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Transmite que os enxambladores acharam a madeira muito ordinária e que ele considera que o valor que apresentaram é uma bagatela.
João António de Araújo de Azevedo atesta a linhagem, até à quarta geração ascendente, de António Teixeira de Queirós e Almeida de Morais Pereira e seu irmão José Teixeira de Queirós e Almeida de Morais Pereira.
Atendendo ao pedido de João António de Araújo de Azevedo. Em apontamento informa que foi emitido outro aviso igual em 30 de janeiro de 1819.
Pelo qual foram identificados os bachareis que seriam desembargadores da Relação e Casa do Porto.
E servem de provar que estão findas e ajustadas as contas que tive com ele até 3 de agosto de 1819.
Contém as alcaidorias das comarcas de Valença do Minho, Viana do Minho, Barcelos, Guimarães, Braga, Porto, Lamego, Castelo Branco, Bragança, Viseu, Guarda, Pinhel, Miranda, Esgueira, Coimbra, Leiria, Tomar, Ourém, Torres Vedras, Alenquer, Santarém, Portalegre, Crato, Setúbal, Aviz, Ourique, Elvas, Vila Viçosa, Évora, Beja e Faro.
Avisos redigidos por João António de Araújo de Azevedo a diferentes gazetas avisando como deveriam proceder todos aqueles que se achassem credores à herança do Conde da Barca.
Informando todas as tropas da 1ª e 2ª linha do muito que Sua Magestade tinha apreciado a boa disciplina militar que as ditas tropas tinham demonstrado no dia 13 do corrente.
Recibo das medalhas da Gram-cruz da ordem de Cristo, e da Torre e Espada.
Informando do envio da encomenda pelo navio de João António de Almeida.
Restitui a escritura de arrendamento e a conta das benfeitorias da chácara do Bom Retiro.
Com loja de perfumes e fábrica de licores.
Declarando ter recebido de Rodrigo Botelho da Fonseca Paganino um caixote com diferentes coisas e uma lata de rapé para entregar a João António de Araújo Azevedo.
Refere-se ao pagamento dos quartéis e a uma dívida.
Refere a venda de capim e a necessidade de arranjar a olaria.
Apresenta o valor da compra de 120 cabeças de gado a mando do Conde da Barca.
Solicitando os 300 mil reis que lhe havia emprestado.
Acompanhando o envio de 300 mil reis que João António de Azevedo lhe pediu emprestado. Anotações do destinatário referem que a dívida fpi paga em 17 de maio de 1822.
Informa que recebeu de Inácio Gouveia 48$030 reis de todo o ano de 1815 e que tem recebido o 1º quartel do ano de 1816. Refere dívidas antigas.
Informa que envia a encomenda pelo navio "Joaquim Guilherme".
De mando do Princípe Regente, informando que pode fazer a entrega dos bens do Conde da Barca, no Museu daquela cidade de Rio de Janeiro.
A respeito da entrega dos bens do Conde da Barca no Museu da cidade do Rio de Janeiro.
A autora solicita, na qualidade de cabeça de casal da herança de seu irmão João António de Araújo de Azevedo, que o destinatário lhe envie a conta dos seus serviços como encarregado dos negócios do irmão em Lisboa e o estado em que os mesmos se encontram.
Sobre a compra/venda da coleção de peixes que João António de Araújo Azevedo possuía. Contém recibo.
Dirigido ao diretor do Museu do Rio de Janeiro autorizando a compra da coleção de peixes de João António de Araújo de Azevedo pela quantia de 70 mil reis.
Certidão da verba que respeita à instituição de herdeiroe do termo de abertura do dito testamento.
Do Condado da Barca, do senhorio da Vila da Barca, da Comenda de São pedro do Sul, da Comenda e Senhorio de Castelo de Vide.
Refere-se maioritariamente a capítulos do livro terceiro das "Ordenações e e Leis do reino de Portugal".
Em que João António implora mercê do título de Conde da Barca, do senhorio da Vila da Barca, a do senhorio e capela do porto e barca da passagem do rio Mondego e a Alcaidaria-Mor de Castelo Rodrigo, Arronches, Coimbra ou Ponte de Lima.
"...tirada do cap. 27 f.154v de Garcia de Resende na Crónica do Senhor D. João 2º".
Sobre a Alcaidaria-Mor de Castelo de Vide que El-Rei conferiu a João António de Araújo de Azevedo mas que era pertença do Conde de Óbidos e que por isso ficava sem efeito e ordena que se faça lista de todas as alcaidarias vagas e seus rendimentos e as comunique à Mesa do Desembargo do Paço.
Para o inventáriodo Conde da Barca.
Para o inventáriodo Conde da Barca.
Sobre os bens penhorados ao remetente como testamenteiro do Conde da Barca.
Descreve os rendimentos da Comenda e o modo como é administrada.
Notários: Jerónimo José Teixeira, João caetano Araújo Pereira, José Joaquim Graça, Manuel José Fernandes Rego e Manuel Martins Silva.
Contendo o valor que oferece o Sargento-mor António José de Almeida pelo arrendamento.
Sobre a pensão ânua de 100 mil reis impostos por bula apostólica nos frutos certos e incertos da Abadia de São Pedro de Avintes, a qual o abade não queria pagar por entender que João António apenas tinha direito a ela no estado eclesiástico.
Com 1600 reis de moradia por mês e um alqueire de cevada por dia.
Informa o interesse que José Luís Andrade e Filhos, da cidade do Porto, têm no arrendamento da Comenda de São Pedro do Sul.