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Escritura de compra e venda de foro de casas na rua Direita em Tróia (Setúbal), por cinquenta mil réis. Vende o domínio útil das casas a viúva D. Ana João Barbosa Belo a José Joaquim Duarte. O foro será pago pelo novo foreiro nas condições e épocas estabelecidas no primordial aforamento. Paga de foro três mil e duzentos réis às senhorias directas, as religiosas do convento de São José de Évora.
Caderno que contém a descrição dos títulos de crédito público e dos empréstimos feitos com os fundos do convento de São José. Neste caderno constam as seguintes informações: nomes das pessoas a quem foram feitos os empréstimos, a quantia, a taxa de juro, a data da escritura de mútuo e o cartório onde foram lavradas as escrituras. Está assinado pelo aspirante encarregado dos inventários Manuel Joaquim Bugalho. Localidade de redacção: Évora
O autor, Ambrósio Joaquim dos Reis, informa ao marquês de Aguiar que recebeu por António de Saldanha da Gama o despacho de 26 de Junho de 1814 com os decretos relativos à sua nomeação para Conselheiro e Secretário Geral da Legação ao futuro Congresso. Pede ao destinatário que beije por si a mão de S.A.R. por tão alta honra e mercê. Confessa que não estava preparado para assumir tal responsabilidade, em razão da sua precária saúde, e que só pensava em passar o resto dos seus dias em Portugal ou em outro local de clima temperado. Pede antecipadamente desculpas por quaisquer faltas que possa involutariamente cometer.
O espólio documental é constituído pelo conjunto de documentos de índole arquivística, bibliográfica e museológica, adquiridos em 1999 pela Câmara Municipal de Constância. A documentação deste espólio compreende vários volumes manuscritos da autoria de Joaquim dos Mártires Neto Coimbra sobre aspetos históricos e patrimoniais da vila e concelho de Constância, discursos proferidos em várias ocasiões marcantes na vila e no concelho, documentos de foro colecionista relativos ao concelho de Constância (fotografias; monografias; aguarelas; jornais e recortes de jornais), correspondência pessoal enviada e recebida e diversos documentos e apontamentos pessoais sobre o concelho de Constância.
Rascunho de carta a Joaquim Inácio Lobo, para que apronte o bergantim que comanda, a fim de incorporar a Divisão do Estreito, juntamente com a fragatinha "Benjamim", indo de conserva com a fragata inglesa "Comus Capitão Smith", devendo, também informar-se sobre o transporte relacionado com o presente do Rei de Marrocos. Frente, canto superior esquerdo: "Registado". Verso: 1810, Abril, 12 Carta de António Vicente Lobato a António Ramires Esquível, solicitando dispensa de se deslocar ao Quartel-general, pois tem o amigo Azevedo à morte.
Reclamação de António Joaquim Simões de Carvalho, presbítero, residente em Amoreira, concelho de Almeida que intentou acção na comarca da Guarda para reaver a importância de 6000$00 por ele doados ao Arcebispo-bispo da Guarda, enquanto reitor do Seminário daquela cidade. A Comissão Central de Execução da Lei da Separação na sua resolução n.º 3191 deliberou mandar entregar ao interessado todos os bens que foram objecto da acção e que se encontravam em poder do Estado e respectivos juros nos termos da mesma sentença e acórdão, tendo-se lavrado auto de entrega, incluso no processo, lavrado a 4 de Dezembro de 1920.
O autor, Ambrósio Joaquim dos Reis, informa ao marquês de Aguiar que recebeu por António de Saldanha da Gama o despacho de 26 de Junho de 1814 com os decretos relativos à sua nomeação para Conselheiro e Secretário Geral da Legação ao futuro Congresso. Pede ao destinatário que beije por si a mão do Príncipe-Regente por tão alta honra e mercê. Confessa que não estava preparado para assumir tal responsabilidade em razão do seu atual estado de saúde, e que só pensava em passar o resto dos seus dias a Portugal ou a outro local de clima temperado. Pede antecipadamente desculpas por quaisquer falhas que possa involuntariamente cometer.
O registado: Joaquim Peixoto Nº registo: 1719 Naturalidade (freguesia e concelho): Conde São Martinho, Guimarães Data de nascimento: 1920/11/12 Pai: Domingos Peixoto Profissão: Lavrador Naturalidade (freguesia e concelho): Infias Santa Maria, Guimarães Mãe: Maria de Faria Profissão: Lavradeira Naturalidade (freguesia e concelho): Tabuadelo São Cipriano, Guimarães Averbamentos: Transcrição de casamento nº 359 em 1943 com Antónia da Silva; dissolução do casamento ao averbamento nº 1 por óbito do cônjuge mulher em 1957; Transcrição de casamento nº 714 em 1958 com Maria da Glória da Silva; Assento de óbito nº 460 - faleceu em 1982.
RIBEIRO, António Joaquim do Anjo da Guarda. Filho de Diogo Ribeiro e de Marcelina Luísa Dias, moradores no lugar do Souto, Prado. Neto paterno de Francisco Ribeiro e de Antónia Maria Alves, do lugar de Ferreiros, Prado; neto materno de Manuel José Dias e de Rosa Joaquina Lourenço, do lugar da Carreira, São Paio. Nasceu em Prado a 10/9/1838 e foi batizado três dias depois. Padrinhos: António Durães e sua esposa, Vicência Rosa Domingues, do lugar da Carreira, São Paio, representados por Manuel Vasques e sua mulher, Maria Luísa Dias, do lugar do Souto, Prado.
RIBEIRO, José Joaquim (Zé da Luísa). Filho de Luísa Teresa de Jesus Ribeiro, solteira, moradora no lugar do Cerdedo. Neto materno de João Luís Ribeiro e de Maria Rosa Pires, do lugar de Ferreiros, todos lavradores. Nasceu em Prado a 21/9/1865 e foi batizado na igreja a 24 desse mês e ano. Padrinhos: Luís de Sousa da Gama, viúvo, proprietário, da Quinta da Serra, Governador Militar da Praça de Melgaço, e Rita Generosa Gomes Pinheiro, solteira, do lugar do Barral, Paderne. // Em 1876 calhou-lhe a ele tocar a campainha da Confraria das Almas. // Morreu a 11/12/1956, com 91 anos de idade, sem geração.
Processo de Joaquim dos Reis Crespo, sócio do Sindicato Nacional dos Farmacêuticos. Contém correspondência trocada entre o sócio e o Sindicato Nacional dos Farmacêuticos relativa à sua inscrição, e boletim de inscrição com indicação do nome, naturalidade, data de nascimento, estado civil, nacionalidade, faculdade ou escola onde cursou, data do diploma, domicílio, estabelecimento onde exerce a atividade, número de inscrição na Inspeção do Exercício Farmacêutico, data e assinatura do candidato. Contém ainda correspondência enviada à família do sócio pelo Sindicato aquando do seu falecimento.
Notário: João Machado da Silva Outorgantes: José de Faria; José da Silva; Manuel Pereira; João de Almeida Santiago de Sotto Mayor; Jerónimo de Castro; Manuel Rodrigues; Manuel Macedo; José de Macedo; João da Silva Freitas; Daniel Luís Ferreira de Moura; Gonçalo Pereira; Abel Vaz de Castro; Mário Lobo de Macedo; José Fernandes; Manuel Fernandes de Sousa; Franklim Alberto Vaz da Mota Vieira; Jerónimo Batista; José de Lima; Avelino de Macedo Ferreira Dias; Manuel Gomes Vieira; Joaquim Dias da Silva; Francisco Mendes; António Gonçalves; Casimiro Abreu da Cunha; Joaquim Francisco Ribeiro; José Joaquim Machado Ribeiro de Abreu; Eduardo Gonçalves; Manuel Teixeira; Domingos Fernando Teixeira; José da Silva Gonçalves; José Cardoso da Costa; António Jesus Dias Cardoso.
Persuadido de que o facto de António de Araújo o ter nomeado para o cargo de Conselheiro desta Missão, acarretar-lhe-ia a obrigação de promover o Real Serviço, e particularmente o comércio, seria atraiçoar estes princípios se lhe ocultasse o segguinte facto: acusa Joaquim Lobo de ter negciado um Tratado comercial com a Prússia à revelia dos restantes Plenipotenciários e em claro desrespeito às instruções de S.A.R.. O autor, informa que escusou-se a participar nas sessões com os comissários prussianos e manifesta a sua intenção em manter-se afastado de tal acordo por discordar inteiramente da sua utilidade. Foi o próprio Joaquim Lobo que negociou directamente e fez com que o mesmo Tratado fosse aprovado por Sua Majestade Prussiana, a cujjas sessões assistiu, muito a contra-gosto, Navarro. O resultado desta atitude de Lobo foi o Ofício Reservado dos 1.º e 2.º Plenipotenciários portugueses que se afastaram totalmente desta negociação. Como chegou à sua mão o referido projecto, o autor Julgou do seu dever transmitir ao destinatário, em carta particular, as observações inclusas que a sua memória lhe assegura, pois se estivesse em Londres, junto das suas colecções, muito mais poderia advogar contra este acto.
CASTRO, José Joaquim (ou José Augusto). Filho de Joaquim Nunes de Castro, praça da Guarda-Fiscal, natural da freguesia de São Miguel de Messegães, concelho de Monção, e de Angelina Rosa Rodrigues, lavradeira, natural do lugar da Pontepedrinha, freguesia de Prado, concelho de Melgaço, onde moravam. Neto paterno de Luís Manuel Nunes de Castro e de Marcelina Rosa Alves; neto materno de João Evangelista Rodrigues e de Maria da Conceição Rodrigues. Nasceu em Prado a 7/6/1909 e foi batizado na igreja paroquial a 11 desse dito mês e ano. Padrinho: Alpoim Nunes de Castro, irmão do batizando. // Foi aprendiz de serralheiro e trabalhou nas minas. // Segundo consta, foi ele que pegou fogo, em 1948, à corte de gado do Sr. Albertinho de Galvão. Por causa disso, foi preso e levado para a Penitenciária de Lisboa, onde morreu, solteiro, em Setembro de 1954. // Segundo consta, é pai de Reinaldo António da Costa (Nau da Quinchosa), nascido na vila de Melgaço a 23/6/1934. // Nota: ficou conhecido pela alcunha de «Ranilha».