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Livro das Colações, mandado renovar pela abadessa D. Luísa Antónia Vidigal
Emprazamento, em duas vidas, de uma vinha do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, localizada junto ao mesmo mosteiro, a Geraldo Domingues, morador em Évora, por um quarto das uvas produzidas na referida vinha. Redactor: Gomes Anes, tabelião
Emprazamento de duas vinhas do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, a Pedro Aires, vizinho da referida cidade, por três libras, pagas pelo São Martinho. Redactor: Gonçalo Eanes Colos, tabelião de Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Mosteiro de São Bento de Cástris
Venda que fazem Lourenço David e sua mulher, Mécia Lopes, moradores em Avis, a Lopo Vaz de Camões, fidalgo da casa real, e a sua mulher, Inês Dias, de uma courela e terra de pão no lugar que se chama a ribeira de Fonte [...], termo de Avis, por cinco mil reais brancos dos correntes de seis ceitis o real. Redactor: Afonso Gomes, tabelião em Avis Localidade de redacção: Avis
Traslado de bula do papa Eugénio IV dada em 20 de Setembro de 1437, concedida ao provincial, priores e frades da ordem de São Jerónimo dos reinos de Castela, referente a heranças.
Três bulas concedidas ao mosteiros da ordem de São Jerónimo de Castela. Uma do papa [...] que dá licença aos frades para serem promovidos a ordens sacras sem mais examinação dos bispos. Outra do papa Pio II para que nenhum frade se possa mudar para outra ordem sem licença do provincial da ordem de São Jerónimo. Uma terceira, também do papa Pio II, para que os frades fugitivos possam ser presos e encarcerados.
Bula do papa Eugénio IV para o mosteiro de Santa Maria de Guadalupe em que dá licença ao prior, ao vigário e aos deputados confessores que, entre outras coisas, possam, sem licença de outra pessoa eclesiástica, ouvir em confissão qualquer pessoa de qualquer estado ou condição e absolvê-la de todos os seus pecados. Localidade de redacção: Roma
Bula do papa Sisto IV para o Mosteiro de Santa Maria de Guadalupe, sobre os dízimos.
Bula do papa Clemente VII para o mosteiro de Santa Maria do Espinheiro de Évora.
Bula do papa Alexandre VI para o mosteiro de Santa Maria do Espinheiro de Évora referente a missas ditas por alma de Gonçalo (?) de Castelo Branco.
Documento referente ao mosteiro de Santa Maria do Espinheiro de Évora, designado no verso por conservatória, emitido pelo abade de Alcobaça, juiz conservador da ordem (?). Localidade de redacção: Roma
Bula (?) do papa Eugénio IV para o mosteiro de Santa Maria de Guadalupe da Ordem de São Jerónimo.
Bula de um delegado do papa em Portugal e no Algarve, de indulgências ao mosteiro de Santa Maria do Espinheiro de Évora. Localidade de redacção: Évora
Documento do papa Calisto III para o mosteiro de Santa Maria do Espinheiro de Évora. Provavelmente um traslado uma vez que é dado em Évora. Localidade de redacção: Évora
Breve para o mosteiro de Santa Maria do Espinheiro de Évora.
Breve do papa Clemente XII para o mosteiro de Santa Maria do Espinheiro de Évora. Localidade de redacção: Roma
Breve do papa Paulo V para o mosteiro de Santa Maria do Espinheiro de Évora.
Breve de dispensa de quatro meses de noviciado a favor do impetrante nele declaro, noviço no mosteiro de Santa Maria do Espinheiro de Évora. Localidade de redacção: Roma
Breve para o mosteiro de Santa Maria do Espinheiro de Évora. Localidade de redacção: Roma
Traslado de um bula do papa Calisto III dada em Roma a 25 de Novembro de 1455, solicitado por frei Jorge, provincial da ordem de São Jerónimo ao Dr. Domingos Álvares, vigário geral no bispado de Évora pelo cardeal infante. Redactor: Diogo Gonçalves, morador em Évora e notário Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Nas casas de morada do Dr. Domingos Álvares
Bula, do papa Paulo III, que alcançou D. Violante Henriques, mulher do capitão de ginetes, D. Fernando de Mascarenhas, pela qual se concedem ao mosteiro de Santa Maria do Espinheiro de Évora todas as indulgências que estão concedidas à igreja de Santa Maria do Pópulo em Roma. Localidade de redacção: Roma
Traslado de duas bulas do papa Pio V de extensão de privilégios, dadas em 1567. O traslado é solicitado por frei Pedro de Lisboa, frade da ordem de São Jerónimo, residente no mosteiro de Santa Maria de Belém de Lisboa, ao licenciado António Pires de Bulhão, do desembargo do rei na sua corte e casa da suplicação, provisor e vigário geral no espiritual e temporal no arcebispado de Lisboa pelo cardeal D. Henrique, infante de Portugal e arcebispo de Lisboa. Redactor: João Lopes, cavaleiro da casa real, escrivão da relação do arcebispado de Lisboa Localidade de redacção: Lisboa
Breve do papa Clemente VIII para o mosteiro de Santa Maria do Espinheiro de Évora. Localidade de redacção: Roma
Traslado de dois breves do papa Leão X. Um dado a 23 de Março de 1519 e outro a 3 de Dezembro do mesmo ano. O traslado é solicitado por frei Domingos e por frei Miguel, frades da Ordem de São Jerónimo e professos no mosteiro de Santa Maria de Belém de Lisboa, ao bacharel Tomé Fernandes, desembargador e ouvidor da relação (de D. Afonso, cardeal, infante de Portugal, arcebispo de Lisboa) e vigário geral do arcebispado de Lisboa. Redactor: João Lopes, escudeiro da casa do cardeal, escrivão da sua relação e notário apostólico Localidade de redacção: Lisboa Localização específica da redacção: Nas pousadas do bacharel Tomé Fernandes
Carta régia de D. Pedro II, datada de 1700, de confirmação de privilégio concedido ao mosteiro de Santa Maria do Espinheiro de Évora por alvará de D. Afonso V, em 1461. O privilégio consistia na colocação dos frades sob protecção régia e na isenção do pagamento de vários impostos. O documento traslada confirmação do rei de D. João II. Redactor: Tomás da Silva, escrivão Localidade de redacção: Lisboa
Carta régia de D. Pedro II, datada de 1700, de confirmação de privilégio concedido ao mosteiro de Santa Maria do Espinheiro de Évora por alvará de D. Afonso V, em 1481. O privilégio consistia na possibilidade dos seus carneiros poderem pastar onde pastavam os carneiros dos carniceiros e dos enxerqueiros da cidade. O documento traslada confirmação do rei de D. João II. Redactor: Tomás da Silva, escrivão Localidade de redacção: Lisboa
Carta de vizinhança concedida a uns canários cativos em Granada que "fugiram para el rei D. Fernando, o Católico, e se fizeram cristãos". Localidade de redacção: Córdova
Documento emitido para o mosteiro de Santa Maria do Espinheiro de Évora.
Bula do papa Sixto IV para o mosteiro de Santa Maria do Espinheiro de Évora, referente à confirmação de uma capela. Localidade de redacção: Roma
Bula do papa Martinho V (?) para que os mosteiros de Santa Maria de la Sisla e de Santa Maria de Monte Marta possam gozar das graças e privilégios e conservatórias que têm as outras casas e mosteiros da ordem de São Jerónimo. Localidade de redacção: Roma
Breve do papa Sisto IV para o mosteiro de Santa Maria do Espinheiro de Évora, referente aos dízimos das herdades de Montes Claros, Pego do Lobo e outras herdades no Pigeiro que deixou o bispo D. Vasco Perdigão.
[...] cónego da Sé de Évora por especial mandado do cardeal infante e do Dr. Tomé Rodrigues de Magalhães, vigário geral no bispado de Évora por D. Afonso, cardeal infante, declara ter visto a bula escrita do outro lado deste documento referente aos dízimos de algumas herdades de que era beneficiário o mosteiro de Santa Maria do Espinheiro de Évora. Localidade de redacção: Évora
Bula para o mosteiro de Santa Maria do Espinheiro de Évora em que se dá licença para que Sebastião Lopes, testamenteiro de Joana Afonso, clérigo, possa aplicar ao mosteiro um quinhão de uma herdade que ficou entre os bens da defunta que vale trinta e cinco mil reis. Localidade de redacção: Roma
Traslado de bula do papa Calixto III de fundação do mosteiro de Santa Maria do Espinheiro de Évora. O traslado é solicitado por frei Amador de Évora, padre do mosteiro, ao Dr. Domingos Álvares, arcediago de Oriola na Sé de Évora, vigário geral no espiritual e temporal no bispado de Évora por D. Afonso, cardeal infante de Portugal. Redactor: Filipe Dias, escrivão do auditório eclesiástico do bispado de Évora e notário apostólico Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Nas casas da audiência eclesiástica
Venda que faz António Serrão, mercador, cortesão, a Simão Rodrigues, morador em Évora, e a sua mulher, Jerónima Lopes, de umas casas de morada na cidade, por dois moios e meio de trigo postos na cidade de Lisboa em salvo da sisa e do terradigo. As casas eram foreiras ao convento de Santa Clara de Évora em quinhentos reais, pagos no dia de Natal, e a Francisco da Silveira, coudel mor, em quinhentos reais, pagos no dia de Páscoa. A venda efectua-se com o consentimento do coudel. Redactor: Diogo de Arcos, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Na portaria do convento de Santa Clara
Venda que faz Isabel de Azevedo, viúva de João Coelho, que foi alcaide mor de Tânger, moradora nas Alcáçovas, estante em Évora, ao convento de Santa Clara de Évora, de um moio de trigo macho de renda em cada ano na herdade nas Macanas (?), no Pigeiro, termo das Alcáçovas, por cinquenta mil reais brancos. Redactor: João Fernandes, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Na portaria do convento de Santa Clara
No acto estão presentes: Brás Álvares Fal (?), filho de Inês Afonso, viúva de João Fernandes Galvão, em seu nome e de sua mulher, Maria Dias; Afonso Eanes Galvão, filho de João Fernandes Galvão, e meio irmão de Brás Álvares, e sua mulher, Inês Bernaldes; André Simão, irmão e cunhado dos anteriores, e sua mulher, Joana Fernandes; Fernando Eanes Galvão e sua mulher, Isabel Dias. São referidos como sendo todos irmãos, filhos e noras e genros de João Fernandes Galvão e de sua mulher, Inês Afonso. Disse o Brás Álvares que por morte de seus pais lhes ficou fazenda e umas casas e uma herdade chamada de Santa Ladra, no termo de Évora, no caminho dos Homiziados, que era foreira ao convento de Santa Clara de Évora em setenta alqueires de trigo. Quando se fizeram partilhas ele e seus irmãos eram menores e o juiz dos orfãos, Fernão Godinho Fernandes, zelando pelos seus interesses dividiu a herdade por todos. Agora como não podiam possuí-la todos queriam que fosse só de um dos herdeiros que fica obrigado a pagar o foro. Assim a herdade fica para o filho mais velho, Fernando Eanes e para sua mulher. Redactor: Diogo Gonçalves, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Nas casas do tabelião
Venda que fazem Álvaro Nunes, escudeiro do rei, e sua mulher, Inês Mendes, e Catarina Mendes, mulher de Manuel de Sousa, partidor em Évora, moradores na cidade, a Fernão Anarido (?), fidalgo da casa real, morador na mesma, de uma terra no caminho de Monsaraz, por mil e duzentos reais brancos. Redactor: Diogo Cruzado, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Nas casas de morada de Álvaro Nunes, escudeiro do rei
Fernão Martins Teixeira, escudeiro do rei, como procurador das freiras do convento de Santa Clara de Évora, toma posse de umas casas, quintal e adeaga, em Évora, na rua da Carta Velha, que as freiras tinham comprado. Redactor: Rui Carvalho, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora
Venda que fazem Tomás Martins, escudeiro, criado de D. Afonso, bispo de Évora, e Catarina Dias, sua prima, mulher solteira, moradores em Lisboa, ao convento de Santa Clara de Évora, de umas casas de morada com quintal e adega que tinham em Évora na rua da Carta Velha, que tinham herdado por morte de Joana Rodrigues, sua avó, e por morte de Guiomar Álvares, mãe da Catarina Dias. As casas ficavam junto ao convento. A venda é também feita por Maria Fernandes, moradora em Lisboa, em São Vicente de Fora, testamenteira de Guiomar Álvares, que nas ditas casas tinha a sexta parte. O valor da venda são vinte e quatro mil reais brancos pagos em cruzados de ouro e as freiras de Santa Clara obtiveram para o efeito carta régia que autorizava a compra. Redactor: Rui Carvalho, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Na igreja do convento de Santa Clara
Pedro Álvares, escudeiro da rainha, morador em Évora e procurador das freiras do convento de Santa Clara de Évora, toma posse de todos os bens que as freiras tinham na vila do Vimieiro, que ficaram por morte de Beatriz Mendes Dantas, abadessa do mesmo. A posse é-lhe dada por João Velho, juiz ordinário do Vimieiro que manda também que o tabelião vá com alguns homens antigos demarcar as terras que não estavam demarcadas. Redactor: Diogo Álvares, tabelião no Vimieiro pela condessa de Faro Localidade de redacção: Vimieiro
Afonso de Lamede, escudeiro do rei, morador em évora e procurador das freiras do convento de Santa Clara de Évora, por procuração feita em Évora por Rui de Carvalho, a 13 de Março de 1495, toma posse de todas as terras e rendas que as freiras tinham na vila do Vimieiro, que ficaram por morte de Beatriz Mendes Dantas, abadessa do mesmo. A posse é-lhe dada por Pedro Soeiro, juiz ordinário do Vimieiro. Redactor: João Lopes, tabelião no Vimieiro pela condessa de Faro Localidade de redacção: Vimieiro Localização específica da redacção: De trás do quintal de Pedro Soeiro
Traslado em pública forma de um instrumento de posse feito por solicitação de Pedro Álvares, escudeiro da casa da rainha D. Leonor, morador em Évora, procurador e feitor do convento de Santa Clara de Évora, a Pedro Lourenço, escudeiro da casa do rei e juiz por ele em Évora. Redactor: Diogo Dias, escudeiro do rei e tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora
Sentença de Francisco Frazão, cavaleiro da casa real e provedor das capelas, hospitais e resíduos na comarca de Évora referente a umas casas que eram foreiras ao convento de São Francisco de Évora, em quatrocentos reais, e que tinham sido tomadas para a construção da cadeia da cidade. Está envolvido no processo Fernão de Córdova, escudeiro da rainha D. Maria, casado com Teresa Sanches, morador em Évora, Heitor Velho recebedor da obra da cadeia e João Rodrigues, cavaleiro da Ordem de Santiago. Cita-se um alvará régio de D. Manuel e a avaliação das referidas casas. Redactor: Vasco Fernandes, escrivão diante do corregedor Pais (?) Dias na comarca de Entre Tejo e Guadiana Localização específica da redacção: Nas pousadas onde pousa Francisco Frazão, cavaleiro da Ordem de Cristo e contador dos resíduos e capelas e hospitais no almoxarifado de Évora
Sebastião Vaz, escudeiro da casa do rei e provedor dos orfãos, capelas, hospitais, e contador e juiz dos resíduos e obras em toda a contadoria de Évora, manda João Gonçalves, porteiro do concelho, que apregoe umas casas que foram de Pedro Anes, porteiro dos contos, situadas na rua de Afonso de Magalhães, em que vivem as filhas de Mem Rodrigues de Castelo Real. As casas estavam aforadas a Diogo Fernandes da Costa por menos de metade do que outra pessoa poderia dar. Feito o pregão quem mais deu pelas referidas casas foi Inês Mendes, em seu nome e de suas irmãs, Beatriz Mendes e Leonor Mendes. Assim, as casas são lhe arrematadas e aforadas por seiscentos reais de foro, pagos em Santa Maria de Agosto. O foro das casas tinha sido deixada em testamento (parece que por Pedro Anes) ao convento de São Francisco de Évora e à gafaria de São Lázaro de Évora e a cada uma das instituições se devia pagar metade do valor cobrado. Redactor: João Afonso, escudeiro, vassalo do rei e escrivão do provedor na comarca de entre Tejo e Guadiana Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Ante as casas onde agora pousa Sebastião Vaz, escudeiro da casa do rei e provedor dos orfãos, capelas, hospitais, e contador e juiz dos resíduos e obras em toda a contadoria de Évora
Instituição de uma capela no convento de São Francisco de Évora, por Paio Rodrigues, escudeiro, e sua mulher, Leonor Vicente Barrosa, moradores em Montemor-o-Novo. Redactor: Vasco Lourenço, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Casa de Paio Rodrigues
