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Conjunto de recibos de foros pagos ao Seminário Diocesano de Évora sobre uma casa na rua do Tarrique e de umas casas dentro do convento.
Conjunto de alvarás de quitação dos encargos pios por conta da capela instituída pela D. Maria da Encarnação Correia, de que são administradoras as religiosas do convento de São José. Localidade de redacção: Lisboa
Conjunto de recibos de missas por alma da fundadora do Convento.
Conjunto de recibos passados pela madre priora do convento Novo, D. Angélica Josefa de Santa Teresa, relativos ao recebimento de juros pagos pelos cónegos seculares da Congregação de São João Evangelista da vila de Arraiolos. Localização específica da redacção: Convento Novo
Certificados de pagamento de contribuição predial paga pelos foreiros sobre os prédios urbanos e rústicos aforados à Fazenda Nacional por via da Portaria de 27 de Abril de 1857, cujos senhorias directas são as religiosas do convento de São José.
Recibo do pagamento de derrama municipal passado pelo tesoureiro do concelho da Cuba relativo ao ano económico de 1886.
Aviso da recebedoria do concelho de Évora dirigido às religiosas do convento Novo para que, no prazo de 10 dias, pagassem a décima sobre as propriedades que possuíam.
Recibo passado pelo escrivão do concelho de Évora no valor de cinte reis para amortização das notas do Banco de Lisboa conforme Lei de 20 de Abril de 1856, lançadas sobre quatrocentos e onze reis de subsídio literário de 1850.
Certificado de contribuição predial e adicionais pelo foro de dez mil reis sobre a herdade dos Gaguinhos, freguesia de Selmes, concelho da Vidigueira, no valor de mil cento e setenta reis pago pelas religiosas Carmelitas Descalças de Évora. Localidade de redacção: Vidigueira
Conjunto de recibos de foros pagos à Santa Casa da Misericórdia de Évora sobre uma casa na rua de Avis, freguesia de São Mamede e sobre a herdade do Zambujal. O primeiro era pago em dinheiro e o segundo em alqueires de Azeite.
Certificado passado por frei Joaquim do Espírito Santo por ter celebrado 30 missas por alma de Maria Eugénia de Santa Marta, religiosa Carmelita Descalça no convento de Aveiro, a mando da madre priora do convento de São José, D. Ana Angélica de Jesus Maria José, de que recebeu a competente esmola de cento e vinte reis cada uma. Localidade de redacção: Lisboa
Certificado passado pelo padre Olegário António Castelo Branco por ter celebrado 30 missas por alma do padre António Tavares, a mando da madre priora do convento de São José, D. Ana Angélica de Jesus Maria José, de que recebeu a competente esmola de cento e cinquenta reis cada uma.
Certificado passado pelo sacerdote Joaquim Hilário de Andrade, por ter celebrado 30 missas por alma da religiosa D. Rita Gertrudes do convento de Carnide ( Carmelitas Descalças), a mando da madre priora do convento de São José, D. Ana Angélica de Jesus Maria José, de que recebeu a competente esmola. Localidade de redacção: Estremoz
Certificado passado pelo sacerdote João Francisco das Dores Velho, jura in verbo sacerdotis por ter celebrado 30 missas por alma do reverendo Miguel Pereira da Silva, a mando da madre priora do convento de São José, D. Ana Angélica de Jesus Maria José, de que recebeu a competente esmola de cento e cinquenta reis cada uma. Localidade de redacção: Coimbra
Conjunto de recibos de foros da herdade da Trombeira (ou Val Pião ou Zambujeiro) no termo do Vimieiro, num total de 17. Todos anuais.
Certificado passado pelo sacerdote Joaquim do Paraíso, por ter celebrado 60 missas por alma do reverendo José Maria Pereira, a mando da madre priora do Convento de São José D. Ana Angélica de Jesus Maria José, de que recebeu a quantia de cento e cinquenta reis.
Certificado passado pelo sacerdote José Marques e Bastos, por ter celebrado 6 missas por alma do padroeiro da igreja do convento Novo (reverendo cónego António Rosado Bravo), a mando da madre priora do convento de São José, D. Ana Angélica de Jesus Maria José. Monte
Certificado passado pelo sacerdote José Francisco de Santa Rosa, por ter celebrado 30 missas por alma do padre António Tavares, a mando da madre priora do convento de São José, D. Bárbara Angélica de Jesus Maria José, de que recebeu a quantia de cento e cinquenta reis.
Certificado passado pelo sacerdote Joaquim Hilário de Andrade, por ter celebrado 60 missas por alma do reverendo José Maria Pereira, a mando da madre priora do convento de São José, D. Ana Angélica de Jesus Maria José, de que recebeu a quantia de cento e cinquenta reis.
Certificado passado pelo sacerdote Valério [sic], por ter celebrado 60 missas por alma do reverendo José Maria Pereira, a mando da madre priora do convento de São José, D. Ana Angélica de Jesus Maria José, de que recebeu a quantia de cento e cinquenta reis.
Certidão das obras do monte na herdade da Fonte Boa em Ferreira do Alentejo, passada pelo escrivão João C. Pinheiro, em Ferreira do Alentejo. Redactor: João C. Pinheiro.
Compra de uma morada de casas livres, pela Irmandade das Almas ao padre António Rosado Bravo.
Carta de arrematação de duas casas, que envolve a Companhia de Jesus.
O fundo do Convento de São José, tal como todos os demais fundos conventuais existentes na BPE, não está organizado, nem inventariado. A BPE dispõe apenas de uma lista com os nomes dos conventos e a indicação do número total de unidades de instalação (livros, cadernos, maços) de cada um dos conventos. Existem, no entanto, fichas manuscritas de catalogação de algumas unidades de instalação de alguns conventos. Porém, fornecem informação vaga e não revelam uniformidade de critérios de descrição. Salienta-se ainda a ocorrência de unidades de instalação pertencentes aos fundos de vários conventos que estão dispersas pelo conjunto documental geral da BPE e pelos núcleos da Manizola ou de Cunha Rivara . No que respeita ao convento em apreço, deve destacar-se que o testamento das fundadoras do convento de São José surge integrado no conjunto documental originalmente pertencente a José Heliodoro da Cunha Rivara. O levantamento prévio a esta descrição foi feito seguindo a numeração dos livros ou maços, aleatoriamente atribuída pela BPE, verificando-se que apenas estavam catalogados, em fichas manuscritas, os primeiros três livros deste fundo. Do livro 4 ao maço 19 as unidades de instalação estão apenas listadas. De notar que em alguns casos a documentação está misturada, constatando-se a existência de documentos de uma instituição em maços identificados como pertencentes a outra. É o caso da unidade de instalação 27 do fundo do Convento do Salvador de Évora que contêm diversos tipos de documentos e onde se encontram vários referentes ao Convento de São José. É, todavia, importante frisar que o trabalho desenvolvido sobre o fundo do Convento de São José que está na base desta descrição não incluiu a organização da documentação que, no caso dos maços de documentos avulsos, se encontra misturada, quer em termos tipológicos quer em termos cronológicos; que a documentação existente nos maços não se encontra numerada e, como tal, não pode dessa forma ser identificada nas cotas que se encontram na base de dados, excepto no caso do maço 2 e do maço 27 do Convento do Salvador; e que o levantamento documental então feito não previa a sua introdução em qualquer base de dados, oportunidade que surgiu posteriormente, no âmbito de possíveis contribuições para a FUNDIS. Assim, uma vez que então apenas se pretendia conhecer as potencialidades informativas da documentação existente na BPE sobre o Convento de S. José (imóvel e comunidade cenobita) e posteriormente utilizá-la também como fonte para o desenvolvimento de uma dissertação de mestrado em Gestão e Valorização do Património Histórico e Cultural, na Universidade de Évora 1 , a descrição das peças é por vezes muito genérica ou incompleta, tendo-se mantido dessa forma na descrição feita nesta base de dados e não sendo possível a sua total adaptação aos campos de descrição aqui existentes.
Registo das receitas e despesas do convento.
Maço de documentos referentes a diferentes assuntos e de datas diversas.
Registo da avaliação de alguns objectos em prata (jarros, pratos, etc), feita pelo contraste de prata Miguel Lopes Calado. Junto estão dois recibos assinados por João Rafael, comprovando que ele recebeu alguns destes objectos como forma de pagamento por parte das religiosas. Datam os recibos de 12 de Setembro de 1795 e de 26 de Junho de 1797.
Certidão das obras do monte na herdade da Fonte Boa em Ferreira do Alentejo, passada pelo escrivão José Carvalho da Silva Rocha, em Ferreira do Alentejo.
Testamento que fez Cesaltina Mendes das casas no Terreiro de Álvaro Velho.
Certidão das obras do monte na herdade da Fonte Boa em Ferreira do Alentejo, passada pelo tabelião António José Leal, em Ferreira do Alentejo. Redactor: António José Leal, tabelião.
Escrito de arrendamento de um olival em Alvito a José Ferreira de Morais, por seis anos.
Escrito de arrendamento de casas na rua de Tarrique estabelecido entre o procurador das religiosas de São José, padre José Bernardino, e Teresa Maria, viúva, a pagar quatro mil reis em cada ano, na Páscoa e no Natal.
Escritura de arrendamento da herdade de Pêro Pião a Carlos José Vidigal, lavrador, por quatro anos. Estavam presentes na assinatura do contrato de arrendamento o tabelião José da Costa, as testemunhas Jerónimo José da Silva, Domingos José da Silva, as religiosas Teresa de São José, priora, Teresa de Jesus Maria José, superiora e clavária, Margarida Josefa de Santa Teresa, clavária e Carlos José Vidigal, foreiro.
Atestado passado em nome das religiosas do convento de São José de Évora em como, por ordem do “Intruzo governo Frances” entregaram vinte e nove arrateis e oito onças de prata, e em dinheiro, pela procuradoria geral da Ordem, a quantia de 377$311 reis, pelo primeiro terço da contribuição do mesmo governo. Além disto levaram todo o dinheiro do cofre que andava por uns 400 até 500$000 reis. Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Convento de São José.
Contrato de arrendamento de umas casas na rua de Machede estabelecido entre o procurador das religiosas de São José, padre José Bernardino, e João Lopes da Silva, oficial de marceneiro, por dois anos, a pagar dois mil reis em cada ano, na Páscoa e no Natal.