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Agradece as honrosas expressões que o Conde da Barca, [Min. da Marinha e do Ultramar e Conselheiro de Estado no Brasil], dirigiu pela carta enviada a Caetano Alexandre da Fonseca Pinto de Albuquerque, [Fidalgo da Casa Real e Senhor do Morgado de Longroiva]. Pede a proteção do destinatário para receber a mercê do Hábito de Cristo.
informa a António de Araújo que enviou, por Lisboa, duas cartas provenientes da Baronesa de Beaumont. Remete as duas inclusas, que seguem para Falmouth para ver se podem seguir ainda pelo Paquete "Lord Hobart". No Sobrescrito: "Illmo. E Exmo. Snr./ Antonio de Araújo de Azevedo/ Ministro, Conselheiro, e Secretario/ de Estado dos Negocios da Marinha/ etc. etc./ Rio de Janeiro//".
Refere que antes de ter saído de Lisboa escreveu a António de Araújo de Azevedo por mão de José Anselmo e que desde essa altura viveu arredada do mundo devido à pouca saúde. Manifesta a sua satisfação por saber que o destinatário já se encontra restabelecido. Informa que o seu círculo familiar aumentou com a chegada da mulher e filhos de Aires, o qual continua mal de saúde. Junto envia uma carta de Maria do Carmo Mendonça Figueira e Azevedo, mulher do seu filho para melhor advogar a causa deste.
Recomenda o portador da carta a [António de Araújo de Azevedo, Min. da Marinha e do Ultramar e Conselheiro de Estado no Brasil]. Lembra que o [filho] Aires Pinto de Sousa Coutinho, ainda não tem sucessor e que apesar da doença continua só no seu "honrroso degredo" após a retirada da sua família . A autora vê todos os dias acontecimentos políticos tão inesperados que a fazem perder a confiança no raciocínio dos outros.
D. Catarina lamenta não ter recebido a prometida carta de António de Araújo de Azevedo, [Min. da Marinha e do Ultramar e Conselheiro de Estado no Brasil], e deseja-lhe as melhoras. Refere que Sebastião Pinto tem sentido dificuldades em concluir o negócio de que veio incumbido e que quase todos os contratempos são provocados pelo Marchal Beresford. Remete um requerimento do marido da sua neta e volta a lembrar que o filho Aires continua a padecer e ainda não tem substituto no cargo. Em 22 de Junho, acusa a receção da carta datada de 16 de Abril. Espanta-se pelo facto do Desembargador João de Carvalho Ferrão ter sido despachado com uma comenda pelos serviços prestados em Londres, visto que ele ali esteve acompanhando do seu filho, o 2.º Visconde de Balsemão, Luís Máximo Alfredo de Pinto de Sousa Coutinho, e nada fez por não ter poderes para tal. Diz que o referido Desembargador foi enviado pelo Bispo do Porto, então Governador, para o livrar das garras do povo. Informa que tem em seu poder cópias de documentos que comprovam a forma como o Bispo iludiu o Príncipe. Pede ao destinatário que não mostre a ninguém as suas cartas e que lhe escreva de seis em seis meses.
Informa que aguarda a qualquer momento por notícias do destinatário. Remete ao irmão António de Araújo de Azevedo, Conselheiro de Estado e Ministro da Marinha e do Ultramar na Corte do Rio de Janeiro, o Memorial do Vigário Geral de Valença, por este lho ter pedido. Espera o bom sucesso do pedido do referido vigário.
Felicita António de Araújo de Azevedo, [Conselheiro de Estado], pela sua nomeação para o Ministério da Marinha e do Ultramar.
Estimará saber se António de Araújo de Azevedo, [Min. da Marinha e do Ultramar e Conselheiro de Estado no Rio de Janeiro], recebeu as cartas enviadas pelos navios Vera Cruz, Triunfo e Almirante. Revela-se preocupado pela falta de letras do destinatário e espera que tal motivo não se deva à falta de saúde. Informa que pelo navio Leal Portuense remete um barril com oito arrobas de presunto, conforme indica o conhecimento incluso.
Remete alguns folhetos avulsos, publicados pelo "Portuguez" e pelo "Correio Braziliense". O Conde do Funchal, [Embaixador em Londres] tem subornado o "Times" e o "Morning Chronicle" para fazer publicar só aquilo que lhe convém, o que não admira devido às "somas que tem às suas ordens". Refere-se, ainda, aos conflitos entre António de Araújo e Lord Strangford que foram publicadas no "Morning Chronicle" de 30 de Março. Alerta para a necessidade de existirem paquetes portugueses que estabeleçam o correio entre o Rio de Janeiro e Inglaterra. Expressa o seu descontentamento pela liberdade que os ingleses têm para mandarem Lord Wellington ir a Portugal "como quem manda á sua caza" buscar a fina-flor das tropas portuguesas.
Diz estar apreensivo com a saúde de António de Araújo de Azevedo, [Min. da Marinha e do Ultramar e Conselheiro de Estado no Rio de Janeiro], pelo facto de ainda não ter recebido resposta às cartas que lhe dirigiu por via do seu correspondente João Gomes de Oliveira, em 5 de Julho e 23 de Setembro de 1813 e em 16 e 28 Fevereiro do presente ano em que remetia como anexo o projecto e reflexão. Oferece ao destinatário um barril de oito arrobas de presunto, o qual será transportado pelo Navio Hércules, conforme o conhecimento incluso.
Cópia autenticada da carta de Romão de Arriada em que solicita (em 24 de agosto de 1807) a Sebastião José de Arriaga que comunique a Napion que no dia 1 de Setembro deverá aparecer juntamente com todos os oficiais usando os novos uniformes. Pede o envio dos Boldries e acusa o envio dos caixotes e sarapilheiras. Informa que o requerimento de Joaquim Aleixo não foi aceite.
Agradece a carta de António de Araújo de Azevedo, [Min. da Marinha e do Ultramar e Conselheiro de Estado no Brasil], datada de 18 de Novembro de 1813. Pode constatar a boa saúde de António de Araújo e agradece a amizade e a proteção que sempre lhe dispendeu. Manifesta sua prontidão para executar as determinações que o destinatário houver por bem lhe dirigir.
Aproveitando a oportunidade de escrever por um "portador conhecido", roga ao Conde da Barca, [Min. da Marinha e do Ultramar e Conselheiro de Estado no Brasil], que beije por si a mão de Sua Majestade e que lhe apresente os seus leais sentimentos, visto que não lhe é possível dirigir-se ao Brasil para assistir à Cerimónia da Aclamação de Sua Majestade, que segundo soube está marcada para o dia 7 do mês de abril, [mas que só viria a suceder no ano seguinte].
Participa a António de Araújo que se encontra na fazenda da Boavista desde o dia 8. Felicita-o pela nomeação para Ministro e Secretário de Estado da Marinha [e do Ultramar]. Informa dos desacatos ocorridos na capitania de Rio Grande do Sul após a assinatura do armistício e alerta para o facto da conservação desta capitania depender da intervenção do destinatário. Solicita o envio de papel, de sete palmos de comprido por cinco de largo, para D. Diogo de Sousa, [Conde de Rio Pardo em 1815], [Governador e Capitão-General de Rio Grande do Sul desde 1807. 02. 25]. Remete, em anexo, uma carta de felicitações de D. Diogo de Sousa.
Envia a António de Araújo de Azevedo, [Min. da Marinha e do Ultramar e Conselheiro de Estado no Brasil], através do navio Flora, um barril com oito arrobas de presunto, uma vez que a idêntica carga enviada no mês de Abril pelo Navio Hércules, não chegou ao destino pelo facto da referida embarcação ter sido aprisionada por um corsário francês perto das ilhas Canárias.
Manifesta o desejo de todos os portugueses em ver restituído o soberano [D. João VI] ao berço da monarquia, agora que terminou o flagelo da guerra. Estando decidido a fazer um giro com a família pela Europa para depois empreender a viagem marítima para a América, o autor solicita ao Conde da Barca, [Min. da Marinha e do Ultramar e Conselheiro de Estado no Brasil], e amigo do seu falecido pai, [José de Seabra da Silva], [antigo Ministro de D. José I e de D. Maria I], um conselho sobre este seu projeto e o envio de duas licenças de Sua Majestade, porque é provável que encete a viagem para o Brasil diretamente de um país europeu sem antes regressar a Portugal. Solicita ao destinatário a graça de beijar, por si, a mão de Sua Majestade e de toda a Real Família.
Solicita ao primo que proteja junto de S.A.R. o seu hóspede Isidoro António Barreto Falcão, homem abandonado e caluniado. Junto envia um memorial do mesmo para que o destinatário conheça as injustiças de que é alvo. Manifesta o seu desejo em ver o destinatário em Portugal.
Felicita António de Araújo de Azevedo, [Conselheiro de Estado], pela sua eleição para desempenhar o idêntico emprego que exercia em Portugal, [o de Ministro da Marinha e do Ultramar]. Refere, ainda, que sempre esperou por este momento, porque o rei jamais consentiria "que o Estado não gozasse dos interessantes bens, que lhe promettem os brilhantes talentos, sciencia, e destintos merecimentos de que V. Ex.a he dotado".
O autor, Ouvidor da Comarca de Sergipe d'El-Rei, dirige-se a António de Araújo de Azevedo, [Min. da Marinha e do Ultramar e Conselheiro de Estado no Brasil], sob a ordem do Conde dos Arcos, , Governador da Baía, para solicitar autorização para proceder à abertura do istmo que existe entre os rios Santa Maria e Poxim. Pela descrição e planta inclusas, o destinatário verificará que esta obra, sendo unicamente prejudicial a um proprietário particular, será de extrema utilidade para a população em geral, visto que proporcionará o livre giro do comércio interno em canoas com mais comodidade e muito menos custos.
Remete as cartas do [Almirante inglês] Sir William Sidney Smith, [Presidente da Reunião dos Cavaleiros de todas as Ordens da Europa], e algumas gazetas onde [António de Araújo], [Min. da Marinha e do Ultramar e Conselheiro de Estado no Brasil], poderá ver a ação dos "Americanos Hespanhoes" junto do redator do "Morning Chronicle". Repete a ideia da necessidade de existir uma gazeta inglesa favorável ao soberano. A cruzada de Sir Sidney Smith, apesar de ser apoiada por todos os governos da Europa, ainda não o foi aprovada devido à oposição do governo inglês. Refere-se às manobras que têm surgido no Parlamento inglês para evitar a todo o custo que a sede do Governo português seja no Rio de Janeiro. Solicita proteção para o seu requerimento.
Informa a António de Araújo de Azevedo, [Min. da Marinha e do Ultramar e Conselheiro de Estado no Brasil], que lhe tem escrito por todos os navios que têm saído do porto para essa corte [do Rio de Janeiro] e que, novamente, aproveita a ocasião para o fazer com o intuito de renovar os seus protestos de gratidão e respeito. Relembra o pedido de proteção que lhe solicitou, na carta de 9 de Dezembro último, para poder ser empregado no serviço do Estado, bem como os lugares que preferia, sendo um deles o de Deputado da Real Junta do Comércio, efetivo ou honorário, por ser mais compatível com os seus conhecimentos. Anuncia que este lugar está em vacatura devido ao despedimento de Manuel da Silva Franco, e que deseja obtê-lo se o destinatário assim o aceitar.
António de Faria Lobo e Melo Bacelar, julgando-se privado da habitual proteção tenta informar-se se incorreu no desagrado de António de Araújo de Azevedo, pois não recebeu resposta à carta em o felicitava pela exaltação. Diz-se inocente das calúnias que lhe imputam e solicita autorização ao destinatário para se apresentar pessoalmente e pedir-lhe perdão comprovando, com documentos, a sua honestidade e lealdade e assim desmentir os caluniadores que já antes haviam se insurgido contra o Corregedor da Comarca da Baía José Raimundo de Passos de Porbem e contra o autor.
Volta a escrever a António de Araújo, depois de já o ter feito em 4 de Outubro, para remeter as duas cartas inclusas vindas de Paris da Baronesa de Beaumont. No Sobrescrito: "Illmo. E Exmo. Snr./ Antonio de Araujo de Azevedo/ Ministro, Conselheiro e Secretario d' Estado/ dos Negocios da Marinha etc etc/ Rio de Janeiro//".
Anuncia o envio, em anexo, do Mapa ou Pauta da Alfândega do Porto que regula a Avaliação das Fazendas que vêm dos Portos do Brasil e dos Direitos que pagam por entrada, do qual fez menção na Reflexão sobre o estado atual do Comércio do Brasil que seguiu com o Projeto do Melhoramento da Agricultura e Manufaturas e Comércio, enviado em 14 de Maio, por mão de João Gomes de Oliveira, mas que não foi entregue devido ao facto de António de Araújo de Azevedo se encontrar doente. Se acaso desejar escrever-lhe, pede que enderece a carta a Francisco Guilherme de Barros e Azevedo, porque teme que alguém mal intencionado a faça desviar.
Lamenta não receber notícias de António de Araújo de Azevedo, [Min. da Marinha e do Ultramar e Conselheiro de Estado no Rio de Janeiro], desde Novembro de 1813. Solicita ao destinatário que acuse a receção das encomendas enviadas desde 1813: os presuntos, as duas memórias sobre o atual estado do comércio, manufaturas e agricultura; da oração recitada em 24 de Junho de 1814; e de um lenço de cambraia desenhado e bordado pela sobrinha do autor com o seu próprio cabelo. Diz que apesar de ter recebido a informação do seu correspondente de que tais encomendas tinham sido entregues gostaria que o destinatário ou alguém da sua confiança acusasse a sua receção. Pede instruções para poder remeter o fogão de cozinha em ferro. Solicita ao destinatário que interceda junto do rei para que a consulta ordenada pelo mesmo senhor à sua fábrica, agora aumentada para Sociedade de grandes capitalistas, seja rapidamente despachada e receba os mesmos privilégios que foram concedidos à sua Fábrica de Papel Vegetal em 1806.
Cópia autenticada dos recibos das forragens entregues pelo Comandante da 1.ª Brigada de Artilharia Portuguesa [Sebastião José de Arriaga Brum da Silveira].
Por não ter conhecimento se António de Araújo de Azevedo, [Min. da Marinha e do Ultramar e Conselheiro de Estado no Brasil], recebeu as encomendas enviadas através de João Gomes de Oliveira Silva. Envia a presente carta pelo amigo Rodrigo Martins da Luz, suplicando a proteção do destinatário para servir o rei no emprego que a "V. Ex.a bem parecesse", por forma a poder retirar proventos visto que perdeu muitos dos seus bens quando os franceses atacaram o Porto.
Lamenta não receber notícias de António de Araújo de Azevedo, [Min. da Marinha e do Ultramar e Conselheiro de Estado no Rio de Janeiro], desde novembro de 1813. Solicita ao destinatário que acuse a receção das encomendas enviadas desde 1813: os presuntos, as duas memórias sobre o atual estado do comércio, manufaturas e agricultura; da oração recitada em 24 de junho de 1814; e de um lenço de cambraia desenhado e bordado pela sobrinha do autor com o seu próprio cabelo. Diz que apesar de ter recebido a informação do seu correspondente de que tais encomendas tinham sido entregues gostaria que o destinatário ou alguém da sua confiança acusasse a sua receção. Pede instruções para poder remeter o fogão de cozinha em ferro. Solicita que interceda junto do rei para que a consulta ordenada pelo mesmo senhor à sua fábrica, agora aumentada para sociedade de grandes capitalistas, seja rapidamente despachada e receba os mesmos privilégios que foram concedidos à sua Fábrica de Papel Vegetal em 1806.
Acusa a expedição de munições e outros materiais em mão do 1.º sargento de condutores Manuel José Rodrigues.
Questiona António de Araújo de Azevedo, [Min. da Marinha e do Ultramar e Conselheiro de Estado no Brasil], se deverá enviar para o Rio de Janeiro ou para Lisboa, o fogão de cozinha em ferro, que deveria ter acompanhado os doze barris de carvão de pedra das minas dos subúrbios do Porto que foram entregues em 1807. Expõe o motivo pelo qual não enviou o referido fogão em 1807 e nos anos subsequentes. Descreve o fogão feito por um artista nacional sob encomenda do autor e informa que o mesmo recebeu a aprovação de António Fernando de Araújo de Azevedo. Diz que ainda não o enviou para o Rio de Janeiro devido às notícias diárias dos periódicos que dão como certo o regresso do rei. Com ele irá nova porção de carvão de pedra.
Informa que antes de partir para Lisboa, para onde veio tratar da organização da sua fábrica [de estamparia e tecidos de algodão] que está paralisada desde a invasão do inimigo no Porto, pretendeu enviar presuntos pelo navio Leal Portuense. Contudo, devido à demora deste, acabou por enviá-los pelo Bergantim Maria e Santo António Invencível. O autor comunica que apesar do seu correspondente e amigo Gomes de Oliveira ter chegado a Lisboa no dia 3 do corrente, juntamente com o Brigadeiro Sebastião Pinto de Araújo Correia, primo do destinatário, continuará a enviar as encomendas para a pessoa que o primeiro deixou encarregue para o efeito no Rio de Janeiro.
Ordem do dia. Promove a Brigadeiro de Cavalaria Filipe de Sousa Canavarro; a Brigadeiro de Infantaria José Joaquim Champallimaud; e a Major de Artilharia Sebastião José de Arriaga Brum da Silveira.
Estimará saber se António de Araújo de Azevedo, [Min. da Marinha e do Ultramar e Conselheiro de Estado no Rio de Janeiro], recebeu as cartas enviadas pelos navios Vera Cruz, Triunfo e Almirante. Revela-se preocupado pela falta de letras do destinatário e espera que tal motivo não se deva à falta de saúde. Informa que pelo navio Leal Portuense remete um barril com oito arrobas de presunto, conforme indica o conhecimento incluso.
O autor felicita António de Araújo de Azevedo pela graça que Sua Majestade se dignou contemplar Francisco António de Araújo, irmão do destinatário.
O autor, marceneiro, recorrendo à habitual proteção de António de Araújo de Azevedo, Conselheiro de Estado no Brasil, envia um requerimento incluso, onde pede a mercê de ficar isento ao regimento do seu ofício e assim poder ter a liberdade de inovar. Junto envia cópia da Provisão da Real Junta do Comércio, favorável aos seus interesses, e que é constantemente desrespeitada pelos juízes do seu ofício.
Januário Agostinho de Almeida, [1759-1825], [1.º Barão de São José de Porto Alegre], remete uma memória e um pequeno pacote a pedido do seu genro o Desembargador-Ouvidor de Macau Miguel de Arriaga Brum da Silveira.
Francisco Gomes Veloso d' Azevedo, [negociante portuense], acusa a recepção da 1.ª e 2.ª via da carta de 28 de Junho de 1812. Remete em mãos de João Gomes d' Oliveira e Silva, um barril com oito arrobas de presuntos, conforme atesta o conhecimento em anexo. Pede a António de Araújo de Azevedo que, caso pretenda continuar a honrá-lo com as suas letras, o faça através de Francisco Guilherme de Barros e Azevedo.
Francisco Gomes Veloso d' Azevedo, [negociante portuense], baseado no valimento que o destinatário sempre proporcionou aos "banidos da Fortuna", descreve um conjunto de documentos comprovativos dos serviços prestados e envia-os a António de Araújo de Azevedo, [Conselheiro de Estado], solicitando a sua proteção para alcançar o cargo de Juíz da Alfândega do Porto, Admnistrador do Correio do Porto, de Deputado [da Real Junta do Comércio] ou de Inspetor Fiscal de todas as Fábricas do Reino, referindo que com a sua experiência poderia tornar as fábricas portuguesas mais competitivas. Refere ser vítima dos invasores franceses, que lhe destruíram os engenhos da sua fábrica, a qual deixou de trabalhar devido à inundação das manufacturas inglesas, no mercado nacional, após o Tratado de Comércio, factos que o obrigam a viver unicamente do rendimento dos seus bens. Diz não enviar nenhum requerimento por não querer tomar uma decisão que não receba a prévia aprovação do destinatário.
Conjunto de seis públicas-formas numeradas que compreendem: 1. Sentença de justificação cível de testemunhas a favor do justificante Francisco Gomes Veloso de Azevedo, cidadão e negociante da praça do Porto. Datado do Porto, em 28 de Fevereiro de 1810; 2. Atestado de José de Melo Pereira Correia Coelho, Capitão Comandante da Companhia dos Cidadãos do Porto, onde se comprovam os bons serviços de Francisco Gomes Veloso de Azevedo durante a Restauração da Cidade do Porto, sob as ordens do Bispo Presidente da Junta Provisional do Supremo Conselho. Datado do Porto, em 4 de Janeiro de 1809; 3. Atestado do Juízo de Fora do Cível do Porto, onde é comprovado que Francisco Gomes Veloso de Azevedo concorreu com dinheiros para as urgentes necessidades do Estado como também para a feliz restauração do reino na Cidade do Porto. Datado de 23 de Novembro de 1811; 4. Recibo do donativo de 400 mil réis efetuados por Francisco Gomes Veloso de Azevedo ao Príncipe-Regente em 9 de Maio de 1805. Datado de 27 de Agosto de 1813; 5. Carta Régia de D. João, Príncipe-Regente, onde é comprovada, em 30 de Março de 1803, a matrícula de de Francisco Gomes Veloso de Azevedo como negociante na Praça do Porto. Datada de Lisboa em 8 de Maio de 1812; 6. Alvará comprovativo de que Francisco Gomes Veloso de Azevedo nunca cometeu qualquer crime. Datado do Porto em 13 de Setembro de 1813.
Luis Manuel de Araújo, professor de Gramática Latina, relata a António de Araújo de Azevedo a defesa que encetou a seu favor contra os populares que o acusavam de traição e falsidade devido à invasão francesa. Descreve a região onde se encontra. Envia uma carta em que relata o mau procedimento do Padre Frei Inácio, Carmelita Calçado da Província do Maranhão, na evangelização das populações indígenas. Deseja proteção para o seu requerimento em que solicita a S. A. R. o ser empregue no serviço desta nova colónia.
Lembra ao primo [António de Araújo de Azevedo] a carta e o requerimento que lhe enviou em 5 de Maio. Remete uma atestação de [Agostinho José da Mota], Brigadeiro e Chefe do seu Regimento, por forma a comprovar que merece a continuidade do conceito do destinatário. Recomenda Navarro, o portador desta carta.
Lembra os cargos que pretende ocupar: o de Juíz da Alfândega da Cidade do Porto, o de Administrador do Correio do Porto, o de Deputado Honorário ou efectivo da Real Junta do Comércio, ou de Inspetor Fiscal das Fábricas do Reino.
Francisco Gomes Veloso d' Azevedo, [negociante portuense], em testemunho dos benefícios recebidos, e dadas as difíceis circunstâncias e ao facto de se encontrar ao serviço do Estado, oferece a António de Araújo de Azevedo, Conselheiro de Estado no Rio de Janeiro, três caixões com cento e quatorze garrafas de vinho das colheitas de 1788, 90 e 92.
João Paulo Antunes, marceneiro estabelecido em Lisboa, solicita a D. João, Príncipe-Regente, o direito de poder trabalhar livremente na sua fábrica sem as limitações que lhe são impostas pelos juízes do seu ofício.
João Paulo Antunes, marceneiro, informa que se dirigiu a João António de Azevedo para saber do estado de saúde do destinatário e que o mesmo o incumbiu de enviar, para o Rio de Janeiro, umas cadeiras que António de Araújo de Azevedo, Conselheiro de Estado, havia deixado em Lisboa. Participa que enviou as mesmas pelo Capitão José Inácio de Andrade, Comandante da galera Carolina.
João Paulo Antunes, marceneiro, dirige-se a António de Araújo de Azevedo, Conselheiro de Estado, para se inteirar do seu estado de saúde. Diz que anteriormente o fazia junto do irmão do destinatário, o Conselheiro João António de Araújo, antes de ele se retirar para a Província.
O autor, negociante de Grosso Trato, pede ao Conde da Barca, [Min. da Marinha e do Ultramar e Conselheiro de Estado no Brasil], que interceda junto do Príncipe-Regente D. João, a fim de receber a mercê do título de Barão de Toulões em reconhecimento dos serviços prestados à Coroa, conforme o requerimento enviado.
Repete o pedido de proteção ao Conde da Barca, [Min. da Marinha e do Ultramar e Conselheiro de Estado no Brasil], para o requerimento que enviou ao Príncipe-Regente D. João, pedindo a mercê do título de Barão de Toulões do qual já é o senhorio.
Recomenda à proteção de António de Araújo de Azevedo, o compadre de ambos Dionísio Pedro Lopes [comerciante português em São Petersburgo].
Atestado de José Osório de Castro Cabral e Albuquerque do sucedido entre os governantes de Macau aquando da chegada de novas tropas inglesas.
Como encontrou portador seguro, remete uma cópia da carta que José Maria Roversi escreveu, do Rio de Janeiro, à sua mulher onde calunia não só o autor como António de Araújo. Diz que ahou melhor não entregar a carta à destinatária para não dar publicidade a semelhantes desaforos. Informa que ainda não recebu a comunicação oficial da nomeação de João Paulo Bezerra. Pede ao destinatário que o proteja para obter junto de S.A.R. a nomeação para Oficial Maior Graduado, a Carta do Conselho, Comenda ou o lugar de Deputado de algum tribunal, ou a nomeação para outra missão, em reconhecimento dos serviços prestados. Relembra que o destinatário já lhe tinha prometido a graça quando D. Joaquim Lobo [da Silveira] foi nomeado Ministro.
O autor José Bento de Araújo, sogro do Dr. Bernardo José de Abrantes e Castro, agradece ao Conde do Funchal a carta recebida e solicita-lhe que liberte o referido Bernardo José da redação do Jornal por forma a que este possa satisfazer o seu compretimento conjugal. Invoca os serviços que prestou ao Erário Régio.
Carta de um negociante francês contendo informações sobre o Desembargador Peixoto. Possui autenticação da cópia.
Documentos referentes aos pagamentos efectuados aos Capelaes da Capela de S. M. Catolica na Haia e do Jardineiro e Porteiro da Casa de Espanha
Extrato do tratado de comércio entre Carlos II e D. João IV, concluído em Londres em 29 de Janeiro de 1642. Extraído do "Corpo Diplomático", Tomo 9, fls. 238
Tratado de aliança ofensiva e defensiva feita pelo Rei D. Pedro II, pelo Imperador Leopoldo e pela Rainha Ana de Inglaterra e os estados Gerais das Províncias Unidas, assinado em Lisboa em 16 de Maio de 1703.
Alteração do artigo 17° do tratado de amizade, garantia e comércio entre os Reis de Espanha, França e Portugal; e ao Artigo 1° do tratado preliminar de limites, assinado em Madrid em 16 de Julho de 1783 pelo Conde de Florida Blanca, Conde de Montmorin e pelo Marquês de Louriçal
Tratado de comércio entre a Rainha Ana, da Grã-Bretanha, e D. Pedro II, Rei de Portugal
Cópia da convenção entre Portugal e a Franca sobre o diferendo surgido no trato de escravos de Cabinda