Type

Data source

Date

Thumbnail

Search results

You search for francisco and 322,465 records were found.

Reclamação da Câmara Municipal da Lourinhã contra o arrolamento do antigo Convento de São Francisco, pedindo que o mesmo se mantenha na sua posse, o que advém das cartas de lei de 15 de Setembro de 1841 e de 7 de Abril de 1877. A Comissão Central de Execução da Lei da Separação deliberou que se deva manter o arrolamento de algumas partes do Convento de São Francisco, da Lourinhã, como pertencentes ao Estado, nomeadamente a igreja matriz, torre com um sino, uma pequena casa de arrecadação e todas as suas servidões.
Ofício da Junta de Paróquia de Apúlia respondendo ao ofício n.º 166 da Câmara Municipal e contestando as acusações de Manuel Francisco Fragoso que solicitou a tapagem de um terreno que reclamava aforado à Câmara Municipal. Após protestos de outros moradores e visita do local pela Junta de Paróquia a mesma decidiu não permitir a tapagem, apesar das queixas do requerente. O ofício é assinado pelos membros da Junta de Paróquia: José Pires de Almeida Lopes, Presidente; António Francisco da Cruz e José Fernandes Igreja.
A Associação de Socorros Mútuos, Monte Pio das Uniões Evangélicas do Porto e Gaia foi criada por D. António Ferreira Fiandor e mais membros da Igreja Lusitana (Américo Pinto de Sousa Nogueira, António Couto, Cristiano de Sousa Pires, Francisco Fernandes Pacheco, João José de Carvalho Lima, José Maria Leite Bonaparte, Manuel José Barbosa e Manuel Pereira dos Santos). Uma das razões apresentadas para a sua fundação foi a falta de uma organização deste tipo, no meio evangélico. Podia ser constituída por membros da Igreja e simpatizantes. Contudo, apesar da sua fundação, esta instituição não chegou a funcionar por falta de sócios.
A Associação de Socorros Mútuos, Monte Pio das Uniões Evangélicas do Porto e Gaia foi criada por D. António Ferreira Fiandor e mais membros da Igreja Lusitana (Américo Pinto de Sousa Nogueira, António Couto, Cristiano de Sousa Pires, Francisco Fernandes Pacheco, João José de Carvalho Lima, José Maria Leite Bonaparte, Manuel José Barbosa e Manuel Pereira dos Santos). Uma das razões apresentadas para a sua fundação foi a falta de uma organização deste tipo, no meio evangélico. Podia ser constituída por membros da Igreja e simpatizantes. Contudo, apesar da sua fundação, esta instituição não chegou a funcionar por falta de sócios.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça acerca da apreensão feita a bordo da escuna portuguesa Senhora da Paz, na ilha de São Miguel, de moeda de bronze falsa e papel selado também falso, informando que foram pronunciados os réus Francisco de Sousa Machado e Manuel de Sousa Machado, tendo-se um deles evadido para fora do Reino e o outro apresentado na cidade de Ponta Delgada, tendo sido absolvido na audiência do dia 16 de agosto. O Procurador-Geral da Coroa refere-se ainda à negligência e grave omissão do delegado da comarca de Ponta Delgada.
Os requerentes são: Maria da Conceição e filhos, Isabel de Oliveira, Maria da Piedade Freitas, Francisca Júlia da Conceição, Maria da Luz da Piedade, Maria do Carmo da Silveira, Maria Gonçalves, Maria José dos Santos, Viscondessa da Torre das Donas, Francisca Maria Agostinha, Vitória da Trindade e filhos menores, Ana Isabel de Jesus Lopes, Ana Emília da Cruz e filhos, Joaquim Teotónio Segurado e Sebastião Francisco. Contém ofício da 9.ª Repartição da Direção-Geral da Contabilidade Pública do Ministério das Obras Públicas, Comércio e Indústria, de 18 de abril de 1902, e pareceres do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 26 de maio, escritos sobre o ofício.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação de Lisboa, de 27 de julho de 1846, participando que existe na 5.ª vara de Lisboa uma execução por avenças contra António Gomes, em resultado da qual entrara na Recebedoria da Covilhã a dívida fiscal e 5.701 réis de custas. No entanto, tendo vindo as duas letras sacadas pelo recebedor Francisco Nunes Torres, em 23 de dezembro de 1844, e sendo por duas vezes apresentadas ao recebedor a das custas, não foi paga. Pede que sejam solicitadas ao ministro da Fazenda as convenientes providências sobre este assunto.
Doação à Confraria de Santa Maria dos Sapateiros que fazem Álvaro Gomes e sua mulher Isabel Mendes de metade do Lugar de São Francisco onde está o Pombal situado além do Rio de Couros, junto com a Quinta de Vila Verde. A herdade fora recebida de seus pais e sogros Mendo Afonso e Inês Eanes, que, por sua vez, haviam recebido de João Gonçalves o pequeninho sapateiro e de Francisca Afonso sua mulher. Foram testemunhas presentes Pedro Álvares, Fernão Vaz e outros. Segue-se tomada de posse a 1 de Abril de 1476 no lugar e casa de São Francisco, sendo testemunhas João Anes genro de Nuno d’Avis e Afonso Gonçalves sapateiro.