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Carta do Tenente-coronel Pedro Joaquim da Cunha e Menezes Pinto Cardoso, secretário do Governador da Guiné, Capitão-de-fragata Manoel Maria Sarmento Rodrigues, manifestando o cuidado com a saúde pessoal do Senhor Governador, acusando e informando sobre as cartas enviadas. Manifestação do desagrado do Senhor Governador referente ao assunto dos vencimentos e organização militar. Dando continuidade aos assuntos que estão a ocorrer na Colónia informando o Senhor Governador sobre: A organização militar; Vencimentos; Orçamento aprovado para aquisição de mobiliário; Obras Públicas de Bissáu, Inauguração da ponte de Manotó,Reparação da ponte de Caur; Publicações e verbas; Instalações eléctricas; Código de Posturas; Caixa de Aposentações nomeação da comissão; Resgate do Campo de Jogos, vebas utilizadas e a aplicar no campo de futebol com a colaboração da Benfica; Aero-Club reunião com os Diretores dos serviços Aéreos; Missão de Sono e Serviços de Saúde; Material; C.I.A.A.O
Intervenientes: Joaquim Silva; Joaquim Rocha.
Fábrica de cordoaria, ao Porto Franco, em Belém, Lisboa.
Fábrica de cortumes, na Cruz Quebrada.
Fábrica de baetilhas, na Rua da Fábrica das Sedas, em Lisboa.
Pedido de carta de oficial (Abril 1801), apresentando atestado de competência profissional passado pelo mestre Veríssimo Francisco de Paula Faria, proprietário da fábrica de bijuteria sita em Lisboa, na Praça do Rossio, onde trabalha. Em Agosto de 1801, pede carta de mestre, para se estabelecer por conta própria, apresentando treslado da carta de oficial. Seguem-se pedidos de matrícula como seus aprendizes, para António Cláudio da Silva e Carlos Inácio da Conceição, em 1803; para Matias José da Silva, em1807, encontrando-se estabelecido em Lisboa, no Rossio [nº 97] e para seu filho, Manuel José da Silva e para Alexandre Inácio de Loiola Correia, em 1828, encontrando-se nesta altura na Rua Nova do Príncipe, nº 54.
Pedido de provisão para uma fábrica de botões de casquinha estabelecida em Lisboa, para o que apresenta a Carta de Aprovação como oficial (onde consta ter sido aprendiz de mestre Francisco Agostinho Guillobel), atestado de competência profissional passado pelos mestres da Real Fábrica de Botões, onde trabalhou, e declarações de comerciantes acerca da boa qualidade dos botões que fabrica.
Pedido de matrícula como aprendiz, para o que junta atestado de competência profissional passado por Domingos António de Freitas, mestre e proprietário de uma fábrica de bijuteria sita em Lisboa, onde trabalha, assim como treslado da provisão da dita fábrica.
Pedido de carta de oficial (1829), para o que apresenta certidão da matrícula como aprendiz, atestado de competência profissional passado por Carlos Inácio da Conceição, mestre e proprietário da fábrica de bijuteria sita em Lisboa, onde trabalha, e treslado da provisão da fábrica.
Pedido de provisão (1801) para estabelecer uma fábrica de alfinetes de latão e ferro e de trefilaria de arame, no Porto, na Rua do Senhor do Bonfim, freguesia de Campanhã, e de uma nova provisão (1822) para a aumentar, assim como, correspondência acerca da atribuição dos mesmos privilégios a outras fábricas do mesmo ramo. Contém auto de averiguação, com uma descrição da fábrica, e parecer do Desembargador Superintendente do Tabaco e Alfândega do Porto. Ambos os pedidos de provisão foram deferidos.
Fábrica de Cortumes de Portalegre
Pedido de provisão para uma fábrica de chapéus que estabeleceu em Lisboa, juntamente com uma loja, para o que junta treslado da nomeação para o cargo de Reposteiro da Câmara do Número, que ocupa. Foi deferido.