e recolha de artigos para publicação.
Termo de abertura: "Serve este Livro para o registo dos Pareceres e Informaçoens da Procuradoria Geral da Coroa e para o Ministerio do Reino, e vai numerado, e por mim rubricado, e leva enseramento no fim. Lisboa 25 de Septembro de 1837. José de Cupertino d'Aguiar Ottolini" Termo de encerramento: "Tem este Livro duzentas e dez folhas, que todas vão numeradas e por mim rubricadas com o appellido de Aguiar Ottolini, de que uso. Lisboa 25 de Septembro de 1837. José de Cupertino d'Aguiar Ottolini"
Livro de registo de pareceres do Procurador Geral da Coroa, José Cupertino de Aguiar Ottolini, para o Ministério do Reino. Entre 14 de fevereiro e 30 de agosto de 1849 os pareceres são do Ajudante do Procurador Geral, José Luís Rangel de Quadros, intercalados, entre 9 e 17 de Março, com alguns do Procurador-Geral. Entre 8 de setembro e 12 de outubro, os pareceres são assinados pelo Ajudante do Procurador-Geral Joaquim Pereira Guimarães, voltando, a partir do dia 19 seguinte, a sê-lo pelo Procurador-Geral Ottolini.
Termo de abertura: "Hade servir este livro para o registo dos pareceres e informaçoens da Procuradoria Geral da Coroa para os Ministerios da Guerra, da Marinha da Fazenda, dos Negocios Estrangeiros, e do Thezouro Publico, vai numerado e rubricado, e leva encerramento no fim. Lisboa 25 de Septembro de 1837. José de Cupertino d'Aguiar Ottolini". Termo de encerramento: "Tem este livro cento e noventa e sete folhas, que todas vão numeradas e rubricadas com o appellido de Aguiar Ottolini, de que usa. Lisboa 25 de Septembro de 1837. José de Cupertino d'Aguiar Ottolini".
Pedidos apresentados por Adelaide Teodora de Freitas e filhos, Vitorino José, Maria Filomena da Conceição e Silva de Bacelar Leoni, Maria José e outra, Manuel Maria Vieira da Silva, Maria Miquelina Teixeira Passetti, Rita Adelaide Monteiro de Oliveira, Joana Adelaide de Oliveira Soares e Maria Olímpia Vilas Boas e irmão. Contém ofício da 9.ª Repartição da Direção-Geral da Contabilidade Pública, do Ministério das Obras Públicas, Comércio e Indústria, de 13 de março de 1906, e pareceres do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 24 de março, escritos sobre o ofício.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Fazenda remetendo cópia do libelo proposto por Francisco de Paula Cordovil de Brito contra a Fazenda Pública para a reivindicação de alguns olivais sitos nos coutos da vila de Moura, que foram adjudicados à Fazenda Pública, por sentença de 25 de janeiro de 1842, como pertencentes à herança jacente de José Pereira de Matos, e solicitando que lhe sejam enviados quaisquer documentos ou notícias de facto existentes no Tesouro Público que possam servir para a defesa dos direitos da Fazenda.
Os requerentes são: Porfírio Neves da Silva, Maria José Gomes Mota, Justina Cristina Martins, Júlia Fausta da Conceição Pinto Cordeiro, Amélia Ribas Gil, Mariana Rosa de Avelar, Rita de Jesus Bragança, Maria José Fernandes, Balbina Rosa Marques, Deluvina de Jesus e Ana Amélia Dias Barbosa. Contém ofício da 9.ª Repartição da Direção-Geral da Contabilidade Pública do Ministério das Obras Públicas, Comércio e Indústria, de 9 de junho de 1902, e minutas dos pareceres do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 14 de julho.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José Manuel de Almeida e Araújo Correia de Lacerda dirigido ao Ministro da Justiça. Remete cópia de um ofício do delegado do procurador régio na comarca de Braga, de 10 de junho de 1845, em que participa que, na tarde do dia 2 de junho, José Pereira, o Fidalgo, ferreiro da freguesia de São Martinho Dume, deu uma paulada na cabeça de António Alves Franco, resultando deste ferimento a morte deste, no Hospital de São Marcos, na cidade de Braga.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José Manuel de Almeida e Araújo Correia de Lacerda dirigido ao Ministro da Justiça. Informa que o procurador régio da Relação de Lisboa, no seu ofício de 13 de novembro de 1845, referindo-se a outro do seu delegado na 3.ª Vara, lhe participou que, no processo instaurado pelo depósito de 600 mil réis para obtenção do perdão régio do réu Manuel Lopes, o réu José de Santa Clara foi absolvido, faltando só julgar outro corréu do processo, que ainda não foi capturado.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José Manuel de Almeida e Araújo Correia de Lacerda dirigido ao Ministro da Justiça. Participa que, no dia 29 de fevereiro de 1846, no julgado de Marialva, foi assassinado António Maria de Lacerda e Seixas, um dos membros da Câmara Municipal daquela vila, com um tiro de arma de fogo, e que, havendo alguns indícios de que a sua mulher, Maria José de Abreu Coutinho, concorreu para o crime, esta foi capturada e conduzida às cadeias daquela vila, encontrando-se já indiciada.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José Manuel de Almeida e Araújo Correia de Lacerda dirigido ao Ministro da Justiça participando o furto de vários livros e processos do arquivo da Câmara de Ponte da Barca pelo ex-escrivão Francisco José Antunes Ferreira. Ordena ao Procurador Régio da Relação do Porto que não só faça promover os termos legais competentes contra aquele ex-escrivão, mas também, ouvindo por escrito o delegado e subdelegado acerca das razões em que se fundaram para não proceder, informe com as respostas dadas.
Nota de abertura: "Serve este livro para o registo das consultas e pareceres do Excelentíssimo Senhor Conselheiro Annibal Achilles Martins, Ajudante Procurador Geral da Côroa e Fazenda, Teve principio e, 24 de fevereiro de 1883, e vai por mim rubricado. Secretaria da procuradoria Geral da Corôa e Fazenda, 24 de fevereiro de 1883. O Secretario Joaquim José da Costa e Simas" Nota de encerramento: " Tem este livro trezentas folhas todas numeradas. Secretaria da Procuradoria Geral da Corôa e Fazenda, 24 de fevereiro de 1883. O Secretario Joaquim José da Costa e Simas"
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Visconde de Santa Mónica para o Ministério da Justiça. Pronuncia-se acerca das reclamações dos presbíteros João Lourenço de Araújo e José Augusto Ferreira, que alegam terem sido preteridos nos concursos para o provimento das igrejas paroquiais de Nossa Senhora da Expectação de Mujães, concelho de Viana do Castelo, e Santiago de Pias, concelho de Monção, pertencentes ao arcebispado de Braga, em que foram apresentados, na primeira, o presbítero Manuel António Eiras de Meira Torres e, na segunda, o presbítero António José Gomes.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Visconde de Santa Mónica para o Ministério da Fazenda acerca do requerimento em que Augusto da Costa Cordovil pede que lhe seja continuado a pagar mensalmente a quantia de 25 mil réis, correspondente a metade da prestação de 50 mil réis que ele e o seu cunhado, José Gomes da Costa, na qualidade de representantes do já também falecido José Gomes da Costa, recebiam desde 1877 da Fazenda Nacional, como pagamento e amortização do valor de uma propriedade queimada no Campo Pequeno.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Maria do Couto Monteiro para o Ministério da Fazenda acerca da reclamação do Marquês de Pombal Manuel José de Carvalho Daun e Lorena, na qualidade de descendente e representante do Marquês do mesmo título Sebastião José de Carvalho e Melo, primeiro conde de Oeiras, para ser indemnizado dos prejuízos que sofreu com a extinção dos tributos e direitos inerentes aos reguengos de Oeiras e a par de Oeiras. Pronuncia-se acerca da origem e história dos dois reguengos e do direito que conferem, ou não, à indemnização requerida.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação do Porto, de 26 de agosto de 1847, e outro do seu delegado na comarca de Cuba, de 23 do mesmo mês, participando que na noite de 19 de agosto foram mortos, na vila da Vidigueira, com tiros de espingarda, o prior daquela vila, o padre João Anacleto Xavier Furtado, quando saía de casa de António José Carneiro, e, depois, a filha e criada do mesmo indivíduo.
Termo de abertura: "Serve este livro para registo das consultas do Exmo. Ajudante Conselheiro Frederico de Gusmão Correia Arouca: contém duzentas e dez folhas e teve principio em vinte e três de janeiro de 1891. Secretaria da Procuradoria Geral da Coroa e Fazenda em 23 de janeiro de 1891. O Secretário Joaquim José da Costa e Simas". Termo de encerramento: "Contém este livro duzentas e dez folhas que vão por mim rubricadas. Secretaria da Procuradoria Geral da Coroa e Fazenda em 23 de janeiro de 1891. O Secretário Joaquim José da Costa e Simas".
Termo de abertura: "Serve este livro para o registo dos pareceres do Exmo. Ajudante Conselheiro Frederico de Gusmão Correia Arouca. Teve princípio em 21 de julho de 1884 e vai por mim rubricado com o apelido de Simas. Secretaria da Procuradoria Geral da Coroa e Fazenda em 21 de julho de 1884. O Secretário Joaquim José da Costa e Simas". Termo de encerramento: "Tem este livro cento noventa e oito folhas numeradas e rubricadas. Secretaria da Procuradoria Geral da Coroa e Fazenda em 21 de julho de 1884. O Secretário Joaquim José da Costa e Simas".
Segundo Seminário Portugal Anos 80, 12-24 de Julho 1982; iniciativa da Secretaria de Estado da Emigração e Comunidades Portuguesas/Núcleo de Estudos de Emigração, destinada a universitários luso-descendentes, o programa incluía visitas de estudo e atividades culturais; sessão de encerramento presidida pelo Secretário de Estado da Emigração e das Comunidades Portuguesas, Dr. José Vitorino, 24 Julho; entrega de certificados aos participantes, Dr. José Vitorino e Reitor Prof. Eng. Ário Lobo Azevedo em primeiro plano. Envolvência em contexto: Colégio do Espírito Santo, Sala de Bellas Artes.
Notário: Clarisse Gomes da Silva 1º Outorgante: António Rodrigo de Araújo Pinheiro, casado com Emília Ribeiro da Costa Oliveira, que também usa Emília Ribeiro da Costa Oliveira Pinheiro ou Emília da Costa Oliveira 2º Outorgante: Armindo Dias Pereira, casado com Maria José da Costa Leite 3º Outorgante: José Maria Pacheco Rodrigues, casado com Maria Júlia Pinheiro de Magalhães
Freguesia: Bouro, Santa Marta. Inventariante: José Luís Vieira Leite.
Freguesia: Caniçada. Inventariante: Domingos José Gonçalves de Campos.
Freguesia: Louredo. Inventariante: Antónia Maria Pereira e José Maria Ribeiro.
GOMES, José Caetano. Filho de Luís José Gomes e de Joaquina Douteiro, lavradores, residentes em Sá. N.p. de Manuel José Gomes e de Maria Gonçalves; n.m. de António Douteiro e de Ana Pires. Nasceu a 18/3/1887 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: padre José Douteiro, encomendado da freguesia de Cousso, e Caetana Douteiro, solteira, sobrinha do padrinho. // Fez parte da comissão que realizou as festas de Santo António de 1913; era substituto do juiz das festas, Caetano Gomes, também de Sá. Os mordomos eram: Luís Vicente Douteiro, do Outeiro, João Salgado e Manuel Esteves, de Beleco, Manuel Alves, da Pedreira, José Esteves, de Sá, José Manuel de Brito, de Viladraque, Duarte, da Corga, e Avelino, dos Casais. // Foi professor oficial de instrução primária; em 1912 lecionava na freguesia de Penso; morava no lugar de Lages, daquela freguesia. // Em 1913 foi colocado definitivamente na escola de Paços. // Regeu a cadeira de ensino da escola do Pombal de 1913 a 1934 onde, em 1919 e 1920, o Aldomar (Mário de Prado) aprendeu as primeiras letras. // Foi redator do “Correio de Melgaço” e vereador e vogal da Câmara Municipal de Melgaço de 1926 a 1934, data em que pediu a demissão, por em Outubro desse ano ter sido colocado na escola do sexo masculino de Riba de Âncora, Caminha. // Em 1935 mudaram-no para a escola de Vila Praia de Âncora. // Casou com Deolinda, de 30 anos de idade, filha de Manuel José Pereira (*) e de Maria Caetana Lopes, sua conterrânea, do lugar de Sá, na Conservatória do Registo Civil de Melgaço, a 26/11/1919. // Ambos faleceram em Vila Praia de Âncora, Caminha: a sua esposa a 4/11/1959 e ele a 30/12/1964. // Um filho deste casal, de seu nome José Luís do Nascimento, casou a 4/10/1958 com Maria da Conceição, natural de Cristóval, filha de João Manuel Lourenço (João do Armindo) e de Umbelina Rodrigues Rego. // Pai também de Virgílio, que no verão de 1934 fez exame do 2.º ano no liceu Gonçalo Velho, em Viana do Castelo, ficando aprovado; era aluno do Colégio de Santa Teresinha do Menino Jesus, sito em Prado, Melgaço e de Fernando Olímpio, que nasceu em 1928. /// (*) Manuel José Pereira faleceu a 8/7/1946.
Filiação: Custódio José Reis e Albina Maria Rodrigues Matos. Freguesia: Correlhã, São Tomé. Concelho: Ponte de Lima.
PEREIRA, José Evangelista. Filho de António José Fernandes Pereira e de Requelinda da Conceição Gonçalves. Nasceu em Paderne a --/--/190-. // Em Julho de 1929 fez o exame da quarta classe, ficando aprovado. // Casou em Paderne a 22/2/1936 com Alexandrina Áurea Esteves (*). Padrinhos da boda: Aníbal José Esteves e Armanda Esteves; José Joaquim Pereira d’Eça e sua esposa, Maria Amália Gonçalves Pereira. // Moraram no lugar dos Moinhos, Paderne. // Foi 2.º cabo da Guarda-Fiscal. // Em 1948 assinava o Notícias de Melgaço. // Em 1961 voltou para Alvaredo a fim de comandar o posto – já aqui estivera antes. // Morreu em Viana do Castelo a 30/4/1973, com sessenta e sete anos de idade, em casa da sua filha -------------------------, casada com Amílcar da Veiga, da PSP de Viana do Castelo. // Pai também de Ana de Fátima, casada com Arménio Augusto de Melo, natural de Rouças, e de António Evangelista, falecido em Lisboa em 1972. /// (*) Alexandrina Áurea Esteves era irmã de José Augusto Esteves (Zeca Carteiro), guarda-fiscal, casado com Rita Ferreira de Carvalho, morador na Vila de Melgaço.
ALVES, Maria José. Filha de João Manuel Alves e de Maria Pires, rurais, moradores no lugar do Padreiro. N.p. de Romão Alves e de Rosa Pires; n.m. de Manuel Pires e de Maria Manuela Esteves, do Maninho. Nasceu a 25/3/1841 e foi batizada no dia 26 do mesmo mês e ano. Padrinhos: Manuel António Martins e Maria José Alves, do Maninho. // Casou na igreja de Alvaredo a 23/4/1883 com José Maria, de 23 anos de idade, solteiro, lavrador, natural da freguesia de São Cristóval de Mourentão, concelho de Caniça, morador no lugar da Granja (Alvaredo-Paderne), filho de João Salvador Vieites e de Benita Pires. Testemunhas: António José de Castro, lavrador, residente no lugar da Granja, e José Albano Lopes, rural, morador no lugar do Padreiro. // Faleceu na sua casa do lugar do Pinheiro a 2/7/1885, com todos os sacramentos, sem testamento, sem descendência, e foi sepultada no adro da igreja matriz de Alvaredo. // O seu viúvo casou a 5/4/1886 com Adelaide da Pureza Exposta.
MELEIRO, Boaventura José. Filho de António José Meleiro, natural de Paderne, e de Maria Lobato. Nasceu em ------------, por volta de 1908. // Casou com Maria de Sousa Lobato, de quem enviuvou a 18/2/1960. // O “Notícias de Melgaço” n.º 243, de 2/9/1934, pela pena do seu correspondente, informa: «Regressou de Lisboa Boaventura José Meleiro e esposa.» Pelos vistos gostava muito dessa cidade, pois em 1950: «depois de alguns dias na capital com a família regressaram Boaventura Meleiro e esposa...» // Ele e a mulher, a 24/11/1951, serviram de testemunhas no casamento de Manuel de Sousa Lobato e de Isaura de Jesus da Silva Barros. // No “Notícias de Melgaço” n.º 1452, de 11/11/1962, lê-se: «Numa caçada levada a efeito há dias em Alvaredo, com a comparência de alguns caçadores da terra, entre os quais se destacaram Boaventura José Meleiro (…), foram abatidas, entre outras espécies, quatro raposas, o que realmente causou grande alegria devido aos benefícios prestados com a morte das mesmas.» // Devia ser um grande caçador, pois o correspondente volta a falar dele: «Acabou a 31/12/1966 a caça, impulsionada por Boaventura José Meleiro; foram abatidas três raposas, entre outras peças.» // Morreu em 1990 na sua casa do Maninho, com 82 anos de idade (VM 931). // Era tio de Manuel António Ribeiro, ex-solicitador na Vila de Melgaço.
ALVES, António José (Pé d’Anjo). Filho de António José Alves e de Ana Rosa Alves, moradores no lugar de Corveira. Neto paterno de Francisco Manuel Alves e de Maria Alves; neto materno de Elias Alves e de Maria Gonçalves. Nasceu a 15/7/1889 e foi batizado a 17 desse mesmo mês e ano. Padrinhos: António José Alves, viúvo, e Isabel Maria Gonçalves, solteira, do lugar de Corveira. // No Brasil, onde fora emigrante, chegou a ser, no Rio de Janeiro, farmacêutico prático (não diplomado). Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 26, de 18/8/1929, página 5: «Da mesma cidade do Rio de Janeiro também chegaram a Corçães o nosso amigo e assinante senhor António José Alves Junior, inteligente farmacêutico…» // Casou a 29/7/1933 com Maria de La Salete (conhecida pela “Santas”), natural de São Paio, filha de Manuel José da Costa e da professora Maria Augusta de Passos Brito. Foram passar a lua-de-mel ao Bussaco (NM 204, de 13/8/1933). // Foi ajudante e depois sócio da «Farmácia Barreiros, Sucessores» (NM 361, de 18/7/1937). // Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 408, de 7/8/1938: «Das termas de Luso e da cidade de Coimbra, onde foi para tratamento, regressou há dias a esta vila o nosso prezado amigo e conterrâneo, sócio da Farmácia Barreiros Sucessores, senhor AJA (Junior), e sua esposa…» // Pôs fim à vida a 4/3/1945. // Está sepultado no cemitério de Prado (NM 725, de 11/3/1945).
Filho de António Joaquim Alves e de Maria Joaquina Pires, moradores no lugar de Parada. Neto paterno de Tiago Alves e de Maria Manuela Álvares, de Rouças; neto materno de Manuel António Pires e de Teresa Joaquina Pereira, da Tapada. Nasceu em Chaviães a 25/5/1853 e foi batizado pelo padre JLBC a 5 de Junho desse mesmo ano. Padrinhos: José António de Castro, solteiro, e Maria Rita, solteira, ambos do lugar da Assadura, freguesia da Vila. // Teve a profissão de carpinteiro e também era proprietário. // Casou na igreja de Chaviães a 16/2/1879 com Carlota Maria Rodrigues, sua conterrânea, de 26 anos de idade, solteira, moradora no lugar da Portela, filha de Manuel José Rodrigues “Valença” e de Maria Joaquina Domingues. Testemunhas: Guilherme José Meleiro, solteiro, lavrador, e Francisco José Esteves, casado, lavrador, chavianenses. // Em 1912 a Câmara Municipal de Melgaço entregou-lhe a cobrança dos impostos sobre carnes verdes pela quantia de 585$00. // Foi jurado pela sua freguesia, para as causas-crime, no segundo semestre de 1913; voltou a ser nomeado para desempenhar esse cargo no 2.º semestre de 1914. // Faleceu a 18/8/1914 na sua casa da Portela, vitimado por grave doença, e foi sepultado no cemitério de Chaviães. // Pai de Aníbal José, cambista.
Filho de José Joaquim Álvares e de Maria Teresa [Gomes Vieira], moradores no lugar de Soengas. N.p. de António Joaquim Alves e de Antónia Maria Esteves, do Casal; n.m. de Maria Manuela Barreira, de São João de Alveios, Galiza. Nasceu em Chaviães a 24/8/1854 e foi batizado pelo padre JLBC três dias depois. Padrinhos: Damião José Esteves, solteiro, de ao pé da Igreja, Chaviães, e Benta do Demo (?), de Alveios, bispado de Tui. // Casou na igreja da sua freguesia natal a 11/7/1880 com Angélica Rosa, de 27 anos de idade, solteira, moradora no lugar de Quintas, filha de José Caetano de Sousa e de Maria Marcelina de Barros. Testemunhas: António Luís de Sousa, solteiro, camponês, e Constantino José Alves, solteiro, lavrador, ambos chavianenses. // Morou no lugar de Quintas, Chaviães. // Faleceu por volta de 1918 (Jornal de Melgaço n.º 1200, de 23/3/1918). // Pai de António Augusto Alves, solteiro, emigrante no Brasil. // Nota: um Manuel José Alves foi jurado por Chaviães no 2.º semestre de 1907; voltou a sê-lo em 1908. Será este senhor?
Filho de José Manuel Álvares e de Ana Maria Domingues, moradores no lugar de Parada. N.p. de Manuel António Álvares e de Teresa Anes, de SMP; n.m. de António Manuel Domingues e de Andreza Maria Gomes, do dito lugar de Parada. Nasceu em Chaviães a 2/3/1843 e foi batizado pelo padre MJGB a seis desse mês e ano. Padrinhos: José António de Castro, da Assadura, SMP, e frei António Monteiro, de Cavaleiros, Rouças. // Casou na igreja de Chaviães a 26/11/1875 com Maria Florinda de Sousa, sua conterrânea, de 28 anos de idade, solteira, moradora no lugar de Quintas, filha de José Caetano de Sousa e de Maria Marcolina de Barros. Testemunhas presentes: Júlio José Alves, casado, lavrador, e António Luís de Sousa, solteiro, também lavrador, chavianenses. // Moraram no Cortinhal. // Enviuvou em Setembro de 1877. // Voltou a casar, desta vez na igreja de Cristóval, a 24/6/1885, na presença do padre daquela freguesia, Manuel Vicente Pereira, com Maria Rosa, de 39 anos de idade, solteira, moradora em Gondufe, Chaviães, filha de Manuel José Domingues e de Francisca Rosa Vaz. Testemunhas: Serafim Domingues, solteiro, lavrador, de Chaviães, e o padre Manuel Joaquim Martins, de Fiães. // Em 1913 foi nomeado regedor da freguesia; em 1915 foi nomeado novamente. // Com geração.
Filho de Vítor Manuel Esteves de Magalhães e de Maria das Dores Magalhães, proprietários, moradores no lugar do Cruzeiro. Neto paterno de José Joaquim de Magalhães e de Maria Ludovina Esteves; neto materno de José Maria de Magalhães e de Teresa Joaquina Alves. Nasceu em Chaviães a 28/6/1897 e foi batizado pelo padre BARP a 4 de Julho desse ano. Padrinhos: José Cândido Gomes de Abreu, proprietário, e sua mulher, Ana Joaquina Vasques, da Vila de Melgaço. // Em 1908 era aluno da escola primária da Vila. // Emigrou para o Brasil, onde foi farmacêutico em Belém de Pará. // Casou com a sobrinha, Ana Cândida, nascida na Vila a 13/4/1917, filha de António José de Barros e de Ana Cândida de Magalhães, no Posto do Registo Civil de Merelim, Braga, a 22/9/1935. A seguir casaram no Sameiro. «Descendiam ambos (…) do fidalgo José Caetano Gomes Abreu de Magalhães, do Viso, e por isso entroncavam em Gaspar Gomes de Abreu, o primeiro Magalhães aqui estabelecido antes dos Filipes sujeitarem o reino de Portugal.» // Em 1948 estiveram hospedados no Grande Hotel Ranhada, Peso, estava ela grávida. Teve a criança, um menino, em uma maternidade de Lisboa. // A sua esposa faleceu na freguesia de São João de Deus, Lisboa, a 18/8/1961. // Ele morreu em Pará, Brasil, em 1966.
DOMINGUES, José Joaquim. Filho de José Domingues (Ferraria) e de Joaquina Pereira, lavradores, residentes no lugar da Igreja, Lamas de Mouro. Neto paterno de António Domingues (Ferraria) e de Maria José Domingues; neto materno de Luís Pereira e de Ana Gregório. Nasceu em Lamas de Mouro a 23/7/1900 e foi batizado na igreja paroquial a 29 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Domingues (Barreira), solteiro, do lugar de Cima, e Maria Pereira, viúva, do lugar da Igreja, camponeses. // Casou na CRCM a 17/1/1928 com a sua conterrânea, Ermesinda Domingues, de 24 anos de idade, filha de Manuel José Domingues e de Maria Teresa Domingues. // Faleceu na sua freguesia natal a 28/8/1969. // Nota: deve ser o mesmo senhor que em 1934 foi nomeado juiz de paz para a freguesia de Lamas de Mouro (NM 227, de 25/3/1934). Porém, lê-se no Notícias de Melgaço n.º 245, de 23/9/1934: «Por não ter tomado posse no prazo legal, foi exonerado de juiz de paz da freguesia de Lamas de Mouro o Sr. José Joaquim Domingues Ferreiro e nomeado para exercer o referido cargo o Sr. Manuel Domingues Carriço, da mesma freguesia.»
DURÃES, Joaquim José. Filho de António José Durães e de Maria Joaquina Lopes, proprietários. Neto paterno de Manuel José Durães e de Ana Luísa Gomes; neto materno de Joaquim José Lopes e de Ana Maria Vaz, todos de Sá. Nasceu a 1/9/1835 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: padre José Manuel Lopes e sua irmã, Maria Josefa Lopes, tios do batizando. // Lê-se em Melgaço, Sentinela do Alto Minho, II parte, 2.º volume, de ACE, página 134: «… de empregado e aleijado desde tenra idade, conseguiu recompor-se graças aos carinhosos desvelos de seu irmão, João Manuel Durães, estudando afincadamente com mestres em casa e indo depois frequentar os Estudos necessários para a colocação de uma cadeira de instrução primária a que opõem e que atualmente está frequentando na cidade de Viana.» // Foi professor do ensino primário desde 1861; tinha-se preparado em Viana do Castelo. // Morreu no lugar de Sá a 12/3/1903, somente com o sacramento da extrema-unção, por não estar no seu perfeito juízo, no estado de solteiro, sem testamento, sem filhos, e foi sepultado «na capelinha da fábrica de esta Egreja.»
ESTEVES, Manuel José. Filho de António José Esteves e de Antónia Maria Vaz, moradores no lugar das Granjas, Paços. N.p. de Bento Esteves e de Isabel Esteves, do dito lugar; n.m. de Manuel José Vaz e de Sebastiana Maria Esteves, da Corga. Nasceu a 29/2/1816 (devido ao calendário, só festejaria o seu 1.º aniversário quatro anos depois!) e foi batizado a 3/3/1816. Padrinhos: Manuel José Esteves e sua mulher, Maria Ventura do Outeiro, das Granjas. // Rural. // Casou na igreja de Paços a 6/6/1842 com Maria Luísa, filha de Caetano Manuel Alves da Costa e de Ana Joaquina Alves, todos da Corga, Paços. Testemunhas presentes: Manuel Pereira e Manuel Joaquim do Souto, solteiros, de Merelhe. // Faleceu no lugar da Corga, freguesia de Paços, a 3/2/1899, com todos os sacramentos da igreja católica, no estado de viúvo, com testamento, com filhos, e foi sepultado no adro da igreja paroquial. // Nota: os seus pais casaram em Paços a 29/4/1814. O noivo era neto paterno de João Esteves e de Gracia Gomes, das Granjas, e neto materno de Alexandre Esteves e de Maria Esteves, de Gondufe, Chaviães; ela, noiva, era neta paterna de Manuel Vaz “Carvalheira” e de Sabina Rodrigues, de Merelhe, e neta materna de João Esteves e de Perpétua Alves, da Corga, todos de Paços. Testemunhas: padre Francisco Caetano Mendes Bacelar e Manuel José Esteves, das Granjas.
ALMEIDA, José Luís. Filho de Luís Manuel Gonçalves de Almeida e de Maria Rita Alves Cordeiro (ou Cerdeira). N.p. de José Gonçalves de Almeida e de Isabel Maria, lavradores, de SMP; n.m. de António Alves Cordeiro e de Antónia Maria Alves, de Além. // Tinha 31 anos de idade, era solteiro, quando casou na igreja de Paderne, a 2/6/1861, com Maria da Conceição, de 27 anos de idade, solteira, filha de Manuel José de Castro e de Carolina Durães, lavradores, residentes na Carpinteira, São Paio. Neta paterna de António José de Castro e de Antónia Maria Alves, de Carvalha Furada, e neta materna de Domingos José Durães e de Josefa Maria Lopes, da Carpinteira, São Paio. Testemunhas: o presbítero João António de Castro e João Manuel Gonçalves, casado. // Morreu a 19/2/1900, no lugar da Carpinteira, São Paio, com todos os sacramentos, com 70 anos de idade, no estado de casado, sem testamento, com geração (ver em São Paio), e foi sepultado no adro da igreja de São Paio.
ESTEVES (*), Manuel José. Filho de João Francisco Esteves e de Joaquina Clara Esteves, moradores em Crastos. Neto paterno de Manuel Joaquim Esteves e de Maria Joaquina Cerdeira; neto materno de Luís Manuel Esteves e de Maria Joaquina Soares, todos lavradores. Nasceu a 11/3/1859 e foi batizado na igreja do mosteiro pelo padre Francisco António Soares Coutinho dois dias depois. Padrinhos: José de Almeida e Marcelina Rosa Esteves, tia materna do bebé. // Este assento de batismo foi redigido pelo padre João Luís Pereira de Castro Marinho a 14/7/1882, por ordem do arcebispo primaz. // Casou na igreja do mosteiro a 17/8/1884 com Albina Augusta [Álvares de Barros], de 22 anos de idade (completava-os em Novembro), solteira, exposta que foi na vila de Melgaço, criada e residente no lugar da Granja desde criança, batizada na igreja da vila (filha de Margarida Carolina de Castro Álvares de Barros, de SMP, e do fidslgo do Rio do Porto, Caetano José de Abreu Cunha Araújo). Testemunhas: António Evangelista Pereira e Daniel José Pereira, solteiros; os dois negociantes no lugar dos Moinhos, freguesia de Paderne. // Morreu em Golães em 1935, com 76 anos de idade. Pai de Almerinda Pereira… /// (*) No seu assento de casamento aparece como Manuel José Pereira!
FERRAZ, José Bento. Filho de Bento José Gonçalves [Ferraz] (*) e de Maria Josefa Alves. Neto paterno de Pedro José Gonçalves e de Maria Luísa Alves, da Portela; neto materno de João António Alves e de Maria Manuela, de Crastos. Nasceu a 24 de Janeiro de 1837 e foi batizado no dia seguinte. Padrinho: José Bento de Araújo, da Gramuinha. // Tinha trinta anos de idade, era solteiro, quando casou na igreja do mosteiro, a 11/2/1867, com Maria do Rosário da Mota Manso, de 22 anos de idade, nascida e batizada na Sé Primaz (deve ser em Braga), ex moradora em Soutelo, e há nove anos residente em Paderne, filha de Diogo Saturnino da Mota Manso e de Maria de Jesus, de Soutelo, Vila Verde. Testemunhas: Diogo Manuel de Sousa Araújo, professor da instrução primária, e José António Baleixo, oficial de sapateiro, residente em Paderne. // Mestre sapateiro. /// (*) (ver Melgaço, Sentinela do Alto Minho, de ACE, página 90; parece que fez parte do bando de Tomás das Quingostas).
FERNANDES, José Joaquim. Filho de Lourenço José Fernandes e de Joaquina Rosa Gonçalves, moradores no Barral. N.p. de Manuel José Fernandes e de Maria Teresa Rodrigues; n.m. de Ana Maria Gonçalves, solteira. Nasceu a 4/3/1850 e foi batizado a 6 desse mês e ano pelo padre Manuel Joaquim Esteves, com licença do padre Francisco António Soares Coutinho, pároco de Paderne. Padrinhos: padre batizante, de Covelo, e Maria Rosa Rodrigues do Couto, viúva, proprietária, da Casa da Gaia, São Paio. // Lavrador. // Casou na igreja do mosteiro a 6/7/1887 com Maria José Fernandes, de 31 anos de idade, solteira, doméstica, natural de Rouças, residente no lugar do Pinheiro, Paderne, filha de Constantino Augusto Fernandes e de Maria Teresa Fernandes, camponeses, ambos naturais de Paderne. Testemunhas: José Maria Gomes, solteiro, camponês, residente no lugar do Barral, e João Manuel Vaz de Abreu, casado, lavrador, residente no lugar de Crastos. // Nota: o seu assento de batismo foi elaborado em Paderne a 29/6/1887 pelo padre Manuel António de Sá Vilarinho.
RANHADA, António José. Filho de António Maria Guerreiro Ranhada, proprietário, natural de Vilar de Mouros, Caminha, e de Maria Júlia de Abreu, doméstica, natural de Paderne, Melgaço, moradores no lugar do Peso. Neto paterno de Domingos José Ranhada e de Ana Rosa Guerreiro Ranhada; neta materna de José Ventura de Abreu e de Lucinda de Castro. Nasceu em Paderne a 19/4/1902 e foi batizado na igreja a 27 de Maio desse mesmo ano. Padrinhos: José Bento Pereira, casado, proprietário, e Maria da Conceição Maldonado, casada, proprietária. // A 12/8/1914 fez exame do 2.º grau na escola Conde de Ferreira, Vila, ficando aprovado. // Casou na igreja de Prado a --/--/1927 com Corina Augusta, filha de António José Ribeiro e de Corina Augusta Esteves de Araújo (casaram na CRCM a 25/4/1942). Residiram no Peso. // A 17/10/1934 foi preso pelo agente da PIDE Branquinho, quando regressava de Espanha; a seguir foi libertado. // Morreu em Paranhos, Porto, a 19/3/1985. // A sua viúva faleceu em Viana do Castelo a --/--/1992, dia de Páscoa. // Com geração (ver em Prado).
ROCHA, António José. Filho de Manuel José da Rocha e de Maria Luísa Rodrigues. N.p. de João da Rocha e de Maria Luísa Gonçalves; n.m. de Manuel José Rodrigues e de Francisca Luísa Esteves, todos de Paradela. Nasceu em Penso por volta de 1823. // Lavrador. // Casou na igreja da sua freguesia natal a 20/1/1848 com Maria Caetana, do dito lugar, filha de José António de Lucena e de Maria Teresa Rodrigues, neta paterna de António de Lucena e de Maria Guedes da Conceição, da freguesia de Sedielos, Penaguião, e neta materna de Manuel Rodrigues e de Maria Rodrigues, de Paradela, Penso. Testemunhas: Caetano Manuel Esteves Cordeiro, Matias Esteves Cordeiro, solteiro, e Caetano Manuel da Rocha, os três do lugar de Paradela. // Padre: Manuel José Esteves Cordeiro. // Morreu a 10/1/1909, no lugar de Paradela, com todos os sacramentos da igreja católica, com 86 anos de idade, no estado de viúvo de Maria Caetana de Lucena, com testamento, com filhos, e foi sepultado no cemitério público da sua freguesia de nascimento.
QUEIRÓS, José Joaquim. Filho de ------------- Queirós e de --------------------------. Nasceu em Penso a --/--/18--. // Negociante e proprietário. // No dia 22/3/1864 foi padrinho de José Joaquim Rodrigues, nascido em Cevide, Cristóval, dois dias antes. // Em 1874 era vogal do Conselho Municipal. // «Pelo juízo de direito da comarca de Melgaço e cartório do 1.º ofício correm éditos de 10 dias a contar da publicação do 2.º anúncio a citar todos os credores na conformidade do art.º 931 do código do processo civil que se julguem com direito à quantia de 166$197 réis depositada na Caixa Geral de Depósitos e penhorada por execução que move José Joaquim de Queirós, casado, negociante, do lugar do Barro Grande, Penso, contra José Manuel Sousa Palhares, solteiro, de Prado. - Melgaço, 31/3/1884. - Miguel Augusto Ferreira. - A. Barros.» // Já movera outra ação contra Joaquim Dias e sua mulher, Maria de Araújo, da Breia, Proselo, Arcos de Valdevez; pedia 250$000 réis, resto de 400 pesos espanhóis, que ele lhes emprestara a preço de 940 réis, para compra de gado, despesas do seu casal, edificação de uma casa e benfeitorias de prédios . // Casou com Maria Rosa Gonçalves, natural de Monção, filha de Damião José Gonçalves e de Maria Josefa Salgado, proprietária, «desta freguesia». // A sua esposa faleceu a 11/11/1894, no lugar de Barro Grande, com 80 anos de idade, apenas com o sacramento da extrema-unção, no estado de viúva, sem testamento, com filhos, e foi sepultada na igreja paroquial de Penso.
DURÃES, José Manuel (Dr.). Filho de João Caetano Durães e de Angélica Maria Lopes. Nasceu a --/--/1---. // Formou-se em Direito pela Universidade de Coimbra a 17/6/1823. // Casou com Teresa Aniceta, da Casa da Barqueira, Alvaredo, filha de Joaquim José de Caldas Magalhães (ou Joaquim Rocha Caldas Bacelar), e de Maria Gomes de Araújo. // A 27/1/1853 comprou por cinquenta mil réis, a Joaquina Rosa Alves Torres, uma casa de morada. // A 22/2/1855 comprou por quarenta mil réis, a João Manuel Fernandes e sua esposa, Antónia Maria Soares (Belchiora) a leira do Martingo (ou Ambrozinha), e o cerrado dos Bouços, de pão, vinho e oliveiras. // A 11/9/1856, por escritura, obrigou-se por sua pessoa e bens a conservar com toda a decência a capela de Santa Bárbara, por si reedificada no sítio onde – aí por volta de 1829 – seu tio, padre José Lopes, a edificara com fábrica mais acanhada. // Ordenou o seu testamento a 11/2/1858. // Morreu a 4/10/1877. // Com geração. // Lê-se em Obras Completas de Augusto César Esteves, volume I, tomo II, página 509, referindo-se ao padre José Lopes (1752-1830): «… disse que deixava todos os seus bens móveis e de raiz, isto é, bens livres, a seu sobrinho, o Dr. José Manuel Durães…»
CALHEIROS, José Manuel. Filho de Luís Manuel Gomes Calheiros e de Caetana Maria Gonçalves, moradores no lugar dos Bouços. Neto paterno de José Manuel (ou Manuel José) Gomes Calheiros e de Ana Maria Lourenço; neto materno de Manuel Luís Gonçalves e de Antónia Maria do Souto. Nasceu em Prado e foi batizado na igreja local por volta de 1815. // Tinha quarenta e sete anos de idade, era solteiro, quando casou na igreja onde fora batizado, a 10/2/1862, com Delfina Rosa Fernandes Torres, de trinta e quatro anos de idade, solteira, batizada na mesma igreja, filha de Diogo António Fernandes [Torres] e de Maria Luísa Pinheiro, do lugar de Leiros; neta paterna de Luís Caetano Fernandes e de Ana Vaz Torres, e neta materna de [Tomaz José (ou Tomaz Lourenço) Pinheiro e de Maria Rosa Lopes (?) de Abreu], todos lavradores. Testemunhas presentes: Luís Manuel Pinheiro, negociante, do lugar de Ferreiros; Manuel Joaquim Calheiros, lavrador, do lugar de Bouça Nova; e José Caetano Marques, lavrador, do lugar do Rego, todos os três casados. // A sua mulher faleceu a 18/2/1901, no estado de casada. // Ele morreu no lugar dos Bouços a 11/5/1903, repentinamente, com 88 anos de idade, sem testamento, e foi sepultado no cemitério de Prado. // Com geração.
SOARES, José Joaquim. Filho de Diogo Manuel Soares, natural de Prado, e de Rosa Joaquina de Magalhães, natural de Chaviães, camponeses, moradores no lugar dos Bouços, Prado. Neto paterno de Belchior José Soares e de Maria Gil, do dito lugar; neto materno de José Caetano de Magalhães e de Francisca Caetana Domingues, do lugar do Viso, Chaviães. Nasceu em Prado a 20/6/1851 e foi batizado na igreja paroquial a 29 desse mês e ano. Padrinhos: o seu tio materno, José Maria de Magalhães, do dito lugar do Viso, e Teresa Joaquina Pereira, do lugar da Tapada, solteiros, de Chaviães. // Lavrador. // Casou na igreja de Prado a 26/11/1887 com Balbina (ou Balbina de Jesus – ver, na vila, nos sem apelido, o nome Balbina) de Castro Coelho, de 35 anos de idade, solteira, camponesa, exposta na roda de Melgaço, e desde tenra idade residente na freguesia de Rouças, filha de Clara Francisca de Castro Coelho [e do tente de infantaria Correia]. Testemunhas presentes: Luís Camilo Gomes de Abreu, solteiro, proprietário, natural da vila de Melgaço, e o padre Luís Caetano Soares Calheiros, natural de Prado. // Enviuvou a 1/6/1916 (Balbina faleceu no lugar das Adegas, Rouças). // Ele morreu no lugar das Adegas, freguesia de Rouças, a 18/12/1920. // Pai de Ermelinda de Jesus Soares (Coelha Velha), casada com José Esteves, natural de Rouças, e avó da “Maria das Adegas”.
SALGADO, José Manuel. Filho de José Joaquim Salgado e de Maria Joaquina Monteiro, moradores no lugar do Souto, Prado. Neto paterno de Maria Joana Salgado, solteira, do lugar de Raposos; neto materno de Matias José Monteiro e de Rosa Joaquina Gonçalves, do lugar de Cortinhas, todos lavradores. Nasceu em Prado a 7/4/1869 e foi batizado na igreja paroquial a 11 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel José Vaz, casado, do lugar da Breia, e Manuel Joaquim Pereira de Castro, casado, do lugar do Coto, rurais. // Casou na Vila a 11/5/1893 com Claudina Rosa da Lama, de 29 anos de idade, filha de José Joaquim da Lama e de Maria Joaquina de Castro. Testemunhas presentes: Augusto Jaime e Caetano Celestino de Sousa. // Na noite de 7/6/1937 os ladrões penetraram na cozinha de sua casa, sita no lugar do Coto, Prado, roubando-lhe alqueire e meio de feijão, farinha de milho, carne de porco, unto, pingue, duas dúzias de ovos, duas camisas, duas enxadas ainda novas, e outros objetos. // Ambos os cônjuges faleceram em Prado: a sua esposa a 24/7/1944 e ele a 22 ou 26/8/1945. // Com geração.
Jorge José da Rocha. Nasceu em Paderne a 15/9/1914 e foi batizado a 21 desse mês e ano. // Casou em Prado a 18/12/1937 com Maria do Carmo Domingues, de 25 anos de idade, filha de Paulo António Domingues e de Rosa Maria Alves, dos Bouços. // Morreu a 10/2/1987 e foi sepultado no cemitério de Prado. // Pai de José (nasceu em Prado a 24/8/1938); foi à inspeção militar a 27/8/1958 e ficou isento; emigrou para França a 28/12/1960; casou a 21/1/1962 com Maria da Graça, filha de Adelino Augusto da Costa Velho e de Rosa de Jesus da Rocha; geraram Cláudia Celestina, que casou na igreja da Vila com José, natural de Prado, filho de António Soares e de Maria de Lurdes Pires, tendo por padrinhos de casamento José Carlos da Costa Velho Rodrigues, vereador da Câmara Municipal de Almada, primo da noiva, e Palmira da Costa Velho do Paço, tia, além de José Bento Pires e Celeste Pires, tios do noivo; o almoço foi servido no Restaurante Lanterna, da Vila); de Cláudio (nasceu a 5/6/1942); e de Ricardo (nasceu a 23/6/1945 e foi batizado a 15 de Julho desse ano).
PEREIRA, Alfredo José (Xastre). Filho de José Eugénio Gonçalves Pereira, natural de São Paio de Segude, Monção, e de Maria da Costa Barreto, natural de Prado, Melgaço, onde moravam, no lugar da Serra, oficiais de alfaiate. Neto paterno de Francisco Manuel Gonçalves Pereira e de Camila Ferreira; neto materno de José António da Costa Barreto e de Rosa Joaquina Fernandes. Nasceu em Prado a 17/12/1905 e nesse mesmo dia foi batizado na igreja paroquial. Padrinhos: Alfredo José Esteves, solteiro, do lugar do Coto, Prado, e Carolina da Glória Domingues, viúva, do lugar do Outeirão, Prado. // Tal como seu pai, foi alfaiate e músico. // Casou na CRCM a 31/5/1928 com Isaulinda Augusta Pereira, de trinta anos de idade, natural da vila, SMP, filha de Alfredo Fernandes Pereira e de Ludovina Rosa Gonçalves. // Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 163, de 4/9/1932: «Jogo do quino. Queixam-se-nos que se joga em casa de Alfredo Gonçalves Pereira (o Xastre), indo para lá bastantes pessoas e também rapazes menores para esse fim, jogando até altas horas da noite. Sendo este jogo proibido para o público, pedem-se providências para tal abuso acabar.» // Residiu em Lisboa, na Estrada das Amoreiras, ao Pote de Água. // Morreu na freguesia de Moscavide, Loures, a 20/1/1959. // Pai de Aida Dalila Pereira, nascida na Vila a 13/8/1930; de Ramiro Eduardo Pereira, nascido na Vila em 1929, alfaiate em Lisboa; de Alfredo José Pereira, nascido na Vila em 1934; e de Suzete da Conceição Pereira, nascida também na Vila a --/--/1939.
RODRIGUES (*), José Manuel. Filho de Luís António Rodrigues e de Maria Josefa Esteves, proprietários, moradores no lugar da Corredoura. Neto paterno de João Manuel Rodrigues e de Maria Soares, do lugar de Cortinhas; neto materno de Manuel José Esteves e de Ana Maria de Sousa, do lugar da Corredoura. Nasceu em Prado a 25/9/1836 e foi batizado na igreja paroquial a 27 desse mês e ano. Padrinhos: José Maria Soares Calheiros e sua esposa, Maria Benedita Soares Durães, moradores no sobredito lugar da Corredoura. // Casou na igreja de SMP a 14/7/1861 com Emília de Jesus, de 19 anos de idade, solteira, batizada na dita igreja, filha de Manuel Joaquim de Sá Vilarinho, comerciante, e de Maria Teresa Ribeiro, moradores na Vila de Melgaço, neta paterna de avós ignorados e neta materna de Miguel Ribeiro e de Josefa Rodrigues, de Cecriños, Tui. Testemunhas: José Cândido Gomes de Abreu, comerciante, e Caetano Celestino de Sousa, mordomo da igreja. Presidiu à cerimónia religiosa o frei António de Santa Isabel Monteiro. // Morreu a 23/3/1911, na sua casa de morada da Praça do Comércio, SMP, sem sacramentos, sem testamento, sem filhos, e foi sepultado no cemitério municipal. // A sua viúva finou-se a 20/7/1922. /// (*) No seu assento de óbito diz-se que ele se chamava José Manuel Rodrigues de Castro.
ESTEVES, Manuel José. Filho de José Luís Esteves, natural de Paderne, e de Joaquina Rosa Afonso, natural de São Paio, lavradores, residentes no lugar de Cavaleiro Alvo. N.p. de Manuel Esteves e de Rosa Esteves, de Sainde; n.m. de Manuel Afonso e de Maria Lopes, de Cavaleiro Alvo. Nasceu em São Paio a 9/8/1871 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: Manuel José Soares e Ana Rosa Afonso, solteiros, moradores em Cavaleiro Alvo. // Lavrador. // Casou na igreja do mosteiro de Paderne a 5/4/1896 com Ludovina Rosa de Sousa, de 24 anos de idade, solteira, doméstica, natural de Paderne, residente no lugar de Estivadas, filha de Manuel José de Sousa e de Claudina Lourenço, rurais. // Era pedreiro, viúvo de Ludovina Rosa de Sousa, morava no lugar de Sainde, quando casou em segundas núpcias na igreja do mosteiro a 13/9/1903 com Maria Teresa Gomes de Sousa, de 34 anos de idade, solteira, doméstica, residente em Sante, filha de José Joaquim Gomes de Sousa, carpinteiro, e de Maria Justina Dias, doméstica. Testemunhas: António Joaquim Domingues Casal, casado, lavrador, e Manuel Joaquim Domingues, casado, rural, ambos moradores no lugar de Sante. // Faleceu em Sainde, Paderne, a 8/7/1939.
GOMES, Manuel José (Mestre Regueiro). Filho de Manuel José Gomes e de Ana Joaquina de Freitas, lavradores, sampaienses. Neto paterno de Manuel José Gomes e de Rosa Maria Esteves; neto materno de José de Freitas e de Francisca Luísa Lourenço, todos do lugar do Regueiro. Nasceu em São Paio a 18/5/1828 e foi batizado pelo padre JVC. Padrinhos: Manuel Caetano de Freitas e sua mulher Teresa Luísa Vaz. // Em 1873 foi padrinho de Manuel José Fernandes. // Teve a profissão de pedreiro e das rudes pedras fez maravilhas. São de seu risco e cinzel o cruzeiro do Regueiro (1859), e a capelinha (1866); a pia batismal e uma imagem em pedra da igreja de São Paio; os frontais (escadarias) das igrejas de Prado e de Remoães; o fontanário do Reguengo; o hospital da Santa Casa da Misericórdia de Melgaço; o prédio conhecido por “Correio Velho”, sito na Praça da República, Vila; a casa do médico Passos; a casa de Francisco António Cerdeira, no Largo do Rio do Porto; a casa de Francisco António Esteves, na Rua Nova de Melo; etc. // Faleceu a 4/8/1901, no lugar do Regueiro, com todos os sacramentos, no estado de solteiro, com testamento, sem filhos, e foi sepultado no adro da igreja paroquial.
MARQUES, Manuel José. Filho de Domingos José Marques e de Maria José Esteves, proprietários, residentes no lugar da Raza. N.p. de Manuel António Marques e de Ana Domingues, de Cavaleiro Alvo; n.m. de Pedro Esteves e de Ana Josefa Esteves, do Nogueiral. Nasceu em São Paio a 1/3/1826 e foi batizado a 4 desse mês e ano. Padrinhos: Francisco Manuel (Martins?), de Orjaz, Cubalhão, termo de Valadares, e Clara Esteves, do Nogueiral, São Paio de Melgaço. // Lavrador. // Casou a 8/10/1868 com Teresa Caetana, de 41 anos de idade, solteira, lavradora, filha de Manuel Joaquim Durães e de Maria Rosa Gomes, moradores no lugar da Raza. Testemunhas: Frederico Cândido Marques, do Regueiro, e Francisco Rebelo, do Cruzeiro, casados, lavradores. // Casou em segundas núpcias, a 10/3/1869, com Carolina Rosa, de 24 anos de idade, solteira, do lugar de Corçães, Rouças, filha de Lourenço José Gonçalves e de Maria Teresa Alves, lavradores, do dito lugar. Testemunhas: José Luís Codesseira e Simão António Alves, casados, lavradores, residentes na Raza. // Morreu a 31/1/1902, no dito lugar da Rasa, com todos os sacramentos, no estado de casado, sem testamento, com filhos, e foi sepultado no adro da igreja.
CARVALHO, José Joaquim. Filho de João Batista de Carvalho, de Braga, e de Rosa Joaquina Gomes Veloso, de Rouças, Melgaço. N.p. de António José de Carvalho e de Maria Josefa da Silva, de Santiago, Braga; n.m. de Gervásio Gomes Veloso e de Rosa Joaquina Esteves, de Rouças, Melgaço. Nasceu na Vila de Melgaço a 9/6/1834 e foi batizado nesse dia. Padrinhos: padre José Joaquim Torres e Nossa Senhora. // Foi mestre pedreiro. // Casou na igreja de SMP, a 21/4/1879, com Maria Jacinta Rodrigues, de 40 anos de idade, solteira, padeira, nascida e batizada em SMP, moradora na Rua de Baixo, filha de Francisco José Rodrigues e de Maria Rodrigues, de SMP, lavradores. No acto do casamento declararam ao pároco, padre José Joaquim de Abreu, que tinham quatro filhos vivos: Germano Augusto, Ortelinda Augusta, Silvana Cândida, e Ana Benedita, todos batizados na igreja de SMP e já legitimados por escritura ante-nupcial, feita no cartório do escrivão Vieira. Testemunhas presentes: Caetano Celestino de Sousa, mordomo da igreja, e Júlio [Cândido] Carvalho, casado, pedreiro, morador na Rua Direita. // Faleceu na sua casa da Rua de Baixo, SMP, a 15/11/1891. // Deixou testamento.
GOMES, José Joaquim (Dr.) Filho de António Luís Gomes e de Joaquina Rosa Gomes Pinheiro, ambos de Ceivães. Nasceu naquela freguesia de Monção por volta de 1827. // Foi bacharel, formado em Direito, e exerceu advocacia. // Casou na igreja de SMP a 27/10/1859, com Teresa Rita de Jesus, viúva, filha do Dr. José Bernardo Gonçalves Ferreira Pinto da Cunha e de Maria Martins Ferreira, da Casa do Souto, Arcos de Valdevez. Testemunhas: Eduardo Celestino de Magalhães Brandão, solteiro, e João Ferreira de Magalhães. // O Dr. Augusto César Esteves diz-nos que um José Joaquim Gomes era vogal substituto do Conselho Municipal – é provável que seja ele. // Militou em Melgaço no Partido Progressista (e salvo erro no Regenerador), e foi – 1879 e 1880 – administrador do concelho. Era seu substituto Manuel Correia Feijó. Foram exonerados Caetano José Abreu Cunha Araújo e seu substituto, Lourenço José Ribeiro de Figueiredo e Castro. // Foi exonerado, mas em Fevereiro de 1882 já desempenhava esse cargo novamente. Não sei quanto tempo se manteve ao leme da administração; em 1886 foi novamente nomeado. Em 1888 ainda era administrador; e a 28/7/1900 ainda mantinha o lugar! A 1/4/1906 foi novamente empossado, mas a morte chegou meses depois. // Era sua a casa onde mais tarde esteve instalado o Cine Pelicano. // Enviuvou em 1888. // Faleceu a 7/1/1907, no lugar das Carvalhiças, SMP, com 80 anos de idade, só com a extrema-unção, sem testamento, e foi sepultado no cemitério municipal de Melgaço. // Com geração.
MOREIRA, José Maria. Filho de Maria da Purificação Gaioso. Neto materno de Domingos José Gaioso e de Francisca Maria Vaz. Nasceu na Vila de Melgaço a 17/8/1856. // Emigrou para o Brasil, onde exerceu a atividade de negociante. // Em Junho de 1893 estava solteiro, encontrava-se em Melgaço, tendo servido de testemunha no casamento de José Manuel Fernandes com Carolina Cândida da Cunha. // Foi padrinho de José Maria Fernandes, batizado na igreja de SMP a 7/10/1895, mas devido a estar ausente foi representado por Aurélio Araújo Azevedo. // Em 1914 uns ladrões roubaram-lhe a carteira na estação de Lapela quando regressava da praia de Âncora; continha vários papéis e 60$00. // Tinha 59 anos quando casou na igreja de SMP a 4/10/1915 com Cândida Augusta Afonso, de 36 anos de idade, filha de Luís Caetano Afonso e de Maria Rosa Gonçalves, lavradores, melgacenses. Testemunhas: Aurélio de Araújo Azevedo, solteiro, negociante, e Marcelina Rosa de Araújo Azevedo, casada, professora oficial, moradora em Alvaredo. // Nota: suponho que é o mesmo senhor que foi jurado pela freguesia da Vila no 2.º semestre de 1907; era irmão de António Joaquim Moreira e primo de José Duarte de Sousa.
TRANCOSO, José Augusto (Zé Corujo). Filho de Júlia Cândida Trancoso, solteira, de Rouças, e de Alberto Álvaro de Araújo, solteiro, pedreiro, da Vila. N.m. de Jerónimo José Trancoso, da Vila, e de Maria Teresa Esteves, de Rouças. Nasceu na Rua Direita, Vila, a 27/2/1906 e foi batizado a 4 de Março desse ano. Padrinhos: Caetano José Mosqueira de Almeida, recebedor do concelho, e Esmeralda da Ascenção Esteves, solteira, proprietária. // A 20/7/1917 fez exame do 1.º grau, obtendo um ótimo. // Casou a 6/10/1934 na CRCM com Maria Amélia, sua conterrânea, filha de José Cândido Dantas e de Rosalina Domingues. Moraram nas Carvalhiças, numa casa perto da Senhora da Pastoriz. // Trabalhou como pedreiro, lavrador, e pescador de pesqueira. // «José Augusto Trancoso fracturou a perna esquerda no dia 11/7/1949, perto do lugar da Cabana, quando regressava da festa de São Bento de Fiães. Depois de um ligeiro tratamento no hospital da SCMM seguiu para o hospital de Santo Antonio, Porto.» A partir dessa altura começou a coxear. // Deu nova queda em 1962. «deu entrada no hospital com fractura patológica dos ossos da perna esquerda; foi enviado para Viana e o Dr. Manuel Gonçalves Ribeiro pensa que vai ser necessário amputar-lhe a perna doente.» // Morreu na Vila a 26/8/1983. // A sua viúva passou a residir com o filho António e nora, Fátima. // Foi pai de dezasseis filhos; sete deles morreram bebés.
TEIXEIRA, José Augusto. Filho de Pedro Alberto Teixeira e de Maria da Natividade Rodrigues, moradores na Vila. N.p. de José Luís Teixeira e de Maria Luísa Domingues; n.m. de Francisco José Rodrigues e de Maria Josefa de Abreu. Nasceu na Vila a 2/3/1851 e foi batizado a 7 desse mês. Padrinho: Adriano Cândido de Puga, irmão (pela parte da mãe) do batizando. // Tinha 38 anos de idade, era solteiro, escriturário da Fazenda em Melgaço, quando casou na igreja de SMP a 21/4/1889 com Teresa de Jesus, de 29 anos de idade, solteira, doméstica, sua conterrânea, filha de Luís Manuel Rodrigues e de Carlota Joaquina de Sousa, moradores na Vila. Testemunhas: Manuel de Jesus Puga, casado, recebedor da comarca, irmão (pela parte da mãe) do noivo, e José Cândido Gomes de Abreu, solteiro. // Em 1907 foi transferido de Famalicão, onde era 1.º aspirante da Fazenda, para idêntico lugar em Gaia; no mesmo ano mudou-se para os Arcos de Valdevez. // Em 1912 regressou a Melgaço a fim de substituir Tito José Cerqueira, aspirante de Finanças, que fora colocado em Monção. // Em Janeiro de 1918 foi-lhe dada posse pelo administrador do concelho como membro da Comissão Administrativa da Câmara Municipal, em virtude da Câmara eleita ter sido suspensa pelo Governador Civil, em nome do governo de Sidónio Pais. // Faleceu no lugar de Reiriz, Troviscoso, Monção, a 6/7/1918, mas foi sepultado no cemitério municipal de Melgaço. «Sucumbiu aos estragos de uma úlcera gástrica».
Inclui cartas de apresentação de Ruy Cinatti, no âmbito de uma viagem realizada a diversas localidades espanholas. Algumas destas cartas de apresentação foram endereçadas por António Ferro a D. Valentin Paz Andrade, ao comandante Manoel Calderón, a D. José Andrés Vasquez e a António de Cértima, cônsul de Portugal em Sevilha. Uma das cartas de apresentação de Ruy Cinatti foi endereçada por Jose Maria Moro, secretario general del Sindicato Español Universitario, ao jefe del Distrito Universitario de Santiago.
Fichas dos sócios: Jorge Moreira Martins, Jorge Mourão Mendes Leão, Jorge Mousinho Romão, Jorge Nogueira Bernardes da Silva, Jorge Norvick Elias Martins, Jorge Nunes Farinha, Jorge de Oliveira Casa Nova, Jorge Orlando César de Jesus Romeira, Jorge de Paiva Coelho da Silva, Jorge Patrocínio dos Santos Costa, Jorge Paulo Clemente Firmino, Jorge Paulo Dias Durães, Jorge Pedro Almeida, Jorge Póvoas Cardoso, Jorge de Queirós Pinto Claro, Jorge Ramalho Teixeira, Jorge Ramos Santos, Jorge Ribeiro, Jorge Ribeiro Barroqueiro, Jorge Ribeiro da Silva, Jorge Rodrigues Crisóstomo, Jorge Rosa Santos, Jorge do Rosário da Silva, Jorge Rui Pedro Santana, Jorge Santiago Sousa Botelho Cardoso, Jorge Santos de Almeida, Jorge dos Santos Mota, Jorge dos Santos Rodrigues, Jorge Serrano Gonçalves Rosa, Jorge da Silva Henriques, Jorge da Silva Ribeiro, Jorge Spencer, Jorge Tavares da Silva, Jorge Trindade, Jorge Valdemar L. de Jesus Ribeiro, Jorge Vasques Rodrigues, Jorge Victor Pereira dos Santos, Jorge Vieira Neto, José de Abreu, José Abreu Fialho Lopes, José Adelino Abrantes Madeira, José Adelino Alves Casaleiro, José Adelino da Silva Ferreira, José Adriano Costa Figueiredo, José Adriano Vilar Mendes, José Afonso Mateus, José Afonso de Oliveira Gentil Homem, José Afonso da Palma Guerreiro, José Afonso Silva Pires, José Águas da Silva Neves, José Aires Cunha Fernandes, José Aires Pinto Pereira, José Alaiz, José Alaiz dos Santos, José Alberto de Almeida Vicente, José Alberto Barroca Pedro, José Alberto Bonito Durão, José Alberto Gomes Viegas, José Alberto Martins Ferreira, José Alberto Mendes Lopes, José Alberto das Neves A. F. Mendes, José Alberto Pato Barreiros, José Alberto Pedrosa Braz, José Alberto da Rocha e Sousa, José Alberto Rodrigues Faustino, José Alberto Soares R. Pereira, José Alberto Victor Viegas, José Albino das Dores Ricardo, José Alexandre Augusto Honorato, José Alexandre Costa Gonçalves, José Alexandre Francisco, José Alexandre Gargate L. Campino, José Alexandre Marques, José Alexandre Simões Martins, José Alexandrino Dias, José Alfredo Belo, José Alfredo Loureiro Batista, José Alfredo Ramos Homem, José Alfredo Rodrigues Ferraz, José Alfredo Simões do Carmo e José de Almeida Araújo.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Rodrigo Martins de Meneses da Silva Basto; Alfredo da Cunha Guimarães, outorgando ambos em representação da Caixa de Crédito Agrícola Mútuo de Guimarães 2º Outorgante: José Belmiro da Silva Ribeiro, outorgando por si e na qualidade de procurador de Maria José Noronha de Carvalho Ribeiro
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Rodrigo Martins de Menezes da Silva Basto e José Belmiro da Silva Ribeiro, outorgando ambos em representação da Caixa de Crédito Agrícola Mútuo de Guimarães; 2º Outorgante: Maria Joaquina da Cunha, outorgando por si e ainda na qualidade de procuradora de José da Cunha, com quem é casada.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Rodrigo Martins de Menezes da Silva Basto, José Belmiro da Silva Ribeiro, outorgando ambos em representação da "Caixa de Crédito Agrícola Mútuo de Guimarães" 2º Outorgante: Ana Machado Peixoto, outorgando por si e na qualidade de procuradora de José Maria Freitas de Almeida, seu marido
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: José da Costa Fernandes, casado com Maria Emília da Silva Bessa 2º Outorgante: Alcino de Faria Lage, casado com Maria Jacinta Fernandes Morais 3º Outorgante:e Maria Emília da Silva Bessa, casada com José da Costa Fernandes
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: José de Freitas e esposa Maria da Silva 2º Outorgante: João de Freitas Sousa, casado com Rosa Vieira da Mota 3º Outorgante: Maria Martins que também usa o nome de Maria Martins Lopes, casada com José de Freitas 4º Outorgante: Maria de Belém da Silva Oliveira
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Alberto Manuel Amorim Vieira e esposa Ilda Seura Rosas Amorim Vieira; 2º Outorgante: José Mendes, na qualidade de procurador de Manuel José de Araújo Mendes, casado com Felismina Ribeiro Vieira; 3º Outorgante: Joaquim Mendes, casado com Antónia do Carmo Ribeiro Gonçalves.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: José Machado de Almeida casado com Maria José de Oliveira da Silva Araújo 2º Outorgante: Abílio Leite Ribeiro casado com Emília Mendes Rodrigues Alves 3º Outorgante: Joaquim Martins Pereira casado com Ana de Jesus Salgado Coelho Lima 4º Outorgante: João Baptista Rodrigues da Silva casado com Alcina Luís Rodrigues da Silva
Prazo do casal da Fonte Santa de Baixo que fez a Irmandade do Anjo da Guarda a D. Maria José Gouveia e seu marido Serafim Coelho de Carvalho, moradores na Rua da Tulha, tendo como seu procurador o alferes Manuel José Coelho Rodrigues.
Pedido e certidão de Henrique Cardoso de Macedo do prazo que fez o Mosteiro de Santa Maria da Oliveira a Manuel José Alves da Silva, morador na freguesia de Castelões, o qual se acha nos traslados dos autos de libelo que Maria dos Santos de Sousa Teixeira moveu a José Joaquim de Carvalho.
- Telex do Secretário da Comissão Política Concelhia de Vila Real, José Madureira Júlio, dirigido ao presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, a felicitá-lo pela vitória obtida no IX Congresso.No verso, contém uma anotação manuscrita. - Telex de Diogo Freitas do Amaral dirigido ao Secretário da Comissão Política Concelhia de Vila Real, José Madureira Júlio, a agradecer as felicitações.
Vedoria, medição e confrontação de umas casas sitas na viela do Anjo da Rua da Sapateira e defronte do Hospital, que servem de cozinha. As ditas casas são de natureza de prazo, que estava vago, nas quais se acha caseiro José Coelho Carvalho, negociante de ourives, morador na Rua da Tulha, a quem fazem novo prazo. Tabelião Paulo José de Freitas
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Albano Martins Coelho Lima e José de Abreu Coelho Lima, casado com Belém de Abreu Leite 2º Outorgante: José de Abreu Coelho Lima e Francisco Abreu Coelho Lima, outorgando em nome da "Sociedade Textil Albano C0elho Lima, S.A.R.L
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Albano Martins Ribeiro, casado com Olívia Moreira Machado 2º Outorgante: João Calvário, casado com Adelaide Amélia Rebelo Barbosa Calvário, outorgando por si e em representação da sociedade comercial "Empresa de Malhas S.Jorge, limitada" 3º Outorgante: Adelaide Amélia Rebelo Barbosa Calvário, casada com João Calvário 4º Outorgante: José Romero Antelo, casado com Maria José Barbosa Romero Antelo
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante:Manuel Miranda 2º Outorgante: Eduardo Alberto Ribeiro Laranjeiro, Isilda Marques da Silva e marido Sidónio Teixeira da Silva, José Joaquim da Silva Henriques outorgando todos por si e o Eduardo Alberto, a Isilda e o José Joaquim também em nome da sociedade comercial por quotas, denominada"Confil - Confecções de Têxteis. Limitada"
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Rosa Cândida Martins Ferreira Gonçalves Guimarães de Freitas outorgando por si e ainda como procuradora de Amélia Cristina Gonçalves Gomes Ribeiro Borges Mesquita e marido José Carlos Borges Mesquita 2º Outorgante: Amélia Cristina Gonçalves Ferreira Gomes Ribeiro 3º Outorgante: José Lourenço casado com Maria Alice Martins
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Álvaro Gaspar Gonçalves e esposa Josefa Rosa Fernandes 2º Outorgante: José Fernandes Gonçalves, casado com Maria da Costa Martins 3º Outorgante: Joana Martins, outorgando na qualidade de gestora de negócios de José Castro Abreu, casado com Berta Martins da Costa
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Alberto Lopes Correia; Ofélia Lopes Freitas Correia; Maria do Carmo Lopes Correia, casada com José Aristião Marques de Campos; 2º Outorgante: José Abreu Coelho Lima, outorgando em representação da sociedade anónima de responsabilidade Limitada, denominada "Sociedade Têxtill Albano Coelho Lima, S.A.R.L.".
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: José Augusto Lemos Alves; Gaspar da Silva Guimarães Júnior; Joaquim Machado; 2º Outorgante: Manuel Evangelista Pereira e esposa Maria Ferreira; 3º Outorgante: Leopoldina Pereira. Habilitação por óbito de José Evangelista Pereira e Isabel Pereira.
FERNANDES, Manuel José. Filho de José Fernandes e de Isabel Maria Fernandes, moradores em Mareco. N.p. de Manuel António Fernandes e de Ana Rosa Esteves; n.m. de Sebastião Fernandes e de Anastácia Afonso. Nasceu a 10/6/1871 e foi batizado a 11 desse mês. Padrinhos: Sebastião Alves e sua mulher, Maria Fernandes. // Casou com a sua conterrânea Ana Rosa (1872-1953), filha de Manuel Fernandes e de Maria Luísa Esteves. // Comprou uma Quinta em Cavaleiros, Rouças, e ali viveram até à sua morte. // Pai de Maria Rosa, casada com Manuel Lourenço (1897-1953), e avô do padre Manuel Lourenço, professor José Augusto Lourenço, entre outros. // Irmão do padre Francisco, que morou na sua Quinta de Cavaleiros. // Faleceu a 21/12/1953.
ARAÚJO, Francisco José. Filho de José de Araújo e de Maria Luísa Marques, moradores no lugar da Cruz. Neto paterno de Rosa de Araújo, solteira, de Requeijo, Pontedeva, Ourense; neto materno de Francisco Marques e de Maria Custódia Rodrigues, do lugar da Cruz. Nasceu a 6/8/1858 e foi batizado na igreja de Cristóval a 11 desse mês e ano. Padrinhos: Francisco José Lopes e sua mulher, Ana Rosa Pires, de Doma. // Casou na igreja da sua freguesia natal a 6/11/1884 com Albina Rodrigues, solteira, camponesa, filha de Luís Rodrigues e de Ramira Soeiro, moradora no lugar da Granja. Testemunhas presentes: Caetano Marques e Romão Mendes, casados, lavradores, residentes no lugar de Carvão. // Com geração.
ALVES, José Augusto (Padre). Filho de Manuel Alves, natural da Gave, Melgaço, e de Matilde Esteves, natural de Riba de Mouro, Monção, lavradores, residentes no lugar de Eiriz. Neto paterno de José Alves e de Maria Joaquina Esteves; neto materno de Manuel António Esteves Moreira e de Joaquina Rosa Afonso. Nasceu na Gave a 28/12/1906 e nesse mesmo dia foi batizado na igreja paroquial. Padrinhos: José Gonçalves, artista, e Germana Rosa Gonçalves, lavradeira, ambos solteiros. // Ordenou-se sacerdote no seminário de Braga no ano de 1934; cantou missa nova na igreja da sua freguesia de nascimento a 22/7/1934; quem dirigiu o coro foi o seminarista Manuel António Bernardo “Pintor”, natural do lugar do Ribeiro, Castro Laboreiro. // Em Outubro de 1934 foi nomeado pároco encomendado para as freguesias de Bico e São Martinho de Vascões, concelho de Paredes de Coura. // Morreu na freguesia de Estorãos, Ponte de Lima, a 30/1/1988. // Era conhecido por “Padre Estanqueiro”.
MELEIRO, José António. Filho de António José Meleiro e de Miquelina Rosa de Castro, moradores no lugar de Golães. Neto paterno de Manuel António Meleiro e de Rosa Rodrigues; neto materno de Francisco António de Castro e de Maria Joaquina Gonçalves. Nasceu em Paderne a 18/10/1865 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: padre João António de Castro e sua irmã, Rosa Clementina, tios maternos. // Casou na igreja de Rouças a 1/11/1905 com Filomena Esteves, de 32 anos de idade, solteira, camponesa, roucense, filha de Manuel José Esteves e de Deolinda Matilde Pires. Testemunhas: Vítor Manuel Meleiro de Magalhães, solteiro, proprietário, do lugar de São Vicente, e Vitorino Esteves, solteiro, lavrador, do lugar da Cabana, ambos da freguesia de Rouças. // Morreu em Paderne a 22/1/1936. // A sua viúva finou-se a 15/10/1959, com 82 anos de idade. // Com geração.
VAZ, Manuel José. Filho de Maria Luísa Vaz, solteira, jornaleira, moradora no lugar de Paradela. Neto materno de João Vaz e de Rosa da Rocha, do dito lugar. Nasceu em Penso a 27/7/1856 e foi batizada pelo padre Inocêncio José da Gaia Torres no dia seguinte. Padrinho: Manuel José da Rocha, viúvo, de Paradela. // Tinha 29 anos de idade, era solteiro, serviçal, morava no lugar de Casal Maninho, quando casou na igreja da sua freguesia natal a 13/4/1885 com a sua conterrânea Maria Emília Esteves, de 22 anos de idade, lavradeira, residente no lugar de Felgueiras, filha de Caetano Manuel Esteves, camponês, natural de Penso, e de Josefa Domingues, lavradeira, natural de Paços. Testemunhas presentes: o padre João Manuel Esteves Cordeiro e António Manuel Esteves Cordeiro, casado, lavrador, ambos do lugar de Casal Maninho. // Morreu a 2/11/1900, no lugar de Felgueiras, com os sacramentos da confissão e absolvição, no estado de casado, sem testamento, com filhos, e foi sepultado no cemitério paroquial.
CASAL, Francisco José. Filho de José Joaquim Domingues Casal e de Custódia Maria Dias, lavradores, residentes no lugar de Sante. Nasceu por volta de 1845 ou 1848. // Lavrador. // Casou a 26/1/1882 com a sua parente em 4.º grau de consanguinidade, Vicência Dias, de 37 anos de idade, solteira, jornaleira, filha de Maria Rosa Dias, moradora em Sante. Testemunhas: Manuel José Lourenço, casado, proprietário, morador no lugar do Pinheiro, Paderne, e Manuel Joaquim Alves de Macedo, casado, artista, morador em Sante. // Nota: os noivos reconheceram como filhos a Manuel Joaquim, nascido a 21/1/1875 e batizado a 24, e a Ermelinda da Conceição, nascida a 4/6/1879 e batizada a seis. // Morreu no lugar de Sante a 6/1/1891, com todos os sacramentos, com 43 anos de idade, no estado de casado, sem testamento, e foi sepultado na igreja paroquial.
CALDAS, José Manuel. Filho de António Domingues Caldas e de Maria Luísa Esteves de Abreu, moradores no lugar do Barbeito, meeiro de Alvaredo e Paderne. Neto paterno de João Domingues Caldas e de Maria Rosa Domingues, de Sobreira, Alvaredo; neto materno de João Esteves de Abreu e de Joana Rodrigues Torres, do lugar de Barbeito. Nasceu no dito lugar do Barbeito a 2/9/1846 e foi batizado na igreja no dia seguinte. Padrinho: Manuel José Vaz, solteiro, do lugar da Granja. // Casou com Maria José Gonçalves, natural de Paderne. // Lavrador. // Morou no lugar da Granja. // Faleceu a 9/2/1892, com 45 anos de idade, com todos os sacramentos, sem testamento, com dois filhos (ver em Paderne), e no dia onze foi sepultado na igreja paroquial. // A sua esposa faleceu a 5/2/1905, no estado de viúva.