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Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça acerca da incúria e desleixo do delegado do Procurador Régio na comarca de Sintra, Francisco de Matos Carvalho, e do subdelegado no julgado de Mafra, José Bartolomeu de Assis, na execução da portaria de 2 de agosto de 1842, que ordenou ao Ministério Público que promovesse os termos convenientes para que fossem remetidos aos juízes eleitos das freguesias do concelho de Mafra as execuções por conhecimentos de impostos que eram da sua competência e indevidamente corriam no juízo ordinário do julgado.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça informando que o agente do Ministério Público na comarca de Angola Pedro de Torres Ribeiro, cometeu e consentiu que se cometessem infrações da lei no processo instaurado pela apreensão do patacho Nereida, empregado no tráfico de escravos, e que os juízes de direito substitutos que intervieram neste processo, Inácio Joaquim de Melo, Francisco das Necessidades Ribeiro Castelo Branco, Estêvão da Fonseca Negrão, efetuaram irregularidades, em consequência das quais o processo foi anulado.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça acerca da impossibilidade de citação de Estêvão António de Oliveira, devedor fiscal e atual presidente da Câmara Municipal de Alcochete, por culpa do juiz ordinário António José da Costa, do escrivão Francisco Joaquim de Jesus e do subdelegado Sérgio António de Morais, simultaneamente escrivão da Câmara e juiz de paz, que se recusaram a participar nesta diligência, quando instados pelo solicitador. O Procurador-Geral propõe a exoneração do subdelegado, devido à incompatibilidade de funções.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça remetendo uns ofícios do Procurador Régio da Relação de Lisboa e documentos anexos que contêm o exame e corpo de delito feito sobre as assinaturas do documento com que o réu António de Oliveira foi condenado a dez anos de degredo para África, em que se mostra a falsidade de todas elas, à exceção do reconhecimento do tabelião Francisco Ludovico de Freitas Sampaio. Sugere que os documentos sejam enviados ao governador-geral de Angola para fazer instaurar o competente processo.
Consulta acerca do requerimento em que Francisco Joaquim de Almada e Maria Augusta de Melo pedem o pagamento das rendas que ficaram em dívida ao falecido José Joaquim de Almada, na qualidade de proprietário da casa de habitação do professor primário da freguesia de São Pedro, concelho de Vila Franca do Campo. Contém ofício da 3.ª Repartição da Direção-Geral da Contabilidade Pública do Ministério do Reino, de 3 de novembro de 1905, e parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 15 de novembro, escrito sobre o ofício.
Consulta acerca do requerimento em que Teresa Beatriz Planas Dória Lucas, Maria Teresa Abranches Fazenda Viegas e Francisco Rodrigues da Cunha Lucas pedem o pagamento dos vencimentos que ficaram em dívida ao seu falecido marido e filho, Agostinho Viegas da Cunha Lucas, na qualidade de professor da escola normal de ensino primário para o sexo masculino, em Coimbra. Contém ofício da 3.ª Repartição da Direção-Geral da Contabilidade Pública do Ministério do Reino, de 9 de março de 1905, e parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 23 de março, escrito sobre o ofício.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça participando que no processo-crime instaurado pela apreensão de moeda e papel selado falso, na ilha de São Miguel, a bordo da escuna "Senhora da Paz", ficaram pronunciados os réus Manuel de Sousa Machado e Francisco de Sousa Machado, mas que os processos não têm progredido, pelo facto de, no caso do primeiro, se desconhecer a sua residência e, no segundo, por ter sido despronunciado o réu, tendo o Ministério Público interposto recurso.
Correspondência do Pe. Ilídio José Vieira da Costa, diretor da Arquiconfraria do Santíssimo Sagrado Coração de Maria do Mosteiro de S. Bento da Vitória (Porto) e presidente da Associação dos Exercícios Espirituais ao Clero. Na carta aborda os seguintes assuntos: feitura do manto [sacerdotal] e do roquete; novo cargo que ocupa; insígnias dos dignitários da Basílica Lauretana em Portugal; fundação da Associação de S. Francisco de Sales, na diocese do Porto; pergunta se pregou os “3 sermões nas preces ad pet. pluvium”. No bilhete postal mostra a sua indignação pela imprensa católica, à exceção do jornal “A Ordem”, não fazer qualquer alusão ao centenário do nascimento do Pe. Rademaker (1828-1885).
Manuel da Ascensão Espinho pede a quantia de 1.372.870 réis, 40% da importância que a Fazenda Nacional recebeu pela venda de vários prédios situados em Setúbal, que pertenceram a Francisco Maria Rafael, e que ele, na qualidade de escrivão de Fazenda no mesmo concelho, denunciou ao poder judicial. Contém ofício da 1.ª Secção da 2.ª Repartição da Direção-Geral da Estatística e dos Próprios Nacionais do Ministério da Fazenda, de 30 de setembro de 1901, e minuta do parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 24 de outubro.
Os requerentes são: Angélica Ermelinda Pereira de Castro Abreu Mota e filhos, Maria da Encarnação Mourão, Rosa Emília Dias, Ana Augusta de Jesus e filha, Constança de Jesus, Francisco Carlos Teixeira de Morais, André Faco, Raul Artur Catalão Pereira e Maria de Jesus e filhos. Contém ofício da 9.ª Repartição da Direção-Geral da Contabilidade Pública do Ministério das Obras Públicas, Comércio e Indústria, de 13 de novembro de 1903, e pareceres do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 30 de novembro, expedidos a 1 de dezembro.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto para o Ministério da Guerra sobre a legalidade da promoção de Francisco Damásio Roussado Gorjão, a reclamação dos tenentes coronéis Manuel Rodrigues Afonso de Campos, Isidoro Marques da Costa e Bento José da Cunha Viana e a indemnização de preterição para os efeitos de reforma concedida a vários coronéis pelos decretos de 3 e 17 de novembro de 1880 ou por qualquer outro diploma cuja execução foi mandada suspender por decreto de 9 de dezembro de 1880.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José Manuel de Almeida e Araújo Correia de Lacerda dirigido ao Ministro da Justiça. Remete a cópia de um ofício do delegado do procurador régio na comarca de Setúbal, de 11 de setembro de 1845, em que participa o crime cometido naquela vila, na noite de 7 para 8 do mesmo mês, na pessoa de António Pedro Camalier, guarda da alfândega daquela cidade, "cujo cadáver apareceu crivado de punhaladas e estocadas", no sítio do Forte de São Francisco, "havendo veementes suspeitas de que a sua adesão à carta e à boa ordem motivaram este horroroso crime".
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José Manuel de Almeida e Araújo Correia de Lacerda dirigido ao Ministro da Justiça remetendo um ofício do Procurador Régio da Relação de Lisboa, de 10 de dezembro de 1844, acerca do processo instaurado no juízo de direito da comarca de Almada contra o escrivão da administração daquele concelho, Joaquim Estêvão Marques da Silva, e o oficial de diligências, Francisco Rufino Peres, em que participa que, por sentença do dia 2 do mesmo mês, mandou-se dar baixa na culpa e pôr os autos em perpetuo silêncio.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José Manuel de Almeida e Araújo Correia de Lacerda dirigido ao Ministro da Justiça. Informa que o procurador régio da Relação de Lisboa lhe remeteu quatro certidões das guias, pelas quais se mostra que o ex-delegado da comarca de Alenquer, Francisco António da Silva Leite, os escrivães João de Lemos Figueredo e Luís de Lemos Mena, e o solicitador José Joaquim Salgado repuseram as quantias que tinham recebido a mais na execução contra Joaquim José Vítor de Abreu.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José Manuel de Almeida e Araújo Correia de Lacerda dirigido ao Ministro da Justiça participando o furto de vários livros e processos do arquivo da Câmara de Ponte da Barca pelo ex-escrivão Francisco José Antunes Ferreira. Ordena ao Procurador Régio da Relação do Porto que não só faça promover os termos legais competentes contra aquele ex-escrivão, mas também, ouvindo por escrito o delegado e subdelegado acerca das razões em que se fundaram para não proceder, informe com as respostas dadas.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto para o Ministério da Fazenda. Pronuncia-se sobre a inexistência de pessoas contra quem se possa instaurar um processo executivo pelas dívidas deixadas por Francisco Sales Barruncho, já falecido, tutor da demente Joana Maria da Conceição, provenientes do preço por que foi arrematado pelo seu pai o antigo Convento de Laveiras, uma vez que, falecida Joana, a herança foi julgada jacente e passou para a posse da Fazenda Nacional.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação de Lisboa, de 1 de agosto de 1846, participando que, no dia 22 de maio, o réu Alexandre de Almeida, a cumprir a pena de um ano de trabalhos públicos na cadeia de Azambuja, foi tirado por forças populares daquela cadeia e que, no dia 30 de junho, fugiram da cadeia de Alenquer os presos Manuel Garcia, o Padre, Augusto Francisco e Manuel Jacinto, que se encontravam na sala livre.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, António Cardoso Avelino, dirigido ao procurador régio do Porto. Remete a este magistrado o requerimento em que o presbítero José Maria Maia, pároco colado na freguesia de São Pedro de Seixas, concelho de Caminha, pede que lhe seja aceite a declaração de não haver desistido do concurso aberto para o provimento da igreja de São Veríssimo de Luzio, e um ofício do arcebispo primaz de Braga com os termos das declarações que este pároco e o da freguesia de Santo Adrião de Oleiros, Francisco António de Araújo fizeram a este respeito.
Parecer do ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Frederico de Gusmão Correia Arouca. Pronuncia-se sobre as resoluções a tomar relativamente à empreitada B do lanço compreendido entre a estação do Pinheiro e a central dos caminhos de ferro Minho e Douro, de que foi empreiteiro Juan Spina, por despacho de 28 de maio de 1888, do qual era credor Francisco Martins Ramos Guimarães. Sustenta que "sendo a única dúvida para a aprovação da empreitada as reclamações apresentadas, [...] ela pode ser aprovada entregando-se as obrigações ao referido Guimarães".
Contém sete relatórios de diferentes autores e instituições sobre as questões da pobreza e das desigualdades sociais. Contém, entre outros, um estudo da OCED publicado em 2008 sobre: Growing Unequal? Income distribution and Poverty in OECD Countries; um relatório da Eurostat de 2010: Combating poverty and social exclusion. A statistical portrait of the European union 2010; dois estudos da Fundação Francisco Manuel dos Santos publicados em 2009 e 2011 sobre: Retrato de Portugal e Desigualdades sociais; e, ainda um estudo de Carlos Farinha Rodrigues e Isabel Andrade de 2013 intitulado: Growing inequalities and their impacts. Country Report of Portugal.
Carta de António Ferreira Gomes bispo do Porto exilado para I. Vicenta - irmã da Casa "Residência Sacerdotal em Valência" solicitando que telefone “…D. Francisco Polo, no Banco Mercantil e Industrial (S. Vicente, 24 tel. 227967…” informando a este que “…recebi a encomenda e estou à espera do formulário de reembolso para regularizar as minhas contas…”, pede o facor de lhe levar mais frascos do remédio quando for a Lourdes em pregrinação e solicita o envio de 2 livros, que deixou nos seus aposentos intitulados “…Escritos de Teologia do P. Carlos Rahner e História da Igreja de Erhard…”, Lourdes - Altos Pirenéus – França, 1966-03-02
Doutoramentos Honoris Causa do Prof. Francisco Caldeira Cabral e do Prof. Henrique Queirós de Barros, sessão solene de 31 de Janeiro 1980; inseridos nas comemorações do 6.º aniversário da tomada de posse da Comissão Instaladora do Instituto Universitário de Évora (4 de Janeiro de 1974) que decorreram em 31 de Janeiro e 1 de Fevereiro de 1980; em primeiro plano, à direita, Reitor Prof. Eng. Ário Lobo Azevedo, Presidente da República Gen. Ramalho Eanes e Ministro da Educação e Ciência Prof. Vítor Crespo. Envolvência em contexto: Colégio do Espírito Santo, Claustro
Doutoramentos Honoris Causa do Prof. Francisco Caldeira Cabral e do Prof. Henrique Queirós de Barros, sessão solene de 31 de Janeiro 1980; inseridos nas comemorações do 6.º aniversário da tomada de posse da Comissão Instaladora do Instituto Universitário de Évora (4 de Janeiro de 1974) que decorreram em 31 de Janeiro e 1 de Fevereiro de 1980; Reitor Prof. Eng.º Ário Lobo Azevedo entrega o Diploma ao Prof. Caldeira Cabral, o primeiro Doutor Honoris Causa pela Universidade de Évora. Envolvência em contexto: Colégio do Espírito Santo, Sala dos Actos.
Doutoramentos Honoris Causa do Prof. Francisco Caldeira Cabral e do Prof. Henrique Queirós de Barros, sessão solene de 31 de Janeiro 1980; inseridos nas comemorações do 6.º aniversário da tomada de posse da Comissão Instaladora do Instituto Universitário de Évora (4 de Janeiro de 1974) que decorreram em 31 de Janeiro e 1 de Fevereiro de 1980; *Laudatio* pelo Prof. Eng.º Manuel Gomes Guerreiro, antecedendo a Lição e entrega do diploma ao Prof. Henrique de Barros. Envolvência em contexto: Colégio do Espírito Santo, Sala dos Actos.
Doutoramentos Honoris Causa do Prof. Francisco Caldeira Cabral e do Prof. Henrique Queirós de Barros, sessão solene de 31 de Janeiro 1980; inseridos nas comemorações do 6.º aniversário da tomada de posse da Comissão Instaladora do Instituto Universitário de Évora (4 de Janeiro de 1974) que decorreram em 31 de Janeiro e 1 de Fevereiro de 1980; Presidente da República Gen. Ramalho Eanes, seguido do Ministro da Educação e Ciência Prof. Vítor Crespo, Reitor Prof. Eng. Ário Lobo Azevedo encerrando o cortejo. Envolvência em contexto: Colégio do Espírito Santo, Sala dos Actos.
Doutoramentos Honoris Causa do Prof. Francisco Caldeira Cabral e do Prof. Henrique Queirós de Barros, sessão solene de 31 de Janeiro 1980; inseridos nas comemorações do 6.º aniversário da tomada de posse da Comissão Instaladora do Instituto Universitário de Évora (4 de Janeiro de 1974) que decorreram em 31 de Janeiro e 1 de Fevereiro de 1980; da direita para a esquerda, Reitor Prof. Eng. Ário Lobo Azevedo, Presidente da República Gen. Ramalho Eanes e Ministro da Educação e Ciência Prof. Vítor Crespo. Envolvência em contexto: Colégio do Espírito Santo, Claustro.
Doutoramentos Honoris Causa do Prof. Francisco Caldeira Cabral e do Prof. Henrique Queirós de Barros, sessão solene de 31 de Janeiro 1980; inseridos nas comemorações do 6.º aniversário da tomada de posse da Comissão Instaladora do Instituto Universitário de Évora (4 de Janeiro de 1974) que decorreram em 31 de Janeiro e 1 de Fevereiro de 1980; Reitor Prof. Eng. Ário Lobo Azevedo, Presidente da República Gen. Ramalho Eanes e Ministro da Educação e Ciência Prof. Vítor Crespo dirigindo-se para a Sala dos Actos. Envolvência em contexto: Colégio do Espírito Santo, Claustro.
Doutoramentos Honoris Causa do Prof. Francisco Caldeira Cabral e do Prof. Henrique Queirós de Barros, sessão solene de 31 de Janeiro 1980; inseridos nas comemorações do 6.º aniversário da tomada de posse da Comissão Instaladora do Instituto Universitário de Évora (4 de Janeiro de 1974) que decorreram em 31 de Janeiro e 1 de Fevereiro de 1980; em primeiro plano, da esquerda para a direita, Reitor Prof. Eng.º Ário Lobo Azevedo, Presidente da República General Ramalho Eanes e Ministro da Educação e Ciência Prof. Vítor Crespo. Envolvência em contexto: Colégio do Espírito Santo, Claustro.
Doutoramentos Honoris Causa do Prof. Francisco Caldeira Cabral e do Prof. Henrique Queirós de Barros, sessão solene de 31 de Janeiro 1980; inseridos nas comemorações do 6.º aniversário da tomada de posse da Comissão Instaladora do Instituto Universitário de Évora (4 de Janeiro de 1974) que decorreram em 31 de Janeiro e 1 de Fevereiro de 1980; da direita para a esquerda, Reitor Prof. Eng. Ário Lobo Azevedo, Presidente da República Gen. Ramalho Eanes e Ministro da Educação e Ciência Prof. Vítor Crespo. Envolvência em contexto: Colégio do Espírito Santo, Sala dos Actos.
Martim Pires Zagalo e Alda Esteves, sua mulher, moradores e vizinhos de Évora, fazem escambo de um pardieiro derrubado com Gil Vasques e Catarina Pires. O pardieiro situa-se na rua de Rodrigo Soares Zagalo. Parte com Martim Gomes, cavaleiro, com o dito Gil Vasques, com rua e azinhaga. Gil Vasques e sua mulher concedem, em troca, uma chão com seu pomar, no termo da cidade, na Herança de Pedro Soares Zagalo, que parte com Martim Pires Zagalo, com João dos banhos, tabelião, com Francisco Pires Zagalo, com o caminho do Espinheiro. Redactor: Bartolomeu Afonso, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casas de Martim Pires Zagalo
Frei Francisco de Santa Maria prior dos Descalços de Nossa Senhora do Carmo do reino de Portugal, tendo já licença do príncipe e do Definitório Geral para fundar um convento de religiosas Carmelitas Descalças em Évora faz seu procurador, a quem comete o seu poder, ao padre frei Manuel de Santo António, prior do convento de Évora da mesma Ordem (Convento dos Remédios) para que este, em seu nome, possa tomar todas as decisões relativas à fundação do convento das religiosas Carmelitas Descalças. Localidade de redacção: Lisboa Localização específica da redacção: Convento dos Remédios.
Inventário para avaliação dos domínios directos e capitais mutuados pertencentes ao convento de São José da cidade de Évora, impostos em propriedades situadas nos concelhos de Évora, Viana do Alentejo, Arraiolos, Reguengos, Setúbal, Vidigueira e Coruche. Está numerado e rubricado por quem o fez: Francisco Ribeiro Tavares. Iniciado de 23 de Julho de 1900 e terminado de 2 de Agosto de 1900. Foram avaliados os domínios directos de casas e propriedades pertencentes ao extinto convento de São José. Consta o nome do foreiro, a data da escritura do aforamento e por vezes o nome do tabelião que fez a escritura.
Escambo entre Brás, pobre da província da serra de Ossa, como procurador da casa, e Baltazar Gonçalves, pescador, morador em Setúbal, e sua mulher, Catarina Gomes. Os primeiros concedem ao casal umas casas que traziam como seus foreiros por cento e cinquenta reais por ano, pagos em São João Baptista, nas quais tinham feito benfeitorais, e recebem em troca outras casas do casal situadas em Setúbal na rua das Amoreiras. Redactor: Francisco (?) [...], tabelião em Setúbal pelo mestre e duque Localidade de redacção: Setúbal Localização específica da redacção: Na casa do tabelião
Manuel Pinto, fidalgo da casa do duque de Bragança, e sua mulher, Inês Freire, contratualizam o casamento de Isabel Pinto, sua filha, com Simão de Brito, fidalgo da casa do rei, morador em Évora, com quem já estavam concertados, e afirmam que se vierem a ser recebidos por palavras de presente lhe dão em dote diversos bens, entre os quais alguns localizados em Machede e em Montemor-o-Novo. Redactor: Diogo Gonçalves, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Nas casas de morada do licenciado Francisco Gonçalves
Venda que faz António Serrão, mercador, cortesão, a Simão Rodrigues, morador em Évora, e a sua mulher, Jerónima Lopes, de umas casas de morada na cidade, por dois moios e meio de trigo postos na cidade de Lisboa em salvo da sisa e do terradigo. As casas eram foreiras ao convento de Santa Clara de Évora em quinhentos reais, pagos no dia de Natal, e a Francisco da Silveira, coudel mor, em quinhentos reais, pagos no dia de Páscoa. A venda efectua-se com o consentimento do coudel. Redactor: Diogo de Arcos, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Na portaria do convento de Santa Clara
Venda que faz António Serrão, mercador, cortesão, a Simão Rodrigues, morador em Évora, e a sua mulher, Jerónima Lopes, de umas casas de morada na cidade, por dois moios e meio de trigo postos na cidade de Lisboa em salvo da sisa e do terradigo. As casas eram foreiras ao convento de Santa Clara de Évora em quinhentos reais, pagos no dia de Natal, e a Francisco da Silveira, coudel mor, em quinhentos reais, pagos no dia de Páscoa. A venda efectua-se com o consentimento do coudel. Redactor: Diogo de Arcos, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Na portaria do convento de Santa Clara
Venda que fazem Diogo de Goios, cavaleiro da ordem de Santiago, e sua mulher, Guiomar Freire, ao convento de Santa Clara de Évora, de umas casas coladas ao convento, por vinte cinco mil reais. As casas eram foreiras à igreja de São Pedro de Évora em quinhentos reais e são compradas pelo convento mediante autorização dada por alvará régio apresentado no acto por frei Francisco, capelão do convento. Redactor: Diogo Gonçalves, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Nas casas de morada de Diogo de Goios, cavaleiro da ordem de Santiago
Frei Amador, frade da Ordem de São Francisco e capelão do convento de Santa Clara de Évora toma posse de umas casas que foram tomadas a Fernando Eanes Forgão por ordem de Garcia de Magalhães, fidalgo da casa real e juiz pela ordenação em Évora, na ausência do licenciado Gil Vaz Bugalho, juiz de fora. Redactor: Diogo de Vilalobos, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Nas pousadas de Garcia de Magalhães, fidalgo da casa real e juiz pela ordenação em Évora
Carta régia de Filipe I, de confirmação da doação da herdade de São Gregório, no termo de Arraiolos, a Miguel de Moura, do seu conselho de estado, escrivão da puridade e um dos governadores do reino. A herdade fora doada entre vivos a Miguel de Moura por Francisco de Carvalho, arcediago da Sé de Évora e seu tio, por ser irmão de sua mãe. A confirmação régia era necessária por a doação passar da quantia da ordenação. Redactor: Belchior Pinto, escrivão Localidade de redacção: Lisboa
Encampação realizada entre os raçoeiros da igreja de Santa Maria do Bispo de Montemor-o-Novo e Pedro Álvares, tecelão, e Iria Gonçalves, vizinhos e moradores na mesma vila. Estes traziam emprazados uns pardieiros, da referida igreja, localizados junto ao adro da referida igreja, por duas galinhas, pagas pelo Natal. Os referidos foreiros pedem que os clérigos lhes recebam os pardieiros. Aceite a encampação, os clérigos emprazaram, em três vidas, os referidos bens, a Francisco Rodrigues, clérigo, morador em Montemor-o-Novo. Redactor: João da Costa, amo de Rui de Sousa, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Igreja de Santa Maria do Bispo
Venda que fazem Francisco Fernandes, vinhateiro, morador em Évora na rua de Avis, por si e por Isabel Gonçalves sua avó, viúva de Pedro Fernandes Trombeta, também moradora na rua de Avis, a Rodrigo Esteves Sousinho e a sua mulher Catarina Pires, moradores no termo de Évora na quinta de Fernão Gonçalves, de uma vinha com olival no termo da cidade, em Val de Romão, por vinte e oito mil reais brancos. A vinha era foreira à igreja de Santiago de Évora em cinquenta reais, pagos pelo São Martinho. Redactor: João Fernandes, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Na igreja de Santiago
Sentença do licenciado Tomé Rodrigues de Magalhães, vigário geral no espiritual e no temporal no bispado de Évora, pelo cardeal D. Afonso, infante de Portugal, administrador e governador do arcebispado de Lisboa e bispo de Évora e de Viseu, e comendatário do mosteiro de Alcobaça e do mosteiro de Santa Cruz de Coimbra. É relativa a um processo que opunha Francisco Anes, clérigo de missa, e Fernão Delgado, também clérigo de missa, representantes de uma demanda entre a igreja de São Pedro de Évora e a igreja de São Mamede de Évora, sobre os dízimos das fazendas da capela de Manuel Dias Brandão. Redactor: Diogo Pires, escrivão Localidade de redacção: Évora
O prior e raçoeiros da igreja de Santiago dão consentimento a Afonso Infante e a sua mulher, Catarina Afonso, que traziam de foro umas casas na porta de Alconchel, para venderem o foro a Antónia Martins, viúva de Francisco Fernandes, por três mil e quinhentos reais brancos. O consentimento é dado com a condição que ela não possa vender o foro sem autorização da igreja e que faça a manutenção das referidas casas. Redactor: Álvaro Martins, vassalo do rei, escrivão público por Afonso Gonçalves, tabelião Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago
Francisco Martins, clérigo, e Pedro Cibrães, testamenteiros de João Rodrigues, que foi cónego da Sé de Évora, fazem doação, em nome do referido cónego, aos clérigos da igreja de Santiago de Évora dos seguintes bens: uns bacelos, localizados no termo da cidade, junto ao mosteiro de São Bento de Cástris; e um herdamento, no termo da cidade, em Vale de Romão. Em contrapartida, os clérigos da igreja de Santiago devem celebrar dois aniversários. Redactor: Afonso Eanes, tabelião de Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa de Lourenço Chairo
Venda que fazem Afonso Infante, escudeiro, morador em Évora e sua mulher, a Catarina Afonso, a Antónia Martins, viúva de Francisco Fernandes, de três casas de morada de porta a dentro e um quintal e um celeiro, na porta de Alconchel, por três mil e quinhentos reais brancos. As casas eram foreiras à igreja de Santiago de Évora por vinte cinco soldos, pagos pelo São Martinho. Redactor: Álvaro Martins, vassalo do rei e escrivão público em lugar de Afonso Gonçalves, tabelião Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Na igreja de Santiago
Aforamento que fazem Francisco Eanes e Estevão Fernandes, vizinhos de Lavre, como procuradores do prior e raçoeiros da igreja de Santiago de Évora, de metade de um paço e de metade de um ferragial em Lavre, a Joane Anes, tabelião em Lavre, e a sua mulher, Catarina Anes. O paço é aforado por quarenta soldos, metade pagos no dia de Natal e a outra metade no dia de São João Baptista, e o ferragial é aforado por cinco soldos por ano. Redactor: Joane Anes, tabelião em Lavre Localidade de redacção: União das freguesias de Cortiçadas de Lavre e Lavre
Traslado de uma doação feita por Francisco Martins, raçoeiro da igreja de Santiago de Évora, e por Rui Mendes, escudeiro, como testamenteiros de Mem Rodrigues, cavaleiro, ao prior e raçoeiros da referida igreja, de umas casas que foram do falecido, próximo do poço de Alconchel, para lhe dizerem missas por alma. O traslado é solicitado pelo prioste a Gomes Lourenço Cavalo, juiz dos feitos dos crimes de Évora. Redactor: João Mendes, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Nas casas de morada de Estevão Domingues, prioste da igreja de Santiago de Évora
Os raçoeiros da igreja de Santiago de Évora, solicitam a Estêvão Pires, cónego da Sé e vigário geral de D. Martinho, bispo de Évora, autorização para tomarem uma vinha que lhes pertencia, em virtude do foreiro desta, Francisco Domingues, ter falecido. No dia 6 de Julho de 1371, os raçoeiros da igreja de Santiago de Évora, na presença do tabelião e de várias testemunhas, tomaram posse da vinha. Redactor: Diogo Vicente, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Porta da Sé
Aforamento que fazem Francisco Anes e Estevão Fernandes Porrinho, de Lavre, como procuradores do prior e raçoeiros da igreja de Santiago de Évora, de metade de um paço e de metade de um ferragial em Lavre, a João Vicente, e a sua mulher, Catarina Pires. O paço é aforado por quarenta soldos, metade pagos no dia de Natal e a outra metade no dia de São João Baptista, e o ferragial é aforado por cinquenta soldos por ano. Redactor: Joane, Anes, tabelião em Lavre
Encampação realizada entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e Afonso Vasques Gato e Catarina Abelha, que traziam aforada uma courela de vinha, da referida igreja, localizada no termo da cidade, em Vale de Romão, por duas libras e meia antigas e uma galinha, pagas pelo São Martinho. Os foreiros, alegando a mudança de residência, pedem à igreja que lhes receba a courela e que a aforem, novamente, a Francisco Rodrigues, castelão, estalajadeiro, e a Isabel Rodrigues. Redactor: Afonso Gonçalves, vassalo do rei, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago