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Ou Santa Maria Madalena de Chaviães. Concelho de Melgaço.
Concelho de Viana do Castelo.
Concelho de Vila Nova de Cerveira.
Concelho de Paredes de Coura.
Concelho de Paredes de Coura.
Concelho de Paredes de Coura.
Povoação da freguesia de São João Batista de Longos Vales, concelho de Monção.
Concelho de Arcos de Valdevez.
Concelho de Vila Nova de Cerveira.
Concelho de Arcos de Valdevez.
Concelho de Vila Nova de Cerveira.
A favor da Mitra e contra o Procurador da Coroa. Concelho de Viana do Castelo.
Freguesia de Santo André de Barrocas e Taias, concelho de Monção.
Concelho de Arcos de Valdevez.
Concelho de Arcos de Valdevez. Anexa à igreja de Santo Estêvão de Aboim.
Concelho de Arcos de Valdevez.
Concelho de Viana do Castelo.
Concelho de Viana do Castelo.
Concelho de Ponte da Barca.
O primeiro sito na freguesia do mesmo nome do concelho de Valença e a segunda do concelho de Paredes de Coura.
Concelho de Ponte da Barca.
Concelho de Viana do Castelo.
Concelho de Arcos de Valdevez.
Hoje povoação de Longos Vales. Concelho de Monção.
Concelho de Arcos de Valdevez.
Concelho de Arcos de Valdevez.
Concelho de Vila Nova de Cerveira.
Concelho de Celorico de Basto.
Sãs as anexas: Santa Maria de Valpaços, Nossa Senhora da Expectação de Vassal e Santa Ana de Serapicos, todas do concelho de Valpaços.
Anexa de Santa Maria das Cales, povoação de Longos Vales. Concelho de Monção.
Concelho de Arcos de Valdevez.
Concelho de Paredes de Coura.
Concelho de Arcos de Valdevez.
A primeira do concelho de Arcos de Valdevez e a segunda de Vila Verde.
Rações que que possuiam Pedro de Miranda, Manuel Ferreira e João de Sá. Concelho de Freixo de Espada à Cinta.
Concelho de Viana do Castelo.
Concelho de Ponte de Lima.
A saber, nas freguesias de: Chaves, Santa Maria-Chaves (f.5); Santo Estêvão-Chaves (f.7); Vilarelho da Raia, Santiago-Chaves (f.99); Vila Meã-Chaves (f.246); Faiões, Santo Estêvão-Chaves (f.279); Outeiro Seco, São Miguel-Chaves (f.282); Bustelo, Santa Maria Madalena-Chaves (f.290); Ervededo, São Martinho-Chaves (f.291); São Pedro Agostém-Chaves (f.294); Vilela de Tâmega, Nossa Senhora da Assunção, Chaves (f.347); Vilas Boas, São Gonçalo-Chaves (f.369); Arcossó, São Tomé-Chaves (f.385); Vidago, Nossa Senhora da Conceição-Chaves (f.386); Samaiões, Nossa Senhora da Expectação-Chaves (f.388); São Pedro de Agostém-Chaves (f.389); Águas Frias, São Pedro-Chaves (f.391); Cimo da Vila de Castanheira, São João Batista-Chaves (f.392); Galiza-Espanha (f.394); Ardãos, Santo André-Boticas (f.395); Santa Maria de Emeres-Valpaços (f.402); Curralha, Santo André-Chaves (f.462); Redondelo, São Vicente-Montalegre (f.497); Rio Torto, São Pedro-Valpaços (f.521).
Anexa de Santa Maria das Cales, povoação de Longos Vales. Concelho de Monção.
Concelho de Paredes de Coura.
Concelho de Arcos de Valdevez.
Concelho de Viana do Castelo.
Concelho de Arcos de Valdevez.
Concelho de Arcos de Valdevez.
Escrivães: Sebastião de Alfaro; Gaspar de Medeiros. Contém índice.
O autor solicita ao rei uma certidão onde conste o requerimento, a justificação do suplicante ao Exército e o consequente despacho. Possui o despacho favorável, datado de 28 de Novembro de 1815, o requerimento, e a certidão requerida com data de 29 de Novembro de 1815.
O autor agradece a António de Araújo de Azevedo, [Min da Marinha e do Ultramar e Conselheiro de Estado no Brasil], o facto de ter levado à presença do Príncipe-Regente [D. João], os requerimentos que enviara há um ano de Paris. Diz as graças recebidas só se devem ao grande apego que o monarca tem pelo destinatário. Pede proteção ao destinatário para o requerimento que envia ao Marechal [Beresford], Marquês de Campo Maior, solicitando a sua readmissão no exército português, no posto e antiguidade competentes, apesar de D. Miguel Pereira Forjaz, [Secretário dos Negócios Estrangeiros e da Guerra em Lisboa], já lhe ter comunicado que havia sido excluído.
Demonstra a sua insatisfação ao seu primo pela falta de notícias e diz que não lhe perdoa o facto de não ter sido nomeado um dos procuradores no processo de Bernardim Freire de Andrade, irmão do primeiro, bem como pelo mesmo ter seguido para outra repartição. Copia a Portaria, de 5 de Setembro de 1815, em que o Príncipe-Regente D. João, autoriza a família de Bernardim Freire de Andrade, Oficial General Encarregado do Governo de Armas do Partido do Porto e Comandante em Chefe das Tropas nas Províncias do Norte que foi assassinado [em Braga], a imprimir o processo deste, onde conste a inocência, o zelo, a honra e a fidelidade com que serviu em todas as comissões de que foi encarregue.
A saber: Provesende (f.1); Gouvães do Douro (f.30); São Mamede de Ribatua (f.44); Feitosa (f.75); Cabaços (f.125); Capareiros (f.167); Moure (f.197); Cervães (f.229); Areias (f.250); Apúlia (f.258); Bassar (f.276); Arentim (f.282); Pedralva (f.318); Dornelas (f.356); Ervededo (f.396).
O A., Gomes Freire, [Tenente General], refere a sua intenção em beijar as mãos de S. A. R., [o Príncipe-Regente D. João], assim que se encintrar restabelecido, e conforme já tinha expressado na carta de 12 de Junho. No entanto, informa da impossibilidade em deslocar a Portugal uma vez que os Governadores do Reino confiscaram os seus bens, enquanto o A. não apresentasse a sua inocência e provasse que não voltou à Península desde 1808. Remete a António de Araújo de Azevedo, [Min. da Marinha e do Ultramar e do Conselheiro de Estado no Brasil], as cópias dos documentos que comprovam a sua inocência e pede-lhe que os apresente a S. A. R. Para que decida da sua sorte e lhe possibilite regressar a Portugal.
O autor Marquês Estribeiro Mor atesta que Gomes Freire de Andrade, militar que esteve ao serviço do exército francês de 1808 a 1813, não regressou à Península neste período e que sempre observou nele a vontade de regressar à sua Pátria, súplica esta que lhe foi sempre negada. (Paris, 1814. 08. 13). O autor D. Pedro de Sousa e Holstein, Conde de Palmela, Enviado Extraordinário e Ministro Plenipotenciário em Espanha nos anos de 1809 até 1812 e Embaixador em Paris atesta que o Tenente General Gomes Freire de Andrade não voltou à Península depois que o General Junot o obrigou a marchar para França. Atesta que tomou conhecimento, também, que o referido Gomes Freire sempre manifestou sentimentos de lealdade e de apego à sua pátria. (Paris, 1814. 08. 25). O autor Duc de Luxembourg certifica em como o Tenente General Gomes Freire de Andrade não esteve ao serviço dos exércitos franceses da Península, mas sim nos da Prússia, onde aliás, foi feito prisioneiro em Dresden. Atesta que o mesmo Gomes Freire solicitou permissão ao Imperador Russo para regressar, mas que tal graça lhe foi negada. (Paris, 1814. 08. 10). O autor Barão d' Harvesse Legendre, Marechal de Campo e Secretário Geral do Ministério da Guerra, atesta, por ordem do Ministro da Guerra, que o Tenente General Gomes Freire de Andrade esteve ao serviço dos exércitos franceses entre 1808 e Novembro de 1813 na Alemanha e na Suiça e que recebeu ordem para se render em Grenoble, tendo sido feito prisioneiro em Dresden e por esse motivo só empreendeu o regresso a França em Maio de 1814. (Paris, 1814. 08. 29).
Escrivães: Sebastião de Alfaro; João de Guimarães. Contém índice.
Escrivães: Sebastião de Alfaro; Gaspar de Araújo; Gil Fernandes Toscano; Manuel Gonçalves. Contém índice.