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SOARES, José Joaquim. Filho de António José Soares e de Maria Rosa, ou Maria Luísa, Afonso, moradores no lugar de Cavaleiro Alvo. Neto paterno de Manuel Soares e de Maria Luísa Pereira; neto materno de António Afonso e de Maria Rodrigues. Nasceu em São Paio a 14/2/1836. Padrinhos: Manuel Lourenço e Teresa Lourenço, de Lobiô, Rouças. // Lavrador. // Casou a 16/5/1867 com Maria Teresa Lopes, de 21 anos de idade, filha de Manuel José Lopes e de Maria Rosa Lourenço, do lugar de Cavaleiro Alvo, lavradores. // Enviuvou a 22/11/1885. // Casou em segundas núpcias com Luísa Gonçalves, natural de Cubalhão, a qual faleceu a 16/1/1895. // Tinha 59 anos de idade, morava no lugar de Cavaleiro Alvo, estava viúvo de Luísa Gonçalves, quando casou na igreja de São Paio a 27/12/1895 com Maria Joaquina Alves, de 42 anos de idade, viúva de Manuel José Alves, do lugar de Cabencas, filha de João Manuel Alves e de Rosa Maria Fernandes, lavradores, do lugar de Barata. // Morreu a 14/11/1902, com todos os sacramentos, no estado de casado em terceiras núpcias com Maria Joaquina Alves, com testamento, com filhos da 1.ª e da 3.ª esposa, e foi sepultado no adro da igreja.
FERNANDES, José Joaquim. Filho de Manuel José Fernandes e de Violanta da Gaia Torres, lavradores, residentes no lugar de Ferreiros. Neto paterno de António Fernandes e de Luísa Fernandes; neto materno de João António da Gaia Torres e de Maria Luísa Pires. Nasceu em Alvaredo a 2/3/1831 e foi batizado na igreja paroquial nesse mesmo dia. Padrinhos: António Manuel Fernandes e sua irmã, Maria Rosa, seus tios. // Tinha trinta e sete anos de idade, era solteiro, rural, quando casou na igreja de Remoães a 23/2/1868, com Maria Josefa, de vinte e cinco anos de idade, solteira, camponesa, natural da freguesia de São Cristóvão de Mourentão, Galiza, residente em Remoães, Melgaço, filha de José Luís Fernandes e de Maria Manuela Gomes, de Mourentão. Testemunhas presentes: João António Mendes, solteiro, lavrador, e João Salgado, casado, ambos remoalenses. // Morreu a 18/11/1906, em sua casa de morada, sita no lugar do Cruzeiro, freguesia de Remoães, com todos os sacramentos da igreja católica, no estado de casado com a dita Maria Josefa, sem testamento, com filhos, e foi sepultado no cemitério público daquela freguesia de Melgaço. // Pai de Rita Joaquina Fernandes, nascida em Remoães a 7/1/1869.
DOMINGUES, Augusto Joaquim (Varandas). Filho de Manuel Domingues e de Maria Antónia Alves, ele do Vido e ela de Portelinha, onde moravam. N.p. de António Domingues e de Clara Rosa Domingues; n.m. de Luís Alves e de Maria Domingues. Nasceu a 8/5/1883 e foi batizado a 13 desse mesmo mês e ano. Madrinha: Joaquina Fernandes, solteira, de Portelinha. // Casou com Ana Rosa, de 17 anos de idade, filha de Domingos Esteves e de Rosa Domingues, na igreja de Castro, a 10/11/1905. // Faleceu em Portelinha a 27/6/1960, no estado de casado; o seu funeral realizou-se a 29 e o seu corpo foi transportado para o cemitério por uma carreta por ele oferecida à freguesia. No Notícias de Melgaço diz-se que a sua falta iria ser muito sentida, pois era um homem de iniciativa, sempre pugnara pelo progresso da sua terra. A ele se devia, entre outros melhoramentos, a construção dos pântanos de irrigação, a canalização e abastecimento de água, bem como o magnifíco serviço contra incêndios de que estava dotado todo o lugar de Portelinha. Também oferecera à igreja da freguesia uma bandeira, um páleo e duas lanternas. // No livro “Padre Júlio Vaz apresenta Mário”, página 39, lê-se: «foi em 1928 quando o falecido A.J.D. – Augusto Varandas, de Portelinha – por ali levou, sabe Deus com que custo e trabalhos, a sua debulhadora mecânica.» O “Mário” referia-se à estrada de Ponte de Mouro para Castro Laboreiro, que passava em Cubalhão.
DOMINGUES, Manuel Joaquim (Padre). Filho de João Manuel Domingues e de Maria Rodrigues. Nasceu a 19/4/1878. // Depois da instrução primária frequentou o Seminário das Missões Ultramarinas em Sernache do Bom Jardim; ordenou-se a 25/8/1901 na diocese de Portalegre. // Em 1912 já era pároco da Vila de Melgaço (Correio de Melgaço n.º 2); nesse ano, a uma segunda-feira, quando se preparava para ir em passeio com os amigos à Peneda eis que cai da mula que montava! Ficou ferido sem gravidade, mas teve de desistir da viagem (Correio de Melgaço n.º 10, de 11/8/1912). // Em 1923 vêmo-lo a ainda a exercer o seu munus na dita freguesia de SMP (deve ter saído e voltado em 1936; estivera como missionário em Moçambique e no Brasil alguns anos; seria exonerado de pároco da igreja matriz em 1937; para o substituir foi escolhido o padre António de Jesus Rodrigues, que fora coadjutor do arcipreste, padre Manuel Bento Gomes). // Em 1938 encontrámo-lo como pároco de Ganfei, Valença (NM 409, de 14/8/1938). // Em 1940 é pároco de Castro Laboreiro. // Morreu no lugar da Carpinteira, São Paio, a 21/4/1955. // (ver NM 322, 325, 366, de 29/8/1937).
Filho de Francisco José Marques, natural da Galiza, e de Clara Emília Alves, natural de Chaviães, lavradores, residentes no lugar do Val. Neto paterno de Lourenço Marques e de Josefa de Ribas; neto materno de António Joaquim Alves e de Maria Joaquina Pires. Nasceu em Chaviães a 19/10/1880 e foi batizado pelo padre BARP a 25 desse mês e ano. Padrinhos: Vitorino José Alves, viúvo, lavrador, e Maria Joaquina Domingues, solteira, de Gondufe. // Proprietário. // Casou na igreja de Chaviães a 5/2/1911 com Teresa Joaquina, de 22 anos de idade, solteira, camponesa, sua conterrânea, filha de Guilherme José Meleiro e de Maria Rosa Meixeiro, lavradores-proprietários. Testemunhas: José Augusto de Oliveira, casado, natural de Rouças, e Domingos José Meixeiro, solteiro, natural de São Paio. // Trabalhou algum tempo em Minas Gerais, Brasil, onde arruinou a saúde; no regresso a Pará, onde antes estivera, fez uma desagradável viagem de seis meses, cheia de contratempos, sofrendo inclemências e avultados prejuízos; a meio do caminho a embarcação em que viajava, a qual transportava todos os seus haveres, ganhos à custa de esgotante trabalho e de hercúleos esforços, foi a pique de encontro a uns penedos, levada pela correnteza de uma cachoeira; daí em diante, até chegar a Pará, a sua viagem foi uma autêntica odisseia, sofrendo as maiores amarguras de uma vida errante por ínvios lugares, até chegar finalmente à meta do seu destino. Logo a seguir embarcou no “Valência” para Portugal, a fim de se tratar // Morreu na sua freguesia de nascimento, no lugar de Val, a 7/11/1914.
Filho de Luís Vicente de Araújo Azevedo e de Vitorina Gomes de Sousa Gama. Neto paterno de António Jacinto de Araújo Azevedo e de Jerónima de Magalhães; neto materno de António Joaquim de Sousa Gama e de Joana Maria Gomes de Abreu. Nasceu em Chaviães a 24/6/1846 e foi batizado três dias depois. Padrinhos: o seu avô materno e Carlota Rosa Gomes de Sousa, tia do bebé. // Foi para o Porto, onde casou com Constança Elisabeth Mattey, inglesa, até então residente em Londres. É curioso que, a 29/6/1886, antes do casamento, foi lavrado em Inglaterra um contrato antenupcial. Uma das suas cláusulas impunha que, no caso do falecimento do marido, houvesse ou não filhos do património, a viúva receberia do espólio, como arras, cinco mil libras esterlinas. Residiram na capital do norte, mas viajaram imenso. Eram donos da Casa dos Leões, sita no lugar da Serra, Prado. // Morreu em Lisboa, no Hotel Francfort, onde residiu nos últimos tempos da sua vida, a 30/10/1894. // Deixou apenas um filho, Jorge, com oito anos de idade.
Filho de Manuel Tomás Magalhães e de Jerónima Luísa Alves, proprietários, residentes no lugar da Tapada. Neto paterno de José Caetano de Magalhães e de Francisca de Cardenes; neto materno de João Caetano Alves e de Ana Rosa Pereira. Nasceu em Chaviães a 17/4/1856 e foi batizado pelo padre JLBC a 27 do mesmo mês e ano. Padrinhos: José Cândido Gomes de Abreu e Ana Joaquina Vasques, da Vila. // Casou em SMP a 27/9/1888, com a sua prima no terceiro grau, Higina Cândida, nascida na Vila a 11/1/1864, filha de Joaquim Maria Calheiros Gomes Abreu de Magalhães e de Marcelina Rosa da Rocha e Sá, proprietários. Testemunhas: José Cândido Gomes de Abreu e Luís Camilo Gomes Abreu, irmãos, naturais de SMP. // Ele e a esposa foram padrinhos de batismo de Higina Cândida Cerdeira, nascida na Calçada, SMP, a 16/9/1899, e batizada a 23 desse mês e ano. // Faleceu na sua casa da Praça do Comércio, Vila, a 17/4/1907, sem sacramentos, com testamento, sem filhos, e foi sepultado no cemitério municipal. // As herdeiras foram, salvo erro, a sua viúva, e a sua sobrinha, Rosalina Cândida de Magalhães Alves, solteira, ambas da Vila. // A sua viúva finou-se a 7/3/1937.
Filho de Maria Joana Vaz, solteira, moradora no lugar da Bouça, Chaviães. Neto materno de António Covas e de Maria Rosa Gonçalves. Nasceu por volta de 1816. // Lavrador. // Casou na igreja de Chaviães a 20/2/1860, tinha então quarenta e quatro anos de idade, solteiro, com Rosa Joaquina, de quarenta e três anos de idade, solteira, filha de Francisco José Esteves, lavrador, e de Maria Engrácia Rodrigues, moradores em Quintas, Chaviães; neta paterna de Manuel Esteves e de Luísa Domingues, e neta materna de António Rodrigues e de Caetana Gomes. Testemunhas presentes: padre Manuel António Esteves e Joaquim José Esteves, casado, lavrador, ambos moradores em Fonte, Chaviães. // A sua esposa faleceu a 4/10/1879 (no assento de óbito diz-se que ela tinha 52 anos de idade, contrariando assim o que acima se escreveu). // Faleceu a 13/4/1888, em sua casa de morada, sita no lugar de Soengas, com todos os sacramentos, com 69 anos de idade, no estado de viúvo, sem testamento, e foi sepultado na igreja. // Pai de Cândido Augusto.
BARROS, António Joaquim. Filho de José Bernardo de Barros (falecido antes de 1853) e de Francisca Domingues de Araújo, lavradores, de São Gregório. Neto paterno de Luís de Barros e de Maria Benta Gil, residentes na Vila de Melgaço; neto materno de António Domingues e de Maria Luísa Esteves, moradores em Alvaredo. Nasceu por volta de 1823. // Casou na igreja de Cristóval, a 11/4/1853, com Lina Rosa, filha de Caetano José da Ribeira e de Maria Luísa Pires, do Outeiro, Paços. Testemunhas: Caetano José Marques, de São Gregório, e o padre Francisco José da Ribeira, do Outeiro, Paços. // Voltou a casar, no estado de viúvo, a 20/10/1859, com Maria Sousa Viana, nascida em 1834, filha de António José de Sousa Viana e de Rosa Durães, de São Gregório. Testemunhas: Francisco Galego, casado, de São João, Vila de Ribadávia, Galiza, e Francisco da Silva, casado, do lugar da Porta. // Faleceu em São Gregório a 1/3/1861, com 38 anos de idade, somente com a extrema-unção, no estado de casado, sem testamento, sem filhos, e foi sepultado na igreja. // A sua viúva casou a 16/3/1862 com António Correia, de São João da Madeira.
CARVALHO, Manuel Joaquim. Filho de Miguel Domingues Carvalho e de Maria Luísa Alves, lavradores, residentes no lugar de Cima. Neto paterno de Manuel Caetano Domingues Carvalho e de Isabel Domingues; neto materno de Francisco José Alves e de Maria Engrácia Rodrigues. Nasceu em Cubalhão a 10/3/1873 e foi batizado na igreja católica no dia seguinte. Padrinhos: o avô paterno e Isabel Maria Domingues, casada, lavradeira, do lugar de Cima, tia do neófito. // Tinha vinte e três anos de idade, era solteiro, quando casou na igreja de Cubalhão, a 24/11/1895, com a sua parente no 4.º grau, Balbina Rosa, de trinta e quatro anos de idade, solteira, filha de José Luís Vaz e de Maria Domingues, cubalhoenses. Testemunhas presentes: António Luís Vaz, viúvo, e Constantino Vaz, solteiro, todos lavradores. // Nota: é possível que seja o mesmo senhor, conhecido por “O Parada”, morador no lugar de Orjaz, Cubalhão, que a 24/4/1913, pelas oito horas, uma vaca com um dos galhos lhe dilacerou as duas pálpebras do olho esquerdo e o tecido do nariz do mesmo lado; o ferimento causou-lhe grande hemorragia, tendo de ser tratado pelo médico Dr. Vitoriano de Figueiredo e Castro (ver o Correio de Melgaço n.º 47, de 27/4/1913).
VAZ, Augusto Joaquim. Filho de Vitorino Vaz e de Miquelina Alves, lavradores, residentes no lugar de Cima. Neto paterno de Francisco Vaz e de Maria Rosa Rodrigues; neto materno de António Alves e de Maria José Fernandes. Nasceu em Cubalhão a 12/7/1905 e foi batizado na igreja católica da localidade a 16 desse mesmo mês e ano. Padrinhos: Manuel Francisco Gonçalves, solteiro, lavrador, e Maria Joaquina Gonçalves, solteira, camponesa. // Casou com -----------------------------. // A 14/2/1950, pelas dezoito horas, quando a camioneta de feirantes pertencente a José Albano Fernandes, natural de Castro Laboreiro, conduzida pelo motorista Ernesto Martins Isidoro, solteiro, de Braga, se dirigia para a vila de Castro, ao passar a curva denominada Volta Grande, perto de Lamas de Mouro, precipitou-se de uma altura superior a cem metros, ficando gravemente ferido, pelo que depois de ter sido assistido pelos médicos Esteves e Saavedra foi transportado para o hospital de Santo António, no Porto (Notícias de Melgaço n.º 925, de 17/2/1950). // Faleceu na freguesia da Vila, SMP, a 18/7/1977.
ALVES, Manuel Joaquim. Filho de Matias Alves e de Ana Domingues, rurais, moradores no lugar de Queirão. Nasceu e foi batizado em Paderne por volta de 1828. // Tinha 38 anos de idade, era solteiro, quando casou na igreja do mosteiro a 28/6/1866 com Maria Joaquina, de 43 anos de idade, solteira, padernense, moradora em Penso, filha de Caetano Manuel Alves e de Maria Luísa Domingues, do lugar de Casal Maninho. Testemunhas: padre Manuel José Esteves, de Queirão, e Manuel Alves, solteiro, irmão da noiva. // Tinha 57 anos de idade, estava viúvo de Maria Joaquina Alves, quando casou em segundas núpcias, na igreja do mosteiro, com Joaquina Rosa de Sousa, de 50 anos de idade, viúva de Manuel António Gonçalves e filha de Manuel António de Sousa e de Rosa Gonçalves, todos rurais, residentes no lugar de Queirão. // Faleceu a 14/12/1894, em sua casa de morada, sita no lugar de Queirão, apenas com o sacramento da extrema-unção, no estado de casado, com 66 anos de idade, sem testamento, sem filhos, e foi sepultado no adro da igreja.
BERNARDES, Manuel Joaquim. Filho de Maria Caetana Bernardes, de Penso. Nasceu nesta freguesia de Penso a 7/8/1838 e foi batizado na igreja da Gave. // Lavrador. // Casou na igreja de Penso a 11/8/1862, com Joaquina Maria Fernandes, nascida a 21/8/1840 e batizada dois dias depois, camponesa, filha de Manuel Francisco Fernandes e de Rosa Domingues, moradores no lugar de Felgueiras. Testemunhas presentes: padre Custódio Esteves Cordeiro e padre João Manuel Esteves Cordeiro. // Estava viúvo de Maria Joaquina Fernandes, morava no lugar das Lages, quando casou na igreja local a 2/4/1899 com Maria da Conceição Gomes, de 37 anos de idade, solteira, costureira, natural da freguesia de Covas, Vila Verde, residente em Penso, Melgaço, no lugar das Mós, filha natural de Tomaz Gomes e de Maria Luísa Ferreira. Testemunhas presentes: Manuel José Esteves Codesso, casado, e Evaristo Esteves, solteiro, ambos naturais da freguesia de Penso. // Morreu a 31/3/1911, no lugar das Mós, com todos os sacramentos da igreja católica, no estado de casado, sem testamento, com filhos, e foi sepultado no cemitério local.
CALHEIROS, Joaquim Vicente. Filho de José Maria Soares Calheiros, natural da Vila, e de Maria Benedita Vaz Torres, natural de Prado, moradores no lugar da Corredoura. Neto paterno do Dr. Luís Soares Calheiros e de Rosa Maria Marques do Souto Monteiro, do lugar de Galvão de Baixo, Vila; neto materno de Manuel José Vaz Torres e de Mariana Durães, do lugar da Corredoura, Prado. Nasceu em Prado a 21/11/1825 e foi batizado a 24 desse mês e ano. Padrinhos: padre Caetano Celestino Soares Calheiros, de Galvão, SMP, e Joana Rosa Vaz Torres, da Corredoura, Prado. // Proprietário. // Casou na Carpinteira, São Paio, com Francisca Trindade de Castro (*), filha de Manuel José de Castro e de Carolina Durães, e irmã do padre Francisco de Castro, que foi abade de Riba de Mouro. // A sua esposa faleceu no lugar da Carpinteira, freguesia de São Paio, a 16/4/1890, com 58 anos de idade. // Ele morreu a 7/11/1897, no lugar da Carpinteira, com todos os sacramentos, sem testamento, no estado de viúvo, e foi sepultado no adro da igreja de São Paio. // Com geração (ver em São Paio). /// (*) Foi admitida na Confraria das Almas de Prado a 22/6/1848.
SOARES, José Joaquim. Filho de Diogo Manuel Soares, natural de Prado, e de Rosa Joaquina de Magalhães, natural de Chaviães, camponeses, moradores no lugar dos Bouços, Prado. Neto paterno de Belchior José Soares e de Maria Gil, do dito lugar; neto materno de José Caetano de Magalhães e de Francisca Caetana Domingues, do lugar do Viso, Chaviães. Nasceu em Prado a 20/6/1851 e foi batizado na igreja paroquial a 29 desse mês e ano. Padrinhos: o seu tio materno, José Maria de Magalhães, do dito lugar do Viso, e Teresa Joaquina Pereira, do lugar da Tapada, solteiros, de Chaviães. // Lavrador. // Casou na igreja de Prado a 26/11/1887 com Balbina (ou Balbina de Jesus – ver, na vila, nos sem apelido, o nome Balbina) de Castro Coelho, de 35 anos de idade, solteira, camponesa, exposta na roda de Melgaço, e desde tenra idade residente na freguesia de Rouças, filha de Clara Francisca de Castro Coelho [e do tente de infantaria Correia]. Testemunhas presentes: Luís Camilo Gomes de Abreu, solteiro, proprietário, natural da vila de Melgaço, e o padre Luís Caetano Soares Calheiros, natural de Prado. // Enviuvou a 1/6/1916 (Balbina faleceu no lugar das Adegas, Rouças). // Ele morreu no lugar das Adegas, freguesia de Rouças, a 18/12/1920. // Pai de Ermelinda de Jesus Soares (Coelha Velha), casada com José Esteves, natural de Rouças, e avó da “Maria das Adegas”.
RIBEIRO, Manuel Joaquim. Filho de Diogo Ribeiro e de Marcelina Luísa Dias, moradores no lugar do Souto, Prado. Neto paterno de Francisco José Ribeiro e de Antónia Maria Alves, do lugar de Ferreiros, Prado; neto materno de Manuel José Dias e de Rosa Joaquina, do lugar da Carreira, São Paio. Nasceu em Prado a 26/2/1841 e foi batizado na igreja paroquial dois dias depois. Padrinhos: Vicente Ferreira Ribeiro, do lugar da Veiga, São Paio, e Ana Joaquina Ribeiro, do lugar de Ferreiros, Prado. // Casou na igreja de Prado a 11/11/1867 com Maria Rita, de vinte e um anos de idade, filha de Luís Augusto Gonçalves, solteiro (*), do lugar da Portela, Remoães, e de Joana Rosa do Souto, solteira, lavradora, do lugar de Bouça Nova, Prado. Testemunhas presentes: o padre Francisco Manuel Soares Calheiros, do lugar da Corredoura; e José Luís do Vale, casado, mestre-carpinteiro, do lugar do Coto. // Moraram no sobredito lugar do Souto. // Ambos os cônjuges foram admitidos na Confraria das Almas a 31/10/1869: ele por 1$200 réis e ela, esposa, por oitocentos réis. // Com geração. /// (*) Mais tarde casou com a mãe da sua filha.
GONÇALVES, Manuel Joaquim (Quintela). Filho de João Batista Gonçalves, de Remoães, e de Ana Joaquina Domingues da Costa, de Paderne, moradores no lugar da Igreja, Remoães. N.p. de Francisco Manuel Gonçalves e de Maria Luísa Gonçalves; n.m. de Luís Manuel Domingues da Costa e de Maria Teresa Esteves. Nasceu a 27/2/1876 e foi batizado a 2 de Março desse ano. Padrinhos: José Pitães e Maria Teresa Esteves, de Crastos, Paderne. // Primeiramente trabalhou na arte de soqueiro e também como lavrador. // Casou na igreja de SMP a 29/5/1902 com Claudina Joaquina, de 28 anos de idade, solteira, natural de Rouças, filha de Jerónimo José Trancoso, da Vila, e de Maria Teresa Esteves, de Rouças. Testemunhas: José Cândido Gomes de Abreu, casado, negociante, e Estefânia Alves, solteira, costureira, ambos da Vila. // Em 1912 possuía uma loja de mercearia e fazendas à Rua da Calçada, Vila de Melgaço; a 11 de Outubro desse ano essa loja foi assaltada pelos gatunos, roubando-lhe a gaveta do balcão, da qual tiraram 1$000 a 1$500 réis em cobre; por descuido, deixaram cair um fósforo no chão da loja, provocando um incêndio; foi o fumo que chamou a atenção do dono do estabelecimento; o que lhe valeu foi tê-lo segurado na Companhia “Comércio & Indústria, com sede em Lisboa, pela importância de 2.500$000 réis. // Foi músico da banda dos Bombeiros Voluntários de Melgaço. // Faleceu na freguesia de Paderne a 19/8/1957. // Pai de Armando Augusto, de Julieta Augusta, de Sara, entre outros.
VAZ, Manuel Joaquim. Filho de Manuel Luís Vaz, do lugar de Santo Amaro, e de Maria Ventura [Vieites], lavradores. Nasceu em Prado por volta de 1823. // Tocou a campainha da Confraria das Almas em 1835. // Tinha 65 anos de idade, era solteiro, lavrador, morava no lugar da Várzea, quando casou na igreja do mosteiro de Paderne a 12/11/1888 com Bebiana Rosa Gomes, de 48 anos de idade, solteira, doméstica, natural da freguesia de Paderne, residente no dito lugar da Várzea, filha de Caetano José Gomes e de Francisca Antónia Domingues, camponeses, padernenses. Testemunhas: Francisco Luís Fernandes, solteiro, rural, morador no lugar de Botafora, e José da Costa, solteiro, alfaiate, residente no lugar da Costa, ambos os lugares da freguesia de Paderne. // Morreu a 10/6/1910, em sua casa de morada, sita no lugar da Várzea, freguesia de Paderne, com todos os sacramentos, com 87 anos de idade, no estado de viúvo de Bebiana Rosa Gomes, com testamento, sem filhos, e foi sepultado no adro da igreja paroquial de Paderne.
ARAÚJO, Manuel Joaquim. Filho de Manuel Bento de Araújo e de Joaquina Rosa Esteves, rurais, moradores no lugar da Eira. Neto paterno de António Bernardo de Araújo e de Ana Maria Bernardo, do dito lugar; neto materno de Manuel José Esteves e de Maria Caetana, do lugar de Peres. Nasceu em Rouças por volta de 1836. // Tinha 24 anos de idade, era solteiro, camponês, quando casou na igreja de Rouças a 27/8/1860 com a sua parente no 3.º e 4.º grau de consanguinidade, Joaquina Rosa Domingues, de 31 anos de idade, solteira, também roucense, filha de Manuel António Domingues e de Teresa Caetana Esteves, rurais, moradores no lugar de Aldeia; neta paterna de João Domingues e de Isabel Quintela, e neta materna de Manuel Esteves e de Josefa Quintela. Testemunhas: padre José Bernardino Durães, do lugar da Igreja, e Manuel Caetano Lourenço, casado, lavrador, do lugar de Peres. // Ficou viúvo no dia 24/2/1890. // Casou na igreja paroquial, em segundas núpcias, a 29/3/1906, com a sua conterrânea Maria Gonçalves, de 46 anos de idade, solteira, camponesa, filha de António José Gonçalves e de Ana Joaquina Vaz, com quem vivia maritalmente. // Morreu a 15/1/1910, no lugar da Aldeia, com todos os sacramentos, com 74 anos de idade, no estado de casado, sem testamento, com geração, e foi sepultado no cemitério local.
CARDOSO, José Joaquim. Filho de Lourenço Cardoso e de Ana Lourenço, moradores no lugar da Pombeira. Neto paterno de Domingos (ou Jerónimo) Cardoso e de Ana Antunes, da freguesia de Salvador do Souto, termo de Guimarães (ou Barca); neto materno de Diogo Lourenço e de Páscoa Gonçalves, de Sobral de Baixo, Rouças. // Casou na igreja de Rouças a 1/3/1801 com Antónia Maria, filha de António Alves e de Caetana Maria da Silva, de Cavaleiros; neta paterna de Gregório Alves e de Maria Salgado; e neta materna do padre Manuel da Silva e de Bernarda Correia, solteira, natural da Vila de Melgaço. Testemunhas: António Manuel Fernandes, de Cavaleiros, e Domingos António de Sousa, da Pombeira. // Enviuvou antes de 1806, pois nesse ano, a 2 de Setembro, contraiu matrimónio com Jerónima Engrácia, filha de Manuel Domingues e de Maria Teresa Alves; neta paterna de João Domingues e de Violante da Costa, de Cavaleiros, e neta materna de André Rodrigues e de Ana Alves, do lugar da Cabana, todos de Rouças. Testemunhas: Caetano José Domingues, do lugar do Crasto, e Ventura Alves, de Cavaleiros.
DURÃES, José Joaquim. Filho de Francisco José Durães, lavrador, e de Maria Teresa Meixeiro, doméstica, moradores no lugar de Bilhões. Nasceu em Rouças por volta de 1824. // Camponês. // Casou na igreja de Rouças a 24/9/1851 com Maria Teresa Esteves, filha de Manuel José Esteves e de Maria Joana (ou Joaquina) Domingues, rurais, do lugar dos Peres. Testemunhas: padre José Bernardino Durães, do lugar da Igreja, e padre Caetano José de Castro, de Cerdedo. // A 12/12/1861 nasceu ao casal uma criança do sexo feminino, a qual, por correr risco de vida, foi sopeada em casa por Maria Rosa de Araújo, casada, do lugar da Carreira, não lhe sendo atribuído nome, visto que faleceu nesse dia, antes de poder ir à igreja receber os santos óleos e o nome, e ainda outra criança do sexo masculino, esta sopeada em casa por Maria José Domingues, viúva, de Bilhões, morrendo a criança logo depois. // A sua esposa faleceu a 27/11/1895 no lugar de Bilhões. // Ele morreu a 17/5/1898, no dito lugar de Bilhões, com todos os sacramentos, com 74 anos de idade, no estado de viúvo, sem testamento, com dois filhos, e foi sepultado no cemitério.
LOURENÇO, António Joaquim. Filho de Manuel António Lourenço e de Maria Joaquina Durães, camponeses, moradores no lugar de Aldeia. Neto paterno de Domingos Lourenço e de Maria Esteves, do dito lugar; neto materno de Diogo Durães e de Mariana Gaspar Domingues, do lugar da Cela. // Nasceu por volta de 1815. // Tinha 46 anos de idade, estava solteiro, lavrador, quando casou na igreja de Rouças a 3/8/1861 com Ana Rosa (ou Ana Joaquina) Fernandes, de 27 anos de idade, solteira, filha de Feliciano Fernandes e de Maria Engrácia Domingues, rurais, moradores em Sobral de Baixo; neta paterna de Manuel Fernandes e de Antónia Bernardo, de Varziela, Castro Laboreiro, e neta materna de João Manuel Domingues e de Teresa Caetana Lourenço, do dito lugar do Sobral, Rouças. // Testemunhas: António Caetano de Castro, solteiro, lavrador, e Manuel Rodrigues, casado, lavrador, ambos do lugar da Igreja. // Morreu no lugar de Aldeia a 14/7/1885, de repente, com 68 anos de idade, no estado de casado, sem testamento, com quatro filhos, e foi sepultado no cemitério da freguesia. // A sua viúva faleceu a 26/12/1908.
PIRES, José Joaquim. Filho de [José] Florêncio Pires e de Maria Angélica Alves, moradores no lugar de Pontilhão. Neto paterno de Manuel Pires e de Serafina Gomes, do lugar do Barral (!); neto materno de José Alves e de Maria Plácida Rodrigues, da Portela de Paderne (!). Nasceu em São Paio a 1/7/1822 e foi batizado a 7 desse mês e ano. Padrinhos: Tomaz José Gomes de Abreu, viúvo, e Margarida Joaquina de Barros, ambos da Vila. // Teve uma taberna na Vila de Melgaço. // Casou com Maria Angélica Soares Calheiros, da Vila, de quem enviuvou. // Casou novamente, a 18/7/1859, na igreja matriz da Vila, desta vez com Vitória Florinda Lourenço, filha de José Maria Lourenço e de Josefa Antonia Gonçalves, nascida na Vila a 10/3/1837. (*) Testemunhas: José Maria Pereira, cabo de veteranos na praça de Melgaço, e Caetano Celestino de Sousa, mordomo da igreja de SMP. // Faleceu na sede do concelho, na Rua Direita, a 30/9/1885, e foi sepultado no cemitério público. // Gerou filhos em ambas as esposas e deixou alguns bens. // A sua viúva finou-se a 19/10/1918. /// (*) Presidiu ao acto religioso o padre Manuel José Meleiro de Castro, da Rasa, São Paio, sob licença do pároco da freguesia de SMP.
GONÇALVES, Vitorino Joaquim. Filho de Matias Gonçalves e de Clara Vicência de Sá e Sousa da Rocha, comerciantes no Campo da Feira de Dentro, Vila de Melgaço. Neto paterno de João Gonçalves e de Francisca Gonçalves, de Alvaredo; neto materno de Manuel da Rocha e de Mariana de Sousa, de Alvaredo. Nasceu a 9/2/1817 e foi batizado na igreja de SMP a 12 desse mês e ano. Padrinhos: Dr. Miguel Torres e Maria Benta de Azevedo Magalhães. // Casou antes de 1841 com Rosa Joaquina Gomes de Magalhães, de Valença (*), pois nesse ano, a 16 de Fevereiro, ambos foram padrinhos de João Lima, nascido na Vila a 13 daquele mês e ano. // Negociante. // Por volta de 1880 descobriu uma mina de carvão em Folgoso, freguesia de Raiva, Castelo de Paiva. // Que lhe foi atribuída a concessão provisória dessa mina, assim como a Carlos João Ribeiro Lima, entre outros, mas a 26/5/1882, já se regista que foi indeferido o requerimento onde se solicitava a sua exploração. // Pai de Genoveva das Dores, nascida na Vila de Melgaço a 25/8/1845; de Maria de São José, nascida em 1847, e falecida a 9/10/1930; e de Ludovina Amélia, nascida em Lisboa a 26/2/1870, a qual casou nessa cidade a 8/9/1897 com o Dr. Manuel Fernandes Pinto (ver); /// (*) Casou em segundas núpcias com Maria Gertrudes Pereira Gonçalves.
MAGALHÃES, Joaquim Maria. Filho de Jerónimo Luís Gomes de Abreu Magalhães e de Rosa Caetana Soares Calheiros. N.p. do Dr. João Caetano Gomes de Abreu Magalhães e de Maria Bárbara Morfi Ervelle Gaioso de Puga; n.m. do Dr. Luís Soares Calheiros e de Rosa Maria do Souto Monteiro. Nasceu a 2/3/1826 (segundo o Dr. Augusto César Esteves) e em 1827 ou 1828 (segundo o arquiteto Luís de Magalhães Fernandes Pinto e Professor Dr. Armando Barreiros Malheiro da Silva). // Proprietário. // Casou em Ceivães, Valadares, com Marcelina Rosa, proprietária, filha de Aires da Rocha e Sá, comerciante, e de Maria Rosa Rodrigues. Viveram na Quinta de São Julião de Baixo e no Campo da Feira de Dentro. // Faleceu na Rua do Campo da Feira, SMP, a 9/9/1878 (o Dr. ACE escreveu que ele falecera a 9/9/1899 ). // A sua viúva morreu em São Julião de Baixo, a 17/5/1905, com 85 anos de idade, sem sacramentos, sem testamento, e foi sepultada no cemitério municipal de Melgaço. // Pai de Duarte Augusto de Magalhães.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Emília Ribeiro da Costa, que também usa o nome de Emília Freitas da Costa e marido Joaquim Gonçalves 2º Outorgante: Maria da Conceição de Castro Ribeiro da Costa e marido Manuel da Silva Ribeiro de Freitas 3º Outorgante: Raúl José Fernandes da Rocha e Abreu outorgando na qualidade de procurador de Carolina Ribeiro da Costa e marido Joaquim Serrão Pereira 4º Outorgante: Joaquim da Costa, que também usa o nome de Joaquim Ribeiro da Costa casado com Ana da Costa que também usa o nome de Ana de Sousa da Costa 5º Outorgante: Adriano da Costa, que também usa o nome de Adriano Ribeiro da Costa casado com Maria da Conceição Ferreira 6º Outorgante: Manuel Ribeiro da Costa casado com Maria Dias Pedrosa 7º Outorgante: Maria do Carmo Ribeiro da Costa casada com António José dos Santos Pinheiro 9º Outorgante: Armando Ribeiro da Costa casado com Maria de Lurdes Magalhães Félix 10º Outorgante: Joaquim Alves Ribeiro da Costa casado com Isabel Maria Martins Gomes de Oliveira
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: José Augusto Lemos Alves; João Maria Dias e Francisco Antunes Fernandes 2º Outorgante: Joaquim de Oliveira 3º Outorgante: Rosa Leite, casada com Manuel João de Oliveira 4º Outorgante:Maria de Oliveira e marido Adérito Joaquim Fernandes 5º Outorgante: Jaquim José Fernandes, outorgando na qualidade de procurador de Manuel João de Oliveira, casado com Rosa Leite Habilitações por mortes de Narcisa Ferreira, que também usou os nomes de Narcisa Rosa Pereira e Narcisa Rosa Fernandes e Manuel João Pereira
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: José Augusto Lemos Alves; 2º Outorgante: João Maria Dias; 3º Outorgante: Francisco Antunes Fernandes; 4º Outorgante: Joaquim d'Oliveira; 5º Outorgante: Rosa Leite casada com Manuel João de Oliveira; 6º Outorgante: Maria de Oliveira e marido Adérito Joaquim Fernandes; 7º Outorgante: João José de Macedo Fernandes, outorgando na qualidade de procurador de Manuel João de Oliveira casado com Rosa Leite. Habilitação e partilha por óbito de Narcisa Ferreira, que também usou os nomes de Narcisa Rosa Pereira e Narcisa Rosa Fernandes e Manuel João Pereira. Habilitação por óbito de: Narcisa Ferreira que também usou nomes de Narcisa Rosa Pereira e Narcisa Rosa Fernandes e Manuel João Pereira.