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Escritura de quitação de pagamento de cento e quarenta e quatro mil quinhentos e quarenta e cinco réis em metal de escritura de foro de 30 alqueires de trigo que fazem as religiosas de São José a José Pereira Lobo, morador em Cuba. Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Convento de São José.
Pedido de certidão da escritura de arrendamento da Herdade da Fragosa feita em 19 de Outubro de 1838. A certidão é passada a 31 de Agosto de 1855.
Processo com vários contratos de aforamento de períodos diferentes, de um quartel de vinha o olival na quinta de Valbom.
Carta de arrematação de lagar de azeite que comprou em praça pública Manuel de Sousa às religiosas do convento de São José de Évora, por trezentos mil réis, com obrigação de seis mil réis pagos às religiosas de Santa Mónica. Contêm também contrato de aforamento de casas foreiras incorporadas neste lagar, mas foreiras do convento do Paraíso.
Escritura de fiança que fez o convento à Câmara, obrigando-se a todo o prejuízo que fizer o cano das águas do convento depois de metido no cano da cidade. Contém a respectiva licença.
Processo com vários contratos de aforamento de períodos diferentes, do ferragial da quinta de Valbom. Um deles com a obrigatoriedade de celebração de uma missa ao domingo.
Auto de arrematação de morada de casas e mais obrigações, na rua da Alagoa foreiras das religiosas do convento de São José de Évora. Outros contratos de aforamento das mesmas casas e o foro primordial que data de Abril de 1624, onde estão as medições da mesma casa.
Carta da rainha D. Maria I a isentar da décima as religiosas do convento de São José de Évora sobre os rendimentos que obtinham da herdade da Trombeira, a requerimento das mesmas. Localidade de redacção: Lisboa
Sentença cível do cónego António Rosado Bravo, da Sé de Évora, contra o seu Lavrador Manuel Mendes Lança, da Vidigueira.
Aforamento de vinha na quinta do Penedo de Oiro (um dos títulos de doação das fundadoras) e de casas em frente ao convento de Santa Mónica.
Sentença Cível sobre o tombo dos bens do concelho da vila de Aguiar extraída dos próprios autos a instância do procurador do concelho
Listagem das casas do convento num total de 15. A maioria localizavam-se na rua do Escudeiro e outras na chamada Mouraria. Algumas também em Setúbal e Vila de Frades. Juntamente estão duas adegas e um lagar de azeite. Não estão neste rol todas as casas, porque a listagem começa em 16 e termina em 30.
Instrumento de posse da herdade da Freixa, termo de Arraiolos, por D. Luís de Noronha, com respectivo foro.
Rol dos juros da casa (convento de São José de Évora). Estão anotadas 31 pessoas.
Processo que contêm vários contratos de aforamento da herdade da Molanda (Alqueva), pertencente ao convento de São José.
Cópia de carta precatória.
Sentença cível a favor das religiosas Carmelitas Descalças do convento de São José de Évora contra José Martins Moreno e sua mulher, passada pelo príncipe regente D. João.
Cópias dos alvarás passados pelo rei, em Lisboa a 6 de Março de 1694. Até esta data, e após 15 de anos de vida do convento, este ainda não tinha água do aqueduto. É, portanto, o primeiro alvará de concessão de Água da Prata. A 12 de Junho de 1703, há autorização para que seja concedida ao Convento mais uma “penna” de água do aqueduto da prata, conforme petição das religiosas.
Processo que contêm escrituras de vendas de casas foreiras na rua do Mégué; escrituras de vendas de courelas foreiras próximas da cidade (coutos da cidade) e autos de posse.
Licença da câmara para se recolherem as águas do convento de São José de Évora no cano que vem do largo Chão das Covas Grande.
Queixa apresentada à câmara de Évora contra o dono do forno de cozer louça na rua de Aviz. A proximidade do forno e a sua laboração e fumos prejudicavam a prática do culto divino. “O forno deveria estar num sítio ermo, sem igrejas, conventos ou edifícios nobres”.
Compra do olival da Caravelinha pelas religiosas do Convento de São José.
Arrendamento de umas casas na rua da Machede.
Contrato de arrendamento de um olival que fica por trás da cerca de São Bento, a José Joaquim Quintaneiro, pertença do Convento de São José.
Carta de desistência de uma quinta no termo de Évora.
Processo com vários contratos de novos foreiros das casas sitas na travessa da Frangeira, pertencentes ao convento de São José.
Contrato de arrendamento da herdade da Fonte Boa no termo de Ferreira do Alentejo.
Escritura de compra e venda de terreno e casas no moinho do Queimado, termo de Évora.
Compra da herdade do Zambujal na freguesia de São Bento do Mato.
Aforamento de ferragial, sítio dos Mosqueiros, no termo da Vidigueira, que fazem as religiosas de São José.
Listagem das fazendas do Convento, perfazendo 36 fazendas: ferragial à horta do Buraco, ferragial à horta do Piteira, ferragial à quinta do Sande, ferragial de Alpedriche, ferragial da Malagueira, Olival de S. Bento, Olival com vinha em Valbom, quinta da Caravelhinha, quinta da Boa Vista, dois quartéis de vinha na Lage, quinta da Chamboinha, quinta atrás do Espinheiro, vinha com olival no Penedo de Oiro, quinta da Pedra da Albarda, vinha dos Cravoeiros, vinha do Espinheiro, horta com olival em Setúbal, vinha na Vila de Frades, olivais de Alvito, herdade da Molanda (freguesia de Alqueva), dos Penedos (termo de Estremoz), da Flor da Rosa, de Pêro Pião, do Outeiro, da Fevereira, do Maduro, da Folgôa, da Contenda, dos Velhos, de Val de Souto, da Trombeira, da Freixa, da Fragosa, dos Mártires e da Casa Branca.
Conjunto de contratos de aforamento que fazem as religiosas do convento de São José.
Ofício da Academia Real de Belas Artes dirigido ao inspector da Fazenda do Distrito de Évora, bem como todo o processo de selecção de peças do extinto Convento, feito pelo Conservador do Museu de Belas Artes de Lisboa e a sua expedição e acondicionamento.
Ofício da repartição da Fazenda do concelho de Évora enviado ao inspector da Fazenda do distrito de Évora a solicitar que autorize a venda de bens de uso profano do extinto convento de São José. Alguns destes objectos “que vendidos pouco valem” foram transferidos para a repartição da Fazenda do concelho de Évora (cadeiras). Segue-se no mesmo documento uma relação de valores dos objectos de uso profano do extinto convento de São José e que devem ser vendidos. Todos os objectos somavam 86.225 reiss. Data de 28.04.1887
Caderno com a descrição e avaliação dos painéis, pratas, alfaias, ornamentos, livros e todos os documentos de importância encontrados no cartório do Convento de São José, assim como a descrição e avaliação do edifício do convento e do lagar que trazem por sua conta. Feito no convento de São José e datado de 4 de Novembro de 1857. Estavam presentes Manuel Joaquim Bugalho, aspirante da Repartição de Fazenda, o deão da Sé José António da Mata e Silva, o cónego Diogo de Faria e Silva, Desidério Júlio Castão Farto, a prelada do Convento e dois peritos: José Maria do Nascimento, mestre pedreiro, e José Rosado Calado, mestre carpinteiro. Aos dois mestres foi pedido que vissem e examinassem bem o edifício e suas pertenças, para ser avaliado. Consideraram-no pequeno mas em muito bom estado, muito belo e regular. Situa-se na rua de Aviz, por onde tem a serventia, freguesia de São Mamede. Confronta a Norte com a rua dos Peneireiros, a Sul com a rua do Escudeiro da Roda, a Poente com o Chão das Covas e a Nascente com a rua de Aviz. Esta acção decorre da portaria dos Ministérios dos Negócios Eclesiásticos e de Justiça de 16 de Outubro de 1856. Todo o imóvel foi avaliado em 4 contos de réis (4.000$000). Foi também avaliado o lagar na rua Mestre Resende e pertença do convento. Não estava em muito bom estado, foi avaliado em 600$000 reis. Dentro do mesmo caderno está o Auto de descrição dos painéis que estão no convento de São José. Feito no Convento Novo a 3 de Novembro de 1857. Estavam presentes Manuel Joaquim Bugalho, aspirante da Repartição de Fazenda, o deão da Sé José António da Mata e Silva, os cónegos Diogo de Faria e Silva e Desidério Júlio Castão Farto, a prelada do Convento e o perito Vicente Sabariegos, retratista e pintor. Este inventário está conforme os locais onde se encontram os peças. Na igreja: A Ceia do Senhor, S. João Evangelista, S. Marcos, etc. Também havia painéis no Refeitório, Coro baixo, Sacristia, etc. Os Painéis foram avaliados em novecentos e desassete mil reis. Foram descritas as pratas, ornamentos, livros e documentos existentes no Cartório. Terminaram este inventário a 17 de Dezembro de 1857.
Também com o registo de alguma correspondência recebida.
Auto da descrição para avaliação das pratas a alfaias pertencentes ao convento das religiosas de São José de Évora. Estavam presentes Manuel Joaquim Bugalho, aspirante da Repartição de Fazenda, o cónego Diogo de Faria e Silva, a prelada do convento e dois peritos José Maria Penedo, contraste de ouro e prata em Évora, e José Inácio Borges, armador. Um para pesar e avaliar as pratas e o outro para avaliar as alfaias, respectivamente. Nestas alfaias, incluem-se os paramentos. Esta acção decorre da portaria dos Ministérios dos Negócios Eclesiásticos e de Justiça. Somou tudo seissentos e oito mil e quarenta reis.
Inventário para avaliação dos domínios directos e capitais mutuados pertencentes ao convento de São José da cidade de Évora, impostos em propriedades situadas nos concelhos de Évora, Viana do Alentejo, Arraiolos, Reguengos, Setúbal, Vidigueira e Coruche. Está numerado e rubricado por quem o fez: Francisco Ribeiro Tavares. Iniciado de 23 de Julho de 1900 e terminado de 2 de Agosto de 1900. Foram avaliados os domínios directos de casas e propriedades pertencentes ao extinto convento de São José. Consta o nome do foreiro, a data da escritura do aforamento e por vezes o nome do tabelião que fez a escritura.
Pasta que contém o inventário do extinto Convento de S. José. “Auto de posse por parte da Fazenda Nacional que tomou o substituto do administrador do concelho de Évora do edifício e mais pertenças do suprimido convento Novo de São José, desta cidade”. Neste auto de posse no edifício do convento estavam presentes: o substituto do administrador do concelho de Évora, António Joaquim Ramos, o escrivão da Fazenda, Domingos Júlio dos Santos, o oficial de diligências, Francisco de Sousa Freitas, e três testemunhas. A tomada de posse dizia respeito ao edifício e suas pertenças e bens móveis nele existentes, tanto alfaias como objectos próprios do culto e também o mobiliário de uso profano e o arquivo do Convento. Na mesma pasta segue-se um documento da recebedoria de Évora datado de 22 de Outubro de 1886, relativo a papel moeda e metal, num valor total de 490$800 reis encontrado no cofre do Convento. Está também uma carta do inspector da Fazenda do distrito de Évora datada de 22 de Outubro de 1886, dirigida ao administrador do concelho onde ele o informa que quem irá representar o arcebispo no acto da inventariação dos objectos destinados ao culto, é o padre José Joaquim Abrantes,prior da freguesia da Graça do Divor, que pode também assinar o termo de depósito. Há ainda a referência a “dois títulos no valor nominal de 29.200$000 e em metal 1.200$000 que tudo possuía o suprimido Convento”. Emitido pelo inspector da Fazenda, dirigido ao escrivão da Fazenda e datado de 3 de Dezembro de 1886. Existe um outro inventário, datado de 21 de Janeiro de 1887, dos objectos pertencentes ao convento e que são destinados à Academia Real das Belas Artes de Lisboa. Estes objectos foram escolhidos pelo conservador e secretário do Museu de Belas Artes, Manuel de Macedo Pereira Coutinho. Segue-se o auto de inventário dos objectos destinados ao culto divino, que foram para a paróquia da Graça do Divor, feito a 16 de Março de 1887 no extinto Convento. Há mais um inventário dos bens móveis pertencentes ao extinto Convento feito aos 23 de Abril de 1887. Estavam presentes o administrador do concelho, Martinho Pedro Pinto Bastos, José Maria Gutierres, depositário destes bens, Manuel Lopes da Silva e José António de Oliveira, ambos louvados nomeados para avaliarem estes bens e o escrivão da Fazenda, Domingos Júlio dos Santos, encarregado de fazer este inventário. Depois do juramento sobre os Santos Evangelhos, os louvados encarregaram-se de examinar todos os objectos para assim lhes ser dado o respectivo valor. Segue-se um ofício do inspector da Fazenda do distrito de Évora, datado de 14 de Junho de 1887, dirigido ao escrivão da Fazenda autorizando que este venda em hasta pública dos objectos de uso profano, que constam desta relação/inventário. Segue-se um ofício do administrador substituto do concelho a mandar publicitar em seis locais do costume, a relação dos bens a vender a partir de 3 de Julho de 1887. Feito em 26 de Junho de 1887. Segue-se o edital a afixar nos ditos locais. Datado de 27 de Junho de 1887, assinado pelo escrivão da Fazenda. Consta de seguida um Auto de Praça e Almoeda. Este auto decorre 3 de Julho de 1887 no extinto Convento e é o inicio da venda em hasta pública. De forma sucessiva constam os números dos objectos do inventário geral e quanto renderam na dita hasta pública. Neste dia ficou suspensa a venda porque haviam ainda muitos objectos para vender e era necessário contar o dinheiro. Venderam apenas até ao Nº 543. Renderam 52.885 reis. Continuaram no dia seguinte à mesma hora. A 5 de Julho de 1887 concluiu-se a venda e arrematação dos ditos objectos que renderam na totalidade 153$620 reis. Este montante fora entregue na recebedoria do Concelho de Évora. Segue-se a despesa com o leilão no convento de São José nos dias 3, 4 e 5 de Julho de 1887. Somaram estes gastos 1$740 reis. Está junto o registo deste depósito. Por fim há um Termo de exoneração de depósito. Com a venda dos objectos de uso comum, José Maria Gutierres fica livre do encargo de depositário dos objectos.
Pasta branca com o título “notas d’avaliação de bens e foros pertencentes às Religiosas do Convento de S. José d’Évora”. Dentro está um rol de foros numerados e pagos entre 1884 e 1886 ao convento relativos a casas e fazendas do convento, o nome dos rendeiros, a data de vencimento da renda e a quantia paga ou a pagar. Estão também pedidos de avaliação “para venda”, em conformidade com as leis da desamortização em vigor, de casas sitas nas freguesias de Santo Antão, São Mamede, Sé e uma courela incorporada na quinta de Cinseira. Estes pedidos de avaliação são do Ministério da Fazenda dirigidos ao delegado do Tesouro no distrito de Évora.
Informação a dar a posse do convento de São José de Évora à administração da Casa Pia de Évora.
Carta do reverendo Daniel Augusto Rosado, confessor do convento Novo dirigida ao inspector da Fazenda do distrito de Évora a informá-lo do falecimento da madre prioresa e última religiosa professa do convento de São José. No mesmo dia do falecimento o inspector da Fazenda do distrito de Évora dá instruções ao administrador do concelho de Évora para que, por falecimento da última religiosa, possa “proceder à posse para a Fazenda Nacional de tudo que pertencer ao dito convento, de conformidade com o que determina a Carta de Lei de 4 de Abril de 1861”. Ainda nesse mesmo dia dá também instruções ao escrivão da Fazenda do concelho de Évora para este proceder à organização do inventário de todos os bens que hajam de passar para o poder e administração da Fazenda Nacional pela suppressão do referido Convento.