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Contém ocorrências na Feira d’Aires de 1905 e de 1939.
Escritura de reconhecimento de novo foreiro da herdade de Pêro Pião, que faz Manuel Pinto de Oliveira ao convento Novo. Esta herdade paga de foro trinta e quatro mil duzentos e setenta réis.
Aforamento da herdade de Pêro Pião que as religiosas do convento de São José de Évora fazem a Norberto de Sousa Barreto. Este foreiro pagava de foro ao convento trinta e quatro mil duzentos e setenta réis e pitanças.
Escritura de reconhecimento de novo foreiro da herdade de Pêro Pião que faz D. José Maria de Melo, Conde de Murça às religiosas do convento Novo, directo senhorio da mesma herdade, situada na freguesia da Tourega.
Folha de partilhas da herdade de Pêro Pião, ao herdeiro Gabriel Raimundo Fernandes.
Auto de posse de uma adega na cidade de Évora, pelas religiosas do convento de São José de Évora. Assinado pelo tabelião e pelo padre José de Martins Soares, procurador do Convento.
Compra de um quinhão da herdade de Pêro Pião, na Tourega, por Jorge da Silva a Gabriel Reinaldo Fernandes.
Certidão de posse de quinhão na herdade de Pêro Pião por Gabriel Reinaldo Fernandes.
Instituição de capela por António da Mata com quinhão na herdade de Val de Souto.
Repartição da herdade de Vale do Souto em alqueires de trigo e cevada (entre a Misericórdia de Montemor-o-Novo, os herdeiros de Fernando Martins Mascarenhas, Filipe de Cobelos, capela de António Pisco, etc.
Pedido de certidão pelo convento de São José de Évora relativo à herdade de Val de Souto, situada no termo de Arraiolos.
Carta de liquidação relativa à herdade de Val de Souto
Escritura de compra e venda de um quinhão de trinta e dois mil e quinhentos réis. Comprou José de Brito Vidigal a Joaquim Rebola.
Frei Manuel da Conceição, provincial dos Descalços delega poderes no Frei João de São José, secretário de província, que sobestablece poderes em Sebastião da Conceição, religioso dos Carmelitas Descalços de Évora para tomar posse dos bens dotados por Teresa Segurada para a fundação do Convento de São José de Évora. Seguem-se as propriedades.
Reconhecimento de novo foreiro, Manuel da Mata Caeiro, às religiosas do Convento de São José das Carmelitas Descalças.
Compra de um moio de vinho por Jorge da Silva a Urbano Lopes da Silva, na freguesia de Nossa Senhora do Freixo – Herdade do Freixo (Montemór-o-Novo).
Notificação relativa à herdade do Outeiro.
Desistência de posse do domínio de uma morada de casas que fez D. Joana Micaela Cordovil Lobo às religiosas do Convento de São José de Évora.
Documento muito extenso composto por procurações, certidões, rescisões, sentenças, avaliações, despachos. Todos relativos às casas aforadas por D. Eugénia da Silva.
Escritura de compra e venda de uma vinha, comprada por José de Brito Vidigal. Redactor: Damásio Rebola Vieira, tabelião. Localidade de redacção: Vimieiro
Escritura pela qual as religiosas do convento de São José de Évora dão duzentos mil réis a juro de 5% ao padre António Jacinto Duarte, de Évora.
Registo de receitas (recibos) e despesas (gastos) efectuadas a partir de 1846 até Abril de 1861. Inclui a quantia das rendas, quinhões, juros, pitanças ou foros e datas dos seus vencimentos, arrecadados pelo convento.
Apresenta um rol de fazendas do convento com o nome do foreiro, a quantia de foro a pagar e os vários anos do contrato do foro. Contém um índice das casas que pertencem ao Convento e os foros que cada uma paga. No início tem um documento separado do livro, composto por 2 folhas juntas, que contêm um índice de propriedades e foros e épocas de pagamento dos mesmos.
Livro de traslados de escrituras com o mesmo valor do livro original das escrituras. Contém: A doação dos bens e fazendas que fizeram ao convento de S. José as suas fundadoras: D. Eugénia da Silva (filha de Rui da Silva, fidalgo da Casa Real), D. Feliciana da Silva (tia da primeira) e Teresa Segurada, para a fundação, dote e património do convento, incluindo a residência de D. Eugénia da Silva que é parte do espaço do actual Convento. A fazenda que tem sido comprada e a herança deixada ao convento por algumas religiosas. A obrigação de celebrar missa por alma das fundadoras do convento. Os foros que o convento paga. Um índice das propriedades afectas ao convento e quanto cada uma paga de foro e de renda, cujas escrituras estão contidas neste tombo, num total de 57 propriedades, entre casas, ferragiais, herdades, vinhas e olivais. Indicação de rendimentos de capelas, em partes de herdades, quinhões e pitanças bem como a época do ano em que todos os rendimentos eram pagos ao convento (S. Martinho, Natal, Páscoa, Agosto). O convento possuía terras em Coruche, Arraiolos, Montemor-o-Novo, Setúbal, Mourão, Vidigueira, Vimieiro, Évoramonte, Monsaraz, Tourega (Valverde) e em torno da cidade de Évora. Possuía também muitas casas dentro da cidade. A indicação da petição feita à rainha D. Maria I para as religiosas poderem ter um tabelião privativo para passar todas as escrituras de bens do convento e distribui-las pelos diversos tabeliães. A rainha atendeu o pedido.
Contém todos os bens em prédios rústicos, urbanos, dinheiro a juros e respectivos rendimentos anuais. Está dividido em três partes conforme o assunto: CASAS, FAZENDAS, JUROS.
Aforamento de umas casas na rua dos Infantes, em Évora. Paga de foro doze mil réis.
Recibo assinado por Manuel Baptista Dourado a confirmar que a comunidade religiosa do convento de São Domingos de Évora havia recebido a quantia de sete mil cento e quarenta e dois réis de coima, pelos desentendimentos entre esta comunidade e a das religiosas do convento de São José de Évora.
Carta de aforamento da quinta da Boavista que paga de foro dezasseis mil reis.
Venda da herdade do Outeiro a Francisco Coelho Vinagre, morador na herdade dos Barrozeiros, situada na Igrejinha.
As receitas dizem respeito aos juros, pitanças, foros e rendas arrecadados e as despesas são de carácter geral, ou seja, para fazer face à normal manutenção do convento e das religiosas.
Neste Livro descrevem-se os nomes daqueles que pedem dinheiro a juros ao convento, que quantia pedem, que juro pagam (normalmente 5 %) e quando vence o juro. Também é referido o nome do tabelião que fez o contrato de empréstimo.
O primeiro documento é o rol de toda a fazenda, bens de raiz e dinheiro (a juros), deixada pelo cónego da Sé António Rosado Bravo, que faleceu a 13 de Outubro de 1733 e doada às 8 capelas de missa quotidiana, a serem administradas pela madre do Convento se S José. Do livro constam as obrigações de cada uma das capelas (missas a celebrar e por alma de quem, etc.) e a esmola de cada missa. Relativamente às fazendas e às casas regista os nomes dos foreiros e as quantias a pagar. Estão também descritos os nomes das pessoas, e suas profissões, que têm dinheiro a juros, a quantia a pagar e o mês do vencimento.
Pedido da autorização para a venda do foro da propriedade designada “Casas Novas” deferido pela madre prioresa. O pedido da venda fora autorizado porque o vendedor do foro foi obrigado a vendê-lo por não ter dinheiro para pagar o juro que deve ao convento de São José de Évora.
Contrato mútuo ou empréstimo de capital de duzentos e sertenta mil réis por transferência, com juro de cinco por cento ao ano, sua fiança e hipoteca. Celebrado também só por um ano, entre as religiosas do convento Novo de São José de Évora e o novo tomador Tomas Lopes Froes. Consta no contrato também o nome do fiador.
Certificado passado pelo bacharel Francisco Inácio Pina, onde se certifica, a requerimento das religiosas do convento de São José ou convento Novo, que fica registado o foro do convento sobre o domínio útil do prédio nº 153 (foro das Casas Novas na freguesia de São Miguel de Machede), contratado por Tomás Lopes Froes em 28 de Dezembro de 1863.
Constituição do procurador “em tudo bastante”, José Martins Pereira, feita pelas religiosas do convento de São José de Évora para que este represente os direitos do convento e este continue a ter a posse das propriedades que eram da religiosa Francisca Teresa, que falecera recentemente.
As certidões eram passadas pelo tesoureiro do convento onde cerificava que as missas das capelas tinham sido celebradas, mediante comprovativo apresentado pela madre prioresa. Os recibos eram emitidos pelos sacerdotes que celebram as missas relativas às capelas do Convento e que recebiam a esmola que estava estabelecida por cada missa.
Maço de documentos referentes a diferentes assuntos e de datas diversas.
Contrato de empréstimo de cem mil réis em metal, a dez por cento ao ano, pelas religiosas de São José de Évora a Martinho José Penha e sua mulher Rosa Maria, moradores na cidade de Évora.
Traslado de escritura de compra e venda do foro de uma propriedade chamada “Casas Novas”, que vende Francisco Rosado Madeira e sua mulher a Tomas Lopes Froes por quinhentos e vinte cinco mil réis. Do contrato constam ainda as obrigações e quitações do novo foreiro. O novo foreiro paga de foro às religiosas do convento Novo duzentos e setenta mil réis ao ano, em moeda metálica. Localização específica da redacção: Escritório do tabelião na rua do Paço.
Certidão do testamento da religiosa soror Isabel Maria, pedida pelas religiosas do convento de São José de Évora. O testamento está datado de 17 de Abril de 1862. Seguem-se vários testamentos dos familiares da religiosa Isabel Maria, moradores no Ribatejo (vila de Alcochete e Coruche). Alguns deles são datados dos anos 60 do século XVII.
Escritura de compra e venda de foro de casas na rua Direita em Tróia (Setúbal), por cinquenta mil réis. Vende o domínio útil das casas a viúva D. Ana João Barbosa Belo a José Joaquim Duarte. O foro será pago pelo novo foreiro nas condições e épocas estabelecidas no primordial aforamento. Paga de foro três mil e duzentos réis às senhorias directas, as religiosas do convento de São José de Évora.
Requerimento feito pelas religiosas do convento de São José a pedir o treslado da escritura feita a 22 de Dezembro de 1635 na vila de Coruche.