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Cartas de bispos da Guarda e de Mirandela e do Algarve. Inclui uma de um cardeal patriarca.
Alguns dados por certidão. Inclui uma carta de protonotário apostólico.
Cópia não datada, aparentando ser do século XVIII, do regimento do coro de 1560, com declaração de aceitação do regimento pelo cabido a 25 de Outubro 1561 e com aprovação pelo bispo D. André de Noronha, de 23 de Outubro de 1561; e da instrução da forma como se repartem os frutos que se recolhem dos dízimos nos celeiros da cidade, do bispado e da vila de Alter do Chão (sem data).
Regimento do coro dado pelo bispo D. Julião de Alva, a 1 de Maio de 1560, com declaração de aceitação do regimento pelo cabido, a 25 de Outubro 1561, e com aprovação pelo bispo D. André de Noronha, de 23 de Outubro de 1561. Contém também, colada posteriormente no interior da mesma encadernação, a instrução da forma como se repartem os frutos que se recolhem dos dízimos nos celeiros da cidade, do bispado e da vila de Alter do Chão (sem data, provavelmente dos séculos XVII ou XVIII).
Contém a forma como se partilham as rendas de Alter entre os bispos e os cabidos de Évora, Guarda e Portalegre; a distribuição dos moleiros do termo de Portalegre pelos priores da cidade e a articulação de funções entre o cabido e a paróquia da Sé.
Mandadas fazer pelo bispo D. Álvaro Pires de Castro Noronha.
Entre outros documentos inclui a carta de instituição, erecção e declaração das dignidades, conesias, benefícios e ofícios da Santa Sé de Portalegre pelo primeiro bispo D. Julião de Alva, dada em Portalegre a 25 de Setembro de 1556, e carta de declaração, mutação, adição, diminuição, extinção e restituição das prebendas e benefícios da Sé de Portalegre pelo bispo D. Julião de Alva, de 15 de Julho de 1559 (2 exemplares).
Cópia, feita em 1747, pelo Pe. António Penedo Lobato, de documentos produzidos entre 1551 e 1561: autos que se processaram sobre a instituição e erecção da Sé da cidade e bispado de Portalegre (1551-1552); carta de instituição, erecção e declaração das dignidades, conesias, benefícios e ofícios da Santa Sé de Portalegre pelo primeiro bispo, D. Julião de Alva (25 de Setembro de 1556); carta de declaração, mutação, adição, diminuição, extinção e restituição das prebendas e benefícios da Sé de Portalegre pelo bispo D. Julião de Alva (15 de Julho de 1559); regimento do coro (1 de Maio de 1560), com declaração de aceitação do regimento pelo cabido a 25 de Outubro 1561 e com aprovação pelo bispo D. André de Noronha, de 23 de Outubro de 1561. Contém também um aparente rascunho de glosas aos estatutos (1747?) e cópia de 1738, também do Pe. António Penedo Lobato, de traslado de 1641 de parte dos estatutos do cabido (entre o 11 e o 25).
Cópia, de 1641, dos estatutos dados pelo bispo D. Julião de Alva a 25 de Julho de 1559.
Cópia, de 1788, dos estatutos dados pelo bispo D. Julião de Alva a 25 de Julho de 1559. Tem anexa carta régia de 1826.
Além de diversos documentos inclui correspondência enviada para o vigário pró-capitular e outra com destinatário não identificado.
Cópia, de 1641, dos estatutos dados pelo bispo D. Julião de Alva a 25 de Julho de 1559. Contém no início, em fólio não numerado, um rol das relíquias da Sé.
Estatutos dados pelo bispo D. Julião de Alva a 25 de Julho de 1559. O cabido tinha-se regido antes por outros estatutos dados pelo mesmo bispo a 4 de Abril de 1558. Contém também o registo da notificação destes estatutos ao cabido e a aceitação dos mesmos pela instituição a 4 de Maio de 1560; autos de posse de dignidades, cónegos e meios cónegos entre 1561 e 1595 e o título (registo) das dignidades e cónegos entre 1559 e 1918.
Incluem distribuições.
Série que reúne os livros que serviam de registo das propostas dos sócios aprovados. Inscreviam-se os nomes dos sócios propostos e proponentes com as respetivas datas de propostas e de aprovação. No campo das observações eram anotadas informações adicionais como o despedimento, a ausência, o falecimento do sócio, etc. A partir do fólio 63, do livro nº 2, registam-se as propostas dos sócios.
Esta série reúne a documentação de carácter regulamentar das atividades da associação. Inclui cópias do regulamento de um torneio “King da Páscoa” com uma cópia das regras do jogo e o aviso informativo da inscrição e data de realização do torneio.
Série que reúne os livros de registo dos visitantes que eram apresentados pelos sócios aos diretores do Círculo para a frequência pontual da associação. Inscreviam-se os nomes dos visitantes (apresentados), dos sócios (apresentantes), dos diretores e as datas das apresentações das visitas.
Série que reúne os livros de registo das matrículas dos sócios, nos quais se indica: o número de ordem, o nome do sócio, a categoria, a profissão, a data da aprovação, a data da saída e algumas observações.
Série que reúne uma coleção de propostas de candidatos a sócios do Círculo Eborense, dirigidas pelos associados à Direção. Na proposta indicam-se o nome do proposto, a sua profissão e a residência. Inclui também a publicitação, por parte da Direção, das propostas de admissão de sócios afixadas na sala de leitura para apreciação, conhecimento e futura votação dos associados. Alguns maços incluem juntamente com as propostas os recibos de pagamento de jóias.
Série que reúne uma coleção de talões e recibos de quotas liquidadas e por liquidar. Anexado aos recibos das quotas incluem-se alguns recibos de pagamento de jóias.
Esta série reúne os preçários praticados na exploração do bar da associação do Círculo eborense que, nos inícios dos anos 80 do século XX, esteve a cargo do mordomo, reservando-se a Direção a sua exploração nos períodos de maior convivência e dos bailes.
Este processo refere-se a subscrição, no ano de 1878, de um empréstimo de catorze mil reis, lançada pela Sociedade do Círculo Eborense aos associados para realizar o pagamento de uma dívida à Família Moura Amaral, com a garantia de restituição da respetiva verba logo que as condições financeiras da associação o permitissem. O processo é constituído pela lista de subscrição dos associados, correspondência e alguns recibos da subscrição que foram remetidos pelos sócios, no ano de 1881, determinando que dispensavam a restituição deste crédito em favor do Circulo Eborense e de outras instituições de beneficência.
