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Livro de despesa da feitoria do mosteiro
Livro de despesa da feitoria do mosteiro
Livro de despesa da feitoria do mosteiro
Livro de despesa da feitoria do mosteiro
Livro de despesa da feitoria do mosteiro
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Livro de despesa da feitoria
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Livro de despesa da feitoria do mosteiro
Livro de despesa da feitoria do mosteiro
Livro de despesa da feitoria do mosteiro
Livro da receita e despesa da feitoria do mosteiro
Livro de receita e despesa da feitoria do mosteiro
Livro de receita e despesa do celeiro
Estevão Anes, ovelheiro, e sua mulher, Mor Eanes, moradores em Évora, vendem a Manuel Domingues, contador do rei, e a sua mulher, Beatriz Gonçalves, também moradores em Évora, uma herdade localizada no termo de Evoramonte, na ribeira de Tera, por dois mil reais brancos. Redactor: Vasco Gil, vassalo do rei e tabelião do conde de Arraiolos Localidade de redacção: Arraiolos Localização específica da redacção: Nos paços do conde D. Fernando
Garcia Lourenço, morador em Évoramonte, em nome de Manuel Rodrigues de Aguiar, contador do rei, e de sua mulher, Beatriz Gonçalves, toma posse de uma herdade, localizada no termo de Evoramonte, na Ribeira de Tera. Redactor: Pedro Esteves, tabelião em Evoramonte pelo conde de Arraiolos Localidade de redacção: Évora Monte (Santa Maria)
Inês Vasques, viúva de Gonçalo Anes, testamenteira de João Rodrigues, irmão de Lopo Rodrigues e de Afonso Rodrigues, apresenta o testamento de João Rodrigues, feito em Évora a 6 de Outubro de 1448. Redactor: Gomes Fernandes, vassalo do rei, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa do tabelião
Gil Afonso e Vicente Lourenço, moradores em Evoramonte, sesmeiros, em nome de D. Fernando, conde de Arraiolos, concedem a Manuel Domingues de Aguiar, contador do rei, e a sua mulher, Beatriz Gonçalves, moradores em Évora, uma herdade em sesmaria, localizada no termo de Evoramonte. Redactor: Pedro Esteves, tabelião em Evoramonte pelo conde de Arraiolos Localidade de redacção: Évora Monte (Santa Maria)
Venda realizada por João Álvares, criado de Martim Esteves Boto, cavaleiro, morador em Évora, a Rodrigo Anes de Assuães, cónego e arcediago da Sé de Évora, de um chão de vinha com poucas cepas, localizado no termo de Évora, em a Largadona, por mil reais brancos. Redactor: João Dias, tabelião em Évora
Simão Correia, do conselho do rei, e sua mulher, D. Joana de Faria, vendem uma casas que tinham em Évora, na rua da Mesquita, que D. Joana comprara às freiras da Ordem de São João do Mosteiro de [...], a Henrique Henriques e a sua mulher, D. Maria, por quarenta mil reais. As casas, onde tinha estado o mosteiro de São João, possuíam também um quintal e eram foreiras a D. Duarte de Meneses por duzentos e cinquenta e dois reais pagos por dia de Santa Maria de Agosto, em fatiota, para sempre. D. Duarte dá consentimento à venda na condição do foro continuar a ser pago. Os vendedores são representados por seu procurador, Fernando Eanes, escudeiro, morador em Évora. Redactor: Álvaro Fernandes, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casas de morada de D. Duarte de Meneses, fidalgo da Casa Real
Henrique Henriques toma posse de umas casas que comprou na rua da Mesquita. Redactor: Álvaro Fernandes, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Rua da Mesquita.
As freiras do mosteiro de São João Baptista vendem a D. Joana de Faria, mulher de Simão Correia, umas casas que o mosteiro tem na rua da Mesquita por quarenta mil reais de moeda corrente a seis ceitis o real, foreiras a D. Duarte de Meneses, capitão de Tânger, e a sua mulher, D. Filipa por duzentos e cinquenta e dois reais. Redactor: Diogo Afonso, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Mosteiro das freiras de São João Baptista.
Lopo Gil, feitor de D. Joana de Faria, mulher de Simão Correia, toma posse em seu nome de umas casas na rua da Mesquita que aquela comprara. Redactor: Diogo Afonso, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Rua da Mesquita.
Nuno Varela e sua mulher, Isabel Esteves Touregoa, afirmam ter recebido de Estêvão Anes Touregão e de Constança Afonso, sua mulher, pais de Isabel Esteves Toregoa, todos os bens que lhe prometeram dar em dote de casamento. Redactor: Afonso Gonçalves, vassalo do rei, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa de Nuno Varela, cavaleiro
Doação feita por Rodrigo Eanes de Assuães, arcediago e cónego da Sé de Évora, a seu sobrinho, Fernando Anes, vigário de Santo Antoninho da mesma cidade, de uma vinha, localizada no termo de Évora, em Lagardona. Redactor: Rui de Carvalho, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa de Rodrigo Anes de Assuães, arcediago e cónego da Sé
Por ordem do rei D. Afonso foram restituídos a Manuel Domingues de Aguiar, contador do rei, todos os bens que lhe haviam sido retirados pelo infante D. Pedro, enquanto foi regedor do reino. Redactor: João Gonçalves, tabelião do Conde de Arraiolos Localidade de redacção: Évora Monte (Santa Maria) Localização específica da redacção: Termo de Evoramonte
Carta testemunhável de D. Fernando, neto de D. João I, duque de Bragança, marquês de Vila Viçosa, conde de Barcelos, de Ourém e de Arraiolos onde dá conta que perante o seu ouvidor, Martim Anes de Aguiar, estando este em juízo, apareceu Mem Rodrigues, cavaleiro da casa do conde de Odemira e alcaide mor por ele no castelo de Estremoz, e apresentou uma carta régia de D. Afonso V e um alvará do mesmo rei relativos aos privilégios que foram concedidos a Brites Gonçalves, covilheira da rainha D. Isabel por aquele soberano. Brites Gonçalves fora casada com Manuel Domingues de Aguiar, contador régio, e casara posteriomente com o Mem Rodrigues, vindo este a herdar os privilégios referidos e alguns bens, entre os quais uma herdade em Evoramonte. Como esta localidade era jurisdição do duque de Bragança, Mem Rodrigues requereu ao seu ouvidor que lhe guardasse nessa vila os privilégios concedidos. O ouvidor, solicitou então, ao escrivão do duque na mesma terra que lhe desse uma carta testemunhável. Disse também o magistrado senhorial que desejava cumprir as ordens do rei e de sua senhoria e que havia nove anos que os privilégios foram concedidos e que em todo esse tempo nunca fora notificado nem fora mostrado documento dos mesmos senão havia poucos dias a todos os vizinhos ao redor da sua heradde e aos moradores do termo de Evoramonte. Existiam, no entando, dois aspectos a considerar: a herdade ficava em lugar que não devia ser coutada porque se o fosse os vizinhos da vila não poderiam usufruir dela; a mesma herdade fora dada de sesmaria a Manuel Domingues e por muito tempo não foi aproveitada, havendo também uma contenta sobre as demarcações da mesma que enquanto não fosse resolvida não permitia cumprir o privilégio. Então o ouvidor mandou ordens aos juízes de Evoramonte para que fossem ver a terra em causa e as suas confrontações presentes na carta de sesmaria. Assim, quando fosse certo e sabido por onde passavam os limites da herdade, o ouvidor o faria saber ao duque por razão do privilégio régio que tinha de que quando os mandados régios fossem para as terras ducais que o duque os pudesse reter até que escrevesse ao rei algumas razões que pudesse ter para apresentar sobre os assuntos aí tratados. Disse também o ouvidor que considerava que ao duque não aprazia que a referida herdade fosse coutada pois seria prejudicial para os seus reguengos e de muitos outros lavradores comarcães. Por isso pedia de mercê ao rei que lhe desse lugar a informar o duque e que ele lhe daria resposta se tinha algum embargo. E dada esta resposta pelo ouvidor, Mem Rodrigues pediu esta carta testemunhável que lhe é dada. Redactor: Lopo Álvares, escrivão Localidade de redacção: Vila Viçosa
Mem Rodrigues, cavaleiro da casa do conde de Odemira, alcaide mor por ele no castelo de Estremoz, apresenta a um juiz os privilégios régios obtidos no que se referia a uma herdade. O juiz determina que se guardem os privilégios referidos e manda fazer a demarcação da herdade de modo a perceber-se onde a mesma se divide de uma outra de Fernão Morato. Redactor: João Gonçalves, tabelião pelo duque de Bragança, marquês de Vila Viçosa, conde de Barcelos e de Ourém e de Arraiolos
Traslado de uma carta de compra e venda, de uma carta de sesmaria e de um instrumento de posse, solicitado por João Rodrigues, sobrinho de Mem Rodrigues, em nome de Brites Gonçalves, viúva do seu tio, a João Mendo (?), escudeiro e juiz pelo rei [em Estremoz]. Redactor: Rui Lopes, tabelião em Estremoz Localidade de redacção: Estremoz
Carta régia de D. Afonso V, dirigida a todos os corregedores, juízes, justiças, alcaides e meirinhos, almotacés e outros oficiais, onde faz saber que faz graça e mercê a Brites Gonçalves, covilheira da rainha D. Isabel, que todos os seus caseiros, criados e apaniguados sejam escusados de pagar peitas, fintas, talhas, pedidos e empréstimos, e serviços que pelo rei ou pelos concelhos forem lançados; nem sirvam em adiça; nem sejam postos na vintena do mar nem da terra para servirem com nenhuma pessoa; que não sejam besteiros do conto em que lhes concede outros privilégios. Adverte também que à referida Brites Gonçalves lhe sejam guardados todos os privilégios que tinha no tempo de seu marido, Manuel Domingues de Aguiar, contador na comarca de Évora, de Estremoz e de Portalegre, e manda a todos os seus oficiais da justiça e da fazenda que cumpram e guardem todos os privilégios referidos. Redactor: Afonso Pires, escrivão Localidade de redacção: Lisboa
Álvará régio de D. Afonso V em que informa que Mem Rodrigues, cavaleiro do conde de Odemira, seu muito amado primo e adiantado no reino do Algarve, lhe fez saber que ele e sua mulher, Beatriz Gonçalves, têm certos privilégios régios que não lhes querem guardar nas terras de D. Pedro e do duque de Bragança, conde de Arraiolos, seus muito amados primos. Pedia assim que o rei fizesse algo para remediar o assunto. Este manda a todos os juízes, justiças, oficiais e pessoas das terras dos seus primos que lhe façam nelas guardar os ditos privilégios. Redactor: Gonçalo Cardoso, escrivão Localidade de redacção: Torres Novas
Através de João Rodrigues, juiz ordinário de Evoramonte, Manuel Domingues, contador do rei, morador em Évora, toma posse de uma herdade que lhe foi concedida em sesmaria. Redactor: Pedro Esteves, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Monte (Santa Maria) Localização específica da redacção: Casa do juiz
Gil Afonso, escudeiro e vassalo do rei, e Estêvão Lourenço, dão em sesmaria a Manuel Domingues, contador do rei e seu arrendador na comarca de entre Tejo e Guadiana, e a sua mulher, Brites Gonçalves, uns assentamentos de herdades. Redactor: Pedro Esteves, tabelião em Evoramonte Localidade de redacção: Évora Monte (Santa Maria)
Fernando Favacho (?), homem solteiro, morador em Évora, no Chão das Covas, vende a [ilegível] e a Guiomar Fernandes, moradores na mesma cidade, uma vinha, localizada no termo da cidade, por cinco mil reais brancos. Redactor: Rodrigo Anes, escudeiro, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Paço dos tabeliães
Foi apresentada, ao rei, uma carta, feita em Évora, pelo tabelião João Domingues, a 22 de Março de 1487, relativa a um processo entre Leonor Álvares, viúva de Álvaro Pais, e Fernando Eanes, escudeiro, criado de Gonçalo Falcão, estando em questão o pagamento de treze mil reais correspondentes a uma obrigação de dívida. A sentença foi dada pelo juiz de Évora, a qual obrigava o réu ao pagamento da dívida. O rei reafirma a sentença, dada pelos juiz de Évora, ordenando que se vendam os bens do réu no valor da dívida.
Dona Aldonça Martins Toscana, viúva de Diogo Lopes Lobo, cavaleiro, afirma que Dona Maria, mulher de D. Álvaro Pires de Castro, Rui Dias Lobo, cavaleiro, e Inês Dias, são seus herdeiros e de seu marido. Aquando das partilhas, Inês Dias era menor, e agora, sendo maior de idade, requer a posse da administração dos bens que lhe couberam em partilhas. Redactor: João Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Paços de Dona Aldonça Martins Toscana
Arrendamento, por nove anos, de umas casas, de Estêvão Domingues, marchante, morador em Coimbra, localizadas na cidade, na rua da Moeda, a João Esteves, oleiro, por vinte reais, pagos pelo São João. Redactor: Gomes Lourenço, tabelião em Coimbra Localidade de redacção: Coimbra Localização específica da redacção: Paço dos tabeliães
Luís Martins, dito carvoeiro, morador em Évora, vende a João Gonçalves, carreteiro, e a sua mulher, Inês Fernandes, uma casa, localizada em Évora, em frente ao curral da obra e da adega de Fernando Eanes, carreteiro, e parte com João Touregão, por sete mil e setecentos reais. Redactor: Rui Carvalho, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Termo de Évora, horta de Nuno Vaz de Vila Lobos
Beatriz Gonçalves, mulher de Mem Rodrigues afirma que pretende perfilhar Beatriz Martins, mulher de João Touregão, moradora na cidade de Évora, sua sobrinha. Pretende que, depois de sua morte, a sua sobrinha receba metade dos seus bens. Redactor: João de Beja, tabelião geral do reino Localidade de redacção: Estremoz Localização específica da redacção: Castelo
Alvará em que se confirma que Beatriz Gonçalves, mulher de Mem Rodrigues, perfilhou a sua sobrinha, Beatriz Martins, mulher de João Touregão, moradora em Évora. Localidade de redacção: Évora
Testamento de Sancha Geraldes, viúva de Martim Rodrigues Pestana, moradora em Évora. Redactor: Estêvão Rodrigues, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa do tabelião
Doação que fez Pedro Dias, escudeiro, e sua mulher, Madalena Fernandes, de metade de uma vinha, localizada no termo de Évora, na Lagardona, a Rodrigo Eanes, clérigo de missa, para que este reze pelas suas almas. Redactor: João Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casas de Pedro Dias, escudeiro
Lourenço Eanes Leirão, oleiro, e Maria Fernandes, moradores em Évora, à Porta Nova, vendem a Francisco Afonso e a Maria Fernandes, moradores na cidade, umas casas, localizadas na mesma, na rua da Mesquita, por nove mil reais brancos. Redactor: João Furtado, escudeiro e vassalo do rei, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Paço dos tabeliães
Encampação realizada entre Maria Bota, viúva de João Gonçalves de Sande, cavaleiro, e Vasco Gil, telheiro, amo de Nuno Vasques, e sua mulher, Maria Gomes, moradores em Évora. Estes traziam aforadas uma olarias e eiras, localizadas na cidade, por quatrocentos reais e trezentas tigelas da olaria, pagos pelo São João. Os foreiros pedem encampação dos referidos bens. Redactor: Rui Pires, tabelião geral e escrivão da comarca e correição de Entre Tejo e Odiana Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Junto ao Hostital de Jerusalém
Diogo Álvares, cónego da Sé de Évora e recebedor do bispo da referida cidade, apresentou um alvará régio, dado em Santarém, a 22 de Maio de 1487, no qual o rei ordena que qualquer rendeiro do bispado de Évora e das rendas das obras da Sé, que não pague, no prazo estabelecido, as respectivas rendas, que lhe possam ser penhorados os bens. De acordo com as disposições régias, foram penhorados os bens de João Rodrigues e de D. James. Redactor: João Gonçalves, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora
Pedro Lourenço, filho de Lourenço Gil, morador em Avis, vende a Mem Rodrigues, cavaleiro, capitão de Estremoz e alcaide do castelo, umas courelas, localizadas no termo de Vimieiro, por seis mil e quinhentos reais. Redactor: Estêvão Vieira, escudeiro do rei, tabelião das notas em Estremoz Localidade de redacção: Estremoz Localização específica da redacção: Castelo
João Fernandes carne gorda e Inês Mendes, moradores no termo da vila do Vimieiro, vendem a Beatriz Martins, viúva de João Touregão, moradora em Évora, um quinhão de herdade, localizada no termo da vila de Pavia, por sete mil e quinhentos reais. Redactor: João Lopes, tabelião em Vimieiro Localidade de redacção: Vimieiro Localização específica da redacção: Termo di Vimieiro
Sentença dirimida por Mendo Afonso, vassalo do rei e seu juiz em Évora, e Gil Martins, corregedor entre tejo e odiana, entre Estêvão Eanes, alferes, morador e vizinho de Évora, e Pedro Grande, morador em Montemor-o-Novo, testamenteiro de André Esteves Azambujo, relativa à posse de uma herdade, localizada no termo de Montemor-o-Novo, em Santiago do Escoural. Redactor: Durão Sentil, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Paços do concelho
Venda de um foro de oitenta reais brancos cada ano, do hospital da cidade de Évora, feita por autorização régia, pelo provedor das capelas, hospitais e orfãos da comarca, a Brites Martins, viúva de João Touregão, por mil e setecentos reais brancos. O foro era sobre duas courelas de vinha em Peramanca, termo da cidade de Évora, que Brites Martins já trazia aforadas "in perpetum". Brites Martins está representada por seu neto, João Touregão, escudeiro da Casa do Rei. Redactor: Diogo de Évora, escudeiro do rei e tabelião em Évora. Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Nas pousadas onde estava Sebastião Vaz, escudeiro da Casa do Rei e juiz e contador dos resíduos, provedor das capelas e hospitais e orfãos da comarca
Aforamento de umas casas, de Álvaro Rodrigues, cavaleiro da casa do rei, e de Filipa Chainha, moradores em Évora, localizadas em Évora, na rua do Tinhoso, a Pedro Fernandes, porteiro das sisas, e a Ana Fernandes, por mil reais, pagos pelo São João. Redactor: Brás Fernandes, escudeiro, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora
Em presença de Rui Lourenço, tabelião do rei, por autoridade do juiz Aires Pais, Sancha Esteves, moradora e vizinha da cidade de Évora, toma posse, em nome de João Lourido, seu sobrinho, de umas casas, localizadas em Évora, na travessa de Vivas Capelão. Redactor: Rui Lourenço, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Travessa de Vivas Capelão
Sancha Esteves, moradora em Évora, toma posse de uma horta no lugar do Cerdal em nome de João Lourido, seu sobrinho. Redactor: Rui Lourenço, tabelião em Évora
Pedido de autorização de Venda realizado entre Beatriz Martins, viúva de João Touregão, e João Gomes de Avelar, cavaleiro e fidalgo da casa do rei e sua mulher, moradores em Évora. Estes traziam aforada uma adega, localizada em Évora, na rua do Tinhoso, por cem reais brancos. Pedem autorização a Beatriz Martins para venderem o domínio útil, da adega, a Luís Fernandes Serrão, mercador, e a Mécia de Oliveira, moradores na cidade. Redactor: Diogo Gonçalves, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa de Beatriz Martins, viúva de João Touregão
Jerónimo Dias, cavaleiro da casa do rei, e sua mulher, Isabel Francisca, vendem a Nuno Fernandes Cogominho, fidalgo da casa do rei, e a D. João de Melo, parte da herdade da Figueira, localizada no termo de Évora, por noventa mil reais brancos. Redactor: Pedro Rodrigues, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa de Jerónimo Dias
João Rodrigues, vassalo do rei, e sua mulher, Isabel Afonso, moradores em Évora, na rua dos Banhos Velhos, vendem um terço de uma herdade no termo de Évora, em Machede, a Lopo Dias e a sua mulher, Violante Rodrigues, por quarenta e oito mil reais. Redactor: Fernão Vaz, escudeiro da Casa do Rei e público tabelião da cidade de Lisboa. Localidade de redacção: Lisboa Localização específica da redacção: Casa de Lopo Dias, escrivão dos corregedores da corte do rei e seu contador dos feitos diante deles.
João Salema, escudeiro mor na vila de Alcácer do Sal, e sua mulher, Maria Anes, vendem a João Rodrigues, armeiro do rei e a sua mulher, Isabel Afonso, um quinhão de herdade no termo de Évora, em Machede, por quarenta mil reais brancos. Redactor: Duarte Serrão, escudeiro da Casa do Rei e tabelião em Évora. Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa do tabelião.
Fernão da Veiga, escudeiro do duque de Bragança, residente em sua casa, toma posse, em nome de Lopo Dias, cavaleiro da Casa do Rei e escrivão do corregedor da corte, e de sua mulher, Violante Rodrigues, de um terço de uma herdade, no termo de Évora, em Machede. Redactor: Diogo Gonçalves, tabelião em Évora. Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: No termo de Évora, em Machede.
Perante um juiz ordinário apareceu Duarte Martins, cavaleiro, morador em Évora e apresentou uma carta de sentença de D. Manuel referente a uma herdade do termo da vila de Pavia. Redactor: Mateus Afonso, tabelião em Pavia Localidade de redacção: Pavia Localização específica da redacção: Nas casas de audiência.
Carta de sentença de D. Manuel, que Catarina Esteves, viúva de Estevão Fernandes, alcançou contra o concelho da vila de Pavia, acerca de umas terras de uma herdade no termo dessa vila. Redactor: Pedro Moniz, escrivão. Localidade de redacção: Lisboa
Estevão Anes, ovelheiro, e sua mulher, Mor Eanes, moradores em Evoramonte, vendem a Manuel Domingues, contador do rei, e a sua mulher, Beatriz Gonçalves, uma herdade localizada no termo de Evoramonte, na ribeira de Tera, por dois mil reais brancos. Redactor: Vasco Gil, vassalo do rei e tabelião do conde de Arraiolos Localidade de redacção: Arraiolos Localização específica da redacção: Paços do conde D. Fernando
Escambo realizado entre Pedro Afonso e sua mulher, Guiomar Lourenço, moradores em Évora, e Aires Eanes Calça, procurador, e sua mulher, Mor Afonso, moradores na mesma cidade. Os primeiros cedem parte de uma herdade, localizada na serra do Espinheiro, recebendo em troca uma casas que Aires Eanes Calça em Évora, na rua das Fatinhas. Redactor: Vicente Bartolomeu, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa de Aires Eanes Calça
Aires Eanes Calça, mostrando a carta de compra, toma posse de uma herdade, localizada no caminho velho de Portel, em Mal Degolagos. Redactor: Fernão Pires, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Termo da cidade
João Salvado, o moço, toma posse de um quinhão de herdade que foi de Aires Eanes Calça, localizada no termo de Évora, no caminho velho de Portel, junto à ribeira dos Mal Degolados. Redactor: Pedro Anes, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Termo da cidade
Doação feita por Diogo Gonçalves de Mecines e Ausenda Vasques a sua filha, Catarina Dias, e a Gil Vasques, tanoeiro, de parte de uma vinha e chão e matos na Lagoa. Redactor: Lourenço Gonçalves, tabelião em Silves Localidade de redacção: Silves Localização específica da redacção: Casa de morada de Diogo Gonçalves de Mecines
Venda realizada por Rui Gonçalves e sua mulher, Mor Afonso, moradores e vizinhos de Évora, a João Salvado, o moço, e a sua mulher, Catarina Martins, moradores e vizinhos da mesma cidade, de um quinhão de uma herdade, por mil libras de dinheiros portugueses. Redactor: Pedro Anes, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora
Sentença dirimida por Vasco Martins de Sousa, cavaleiro da casa do rei e juiz ordinário de Évora, relativa a um processo entre Diogo Lopes e sua mulher, Isabel Soares, e Gonçalo Eanes Viola, estando em questão a posse de duas herdades, uma localizada no termo de Évora e outra no termo de Monsaraz.
Venda realizada por Constança Afonso, viúva de Mestre Gonçalo das decretais, moradora em Lisboa, a Aires Eanes Calça e sua mulher, Mor Afonso, moradores em Évora, de uma herdade, localizada no caminho velho de Portel, por quatrocentos e cinquenta libras de dinheiros portugueses. Redactor: Pedro Esteves, tabelião em Lisboa Localidade de redacção: Lisboa Localização específica da redacção: Casa de Constança Afonso
João Fernandes, procurador de Diogo Lopes cavaleiro e escrivão do tesouro da Sé de Évora, e sua mulher, Isabel Soares, solicita a Gil de Oliveira, cavaleiro e juiz ordinário de Évora, a sentença relativa a um processo entre Diogo Lopes e sua mulher e Gonçalo Eanes Viola. Redactor: Cristóvão Anes, vassalo do rei, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Paços do concelho
João Salvado, tabelião geral, morador em Évora, encontrando-se preso, fez seu procurador Afonso Anes, morador em Évora, para que desse posse de uma herdade vendida a Fernão Gonçalves. Redactor: Perdo Anes, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Prisão
Venda realizada por João Salvado, o moço, morador em Évora, e sua mulher, Catarina Martins, a Fernão Gonçalves, mercador, e a Catarina Anes, moradores na mesma cidade, de uma herdade, localizada no caminho velho de Portel, na ribeira dos Degolados, por três mil libras de dinheiros Portugueses. Redactor: Pedro Anes, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casas dos presos da cadeia do rei
Mécia Gil, testamenteira e herdeira de João Rodrigo, seu marido, fez o seu testamento, distribuindo os bens móveis e imóveis. Redactor: Martim Anes, tabelião em Évora
Vicente Anes, vizinho de Vila Nova de Ourique, faz seu procurador Francisco Martins, para que este possa responde por si perante o juiz, no caso de uma demanda que mantém com Domingos do Beiço, relativa às rendas da vila de Ourique. Redactor: João Pires, tabelião de Évora Localidade de redacção: Évora
Carta de D. Duarte, na qual faz doação de uma herdade, localizada no termo de Évora, a Lopo Dias, escrivão dos contos na mesma cidade. O documento descreve o processo pelo qual a herdade entrou em posse do rei. Localidade de redacção: Avis