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Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Gaspar da Silva Guimarães Júnior, Francisco Antunes Fernandes, João Maria Dias; 2º Outorgante: Maria da Conceição Mendes Salgado 3º Outorgante: Avelino da Silva e esposa Emília da Silva Marques 4º Outorgante: Manuel Salgado Fertuzinhos e mulher Beatriz de Magalhães Marques Fertuzinhos 5º Outorgante: Beatriz Armanda Salgado Fertuzinhos; 6º Outorgante: Maria Lúcia Salgado Fertuzinhos 7º Outorgante: Manuel Marcos da Silva outorgando na qualidade de procurador de Maria da Graça Mendes Salgado e marido António Marques, de António Salgado Fertuzinhos e esposa Maria Alzira Carvalho Fontes Fertuzinhos e de Rosalina Salgado Fertuzinhos 8º Outorgante: Jorge Salgado Fertuzinhos e esposa Isaura de Castro Mendes Habilitação por óbito de Aureliano da Silva que também usou o nome de Aureliano da Silva Fertuzinhos
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Manuel Joaquim de Sousa, outorgando na qualidade de procurador de José Morais de Macedo e esposa Olímpica da Assunção Pontes Santos Moita Morais de Macedo, de Zilda Abrantes de Morais e Macedo Alves Barbosa, que também usa os nomes de Zilda Morais Macedo Alves Barbosa, de Izilda Abrantes de Morais Macedo Alves Barbosa, de Miguel Artur de Morais e Macedo Alves Barbosa e esposa Fernanda Dambert Guerreiro Barbosa, de Bráulio Avelino de Morais e Macedo Alves Barbosa 2º Outorgante: Dionísio Moreira da Costa e esposa Dina da Silva 3º Outorgante: Francisco Moreira da Costa e esposa Maria de Lourdes da Cunha Claro 4º Outorgante: Maria Moreira da Costa e Silva e marido Alfredo da Costa e Silva
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Francisco Pereira Leite de Magalhães e Couto, Narcisa Pereira Leite de Magalhães e Couto, Maria Aurora Pereira Leite de Magalhães e Couto e Maria Amélia Pereira Leite de Magalhães e Couto 2º Outorgante: Henrique Couto Vieira Osório casado com Maria Emília Peixoto Vilas Boas Soares, outorgando por si e ainda como gestor de negócios de Maria Alice Couto Vieira de Melo da Cunha Coutinho Osório, de Maria Irene Couto Vieira de Melo da Cunha Osório, de Pedro Luís Couto Vieira Osório, de Maria Luísa Couto Vieira de Melo da Cunha Osório, de Maria de Lurdes Couto Vieira Osório e de Duarte Couto Vieira da Cunha Coutinho Osório
Ato celebrado entre a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira e Francisco António de Matos. Contém: 1.º - Recibo n.º 988, de 26 de maio de 1939, passado pela Câmara Municipal de Vila Franca de Xira; 2.º - Recibo n.º 118, de 29 de maio de 1939, passado pela Tesouraria dos Serviços de Finanças do concelho de Vila Franca de Xira, relativo à sisa. Valor: 260$00.
Autos de execução da sentença cível contra o coronel Francisco da Gama Lobo e o capitão José Cardoso Frasão, enquanto fiadores do brigadeiro António de Azevedo Coutinho, devedor de 2 contos e 400 mil réis à Mitra do Bispado de Castelo Branco, que esta havia emprestado àquele por escritura de 15 de Setembro de 1820. Inclui assento de todo o processo judicial, cuja sentença teve depois prosseguimento nos supracitados autos de execução.
Ato celebrado entre a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira e Francisco Varão Duarte Figueira. Contém: 1.º - Recibo n.º 1.839, de 23 de abril de 1937, passado pela Câmara Municipal de Vila Franca de Xira; 2.º - Recibo n.º 85, de 24 de abril de 1937, passado pela Tesouraria dos Serviços de Finanças do concelho de Vila Franca de Xira, relativo à sisa. Valor: 172$80.
Ato celebrado entre a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira e Francisco António Pereira. Contém: 1.º - Recibo n.º 3.079, de 22 de novembro de 1940, passado pela Câmara Municipal de Vila Franca de Xira; 2.º - Recibo n.º 221, de 29 de novembro de 1940, passado pela Tesouraria dos Serviços de Finanças do concelho de Vila Franca de Xira, relativo à sisa. Valor: 200$00.
Ato celebrado entre a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira e Francisco dos Santos. Contém: 1.º - Recibo n.º 1.218, de 25 de julho de 1932, passado pela Câmara Municipal de Vila Franca de Xira; 2.º - Recibo n.º 21 de 28 de julho de 1932, passado pela Tesouraria dos Serviços de Finanças do concelho de Vila Franca de Xira, relativo à sisa. Valor: 172$80.
Escritura de esponsalício e ante nupcial, entre Dona Maria Amália da Cunha d'Eça e Almeida e Francisco Carneiro Rebelo Palhares Zagallo, tendo-se a escritura realizado, no sítio do Portinho da Costa, na presença dos pais da nubente, António Gonçalves d´Almeida e Maria Amália da Cunha d' Eça Costa e Almeida e o nubente, maior de vinte cinco anos e filho legítimo de António Xavier Carneiro Zagallo e Melo e de Dona Mariana Augusta Rebelo Palhares.
Requerimento inicial : João Francisco Pombaleiro. Encarnação , Encarnação. Encarnção, Encarnação. Construir uma casa Licença de Obra nº. 09 de Julho de 1958. Termo de responsabilidade de 22 de Agosto de 1958. Memória descritiva de 09 de Julho de 1958. Planta de piso, fundações, fossa, corte, alçados, localização escala 1:100, 1:50, 1:1000. Requerimento a pedir a vistoria da sua casa em 09 de Julho de 1959. Auto de vistoria de 1959. Licença de habitação nº. 1006 de 04 de Agosto de 1959.
Página do jornal "O Jogo" datada de 25 de novembro de 1986 com três notícias sobre o Olimpismo, nomeadamente sobre a morte de Francisco Lázaro na maratona dos Jogos Olímpicos de Estocolmo, em 1912; sobre a organização dos Jogos Olímpicos de Los Angeles em 1984; e ainda sobre a nomeação de um representante português para avaliar os problemas que poderão surgir da adesão de Portugal às Comunidades Europeias.
José Maria dos Santos começou a sua actividade fotográfica no início da década de '70, do século XIX, a qual perdurou até à sua morte em 1900. Em 1869, exercia a sua actividade original, como ourives, na Rua da Calçada (actual Rua Ferreira Borges), no número 102, destacando-se sobretudo como fabricante de dentaduras. Paralelamente, desenvolveu a sua actividade como fotógrafo. Antes de 1872, exercia já a sua actividade no Pátio do Castilho. A partir dessa data, é proprietário de uma casa fotográfica situada junto ao Caes, a "Photographia Conimbricense". Na década de '80, esteve ainda temporariamente instalado na Rua da Sofia (nº 151-153). Colaborou em diversas publicações periódicas, como por exemplo "O Panorama contemporâneo". Em 1878, obteve uma menção honrosa na Exposição de Paris. Foi premiado com a medalha de ouro na Exposição Distrital de Coimbra, em 1884, pela apresentação de retratos em tamanho natural em cartão, album e em bilhete de visita, paisagens e vistas da cidade. Esteve presente em outras expsosições, nomeadamente, no Palácio de Cristal (Porto, 1886) e Exposição Industrial de Lisboa (1889) na qual foi também premiado.
TITULO da Igreja Vigararia de Sao Francisco das Paranheiras, a favor do Reverendo Jose Joaquim Soares da Silva, clerigo in minoribus, natural desta cidade, freguesia de Sao Pedro de Maximinos. Localidades: VILARINHO PARANHEIRAS,Sao Francisco Assis, CHAVES; BRAGA-MAXIMINOS,Sao Pedro, BRAGA
Aviso com data de 7 de Março de 1791. Francisco Jácome de Sousa Pereira de Vasconcelos fora proibido de lá entrar por ordem de outro de 5 de Janeiro de 1791, de que fica relevado. Certidão passada aos 27 de Agosto de 1791 por Luís Andrade Couto, escrivão da Casa da Suplicação, a requerimento de Francisco Jácome.
REGISTO de titulo da igreja e vigararia colada de Sao Francisco de Vilarinho das Parambeiras, a favor de Antonio Jose Domingues Adao, clerigo in minoribus, natural da freguesia de Nossa Senhora da Vreia de Bornes, da comarca de Vila Real. Localidades: VILARINHO PARANHEIRAS,Sao Francisco Assis, CHAVES
Documentação diversa da Irmandade do Santíssimo Sacramento da Igreja de São Nicolau, dentre a qual destacamos: fotografia a preto e branco das professoras das Escolas de São Nicolau (1928-07-27) e do altar-mor da Igreja de São Nicolau (s.d.); capilha contendo a documentação relativa ao concurso para as obras de limpeza do edifício da Igreja de São Nicolau e anexos (propostas recebidas, cadernos de encargos, memória descritiva, planta, etc.); lista de legados (a saber, Hilário Teixeira (1748); Jerónimo Freitas e Silva (1765); José dos Santos Rodrigues (1803); Dom José Cândido Lameiro (1870); António Gonçalves Morais (1862); Francisco Pacheco (1843); João Carlos Barroca (1895); D. Maurícia Rosa de Santo António (1847); Manuel Ribeiro da Silva (1850); Francisco Dias de Almeida (1867); Joaquim José Pereira de Sousa (1861); Manuel José Viana (1871); D. Justiniana Maria Soares (1899); e D. Angélica Rosa da Silveira); patentes de alguns irmãos; cartas e cartões de agradecimento à irmandade pelas homenagens prestadas a entes queridos falecidos; alvará nomeando a Comissão Administrativa e ata de posse; exemplar do n.º 106, de 9 de maio de 1933 do "Diário do Governo"; guias mensais de imposto de salvação pública pago pela irmandade à Recebedoria de Finanças do 2.º Bairro de Lisboa pelos seus empregados, os quais se encontram devidamente assinados pelo tesoureiro da irmandade que as emite e pela respetiva Repartição de Finanças, com carimbo e assinaturas do chefe e do tesoureiro da dita repartição; patente de Adelaide Sofia da Silva e recibo em como deu a esmola anual aplicada ao culto da devotíssima imagem de Nossa Senhora das Dores e sufrágios aos devotos falecidos; fichas de inscrição de paroquianos, irmãos e viúvas de irmãos pobres para serem considerados como 'pobres' para que possam beneficiar dos socorros concedidos pela irmandade (contêm a designação da irmandade no cimo seguida do termo 'Beneficência'; indicação da qualidade em que se inscreve; dados pessoais; ocupação, número de filhos; tempo de residência na freguesia; estado aparente de saúde; agregado familiar; se é subsidiado por outra associação; aspeto interior da habitação onde reside; valor da renda mensal paga; informação da Junta da Paróquia asseverando o estado de pobreza; data e assinatura do beneficiário e do presidente da Junta da Paróquia.
Inclui os seguintes textos em verso, da autoria de diferentes autores, acumulados por Ruy Cinatti: "A memória de um velho rapsodo [sic]", de João da Fonseca Amaral; "Adagio sostenuto", de Viriato Teles; "Outro poema", de Jorge Menezes; "Canto a la GENTE!", de Manuel Grilo; "A Poesia é o que está a dar?", de Rui Caeiro; "Aqui poe dentro e", de Alexandre Vargas; "A Jorge de Sena e José Afonso, andarilhos deste mundo e no outro", de Zetho Cunha Gonçalves; "Poema para Pedro Assis Coimbra e alguns outros, com uma Cidade de Permeio", de Zetho Cunha Gonçalves; "Memento mors", de Luis Pignatelli; "De costas para o cinema", de João Candeias; "Galeria dos retratos", de Luís Carlos Patraquim; "Se há um ontem", de Laura Gouvêa Pedrosa"; "Retalhos do Maiombe", de José Cristóvão Henriques; “O espaço prometido” e “Divisa para o R.C.”, de José Blanc de Portugal; “Ode a Lisboa”, “Nazaré”, “Ode a minha Mãe” e “Vigil”, de Charles David Ley; “A morte” e “Poeta! Sê homem, apenas”, de José Gomes Ferreira; “Elegia” e “Terra de ninguém”, de António de Sousa; “Infantilíssimo”, “Espiral”, “Conflito” e “Titere”, de Eduardo Rocha; “Rega”, de Francisco Bugalho; conjunto de poemas “Dispersos”, de José Cristóvão Henriques (Jocris); “7 poemas de Timor”, de Fernando Sylvan; “Bens adquiridos - 40 poemas heterogéneos”, de Margarida Futscher; “Poema em prosa absolutamente nada absurdo que me ensinou o Manuel de Abreu Lima”, de Maria Almira Medina, com dedicatória a Ruy Cinatti; “Lengalenga de Benguela”, de José Hipólito Rebelo Raposo; “Heureux les simples”, de Dominique [?], com dedicatória a Ruy Cinatti; “Siena”, de Emílio Mesquita, com dedicatória a Ruy Cinatti; “Natureza Selvagem”, de António Cândido Franco; “Era um rapaz que tinha a vertigem a desgraça”, de Paulo Jorge L. Fidalgo, com dedicatória a Ruy Cinatti; “Mar Longo”, de Almeida Mattos; “Cantiga” e “Outra”, de Cabral do Nascimento; “Cosmos (poema para ser representado)”, de Carlos [de Souza?]; “Maré Distante”, de João Godinho; “Guitarra toca baixinho”, de José Carlos de Campos Macedo; “Três saudades - Goa - Damão - Diu”, de Moita de Macedo; “Unidade na renovação”, de Vellasco Martins. Integra também poemas avulsos, redigidos pelos seguintes autores: A. Costa Neves; Afonso Duarte; Alberto Cardia; António Barahona da Fonseca; António d’Avillez; Artur Vaz Marques; Carlos Barbosa de Carvalho; Cecília Meireles; Fausto José; Francisco José Tenreiro; Helena Cidade Moura; Joaquim Guedes de Sá; Madalena [?]; Manuel Ferreira; Óscar P. Rodrigues; Raquel Baptista; Ribeiro Couto; Salette Tavares; Saúl Dias; e Vasco Sena.
Documentação diversificada, acumulada por Ruy Cinatti ou por outros elementos da sua família, mas cujo contexto de produção não é passível de identificação, por não se reconhecer qualquer relação com nenhum dos produtores ou pelo facto de encerrar um conteúdo atípico face aos restantes documentos. Inclui uma autorização de permanência em Portugal concedida a Manuel de Pedro [...?] pela Real Aduana Capital de Badajoz; uma tradução da obra de Afonso Muzzarelli, intitulada "Origem dos Males..." ou "Aviso ao Povo Cristão", enviada a Álvaro José de Vasconcelos, fidalgo da Casa Real; minuta de carta de remetente não identificado, enviada provavelmente a uma autoridade eclesiástica, com informação sobre uma derrota no campo religioso; uma representação cartográfica da Ilha de Java; cartas de Pedro Hornaz para D. Cosme Damião Pereira, entre outros assuntos com um pedido de proteção para terceiro e respetiva família e referências a navios e deslocações; carta de nomeação de D. Alexandre Pereira para o cargo de capitão de Infantaria do Reino de Motael (1757); carta de perdão a favor de D. Cosme Damião Pereira, tenente coronel de Motael, seus filhos e aliados, qua haviam sido acusados pelo crime de desobediência (1789); uma apólice do Real Erário no valor de 2.400 reis; carta de Ramon de la Rocha para o engenheiro geral do Regimento Real de Zapadores [?], com um pedido de dispensa para celebração de matrimónio a favor de Manuel de Pedro; certidão de batismo de Manuel, nascido a 8 de junho de 1781, filho de Manuel Luís, soldado de infantaria da 5.ª Companhia da Praça de Faro, e de Maria da Conceição (possui uma nota a referir "Uma das certidões de batismo de que se servia meu avô cuja identidade não foi possível averiguar..."); recorte do "Diário de Notícias" (06-11-1974), com a transcrição de cartas inéditas de Bernardino Machado e Jaime Batalha Reis; exemplar do jornal "Novidades" (29-10-1885); exemplar da "Ilustração Portugueza" (18-05-1908); cartas do capitão José Esquível dirigidas ao tenente-coronel Francisco Pedro Curado, e um ofício do Chefe de Estado Maior Interino, major Rainaldo Vale de Andrade, dirigido também ao tenente-coronel Francisco Pedro Curado, com informação relativa à atribuição de um louvor militar a José Esquível.
Processo referente à herdade de Val de Souto próxima de Arraiolos. Na capa consta a seguinte informação: “Tittolos – Fazenda de Val de Souto, que são (oito vinteis de pitanças) cinco alqueires e meio, um selamim traçados, duas partes trigo e uma de cevada, a respeito de cinco moios, em que de presente anda a renda do Dr. Francisco José Leal de Andrade, anno de 1758”. Lá dentro existem documentos relativos à herdade de Val de Souto. Um deles de 10.02.1571 é uma carta de venda. Há escrituras de contratos a que a mesma herdade esteve sujeita; escrituras de partilhas entre os familiares de Francisco José Leal de Andrade; repartição da renda da herdade por várias pessoas e instituições. As religiosas de São José timham a maior parte do senhorio: recebiam de renda 98 alqueires, e três quartas e meio salamim de trigo e 49 alqueires de cevada. Eram ainda senhorios de Val de Souto, entre outros, os religiosos de São Domingos de Évora em 56 alqueires e uma quarta de trigo, a Capela de António Pinto; os herdeiros do Mascarenhas, etc. Contém também certidões requeridas pelos rendeiros após os pagamentos; o testamento de Roque da Mata (datado de 4 de Setembro de 1577) feito na casa do Dr. João de Aboim de Brito, provedor; escrituras de venda de courelas de terra no termo da Vila de Arraiolos; uma relação do que levou de mais Filipe de Cobelos Correia da Silva do quinhão que lhe pertencia na herdade de Val de Souto, termo de Arraiolos, desde Agosto de 1732 até 1743 (Filipe de Cobellos era também senhorio da Herdade de Val de Souto tal como as religiosas de São José, embora estas com o maior senhorio de todos). As religiosas de São José queixaram-se da circunstância e foram atendidas sendo Filipe de Cobelos condenado a pagar. Contém ainda a instituição da Capela de António da Mata; autos de posse de rendas, venda de um quinhão de Pão e pitanças na herdade de Val de Souto, que faz Martinho José às Religiosas do Convento de S. José (em 26 de Março de 1777).