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Gravuras que parecem ter sido preparadas para fazerem parte de uma publicação: "Mapa das terras e lugares do Minho que interessam à vida do Poeta do Neiva", reprodução de um documento autógrafo de Francisco Sá de Miranda, de 1556, reprodução de fotografia das ruínas do solar e honra de Vasconcelos em Ferreiros, reprodução de fotografia da Casa da Tapada e capela de Nossa Senhora da Guia, reprodução de fotografia da torre da casa do Crasto, reprodução de fotografia da igreja de S. Martinho de Carrazedo e efígie de Francisco Sá de Miranda com o seu brasão. Aguarelas com as caricaturas de dois homens, de perfil, que terão tido outra utilização, denunciada pelas marcas de cola numa delas e em ambas pela existências de furos nos quatro cantos do papel
Série documental constituída por dezanove livros e um caderno relativos à administração dos bens de testadores legados à Irmandade, em contrapartida do cumprimento de diversos encargos, como a celebração de missas, dotação de órfãs ou atribuição de esmolas a pobres. Estes livros dizem respeito aos legados da Condessa de Pontével, D. Elvira Maria de Vilhena; Marcos da Silva e sua esposa, Maria da Conceição; Filipe de Santiago Ribeiro; Maria Bárbara e seu marido Francisco de Sequeira; Luís Salinas de Oliveira e seu irmão Paulo de Bem Salinas; Maria Nunes da Silva; D. Antónia Francisca de Mendonça e João Rebelo de Campos; Padre Manuel de Sousa Caldeira; Estevão da Silva; Padre Pascoal da Costa; Nicolau Pereira; Domingos Lopes Coelho e sua esposa, Joana Maria da Silva; Francisco Ramos de Miranda e Teresa de Jesus Aurélia.
32 processos de devedores à Irmandade do Santíssimo Sacramento: Manuel Inácio Ramos da Silva e Eça e José Aires Ramos da Silva e Eça, António de Oliveira Ceuta Marreca, Filipe Marcelli e sua esposa D. Geraldina Maria Eugénia, João Pereira da Cunha, Domingas Ribeira, Maria Ribeira e Ana Ribeira (herdeiras de Filipe de Santiago Ribeiro), José Bernardino, Congregação da Boa Morte de S. Roque, Conde de S. Vicente, Conde de Santiago, Condessa do Alvor, João Franco de Sousa, religiosas trinas do Mocambo, religiosas de Santa Marta e religiosas de Campolide, entre outros. Contém também processos e contas correntes com o Tesoureiro da Irmandade, Francisco António Colffs, o Procurador da Mesa, Francisco da Cruz e diversos documentos relativos a dívidas dos inquilinos e foreiros de propriedades da Irmandade.
Falecendo o tesoureiro da Irmandade, Francisco António Colffs, sem ter prestado contas dos anos em que exerceu o cargo e deixando os livros de receita e despesa da Irmandade muito incompletos, o seu herdeiro e representante, o então Procurador Geral da Irmandade, José Coelho Guimarães, entregou diversos livros particulares pertencentes ao antigo tesoureiro para se proceder ao acerto de contas: “Forão apresentadas as Contas do antigo tesoureiro, o Nosso irmão Colffs em dois livros da receita e uma de despesa, além de outro também de despesa da obra, isto é, livros particulares seus ...” (Acta de Mesa de 14 de Novembro de 1803). Deste conjunto resultaram então três séries de livros: da receita, da despesa e da despesa feita com a obra da Igreja, todos eles do período entre 1790 e 1803, em que Francisco António Colffs exercera o cargo de tesoureiro da Irmandade do Santíssimo Sacramento.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério das Obras Públicas relativo aos processos de aposentação dos seguintes funcionários da Direção-Geral dos Correios, Telégrafos e Faróis: António Manuel Aysebam, primeiro aspirante com exercício na estação de Coimbra; António de Oliveira, segundo guarda-fios no cantão do Avenal; Domingos Manuel da Costa, primeiro guarda-fios no distrito de Bragança; Francisco Augusto de Mendonça, distribuidor em Santarém; Francisco de Sousa, primeiro guarda-fios no distrito de Vila Real; Guilherme das Almas, primeiro aspirante na estação de Sintra; José Maria dos Ramos Viana, diretor adido na estação de Estremoz; Manuel da Conceição, segundo aspirante na estação de Vila Franca de Xira.
Venda que faz António Velho, porteiro da câmara do infante D. Henrique, a Francisco de Melo, do conselho do rei D. João III, de umas casas da mesa pontificial do bispado de Évora, que estão junto dos degraus do tabuleiro da Sé das quais casas o cardeal Infante D. Afonso, bispo de Évora, lhe fizera mercê, por as vencer em demanda com Luís Rodrigues que as trazia sem título. A venda é feita por cinco mil reais mas com obrigação de foro à mesa pontificial de cento e cinquenta reais e duas galinhas, pagas pelo São Martinho. O documento traslada um alvará do cardeal infante D. Afonso, bispo de Évora, em que autoriza a venda e um conhecimento de Luís Álvares de Proença, capelão do cardeal. Redactor: Manuel Quadrado, notário público, tabelião geral na corte [do bispo] Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Nas pousadas de Francisco de Melo, do conselho do rei
Francisco Homem de Cristo cedo abandonou os estudos, assentando praça no ano de 1876, numa altura em que sonhava abraçar uma carreira militar. Manteve-se nesta até 1908, ocupando o posto de tenente. Apesar desta sua carreira castrense, fundou, em 1882, o jornal "O Povo de Aveiro", do qual foi proprietário, diretor e redator durante mais de 50 anos. Homem Cristo era, de resto, o único redator da publicação. Nele sublimou a sua verve corrosiva e mordaz, de combatente das liberdades e feroz antifascista, criticando a monarquia, mas não tendo nunca perdido o ensejo de fustigar os republicanos. Escreveu também para "O Século", dirigido na altura por Magalhães Lima. Republicano convicto, pertenceu, apesar de crítico pontual, ao diretório do Partido Republicano, ao lado de nomes como Teófilo Braga, Manuel de Arriaga ou Jacinto Nunes, entre outros. Depois da proclamação da República em 1910, exilou-se em Paris, onde continuou a dirigir e a escrever para o seu jornal "O Povo de Aveiro". Este semanário, apesar de local, tinha uma grande tiragem e vendas muito significativas, tendo mesmo chegado a competir com jornais nacionais, em boa parte devido aos artigos frontais, atrevidos e cáusticos de Homem Cristo, considerado o maior panfletário português do século XX. Regressou a Portugal ainda na Primeira República, assistindo aos acontecimentos que verteram na ascensão do regime ditatorial em Portugal, que uma vez mais combateu. Pedagogo de reconhecido mérito, foi também um regionalista entusiasta, tendo desempenhado o cargo de presidente da Junta Autónoma da Ria e Barra de Aveiro, de fevereiro de 1925 a dezembro de 1930. Deixou-nos ainda alguns títulos, como "Os Acontecimentos de 31 de Janeiro" e a "Minha Prisão"; "Banditismo Político"; "Cartas de Longe"; "Monárquicos e Republicanos"; "Notas da Minha Vida e do Meu Tempo", para além de ter colaborado em várias obras de carácter enciclopédico. in: Porto Editora - Homem Cristo na Infopédia [em linha]. Porto: Porto Editora. Disponível em https://www.infopedia.pt/$homem-cristo
Autodidata, foi uma das figuras mais importantes da intelectualidade portuguesa dos finais do século XIX. Frequentou o liceu em Coimbra, tendo-se matriculado com 15 anos em Matemática na Universidade. Insatisfeito com o ambiente que aí encontrou, dois anos depois abandona os estudos universitários. Impôs então a si próprio um programa de estudos centrado em autores alemães, aprendendo para o efeito a língua alemã. Ao longo da sua vida realizou notáveis trabalhos em pedagogia, linguística, etnografia e antropologia. Foi professor no Curso Superior de Letras, onde ensinou Filologia Românica Comparada e Filologia Portuguesa e assistiu à sua transformação em Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Foi diretor da Escola Primária Superior de Rodrigues Sampaio, criada por sua iniciativa. Exerceu também atividades docentes na Escola Normal Superior de Lisboa. Participou em várias comissões de ensino médio e superior, como vogal ou presidente, tendo nessa qualidade elaborado importantes relatórios. Proferiu nas célebres Conferências do Casino, organizadas por Antero de Quental e Jaime Batalha Reis, a conferência "A Questão do Ensino" (1871). Em seu livro homónimo publicado no ano seguinte, Adolfo Coelho fala sobre a necessidade e fins do ensino; examina as formas e tipos; o ensino em Portugal em decadência pela aliança entre Igreja e Estado; defende a separação entre ambos e a promoção da liberdade do pensamento. As suas conceções pedagógicas assentavam na convicção que através da educação seria possível regenerar o país. Combateu a submissão do ensino às ideias religiosas. Organizou um importante Museu Pedagógico na Antiga Escola do Magistério Primário de Lisboa. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Francisco_Adolfo_Coelho
Filiação: Francisco Morais e Antonia Alvares Branco. Natural e/ou residente em CHA,Sao Vicente, actual concelho de MONTALEGRE e distrito (ou país) Vila Real.
Filiação: Manuel Francisco Sousa e Maria Josefa. Natural e/ou residente em PEDREIRA,Santa Marinha, actual concelho de FELGUEIRAS e distrito (ou país) Porto.
O [Desembargador], Francisco Duarte Coelho, [deportado na Setembrizada de 1810 sob acusação de jacobinismo], reclama a sua inocência junto de António de Araújo, [Min. da Marinha e do Ultramar e Conselheiro de Estado no Brasil]. Invoca os serviços prestados durante mais de vinte anos, para solicitar a cedência de um serviço na referida Repartição. Remete a obra "Reflexões Estatisticas" sobre a ilha de Angra, a qual pretende manter anónima devido às ideias inovadoras que nela defende. Louva o trabalho de [Aires Pinto de Sousa Coutinho] Governador das Ilhas açorianas.
SOTOMAIOR, Francisco Lúcio de Sá (Padre). // Em 1775 já era o abade de Rouças; em 1800 tinha como seu cura o padre Lourenço José Rodrigues. // Em 1792 era o provedor da Santa Casa da Misericórdia de Melgaço. // Faleceu em 1824. // Um seu sobrinho, João de Sá Sotomaior, morgado do Reguengo, foi juiz de paz pelo círculo de Paderne nos anos de 1856-1857, e admitido na Confraria das Almas de Prado a 10/4/1862 por 9$000 réis, depois de falecido, e isto «segundo sua disposição testamentária.» // Um filho deste João de Sá Sotomaior, nascido em Paredes de Coura em 1825, foi presidente da Câmara Municipal de Melgaço (ver na Vila).
GAMA, Francisco Manuel de Sousa. Filho de Tomaz Lourenço de Sousa Gama e de Maria Gertrudes Pinheiro (de Macedo). Neto paterno de Pedro de Sousa Gama e de Maria Teresa de Sousa Salgado; neto materno de Manuel Álvares Pinheiro e de Rosa Domingues. Nasceu na Casa da Alota, a 28/1/1767, e foi batizado na igreja de São Paio a 4/2/1767. Padrinhos: Bento Manuel de Araújo, solteiro, filho de Manuel Machado, fidalgo, da Casa da Amiosa, e Clemência Rita, solteira, da Casa da Serra. // S.m.n.
O autor, Consul geral no Havre participa a António de Araújo de Azevedo que Napoleão entrou no dia 21 em Paris, tendo sido aclamado pelas tropas. Luís XVIII já havia retirado na noite de 19 para 20. Continuará a desempenhar funções, para as quais foi nomeado em 23 de Julho de 1804, até que S.A.R. determine o contrário, tanto mais que Caumont, Agente provisório dos portugueses nomeado por Francisco José Maria de Brito, partiu como voluntário com um destacamento para Rouen, deixando vago o seu cargo. Recomenda-se à protecção do destinatário.
Evento para angariação de fundos a favor dos bombeiros voluntários, destinados à construção de um novo quartel. Estiveram presentes: Ministro do Interior, António Gonçalves Rapazote; Governador Civil, Francisco Vale Guimarães; Conselheiro de Estado, Albino dos Reis; Administrador do Banco de Portugal e Presidente da Fundação da Casa de Bragança António Luís Gomes (Filho) e o Presidente da Câmara de Oliveira de Azeméis, Artur Correia Barbosa.
Texto de Susan Lowndes a referir um estranho caso de bigamia na paróquia de Santo Estêvão de Alfama (inclui texto remetido pelo NCWC/NS); missa oferecida por Portugal pelo cardeal Fernando Cento (inclui texto remetido pelo NCWC/NS); bênção dos animais no dia de Santa Brigite, no Lumiar; ordenação de 2 padres nativos em Lourenço Marques; morte do padre Alves Martins; festa de São Francisco de Sales, patrono dos jornalistas.
Texto datilografado (dois exemplares) de Susan Lowndes acerca da situação religiosa em Angola; celebração do padroeiro dos jornalistas, São Francisco de Sales; fim da oitava de oração pela unidade de Igreja; arcebispo John Panico apontado para núncio apostólico em Portugal; bispo auxiliar de Lisboa, D. José Pedro da Silva, reitera a necessidade urgente da criação de uma universidade católica em Portugal. Inclui o comentário ao texto do padre Patrick O’Conner.
Autorização concedida pela Intendência deal da Segurança Pública (Ministério do Interior) a António Lino Neto, director do Instituto Superior de Comércio de Lisboa, para realizar uma deslocação a Espanha, em missão de estudo. A autorização estende-se aos seguintes acompanhantes: a esposa, Matilde Mendonça; os filhos detrudes Mendonça, Maria Isabel, Francisco de Assis; a dama de companhia Luísa Sequeira e a cunhada detrudes Magna de Mendonça. Inclui provas fotográficas, com o retrato de cada um dos referidos acompanhantes.
(Lisboa) - Convite feito em nome do cardeal-patriarca de Lisboa, D. António Mendes Belo, para António Lino Neto proferir uma conferência sobre “S. Francisco o Santo da paz e da fraternidade cristã”, no âmbito das comemorações do sétimo centenário da sua morte. Inclui também uma missiva do padre José Pedro Ferreira, convidando o destinatário para assistir a uma reunião destinada a tratar dos assuntos relativos à celebração do referido centenário.
(Porto) - Informação sobre o lançamento do jornal «Libertas Limitada» («Liberdade», Porto); esclarecimentos sobre as condições da colaboração de António Lino Neto, responsável pela nota religiosa. Inclui um bilhete-postal de Artur Leite, pedindo desculpa pelo facto da missiva anterior não possuir franquia de correio e solicitando o envio de exemplares das «Folhas Soltas», distribuídas em Lisboa, para o padre Francisco d’ Assis Ribeiro Costa (Famalicão).
Inclui dois números completos da revista «O Rosário» (Ano XLII, n. ºs 486-487, 488-489), dirigida por Paul O’Sullivan, encontrando-se assinalados os seguintes artigos: “D. Frei Francisco Fernandes Ribeiro”; “A Princesa D. Maria Amélia de Bragança e o Hospício do seu nome no Funchal”; “As Igrejas da velha Goa”; “As Rainhas de Portugal que serviram a Igreja e serviram ao próximo”; A Santa Peregrina do Lorvão” e “O Milagre de Turim”.
Apontamentos preparatórios de um discurso proferido por António Lino Neto na Covilhã, sob a presidência do bispo auxiliar da Guarda. Contém informação sobre os seguintes temas: “O espírito do Centro é de inteira conformidade com a Igreja”; “A laicização do Estado tornou indispensável o Centro Católico”; “O dever político é um dos mais importantes deveres dos católicos”. Compreende também uma nota posterior de Francisco Lino Neto, com a transcrição de partes do discurso.
Apontamentos bibliográficos acerca das Ordenações Manuelinas e a problemática subjacente às suas diferentes edições. Correspondência, apontamentos, fotocópias de vários trechos das Ordenações Manuelinas, fotocópia de uma página de um artigo de [Francisco Marques de] Sousa Viterbo "A cultura intellectual de D. Affonso V" e as brochuras "Documentos para a História da Typographia Portugueza no séculos XVI e XVII", de 1881, e "Documentos para a História da Typographia Portugueza no séculos XVI e XVII", de Venâncio Deslandes, de 1888.
Documentação reunida e produzida por Guilherme Braga da Cruz por ocasião do seu concurso para professor extraordinário da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. Prova escrita e a tese de concurso "O direito de troncalidade. A exclusão sucessória dos ascendentes", volume II, que constitui a continuação da tese de licenciatura "O direito da troncalidade e o regime jurídico do património familiar". A tese está dedicada "À memória de meus avôs José António da Cruz e Doutor Francisco José de Sousa Gomes".
Livro das atas (da n.º 56 à n.º 81, esta última datada de 8 de agosto de 1912; e da ata n.º 1, datada de 3 de outubro de 1912, à ata n.º 32) das sessões e deliberações da Mesa Administrativa da Irmandade do Santíssimo Sacramento e Nossa Senhora da Caridade da freguesia de São Nicolau. O livro tem termo de abertura e de encerramento datados de 23 de fevereiro de 1910 e estão assinados pelo juiz Francisco Isidoro Nunes.
Execução da sentença da causa interposta por Isidora Inácia de Jesus contra Francisco António da Fonseca, como testamenteiro dativo do desembargador João da Cruz Dinis Pinheiro, relativamente ao prazo chamado a Quinta do Dolivo, sita na freguesia de Almargem do Bispo e do qual a suplicante se acha na posse por título de renovação e pelo Direito Senhorio ser o dito prazo de natureza de livre nomeação.
Ofício dos juízes do povo, que inclui cópia dos "Autos de vista em que são parte os juízes do Ofício de Confeiteiro e a Fazenda da Cidade pelo seu administrador geral" contra Francisco José Machado, acerca de loja que este manteve aberta, contrariando uma ordem do Senado da Câmara. Acompanha uma intimação do juiz conservador dirigida à irmandade para o pagamento de multa, com respetivo apontamento dos irmãos a quem foram remetidas as notificações.
Copia de ofício do Senado da Câmara, remetido por Francisco de Mendonça ao juiz do povo a ordenar que sejam feitos os avisos acerca da ocorrência da procissão pela restauração de Lisboa na Basílica de Santa Maria Maior. Acompanha um ofício do escrivão José Pedro Batalha por ordem do juiz do povo António José dos Santos dirigido aos juízes da bandeira de Nossa Senhora da Oliveira, a solicitar o registo desta ordem no "livro competente".
Mapa de despesas e de receitas (1859-1860) que produziram os géneros cultivados na Quinta de Corroios, pertencente à Irmandade do Santíssimo Sacramento e Nossa Senhora da Caridade da freguesia de São Nicolau; exemplar do Diário do Governo, n.º 166, de 28 de julho de 1870, onde se faz menção de tudo o que pertence à Quinta e se declara que a mesma está arrendada a Manuel Francisco da Silva.
Descrição da receita e despesa de 1767/1768: descrição da receita f. 1-10 e da despesa f. 13-31, resumo da receita f. 11 (1768-09-15) e o resumo da despesa f. 32 (1768-09-11); descrição da receita e despesa de 1768/1769: descrição da receita f. 35-44 e da despesa f. 46-60, receita geral f. 45 e despesa geral f. 61. Tesoureiro: Bernardo Gomes Jácome da Costa; Tomás de Aquino Tavares. Escrivão da Mesa: Francisco Ângelo Leitão; Nuno Prestes da Silva.
Registos com as verbas assentes numa única entrada e os vários pagamentos efectuados referentes a cada uma das verbas por baixo, entre 1790 e 1792 dos f. 1 a 55. Não possui nem encerramento, nem resumos e nem totais anuais. Contém remissivas de verbas, nos assentos dos primeiros registos, para os f. 55-56, 75-79 e 102-107. Tesoureiro: Francisco António Colffs. Escrivão: João Baptista dos Prazeres Guerra; Manuel José Pereira; José Coelho Guimarães.
Série documental constituída por um livro, em que constam os assentos da conta corrente que teve o Procurador da Mesa da Irmandade do Santíssimo Sacramento - Manuel Francisco da Cruz - com o Tesoureiro da mesma Irmandade, entre 1812 e 1817. O Procurador da Mesa estava encarregue de proceder às cobranças dos rendimentos pertencentes à Irmandade e fazer alguns pagamentos determinados pela Mesa. Destas duas actividades distintas resultam os tipos de registo diferenciados que este livro apresenta.
Projecto de compromisso de 1806, que não foi aprovado. Possui dois anexos: 1) as Reflexões do Procurador da Mesa da Irmandade do Santíssimo Sacramento da Paróquia de Nossa Senhora da Encarnação sobre o Novo Compromisso, com data de 1816-06-14. O procurador era Manuel Francisco da Cruz. 2) uma cópia da Carta Régia de Confirmação do Compromisso de 1817, datada de 18 de Agosto de 1817.
Série documental constituída por um livro contendo o registo das despesas e receitas provenientes da Imagem escultórica do Senhor Jesus dos Passos, da Igreja da Encarnação. Apresenta um termo de inauguração de 1904.10.14, por iniciativa do Reverendo Padre Joaquim Paulo Francisco Jorge e de José Joaquim Barata Correia. Possui, além da despesa da obra, outras despesas com cera, porteiro, empregados, missas, toalhas, entre outras e as receitas do mealheiro.
Cópia de apresentação e programa do Movimento Dinamizador Empresa/Sociedade (MDE/S), em 1974-08. Sudividido em: programa do MDE/S; análise da conjuntura económica; projecto de apoio e intervenção; conclusões. Elaborado pelo Núcleo Central do MDE/S, composto por: António Champalimaud, António Carlos Champalimaud, António Guedes, António Miranda, Francisco Conceição Silva, João Morais Leitão, José Carlos Mardel Correia, José Manuel de Mello, Luís Barbosa, Manuel Ricardo Espírito Santo Silva, Mário Moreira, Mário Vinhas, Paulo Valada e Ricardo Faria Blanc.
Conjunto de 37 fotografias (2 p&b e 35 cor) referentes a eventos com participação de Acácio Catarino: Formação Profissional para os Anos 80, organizado pela Delegação Regional de Lisboa e Vale do Tejo, [s.d.] (9 fotografias); 2º Concurso Nacional de Projectos de Jovens para a Criação de Cooperativas, [s.d.] (22 fotografias); Centro de Formação Profissional da Indústria Electrónica, 1995 (2 fotografias); Convívio Profissional, 1978 (2 fotografias); Túmulo de S. Francisco Xavier (antes de 1961), 1990 (2 fotografias).
Visita do Ministro do Planeamento e Administração do Território e do Secretário de Estado da Ciência e Tecnologia à Universidade de Évora, 19 de Julho 1989; intervenção do Senhor Reitor Prof. Doutor A. G. Santos Júnior, seguindo-se, à esquerda, Ministro Prof. Valente de Oliveira, Presidente da Comissão de Coordenação da Região Alentejo Dr. Carmelo Aires, Prof. Doutor Francisco Gonçalves, Prof. Doutores Carlos Braumann e Victor Caeiro, este na cabeceira da mesa. Envolvência em contexto: Colégio do Espírito Santo, Reitoria/sala de reuniões.
Parecer do Procurador-Geral da Fazenda Francisco António Fernandes da Silva Ferrão sobre o pedido do espanhol António Vinent e Neves, consignatário e sobrecarga da galera portuguesa "Glória", embargada em Moçambique e adjudicada à Fazenda Pública, para que a referida embarcação lhe fosse entregue sob fiança. O embargo devera-se a que a galera era usada para comércio de escravos por um estrangeiro, a coberto da bandeira portuguesa.
Parecer do Procurador-Geral da Fazenda Francisco António Fernandes da Silva Ferrão. As condições do contrato de empréstimo em causa estipulavam a remissão do empréstimo pela isenção do pagamento, pela casa de Queneró, da renda anual de 10 000 xerafins, bem como a não arrematação das rendas do dízimo até ao total reembolso da dívida. A reclamação fundamentava-se na falta de cumprimento desta última condição por parte da Junta da Fazenda.
Parecer do Procurador-Geral da Coroa, Sebastião de Almeida e Brito. À margem da apreciação que faz de crimes cometidos por militares julgados e condenados pelo Supremo Conselho de Justiça Militar, censura a atuação dos delegados do Procurador Régio Francisco Duarte Perry da Fonseca Lobo e José Tavares de Soveral Martins na investigação de um crime de homicídio cometido em Lamego, do qual fora vítima António Correia de Noronha.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto sobre o requerimento em que Josefa Chaves Fagle pede a entrega de inscrições e dois títulos de dívidas, que se encontram em depósito na Pagadoria Geral do Ministério da Guerra e constituem o resto da herança do seu falecido marido, Francisco Fagle, antigo músico do regimento de infantaria n.º 6.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto sobre um contrato que o Ministério da Guerra e a Câmara Municipal de Montemor-o-Novo pretendem celebrar, segundo o qual o Ministério cede à Câmara Municipal o convento e cerca de São Francisco, devendo receber aquele Ministério, em compensação, direitos de senhorio direto do terreno em que se encontra o polígono de Vendas Novas.
Contém atas das conferências realizadas entre 11 de janeiro de 1924 e 30 de dezembro de 1926. No início do livro, consta a seguinte nota: "Actas das conferencias da Procuradoria Geral da Republica no ano de 1924 sendo Procurador geral o sr. dr. José Francisco d'Azevedo e Silva ajudantes os snrs. drs. Alberto Aureliano da Silveira Costa Santos Antonio de Oliveira e Castro Antonio Alves de Oliveira Guimarães José Maria de Magalhães Pinto Ribeiro e Secretario o dr. Miguel Crespo Pacheco."
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto acerca da reclamação da Condessa do Freixo relativamente à transferência de direitos da mina de chumbo e prata de Ribeiro da Lomba, no lugar de Gondarém, freguesia de Raiva, concelho de Castelo de Paiva, que seu marido, o Visconde do Freixo, vendeu a Carlos Pedroso Gomes da Silva, José Francisco Pereira e Bernardo Rodrigues da Silva.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça, remetendo um ofício do Procurador Régio da Relação de Lisboa, acompanhado da certidão do assento de prisão do réu Joaquim José de Sá, soldado desertor do Regimento n.º 2 de Artilharia, preso com o nome suposto de Francisco de Almeida, o qual foi remetido para o Castelo de Lisboa.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça acerca dos processos mandados instaurar contra os subdelegados no julgado de Santa Marta do Bouro, Domingos José de Sousa, no de Alijó, Narciso Gomes Ribeiro, no da Bemposta, Joaquim José de Figueiredo, no de Montemor-o-Velho, Francisco António Metro, e contra o juiz ordinário do julgado do Ervedal, António Rodrigues Brandão.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça devolvendo os documentos que lhe tinham sido enviados e dos quais já foram extraídos os esclarecimentos necessários para a defesa da Fazenda Pública na ação contra ela proposta por Francisco da Mota, para a indemnização das perdas e danos que alega sofrerá por não se lhe fazer a arrematação do real de água.
Parecer do Procurador Geral da Coroa, João Batista da Silva Ferrão de Carvalho Martens, acerca do requerimento de Francisco de Azevedo e Sá e mais herdeiros do falecido Conde de Farrobo, em que pedem ao governo que se habilite com a necessária autorização do corpo legislativo para proceder a uma transação para embolso da quantia que Lino da Silva e Manuel Joaquim Pimenta e Companhia lhes movem execução pelo ágio do papel moeda.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça participando que o bacharel Francisco de Meireles Leite, nomeado delegado do Ministério Público na comarca de Mértola, ainda não compareceu ao serviço, propondo que se mande averiguar o seu estado de saúde, visto que deveria sair de Vila Nova de Famalicão assim que melhorasse da fratura de uma perna que sofreu naquela vila.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Maria do Couto Monteiro para o Ministério da Fazenda acerca do requerimento em que Francisco da Silveira Viana, representante do fornecedor de papel selado, pede que, em vez da inutilização do papel selado por meio de golpe, seja adotado o carimbo com as legendas "Inutilizado, Casa da Moeda e papel selado" colocado no alto de cada meia folha.
Parecer do Procurador Geral da Coroa, João Batista da Silva Ferrão de Carvalho Martens, acerca de requerimento de António Domingues em que solicita á Junta de Crédito Público que lhe passe uma declaração, que como cidadão espanhol está isento da contribuição de registo pela herança de 1:000$000 de réis em títulos de dívida interna fundada portuguesa, que recebeu do seu falecido irmão Francisco Domingues.