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CARVALHO, Francisco. Filho de Manuel José de Carvalho e de Mariana Fernandes, lavradores, residentes em Aldeia Grande. Neto paterno de Manuel António de Carvalho e de Maria Teresa Nunes; neto materno de Manuel José Fernandes e de Maria Pires. Nasceu a 14/5/1861 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: Manuel José Pires, casado, rural, morador em Tablado, e Luísa Alves, casada, moradora no mesmo lugar. // Era solteiro, lavrador, quando casou na igreja de Parada do Monte, a 17/6/1891, com Maria Esteves, de 24 anos de idade, solteira, camponesa, do lugar de Carrascal, filha de Jacob Esteves e Maria Alves, rurais, desse lugar. Testemunhas: Manuel José de Carvalho, de Aldeia Grande, e Joaquim Carvalho, de Carrascal, casados, ferreiros.
TORRES, Francisco. Filho de José Manuel da Gaia Torres e de Rosa Maria Rodrigues, lavradores. Neto paterno de João da Gaia Torres e de Maria Gonçalves; neto materno de José Rodrigues e de Ana Maria da Lama. Nasceu em Felgueiras, Penso, por volta de 1822. // Casou na igreja da sua freguesia a 27/11/1848 com Francisca Luísa, do lugar de Carreira, filha de Joaquim José Fernandes e de Maria Vicência Domingues, neta paterna de Sebastião Fernandes e de Maria Esteves, de Rabosa, e neta materna de Manuel Domingues e de Rosa Gomes, de Carreira. Testemunhas: José João Esteves Pires, casado, de Laranjeira, Paulo Fernandes, solteiro, de Barro Grande, e António da Gaia Torres, casado, de Felgueiras. // Morava em Felgueiras, tinha 46 anos de idade, era viúvo de Francisca Luísa Fernandes, quando faleceu, em estado de demência, a 7/4/1868, em casa do seu irmão, presbítero Inocêncio José da Gaia Torres, do dito lugar. // Foi sepultado na igreja. // Deixou filhos.
FREITAS, Francisco. Filho de Manuel António de Freitas e de Joaquina Rosa Codesseira, de São Paio, moradores na Quinta de Eiró, na qualidade de caseiros. N.p. de Manuel José de Freitas e de Maria Rosa de Carvalho; n.m. de José Joaquim Codesseira e de Inácia Joaquina Gonçalves. Nasceu em Rouças a 13/9/1886 e foi batizado a 17 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel José Esteves e sua mulher, Maria Rita Alves, proprietários da dita Quinta. // Casou na igreja de SMP a 26/1/1908 com Maria José, de 22 anos de idade, solteira, natural da Vila, filha de João Cândido Marinho e de Maria Delfina Ribeiro Dias. Testemunhas: António Cândido Esteves e Teresa de Jesus Rodrigues, proprietários. // Morreu na Vila de Melgaço a 9/2/1964.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: José Pereira de Sousa e esposa Josefa de Freitas 2º Outorgante: Francisco Ribeiro de Sousa, outorgando na qualidade de gestor de negócios de Francisco Marques da Costa, casado com Júlia Pereira Ribeiro
PEREIRA, Francisco José. Filho de Francisco Alves Pereira e de Maria Rosa Vaz, residentes no lugar de Sante. N.p. de Francisco Alves e de Maria Rosa Rodrigues; n.m. de António Vaz e de Maria Luísa Alves. Nasceu em São Paio a 12/3/1835 e foi batizado a 15 desse mês e ano. Padrinhos: José Francisco Domingues e Maria Alves, de Sante. // Casou na igreja de Paderne 23/3/1868 com Rosa, de 33 anos de idade, solteira, padernense, filha de Francisco Domingues e de Domingas Vaz, todos rurais. // Testemunhas: FASV e João Manuel Gonçalves.
Os encargos que oneram vários prédios propriedade de Francisco Alves Carneiro que foram hipotecados ao conde de Margaride. Contém Requerimento.
Em 1897 Francisco Inácio herdou de seu pai, João Inácio da Cunha Guimarães, a Fábrica do Moinho do Buraco. Especializada em tecidos de linho, algodão, riscados, toalhas e colchas, a fábrica estava equipada com teares mecânicos e manuais, impondo-se, rapidamente, como uma das principais da região. A mecanização da tecelagem, assim como a instalação de uma máquina a vapor, foram determinantes para o sucesso alcançado. A localização da Fábrica junto ao rio Selho favoreceu a exploração da energia hidroelétrica, um investimento que Francisco Inácio implementou em 1904 com a colocação da primeira turbina e gerador. Sucedeu-se um período de expansão tecnológica com instalação de novas máquinas e criação da secção de fiação, inaugurada em 1908. A construção da central hidroelétrica em 1913, contemplando o alargamento do canal do rio, comporta e uma segunda turbina, conduziu a aumentos significativos de produção. O fornecimento de maquinaria e suporte técnico foi assegurado pelos ingleses - Charles Halo & Sons, Machine Makers & Exporters, de Bradford e Wall & Co., John M. Sumner & C.ª, de Manchester -, pelos alemães da Siemens-Schuckertwerke, e por técnicos suíços que trabalhavam em itinerância pelas fábricas da região. Com nova designação, a Fábrica a Vapor de Tecidos de Linhos e Algodões de Francisco Inácio da Cunha Guimarães manteve a regularidade do investimento em tecnologia, aumento da potência energética e crescimento na produção. Este registo, associado a uma resiliência característica permitiu atravessar o período da I Grande Guerra e a crise económica portuguesa com algum desafogo. Conquistada a reputação, notoriedade e sucesso de vendas, a Fábrica do Moinho do Buraco prosperou no mercado interno, junto das melhores casas de Lisboa, Porto, Coimbra. Francisco Inácio esteve, também, no centro de uma nova vaga de desenvolvimento industrial verificado na década de 1920. A participação da Fábrica na Exposição Industrial e Agrícola de Guimarães 1923, onde recebeu um diploma de 1.ª classe, coroou o seu trabalho. Em 1990 a Fábrica do Moinho do Buraco cessou laboração por motivo de insolvência.
GOMES, Francisco. Filho de Diogo Pinheiro Gomes e de Páscoa Esteves, da Raza. N.p. de Gonçalo Pinheiro e de Ana Gomes, de Santo André; n.m. de António Esteves e de Maria Domingues, de Requeixo. Nasceu em São Paio no século XVIII. // Casou com Mariana Gertrudes Gomes de Abreu e Araújo, da Casa do Rio do Porto. // Foi emigrante no Brasil; em 1770 já lá se encontrava. // A 20/7/1803 foi padrinho, e a esposa madrinha, de Marcelina Rosa de Castro Sousa Gama, nascida na Fonte dos Esteves, Alvaredo, a 15 daquele mês e ano. Nessa altura moravam na Casa e Quinta da Torre, Juradia de Várzea, termo de Melgaço, que ele comprara em 30/5/1774 por 2.900.000 réis aos cónegos regulares de Santo Agostinho, donos do extinto mosteiro de Paderne. (O intermediário na venda foi o cardeal da Cunha, João Gomes da Cunha e Távora, que vivia em Lisboa). Antes tinham morado no Barral, couto de Paderne. // A 2/2/1776 inscreveu-se na Confraria das Almas de Prado. // Faleceu na dita Quinta da Torre a 11/9/1803 e foi sepultado na igreja do convento das Carvalhiças, Vila, no dia seguinte. // Deixou viúva e filhos. // Nota: é sobrinho de Inácio Sampaio Pinheiro.
Contrato de dinheiro a juro que deu Domingas Francisca, viúva de Marcos Francisco, moradora no casal do Souto em Santa Eulália de Fermentões, a Simão Francisco e sua mulher Domingas Rodrigues, lavradores, moradores no casal chamado de Além em São Tomé de Caldelas.
Francisco Martins da Costa Guimarães, senhor da Casa de Minotes e da de Aléns, negociante matriculado na praça da Baía. Filho de Luís Martins da Costa e Joana Maria de Araújo, Senhores da Casa de Minotes, nasceu na Casa de Minotes, em 20 de julho de 1761. Muito novo empregou-se no Porto, em casa dos tios, indo depois para a Baía para a casa do tio Gualter Martins, de quem, depois de ter sido durante 40 anos o principal colaborador, foi também o seu principal herdeiro. Volta a Guimarães para tomar posse de Minotes, de acordo com o testamento de sua mãe. Nesta altura, foi considerado o capitalista mais rico da província do Minho, com uma fortuna avaliada em 5 a 6 milhões de cruzados. Faleceu, solteiro, em Minotes a 4 de junho de 1826. In: Luís Miguel Pulido Garcia Cardoso de Menezes - Os Condes de Margaride e a sua descendência, 1ª edição, Lisboa: Instituto D. João VI, 2007
Monsenhor Dom Francisco Moreira das Neves nasceu em Gandra (Paredes) a 18 de novembro de 1906 e faleceu a 31 de março de 1992. Como literato, ficou célebre por um estudo das ideias de Guerra Junqueiro. Foi um dos principais colaboradores do Cardeal Cerejeira, de quem foi biógrafo. Foi impulsionador da comemorações do Duplo Centenário da Independência de Portugal, em 1940 que teve o propósito de evocar a data da Fundação do Estado Português (1140) e da Restauração da Independência (1640). Colaborador do jornal Novidades desde 1934, foi seu subdiretor do 1974 e colaborador desde 1934. Foi um dos diretores da editora União Gráfica, cofundador da Rádio Renascença (Emissora Católica Portuguesa), havendo colaborado também na RTP. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Francisco_Moreira_das_Neves
Filho de Joaquim Lúcio Barreiro/s e de Luísa Fernandes, naturais desta freguesia de Cousso. Nasceu em Cousso por volta de 1828. // Farmacêutico. Em 1876 já tinha farmácia na sede do concelho; nesse ano, a 3 de Abril, foi padrinho de Cândida Bebiana de Araújo Azevedo, nascida em Chaviães a 23/3/1876. // Casou em primeiras núpcias com Herculana do Rosário, natural de Lisboa. // A sua esposa morreu na Vila de Melgaço a 2/1/1882, com sessenta anos de idade, sem geração. // Casou na igreja de Alvaredo a 20 de Maio de 1885, em segundas núpcias, com Ana Joaquina de Sousa Lobato, de apenas vinte anos de idade, pelo que teve de apresentar ao sacerdote documento autêntico do consentimento dos pais, camponesa, filha de Vitorino de Sousa Lobato e de Maria Benedita Martins, nascida em Alvaredo a 11/6/1865. Testemunhas presentes: José Augusto Teixeira, proprietário, da Vila de Melgaço, e Matias de Sousa Lobato, professor do ensino primário em Castro Laboreiro, e irmão da noiva. // A 28/6/1900, na igreja de Rouças, foi padrinho de Francisco de Barros, nascido naquela freguesia de Melgaço no dia 22 do mesmo mês e ano. // Teve farmácia na Vila (Farmácia Barreiros), no mesmo sítio onde depois esteve o “Café Castro”. // Foi juiz de paz da freguesia da Vila e suas anexas durante uns quantos biénios. // No “Jornal de Melgaço” n.º 714, de 19 de Dezembro, dizia-se que estava doente o «antigo e conceituado farmacêutico desta Vila.» // Morreu na Vila de Melgaço a 29/9/1911, na sua casa do Largo do Calhariz, com a idade presumida de 83 anos. // A gerir a farmácia ficou o seu cunhado, José de Sousa Lobato. // A sua viúva ainda durou mais uns bons anos. // Sem geração.
Francisco Manuel Homem Cristo, mais conhecido por Homem Cristo Filho, foi um intelectual e escritor português, defensor das correntes nacionalistas que levaram ao fascismo italiano, do qual era fervoroso admirador, e aos diversos nacionalismos europeus. Distinguiu-se em Coimbra onde fundou o semanário republicano "A Verdade", colaborou no diário República e nos jornais franceses "Eclair" e "Intransigent". Fundou e dirigiu a revista Ideia Nacional (1915) e o jornal Restauração. In: Cartas dos Outros para Alfredo Pimenta / Arquivo Municipal Alfredo Pimenta. Guimarães: Arquivo Municipal Alfredo Pimenta, 1963, p. 81
Francisco Fernandes Lopes concluiu medicina em 1911 e doutorou-se em 1916 com uma tese sobre "Drogas e Farmacopeia". Optou por viver no Algarve, recusando convites para a docência universitária. Compôs obras para piano e canto, bem como duas óperas. Estudioso multifacetado, publicou vasta obra sobre música, história, filosofia, literatura, arte, religião e política, sobretudo em jornais, revistas e enciclopédias. Republicano, agnóstico e liberal, dizia-se por vezes anarquista. Publicou “Contra a Epidemia do Integralismo Lusitano” (1921-1922). Foi colaborador da Seara Nova. in: Barreto, José. 2016. "Os destinatários dos panfletos pessoanos de 1923". Pessoa Plural, pp. 648-649
Francisco Prieto, filho de Sebastião Prieto e Maria Antónia Prieto Y Prieto, nasceu em São Bartolomeu de la Lamosa - Covelo, por volta de 1807 e faleceu na Freguesia de Duas Igrejas em Vila Verde em 15/05/1868. Francisca Mosquera Y Alonso, filha de Hilário Mosquera e de Maria Antónia Alonso, nasceu em São Bartolomeu de la Lamosa - Covelo, por volta de 1812 e faleceu na freguesia de Duas Igrejas em Vila Verde em 24/10/1877. Foram fabricantes e negociantes de cera no lugar de Ronco em Vila Verde. Tiveram pelo menos os seguintes filhos: Maria Teresa, Padre João António Pereira, Padre Manuel José Pereira, José Manuel e Maria do Rosário Pereira
Nasce a 25 de dezembro de 1884 na Praça dos Restauradores n°33, Lisboa, filho de Maria Bela Pulido Valente e de Francisco Manuel Valente. Francisco Pulido Valente foi na sua época um notável médico e professor da Faculdade de Medicina de Lisboa. Defendeu tese em 1909 e dois anos depois, após concurso de provas públicas, foi nomeado médico efetivo dos Hospitais Civis. Foi assistente de Psiquiatria e especializou-se no estudo de doenças nervosas e Clínica Geral. Foi mobilizado para França (1917) onde dirigiu os serviços de doenças infecto-contagiosas, inicialmente no Hospital de Cherville e depois no Hospital Militar de Hendaia e no da Base n.º2. Regressando a Portugal, reassumia as funções anteriormente prestadas, ascendendo a professor catedrático e regendo a cadeira fundamental de Clínica Médica. Homem de grande cultura científica, competência excecional, visto como um renovador na Faculdade de Medicina. Representou Portugal em diversos congressos científicos e foi premiado por diversos trabalhos neles apresentados. Sempre viveu afastado da vida política militante, assumido republicano, destacou-se pela sua intransigência na famosa greve académica do tempo de João Franco. Em Junho de 1947, determinado em Conselho de Ministros, foi-lhe retirada a cátedra por ser considerado desafeto à política de Estado Novo dedicando-se então à clínica particular. Este grande clínico, um dos maiores do País, avesso a todas as formas de publicidade, é autor de vários e valiosos trabalhos de investigação. De entre eles assinale-se: Introdução ao Estudo da Histeria; A Etiologia e a Patologia da Paralisia Geral; Um caso de Atinomicose; Estudo Clínico e Experimental; Sobre Vinte e um Casos de Encefalite Letárgica. Faleceu em Lisboa, a 20 de junho de 1963. In: https://fpulidovalente.org/sobre-pulido-valente/
O 1.º Visconde de Figanière, foi um diplomata e historiador. Nasceu em Nova Iorque, a 2 de outubro de 1827, faleceu em Paris em 1908. Publicou diversas obras de cariz histórico. Foi ministro plenipotenciário na Rússia. Recebeu o título de visconde por decreto de 25 de Maio de 1870, concedido por D. Luís I. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Frederico_Francisco_Stuart_de_Figanière_e_Morão
FRANCISCO, Rosa [Josefa]. Filha de José Manuel Francisco e de Maria Esteves, moradores no lugar do Ranhado. N.p. de Manuel José Francisco e de Catarina Rodrigues, de Guemil, São João de Longos Vales, Monção; n.m. de Luís Manuel Esteves e de Francisca Quintela, do lugar do Ranhado. Nasceu a 6/5/1869 e foi batizada a 8 desse mês e ano. Padrinhos: o avô materno e sua filha Rosa, solteira, tia da neófita, moradora em Viladraque, Paços. // Faleceu na sua terra natal a 16/10/1947.
MARQUES, Manuel Francisco. Filho de Francisco António Marques, natural de Fiães, e de Fortunata de Jesus Lopes, natural de Paços, residentes no lugar de Doma, freguesia de Cristóval. N.p. de Manuel Joaquim Marques e de Maria Rosa Vaz, de Balsada, Fiães; n.m. de Maria Lopes, solteira, de Beleco, Paços. Nasceu em Cristóval a --/3/1877 e foi batizado a 7 desse mês e ano. Padrinhos: Francisco Domingues, solteiro, ferreiro, do Campo do Souto, e Maria Caetana Marques, viúva, dos Casais, Paços.
DOMINGUES, Manuel Francisco. Filho de Brízida Domingues, moradores no lugar de Cima. Neto materno de Isabel Domingues, solteiras, jornaleiras. Nasceu em Cubalhão a 18/6/1864 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: Manuel Francisco Rodrigues Veiga, pedreiro, e sua irmã, Maria Rosa, solteiros. // Era solteiro, trabalhava à jorna, quando casou na igreja de Cubalhão, a 29/8/1886, com Miquelina Alves, nascida a 5/9/1865, solteira, filha de António Alves e de Maria José Fernandes, lavradores, cubalhoenses. Testemunhas: José Vaz, casado, e Francisco Rodrigues, solteiro, rurais.
RODRIGUES, Francisco José. Filho de Manuel Francisco Rodrigues e de Maria Francisca Gonçalves, lavradores, residentes no lugar de Orjaz. Neto paterno de Manuel José Rodrigues e de Maria Rita Esteves; neto materno de Manuel António Gonçalves e de Ana Maria Gonçalves. Nasceu em Cubalhão a 12/5/1867 e foi batizado na igreja no dia seguinte. Padrinhos: Francisco Vaz e sua mulher, Ana Boaventura, lavradores, do lugar de Cima.
SEARA, Manuel Francisco. Filho de António Joaquim Domingues Seara e de Ludovina Rosa Alves, lavradores, residentes no lugar de Cima. Neto paterno de Manuel António Domingues Seara e de Maria Luísa Marques; neto materno de Francisco José Alves e de Maria Engrácia Rodrigues. Nasceu em Cubalhão a 25/3/1862 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: Francisco Vaz e sua mulher, Ana Boaventura Pereira, lavradores, do lugar de Cima.
DOMINGUES, Francisco António. Filho de Manuel Domingues e de Ana Maria Ferreira, lavradores, do Fulão. N.p. de Francisco Domingues e de Maria Rosa Fernandes; n.m. de Manuel José Ferreira e de Isabel Domingues, da Cela de Cima, Padrenda. Nasceu a 10/2/1865 e foi batizado a 19 desse mês e ano. Padrinhos: Francisco António Domingues e sua mulher, Mariana Vaz, lavradores, de Portocarreiro. // Faleceu com oito meses de vida.
ALVES, Francisco António. Filho de Manuel Alves e de Maria Joaquina Alves, lavradores, de Candosa. N.p. de Manuel Alves e de Rosa Vaz; n.m. de Francisco Alves e de Teresa Caetana Fernandes. Nasceu a 10/4/1862 e foi batizado a 21 desse mês e ano. Padrinhos: Francisco Alves e sua mulher, Maria Gonçalves, lavradores, de Ladronqueira. // Ficou entrevado desde a infância. // Faleceu em casa dos pais a 6/11/1884, solteiro, sem sacramentos, sem testamento, e foi sepultado no adro da igreja.
MARTINS, Manuel Francisco. Filho de Caetano José Martins e de Maria Teresa Pires, moradores no lugar de Sá. Neto paterno de Francisco José Martins e de Rosa Maria Rodrigues, do dito lugar; neto materno de Manuel José Pires e de Francisca Rosa do Outeiro, da Corga. Nasceu a 26/2/1841 e foi batizado a 3 de Março desse mesmo ano. Padrinhos: Manuel Francisco do Outeiro e sua mulher, Ana Martins, de Sá.
MONTEIRO, Francisco José. Filho de Zeferino Monteiro e de Marcelina da Silva, moradores em Sá, Paços. N.p. de Francisco Monteiro e de Luísa Domingues, de São Gregório, Cristóval; n.m. de José Miguel da Silva e de Josefa Monteiro, de Sá, Paços. Nasceu a 28/1/1852 e foi batizado na igreja de Paços pelo padre Luís Esteves, capelão de Paços, com licença do reverendo pároco, a 30 desse mês. Padrinhos: Francisco Monteiro e mulher, Josefa Bermudes, de Doma, Cristóval.
DOMINGUES, Francisco Elias. Filho de Inácio Domingues e de Francisca da Ribeira, moradores no lugar do Outeiro. N.p. de Francisco Domingues e de Maria Esteves, do dito lugar; n.m. de Bento da Ribeira e de Isabel Esteves, de Sá, todos de Paços. Nasceu a 6/5/1814 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: padre Francisco António Domingues e Maria Gertrudes, do Outeiro. (Foi padrinho, por procuração, Bento da Ribeira, do lugar de Sá).
PIRES, Francisco Joaquim. Filho de Pedro Pires e de Ana Luísa Pires, moradores no Outeiro. N.p. de Caetano Pires e de Maria Esteves, dos Casais; n.m. de Francisco José Pires e de Maria Ventura Esteves, do Outeiro, todos de Paços. Nasceu a 29/3/1827 e foi batizado na igreja de Paços. Padrinhos: Manuel Francisco Pires, do Casal, e Maria Ventura Esteves, do Outeiro. (Parece ser este senhor que casou com Emília Douteiro).
RIBEIRO, Francisco José. Filho de António Manuel Ribeiro e de Antónia Maria Rodrigues, moradores em Viladraque. Neo paterno de Manuel Ventura Ribeiro e de Caetana Maria da Costa, do lugar da Porta, Cristóval; neto materno de Francisco Luís Rodrigues e de Ana Rosa Alves, de Viladraque, Paços. Nasceu a 27/6/1853 e foi batizado a 29 desse mês e ano. Padrinhos: Francisco José Rodrigues e Rosa Rodrigues, ele tio e ela prima do batizando, do lugar de Beleco.
ALVES, Francisco José. Filho de Domingos Alves e de Maria Joaquina Alves, moradores em Sante. N.p. de Francisco Luís Alves e de Maria Rosa Vaz; n.m. de Manuel António Alves e de Maria Joaquina de Carvalho, todos lavradores. Nasceu a 17/7/1869 e foi batizado a 20 desse mês e ano. Padrinhos: Francisco José Domingues e sua esposa, Maria Joaquina Domingues, do lugar de Lourenços, São Paio. // Faleceu em São Paio a 14/6/1948.
GOMES, Francisco Maria. Filho de Matias Gomes e de Maria Joaquina Dias, lavradores, residentes em Nogueira. N.p. de Francisco Gomes e de Luísa de Abreu, de Alvaredo; n.m. de Rosa Maria Dias, solteira, da Nogueira, Paderne. Nasceu a 15/3/1854 e foi batizado dois dias depois. Padrinhos: Francisco José Gomes, da Vila de Melgaço, e Maria ------------------. // Lavrador. // Casou na igreja de São Paio a 14/8/1878 com Maria Rosa, de 23 anos, filha de Manuel José Rodrigues e de Joaquina Rosa Alves, lavradores, de Sante.
VIEITES, Francisco José. Filho de Manuel António Vieites (Beites) e de Maria Rosa Duque, lavradores, residentes em Tablado. N.p. de Manuel José Vieites (Beites) e de Maria Luísa Afonso; n.m. de Francisco José Duque e de Maria Rosa Alves. Nasceu em Parada do Monte a 7/10/1864 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: Francisco José Alves, casado, camponês, morador em Carrascal, e Maria Ana Alves, casada, do mesmo lugar. // Faleceu a --/--/1945 (?).
GONÇALVES, Francisco António. Filho de Tomás Gonçalves e de Maria Afonso, moradores no lugar de Santo Amaro, Prado. Neto paterno de Isabel Gonçalves, solteira, do Barreiro, Parada, Caniça, Tui; neto materno de Francisco Afonso e de Benta Jacinta, de Milagres, Cambeses, Monção. Nasceu em Prado a 28/7/1846 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: o padre Francisco António Vaz, do lugar da Breia, freguesia de Prado, e Maria Rosa Simões, do lugar da Corga, freguesia de Remoães.
DOMINGUES, José Francisco. Filho de Francisco José Domingues e de Maria Joaquina Domingues, moradores no lugar de Lourenços. N.p. de José Francisco Domingues e de Maria Alves, de Sante; n.m. de Domingos José Domingues e de Rosa Maria Rodrigues, de Lourenços. Nasceu em S. Paio a 8/2/1858 e foi batizado a 11 desse mês. Padrinhos: o avô paterno e Ana Maria Alves, solteira, de Sante.
FONTES, Manuel Francisco. Filho de Domingos Lourenço Fontes e de Maria Alves Garelha. Neto paterno de António Lourenço de Fontes e de Rosa Maria Rodrigues; neto materno de Francisco Alves Garelha e de Marcelina Vaz, lavradores. Nasceu em São Paio a 16/10/1874 e foi batizado a 18 desse mês e ano. Padrinhos: Francisco José Afonso, casado, e Rosa Alves Garelha, solteira, todos do lugar de Sante.
CASTANHEIRA, Francisco Manuel. Filho de Francisco José Castanheira e de Teresa Antónia Rodrigues, moradores no CFD. Neto paterno de Domingos Gabriel Castanheira e de Vicência Joana; neto materno de Maria Rodrigues, solteira. Nasceu em SMP a 27/9/1818 e foi batizado a 3 de Outubro desse ano. Padrinhos: Manuel Dias de Carvalho, de Queirão, Paderne, e serviu de madrinha o padre Francisco Vaz, da Granja, Alvaredo.
PUGA, Francisco Augusto. Filho de Manuel de Jesus Puga e de Maria da Natividade Rodrigues. N.p. de Manuel Lourenço de Puga e de Quitéria Rosa Alves, de Paderne; n.m. de Francisco José Rodrigues e de Josefa Maria de Abreu, da Vila. Nasceu a 21/12/1837 e foi batizado na igreja de SMP a 24 desse mês e ano. Padrinhos: Francisco Manuel da Cunha Araújo e sua tia Mariana, do Rio do Porto.
RODRIGUES, Francisco José. Filho de António Eusébio Rodrigues e de Joana Joaquina de Sousa, moradores ao pé da igreja da SCMM, intramuros. N.p. de Gaspar Rodrigues e de Rosa Rodrigues, de Arcozelo, Ponte de Lima; n.m. de Maria Sibadaens, solteira, da Guarda, Galiza (frente a Caminha). Nasceu a 5/3/1797 e foi batizado a 11 desse mês. Padrinhos: Francisco José Pereira, solteiro, residente na Vila. Testemunhas: Francisco Manuel Pereira e MPF, mordomo.
SILVA, Francisco Manuel. Filho de Francisco António da Silva e de Maria Albina Pereira, moradores na Calçada. N.p. de Inácio da Silva e de Ana Maria Domingues; n.m. de Manuel Pereira e de Maria Rosa Gomes, da Vila. Nasceu a 13/1/1823 e foi batizado na igreja de SMP a 22 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel José Domingues, de São Gregório, servindo de madrinha Francisco Luís, da Campo da Feira.
SOARES, Francisco Luís. Filho de Diogo António Soares, boticário, de Chaviães, e de Maria Josefa Rodrigues, da Vila, moradores no Campo da Feira de Fora. N.p. de Ana Esteves, solteira, de Chaviães; n.m. de Francisco Xavier Rodrigues e de Rosa Liberata, da Vila. Nasceu a 15/10/1816 e foi batizado na igreja de SMP a 23 desse mês. Padrinhos: Francisco José da Costa e sua esposa, Teresa Josefa Pinto Cardoso, residentes na Vila de Melgaço.
Processo para concessão de pensão provisória nos termos da lei de 17 de Agosto de 1911 ao Padre Francisco Rodrigues Paulo, pároco colado da freguesia de Albernoa.
Processo para concessão de pensão provisória nos termos da lei de 17 de Agosto de 1911 ao Padre José Francisco Neves, pároco colado da freguesia de São Matias.
Processo de concessão de pensão provisória nos termos da lei de 17 de Agosto de 1911 ao Padre Francisco Martins Serrano, pároco encomendado na freguesia da Santo Amador.
Processo para concessão de pensão provisória nos termos da lei de 17 de Agosto de 1911 ao Padre Francisco Lopes Leóssa, pároco colado na freguesia de Pias.
Processo para concessão de pensão ao Padre José Francisco da Assunção, pároco das freguesias de Évora Monte, concelho de Estremoz e Vidigão, concelho de Arraiolos.
Processo para concessão de pensão provisória, nos termos da lei de 17 de Agosto de 1911, requerido pelo cónego da Sé Catedral, Francisco Venceslau e Mendes.
Processo para concessão de pensão provisória, nos termos da lei de 17 de Agosto de 1911. Pensionista: Padre Francisco Duarte Ferreira, pároco colado da freguesia de Vimeiro.
Processo para concessão de pensão provisória, nos termos da lei de 17 de Agosto de 1911. Pensionista: Padre Francisco António Pereira, pároco encomendado da freguesia de Arrimal.
Processo para concessão de pensão provisória, nos termos da Lei de 17 de Agosto de 1911, ao padre Francisco António Quintão, pároco colado da freguesia do Barreiro.
Processo para concessão de pensão provisória, nos termos da Lei de 17 de Agosto de 1911, ao padre José Francisco da Costa, pároco colado na freguesia de Sapataria.
Processo para concessão de pensão provisória, nos termos da Lei de 17 de Agosto de 1911, ao padre Francisco Marques Dinis, pároco colado na freguesia de Sacavém.
Processo para concessão de pensão provisória, nos termos da Lei de 17 de Agosto de 1911, ao padre António Francisco Coutinho, pároco colado na freguesia do Seixal.
Processo para concessão de pensão provisória, nos termos da Lei de 17 de Agosto de 1911, ao padre Francisco António Barroqueiro, pároco colado na freguesia de Urra.
Processo para concessão de pensão provisória, nos termos da Lei de 17 de Agosto de 1911, ao padre Francisco Vieira Inácio, pároco encomendado da freguesia de Abrã.
Processo para concessão de pensão provisória, nos termos da Lei de 17 de Agosto de 1911, ao padre Francisco Estêvão Godinho, pároco encomendado da freguesia de Pego.
Processo para concessão de pensão provisória, nos termos da Lei de 17 de Agosto de 1911, ao padre Francisco Brás das Neves, pároco encomendado na freguesia de Alcanena.
Processo para concessão de pensão provisória, nos termos da Lei de 17 de Agosto de 1911, ao padre Francisco Bento Barbosa, pároco encomendado na freguesia de Vascões.
Processo para concessão de pensão provisória, nos termos da Lei de 17 de Agosto de 1911, ao padre Francisco Augusto Costa, pároco colado da freguesia de São Joaninho.
Processo para concessão de pensão provisória, nos termos da Lei de 17 de Agosto de 1911, ao padre Francisco da Costa, pároco colado da freguesia de Penajóia.
Processo para concessão de pensão provisória, nos termos da Lei de 17 de Agosto de 1911, ao padre Joaquim Francisco Ribeiro, pároco colado da freguesia de Peva.
Processo para concessão de pensão provisória nos termos da lei de 17 de Agosto de 1911 ao Padre António Francisco Silva, pároco colado na freguesia de Cardanha.
Processo para concessão de pensão provisória nos termos da lei de 17 de Agosto de 1911 ao Padre Francisco Manuel Alves, pároco colado na freguesia de Cicouro.
Padre. Filho de Domingos Francisco Rego e de Ângela Francisca. Morador na Rua dos Chãos de Cima. Freguesia: São Vítor. Concelho: Braga.
Pai: Gonçalo Araújo. Estado civil: casado. Profissão: alfaiate. Mãe: Maria Francisca. Estado civil: casada. Padrinho: Francisco Teixeira Macedo. Madrinha: Francisca Almeida, solteira. Morada dos pais: Rua do Alcaide.
Pai: Francisco Araújo. Estado civil: casado. Profissão: escrivão dos Órfãos. Mãe: Úrsula Barros Teixeira. Estado civil: casada. Padrinho: Diogo Sousa. Morada dos pais: Rua do Alcaide.
Mãe: Marta Gonçalves. Estado civil: solteira. Outras informações: esteve presente Francisco Pires, clerigo de Ordens Sacras, natural de Caminha, e Catarina Dias, solteira da dita freguesia.
Pai: António Francisco. Estado civil: casado. Mãe: Isabel Gomes. Estado civil: casada. Padrinho: Estevão Costa. Madrinha: Ângela Antónia. Morada dos pais: Eirado da Rua de Santo António.
Pai: Francisco Rego. Estado civil: casado. Mãe: Maria Gonçalves. Estado civil: casada. Padrinho: Licenciado Pedro Barros. Madrinha: Cecília Azevedo, mulher de Gaspar Lemos, desta cidade.
Pai: Francisco Aranha. Estado civil: casado. Mãe: Maria Pereira. Estado civil: casada. Padrinho: Gonçalo Afonso, cónego. Madrinha: Antónia Brito, mulher de Leonardo Cunha.
Pai: Francisco Barros. Estado civil: casado. Profissão: alfaiate. Mãe: Isabel Gonçalves. Estado civil: casada. Outras informações: baptizado na freguesia de Lanhas-Vila Verde.
Solteiro. Carpinteiro. Filho de Manuel Francisco e de Luísa Domingues, do Lugar de Anteportas, e de presente assistente no Lugar de Carcavelos. Freguesia: Dume, São Martinho. Concelho: Braga.
Pai: Fernão Silva. Estado civil: casado. Profissão: licenciado. Mãe: Maria Soares. Estado civil: casada. Padrinho: Francisco Fonseca. Madrinha: Clara (...), solteira. Morada dos pais: Rua Dom Gualdim.
Pai: Luís Geraldes. Estado civil: casado. Mãe: Maria Lopes. Estado civil: casada. Padrinhos: Francisco Caldas Pereira e Maria Lopes. Morada dos pais: Rua do Souto.
Reverendo Padre. Filho de José Francisco e de Apolonia Francisca. Morador na Rua Nova de Sousa. Freguesia: Sé, Santa Maria. Concelho: Braga.
Solteiro. Filho de Custódio Francisco, já defunto, e de Páscoa Francisca. Morador na Loura, na Rua de Trás do Castelo. Freguesia: São João do Souto. Concelho: Braga.
Pai: António Gomes. Mãe: Mariana Carneiro. Estado civil: solteira. Padrinho: António Francisco. Madrinha: Francisca Dias?. Morada dos pais: Rua Paio Manta.
Mãe: Ana. Estado civil: solteira. Profissão: escrava. Padrinho: Aleixo, criado do abade Geraldo Ponte. Madrinha: Ana Gomes. Outras informações: escrava de Francisco Azevedo.
Pai: Francisco Pinto. Estado civil: casado. Mãe: Maria Sotomaior. Estado civil: casada. Padrinho: António Vieira, licenciado. Madrinha: Isabel Madeira, mulher de Diogo Machado.
Pai: Francisco Araújo. Estado civil: casado. Profissão: escrivão dos orfaos. Mãe: Úrsula Teixeira. Estado civil: casada. Padrinho: Manuel Alvares Tinoco. Morada dos pais: Terreiro de Santo António.
Pai: João Filipe. Estado civil: casado. Profissão: notário. Mãe: Ângela Azevedo, 2ª mulher. Estado civil: casada. Padrinho: Francisco Garcia. Madrinha: Francisca Maia. Morada dos pais: Rua Dom Gualdim.
Solteiro. Tamanqueiro. Filho de António Francisco e de Natália da Costa. Natural e Morador na Rua dos Chãos de Cima. Freguesia: São João do Souto. Concelho: Braga.
Solteiro. Filho de José Francisco e de Teresa Domingues. Morador no Lugar da Feira. Freguesia: Rio Mau, São Martinho. Concelho: Vila Verde.
Pai: Gonçalo Dias. Estado civil: casado. Profissão: lavrador. Mãe: Margarida Gonçalves. Estado civil: casada. Padrinhos: Francisco Fernandes, lavrador e Florenca Dias, solteira.
Pai: Francisco Pires. Estado civil: casado. Profissão: sombreireiro. Mãe: Ana Rodrigues. Estado civil: casada. Padrinhos: Sebastião Gonçalves e Isabel Alvares. Morada dos pais: Rua do Souto.
Pai: Francisco Pires. Estado civil: casado. Mãe: Filipa Gonçalves. Estado civil: casada. Padrinhos: Pedro Gonçalves, alfaiate e Iria Jorge. Morada dos pais: Rua dos Chãos.
Pai: Luís Geraldes. Estado civil: casado. Mãe: Maria Lopes. Estado civil: casada. Padrinhos: Francisco Caldas Pereira e Maria Lopes. Morada dos pais: Rua do Souto.
Pai: Agostinho. Estado civil: casado. Mãe: Osabel Francisca. Estado civil: casada. Padrinhos: Francisco Rodrigues e Ana Antónia, casada. Morada dos pais: Campo da Vinha.
Pai: Francisco Almeida. Estado civil: casado. Mãe: Maria Castilho. Estado civil: casada. Padrinhos: Miguel Figueira, cónego e Catarina Pimenta. Morada dos pais: Rua do Souto.
Pai: Domingos Francisco. Estado civil: casado. Mãe: Madalena Gonçalves. Estado civil: casada. Padrinhos: Baltazar Barros e Catarina Antónia, casada. Morada dos pais: Rua do Anjo.
Pai: Francisco Gomes. Estado civil: casado. Mãe: Marta Ribeiro. Estado civil: casada. Padrinhos: Domingos Manuel, sombreireiro e Ângela Lourenço, casada. Morada dos pais: Rua dos Chãos.
Pai: Salvador Freitas. Estado civil: casado. Mãe: Isabel Vieira. Estado civil: casada. Padrinhos: Francisco Caldas, Rua do Souto e Isabel Azevedo, Rua do Souto.
Pai: Francisco Gonçalves. Estado civil: casado. Profissão: lavrador. Mãe: Maria Fernandes. Estado civil: casada. Padrinhos: Gonçalo Dias, lavrador e Inácia Macahdo, casada.
Pai: Francisco Alvares. Estado civil: casado. Mãe: Ana Antónia. Estado civil: casada. Padrinhos: Pedro Gonçalves, sapateiro e Isabel Gonçalves, casada. Morada dos pais: Rua dos Chãos.
Pai: Francisco Rodrigues. Estado civil: casado. Profissão: serrador. Mãe: Maria Freire. Estado civil: casada. Padrinhos: Gonçalo Araújo e Cecília Barros. Morada dos pais: Campo de Santa Ana.
Pai: Francisco Alvares. Estado civil: casado. Profissão: sapateiro. Mãe: Ana Veloso. Estado civil: casada. Padrinhos: Pedro Andre e Catarina Luís, casada. Morada dos pais: Rua dos Chãos.
Pai: António Fernandes. Estado civil: casado. Profissão: barbeiro. Mãe: Ana Guimarães. Estado civil: casada. Padrinhos: Francisco Brito e António Mendes, casada.
Pai: Feliciano Rodrigues. Estado civil: casado. Profissão: barbeiro. Mãe: Susana Morais. Estado civil: casada. Padrinhos: Francisco Aquilar e a mulher de Inocêncio Fernandes.
Retrato masculino de Francisco Pulido Garcia. Desempenhou o cargo de presidente da Comissão Executiva na Câmara Municipal de Vidigueira entre 1919 e 1924.
Retrato masculino de Francisco José Carriço, filho de “Anica Capela” e António Manuel Carriço. No verso está presente um carimbo onde se lê: “Coelho Fotógrafo - Cacém”.