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Cambambe, ruínas da Fortaleza e da Igreja de Nossa Senhora do Rosário. Remate do portal de entrada na fortaleza, lápide assinalando a ampliação da mesma, 1691, por ordem do governador D. João de Lencastre, sobrepujada pelo brasão de armas de Portugal; séc. XVII.
Cambambe, ruínas da Fortaleza e da Igreja de Nossa Senhora do Rosário. Vista parcial da fachada principal do edifício da Feitoria e Armazéns, restos da fachada principal; séc. XVII.
Cambambe, ruínas da Fortaleza e da Igreja de Nossa Senhora do Rosário. Aspeto geral, sobressaindo, ao centro, a Igreja; séc. XVII-XVIII.
Cambambe, ruínas da Fortaleza e da Igreja de Nossa Senhora do Rosário. Aspeto geral, cortina nascente rasgada pelo portal de entrada na fortaleza e Igreja, em segundo plano; séc. XVII-XVIII.
Cambambe, ruínas da Fortaleza e da Igreja de Nossa Senhora do Rosário. Aspeto exterior da Igreja, fachadas e restos do corpo adossado ; séc. XVII-XVIII.
Cambambe, ruínas da Fortaleza e da Igreja de Nossa Senhora do Rosário. Nave da Igreja, parede testeira; séc. XVII-XVIII.
Cambambe, ruínas da Fortaleza e da Igreja de Nossa Senhora do Rosário. Cortina nascente, portal de entrada na fortaleza; séc. XVII.
Cambambe, ruínas da Fortaleza e da Igreja de Nossa Senhora do Rosário. Fachada lateral direita da Igreja, torre e restos de corpo adossado; séc. XVII-XVIII.
Cambambe, ruínas da Fortaleza e da Igreja de Nossa Senhora do Rosário. Edifício da Feitoria e Armazéns, fachada posterior; séc. XVII.
Cambambe, ruínas da Fortaleza e da Igreja de Nossa Senhora do Rosário. Ruínas do suposto edifício do Senado Municipal ou Paços do Concelho de Cambambe; séc. XVII.
Doação de uma herdade, localizada no termo de Estremoz, em Rio de Moinhos, feita por Mor Pires, viúva de Diogo Afonso, o negro, aos pobres da Província da casa de São Francisco da Serra de Ossa. Redactor: Rodrigo Anes, tabelião em Estremoz Localidade de redacção: Estremoz Localização específica da redacção: Casa de Mor Pires
Doação de uma terra, localizada no termo de Evoramonte, realizada por Gomes Barrocal, pobre, irmão de Gomes de Aivado, aos pobres da Serra de Ossa. Redactor: Pedro Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Rua dos pobres de Santa Margarida
Demarcação do lugar de Cortes, propriedade que os irmãos João Domingues das Cortes e Gonçalo Domingues das Cortes, moradores em Estremoz, herdaram de seu pai. Em virtude de existirem dúvidas, perante os oficiais do concelho de Evoramonte e os pobres da Serra de Ossa, relativamente aos limites desse lugar, Gonçalo Pires, pobre da referida comunidade, requereu a Martim Fernandes, juiz de Estremoz, que os referidos proprietários indicassem os limites do lugar. Redactor: Fernando Afonso, tabelião em Estremoz Localidade de redacção: Estremoz Localização específica da redacção: Arrabalde de Santiago
Sentença régia de D. Manuel relativo a um feito do mosteiro da Trindade de Lisboa contra Nuno Fernandes, escrivão da câmara de Lisboa, relativo aos pobres da Serra de Ossa sobre uma demanda referente a umas casas e a uns campos. Redactor: Diogo Gomes, escrivão, por Luís Nunes da Silveira Localidade de redacção: União das freguesias de Alverca do Ribatejo e Sobralinho
Doação feita por Diogo Alvares da Silveira e sua mulher, Mor Esteves, aos pobres do mosteiro de São Paulo da Serra de Ossa, de um lugar e um chão, localizados no termo do Redondo, nas Fontainhas. Redactor: Gomes Lourenço, tabelião em Redondo Localidade de redacção: Redondo
Os pobres do mosteiro de São Paulo da Serra de Ossa solicitam a Martim Mendes Carveira, juiz de Évora, o traslado de uma doação feita ao referido mosteiro, por Diogo Alvares da Silveira e sua mulher, moradores em Redondo. Redactor: João Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora
Casa no Dondo, Angola.
Casa no Dondo, Angola.
Cambambe, ruínas da Fortaleza e da Igreja de Nossa Senhora do Rosário. Restos do edifício da Feitoria e Armazéns; séc. XVII.
Os pobres do oratório da Serra de Ossa solicitam a Diogo Gomes Zagalo, escudeiro e juiz ordinário de Estremoz, o traslado de uma sentença do corregedor de entre tejo e odiana, relativa à posse de umas casas, localizadas junto à ermida do Monte da Virgem. Redactor: João Afonso de Bragança, tabelião em Estremoz Localidade de redacção: Estremoz Localização específica da redacção: Junto à porta da casa do comendador da Ordem de Aviz
Cambambe, ruínas da Fortaleza e da Igreja de Nossa Senhora do Rosário. Interior do recinto da fortaleza; séc. XVII.
Sentença dirimida por Pedro Godiz, corregedor da comarca de entre tejo e odiana, relativa a um processo entre os pobres do oratório da Serra de Ossa e o vigário da vila do Redondo, estando em questão a posse de umas casas, localizadas junto à ermida de Santa Maria do Monte da Virgem. Redactor: Garcia Rodrigues, chanceler Localidade de redacção: Redondo
Cambambe, o Cuanza visto a partir da fortaleza localizada sobre elevação na margem direita do rio.
Cambambe, o Cuanza visto a partir da fortaleza localizada sobre elevação na margem direita do rio.
Sentença régia de D. Manuel dirigida a João Gonçalves, juiz dos direitos reais do Redondo relativa a um feito que foi perante o rei em apelação e que opunha o conde do Redondo, como autor, a Rui Fernades, lavrador, morador no termo da vila, como réu. Refere-se ao pagamento das jugadas da vila. Quem fosse de fora a terra lavrar nas herdades do termo do Redondo tinha de pagar jugada aos senhorios e este lavrador trazia três herdades: a da Calva que está onde se chama Alcorovisca; a da Cabeça Gorda e a do Bispo, que era dos pobres da serra de Ossa. O réu vivia numa herdade no termo da vila onde chama Alcorovisca e devia ser obrigado a pagar ao conde cinco moios de trigo de jugada. Porém, os pobres da serra de Ossa tinham o privilégio de os lavradores das suas herdades não pagarem jugada. Redactor: Fernando Álvares, por João Serrão cavaleiro da casa do rei, escrivão de seus feitos Localidade de redacção: Lisboa
Mateus Jacob e João Domingues, moradores na pobre vida, fazem doação ao mosteiro de São Paulo da Serra de Ossa de um cerrado, localizado da referida serra, termo de Redondo, no caminho de Estremoz. Redactor: Vasco Anes, tabelião em Estremoz Localidade de redacção: Redondo
Certidão em que se traslada uma doação feita por Mateus Jacob e João Domingues, aos pobres do mosteiro da Serra de Ossa. Redactor: Lopo Esteves, vassalo do rei, tabelião de Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa de Mem Rodrigues, escudeiro
Lourenço Gomes, dito de São Pedro, e Maria Vasques, moradores em Vila Viçosa, fazem doação de uma vinha e de um olival ao mosteiro de São Paulo da Serra de Ossa para a manutenção da ermida de São Pedro de Bencatel, que pertence ao referido mosteiro. Redactor: João Rodrigues, tabelião do conde de Arraiolos Localidade de redacção: Vila Viçosa
Os frades do mosteiro de São Paulo da Serra de Ossa tomam posse de dois quartos de umas azenhas, localizadas no termo de Estremoz, uma na ribeira de Ana Loura e outra na ribeira da vila, que lhes foram doadas por Fernando, pobre da mesma comunidade. Redactor: João Afonso, tabelião de Estremoz Localidade de redacção: Estremoz Localização específica da redacção: Casa de Estêvão Fernandes, escudeiro e juiz de Estremoz
Venda que fazem Nuno [...] e sua mulher, Beatriz Vaz, de um quinhão na herdade dos Varregosos, no sítio da Lage, com uma parte de pomar, por mil e seiscentos reais brancos de moeda corrente. Redactor: Pedro Lopes, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo
Venda que faz Fernão Vaz, vinhateiro, a Tomás Fernandes, barbeiro, morador em Évora, de uma vinha no termo da cidade, na Azinhaga dos Mouros, por dezasseis mil reais. A vinha era foreira ao Morgado de Oliveira. No acto Manuel Vaz de Resende, administrador do morgado da Oliveira, cavaleiro da casa do rei, representa como procurador Martim Afonso de Oliveira Miranda, morgado de Oliveira, segundo procuração de sua avó, D. Isabel de Brito. Redactor: Pedro Rodrigues, cavaleiro da casa do rei e tabelião em Évora e seus termos Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Nas casas de morada de Manuel Vaz de Resende, administrador do morgado da Oliveira
Escambo realizado entre Rui Lopes e Catarina Fernandes, moradores e vizinhos de Borba, e João Gonçalves Espada e Catarina Álvares, moradores e vizinhos em Estremoz. Os primeiros concedem aos segundos uns chãos, localizados no termo de Estremoz, recebendo em troca uma vaca. Redactor: Rodrigo Anes, tabelião em Borba e criado do conde de Arraiolos Localidade de redacção: Borba Localização específica da redacção: Rua de Constança Afonso, na casa do tabelião
Beatriz Gomes trigueira, encontrando-se doente, altera o seu testamento. Inicialmente, tinha deixado todas as suas herdades às freiras do convento de Santa Clara de Estremoz. Pretende agora que uma das herdades fosse entregue a João Rodrigues trigueiro, escudeiro, seu primo. Redactor: Rodrigo Anes, escrivão Localidade de redacção: Estremoz Localização específica da redacção: Casa de Martim Gomes Albardeiro
Certidão pela qual se traslada, por ordem de Gil Martins Ratinho, escudeiro, fidalgo e juiz com alçada em Estremoz, o codicilo do testamento de Beatriz Gomes Trigueira. Redactor: Rui Varela, tabelião em Estremoz Localidade de redacção: Estremoz
Testamento de Afonso Domingues, tecelão, morador em Estremoz, no qual expressa a vontade de ser sepultado no adro do convento de Santa Clara de Estremoz. Deixa ao seu sobrinho e testamenteiro, Afonso Anes, cem reais brancos e a Vasco Lourenço, clérigo, metade de umas casas e toda a roupa que nela houver. Redactor: João Gonçalves, tabelião em Estremoz Localidade de redacção: Estremoz
Emprazamento que faz D. Catarina Mendeiro (?) de Vasconcelos, abadessa do convento de Santa Clara de Santarém, e as freiras do mesmo, a Gonçalo Pires e a sua mulher, Marinha Domingues, moradores em Santarém na rua de Santo Antoninho, de uma vinha com olival, no lugar de Manços, termo da vila, por doze libras de dinheiros portugueses, pagas pelo Natal. Redactor: Gomes Pires, tabelião em Santarém Localidade de redacção: Santarém Localização específica da redacção: Na igreja do mosteiro de Santa Clara
Trespasse que fazem Gonçalo Pires e sua mulher Marinha Domingues a Martim Esteves, cavaleiro (?), morador em Santarém na rua do João, e a sua mulher, Branca Vicente, do direito que tinham sobre uma vinha com olival no lugar de Manços, termo da vila, da qual pagariam cinquenta soldos em cada dia de Páscoa (?). Gonçalo Pires e sua mulher traziam a vinha de foro do convento de Santa Clara de Santarém. Redactor: Lourenço Afonso, tabelião em Santarém Localidade de redacção: Santarém Localização específica da redacção: Nas casas de Gonçalo Anes, raçoeiro de Santo Estevão