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DOMINGUES, Francisco António. Filho de Manuel Joaquim Domingues Salgado e de Maria Luísa Vaz, da Grova, Paços, moradores em Galvão, SMP. N.p. de Manuel Domingues Salgado e de Maria Gomes Torres; n.m. de Maria Luísa Vaz. Nasceu em Galvão a --/--/1790. // Em 1805 morava em Ferreiros, Prado, na casa de seu tio Luís Domingues. Inscreveu-se como irmão da Confraria de Prado. // Lavrador. // Casou em 1833, na igreja de Prado, com Maria Bernarda Araújo. // Faleceu em Galvão de Baixo, SMP, a 15/11/1860, com 70 anos de idade, e foi sepultado a 17 na igreja matriz. Deixou seis filhos: três homens e três mulheres (ver no apelido Salgado, em Prado).
IGREJAS, Francisco Augusto. Filho de Félix Igrejas, alfaiate, e de Conceição Costas, doméstica, moradores na Rua de Baixo, Vila de Melgaço. Neto paterno de avós ignorados; neto materno de José Costas e de Josefa Fernandes, galegos, lavradores, residentes em Melgaço. Nasceu a 13/3/1880 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: Francisco Pedreira, solteiro, morador na Rua do Rio do Porto, e Florinda Costas, solteira, moradora no lugar das Carvalhiças, SMP, lavradores. // Em 1896 emigrou para o Brasil, onde permaneceu apenas quatro anos. // Morava na Rua Direita quando casou na igreja de SMP, a 18/9/1902, com Deolinda Augusta, de dezasseis anos de idade, também da Vila, moradora na Rua do Rio do Porto, filha de Manuel Joaquim Fernandes e de Suzana Azevedo. Testemunhas: Francisco Pires, negociante, e sua filha Margarida Pires. // Foi alfaiate, com oficina frente ao Hospital, e mordomo da igreja. Na Páscoa, de opa vermelha vestida, acompanhava o padre, levando a cruz a todas as casas da freguesia da Vila de Melgaço. No fim do dia, com a barriga cheia de doces e vinho fino, ele e os seus ajudantes carregavam as ofertas, entre elas, algum dinheiro para o pároco, pois os tempos eram difíceis. // A 7/7/1912 abriu uma Casa de Hóspedes na Rua Nova de Melo, à qual chamou “A Brasileira”, que – além de outras coisas – fornecia menus para piqueniques. Não sei por quanto tempo a manteve ativa. // Nesse ano de 1912 fez parte de uma comissão para as festas da Senhora da Pastoriza, juntamente com Ilídio de Sousa, Amadeu Augusto Fernandes, e Mário de Melo. // Em 1913 foi nomeado tesoureiro da Associação Artística Melgacense. // Estava previsto ser ele, juntamente com João Cândido da Rocha, Leonel Bermudes, e Claudino Rodrigues, a organizar a festa da Senhora da Orada de 1934. // «Em benefífio da capela do hospital da SCMM realizou-se há dias o sorteio da rifa de um peru, cabendo o prémio ao senhor Francisco Augusto Igrejas, desta vila. Ao contemplado, os nossos parabéns. // Ambos os cônjuges faleceram na Vila: a sua esposa a 21/2/1963 e ele a 20/3/1966 .
FRANCISCO DE ASSIS. // O regedor de Remoães mandou levar esta criança à Câmara Municipal, por ter aparecido a 4/10/1880 à porta de casa de Silvino José Gonçalves, casado, lavrador, da Portela de Remoães. Aparentava ter dois ou três dias de idade. // Ficou registado no livro dos expostos sob o n.º 339. // Nesse dia foi batizado na igreja de SMP. Padrinhos: Maximiano Gomes Barreiros e Albina do Rosário Dias, filha da hospitaleira, solteiros. // Após o batismo foi entregue à ama-de-leite, Maria Luísa de Puga, da Charneca, Alvaredo. // Faleceu a 14/11/1880.
Retrato de Francisco Gomes de Amorim, com assinatura impressa. Contém a seguinte legenda: "Nasceu em Avelomar a 13 de Agosto de 1827 e falleceu em Lisboa a 4 de Novembro de 1991. Escreveu muitas peças entre outras «Odio de Raças», «Ghigi», «0 Cedro Vermelho», etc. Publicou dois volumes de versos, « Cantos Matutinos» e «Ephemerus». Auctor das «Memorias Biographicas de Garrett». Deixou vários romances e muitos outros escriptos, em prosa e em verso, ineditos uns, outros já publicados". Integra, ainda, a seguinte informação: "PORTUGAL - CDLXXXIX" e a numeração da coleção: "23".
Filho de Manuel Alves, lavrador, da freguesia de São João de Crespos, diocese de Ourense, e de Angelina Rosa Pires, de Chaviães, moradores no lugar de Parada. N.p. de José Alves e de Benta Conde; n.m. de Manuel José Pires e de Josefa Rosa Pereira. Nasceu em Chaviães a 29/11/1890 e foi batizado pelo padre BARP a 7 de Dezembro desse ano. Padrinho: Manuel Francisco Alves, solteiro, lavrador, do lugar da Igreja. // Casou com Mariana, de trinta e dois anos de idade, filha de Domingos António Esteves e de Maria Joaquina Gonçalves, de Chaviães, na CRCM, a 3/4/1922. // Faleceu em Chaviães a 20/2/1960.
Nasceu no século XVIII. // Casou com Maria Engrácia Rodrigues. Moraram no lugar de Quintas, Chaviães. Pais de António Joaquim (ainda vivo em 1855, e solteiro); de Isabel Maria, casada com Manuel António da Silva, moradores, em 1855, em Perzes, Rouças; de Joana Teresa, casada com Luís Caetano de Araújo Azevedo (ver); de Maria Teresa (ainda viva em 1855, e solteira); de Rosa Joaquina (ainda viva em 1855, e solteira); de José António (faleceu em Luanda, Angola, ainda solteiro, antes de 1855); tudo que deixou, foi vendido pelos seus herdeiros, acima referidos, a Francisco José Vieira Silva Carvalho, ourives na cidade de Braga, por 360$000 réis.
Filho de Manuel José Lopes e de Maria Benedita Pereira, moradores no lugar de Corveira. Neto paterno de António Lopes e de Maria Teresa, de Soutelo, termo de Barcelos (por decreto de 24/10/1855 o concelho de Soutelo foi extinto e passou a ser freguesia de Vila Verde); neto materno de Domingos António Pereira e de Teresa Joaquina Gomes, do Val. Nasceu em Chaviães a 4/4/1853 e foi batizado pelo padre JLBC três dias depois. Padrinhos: Francisco José Codeceira, de São Gregório, Cristóval, e Josefa Rosa Pereira, tia materna do neófito. // Casou com Francisca Rosa Gomes, sua conterrânea. // Ver, em Chaviães, Aureliano Cândido de Aguiar.
Filho de Vítor Manuel Esteves de Magalhães e de Maria das Dores Magalhães, proprietários, moradores no Cruzeiro. N.p. de José Joaquim de Magalhães e de Maria Ludovina Esteves; n.m. de José Maria de Magalhães e de Teresa Joaquina Alves. Nasceu em Chaviães a 14/11/1890 e foi batizado pelo padre BARP a 23 do mesmo mês e ano. Padrinhos: Francisco Manuel Esteves, viúvo, residente em Lisboa (representado por Diogo Maria Maceira, viúvo, proprietário, da Portela de Chaviães), e Alexandrina Rosa Rodrigues, solteira, do dito lugar. // Faleceu a 27/2/1895 e foi sepultado no adro da igreja um dia depois.
RIBEIRA, Francisco António. Filho de Manuel José da Ribeira e de Maria Teresa de Araújo, moradores no lugar de Doma. Neto paterno de Joaquim da Ribeira e de Caetana do Outeiro, de Sucastelo; neto materno de Rosa Inocência de Araújo, solteira, de São Gregório. Nasceu em Cristóval a 16/3/1875 e foi batizado a 19 desse mês e ano. Madrinha: Maria Joaquina Meleiro, casada, dos Casais, Paços. // Lavrador. // Faleceu a 1/8/1910, no lugar da Sobreira, onde residia, com todos os sacramentos, no estado de casado com Alexandrina Gonçalves, natural de Paços, sem testamento, com filhos, e foi sepultado no adro da igreja da freguesia de Paços.
PIRES, Francisco José. Filho de José Joaquim Pires e de Maria Luísa da Ribeira, moradores no lugar de Sá. N.p. de João Pires e de Antónia Maria Esteves, da Corga; n.m. de António José da Ribeira e de Francisca Caetana Lopes, de Sá. Nasceu a 28/4/1826 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: os seus avós maternos. // Casou na igreja de Paços a 21/6/1854 com Francisca Rosa, filha de Manuel Joaquim do Outeiro e de Ana Joaquina Vaz, de Sá. Testemunhas presentes: José Joaquim Lopes e Manuel Joaquim do Outeiro. // A sua esposa faleceu a 29/11/1905, viúva.
ALVES, Francisco José. Filho de Joaquim Alves e de Rosa de Carvalho, lavradores, residentes no lugar da Deveza. Nasceu em Paderne por volta de 1822. // Rural. // Casou na igreja do mosteiro a 8/6/1859 com Maria Rosa, do lugar do Pinheiro, filha de Ana Maria Ferreira, solteira. Testemunhas: António Joaquim Ferreira, irmão da noiva, Luís Manuel Alves, cunhado da noiva, e Manuel Caetano Ribeiro, da Portela de Paderne. // Morreu na sua casa do lugar de Barreira, a 19/7/1892, com 70 anos de idade, viúvo de Maria Rosa Ferreira, e foi sepultado dentro da igreja. // Deixou filhos.
DOMINGUES, Francisco José. Filho de Joaquim Domingues, [de Sante] e de Rosa [Maria] Esteves, de Covelo. Nasceu em Sante por volta de 1836. // Tinha 34 anos de idade, era solteiro, quando casou na igreja do mosteiro, a 22/4/1870, com Maria Rosa Pires, de 28 anos de idade, solteira, natural de Rouças, filha de Joana Pires, solteira, dessa freguesia. Testemunhas: MCR, tendeiro, da Portela, e José Rodrigues, solteiro, filho de outro, de Queirão. // Lavrador. // Morreu em Sante, com cerca de 50 anos de idade, a 7/4/1884, casado com Rosa Pires, e foi sepultado no adro da igreja. // Com geração.
PIRES, Francisco Manuel. Filho de Manuel José Pires e de Maria Domingues. Nasceu em Parada do Monte a 5/8/1850. // Tinha 23 anos de idade, era solteiro, lavrador, morava em Chão do Bezerro, quando casou na igreja da sua terra, a 8/9/1873, com Maria Ana Vieites, sua conterrânea, nascida a 11/3/1851, solteira, camponesa, moradora no lugar de Tablado, filha de Manuel António Vieites (Beites) e de Maria Rosa Duque. Testemunhas da boda: Luís Domingues, solteiro, rural, de Coto do Paço, e o padre José Maria Domingues, do lugar do Ribeiro, Riba de Mouro.
ESTEVES, Francisco Manuel. Filho de Manuel José Esteves e de Clara Joaquina de Caldas, lavradores, pensenses. Nasceu em Penso por volta de 1822. // Taberneiro. // Faleceu em Barro Grande, onde morava, a 10/7/1881, com 59 anos de idade, casado com Rosa Joaquina Barbosa, natural de Troviscoso, Monção, nascida por volta de 1822, filha de Maria Josefa Barbosa, e foi sepultado na igreja. // Rosa Joaquina Barbosa, sua mulher, faleceu a 20/9/1898, com todos os sacramentos da igreja católica, com 76 anos de idade, no estado de viúva, sem testamento, com filhos, e foi sepultada na igreja paroquial.
PEREIRA, Francisco Constâncio. Filho de António Pereira, lavrador, natural de Penso, e de Rosa Meleiro, lavradeira, natural de Paços, moradores no lugar das Lages. Neto paterno de Bernardino Pereira e de Marcelina Esteves Cordeiro; neto materno de José Meleiro e de Mariana Esteves. Nasceu em Penso a 30/11/1909 e foi batizado na igreja a 5 de Dezembro desse ano. Padrinhos: Marcelino Ilídio Pereira e Rosa Rodrigues Vilarinho Pereira, casados, proprietários. // Casou na igreja matriz de Caminha a 23/9/1944 com Maria das Dores de La Salete Pinheiro Sobral, natural da vila de Caminha. // Morreu na vila de Caminha a 18/5/1970.
GONÇALVES, Francisco Manuel. Filho de António Luís Gonçalves e de Maria Luísa Esteves Lima, lavradores, de Quintela, São Pedro de Riba de Mouro, concelho de Valadares (*). Nasceu nessa freguesia por volta de 1804. // Casou na igreja de Remoães, a 14/10/1835, com Maria Luísa, filha de João Gonçalves e de Margarida Joaquina Gonçalves, remoalenses. Testemunhas: Margarida Joaquina Gonçalves e José Manuel Gonçalves. // Faleceu no estado de casado, na sua casa, sita no lugar da Igreja, Remoães, a 9/9/1864, com 60 anos de idade. // Deixou um filho. /// (*) Em 1855 o concelho de Valadares foi extinto; parte das suas freguesias passaram a pertencer a Monção.
MELEIRO, Francisco José. Filho de Caetano Meleiro e de Ana Maria Afonso, de Lobiô. N.p. de João Meleiro e de Quitéria Quintela; n.m. de Domingos Afonso e de Domingas Fernandes, do dito lugar. // Casou na igreja de Rouças a 31/1/1813 com Mariana, filha de António Vaz e de Maria Domingues, do lugar de Requeijo, Rouças; neta paterna de Manuel Vaz e de Bernarda Domingues, da Jugaria, Fiães, e neta materna de António Domingues e de Maria Domingues, de Requeijo, Rouças. // Testemunhas: Manuel José Lourenço e Caetano José Domingues, soldado de linha, ambos do lugar do Crasto, Rouças.
ESTEVES, Francisco António. Filho de Manuel Esteves e de Maria Afonso. N.p. de Eleutério Esteves e de Maria Alonsa; n.m. de João Alonso e de Catarina Gomes, todos de Oleiros, freguesia de Desteriz, bispado de Tui. // Morava na Vila de Melgaço, em casa do boticário Diogo Soares, quando casou na igreja de Rouças a 26/6/1814 com Escolástica Maria Vaz, filha de Ana Maria Vaz, do lugar da Cabana; neta materna de José Vaz e de Francisca Gonçalves, do mesmo lugar. Testemunhas: António Pereira de Figueiroa, de SMP, e Tiago Alves, da Vinha de Cima, Rouças.
FERNANDES, Manuel Francisco. Filho de Dionísio Caetano Fernandes e de Maria Joaquina Pires, moradores no lugar de Aldeia. Nasceu em Rouças por volta de 1813. // Casou na igreja paroquial a 28/8/1836 com Feliciana, filha de Manuel Caetano Alves Salgado e de Maria Joaquina de Castro, do lugar da Pombeira. Testemunhas: José da Costa, do lugar da Igreja, e o sacristão. // Enviuvou a 10/11/1890. // Morreu a 20/7/1896, no lugar de Aldeia, sem sacramentos, com 83 anos de idade, no estado de viúvo, com testamento, com filhos, e foi sepultado no cemitério da freguesia.
VAZ, Francisco José. Filho natural de Manuel Vaz, de Surribas, e de Rosa Domingues, do lugar de Carvalhos. N.p. de Manuel Vaz e de Maria Fernandes; n.m. de Manuel Domingues e de Quitéria Pires. // Casou na igreja de Rouças a 27/1/1812 com Rosa, filha de Manuel Lourenço e de Maria Afonso, de Cavaleiro Alvo; neta paterna de Manuel Lourenço e de Antónia Afonso, do dito lugar de São Paio; n.m. de Manuel Afonso e de Domingas Rodrigues. // Testemunhas: Manuel António Durães, do lugar da Igreja, Manuel António Domingues, da Pombeira, e Manuel Vaz.
LOURENÇO, Manuel Francisco. Filho de Manuel Lourenço e de Maria Rosa Alves Garelha. N.p. de Daniel Lourenço e de Maria Joaquina Alves; n.m. de José Alves Garelha e de Clara Alves. Nasceu em Sante, São Paio, a 24/11/1894, e foi batizado pelo padre AE a 25 desse mês e ano. Padrinhos: Sebastião Alves e Rosa Maria Alves, casados, do dito lugar, todos lavradores. // Casou na CRCM a 11/8/1927 com (Almerinda?) Cândida Cardoso. // Ambos os cônjuges faleceram em Paderne: a esposa a 13/3/1979 e ele a 10/7/1979.
VAZ, Francisco José. Filho de José Maria Vaz e de Maria Rosa Gomes, moradores no lugar da Carreira. N.p. de Manuel José Vaz e de Teresa Caetana Marques, do dito lugar; n.m. de Manuel Gomes e de Ana Joaquina Vaz, do Regueiro, todos lavradores. Nasceu em São Paio a 26/4/1862 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: padre Manuel José Durães, reitor de São Silvestre de ---------- (?), Ponte da Barca, comarca dos Arcos de Valdevez, representado por Caetano Manuel Meleiro, casado, lavrador, da Granja de Baixo, e Ana Joaquina Vaz, avó materna do bebé. // Faleceu em casa dos pais, a 21/4/1874, somente com a extrema-unção, e foi sepultado na igreja.
PALHARES, Manuel Francisco. Filho de António Joaquim Palhares, natural de São Paio, e de Balbina Gil, natural de Paderne, lavradores-caseiros, residentes no lugar do Barral. Neto paterno de João Batista Palhares e de Angélica Rosa Domingues; neto materno de Manuel António Gil e de Maria Júlia Fernandes. Nasceu em São Paio a 1/8/1909 e foi batizado a 5 desse mês e ano. Padrinhos: Secundino José Palhares, casado, e a avó materna do batizando, ambos jornaleiros. // Morreu a 18/8/1909 e foi sepultado no cemitério.
AFONSO, Francisco José. Filho de Luís Caetano Afonso e de Rosa Maria Gonçalves, lavradores, de SMP. Nasceu por volta de 1870. // Tinha 24 anos de idade, era solteiro, lavrador, morava no lugar da Assadura, onde nascera, quando casou na igreja da Vila, a 15/10/1894, com Maria Angélica, de 32 anos de idade, solteira, lavradora, natural de São Paio, filha (por subsequente matrimónio dos pais) de Jerónimo José Lourenço e de Ramona (ou Romana) Antónia, lavradores, residentes na freguesia de São Paio. Testemunhas: Caetano Celestino de Sousa e José Dias, casados, da Vila.
VIEIRA, Francisco José Gildo. Filho de António Vieira e de Mónica Álvares, naturais da freguesia de Redondelo, termo de Chaves, moradores na Vila de Melgaço. N.p. de Manuel Vieira e de Maria Fernandes; n.m. de Luís Álvares e de Isabel Álvares, todos de Chaves. Nasceu a 1/6/1767 e foi sepultado na igreja de SMP dois dias depois pelo padre Manuel Álvares, encomendado da igreja da Vila. Padrinhos: José Fernandes e esposa, Francisca Gonçalves de Araújo, da Vila. Testemunhas: padre Bento de Mogueimes e o Dr. Inácio Luís Ribeiro, da Vila.
Francisco Ferreira Alves solicita licença para ampliação de um barracão, transformando-o em habitação, conforme projeto junto, num terreno sito em Olhalvas, Pousos, inscrito na matriz predial sob o nº 928.
Confrontações:
Norte - Maria Alzira da S. Ruivo
Nascente - Requerente
Sul - Caminho público
Poente - Manuel Simões
Composto por:
- Requerimentos;
- Projeto (plantas, memória descritiva, termo de responsabilidade);
- Informação técnica;
- Correspondência vária;
- Declaração de responsabilidade pela execução da obra;
- Alvará de licença de ampliação nº 1007/76;
- Auto de vistoria nº 467/76;
- Licença de utilização nº 8, de 03-01-1977.
Francisco Fernandes Amaro solicita licença para construção de um muro e reconstrução de outro existente no terreno sito no lugar e freguesia de Monte Real.
Confrontações:
Norte - Estrada Nacional N.º 349
Sul - Joaquim Romano
Nascente - Caminho Público
Poente - Rua Coronel Palhares
Processo composto por:
- Requerimentos
- Planta de situação
- Avisos de 10-02-1976
- Informações dos Serviços Técnicos
- Correspondência vária
- Deliberação camarária de 24-10-1975, de 27-02-1976 e de 25-06-1976
- Mandado de Notificação de 02-07-1976 e de 31-08-1977
- Declaração de responsabilidade pela execução da obra
- Informação da Secção de Arquitetura Urbana
- Oficio da CML n.º 09957 de 04-11-1976
Requerente: Basílio da Costa.
Assunto: Reclamação contra Francisco José do Vale, por ter construído um muro de suporte sobre o leito do regato de São Bartolomeu, com prejuízo do livre curso das águas e ofensa dos direitos do queixoso. Contém: requerimento, planta, nota de serviço, ordem de serviço e notificação [duplicado].
Parecer do Procurador-Geral da Fazenda Francisco António Fernandes da Silva Ferrão relativo à concessão de terrenos em Angola a uma empresa, para exploração agrícola e para mineração. Além de referir a legislação aplicável ao descobrimento de minas, bem como a fiscalidade relativa à importação de máquinas e instrumentos necessários à mineração, o parecer alude ainda à abolição do tráfico da escravatura.
Parecer do Procurador-Geral da Fazenda Francisco António Fernandes da Silva Ferrão, sobre a reclamação de um filho do Ouvidor-Geral Miguel de Arriaga Brum da Silveira, relativa a restrições, impostas pelo Ouvidor, pelo Governador e pela Comissão Administrativa de Macau, ao direito de receber uma pensão concedida àquele Ouvidor-Geral, por carta régia, sobre cada caixa de anfião despachada na alfândega de Macau.
Parecer do Procurador-Geral da Fazenda Francisco António Fernandes da Silva Ferrão acerca da interferência do Magistério Público de Macau nos actos "dos Agentes do Poder Executivo", ao instaurar contra estes um processo para indemnização à Fazenda Pública. Em causa estava a "detenção e guarda de dinheiro pertencente a naufragados" e a entrega ao seu comprovado proprietário.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto acerca do pedido de indemnização de uma casa situada na Rua do Cais, em Vila Franca de Xira, apresentado por Maria Cândida de Assunção Esguelha Monteiro e seu marido, José Francisco Monteiro, na qualidade de representantes e herdeiros de Gertrudes Magna Barbosa Esguelha.
Parecer do Procurador-Geral da Fazenda, Francisco António Fernandes da Silva Ferrão, acerca do prazo enunciado pela Carta de Lei de 31 de Dezembro de 1837, para as mercadorias importadas dos portos da Ásia após a execução da antiga pauta aduaneira, e fossem despachadas até 31 de Janeiro de 1838, pagassem os impostos estabelecidos na legislação anterior á mesma pauta
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Caetano de Seixas e Vasconcelos acerca das acusações feitas contra o juiz de direito da comarca de Barcelos, o conselheiro Manuel José Botelho, em diferentes números do jornal "O Barcelense", e das arguições feitas pelo mesmo magistrado a Francisco Augusto Nunes Pousão, como agente do Ministério Público da mesma comarca.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça remetendo um ofício do Procurador Régio da Relação de Lisboa de 23 de outubro informando que, nesse mesmo dia, foi distribuído na Relação o processo criminal instaurado pelos homicídios cometidos na Rua de São Paulo, em Lisboa, em que foi condenado o réu Francisco de Matos Lobo.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Maria do Couto Monteiro para o Ministério da Fazenda acerca do requerimento em que Luís de Carvalho Daun e Lorena solicita o cumprimento de um precatório passado a favor de Paula Jerónima de Castro e Eça e de outros interessados, relativo à herança de Francisco Xavier de Brito Barreto da Costa e Castro.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Maria do Couto Monteiro para o Ministério da Marinha acerca do requerimento em que Manuel Francisco Dias, residente em Moçambique, tendo cumprido a pena de prisão com trabalhos a que foi condenado pela Junta de Justiça daquela província, pelo crime de falsificação, pede a sua reabilitação.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça remetendo os extratos de cinco libelos propostos contra a Fazenda Pública no juízo ordinário da vila das Lages, na ilha do Pico, por Manuel José Fernandes, Francisco Camacho da Silveira, Domingos António Gomes, Tomás Pereira de Bettencourt e Manuel Silveira de Ávila.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça em que remete uma certidão relativa à ação proposta contra o presidente da Relação dos Açores, Francisco de Magalhães Coutinho, pelas injúrias e ferimentos cometidos contra o juiz da mesma Relação Manuel Rodrigues de Melo, e pede autorização para que o Presidente da Relação seja processado.
Os requerentes são: Francisca Amélia da Veiga Vieira, Mariana da Conceição, Maria da Encarnação Alberto Rei e Francisco Carlos Lagrange.
Contém ofício da 9.ª Repartição da Direção-Geral da Contabilidade Pública do Ministério das Obras Públicas, Comércio e Indústria, de 26 de setembro de 1903, e pareceres do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 10 de novembro.
Parecer do Ajudante do Procurador Geral da Coroa e Fazenda, Aníbal Aquiles Martins, sobre o pedido de perdão das penas em que foram condenados os réus, José de Almeida, Luís Pereira Remígio, João Francisco de Sousa, Joaquim de Oliveira Batista e José de Oliveira, pelos crimes de sedição e ofensas corporais nas pessoas dos agentes da autoridade pública, no concelho dos Olivais, Lisboa.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José Manuel de Almeida e Araújo Correia de Lacerda dirigido ao Ministro da Justiça acerca do estado de desordem em que se encontra o juízo ordinário do julgado de Vilar Maior, pelas acusações feitas ao respetivo subdelegado, Francisco Ferreira Franco, e ao delegado da comarca do Sabugal, bacharel Pedro Cardoso do Amaral Sousa e Menezes.
Parecer do Ajudante do Procurador Geral da Coroa e Fazenda, Aníbal Aquiles Martins, sobre a queixa do juiz de direito da comarca de Moçâmedes, Francisco António Marques Caldeira, em que se queixa do mau serviço prestado pelo delegado do Procurador da Coroa e Fazenda, Bernardo de Meireles Leite, na mesma comarca, a respeito deste ultimo magistrado dar proteção aos criminosos ricos.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto para o Ministério da Fazenda acerca do processo em que Francisco Augusto Franco de Castro, na qualidade de procurador de John Fry Rewes, tutor do seu irmão interdito, Frederico Rewes, pede o pagamento da soma que lhe ficou em dívida pela construção das pontes da alfândega de Lisboa.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, Aníbal Aquiles Martins, sobre o requerimento de José Carlos, ex- espingardeiro de artilharia n.º 5, preso na Cadeia Central de Lisboa, pede a comutação da penas de 8 anos de prisão celular, a que foi condenado por crime de ofensas corporais de que resultou a morte a José Francisco, na cidade de Elvas.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral do Coroa e Fazenda, Aníbal Aquiles Martins. Sobre o requerimento de João Francisco Ramos, em que solicita que seja posta à disposição do juiz de direito da comarca de Faro, a quantia de 471$945 réis, correspondente ao depósito de garantia feito por Sebastião Maria de Jesus, empreiteiro de uma secção do caminho de ferro do Algarve.
Parecer do ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda João de Alarcão Velasques Sarmento Osório. É de parecer que "não pode ser atendida a pretensão do requerente, conde das Alcáçovas, devendo entrar para a posse da Fazenda os bens que constituíram a capela instituída por José Pereira Santiago e de que foi último administrador D. Francisco de Sales, irmão do atual conde".
Requerente: Firma Henry Burnay e Companhia.
Assunto: Reclamação contra as obras que Francisco José de Oliveira e Dr. Casimiro António de Oliveira pretendem fazer através do monte de Alqueirão, desde o açude do Penêdo dos Cavalos até ás propriedades denominadas Leiras do Alqueirão, na margem do rio Cávado. Contém: cópia de reclamação, nota de serviço, despachos, cópia de requerimento.
Filho de Francisco Manuel da Cunha e de Maria Rita do Carmo Araújo, lavradores, residentes no lugar do Outeiro, Chaviães. Neto paterno de Inácio António da Cunha e de Domingas Maria Vaz, residentes na Vila, SMP; neto materno de Manuel José Domingues de Araújo e de Ana Maria de Araújo, moradores no lugar do Outeiro. Nasceu a 22/12/1827 e foi batizado na igreja de Chaviães. // Lavrador. // Casou na referida igreja a 20/8/1860, solteiro, com Miquelina Rosa, de 33 anos de idade, solteira, batizada como ele nessa igreja, filha de António Joaquim Alves, lavrador, e de Maria Pereira, moradores no sítio do Senhor do Socorro, neta paterna de Ângelo Alves de Abreu e de Maria Gertrudes Gomes, e neta materna de António Pereira e de Maria Pereira. Testemunhas: Francisco Máximo Rodrigues, estudante, morador na Vila de Melgaço, e Maria de Araújo, solteira, moradora no lugar do Outeiro. // Moraram no dito lugar do Senhor do Socorro, onde a sua esposa morreu a 1/12/1890. // Ele finou-se a 13/11/1910, numa casa da Rua da Calçada, Vila de Melgaço, onde morava temporariamente, atacado de apoplexia, tendo recebido apenas o sacramento da extrema-unção, no estado de viúvo, sem testamento, e foi sepultado no cemitério de Chaviães. Com geração. // Nota: é provável que tenha sido regedor de Chaviães em 1908
Filho de António Jacinto de Sousa, lavrador, natural de Chaviães, e de Maria Joaquina Alves, natural de Alveios, Tui, moradores no Senhor do Socorro, Chaviães. N.p. de Escolástica Maria Alves; n.m. de João Manuel Alves e de Maria Benita Montes. Nasceu em Chaviães a 10/6/1865 e foi batizado pelo padre JLBC a 13 desse mês e ano. Padrinhos: Francisco Manuel da Cunha, solteiro, ferreiro, morador nas Carvalhiças, SMP, e Maria dos Prazeres Paz, solteira, moradora no Linhar, Chaviães. // Casou na igreja a 8/1/1877 com Claudina Rodrigues, natural de Rouças, de 21 anos de idade, solteira, moradora no lugar da Portela do Couto, filha de Manuel José Rodrigues, chavianense, e de Clara Rosa Alves, roucense. Testemunhas: Francisco José Esteves, casado, lavrador, do lugar da Portela, e Maria Florinda de Araújo, solteira, do lugar de Quintas. // A sua esposa deve ter falecido por volta de 1919, pois nesse ano foram citados Manuel de Sousa, solteiro, maior, ausente em parte incerta do Brasil, e Vitorino Maria Barbeitos, ausente em parte incerta da cidade do Porto, a fim de assistirem a todos os termos do inventário a que se procedia por sua morte. // Ele morreu na Portela de Chaviães, onde o casal residiu, a 16/9/1940.
ARAÚJO, Francisco José. Filho de Rosa de Araújo, solteira, moradora no Requeijo, Pontedeva, Ourense. Neto materno de João de Araújo e de Teresa Fernandes, lavradores, do mesmo lugar e freguesia. // Carpinteiro. // Casou na igreja de Cristóval a 5/10/1851, com Maria Teresa, filha de Isidora da Ribeira, solteira, do Coto de São Gregório. Testemunhas: Caetano Maria de Abreu Mosqueira, da Vila de Melgaço, e João Manuel Rodrigues, da Portela do Couto, Chaviães. // Enviuvou de Maria Teresa. // Voltou a casar, na mesma igreja, a 20/2/1860, com a sua parente em 3.º grau de afinidade, Benedita, de 20 anos de idade, solteira, filha de Manuel José Cerqueira e de Teresa Ribeiro, negociantes, moradores em São Gregório, neta paterna de João Cerqueira e de Antónia Luísa, de Aboim, Arcos de Valdevez, lavradores, residentes no lugar das Choças, Aboim, e neta materna de Inácio Luís Ribeiro e de Páscoa das Flores, rurais, residentes em São Gregório, Cristóval. Testemunhas do ato religioso: João Batista Pires Pereira, casado, negociante, e sua filha, Benedita Pires Pereira, solteira, de São Gregório, e ainda Francisco Mendes, casado, lavrador, residente em Doma. // Faleceu no lugar do Coto, Cristóval, a --/--/1917, com 86 anos de idade (ver JM 1169, de 4/8/1917, e JM 1204, de 27/4/1918). // Pai de Manuel António, solteiro, de João Avelino, solteiro, de Rosa, casada com Tomazio Veiga Moniz, e de Maria, casada com Celestino Ferro, todas estas pessoas ausentes em parte incerta (JM 1205, de 4/5/1918).
LOPES, João Francisco. Filho de José (ou João) Luís Lopes, natural de Paços, e de Marcelina Rosa Rodrigues, natural de Alveios, Tui, moradores no lugar de Beleco, Paços. N.p. de Caetano Lopes e de Ana Rosa Salgado, do dito lugar; n.m. de José Rodrigues e de Josefa Ribeiro, da Boavista, Alveios, Tui. Nasceu a 16/7/1855 e foi batizado a 18 desse mês e ano. Padrinhos: João Francisco Montes e Benedita Magalhães, dos Casais, Cristóval. // Era solteiro, professor da instrução primária, morava em Beleco, quando casou na igreja de Paços a 12/2/1882 com Amélia da Glória Soares Calheiros, de 30 anos de idade, solteira, mestra régia, natural da Vila de Melgaço, filha de Maria Ventura Soares Calheiros, de SMP. Testemunhas presentes: padre José Maria Mendes, morador nos Casais, Paços, e Joaquim Soares de Avelar, moço servente na Vila de Melgaço. (Pároco encomendado: padre António Avelino Douteiro). // Em 1895, 1896, e 1897, lecionava na escola de Paços; era professor de segunda classe. // Morreu em São Gregório, Cristóval, onde morava, a 31/5/1897, no estado de casado, com todos os sacramentos, sem testamento, e foi sepultado na igreja de Cristóval. // Com geração.
ESTEVES, Manuel Francisco. Filho de Jacob Esteves e de Maria Alves, lavradores, residentes em Trigueira. Neto paterno de Ana Maria Esteves; neto materno de Rosa Alves. Nasceu em Parada do Monte a 19/5/1863 e foi batizado na igreja católica nesse mesmo dia. Padrinhos: Francisco Alves, casado, camponês, morador no lugar de Carrascal, e Maria Alves, casada, lavradeira, moradora no mesmo lugar. // Aprendeu a profissão de pedreiro. // Estava viúvo de Ludovina Rosa, falecida na freguesia de Vale de Anta, concelho de Chaves, quando casou na igreja de Penso, Melgaço, a 4/5/1896, com Rosa Gomes, de 31 anos de idade, solteira, camponesa, natural de Penso, residente no lugar das Lages, onde ele passou também a residir, filha de Anacleto Gomes e de Damiana Pires. Testemunhas presentes: Evaristo Esteves e Caetano Alves, solteiros, naturais de Penso. // A sua esposa faleceu na referida freguesia ribeirinha a 19/12/1955. // Pai de Júlio Esteves (1897-1973), de Idalina Esteves (1900-1915), de António Esteves (nasceu em Penso a 8/7/1906), e de Manuel Esteves (nasceu em Penso a 3/2/1909).
ESTEVES, Francisco Joaquim. Filho de António Joaquim Esteves e de Ana Luísa Alves, moradores no lugar de Raposos, Prado. Neto paterno de Luís Inácio Esteves e de Maria Josefa Lourenço, do dito lugar; neto materno de João Luís Alves e de Ana Maria Alves, do lugar de Crastos, Paderne, termo de Valadares. Nasceu em Prado a 16/8/1831 e foi batizado dois dias depois. Padrinhos: Francisco Joaquim Domingues Salgado, do lugar de Ferreiros, e Ana Antónia Esteves, do lugar de Santo Amaro, ambos de Prado. // Morava na Vila (era amanuense da Câmara Municipal) quando casou a 10/8/1853, na igreja de SMP, com Maria Joaquina Rodrigues (mais tarde passou a usar o apelido Magalhães), filha de Teresa, galega, solteira, de Gomezende, Santa Maria de Pao, bispado de Ourense. Testemunhas: José Maria Pereira, veterano, e Manuel José Esteves, solteiro, morador em Eiró, Rouças. // Morreu na Assadura, Vila, a 3/6/1870, no estado de casado com a dita Maria Joaquina, e foi sepultado na igreja onde se casara. // A sua viúva apareceu morta a 3/2/1906, na sua casa da Rua da Calçada, Vila. // Com geração. // Nota: a sua esposa fora exposta, salvo erro (ver, na Vila de Melgaço, Felisbela Cândida Esteves).
CASTRO, Francisco Augusto. Filho de Joaquim Nunes de Castro, guarda-fiscal, natural da freguesia de São Miguel de Messegães, concelho de Monção, e de Angelina Rosa Rodrigues, do lugar da Ponte Pedrinha, freguesia de Prado, concelho de Melgaço. Neto paterno de Luís Manuel Nunes de Castro e de Marcelina Rosa Alves; neta materna de João Evangelista Rodrigues e de Maria da Encarnação Rodrigues. Nasceu em Prado a 2/1/1893 e foi batizado na igreja a 12 desse mesmo mês e ano. Padrinhos: Francisco Pires, viúvo, negociante na vila de Melgaço, e Maria Rosa Vaz, solteira, natural de São Martinho de Alvaredo, moradora na vila de Melgaço. // Fez exame do 1.º grau na escola Conde de Ferreira a 15/7/1907 e obteve um «bom». // No verão de 1914 fez exame do 2.º grau na dita escola, obtendo a classificação de «bem»; era seu professor António José de Barros. // Casou na CRCM a 6/9/1915 com Aduzinda Júlia Nunes, natural de Cristóval. // Foi soldado da Guarda-Fiscal. // Morreu em São Gregório, Cristóval, a 1/3/1946, onde residia com a esposa e filhos. // Pai de Santiago Luís, entre outros, e avô de Julieta de Fátima (falecida a 6/8/1949). // Nota: parece ser o pai de Artur Joaquim, emigrante em França.
CARDOSO, Francisco Manuel. Filho de António Batista Cardoso e de Margarida Joaquina Marques, camponeses, moradores em Cima de Vila, Remoães. N.p. de João Batista e de Isabel Maria, de Palmeira, Braga; n.m. de Joaquim Marques e de Maria Antónia Alves, de Remoães. Nasceu a 1/4/1824 e foi batizado três dias depois. Padrinhos: Francisco Cardoso e Josefa Batista, tia paterna do batizando. // Casou na igreja de Remoães a 22/1/1860, com Luísa Maria, de 26 anos de idade, solteira, sua conterrânea, filha de Manuel Almuinha e de Maria Luísa de Almuinha; neta paterna de Jacinto Almuinha e de Maria Antónia Lourenço; e neta materna de João Almuinha e de Tomásia Alves. Testemunhas: padre João António de Castro Junior, da Quinta do Paço, Paderne, e Manuel Armada, casado, lavrador, de Gondomar, Remoães. // Morreu em sua casa de morada, sita no lugar de Gondomar, a 17/1/1905, com todos os sacramentos da igreja católica, com oitenta e um anos de idade, no estado de casado com a dita Luísa Maria Almuinha, sem testamento, com filhos, e foi sepultado no cemitério da freguesia.
SOUSA, Francisco Caetano. Filho de Francisco Caetano de Sousa e de Maria José Domingues, moradores no lugar do Coto do Preto, Rouças. Nasceu no dito lugar por volta de 1836. // Casou na igreja de Rouças a 11/6/1856 com Miquelina Rosa Coelho, filha de Silvestre José Coelho e de Maria de Castro Sotomaior, residentes na Quinta de Cavaleiros. // Testemunhas: Manuel Aires, do lugar da Costinha, e padre Manuel José de Sousa, ambos roucenses. // Lavrador. // Tinha mais ou menos 50 anos de idade, estava viúvo de Miquelina Rosa, quando casou de novo, na mesma igreja, a 1/9/1886, com Antónia Esteves, de 45 anos de idade, lavradeira, natural de Castro Laboreiro, onde fora batizada, viúva de Manuel Riobom, moradora em Rouças, filha de Pedro Esteves e de Isabel Bernardo, castrejos. Testemunhas presentes: padre MCAS, e ACC, solteiro, lavrador, do lugar da Igreja, Rouças. // Foi jurado por Rouças no 2.º semestre de 1907; deixou esse lugar a 31/12/1907. Também exerceu o cargo de vereador da Câmara Municipal. // Enviuvou pela segunda vez, a 27/5/1923. // Faleceu nas Adegas, onde tivera estabelecimento, a 10/7/1928, com mais de oitenta anos de idade. // Com geração.
DURÃES, Francisco António. Filho de Domingos José Durães e de Josefa Maria Lopes de Azevedo, lavradores, residentes na Carpinteira. N.p. de Sebastião Durães e de Maria Manuela Álvares, da Carpinteira; n.m. de Domingos António Lopes de Azevedo e de Maria Pires Veloso, da Vila de Melgaço. Nasceu em São Paio a 4/2/1803 e foi batizado dois dias depois. Padrinho: Domingos António Lopes de Azevedo, da Vila de Melgaço. // Casou com Ramona Moura, de quem enviuvou; moraram em São Gregório. // Tinha 58 anos de idade quando casou pela segunda vez, na igreja de Cristóval, a 3/11/1860, com a viúva de Domingos António Durães, Carlota Joaquina, batizada na igreja matriz da Vila (SMP), moradora em São Gregório, de 41 anos de idade, filha de João Manuel Lopes, negociante, e de Josefa da Cunha; neta paterna de Domingos António Lopes e de Maria Pires, e neta materna de Inácio António da Cunha e de Domingas da Cunha, lavradores, todos da Vila de Melgaço. (Os noivos eram compadres, cunhados, e primos em 2.º grau de consanguinidade). Testemunhas: Francisco José Ribeiro, casado, lavrador, e José Joaquim da Costa, viúvo, ambos do lugar da Porta, Cristóval. // Morreu em São Gregório a 29/10/1875, no estado de casado, apenas com o sacramento da extrema-unção, com testamento, e foi sepultado na igreja de Cristóval. // Deixou quatro filhos: Carmem, Josefa, Ludovina, e Manuel.
CARVALHO, Francisco José. Filho de João Batista de Carvalho e de Rosa Joaquina Gomes Veloso, lavradores, ele de Santiago, Braga, e ela natural de Rouças, Melgaço, moradores intramuros. Neto paterno de António José de Carvalho e de Maria Josefa da Silva, de Braga; neto materno de Gervásio Gomes Veloso e de Rosa Joaquina Esteves, do Rio do Porto, Rouças. Nasceu na Vila a 8/12/1830 e foi batizado na igreja matriz de SMP três dias depois. Padrinhos: Francisco José Carvalho, tio do batizando, representado por António Joaquim de Araújo, negociante na Vila, e Ana Rosa Fernandes, casada, de Soutulho, São Paio. // Lavrador e proprietário. // Casou a 16/2/1868 com Antónia da Assumpção, de 29 anos de idade, solteira, do lugar da Carreira, freguesia de São Paio, filha de Manuel Caetano de Neiva e de Lina Rosa Fernandes, lavradores, ele de Rouças e ela de São Paio. // Morreu a 8/2/1902, no dito lugar da Carreira, com todos os sacramentos, no estado de casado, sem testamento, com filhos, e foi sepultado no adro da igreja de São Paio.
RIBEIRO, Francisco José. Filho de Zeferino António Ribeiro, natural da Caniçada, Vieira do Minho, e de Francisca Rosa de Oliveira, de Ceivães, Monção. Nasceu em Messegães, Monção, por volta de 1871. // Veio, no estado de solteiro, para a Vila de Melgaço, onde exerceu a profissão de alfaiate. Abriu ao público melgacense, a 1/6/1898, a “Alfaiataria Moderna”, na Praça do Comércio, nos baixos da casa armoriada que ali existia. // A 27/8/1899 foi padrinho de Álvaro Francisco da Cunha, o qual nascera na freguesia de Chaviães a 17 desse mês e ano. // No dia 3/10/1901 foi padrinho de Alice de Jesus Nunes de Castro, nascida na freguesia de Prado a 20 de Setembro desse ano. // Casou com a idade de 33 anos, na igreja de SMP, a 13/8/1904, com a sua conterrânea e parente no 4.º grau de consanguinidade, Maria Joaquina Lira, de 32 anos de idade, solteira, doméstica, de Messegães, moradora na Vila de Melgaço, filha de Florinda Lira. Testemunhas: Abílio Augusto de Magalhães, estudante, Aurélio Araújo de Azevedo, comerciante, e Ludovina da Rocha Gonçalves Fernandes Pinto. // Em 1915 sofreu um acidente em Valadares, quando se avariou o carro onde seguia, caindo por uma espécie de rampa, ficando uns dias de cama, assim como outros passageiros. // Morreu na Vila de Melgaço a 12/3/1933, com 63 anos de idade. // A sua viúva finou-se também em Melgaço a 18/1/1958. // Com geração.
RODRIGUES, Francisco Raul (Chico Mindelo). Filho de Etelvina Cândida Rodrigues, solteira, criada de servir, moradora na Rua de Baixo, Vila de Melgaço. Neto materno de Manuel Fernandes Rodrigues, de Ponteareias, Galiza, e de Ermelinda Rosa Rodrigues, de SMP, Melgaço. Nasceu na Valinha, Monção, a 15/1/1900, e foi batizado na igreja de SMP a 31 desse mês e ano. Padrinhos: Francisco Constantino Veríssimo, solteiro, chefe da Guarda-Fiscal de Melgaço, e Maria Aurora, filha-família. // Casou a 17/7/1926, na CRCM, com Armandina Cândida (1901-1988), de 24 anos de idade, natural de Prado, filha de Jerónimo José de Castro e de Maria Domingues. // Foram caseiros da Casa de Galvão e moraram em uma casinha perto do Matadouro Municipal. // Era uma figura popular, toda a gente o conhecia. As suas desfolhadas ficaram famosas: traduziam-se em alegria e festa; o vinho verde, com pouca graduação, corria a jorros. Todos os participantes disputavam o milho rei, que dava sorte, segundo diziam. // Faleceu no lugar do Arrochal, Prado, a 12/8/1963. // Deixou filhos.
VAZ, Francisco de Jesus (Chico da Serra). Filho de Joaquim António Vaz (Exposto), oficial de diligências, e de Maria da Encarnação Raimundo, moradores no Campo da Feira, Vila. N.p. de avós desconhecidos; n.m. de João Raimundo e de Antónia Maria, residentes em Lisboa. Nasceu a 23/1/1887 e foi batizado a 13 de Fevereiro desse ano. Padrinhos: José de Jesus Esteves, solteiro, morador na Vila, e Clara Joaquina Fernandes, casada, moradora no Viso (!), Prado. // Em 1913 a sua casa foi assaltada; a polícia descobriu os ladrões, os quais foram presos . // Em 1914 era oficial do Juízo de Direito. // Casou em Dezembro de 1923 com Belmira de Jesus Pires, filha de Angelina Rosa Pires, taberneira na Vila. // Mandou construir, às Portas de Baixo, a casa que mais tarde pertenceria a Manuel Lourenço. // Em 1929, Julho ou Agosto, tomou de trespasse a Casa de Hóspedes, sita à Rua Direita, que fora da sua sogra. «Francisco Vaz, tendo tomado conta por trespasse da antiga e acreditada casa de Angelina Rosa Pires, sita à Rua Direita, desta Vila, espera dever aos seus amigos a fineza de a visitarem, na certeza de que na mesma serão sempre bem tratados. Melgaço, 17/8/1929. F.V.»// Enviuvou a 8/9/1934. // Morreu na Vila a 26/5/1951, já aposentado. // Com geração.
Casal foreiro a Manuel Francisco de Eça. Freguesia: Amorim, São Tiago.
Processo para concessão de pensão provisória nos termos da lei de 17 de Agosto de 1911 ao Padre Francisco dos Santos e Cunha, pároco colado na freguesia de São Martinho de Sardoura.
Processo para concessão de pensão provisória nos termos da lei de 17 de Agosto de 1911 ao Padre Custódio Francisco Orfão de Campos, pároco colado na freguesia de Sabóia.
Processos para a concessão de pensão provisória nos termos da lei de 17 de Agosto de 1911, requerida pelo pároco colado na freguesia de Santa Catarina (Castelo Branco), José Francisco da Silveira Grilo.
Processo para concessão de pensão provisória, nos termos da Lei de 17 de Agosto de 1911, ao padre Manuel Francisco Pessoa da Luz, pároco encomendado na freguesia de Casais.
Processo para concessão de pensão provisória, nos termos da Lei de 17 de Agosto de 1911, ao padre Francisco Ribeiro da Silva Loureiro, pároco colado da freguesia de Passô.
Processo para concessão de pensão provisória nos termos da lei de 17 de Agosto de 1911 ao Padre Francisco Maria Correia de Carvalho, pároco encomendado da freguesia de Vilarinho dos Galegos.
Solteiro. Filho de Domingos Francisco Enes e de Ana Ferreira, do Lugar do Souto da Cal, já falecidos. Assistente no Lugar do Barral, em casa de sua irmã, Perpétua Ferreira, viúva. Freguesia: Crespos, Santa Eulália. Concelho: Braga.
Viúvo de Madalena de Matos. Natural da Freguesia de São Salvador de Figueiredo, Braga. Filho de Francisco Gomes e de Maria Fernandes, já defuntos. Morador na Rua de Maximinos. Freguesia: Sé, Santa Maria. Concelho: Braga.
Processo nº 887, 1964:
Processo de concessão de licença de condução de velocípede, emitida pela Câmara Municipal de Constância em 12/08/1964, em nome do requerente:
Francisco Manuel de Oliveira Godinho
Licença de condução de velocípede nº 886,
Processo nº 1076, 1968:
Processo de concessão de licença de condução de velocípede, emitida pela Câmara Municipal de Constância em 22/05/1968, em nome do requerente:
Francisco Mendes da Costa Varino
Licença de condução de velocípede nº 1075,
Ficha de inscrição individual de Rogério Francisco Ribeiro de Oliveira, atleta suplente da modalidade de tiro, na XXIII Olimpíada de Los Angeles, em 1984, com informações pessoais e profissionais. Esta ficha encontrava-se na pasta das inscrições não confirmadas.
Francisco da Costa Brites solicita licença para várias reparações na sua casa de habitação que constam de:
reparação dos telhados, rebocos, vários remates num muro junto de sua moradia, sita no lugar de Soutocico, na freguesia do Arrabal.
Processo para concessão de pensão provisória nos termos da lei de 17 de Agosto de 1911 ao Padre Francisco Inácio Pais de Matos, pároco encomendado da freguesia de Nossa Senhora da Conceição de Barrancos.
Processo para concessão de pensão provisória nos termos da lei de 17 de Agosto de 1911 ao Padre Francisco Pinto da Silva Rede, pároco colado da freguesia de Pico de Regalados (São Cristóvão).
Processo para concessão de pensão provisória nos termos da Lei de 17 de Agosto de 1911. Pensionista: Padre Francisco Freire de Oliveira Garcês, pároco colado na freguesia de Midões.
Processo para concessão de pensão provisória nos termos da lei de 17 de Agosto de 1911, requerida pelo pároco colado na freguesia de Estreito da Calheta, João Francisco de França Doria.
Processo para a concessão de pensão provisória nos termos da lei de 17 de Agosto de 1911, requerida pelo pároco colado na freguesia de Caniço, Francisco de Ascenção de Freitas.
Processo para concessão de pensão provisória nos termos da lei de 17 de Agosto de 1911 ao Padre Francisco Maria de Morais Machado, pároco encomendado da freguesia de Tó.
Processo para concessão de pensão provisória nos termos da Lei de 17 de Agosto de 1911. Pensionista: Padre Francisco Rodrigues dos Santos Nazareth, pároco colado da freguesia da Sé Nova.
Trata-se de um pequeno conjunto de documentos, que inicia com Contas Correntes Contas do mano Francisco, assim como, Foros recebidos da Conceição, Despesas do inventário da Conceição e despesas com as Escrituras.
Mãe: Antónia Maria Leite. Estado civil: solteira. Avô materno: Diogo José Leite, jornaleiro. Avó materna: Rosa Maria, fiadeira. Padrinho: António José Gomes, carpinteiro. Madrinha: Francisco Gomes Cunha, costureira. Morada dos pais: São Vitor.
COUTINHO, Francisco António Soares (Padre). Em 1836 já era pároco (reitor) da freguesia de Paderne. // Também foi provedor da Santa Casa da Misericórdia de Melgaço. // Em 1860 foi nomeado arcipreste do concelho de (Monção?).
ARAÚJO, Francisco da Lapa Machado (Padre). // Foi abade de São Paio durante muitos anos; em Novembro de 1809 já tinha esse cargo. // Faleceu a 20/9/1829 e foi sepultado na igreja, em jazigo próprio, a 22 desse mês e ano.
Requerimento nº 941, 09/07/1999:
Processo de troca de licença de condução de velocípede com motor nº 2022, emitida pela Câmara Municipal de Constância em 13/12/1984, por licença de condução de ciclomotor, em nome do requerente:
Francisco Cerqueira Correia da Silva
Requerimento nº 657, 04/06/1999:
Processo de troca de licença de condução de velocípede com motor nº 1870, emitida pela Câmara Municipal de Constância em 15/07/1982, por licença de condução de ciclomotor, em nome do requerente:
Francisco Augusto Moleiro Correia Morais
Requerimento nº 381, 26/04/1999:
Processo de troca de licença de condução de velocípede com motor nº 1406, emitida pela Câmara Municipal de Constância em 04/05/1979, por licença de condução de ciclomotor, em nome do requerente:
Francisco José Lopes Gonçalves Fernandes
Requerimento nº 601, 28/05/1999:
Processo de troca de licença de condução de velocípede com motor nº 1823, emitida pela Câmara Municipal de Constância em 25/01/1985, por licença de condução de ciclomotor, em nome do requerente:
Francisco Maria Mendes Freire Patrício
Processo nº 1146, 1969:
Processo de concessão de licença de condução de velocípede, emitida pela Câmara Municipal de Constância em 22/09/1969, em nome do requerente:
Francisco Lopes da Piedade Esteves
Processo nº 515, 1958:
Processo de concessão de licença de condução de velocípede, emitida pela Câmara Municipal de Constância em 25/09/1958, em nome do requerente:
João Francisco da Costa Veiga
Processo nº 1869, 1982:
Processo de concessão de licença de condução de velocípede com motor auxíliar, emitida pela Câmara Municipal de Constância em 27/07/1982, em nome do requerente:
Francisco Augusto Moleiro Correia Morais
Processo nº 2023, 1984:
Processo de concessão de licença de condução de velocípede com motor auxíliar, emitida pela Câmara Municipal de Constância em 13/12/1984, em nome do requerente:
Francisco Cerqueira Correia da Silva
Registo de matrícula de ciclomotor (Velocípede com motor).
Nome: Nuno Miguel da Cruz Francisco
Matrícula n.º: 1-CTC-17-71
Contém registo de transferência de propriedade: Aguinaldo da Silva Almeida.
Anterior matrícula: 1-CTC-00-15.
Fotografia a preto e branco da antiga Rua Conselheiro Manuel Francisco Vargas, atual Rua Serrão Martins. Edifício do Cine-Teatro Marques Duque e do antigo Banco Pinto & Sotto Mayor.
Ficha de inscrição individual de Francisco Jorge dos Santos Coelho, atleta da equipa de halterofilismo, na XXIII Olimpíada de Los Angeles, em 1984. Contém informações pessoais e profissionais e assinatura não identificada.
Cópia de formulário de inscrição de Francisco Albero Barceló Silveira Ramos para assistir à 25ª Sessão da Academia Olímpica Internacional a decorrer em Olímpia de 4 a 19 de Julho.
Cópia de formulário de inscrição de Francisco Miguel Abreu dos Santos para assistir à 28ª Sessão da Academia Olímpica Internacional a decorrer em Olímpia de 19 de junho a 14 de Julho.
José Francisco das Neves solicita licença para construção de uma casa para habitação, do tipo rural corrente, com a superfície de 80,5860 m2 , numa sua propriedade sita no lugar de Loureira, na freguesia de Santa Catarina da Serra.
