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Perante Lourenço Afonso, vassalo do rei e seu juiz dos orfãos do rei em Évora, apareceu Margarida Lourenço, avó de Fernando, filho orfão de Martim Domingues, trapeiro, e [...] Lourenço, mãe da criança, em nome de Gonçalo Pires, tutor do mesmo, e disseram que tinham dado de pregão os bens que ficaram por morte do Martim Domingues a João Anes, pregoeiro. Este afirmou que o maior lanço fora dado por André Gonçalves que neste acto toma de renda os bens e se obriga a pagar a renda por um ano. Redactor: Álvaro Pires, escrivão dos orfãos Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Nas pousadas de Lourenço Afonso, vassalo do rei e juiz dos orfãos
Acordo que põe termo a um litígio entre Gonçalo Pires Fava e Clara Geraldes, moradores em Évora, e Abraão Capelam, Judeu, e sua mulher, moradores na mesma cidade, respeitante ao aforamento de uma casa, localizada na judiaria da cidade. Redactor: Vivente Bartolomeu, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa do juiz da cidade
Aforamento de uma vinha, de Gonçalo Esteves Cigarro e Catarina Gil, moradores e vizinhos de Évora, localizada no termo da cidade, junto ao Xarrama, a Domingos Eanes e a Maria Lourenço, moradores e vizinhos da mesma cidade, por quatro libras, pagas pelo Natal. Redactor: Afonso Marques, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Portas de Alconchel.
Sentença dirimida por Vasco Gil, vassalo do rei e seu juiz em Évora, relativa a um processo entre Afonso Eanes Maceira, procurador na cidade e provedor e administrador dos bens que foram de Rodrigo Aires de Veiros e Vasco Eanes, comendador de Mendo Marques, morador na cidade, estando em questão a posse de uns pardieiros, localizados na cidade, na rua que vai da sapataria para São Pedro. Redactor: João Lourenço, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Paços do Concelho
Sentença dirimida por Estêvão Esteves, arcediago, cónego da Sé de Évora, bacharel em direito canónico e vigário do bispo, relativa a um processo entre Frei Martim Afonso, frade do convento de São Francisco da cidade e Rodrigo Eanes, escolar, procurador de Estêvão Anes Candeeiro, estando em questão o pedido do traslado do testamento de Constança Anes. Redactor: João Anes, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Porta da Sé
Traslado de uma sentença e de uma carta régia feito a pedido de frei Mendes, guardião do convento de São Francisco, e de frei Diogo, frade professo. O traslado é solicitado a Afonso Esteves, vassalo do rei e seu juiz em Évora. O conteúdo é relativo a um processo entre Pedro Sanches, escudeiro, morador em Évora e testamenteiro de Lopo Rodrigues Fuseiro, e os frades do convento de São Francisco de Évora, estando em questão o testamento de Lopo Rodrigues Fuseiro. A sentença trasladada data de 30 de Outubro de 1395 e, por sua vez, traslada o testamento, datado de 29 de Maio de 1395. Esta sentença com o testamento incluído já fora trasladada a 06 de Novembro de 1395 é apresentada neste acto por Pedro Sanches. A carta régia está datada de 08 de Março de 1397. Redactor: Diogo Lourenço, tabelião em Évora. Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Paços do Concelho, na câmara da fala.
Rui Martins de Vila Lobos, procurador do convento de São Francisco de Évora, toma posse de uma horta, localizada em Évora, que foi deixada ao referido mosteiro por Iria Pires. Redactor: Rui Carvalho, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Évora, na horta de que se toma posse
Testamento de Iria Pires, viúva de Fernando Eanes da Murteira, escudeiro de D. Fernando das Alcáçovas. Principais disposições: Sepultura à porta do convento de São Francisco de Évora, junto a seu marido. Os clérigos de Santo Antoninho devem celebrar uma missa. Os frades do convento de São Francisco de Évora devem celebrar uma missa de Espírito Santo. Uma missa em Santo André. Bens presentes no testamento: Deixa a sua criada uma vinha, localizada em Vale Bom. Deixa a Catarina Roçinata, sua criada, quinhentos reais. Deixa uma horta ao convento de São Francisco de Évora como contrapartida do diversos ofícios. Solicita uma missa em Santo André. Refere ainda outros bens. Redactor: Rui Carvalho, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casas de morada de Iria Pires
Vasco Afonso, escudeiro e juiz dos resíduos, havia mais de dez anos que era provedor das herdades que Sancha Eanes deixou ao convento de São Francisco de Évora para uma capela. Os frades do referido convento acusam Vasco Afonso de não dar ao convento a parte dos rendimentos das herdades e, por isso, pretendem que lhe seja retirada a provedoria das mesmas. O cargo de provedor foi retirado a Vasco Afonso e atribuído a frei Lourenço de Évor que é nomeado para o efeito. Redactor: Lourenço Anes, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Mosteiro de São Francisco.
Documento que consiste na redução a escrito da resposta do vigário geral de Évora relativa aos privilégios concedidos pelos reis de Portugal ao convento de São Francisco de Évora e aos privilégios dos papas. Os privilégios régios referiam-se à isenção dos frades da justiça do vigário e à sua colocação sob a alçada do juiz do rei na cidade. Traslada uma carta de D. Duarte, dada em Santarém, a 12 de Setembro de 1433, na qual se refere que os frades do convento de São Francisco de Évora se queixam do facto dos testamenteiros das capelas instituídas no convento não efectuarem os pagamentos estipulados.O rei ordena que o incumpridores se apresentem perante os juízes. Traslado efectuado por solicitação de frei Lourenço Ratão, frade da Ordem de São Francisco. Traslada-se também uma cédula referente ao assunto dos privilégios concedidos que foi a analisar perante o vigário e à qual ele responde. A colocação do assunto perante o vigário data de 13 de Outubro mas a resposta só é dada a 22 do mesmo mês. Redactor: Gonçalo Eanes, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Sé, na capela onde se costumam fazer as audiências.
Traslado do acordo entre Gonçalo Pires Fava e Clara Geraldes e Abraão Capelão, judeu, e Rainha, sua mulher, que Rui Gomes, procurador dos frades do convento de São Francisco de Évora, solicita a Vasco Vicente, cónego da Sé da mesma cidade e vigário geral do bispo. O documento fora redigido em Évora, a 20 de Agosto de 1394. Redactor: Lourenço Anes, tabelião em Évora. Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Sé, na capela do bispo D. Durando.
Teresa Esteves, viúva de Lourenço Eanes Colhão, solicita autorização a Rodrigo Eanes, escolar, juiz ordinário e dos órfãos de Arraiolos, para vender dois quinhões de um ferragial, que ela e os seus cinco filhos têm em Arraiolos. A mesma refere ser obrigada a vender parte do referido imóvel para poder pagar a sepultura e as exéquias de seu marido, que falecera no dia anterior. O juiz autoriza a venda. Para além dos dois quinhões do ferragial pertencentes a Teresa Esteves e a seus filhos, foram também vendidos três outros quinhões do mesmo ferragial que eram de Afonso Gonçalves Goulão e de sua mulher, Beatriz Eanes. O imóvel foi vendido a Diogo Lourenço de Ferreira e a sua mulher, Leonor Martins, por mil e duzentos reais brancos. Redactor: Afonso Dias, tabelião em Arraiolos pelo duque de Bragança Localidade de redacção: Arraiolos Localização específica da redacção: Rua da Cruz
Atribuição, em regime de sesmaria, de uma terra e mato, localizados no termo de Beja. Vasco Rodrigues, escudeiro, sesmeiro no termo de Beja, atribui a referida propriedade a Vasco Eanes Camarinhas, lavrador, com a condição de este lavrar a propriedade. Redactor: Vicente Esteves, tabelião e escrivão das sesmarias em Beja
D. João II confirma uma carta de mercê concedida por D. Afonso V, em 14 de Junho de 1481, ao mosteiro de Santa Maria do Espinheiro de Évora, sobre a forma como se devam levantar processos judiciais contra o referido mosteiro. Redactor: Luís Pires, escrivão Localidade de redacção: Montemor-o-Novo
Venda que fazem Vicente Domingues, lavrador, morador em Salvaterra de Magos e sua mulher, Catarina Anes, a Gonçalo Martins, lavrador, morador no termo de Évora, de uma vinha no termo desta cidade, no Penedo do Ouro, no caminho da azinhaga dos Mouros, por cinco mil reais de três libras e meia o real, com encargo de foro de trinta e cinco soldos da moeda antiga pago a João Álvares de Oliveira em cada ano. Redactor: Estevão Anes Maceira, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Na praça da cidade, à frente da casa dos tabeliães
Doação feita ao mosteiro de Santa Maria do Espinheiro de Évora, por frei Manuel, noviço no referido mosteiro, de todos os bens que a ele ficarem após a morte de seu pai e quaisquer outros que receber por herança. Redactor: Rodrigo Anes, escudeiro, tabelião de Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Mosteiro de Santa Maria do Espinheiro
Traslado do testamento de Inês Fernandes Garamaxa em que pede para ser sepultada no convento de São Francisco de Évora e em que deixa bens para este convento e para o convento de Santa Clara de Évora, em troca de missas por alma. O traslado é feito a pedido da madre de Santa Clara, D. Leonor Clara de Avis, para melhor clareza do conteúdo existente no mesmo. Redactor: Faustino Xavier da Rosa, tabelião público pela rainha Localidade de redacção: Évora
D. João II confirma uma carta de mercê, dada por D. Afonso V, em Évora, a 8 de Outubro de 1478, pela qual se autorizam os frades do mosteiro de Santa Maria do Espinheiro a construir um pombal. Redactor: João Jorge, escrivão Localidade de redacção: Montemor-o-Novo
Testamento de Inês Fernandes Garamaxa em que pede para ser sepultada no convento de São Francisco de Évora e em que deixa bens para este convento e para o convento de Santa Clara de Évora, em troca de missas por alma. Redactor: Rui Carvalho, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Nas casas de morada de Inês Fernandes
Doação feita por frei Rodrigo, natural de Montemor-o-Novo, filho de Gonçalo Rodrigues Tavares, de todos os seus bens, ao mosteiro de Santa Maria do Espinheiro de Évora. Redactor: Rui Carvalho, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Sacristia do mosteiro de Santa Maria do Espinheiro
Carta de D. João II dirigida aos oficiais do concelho do Redondo, na qual se faz mercê a João Besteiro, morador na referida vila, do cargo de escrivão da câmara, almotaçaria, orfãos e alcaidaria. Localidade de redacção: Santarém
D. João II ordena ao contador e ao almoxarife de Évora que atribuam ao mosteiro de Santa Maria do Espinheiro quatrocentos reais para a mostarda, até ao ano de 1493. Redactor: Tomé Lopes, escrivão Localidade de redacção: Évora
Doação feita ao mosteiro de Santa Maria do Espinheiro de Évora, por frei Francisco de Serpa, noviço no referido mosteiro, de todos os bens recebidos e por receber. Redactor: Rodrigo Anes, escudeiro, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Mosteiro de Santa Maria do Espinheiro
D. João II confirma os privilégios concedidos por D. Afonso V, a 27 de Setembro de 1478, aos frades do mosteiro de Santa Maria do Espinheiro de Évora, sobre a necessidade de um ferreiro ao serviço dos referidos frades. Redactor: Pedro Álvares, escrivão Localidade de redacção: Montemor-o-Novo
Sentença dirimida por Pedro Dias de Espinho, vassalo do rei, ouvidor da comarca de Entre Tejo e Odiana, relativa a um processo entre o convento de São Francisco de Évora e [...] Afonso, juiz dos resíduos, estando em questão a instituição de uma capela no referido convento. Redactor: Gonçalo Pires, tabelião geral
Carta régia de D. Afonso V de concessão de privilégios ao lavrador de uma herdade em Lavre, pertencente à capela de Sancha Anes, instituída no convento de São Francisco de Évora. É isento do pagamento de vários impostos e de prestar determinados serviços. Redactor: Lopo Fernandes, escrivão Localidade de redacção: Lisboa
Sentença régia de D. Manuel dirigida a Sebastião Vaz, escudeiro da casa real, juiz contador dos resíduos e provedor das capelas, hospitais e orfãos na comarca da contadoria de Évora, referente a um feito cível de capelas que por apelação foi à corte e casa da suplicação. Insurgia-se o convento de São Francisco de Évora, como autor, contra Garcia de Melo, fidalgo da casa real, morador em Évora, como réu. Os avós do réu, João Afonso de Aguiar e Maria Esteves, tinham instituído capela no cruzeiro da igreja do convento com encarrego de uma missa de requiem por dia rezada, para o que deixaram uma herdade em Machede, termo da cidade, chamada herdade do Vargo. Redactor: Diogo Caso (?), escrivão do desembargo Localidade de redacção: Lisboa
Álvaro de Abreu, escudeiro, e sua mulher, Catarina Alvares, vendem a Afonso Pires, criado das freiras, e a sua mulher, Maria Alvares, um terço de uma herdade, localizada no termo de Estremoz, por onze mil reais. Redactor: Estêvão Vieira, escudeiro do rei, tabelião das notas em Estremoz Localidade de redacção: Estremoz
Instituição de uma capela por Iria Migueis, vizinha de Portel, na igreja do convento de São Francisco de Évora, por sua alma e pelas almas de seus pais. Redactor: Afonso Pais, tabelião em Portel Localidade de redacção: Portel
Carta régia de D. Manuel de confirmação de privilégios concedidos por D. João II ao lavrador de uma herdade em Lavre que pertencia à capela de Sancha Anes, instituída no convento de São Francisco de Évora. A carta de D. João II, por sua vez, confirma outra de D. Afonso V. Redactor: João Pais, escrivão Localidade de redacção: Lisboa
Carta régia de D. João II de confirmação de privilégios concedidos ao lavrador de uma herdade em Lavre que pertencia à capela de Sancha Anes, instituída no convento de São Francisco de Évora. Traslada a carta de concessão dos privilégios dada por D. Afonso V. Redactor: João Álvares, escrivão Localidade de redacção: Almeirim
Sentença régia relativa a um processo entre Martim Esteves Boto, morador em Évora e administrador da capela de Sancha Eanes, intituída no convento de São Francisco da mesma cidade, e Álvaro de Brito, fidalgo ? da casa do rei, entando em questão os bens anexos à referida capela. Redactor: João de Lisboa, escrivão dos feitos Localidade de redacção: Lisboa
Mor Lourenço e João Lourenço do Pino, moradores em Moura, vendem a Pedro de Moura, fidalgo da casa do rei e do seu conselho, e a Dona Filipa, moradores na mesma localidade, um lagar e um forno, localizados em Moura, na rua do Poço das Maravilhas, por treze reais brancos. Redactor: Lourenço Vaz, notário em Moura Localidade de redacção: Moura
Doação que fez Dona Maria, filha de Dona Branca de Sousa, viúva de João Falcão, fidalgo da casa do rei, a seu irmão Fernão Falcão, fidalgo da casa do rei, de uma parte de uma vinha e da casa localizada em Évora, na rua de Alconchel. Redactor: Nicolau Anes, tabelião em Lisboa Localidade de redacção: Lisboa Localização específica da redacção: Freguesia de São Nicolau, casa de Dona Branca de Sousa, mulher de João Falcão, e de sua filha, Dona Maria.
Doação feita por João de Sousa, cavaleiro da casa do rei, a seu irmão Fernão Falcão e a sua mulher, de uma parte de uma casa, localizada em Évora, na rua de Alconchel, que lhe tinha sido entregue pela herança de seu pai, João Falcão. Redactor: Álvaro Rodrigues, vassalo do rei e seu tabelião em Arronches e seu termo Localidade de redacção: Arronches Localização específica da redacção: No castelo da menagem
Álvaro de Moura, fidalgo da casa do rei, e sua mulher, Dona Leonor de Sousa, fazem seu procurador José Lázaro, judeu, mercador, morador em Moura, para que este possa vender, em seus nomes, uma parte de umas casas, localizadas em Évora, na rua de Alconchel. Redactor: Lourenço Anes, tabelião do infante Localidade de redacção: Moura Localização específica da redacção: Nas casas de Álvaro de Moura e de sua mulher, Dona Leonor de Sousa
Gonçalo Falcão, fidalgo da casa do rei, fez seu procurador, José Zaboca, judeu, mercador, para que este possa vender, em seu nome, uma parte de umas casas, localizadas em Évora, na rua de Alconchel. Redactor: Afonso Gonlçalves, vassalo do rei e seu tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casas de Lopo Gomes, criado de João Falcão
Carta de venda de umas casas, localizadas na cidade de Évora, na Rua de Alconchel, onde será instalado o convento de Santa Clara. Estas casas foram de João Falcão, fidalgo da casa do rei, e de Dona Branca de Sousa sua mulher. Em virtude da morte de João Falcão foram herdeiros das referidas casas: Dona Branca de Sousa, mulher de João Falcão; Fernão Falcão, fidalgo da casas do rei e alcaide de Mourão, filho de João Falcão, e sua mulher Dona Violante; Dona Maria; João de Sousa, cavaleiro da casas do rei; Leonor de Sousa, casada com Álvaro de Moura, fidalgo da casa do rei; Gonçalo Falcão, fidalgo da casa do rei. Fernão Falcão e sua mulher receberam a parte que Dona Branca de Sousa, Dona Maria e João de Sousa tinham nas referidas casas. Leonor de Sousa e Álvaro de Moura e Gonçalo Falcão concedem procuração a José Lázaro, judeu, mercador, morador em Moura, e a José Zaboca, judeu, mercador, para que em seus nomes possam vender a parte das referidas casas que lhe coube na herança. Fernando Falcão e Dona Violante e os procuradores acima referidos venderam as casas ao bispo D. Vasco. O Bispo afirma ter autorização régia para comprar a casa, por cento e cinco mil reais brancos, para aí se instalar o convento de Santa Clara. Redactor: João Dias, tabelião do rei em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa de Fernão Falcão, alcaide de Mourão.
Doação feita por Dona Branca de Sousa, viúva de João Falcão, fidalgo da casa do rei, e sua filha Dona Maria, a Fernão Falcão, fidalgo da casa do rei e alcaide de Mourão, e a sua mulher, Dona Violante, de uma parte de umas casas, localizadas em Évora, na rua de Alconchel. Redactor: Pedro Vaz, vassalo de rei e seu tabelião em Lisboa Localidade de redacção: Lisboa Localização específica da redacção: Casa de Dona Branca.
Em virtude de se levantarem algumas dúvidas sobre as demarcações de uma herdade do cabido da Sé de Évora, localizada no termo da cidade, em São Vicente de Valongo, procede-se, na presença de conhecedores do terreno, a novas divisões e colocação de marcos. Esta herdade situa-se entre duas herdade do convento de Santa Clara de Évora, a da Alcorvisca e a de Mencoca. Redactor: Diogo Gonçalves, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Termo de Évora, São Vicente de Valongo, herdade do cabido.
Refere-se que por morte de Maria Brandoa, mulher de Diogo de Goyos, coube a Catarina de Goyos, freira do mosteiro de Santa Clara de Évora, um arado da herdade de Pontega, localizada no termo da cidade. Adianta-se, ainda, que a referida freira já tinha falecido, cabendo ao convento a parte do referido imóvel. Solicita-se o traslado das partilhas efectuadas, bem como dos bens que ficaram a Catarina de Goyos. Redactor: Diogo Gonçalves, tabelião de Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa onde mora Pedro Vaz.
Traslado do testamento de Lopo Rodrigues Fuseiro que está incluído numa sentença de 30 de outubro de 1395, trasladada em documento de 06 de Outubro de 1395 que, por sua vez, é trasladado num outro de 08 de Abril de 1397. Entre as várias disposições pede para ser enterrado no convento de São Francisco de Évora; pede que vão por si a Santa Maria de Guadalupe; deixa 500 libras a sua ama, Maria Anes; e faz seus testamenteiro Pedro Sanches e Álvaro Nunes, genro de Rodrigo Anes Calça. Redactor: Lopo Rodrigues Fuseiro, testador. Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa de Lopo Rodrigues Fuseiro
Traslado de uma carta régia de D. João I relativa à sentença emitida a propósito dos bens deixados por Lopo Rodrigues Fuseiro que instituiu capela em São Francisco e de quem é testamenteiro Pedro Sanches. Redactor: Rodrigo Álvares, escrivão. Localidade de redacção: Lisboa
Frei Lourenço de Évora em nome do convento de São Francisco de Évora e da capela de Sancha Anes disse a Domingos Anes, lavrador, morador em Évora, que Vasco Afonso de Samouco que era vedor das herdades que são anexas à referida capela errara no seu ofício e por isso fora substituido por ele, frei Lourenço. Assim, agora era a ele que pertencia pôr e tirar lavradores nas ditas herdades e receber os frutos e novas e rendas delas, pelo que o Domingos Anes, que era lavrador da herdade da Abóbada, daqui em diante não devia acudir com nada ao citado Vasco Afonso e só a frei Lourenço. Redactor: Lourenço Anes, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Nas casas do tabelião Lourenço Anes
Afonso Anes Maceira, morador em Évora, pede a Vasco Gil, vassalo do rei e juiz em Évora, que estava fazendo audiência, que à vista da sentença que mostra o mande colocar de posse de uns pardieiros, o que é feito. Redactor: João lourenço, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Nos paços do concelho
Álvaro Pires, morador em Évora, toma posse, em nome dos filhos orfãos de D. João de Castro (D. Isabel, D. Fernando e D. António) de um quinhão de uma herdade, situada no termo de Arraiolos. Redactor: Simão Ferreira, tabelião em Arraiolos por D. Jaime, duque de Bragança e de Guimarães Localidade de redacção: Arraiolos Localização específica da redacção: No termo
Afonso Anes Maceira, morador em Évora, pede a Vasco Gil, juiz do rei, que por uma sentença que apresenta o mande pôr de posse de uns, pardieiros o que o juiz ordenou que se fizesse pelo porteiro do concelho. Redactor: João Lourenço, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Nas pousadas que foram de João Torrado
Notificação e declaração ao convento de Santa Clara de Évora de uma carta do bispo D. Jorge na qual se refere que o bispo seu antecessor, D. Vasco, estando gravemente doente, fez doação ao convento de Santa Clara de Évora de três herdades da mesa pontifical: Herdade de Alcorovisca, Herdade de Mencota e Herdade da Câmara. O bispo D. Jorge considera que esta doação não foi válida, continuando os bens a pertencerem ao bispo. Contudo, o bispo, considerando que o convento ainda tem muitas obras para fazer, faz nova doação com o consentimento do cabido, das referidas herdades. Redactor: Rui Carvalho, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Convento de Santa Clara.
Carta de D. Duarte na qual se refere que os frades do convento de São Francisco de Évora se queixam do facto dos testamenteiros das capelas instituídas no convento não efectuarem os pagamentos estipulados. O rei ordena que o incumpridores se apresentem perante os juízes. Redactor: João de Olivença, escrivão Localidade de redacção: Santarém
Traslado de uma sentença régia a pedido de Pedro Sanches, testamenteiro de Lopo Rodrigues Fuseiro. O traslado é solicitado a Lopo Fernandes, astieiro, juiz em lugar de Afonso Esteves de Elvas. A sentença é datada de 30 de Outubro de 1395 e contém o traslado do testamento de Lopo Rodrigues que data de 29 de Maio de 1395. Redactor: Pedro Anes, tabelião em Évora. Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Alpendre dos paços do concelho
Sentença régia de D. João I relativa aos bens deixados por Lopo Rodrigues Fuseiro de quem é testamenteiro Pedro Sanches. Traslada o testamento do defunto, datado de 30 de Outubro de 1395. Redactor: João Fernandes, escrivão. Localidade de redacção: Lisboa
Carta régia concedendo autorização às freiras do convento de Santa Clara de Évora para adquirirem bens até três mil dobras. Localidade de redacção: Lisboa
Sentença do licenciado Tomé Rodrigues de Magalhães, vigário geral no espiritual e no temporal no bispado de Évora, pelo cardeal D. Afonso, infante de Portugal, administrador e governador do arcebispado de Lisboa e bispo de Évora e de Viseu, e comendatário do mosteiro de Alcobaça e do mosteiro de Santa Cruz de Coimbra. Relativa a um processo de feito cível que opunha o rendeiro das Meusas (?) da vila do Redondo, morador em Évora, como autor, representado por Domingos Fernandes, seu procurador; e Rodrigo Anes Coelho, lavrador, morador no termo de Évora numa herdade das freiras do convento de Santa Clara de Évora, representado por João Dias, seu procurador, como réu. O motivo da demanda era o facto do réu ter entrado com trezentas ou quatrocentas ovelhas na herdade do autor do processo e lá terem pastado a maior parte do ano. Redactor: Manuel Godinho, escrivão Localidade de redacção: Évora
Sebastião Gonçalves, escudeiro do rei, morador em Évora, toma posse de dois arados da herdade da Abóbada, no termo de Évora. Redactor: Diogo Gonçalves, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora
Pedro Dias, escudeiro, morador em Évora, procurador do mosteiro de Santa Clara toma posse do quinhão que ficou ao mosteiro na herdade da Pontega por morte de Catarina de Gois. Redactor: Diogo Gonçalves, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Pousadas do bacharel Pedro Vaz, juiz
Carta do bispo D. Jorge na qual se refere que o bispo seu antecessor, D. Vasco, estando gravemente doente, fez doação ao convento de Santa Clara de Évora de três herdades da mesa pontifical: Herdade de Alcorovisca, Herdade de Mencota e Herdade da Câmara. O bispo D. Jorge considera que esta doação não foi válida, continuando os bens a pertencerem ao bispo. Contudo, o bispo, considerando que o convento ainda tem muitas obras para fazer, faz nova doação com o consentimento do cabido, das referidas herdades. Localidade de redacção: Évora
Isabel de Melo, como tutora de seus filhos, vende a Sebastião Gonçalves da Lajeosa, escudeiro do rei, e a sua mulher, Brites Pires, moradores em Évora, uma herdade de dois arados, localizada no termo da cidade, na Abóbada, por cento e setenta mil reais brancos. Redactor: Diogo Gonçalves, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Termo de Évora, em Machede, na herdade da Capela
Nuno Álvares Tisnado, procurador do bispo, toma posse de umas casas, em Évora, que eram de Fernão Falcão. Redactor: João Dias, tabelião em Évora. Localidade de redacção: Évora
Carta régia de Filipe I, de confirmação da doação da herdade de São Gregório, no termo de Arraiolos, a Miguel de Moura, do seu conselho de estado, escrivão da puridade e um dos governadores do reino. A herdade fora doada entre vivos a Miguel de Moura por Francisco de Carvalho, arcediago da Sé de Évora e seu tio, por ser irmão de sua mãe. A confirmação régia era necessária por a doação passar da quantia da ordenação. Redactor: Belchior Pinto, escrivão Localidade de redacção: Lisboa
Bula do papa Paulo IV para o convento de Santa Clara de Évora para que as freiras possam gastar nas suas necessidades os sobejos da capela de João Afonso de Aguiar. Esta capela fora tirada ao convento de São Francisco de Évora e dada ao de Santa Clara pelo rei D. João III. Localidade de redacção: Roma
Carta régia de D. João III datada de 28 de Julho de 1532, onde confirma outra carta de D. João II dada a 06 de Fevereiro de 1483 que, por sua vez, confirma uma outra de D. Afonso V com data de 27 de Fevereiro de 1479. Nesta, o rei, para protecção da abadessa e freiras do convento de Santa Clara de Évora, manda que as justiças prendam dentro ou fora do convento todas as pessoas que façam ou digam coisas que provoquem escândalo às freiras. A carta régia é emitida na sequência de petição e queixa da abadessa ao rei. Redactor: Gregório do Amaral, escrivão Localidade de redacção: Lisboa
Bula para que as freiras do convento de Santa Clara de Évora possam usufruir das obrigações da capela de João Afonso de Aguiar que os frades do convento de São Francisco de Évora tinham numa missa de requiem por semana. Localidade de redacção: Évora
Breve de um núncio para que uma leprosa se possa curar fora do convento de Santa Clara de Évora. Localidade de redacção: Lisboa
Bula do papa Paulo IV para o convento de Santa Clara de Évora, relativa à fazenda do convento. Localidade de redacção: Roma
Gil Pereira, cavaleiro da casa real, morador em Évora e feitor do convento de Santa Clara de Évora toma posse de umas casas que foram tomadas a Álvaro Dias Gato e que eram foreiras à igreja de São Pedro de Évora, por ordem do licenciado Gil Vaz Bugalho, juiz de fora. Redactor: Diogo de Vilalobos, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Nas pousadas do licenciado Gil Vaz Bugalho, juiz de fora em Évora
Gil Pereira, cavaleiro da casa do rei e feitor do convento de Santa Clara de Évora toma posse de umas casas, que foram tomadas a Inês Gomes, por ordem de Garcia de Magalhães, fidalgo da casa real e juiz e vereador em Évora, em lugar do licenciado Gil Vaz Bugalho, juiz de fora. Redactor: Diogo de Vilalobos, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Nas pousadas de Garcia de Magalhães, fidalgo da casa real e juiz e vereador em Évora
Gil Pereira, cavaleiro da casa real e feitor do convento de Santa Clara de Évora toma posse de umas casas, que foram tomadas a João Tomás, por ordem de Garcia de Magalhães, fidalgo da casa real e juiz pela ordenação em Évora, na ausência do licenciado Gil Vaz Bugalho, juiz de fora. Redactor: Diogo de Vilalobos, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Nas pousadas de Garcia de Magalhães, fidalgo da casa real e juiz pela ordenação em Évora
Traslado em pública forma do testamento de Brites Pires, mulher de Álvaro Lopes. O traslado é solicitado ao licenciado Gil Vaz Bugalho, juiz de fora, por Gil Pereira, mordomo e procurador do convento de Santa Clara de Évora. O testamento estava em poder de Jorge Vaz, mordomo e procurador do convento de São Francisco de Évora. Traslada-se também uma petição da abadessa do convento onde solicita a João Figueira, provedor das capelas e hospitais e gafarias da comarca de Entre Tejo e Guadiana traslado do testamento. A defunta tinha pedido que neste convento se dissessem certas missas em cada ano e por isso as freiras precisavam de conhecer o conteúdo do documento para dar cumprimento à vontade de Brites Pires. Redactor: Luís de Almada, tabelião do judicial em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Nas varandas dos Estaus onde agora pousa o licenciado Gil Vaz Bugalho, juiz de fora
Carta régia de D. João III, datada de 02 de Outubro de 1529, de confirmação de previlégio concedido ao convento de Santa Clara de Évora por D. Manuel, a 20 de Março de 1509. Nela o rei faz a mercê de que dois carreteiros e um sapateiro, moradores em Évora, que servirem o convento nomeados pela casa, sejam previligiados, entre outras, nas seguintes matérias: não pagando em nenhuma parte fintas, talhas, pedidos e serviços que pelos ofícios e moradores da cidade são ou forem lançados; nem vão com presos nem com dinheiros; nem sejam tutores nem curadores, salvo com algumas excepções; não sejam postos por besteiros do conto se até então o não são; nem sirvam em nenhuns outros encarregos nem servidões do concelho; nem sejam oficiais do concelho contra sua vontade. Na margem, canto inferior direito, acrescentou-se uma postila, datada de 08 de Julho de 1545, onde se diz que as carretas lhe não poderão ser tomadas por nenhuma causa quando a abadessa e freiras do convento tiverem necessidade delas para o serviço do mosteiro "posto que o [...] do ano andem ao ganho". O pergaminho tem anexo um papel onde se escreve uma petição da abadessa e freiras deste convento onde dizem ter um previlégio de possuir dois carreteiros, o qual está registado na câmara, e que porque os podem nomear, escolheram João Fernandes e Domingos Fernandes, carreteiros de Évora. Assim, pedem à câmara que mande fazer disso assento e lhe mande dar certidão. O despacho, datado de cinco de julho de ano não perceptível, é favorável e refere que os carreteiros irão servir numa obra. No verso do pergaminho, está uma declaração, datade de 1549, de António Simões de Barros, escrivão da câmara, em que afirma ter feito registar o previlégio acima e que o registo ficou em seu poder. Há também outra assinatura que acompanha a data de 1550 que talvez seja de outro escrivão que certifica o mesmo conteúdo. Ainda no verso encontra-se outra postila, datada de 13 de Agosto de 1566, em que o rei ordena que o privilégio se cumpra enquanto não mandar o contrário. Redactor: Domingos de Paiva, escrivão Localidade de redacção: Lisboa
Frei Amador, frade da Ordem de São Francisco e capelão do convento de Santa Clara de Évora toma posse de umas casas, que foram tomadas aos filhos de Brás de Moura, por ordem do licenciado Manuel Mergulhão, juiz dos orfãos em Évora. Redactor: Diogo de Vilalobos, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Nas pousadas do licenciado Manuel Mergulhão, juiz dos orfãos
Venda que fazem Jorge Dias Estaço, escudeiro da casa real e morador em Évora, e sua mulher, Isabel Dinis, ao convento de Santa Clara de Évora, da quinta parte de uma herdade (mística com outros proprietários, entre eles Duarte do Casal e sua mulher), situada à Cabeça de Muchão além dos Carregais, termo de Évora, por cinquenta e quatro mil reais brancos. Nesta quinta parte existe uma folha foreira a D. Brites, mãe de Martim da Silveira, em quatrocentos reais e uma galinha. Redactor: Diogo Gonçalves, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Nas casas de morada de Pedro Dias, escudeiro, mordomo e fazedor da fazenda e bens do convento de Santa Clara
Bula do papa Calisto III referente à fundação do mosteiro de Santa Maria do Espinheiro de Évora. Localidade de redacção: Roma
Dona Isabel de Melo, moradora em Évora, vende às freiras do convento de Santa Clara da mesma cidade uma herdade, localizada no termo de Évora, na estrada de Beja, por cento e oitenta reais. Redactor: Diogo Gonçalves, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Convento de Santa Clara
Estando presente o senhor legado e o senhor bispo e Évora, apareceu frei Fernando, frade da ordem de São Jerónimo e apresentou uma bula requerendo ao bispo que a cumprisse. Assim, ele deu ao frade a posse das chaves e ornamentos da igreja do mosteiro de Santa Maria do Espinheiro de Évora. Frei Fernando solicitou este instrumento de posse que lhe foi dado por carta régia dada em Évora a 20 de Julho de 1458, assinada pelo Dr. Lopo Vasques de Serpa, do desembargo régio, por especial mandado do chanceler mor. Redactor: Gil Vaz (?) Monis, escudeiro, vassalo do rei e tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Em Santa Maria do Espinheiro
Traslado em pública forma do testamento de Brites Pires, solicitado por João Pires, escudeiro do rei, morador em Évora, irmão da defunta, a Pedro Vaz, bacharel em leis e juiz por mandado do rei. No testamento, redigido a 06 de Abril de 1508, pelo tabelião Diogo de Évora, Brites Pires pede para ser enterrada no convento de São Francisco de Évora, na sepultura do marido que fica no cruzeiro, que tem uma campa branca com uma aspa (?) de Santo André, para o que deixa bens como um quinhão na herdade da Pontega e deixa outro quinhão ao convento de Santa Clara de Évora, onde pede missas por alma. A defunta tinha uma irmã chamada Mor Pires que era freira no convento de Santa Clara. Redactor: Diogo Gonçalves, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Nas pousadas de Pedro Vaz, bacharel em leis e juiz por mandado do rei
Bula do papa Calisto III para o mosteiro de Santa Maria do Espinheiro de Évora. Localidade de redacção: Roma
Escambo realizado entre o convento de Santa Clara de Évora e Vasco Anes Corte Real, do conselho do rei, provedor, e sua mulher, D. Joana da Silva. O primeiro dá ao segundo uns quinhões na herdade de Val de Palma, que herdara de D. Margarida de Sousa e de Mariana de Melo, filhas de João de Melo, que os tinham de suas legítimas e que foram ambas abadessas no convento. Recebem em troca quantia idêntica na herdade da Abóbada, situada no termo de Évora. As freiras são representadas no acto por Pedro Dias, escudeiro, morador em Évora, procurador e mordomo do convento que apresenta procuração, feita em Évora pelo tabelião Diogo Gonçalves, e um instrumento de licença de D. Francisco, bispo de Fez, para que a transacção se efectue. Redactor: Bartolomeu Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Almeirim Localização específica da redacção: Nas pousadas do senhor Vasco Anes Corte Real
Bula do papa Calisto III para o mosteiro de Santa Maria do Espinheiro de Évora, para que o traslado das bulas de Castela em pública forma valha como se do próprio original se tratasse. Localidade de redacção: Roma
Testamento de Lopo Mendes de Vasconcelos, escudeiro e fidalgo da casa real, morador em Évora, em que deixa a sua irmã Beatriz de Oliveira, freira no convento de Santa Clara de Évora, dez mil reais para ser curadora de seus filhos menores. Redactor: João Gonçalves, vassalo do rei e tabelião em Lisboa Localidade de redacção: Lisboa Localização específica da redacção: No paço dos tabeliães
As freiras do convento de Santa Clara de Évora tomam posse de uma herdade que compraram a Dona Isabel de Melo. Redactor: Diogo Gonçalves, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Termo de Évora
Carta régia de confirmação de privilégio concedido aos lavradores das herdades do convento de Santa Clara de Évora por carta de 23 de Novembro de 1471, para que fossem escusos de pagar em peitos, fintas, talhas, pedidos e empréstimos que pelos concelhos fossem lançados; nem fossem tutores nem curadores de ninguém, salvo se as tutorias fossem lídimas; nem fossem postos por besteiros de conta se até então o não eram; nem fossem com presos nem com dinheiros a nenhuma parte; nem lhes tomem suas casas de morada, adegas, cavalariças, nem pão, vinho, galinhas, bestas de cela ou de albarda, nem roupa de cama, nem outra coisa contra sua vontade. A carta emitida em 06 de Setembro de 1695 confirma outras cartas de confirmação anteriores datadas de 07 de Fevereiro de 1483, 09 de Fevereiro de 1532 e 01 de Junho de 1654. Redactor: Tomás da Silva, escrivão Localidade de redacção: Lisboa
Carta de legitimação de D. Pedro II de confirmação da legitimação feita pelo padre Manuel Gonçalves do Amaral, clérigo do hábito de São Pedro e morador em Évora, de sua filha Maria do Amaral, que teve de Isabel de Almeida, mulher livre e desobrigada, depois de já ter recebido ordens sacras. Como não tinha herdeiros legitima a filha para que possa herdar os seus bens. Localidade de redacção: Lisboa
Breve do papa Martinho V sobre a fundação do mosteiro de Santa Maria do Espinheiro de Évora. Localidade de redacção: Roma
Traslado de bula do papa Nicolau V, dada a 25 de Março de 1454, para que os frades do convento de Santa Maria do Espinheiro de Évora não paguem dízimos. Localidade de redacção: Toledo
Bula do papa Calisto III de concessão de indulgências ao mosteiro de Santa Maria do Espinheiro de Évora. Localidade de redacção: Roma
Traslado de bula do Papa Benedito [I ou II] realizado no pontificado de Eugénio IV, referente ao mosteiro de Santa Maria do Espinheiro de Évora .
Traslado de bula do papa Nicolau V pela qual concede isenções aos frades do mosteiro de Santa Maria do Espinheiro de Évora. Localidade de redacção: Roma