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Inclui cartas de fundação da Cartuxa, estatutos de limpeza de sangue, dois documentos emanados de Roma, um documento sobre as faculdades do arcebispo, uma doação de dinheiro para obra da capela-mor, as rendas do bispo e do cabido para os bispados de Elvas e de Beja, documentos relativos a Beja relacionados com Frei Manuel do Cenáculo, já depois deste ser arcebispo de Évora e documentação de D. Henrique.
Contém quatro actas da Irmandade do Santíssimo Sacramento de Viana do Alentejo
Pedido de autorização de venda realizado entre o bispo de Évora, representado pelo vigário geral, e Fernando Eanes, alvaneo, viúvo. Este trazia aforada uma vinha, da mesa pontifical, localizada no termo de Évora, em Vila Fria, por vinte e um soldos e meio antigos, pagos pelo Natal. Após ter recebido autorização do bispo para realizar a transacção, o foreiro vendeu o domínio útil da vinha a João Batalha, solteiro, morador em Évora, por mil e cem reais brancos. Redactor: Gonçalo Velho, vassalo do rei e tabelião em Évora. Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa de Nuno Fernandes, vigário geral do bispo de Évora.
Venda que faz António Velho, porteiro da câmara do infante D. Henrique, a Francisco de Melo, do conselho do rei D. João III, de umas casas da mesa pontificial do bispado de Évora, que estão junto dos degraus do tabuleiro da Sé das quais casas o cardeal Infante D. Afonso, bispo de Évora, lhe fizera mercê, por as vencer em demanda com Luís Rodrigues que as trazia sem título. A venda é feita por cinco mil reais mas com obrigação de foro à mesa pontificial de cento e cinquenta reais e duas galinhas, pagas pelo São Martinho. O documento traslada um alvará do cardeal infante D. Afonso, bispo de Évora, em que autoriza a venda e um conhecimento de Luís Álvares de Proença, capelão do cardeal. Redactor: Manuel Quadrado, notário público, tabelião geral na corte [do bispo] Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Nas pousadas de Francisco de Melo, do conselho do rei
Aforamento que faz Luís Álvares de Proença, capelão do cardeal e seu escrivão da câmara, a João Gonçalves Criolo, morador em Elvas, de um quintal da mesa pontificial do bispado de Évora, por doze reais por ano, pagos pelo São Martinho. Luís Álvares actua na sequência de um alvará do cardeal infante, arcebispo de Lisboa e administrador do bispado de Évora, datado de 26 de Junho de 1533, onde refere ter informação que a mesa pontificial deste bispado tinha muitas propriedades que andavam sonegadas e mal aforadas em poder de pessoas que não tinham delas títulos. Redactor: Aires Gomes, tabelião em Elvas Localidade de redacção: Elvas Localização específica da redacção: Nas pousadas do Dr. António Gonçalves, vigário na cidade e capelão do infante cardeal
Aforamento que faz a mesa pontificial do bispado de Évora, através de Luís Álvares, a Manuel Godinho, morador em Évora, de umas casas na rua da Porta do Bispo, por cinquenta e quatro reais. Manuel Godinho, que no acto é representado por seu irmão Cristovão Godinho, já antes trazia as referidas casas, pelo que lhe é feito novo aforamento. Luís Álvares actua na sequência de um alvará do cardeal infante, arcebispo de Lisboa e administrador do bispado de Évora, datado de 29 de Junho de 1533, onde refere ter informação que a mesa pontificial deste bispado tinha muitas propriedades que andavam sonegadas e mal aforadas em poder de pessoas que não tinham delas títulos. Redactor: Aires Gomes, tabelião em Évora Localidade de redacção: Elvas Localização específica da redacção: Nas pousadas do Dr. António Gonçalves, vigário na cidade e capelão do cardeal infante
Emprazamento renovado por D. Henrique, cardeal, infante, arcebispo de Évora e comendador e administrador perpétuo do mosteiro de Alcobaça, a Diogo Teixeira de Figueiredo, morador no lugar de Pernes, termo de Santarém de um chão foreiro à mesa arcebispal de Évora, situado na ribeira de Alviela, além da ponte que vem de Casével para Pernes por três galinhas e vinte reais em dinheiro, pagos pelo Natal. O foreiro já antes trazia o chão emprazado do qual era a terceira pessoa. Agora passa a ser novamente a primeira. A renovação é feita tendo em conta as benfeitorias que tem feito na terra na sequência de uma vedoria do bem em causa promovida por Antónioo Rebelo, cavaleiro fidalgo da casa de D. Henrique, da qual resultou passar o foro de duas galinhas (que antes pagava) para as três que passa a ser obrigado a pagar. Redactor: Manuel Nogueira, escrivão Localidade de redacção: Évora
Emprazamento renovado por D. Henrique, cardeal, infante, arcebispo de Évora e comendador e administrador perpétuo do mosteiro de Alcobaça, a D. Martinho de Castelo Branco, fidalgo da casa real, de uma quinta que se chama do Outeiro, junto a Pernes, com terras de pão, vinha, olival e árvores e de outras propriedades da mesa arcebispal de Évora, por vinte escudos de ouro e mais oitocentos reais, pagos pelo São João Baptista. D. Martinho já antes trazia os mesmos bens emprazados dos quais era a terceira pessoa. Agora passa a ser novamente a primeira. Seu pai, D. Francisco de Castelo Branco, camareiro mor do rei D. João III, já trouxera os mesmos bens que também lhe foram renovados em emprazamento, por vinte escudos de ouro, por respeito ao facto de Gonçalo Vaz de Castelo Branco, avô de D. Francisco, ter tirado e desenrolado os ditos bens das pessoas que os traziam. A renovação é feita na sequência de um alvará de D. Henrique, datado de 24 de Abril de 1563, e de uma avaliação dos bens em causa promovida por Pedro Afonso Rebelo, morador em Santarém. Redactor: Cristovão da Costa, escrivão Localidade de redacção: Lisboa
Emprazamento renovado por D. Henrique, cardeal, infante, arcebispo de Évora e comendador e administrador perpétuo do mosteiro de Alcobaça, a D. Martinho de Castelo Branco, fidalgo da casa real, de diversos bens da mesa arcebispal de Évora, situados no termo de Santarém e na Aldeia Galega, na Golegã e no termo de Ourém, por quatro escudos de ouro do cunho de Portugal e mais trezentos e cinquenta reais, pagos pelo São João Baptista. D. Martinho já antes trazia os mesmos bens emprazados dos quais era a terceira pessoa. Agora passa a ser novamente a primeira. Seu pai, D. Francisco de Castelo Branco, camareiro mor do rei D. João III, já trouxera os mesmos bens que também lhe foram renovados em emprazamento, por quatro escudos de ouro do cunho de Portugal, por respeito ao facto de Gonçalo Vaz de Castelo Branco, avô de D. Francisco, ter tirado e desenrolado os ditos bens das pessoas que os traziam. A renovação é feita na sequência de um alvará de D. Henrique, datado de 18 de Julho de 1562, e de uma avaliação dos bens em causa promovida por Pedro Afonso Rebelo, morador em Santarém. Redactor: Cristovão da Costa, escrivão Localidade de redacção: Lisboa
Auto de não conciliação
Inclui foral do Vimieiro, uma sentença que não se enquadra nos outros documentos judiciais, o que aparenta ser o fragmento de livro de uma igreja de Monsaraz e carta do convento de São Facundo para o arcebispo D. Teotónio de Bragança.
Inclui um período intermédio de Sede Vacante, em 1715.
Tinha tido confraria e tinha o rendimento de um juro. Foram feitas obras nas capelas, retábulos e altares da Sé por ordem do bispo D. Manuel Tavares Coutinho e Silva. Capela sob protecção do bispo, administrada por pessoa nomeada pelo ordinário, em vez de ser administrada pela Fábrica. Termo de abertura também assinado pelo bispo.
Tem as contas de 1778.