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O mosteiro de São Bento de Cástris de Évora toma posse da herdade de Pardielas, localizada no termo da cidade, que Dona Inês, abadessa, doou ao referido mosteiro, juntamente com outros bens. Redactor: Gonçalo Velho, vassalo do rei, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Termo de Évora, herdade de Pardielas
Estêvão Anes Frasão (?), morador em Évora, vendeu, por trezentas libras, a Gotene Fernandes, porteiro, morador na cidade, o domínio útil de uma vinha, localizada no termo de Évora, que trazia aforada, por trinta soldos pagos pelo São Martinho, ao mosteiro de São Bento de Cástris. Redactor: Vicente Bartolomeu, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa de Mor Pais, abadessa do mosteiro de São Bento de Cástris
Gil Domingues, criado de João Mendes e de Vasco Botelho, vendeu à abadessa do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, uma casa, localizada na referida cidade, junto ao Muro Quebrado da cerca velha, por setenta libras. Redactor: Vasco Pires, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora
Lopo Dias, chantre da Sé de Évora e procurador do mosteiro de Almoster de Santarém, apresentou uma carta de D. frei João de Ornelas, abade do mosteiro de Alcobaça, e uma procuração de Dona Maria Gomes, abadessa do mosteiro de Almoster de Santarém, nos quais, o abade refere que Dona Maria Gomes, pretendia vender uma herdade, que foi de Leonor Rodrigues, freira desse mosteiro, localizada no termo de Évora, na Fonte Boa, para reparar o mosteiro. É concedida a autorização, em Alcobaça, a 10 de Dezembro de 1404, para efectuar a venda, a Clara Eanes, viúva de Vasco Durães, por quarenta mil libras. O mosteiro de São Bento de Cástris possui um quinhão desta herdade. Redactor: João Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa de Pedro Dias, chantre da Sé
O procurador das freiras do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora solicita a João Vasques de Pedroso, escudeiro, juiz ordinário de Évora, o traslado de uma carta régia relativa a um processo de apelação, que decorria na casa do cível de Lisboa, respeitante a um contencioso que Lopo Dias mantinha com o referido mosteiro, pela posse da herdade da Alcorvisca. Redactor: Afonso Gonçalves, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Porta da casa do juiz
Nuno Varela e sua mulher, Isabel Esteves Touregoa, afirmam ter recebido de Estêvão Anes Touregão e de Constança Afonso, sua mulher, pais de Isabel Esteves Toregoa, todos os bens que lhe prometeram dar em dote de casamento. Redactor: Afonso Gonçalves, vassalo do rei, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa de Nuno Varela, cavaleiro
Lopo Dias, escrivão dos contos do rei no Almoxarifado de Évora, Estremoz e Portalegre, propõe-se desistir de uma citação que fizera junto dos desembargadores da casa do cível de Lisboa contra o mosteiro de São Bento de Cástris de Évora. Este contencioso é relativo à herdade de Alcorvisca, que Lopo Dias considera pertencer-lhe. Redactor: Martim Lourenço, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa de Lopo Dias, escrivão dos contos do rei
Salomão de Líreas, judeu, mercador, apresentando uma carta de D. Afonso V, que lhe concede a mercê para fazer transacções com cristãos, solicita autorização para comprar o domínio útil de uma casa, do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, localizadas na judiaria da cidade, por doze mil reais brancos. Redactor: Afonso Gonçalves, vassalo do rei, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Paço dos tabeliães
Doação feita por Rodrigo Eanes de Assuães, arcediago e cónego da Sé de Évora, a seu sobrinho, Fernando Anes, vigário de Santo Antoninho da mesma cidade, de uma vinha, localizada no termo de Évora, em Lagardona. Redactor: Rui de Carvalho, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa de Rodrigo Anes de Assuães, arcediago e cónego da Sé
Emprazamento, em duas vidas, de uma adega com oito talhas, do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, localizada na cidade, na rua de Rui Gonçalves, a Afonso Lourenço, genro de Martim Afonso, torneiro, e a Maria Martins, por cem reais de três libras e meia, pagos pela Páscoa. Redactor: Martim Afonso, vassalo do rei, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa do mosteiro de São Bento de Cástris
Emprazamento, em duas vidas, de uma vinha, do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, localizada no termo da cidade, junto ao mosteiro, a Lourenço Martins e a Margarida Pires, moradores em Évora, por um quinto da produção, entregue no mosteiro em tempo de paz, e na cidade, na casa do mosteiro, em tempo de guerra. Redactor: Vicente Bartolomeu, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Paço de Maria Rodrigues Perdigoa, abadessa do mosteiro de São Bento de Cástris.
Por ordem do rei D. Afonso foram restituídos a Manuel Domingues de Aguiar, contador do rei, todos os bens que lhe haviam sido retirados pelo infante D. Pedro, enquanto foi regedor do reino. Redactor: João Gonçalves, tabelião do Conde de Arraiolos Localidade de redacção: Évora Monte (Santa Maria) Localização específica da redacção: Termo de Evoramonte
Carta testemunhável de D. Fernando, neto de D. João I, duque de Bragança, marquês de Vila Viçosa, conde de Barcelos, de Ourém e de Arraiolos onde dá conta que perante o seu ouvidor, Martim Anes de Aguiar, estando este em juízo, apareceu Mem Rodrigues, cavaleiro da casa do conde de Odemira e alcaide mor por ele no castelo de Estremoz, e apresentou uma carta régia de D. Afonso V e um alvará do mesmo rei relativos aos privilégios que foram concedidos a Brites Gonçalves, covilheira da rainha D. Isabel por aquele soberano. Brites Gonçalves fora casada com Manuel Domingues de Aguiar, contador régio, e casara posteriomente com o Mem Rodrigues, vindo este a herdar os privilégios referidos e alguns bens, entre os quais uma herdade em Evoramonte. Como esta localidade era jurisdição do duque de Bragança, Mem Rodrigues requereu ao seu ouvidor que lhe guardasse nessa vila os privilégios concedidos. O ouvidor, solicitou então, ao escrivão do duque na mesma terra que lhe desse uma carta testemunhável. Disse também o magistrado senhorial que desejava cumprir as ordens do rei e de sua senhoria e que havia nove anos que os privilégios foram concedidos e que em todo esse tempo nunca fora notificado nem fora mostrado documento dos mesmos senão havia poucos dias a todos os vizinhos ao redor da sua heradde e aos moradores do termo de Evoramonte. Existiam, no entando, dois aspectos a considerar: a herdade ficava em lugar que não devia ser coutada porque se o fosse os vizinhos da vila não poderiam usufruir dela; a mesma herdade fora dada de sesmaria a Manuel Domingues e por muito tempo não foi aproveitada, havendo também uma contenta sobre as demarcações da mesma que enquanto não fosse resolvida não permitia cumprir o privilégio. Então o ouvidor mandou ordens aos juízes de Evoramonte para que fossem ver a terra em causa e as suas confrontações presentes na carta de sesmaria. Assim, quando fosse certo e sabido por onde passavam os limites da herdade, o ouvidor o faria saber ao duque por razão do privilégio régio que tinha de que quando os mandados régios fossem para as terras ducais que o duque os pudesse reter até que escrevesse ao rei algumas razões que pudesse ter para apresentar sobre os assuntos aí tratados. Disse também o ouvidor que considerava que ao duque não aprazia que a referida herdade fosse coutada pois seria prejudicial para os seus reguengos e de muitos outros lavradores comarcães. Por isso pedia de mercê ao rei que lhe desse lugar a informar o duque e que ele lhe daria resposta se tinha algum embargo. E dada esta resposta pelo ouvidor, Mem Rodrigues pediu esta carta testemunhável que lhe é dada. Redactor: Lopo Álvares, escrivão Localidade de redacção: Vila Viçosa
Carta de D. Duarte dirigida aos juízes de Évora, na qual informa ter recebido um instrumento público em que Lopo Dias, escrivão dos contos, alega a posse de uma herdade que pertenceu a Inês Fernandes, sua sogra. Considera, Lopo Dias, que o referido imóvel pertencia à sua mulher, Teresa Fernandes, filha de Inês Fernandes, herdeira legítima de todos os bens que pertenceram a sua mãe. Por outro lado, as freiras do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora reclamam a posse da referida herdade, tendo por base a cláusula testamentária de Lopo Martins, cónego da Sé, que a considerando sua, a doou ao referido mosteiro. Assim, o monarca manda aos juízes que, com o acordo das partes, definam um dia para que os respectivos procuradores compareçam perante os sobrejuizes da casa do cível de Lisboa. Localidade de redacção: Cano
Na presença do juiz, João Vasques de Pedroso, o porteiro do concelho, João Gomes, afirma ter convocado Sancha Nogueira, procuradora do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, e Lopo Dias, para comparecerem, nos trinta dias seguintes, perante os desembargadores da casa do Cível de Lisboa. Redactor: Afonso Gonçalves, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Paços de São Francisco
Mem Rodrigues, cavaleiro da casa do conde de Odemira, alcaide mor por ele no castelo de Estremoz, apresenta a um juiz os privilégios régios obtidos no que se referia a uma herdade. O juiz determina que se guardem os privilégios referidos e manda fazer a demarcação da herdade de modo a perceber-se onde a mesma se divide de uma outra de Fernão Morato. Redactor: João Gonçalves, tabelião pelo duque de Bragança, marquês de Vila Viçosa, conde de Barcelos e de Ourém e de Arraiolos
Traslado de uma carta de compra e venda, de uma carta de sesmaria e de um instrumento de posse, solicitado por João Rodrigues, sobrinho de Mem Rodrigues, em nome de Brites Gonçalves, viúva do seu tio, a João Mendo (?), escudeiro e juiz pelo rei [em Estremoz]. Redactor: Rui Lopes, tabelião em Estremoz Localidade de redacção: Estremoz
Carta régia de D. Afonso V, dirigida a todos os corregedores, juízes, justiças, alcaides e meirinhos, almotacés e outros oficiais, onde faz saber que faz graça e mercê a Brites Gonçalves, covilheira da rainha D. Isabel, que todos os seus caseiros, criados e apaniguados sejam escusados de pagar peitas, fintas, talhas, pedidos e empréstimos, e serviços que pelo rei ou pelos concelhos forem lançados; nem sirvam em adiça; nem sejam postos na vintena do mar nem da terra para servirem com nenhuma pessoa; que não sejam besteiros do conto em que lhes concede outros privilégios. Adverte também que à referida Brites Gonçalves lhe sejam guardados todos os privilégios que tinha no tempo de seu marido, Manuel Domingues de Aguiar, contador na comarca de Évora, de Estremoz e de Portalegre, e manda a todos os seus oficiais da justiça e da fazenda que cumpram e guardem todos os privilégios referidos. Redactor: Afonso Pires, escrivão Localidade de redacção: Lisboa
Álvará régio de D. Afonso V em que informa que Mem Rodrigues, cavaleiro do conde de Odemira, seu muito amado primo e adiantado no reino do Algarve, lhe fez saber que ele e sua mulher, Beatriz Gonçalves, têm certos privilégios régios que não lhes querem guardar nas terras de D. Pedro e do duque de Bragança, conde de Arraiolos, seus muito amados primos. Pedia assim que o rei fizesse algo para remediar o assunto. Este manda a todos os juízes, justiças, oficiais e pessoas das terras dos seus primos que lhe façam nelas guardar os ditos privilégios. Redactor: Gonçalo Cardoso, escrivão Localidade de redacção: Torres Novas
Emprazamento, em quatro vidas, de umas casas, do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, localizadas na praça da cidade, junto à travessa do Tinhoso, a Fernando Eanes Cireiro e a Margarida Fernandes, por quinhentos reais brancos, pagos pelo São João. Redactor: Gonçalo Velho, vassalo do rei, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Mosteiro de São Bento de Cástris
Martim Eanes, procurador das freiras do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, solicita a Soeiro da Costa, escudeiro, juiz ordinário de Avis, que mande Gonçalo Vasques, cavaleiro, morador em Avis, repartir umas terras, localizadas no termo desta vila, que estão juntas com as do referido mosteiro. Redactor: Fernando Afonso, vassalo e criado do rei, tabelião geral do reino Localidade de redacção: Avis
Soeiro da Costa, escudeiro, juiz ordinário de Avis, manda que os lavradores de uma herdade, localizada no termo de Avis, marquem a divisão que pertence ao mosteiro de São Bento de Cástris de Évora. Redactor: Fernando Afonso, vassalo e criado do rei, tabelião geral do reino Localidade de redacção: Avis Localização específica da redacção: Casa de Soeiro da Costa, juiz ordinário
As freiras do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora acusavam João Dias, tabelião, de se ter apoderado de uma parte de uma herdade do referido mosteiro. Desta forma, João Mendes, corregedor, manda que se faça a divisão, na presença de lavradores conhecedores do local. A herdade foi medida e foram colocados marcos. Redactor: João Martins, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Porta da casa do tabelião
Sancha Nogueira, freira professa do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, solicita o traslado de uma demanda que as freiras do referido mosteiro tiveram com os vigários do bispo D. Diogo, respeitante a metade de uma herdade, localizada no termo de Montemor-o-Novo, e a metade de duas courelas de vinha, no termo de Évora. Redactor: João Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Monte (Santa Maria)
Perante Gonçalo Dias de Espinho, juiz do cível, compareceu Diogo Nunes, criado de Beatriz Fernandes Cogominha, procuradora das freiras do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora que, de acordo com as ordens do juiz, toma posse de uma herdade, localizada no termo de Montemor-o-Novo. Redactor: Gonçalo Pires, tabelião geral da comarca de Entre Tejo e Odiana Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa de Gonçalo de Espinho, juiz do cível
Arrendamento, por três anos, de uma herdade, do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, localizada no termo da cidade, na Fonte Boa, a Gonçalo Pires curochinho, lavrador, morador em Évora, por um quinto da produção e um porco, pagos pelo Natal. Redactor: Pedro Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Porta da casa da abadessa do mosteiro de São Bento de Cástris
Emprazamento, em uma vida, de uma herdade, do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, localizada no termo da cidade, nas cimalhas da Fonte Boa, a Martim Eanes, dito cabreiro, lavrador, morador na cidade, por três moios de trigo, pagos em dia de Santa Maria de Agosto, e um alqueire de favas e um porco, pelo Natal. Redactor: João Dias, vassalo do rei, tabelião de Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Mosteiro de São Bento de Cástris
Através de João Rodrigues, juiz ordinário de Evoramonte, Manuel Domingues, contador do rei, morador em Évora, toma posse de uma herdade que lhe foi concedida em sesmaria. Redactor: Pedro Esteves, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Monte (Santa Maria) Localização específica da redacção: Casa do juiz
Gil Afonso, escudeiro e vassalo do rei, e Estêvão Lourenço, dão em sesmaria a Manuel Domingues, contador do rei e seu arrendador na comarca de entre Tejo e Guadiana, e a sua mulher, Brites Gonçalves, uns assentamentos de herdades. Redactor: Pedro Esteves, tabelião em Evoramonte Localidade de redacção: Évora Monte (Santa Maria)
Escambo realizado entre as freiras do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora e Maria Bota, viúva de João Gonçalves de Sande, cavaleiro. As primeiras cedem umas casas, localizadas na cidade, na rua do Raimundo, recebendo em troca umas olarias e a servidão de água de um poço, no termo da cidade, junto à Porta de Alconchel. Redactor: Rodrigo Pires, tabelião geral e escrivão da comarca de Entre Tejo e Odiana Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Mosteiro de São Bento de Cástris
O juiz de fora de Alcácer do Sal manda que o mosteiro de São Bento de Cástris de Évora tome posse de uma herdade, localizada no termo de Alcácer do Sal, que lhe foi deixada por Afonso Gonçalves e sua filha, Isabel Afonso, freira do referido mosteiro. Redactor: João Afonso, tabelião em Alcácer do Sal Localidade de redacção: Alcácer do Sal
Fernando Favacho (?), homem solteiro, morador em Évora, no Chão das Covas, vende a [ilegível] e a Guiomar Fernandes, moradores na mesma cidade, uma vinha, localizada no termo da cidade, por cinco mil reais brancos. Redactor: Rodrigo Anes, escudeiro, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Paço dos tabeliães
As freiras do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora afirmam que, por morte de Constança Eanes, freira do referido mosteiro, receberam uma herdade, localizada no termo de Montemor-o-Novo, e uma casas. As religiosas reclamam pelo facto dos oficiais régios lhe fazerem demanda e por não terem vendido, até um dia depois da morte de Constança, os referidos bens. Afirmam que possuem autorização régia para herdarem bens de valor não superior a seiscentas libras e solicitam que lhes mandem o traslado dessa autorização que se encontra na Torre do Tombo de Lisboa, o que é feito. Redactor: Afonso Cotrim, escrivão Localidade de redacção: Arraiolos
Testamento de Álvaro Lourenço, barbeiro, morador em Évora, a Praça, no qual deixa parte dos seus bens ao mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, ao convento de São Domingos da mesma cidade e a pessoas particulares. Redactor: João Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa de Álvaro Lourenço
Foi apresentada, ao rei, uma carta, feita em Évora, pelo tabelião João Domingues, a 22 de Março de 1487, relativa a um processo entre Leonor Álvares, viúva de Álvaro Pais, e Fernando Eanes, escudeiro, criado de Gonçalo Falcão, estando em questão o pagamento de treze mil reais correspondentes a uma obrigação de dívida. A sentença foi dada pelo juiz de Évora, a qual obrigava o réu ao pagamento da dívida. O rei reafirma a sentença, dada pelos juiz de Évora, ordenando que se vendam os bens do réu no valor da dívida.
João de Elvas, vassalo do rei e tabelião em Évora, por ordem de Gil de Oliveira, escudeiro e juiz ordinário em Évora, traslada em pública forma uma partilha de bens que ficaram por morte de Diogo Lopes Lobo, cavaleiro. O traslado foi solicitado por Mendo Afonso, morador em Évora, em nome da abadessa do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora. Redactor: João de Elvas, vassalo do rei, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa de Gil Oliveira, escudeiro, juiz ordinário
Dona Aldonça Martins Toscana, viúva de Diogo Lopes Lobo, cavaleiro, afirma que Dona Maria, mulher de D. Álvaro Pires de Castro, Rui Dias Lobo, cavaleiro, e Inês Dias, são seus herdeiros e de seu marido. Aquando das partilhas, Inês Dias era menor, e agora, sendo maior de idade, requer a posse da administração dos bens que lhe couberam em partilhas. Redactor: João Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Paços de Dona Aldonça Martins Toscana