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PEREIRA, Francisco José. Filho de António Luís Pereira, de Ponte da Barca, e de Francisca de Araújo, de Cristóval, Melgaço, moradores no lugar dos Moinhos, Paderne. Nasceu a --/--/1856. // Tal como seu pai, foi negociante no dito lugar de Paderne. // Foi vereador da Câmara Municipal, administrador do concelho, e chefe do Partido Regenerador em Melgaço. // Tinha 43 anos de idade quando casou na igreja de SMP a 17/5/1899 com Leonídia Cândida, natural da Vila, filha do médico Passos e de Ludovina Rosa Monteiro Vasconcelos Mourão, e irmã do padre Aníbal Passos. Testemunhas presentes: José Joaquim Gomes e Maria Pia de Sousa e Castro. // Em sessão da Câmara Municipal de 4/3/1914 foi nomeado pela Comissão Administrativa, juntamente com Manuel António de Sousa Lobato, delegado paroquial para os efeitos da administração escolar a que se referia o artigo 63 do decreto de 29/3/1911. // Em Janeiro de 1918 foi-lhe dada posse, pelo administrador do concelho, de membro da Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Melgaço, por ter sido suspensa pelo governo de Sidónio Pais a Câmara recentemente eleita. Eram seus pares: padre António Domingues, pároco de Paderne, Bernardo José Domingues Salgado, de Prado, António Joaquim Esteves e José Augusto Teixeira, da Vila. // Faleceu a --/--/1921, com 65 anos de idade. // Com geração.
CANES, Francisco Manuel. Filho de José Joaquim Canes, lavrador, natural de Alvaredo, e de Mariana Joaquina de Castro, doméstica, natural de Penso. N.p. de José Bento Canes e de Maria Joana Esteves, de Alvaredo; n.m. de Domingos de Castro e de Caetana Alves de Araújo, de Paranhão, Penso. Nasceu na freguesia de Penso por volta de 1829. // Jornaleiro. // Casou na igreja de Penso a 5/4/1852 com Antónia Pereira, de Paradela, filha de Manuel José Pereira e de Rosa Domingues, domiciliados nesse lugar, neta paterna de Manuel Pereira e de Maria Rodrigues, do dito lugar, e neta materna de Manuel Domingues e de Isabel Pires, de Orjaz, Cubalhão. Testemunhas: José João Esteves Pires, casado, Custódio Esteves, solteiro, e José Maria Alves, casado, de Crasto. // Morreu a 28/3/1863, na Praça das Neves, freguesia de Santa Eugénia de Setados, bispado de Tui, com 34 anos de idade, no estado de casado com Antónia Pereira. // Escreveu o pároco de Penso: «o finado foi àquela freguesia galega e lá faleceu de uma cólica, moléstia de que padecia havia vários anos.» // Foi sepultado no cemitério galego. // Deixou filhos. // Nota: o padre galego teve a amabilidade de enviar uma declaração de óbito ao seu camarada português.
LUCENA, Francisco José. Filho de José António de Lucena, sapateiro, de Sedielos, Santa Marta de Penaguião (*), e de Maria Teresa Rodrigues, lavradeira, de Penso, moradores em Paradela. N.p. de António de Lucena e de Maria Guedes da Conceição, de Sedielos, Penaguião; n.m. de Manuel Rodrigues e de Maria Rodrigues, de Paradela, Penso. Nasceu no dito lugar de Penso por volta de 1820. // Casou na igreja da sua freguesia natal a 29/3/1852 com Maria Joana, nascida no mesmo lugar do noivo, filha de João Manuel Bernardes e de Maria Teresa Rodrigues, moradores no referido lugar, neta paterna de Manuel José Bernardes e de Maria Rosa Esteves, de Lages, e neta materna de Manuel José Rodrigues e de Francisca Luísa Esteves, de Paradela. Testemunhas: padre António José da Gaia Torres, da Carreira, Manuel José da Rocha, viúvo, de Paradela, e José João Esteves Pires, casado, de Laranjeira. // Faleceu em sua casa de Paradela, a 10/6/1874, com cerca de 54 anos. // Era lavrador e estava casado com Maria Joana Bernardes. // Foi sepultado na igreja de Penso. // Deixou duas filhas. /// (*) Sedielos pertence atualmente a Peso da Régua.
PEREIRA, Francisco José. Filho de Carlos Garcia Pereira e de Águeda Costa, naturais de Cervães (Divino Salvador), Vila Verde, distrito de Braga. // Casou na igreja de SMP a 15/5/1801 com Ana Maria, sua parente em 3.º grau de afinidade (!), viúva de António José Ribeiro, filha de Manuel António Araújo e de Maria Gonçalves, já defuntos à data do matrimónio; neta paterna de Domingos António Araújo e de Eugénia Fernandes; e neta materna de Manuel Gonçalves e de Maria Gonçalves. Testemunhas: padre Carlos Domingues, abade da freguesia da Vila, JDTS, e MPF. // Morou no Campo da Feira de Fora, Vila, onde tinha comércio. // Morreu, no estado de viúvo de Ana Maria de Araújo, a 22/3/1846 (ou 1856). O casal não devia ter filhos, pois no testamento deixou por seu único e universal herdeiro António Máximo Gomes de Abreu, sobrinho da sua mulher, que ambos tinham criado. Foi sepultado na igreja da SCMM, com música e ofício divino. // Nota: antes de morrer, a 30/1/1839, “Tomás das Quingostas” criou-lhe alguns embaraços, extorquindo-lhe dinheiro e artigos da sua loja.
Nasceu em Vimieiro (Arraiolos), concelho de Arraiolos, filho de Faustino José Caeiro e de sua esposa Emília Augusta da Conceição, ambos naturais de Vimieiro. Iniciou a sua formação em Direito na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, e veio concluir em 1917 a licenciatura na recém-criada Faculdade de Direito de Lisboa, com a classificação final de Muito Bom. Em 1919, com a defesa de uma dissertação denominada Quedas de água: esboço económico-jurídico, tornou-se o primeiro doutorado pela Faculdade de Direito de Lisboa. Entre 1919 e 1933 exerceu advocacia em Lisboa. A partir de 1928 foi também vogal do Conselho Superior das Colónias e da Junta Central de Trabalho e Emigração do Ministério das Colónias. Em 1933, foi nomeado juiz conselheiro do restabelecido Supremo Tribunal Administrativo, ficando adstrito à secção de contencioso administrativo daquele tribunal. Em 1936 foi feito membro do Instituto Internacional de Ciências Administrativas. Em 1940 integrou o 2.º governo do Estado Novo ao ser nomeado Subsecretário de Estado das Colónias, cargo que exerceu até de 6 de junho de 1942, data em que foi nomeado interinamente Ministro das Colónias do mesmo governo. Manteve-se nessas funções até 5 de janeiro de 1943, sendo no dia seguinte nomeado para exercer as funções de Procurador-Geral da República, cargo que de que tomou posse em 6 de Janeiro de 1943. Exerceu aquelas funções até finais de 1954, altura em que se aposentou por razões de saúde. Após a aposentação dedicou-se à investigação histórica e genealógica, deixando uma importante obra publicada nestes campos de estudo. Em 1970 foi eleito académico correspondente da Academia Portuguesa da História, instituição em que foi eleito académico de número em 1975. Foi agraciado com o grau de grande oficial e com a grã-cruz da Ordem de Cristo. Faleceu em Lisboa a 24 de maio de 1976. A 1 de julho de 19. A 1 de julho de 1977 recebeu uma homenagem póstuma na Academia Portuguesa da História, de que resultou a publicação de uma memória. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Francisco_Jos%C3%A9_Caeiro
Escritura de paga e distrate que fez o conde de Margaride a Eduardo Martins da Costa e mulher, Adelaide Sofia Carneiro; escritura de paga e cessão que fez a Venerável Ordem Terceira de São Francisco de Guimarães a favor do conde de Margaride; certidão de registo de hipoteca; escritura de empréstimo que fez a Venerável Ordem Terceira de São Francisco de Guimarães a Eduardo Martins da Costa e mulher.
José Francisco Trindade Coelho (Mogadouro, Mogadouro, 18 de junho de 1861 — Lisboa, 9 de Junho de 1908) foi um escritor, magistrado e político português. Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, exerceu as funções de Delegado do Ministério Público na Comarca do Sabugal e, depois, na de Lisboa. Escritor de grande mérito, deixou publicadas obras de Direito, Política, contos, memórias, manuais de ensino, etc. Republicano, teve papel de relevo na obra de demolição da Monarquia.[1] Foi iniciado na Maçonaria em data desconhecida de 1906, por comunicação, e filiado na Loja Solidariedade, de Lisboa, afeta ao Grande Oriente Lusitano Unido, com o nome simbólico de "Renovador". A sua obra reflete a infância passada em Trás-os-Montes e Alto Douro, num ambiente normal que ele fielmente retrata, embora sem intuitos moralizantes. O seu estilo natural, a simplicidade e candura de alguns dos seus personagens, fazem de Trindade Coelho um dos mestres do conto rústico português. Dedicou-se a uma intensa atividade pedagógica, na senda de João de Deus, tentando elucidar o cidadão português para a democracia. Encontra-se colaboração da sua autoria nas revista "A Leitura"(1894-1896) e no semanário "Branco e Negro" (1896-1898). Tem uma biblioteca com o seu nome em Mogadouro. Foi pai de Henrique Trindade Coelho. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Francisco_Trindade_Coelho
A Venerável Ordem Terceira de S. Francisco tem a sua capela, dedicada a Nossa Senhora da Conceição, cuja imagem estava colocada, em tempos idos, no único altar ali existente. A edificação da Capela deve ter sido iniciada em 1750, constando da acta de 25 de Junho de 1752 que a obra de pedraria foi adjudicada a António da Cunha Correia Vale por 4 mil cruzados. Em 6 de Julho de 1753, sinal de que a obra já estava concluída, foi feito o pagamento integral da obra. A 4 de Julho 1770, os mesários, insatisfeitos com o trabalho ornado pelos seus antecessores, decidiram “reformar o risco do portal da capela e abrir uns óculos sobre a cornija”, obra que foi entregue em 17 de Outubro desse ano a Pedro Lourenço, e dada por concluída em 1774, como se depreende de uma deliberação de 19 de Maio desse ano. Ler mais: https://ordemsaofrancisco.webnode.pt/igreja/capela/
A Venerável Ordem Terceira de S. Francisco tem a sua capela, dedicada a Nossa Senhora da Conceição, cuja imagem estava colocada, em tempos idos, no único altar ali existente. A edificação da Capela deve ter sido iniciada em 1750, constando da acta de 25 de Junho de 1752 que a obra de pedraria foi adjudicada a António da Cunha Correia Vale por 4 mil cruzados. Em 6 de Julho de 1753, sinal de que a obra já estava concluída, foi feito o pagamento integral da obra. A 4 de Julho 1770, os mesários, insatisfeitos com o trabalho ornado pelos seus antecessores, decidiram “reformar o risco do portal da capela e abrir uns óculos sobre a cornija”, obra que foi entregue em 17 de Outubro desse ano a Pedro Lourenço, e dada por concluída em 1774, como se depreende de uma deliberação de 19 de Maio desse ano. Ler mais: https://ordemsaofrancisco.webnode.pt/igreja/capela/
A Venerável Ordem Terceira de S. Francisco tem a sua capela, dedicada a Nossa Senhora da Conceição, cuja imagem estava colocada, em tempos idos, no único altar ali existente. A edificação da Capela deve ter sido iniciada em 1750, constando da acta de 25 de Junho de 1752 que a obra de pedraria foi adjudicada a António da Cunha Correia Vale por 4 mil cruzados. Em 6 de Julho de 1753, sinal de que a obra já estava concluída, foi feito o pagamento integral da obra. A 4 de Julho 1770, os mesários, insatisfeitos com o trabalho ornado pelos seus antecessores, decidiram “reformar o risco do portal da capela e abrir uns óculos sobre a cornija”, obra que foi entregue em 17 de Outubro desse ano a Pedro Lourenço, e dada por concluída em 1774, como se depreende de uma deliberação de 19 de Maio desse ano. Ler mais: https://ordemsaofrancisco.webnode.pt/igreja/capela/
O registado: Francisco da Costa Bastos Nº registo: 407 Naturalidade (freguesia e concelho): Ponte São João, Guimarães Data de nascimento: 1915/03/03 Pai: José Joaquim da Costa Bastos Profissão: Carpinteiro Naturalidade (freguesia e concelho): Ponte São João, Guimarães Mãe: Luísa de Carvalho Profissão: Fiandeira Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Antime, Fafe Averbamentos: Boletim de casamento nº 806 de 1942 com Emília Domingues da Silva, dissolução do casamento boletim nº 807 por óbito do cônjuge mulher em 1964, boletim de casamento nº 690 de 1968 com Júlia da Silva Lugarinho, dissolução do casamento averbamento nº 3 por óbito o cônjuge mulher boletim nº 117 em 1979 e boletim de óbito nº 67 - faleceu em 1987.
O registado: José Francisco da Silva Nº registo: 1136 Naturalidade (freguesia e concelho): Creixomil São Miguel, Guimarães Data de nascimento: 1921/07/27 Pai: Domingos da Silva Profissão: Lavrador Naturalidade (freguesia e concelho): Polvoreira São Pedro, Guimarães Mãe: Emília Pinheiro Profissão: Lavradeira Naturalidade (freguesia e concelho): Brito São João Baptista, Guimarães Averbamentos: Casamento em 1943 com Maria de Jesus Gomes, transcrição nº 693 de 1952; dissolução do casamento sob o averbamento nº 1 por óbito do cônjuge mulher em 1946; Casamento em 1947 com Maria da Glória Ferreira da Fonseca, transcrição nº 434 de 1953; dissolução do casamento sob o averbamento nº 3 por óbito do cônjuge mulher em 1985; Assento de óbito nº 944 - faleceu em 1991.
Filiação: Francisco Teixeira Alvao e Maria Carolina. Natural e/ou residente em VILARINHO PARANHEIRAS,Sao Francisco Assis, actual concelho de CHAVES e distrito (ou país) Vila Real.
Pai do noivo: António Pereira. Mãe do noivo: Maria Rodrigues. Pai da noiva: Francisco Barbosa. Mãe da noiva: Helena Araújo. Testemunhas: António Pereira, Bento Costa, Francisco Moreira.
Ele da freguesia de Vilarinho, de ParanhEiras, São Francisco Assis, concelho de Chaves. Ela da freguesia de Vilarinho, de ParanhEiras, São Francisco Assis, concelho de Chaves.
Filiação: Francisco José Rodrigues ou Francisco Manuel Rodrigues e Ana Carvalho Abreu. Freguesia: Caves, São João Batista. Concelho: Cabeceiras de Basto.
O inventariado foi residente em Fonte Arcada. Inventariante: Custodio Jose Francisco/Antonio Jose Francisco residente em Fonte Arcada. Tem apenso inventário de Josefa Silva
Filiação: Diamantino Silva Francisco e Maria Madalena Fialho Pinheiro Silva Francisco. Natural da freguesia de BRAGA-SAO LAZARO, Sao Jose, concelho de BRAGA
O inventariado foi residente em Fonte Arcada. Inventariante: Custodio Jose Francisco/Antonio Jose Francisco residente em Fonte Arcada. Tem apenso inventário de Josefa Silva
Pai do noivo: Francisco Gonçalves. Mãe do noivo: Isabel Gonçalves. Pai da noiva: Domingos Gonçalves. Mãe da noiva: Isabel Vaz. Testemunhas: Manuel Brito Meneses, Francisco Teixeira, Manuel Antunes.
Pai do noivo: Francisco Pacheco. Mãe do noivo: Maria Ferreira. Pai da noiva: Cristóvão Francisco. Mãe da noiva: Ângela Francisca. Testemunhas: João Sousa Macedo, João Gonçalves e outros.
Pai do noivo: Francisco Gonçalves. Mãe do noivo: Ângela Francisca. Pai da noiva: José Gonçalves. Mãe da noiva: Maria Costa. Testemunhas: Francisco Correia, Manuel Antunes e outros.
Pedido de provisão para uma fábrica de caixas e bijuteria que pretende estabelecer em Lisboa, na Rua Nova do Almada. Junta atestado de competência profissional passado por seu pai, José Francisco Pereira Lima, com quem trabalhou como aprendiz e como oficial, e atestado da matrícula como oficial.
Viúvo de Josefa de Araújo. Morador na Ponte de Guimarães e de presente assistente em casa de seu filho Manuel Francisco, ourives, da Rua dos Assougues Velhos, Freguesia de Santa Maria da Sé, Braga. Freguesia: São Lázaro, São José. Concelho: Braga.
Solteiro. Mestre pedreiro. Tem certidõeses espanholas, inclíindo a do seu batismo. Natural de Santa Maria de Portas, junto a Caldas de Rei, no Reino da Galiza. Filho de Francisco Peris e de Jacinta Lourenço. Morador na Rua de Guadalupe. Freguesia: São Vítor. Concelho: Braga.
Solteiro. Mestre pedreiro. Natural do Lugar ou Aldeia do Outeiro, Freguesia de Santa Maria de Portas, junto a Vila de Caldas de Rei, no Reino da Galiza. Filho de Francisco Peris e de Jacinta Lourenço. Morador na Rua Nova da Oliveira. Freguesia: São Vítor. Concelho: Braga.
Padre, presbítero, beneficiado na Igreja de São Miguel de Soutelo. Em Anexo: um codicilo ao testamento. Notário do Tribunal do Santo Ofício. Natural da cidade de Braga. Filho de José Francisco e de Apolonia Francisca. Morador na Rua da Cónega. Freguesia: Sé, Santa Maria. Concelho: Braga.
Igreja Matriz de S. Francisco em Vidigueira. Observa-se a existência do cruzeiro em frente à respectiva fachada, junto do qual vemos um homem e um rapaz. Junto à porta da Igreja encontra-se um outro rapaz. Na parte de trás encontramos indicação do produtor: “Fotopax; Retratos a cores; estúdio e laboratório; Rua de Mértola, 63; Beja”.
Francisco Solano Constâncio, [1777-1846], [médico], remete mais algumas cópias dos papéis de Izquierdo de que se apoderou a polícia. Informa que os restantes encontram-se em mãos de particulares, sendo que alguns deles irão ser publicados pelo espanhol Llorente. Refere-se ao Congresso [de Viena]. Soube que [António de Araújo de Azevedo] já se encontra restabelecido e deseja-lhe um feliz ano novo.
BARRETO, Francisco Maria de Melo. Nasceu no Porto por volta de 1811. // Veio para Melgaço como funcionário da Alfândega, guarda a pé de 2.ª classe. // Faleceu solteiro, em sua casa da Rua Direita, Vila de Melgaço, a 26/6/1881, com 70 anos, e foi sepultado no cemitério público. // Não fizera testamento.
ALCÂNTARA, Francisco Augusto Mendes (Dr.) // Por decreto de 4/2/1897 foi nomeado juiz de direito para Melgaço. Tomou posse a 20/2/1897. // Esteve nesta comarca até 1900, transitando nesse ano para Gouveia. Sucedera ao Dr. Airas Guedes Coutinho Garrido e a ele sucedeu-lhe o Dr. Manuel Fernandes Pinto.
2 decretos emanados por Francisco António Hermann, comissário geral do Governo Francês e administrador das Finanças portuguesas, com a presidência do Real Erário, dirigidos ao povo português informando da nova organização do país, governado sob as ordens do imperador Napoleão Bonaparte.
Ficha de inscrição individual, com prova fotográfica, de Carlos Manuel Francisco Moreira Tojal, atleta de tiro com armas de caça, enviada pela respetiva federação ao COP no seguimento do pedido de identificação de atletas que se encontram a treinar para uma eventual participação nos Jogos Olímpicos de Munique, em 1972.
Francisco dos Santos Camponês solicita licença para reconstrução de uma parede de sua casa de habitação e reparar os telhados da mesma, tendo a superfície de 35 m2, sito no lugar de Vale Sumo , na freguesia de Santa Catarina da Serra.
Francisco Marques solicita licença para ampliação da sala de bilhares do seu prédio, sito na Avenida dos Combatentes da Grande Guerra, nesta cidade de Leiria, onde se encontra instalado o Café Colonial Processo composto por: - Requerimento - Projeto - Parecer da Comissão Técnica e de Estética
Francisco Ferreira de Barros solicita licença para a colocação de floreias nas janelas de sua residência, conforme desenho em anexo sito na Rua da Restauração na cidade de Leiria. Processo composto por: - Requerimento - Desenho das floreiras - Parecer da Comissão Técnica e de Estética nº 27 de 18 de Março de 1948.
PRIVISAO a favor de Antonio Francisco Dias para efeito de Joao Francisco Oliveira servir o oficio de Felis da Costa. Localidades: BRAGA, BRAGA
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Luís Filipe da Gama Lobo Xavier, outorgando na qualidade de procurador de: Pedro Cardoso do Amaral de Meneses; Sebastião José Lobo Cardoso de Meneses; Francisco Sebastião Cardoso Barreto Meneses; Rodrigo Maria Lobo Cardoso de Menezes; João Caetano Candoso de Menezes; Maria Teresa Lobo Cardoso de Menezes, casada com Guilherme António da Costa Rebelo da Cunha Reis; Maria Amélia Cardoso do Amaral de Menezes Barbosa, casada com Armando Guinêa Correia Barbosa; Maria Mafalda Cardoso de Meneses e marido José Augusto de Lemos Cayolla; 2º Outorgante: Francisco José Teixeira, casado com Maria das Dores Araújo.