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Constança Pires da Velha, viúva de Afonso Ruivo, moradora em Évora, afirma ter vendido a Estêvão Eanes Dente, irmão e a Constança Eanes, uma herdade, localizada no termo da cidade, na Serra do Espinheiro, chamada Alcaria do Feltreiro, por trezentos e cinquenta libras. Redactor: João Anes, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Termo de Évora, paços de D. Fernando Gonçalvez Cogominho, senhor de Oriola e de Aguiar
Traslado de um alvará dado em Évora, a 11 de Junho de 1535, pelo qual D. João III faz mercê às freiras de S.Bento de Cástris de Évora de 6 arrobas de açucar e de 2 arrobas de cera pagas pelo recebedor do um por cento e obras pias em cada ano. Contém a referência que deve ser válido como se fosse carta passada pela chancelaria para que valha por tempo superior a um ano. Redactor: Baltazar Fernandes, escrivão Localidade de redacção: Lisboa
Traslado, emitido em 1581, de breve do papa Gregório XIII, datado de 1577, em que concede ao mosteiro de Santa Maria de Alcobaça o privilégio de ser livre de pagar para o seminário. Localidade de redacção: Lisboa
As freiras do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora tomam posse de uma herdade que foi de Lopo Martins, cónego da Sé da referida cidade, que deixou a Inês Fernandes durante a sua vida, ficando posteriormente ao mosteiro. Face à morte de Inês Fernandes e dando cumprimentos às disposições testamentárias do referido cónego, o mosteiro toma posse da herdade. Redactor: João Vasques, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora
Traslado de uma carta de D. Afonso V pela qual manda que Vasco Zuzarte, almoxarife em Évora, dos dinheiros recebidos em cada ano, dê às freiras do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, duzentos e oitenta reais brancos. Redactor: Rui Dias, escrivão Localidade de redacção: Santarém
Sentença dirimida por Álvaro Vasques Tisnado, juiz ordinário, relativa a um processo entre as freiras do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora e Vasco Martins Orelha, lavrador, morador em Évora, estado em questão a ausência do pagamento do foro da herdade da Alcorvisca, localizada nos termos de Évora e Redondo. Redactor: Aires Anes, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Paços do concelho
Em virtude de Martim Ribeiro, escudeiro, que trazia emprazada uma herdade do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, ter falecido, as freiras do referido mosteiro solicitam ao juiz autorização para tomarem posse do referido imóvel. Redactor: João Vasques, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa de Gil Vasques, escudeiro
Encampação realizada entre o mosteiro de São Bento de Cástris de Évora e Vicente Anes, homem braceiro, morador em Estremoz, que trazia emprazada, em três vida, uma vinha, do referido mosteiro, localizada no termo de Évora. O referido foreiro, alegando ser homem pobre e não residir em Évora, pede às freiras do mosteiro que lhe recebam o imóvel. Aceite a encampação, as freiras emprazaram, em três vidas, o referido imóvel, a Martim Gomes, caldeireiro, e a sua mulher, por quarenta soldos antigos, pagos pelo São Martinho. Redactor: Pedro Afonso de Seixas, escrivão de André Gonçalves, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Mosteiro de São Bento de Cástris
As freiras do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora vendem a Salomão Macadano, judeu, e a sua mulher, Jamila, moradores na cidade, o domínio útil de umas casas, localizadas na judiaria nova da cidade, na rua da Milheira, por mil reais brancos, com a condição dos compradores pagarem, anualmente, ao cabido da Sé o foro estabelecido e ao referido mosteiro sete libras antigas pela Páscoa. O comprador apresentou uma carta de D. João I que o autorizava a fazer transacções com cristãos. Redactor: Pedro Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Mosteiro de São Bento de Cástris
Venda realizada por Rodrigo Álvares, escudeiro, e sua mulher, Guiomar Rodriguez, moradores em Avis, de uma courela de herdade, localizada no termo do Vimieiro, na ribeira de Tera, a Afonso Esteves e a Constança Eanes Macha, por quatro mil e trezentos reais brancos. Redactor: João Gonçalves Cabaço, tabelião em Vimieiro Localidade de redacção: Vimieiro Localização específica da redacção: Termo do Vimieiro
Mor Pais Perdigoa, abadessa do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, toma posse, em nome do mosteiro, dos bens que foram de João Rodrigues, escudeiro, que morou na cidade. Este ordenou em seu testamento que todos os seus bens deveriam ser entregues, após a sua morte, à sua mulher Mécia Gil e, após a morte desta, deveriam ficar para o referido mosteiro. O documento faz referência a uma sentença, assinada por Gil Martins, escolar em leis, ouvidor do Condestável, que confirmava a posse dos referidos bens, entre os quais estava uma herdade, localizada no termo de Avis, que se chamava Herdade do Cavaleiro. Redactor: Estêvão Vaz, tabelião em Avis Localidade de redacção: Avis Localização específica da redacção: Termo de Avis, Vale de Cavaleiros
Gonçalo Pires Lobo, filho de Pedro Vivas, morador em Évora, vende a Manuel Domingues de Aguiar, contador do rei, e a Beatriz Gonçalves, moradores em Évora, todos os ferragiais que Gonçalo Pires Lobo herdou à morte de seu tio, Estêvão Fernandes Lobo, e um ferragial que comprou a Vasco Afonso, tabelião, localizados no termo da cidade, no caminho de Arraiolos, por quatro marcos de prata em pratos e taças. Redactor: Vasco Afonso, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa de Manuel Domingues de Aguiar
Martim Afonso, porteiro do concelho de Avis, por ordem de Rodrigo Afonso de Oliveira, juiz ordinário de Avis, e a pedido de Mor Perdigoa, abadessa do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, manda que os lavradores da Herdade do Cavaleiro entreguem a ração ao referido mosteiro. O documento apresenta a lista dos lavradores: Afonso Lourenço Esmirilhão; Gil Vasques das Neves, filho de anterior; ??? Vaz, irmão do anterior; Gonçalo Eanes, filho do hortelão; Gonçalo, filho de Rodelhão; Vicente Pires, fixeiro; Pedro Vicente, filho do anterior; e Fernão Ramalho. Redactor: Estêvão Vasques, tabelião em Avis Localidade de redacção: Avis Localização específica da redacção: Termo de Avis, Fonte do Cortiço
João Rodrigues, escudeiro, morador em Estremoz, solicita a João [ilegível], juiz em lugar de João de Elvas, juiz do rei, que lhe fosse dado um traslado de uma carta de sesmaria de uma herdade que Beatriz Gonçalves, mulher que foi de Mem Rodrigues, possui no termo de Evoramonte. Redactor: Rui Lopes, tabelião em Estremoz Localidade de redacção: Estremoz Localização específica da redacção: Praça
Sancha Nogueira, foreira do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, solicita a Vasco Mendes, escudeiro, juiz ordinário da vila de Avis, o traslado de um documento em que Martim Afonso, porteiro do concelho, ordena que os lavradores da Herdade do Cavaleiro entreguem a ração ao referido mosteiro. Redactor: Fernando Afonso, tabelião em Avis pelo Condestável Localidade de redacção: Avis Localização específica da redacção: Casa do tabelião
Mem Pais, lavrador, que vive numa herdade de Mem Rodrigues, localizada no termo de Evoramonte, acusa os vizinhos de nela entrarem com os seus rebanhos de gado, devassando-a e causando-lhe grandes danos. Solicita aos juízes de Estremoz que impeçam tal devassa, uma vez que a esta herdade foi dada carta de couto. Redactor: Gil Rodrigues, tabelião em Evoramonte Localidade de redacção: Évora Monte (Santa Maria) Localização específica da redacção: Alpendre dos paços do concelho
Bartolomeu Afonso, contador, procurador do concelho de Évora, por ordem de dona Maior, abadessa do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, e de João Anes e sua mulher, faz a divisão de uma vinha, localizada no termo da cidade, de dois tinos de madeira de pisar uva, duas covas de pão e umas casas e adega, localizadas na cidade, no arrabalde de São Mamede. Redactor: Lourenço Esteves, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa da Ordem de São Bento
Sentença de posse dirimida pelos juízesordinários de Pavia, relativa a um processo entre Estêvão Fernandes, ouvidor de João de Melo, que acusa Lopo Afonso Guisado de se encontrar, indevidamente, estar em posse de uma herdade, localizada no termo de Pavia, que comprovou possuir em sesmaria. Redactor: Afonso Álvares, escrivão de Pavia Localidade de redacção: Pavia
Mor Pires Perdigoa, abadessa do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, refere que arrendou, por quatro anos, a Lourenço Vasques, morador no Vimieiro, uma herdade, localizada no termo da vila, no Vale do Gião, pelo foro de um quinto da produção. Apresenta o contrato de arrendamento como prova de verdade e solicita a Vasco Lourenço, juiz ordinário da vila do Vimieiro, que lhe seja entregue o referido foro. Redactor: Gonçalo Miguens, tabelião em Vimieiro Localidade de redacção: Vimieiro Localização específica da redacção: Paços do Concelho
Carta dirigida aos juízes do concelho da vila de Redondo, pela qual se informa que, por decisão de João Cerveira, juiz ordinário de Évora, as freiras do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora podem tomar posse de uma herdade, que foi de Lopo Martins, cónego da Sé de Évora. em virtude desta herdade, a que chamam Vale de Capela, se localizar no termo de Redondo, solicita-se aos juízes desta vila que mandem o seu alcaide dar posse da herdade às freiras do referido mosteiro. A decisão do juiz de Évora surge na sequência de um contencioso que as freiras do referido mosteiro mantiveram com os herdeiros de Lopo Martins, cónego da Sé de Évora. No verso do documento denominam a propriedade de Herdade de Alcorvisca. Redactor: João de Elvas, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora
João Toscano, escudeiro, morador em Évora, como procurador das freiras do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, toma posse nas terras que foram de Sancha Nogueira. Redactor: Lopo Soares, escudeiro, vassalo do rei, escrivão em Pavia em nome de João de Melo Localidade de redacção: Pavia
Os sesmeiros, Gil Vasques e Gomes Eanes Barreco, moradores em Evoramonte, concedem a Manuel Domingues, contador do rei, e a sua mulher, Beatriz Gonçalves, moradores em Évora, uma terra em sesmaria. Redactor: Fernando Esteves, tabelião em Evoramonte Localidade de redacção: Évora Monte (Santa Maria) Localização específica da redacção: Termo de Evoramonte, herdade da Ribeira de Tera
Mem Rodrigues, cavaleiro da casa do conde de Odemira, alcaide do castelo de Estremoz, solicita o traslado de uma carta de Sesmaria. Redactor: João Esteves, tabelião em Estremoz Localidade de redacção: Estremoz Localização específica da redacção: Junto à torre velha
Os juízes da vila de Redondo, em audiência, tomam conhecimento da decisão dos juízes de Évora, relativa à herdade do Vale da Capela, mandando o seu porteiro dar posse da referida herdade às freiras do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora. Redactor: Martim Gonçalves, tabelião em Redondo Localidade de redacção: Redondo Localização específica da redacção: Paços do concelho
Acordo que põe termo a um litígio entre Estêvão Fernandes, escudeiro, criado de João de Melo e seu ouvidor na vila de Pavia, e Pedro Lourenço, escudeiro do duque de Guimarães, e Lourenço Gil, seu pai, moradores na vila de Pavia, respeitante a um contencioso em torno da posse de uma terra, que se localizava numa herdade, no termo de Pavia, que foi dada a Estêvão Fernandes de sesmaria. Desta forma, Estêvão Fernandes deu a Lourenço Gil e a seu filho mil e quatrocentos reais brancos, pelo direito que eles tinham na terra. Redactor: Afonso Gonçalves, vassalo do rei, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Paço dos tabeliães
Vicente Esteves, dito toucinho, e sua mulher, moradores em Évora, vendem a Estêvão Eanes, filho de João Dente, e a Constança Eanes, moradores na referida cidade, parte de uma herdade, que foi de Domingos Bispo, localizada no termo da cidade, na Serra do Espinheiro, por vinte e quatro libras. Redactor: João Anes, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa do tabelião
Sentença dirimida por Nuno Afonso, juiz ordinário de Estremoz, relativa a um processo entre Mem Rodrigues, alcaide do castelo de Estremoz, e Fernão Morato, lavrador, morador no termo de Evoramonte, estando em questão a posse de uma terra, localizada no termo de Evoramonte, no caminho que vai para o Vimieiro até ao Vale do Poço onde está um marco. Redactor: João Gonçalves, tabelião em Evoramonte Localidade de redacção: Évora Monte (Santa Maria) Localização específica da redacção: Alpendre dos paços do concelho
Mem Rodrigues afirma trazer em sesmaria uma terra, localizada no termo de Evoramonte. Em virtude das confrontações não constarem no instrumento de posse, solicita-se ao juiz de Estremoz o traslado da sentença, do instrumento de posse e dos limites das demarcações da propriedade contidas na carta de sesmaria. Redactor: João Esteves, tabelião em Estremoz Localidade de redacção: Estremoz Localização específica da redacção: Porta principal da igreja de Santa Maria do Castelo
Dona Inês, abadessa do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, nega ter feito qualquer doação ao mosteiro de Almoster. Afirma que essa doação foi feita por sua mãe, enquanto administrou os bens que recebeu de legado paterno. Dona Inês, por esta carta, afirma que pretende que todos os seus bens patrimoniais que legitimamente lhe pertencem da herança de seu pai, fiquem ao mosteiros de São Bento de Cástris. Redactor: João Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Mosteiro de São Bento de Cástris
Carta de João Afonso, contador do rei, enviada ao almoxarife da cidade de Évora e ao rendeiro dos direitos do rei no almoxarifado, Abrão Sevilhão judeu, para que fossem pagas certas esmolas às freiras do mosteiro de São bento de Cástris de Évora. Redactor: Vicente Bartolomeu, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa de Pedro Eanes, almoxarife do rei em Évora
Frei Afonso Boi, prior do convento de São Domingos de Évora, em nome dos restantes frades, afirma que Catarina Pires Zagala, já falecida, deixou certas rendas, em seu testamento, ao referido mosteiro e ao mosteiro de São Bento de Cástris da referida cidade. Estabelece-se um acordo entre as duas instituições: o mosteiro de São Bento recebe umas casas que estava em posse do mosteiro de São Domingos, localizadas na cidade, na rua de Afonso Eanes, e este, em troca, recebe cinco libras. Redactor: Vicente Bartolomeu, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Convento de São Domingos
Emprazamento, em três vidas, de um ferragial, do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, localizado no termo da cidade, junto à Fonte das Bravas, a João Esteves, filho de Estêvão Anes Trigueiro, morador na cidade, por quatro libras e meia de qualquer moeda, pagas em dia de Santa Maria de Agosto. Redactor: Martim Fernandes, tabelião em Évora Localização específica da redacção: Casa onde moram as freiras de São Bento de Cástris
Arrendamento, em três anos, de uma herdade, do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, localizada no termo da cidade, em Bencafede, a Vasco Martins, lavrador, morador na cidade, pagando de foro o quinto da produção, na eira. Redactor: Afonso Fernandes, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Mosteiro de São Bento de Cástris
Emprazamento, em três vidas, de uma casa, do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, localizada na judiaria da cidade, na rua da Palmeira, a Joseph Famel, judeu, alfaiate, e a sua mulher, por cem reais brancos, pagos pela Páscoa. O foreiro mostrou uma carta régia, de 1442, que o autoriza a realizar contratos com cristãos. Redactor: Pedro Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Praça
Sentença dirimida por Afonso Gil, bacharel em decretos, ouvidor geral do arcebispo de Lisboa, D. Jorge, relativa a um processo entre Vasco Martins de Melo, fidalgo da casa do rei, Violante Rodrigues Lobo, sua sogra, e D. Inês, abadessa do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, estado em questão a posse de duas vinhas, localizadas no termo de Évora Redactor: Pedro Dias, escrivão Localidade de redacção: Lisboa
As freiras do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora tomam posse de uma herdade, localizada no termo de Avis, chamada Herdade do Cavaleiro. Redactor: Fernando Afonso, tabelião em Avis pelo Condestável Localidade de redacção: Avis Localização específica da redacção: Termo de Avis, herdade do Cavaleiro
Venda de uma herdade e duas courelas, localizadas no termo da vila do Vimieiro, por Dona Mécia de Sousa, condessa de Odemira, e Lourenço Gil, vigário de Sousel, a Mem Rodrigues, cavaleiro, cavaleiro a casa do conde de Faiam, e a Beatriz Gonçalves, por oitenta e seis mil e quinhentos reais brancos. Redactor: Rodrigo Anes, tabelião em Estremoz Localidade de redacção: Estremoz Localização específica da redacção: Casa de Mestre Henrique
Sentença dirimida por Gil Fernandes Belouro, escudeiro, juiz por ordenação para este efeito, uma vez que os juízes ordinários eram suspeitos, relativa a um processo entre o mosteiro de São Bento de Cástris de Évora e Garcia Fernandes, escudeiro, morador em Abrantes, estando em questão a posse de uma herdade, localizada no termo de Avis. A sentença foi favorável ao mosteiro, a quem foi dada a posse da herdade. Redactor: Fernando Afonso, tabelião em Avis pelo Condestável Localidade de redacção: Avis Localização específica da redacção: Adro da igreja de Santa Maria
Carta de D. Afonso V, na qual o monarca concede autorização às freiras do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora para receberem os bens doados por Dona Inês, abadessa do referido mosteiro. Redactor: João Esteves, escrivão Localidade de redacção: Évora
Emprazamento, em duas vidas, de uma casa, um ferragial e uma vinha, do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, localizados em Montemor-o-Novo e seu termo, a Vicente Anes e sua mulher, moradores nesta vila, por cento e cinco libras, pagas pelo Natal. Redactor: Álvaro Martins, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Paços de Lourenço Mendes, cavaleiro
Traslado em pública forma de uma sentença de D. Manuel, emitido por ordem do Dr. André Serrão, juiz de fora em Évora, na qual são concedidos privilégios ao mosteiro de São Bento de Cástris de Évora. O original é apresentado por João de Oliveira criado [...] mestre Gil, cirurgião mor. Redactor: Adão Fernandes, tabelião do judicial em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Nas pousadas do tabelião
Perante Afonso Álvares Orvalho e Fernão Gonçalves, juízes ordinários do Redondo, apareceu Álvaro Dias, fazedor (?) das freiras do convento de São Bento de Cástris de Évora, e apresentou uma sentença régia requerendo que se cumprisse o que nela se ordenava. Os juízes ordenam a execução da sentença. Redactor: João Martins, tabelião no Redondo Localidade de redacção: Redondo
Sentença régia de D. Manuel pela qual concede aos caseiros do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora o privilégio de não pagarem jugadas ao conde de Redondo. Redactor: Pedro da Mata, escrivão Localidade de redacção: Lisboa
Rui de Babo, tutor de Filipe, seu sobrinho e moço orfão, vendera umas casas do mesmo a Pedro Álvares Barcelos, morador em Montemor-o-Novo, por forras e isentas. Mas destas se devia pagar de foro cinquenta reais, no dia de Natal, ao mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, representado neste acto pelo seu procurador, Álvaro Domingues. Assim, Rui de Babo dispõe-se a pagar o mesmo foro a partir de outro bem do órfão: uma vinha com oliveiras e figueiras e um pomarzinho de sequeiro, no Ribeiro de Valverde, em Montemor-o-Novo, considerando-se Filipe a primeira das três pessoas em que se fazia o emprazamento. Redactor: João Ribeiro, escudeiro e criado da casa do rei e tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Nas casas de morada do tabelião
João Esteves que se dizia homem do rei, por mandado de Afonso Rodrigues (?), corregedor régio, na sequência de uma carta do referido corregedor, foi a umas casas na rua das Ouisias (?) que são de [...]. No documento referem-se os nomes de Domingos Pires juiz dos [...], Pedro Anes, alfaiate, Maria Penela, Estevão Domingues (sobrinho de Bartolomeu Esteves) e Maria Pires. Diz-se que o João Esteves entregou as casas e umas vinhas a João Delgado procurador e homem de [...] Afonso, o que provava ser por procuração feita por João Lourenço, tabelião em Évora. Refere também, segundo parece, um juiz de Évora. Localidade de redacção: Braga
Sentença de Gil Martins, ouvidor do condestável, referente a uma demanda movida pela abadessa do mosteiro de São Bento de Cástris, através de seu procurador, sobre uma herdade em Avis e outra no termo de Montemor-o-Novo, e duas vinhas junto ao mosteiro. Redactor: Digo Lourenço, tabelião geral entre Tejo e Guadiana
Alvará dirigido às justiças do rei por Gil Martins, ouvidor do condestável, da parte do rei e do condestável, para que cumpram a sentença que o acompanha, referente a uma demanda movida pela abadessa do mosteiro de São Bento de Cástris (sobre uma herdade em Avis e outra no termo de Montemor-o-Novo, e duas vinhas junto ao mosteiro) e em que manda ao porteiro da cidade de Évora que vir a sentença que coloque de posse dos bens referidos a abadessa do mosteiro ou seu procurador. Redactor: Diogo Lourenço, tabelião geral entre Tejo e Guadiana Localidade de redacção: Évora
Instrumento de posse [parece ser] de algum bem que ficara por morte Sancha Eanes e que Sancha Esteves toma posse em nome de seu sobrinho João Lourido, de quem é procuradora.
Aforamento [provável] que faz Leonor Esteves a Mendo Esteves, de um bem do mosteiro de São Bento de Cástris [segundo se deduz] localizado em Montemor-o-Novo, por vinte libras, dez pagas no dia de Páscoa e dez pagas no dia de São João Baptista. Redactor: Estevão Martins, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: No quintal do tabelião
João Anes, almoxarife do rei em Évora, determina que Lourenço Anes, escudeiro, morador em Montemor-o-Novo, vá a Montemor em seu lugar tomar contas dos testamentos que na vila e seu termo havia e que constrangesse os testamenteiros pelo que fosse achado, e que tomasse contas aos testamenteiros perante o escrivão do almoxarifado. Redactor: Diogo Martins (?), escrivão no almoxarifado de Évora Localidade de redacção: Évora
Aforamento, de um chão, do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, localizado na cidade, s Santa Vera Cruz, a Rui Martins e a sua mulher, Maria Dias, moradores na cidade, por dez soldos, pagos em dia de Santa Maria de Agosto. Redactor: Estêvão Anes, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Mosteiro de São Bento de Cástris
Emprazamento, em três vidas, de uma casa, do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, localizada na cidade, na rua da Lagea, a João do Freixo e a sua mulher, moradores na referida cidade, por seis libras de moeda antiga, pagaàs terças de cada ano Redactor: Vicente Bartolomeu, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Paços das freiras de São Bento de Cástris
Breve para que não paguem dízimos. Localidade de redacção: Roma
Emprazamento, em três vidas, de uma vinha, do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, localizada no termo da cidade, junto ao referido mosteiro, a João Freixo e a sua mulher, Mor Lourenço, por um quinto da produção, pago à porta do mosteiro durante o tempo de paz. Redactor: Vicente Bartolomeu, tabelião em Évora Localização específica da redacção: Paços de D. Mor Perdigoa, abadessa de São Bento de Cástris
Venda que fazem Manuel Rodrigues, fidalgo da casa do rei, e sua mulher Beatriz de Oliveira, a Isabel Nunes, criada da rainha D. Leonor, de todo o quinhão que têm na herdade de Machede, termo de Évora, por sessenta mil reais. Redactor: Rodrigo de Matos, escrivão em Lisboa e seu termo, por Gaspar Gonçalves, tabelião em Lisboa Localidade de redacção: Lisboa Localização específica da redacção: Nas costas de Santa Justa nas casas de morada de Jurdão Álvares [...]
Joana Rodrigues, freira do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, filha de Isabel Nunes, toma posse, em nome de sua mãe, de uma herdade, localizada no termo da cidade, em Machede. Redactor: Diogo Gonçalves, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: No termo
Perante Jorge de Pina, cavaleiro fidalgo da casa do rei, vereador mais velho e juiz pela ordenação, Pedro Dias, escudeiro, morador em Évora, como procurador de D. Leonor e de D. Isabel, freiras no mosteiro de São Bento de Cástris, toma posse de metade de uma herdade chamada das Catelas (?). Redactor: João Rodrigues, tabelião em Estremoz Localidade de redacção: Estremoz Localização específica da redacção: Na praça
Perante Gonçalo Pires, juiz ordinário de Avis, Pedro Dias, feitor das freiras do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, toma posse de uma courela, de um olival, de uma panasqueira e de uma oliveira cordovil, no termo de Avis. Redactor: Manuel Fernandes, tabelião em Avis e seu termo pelo mestre e [...] Localidade de redacção: Avis Localização específica da redacção: Na praça
Nuno Fernandes Cogominho, fidalgo da casa real, toma posse de meio arado na herdade da Figueira, termo de Évora. Redactor: Pedro Rodrigues, cavaleiro da casa do rei e tabelião em Évora e seu termo Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: No termo
Venda que fazem Rodrigo de Sousa e sua mulher, D. Cezília; e Pedro Álvares de Carvalho e sua mulher, D. Maria de Távora. Rodrigo de Sousa e Pedro Álvares eram irmãos e são representados no acto por Diogo de Sepúlveda, seu procurador, irmão de D. Cezília. Vendem metade de uma herdade, mística com Diogo Casco, no Ameixial, termo de Estremoz, a que chamam dos Catelas (?). Esta metade de herdade fora de Isabel Pereira, mãe de Maria de Távora, de quem Rodrigo de Sousa e D. Cezília eram testamenteiros. Isabel Pereira obtivera-a por dote de casamento. A venda é feita a D. Leonor e a D. Isabel, irmãs, freiras no mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, filhas de Rui Gomes e de D. Urraca, por cem mil reais brancos. Diogo de Sepúlveda recebe o dinheiro de D. Violante de Melo, abadessa do mosteiro. Redactor: Diogo Gonçalves, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Nas casas de Diogo de Sepúlveda
Padrão com salva de quatro mil reis de tença cada ano de juro e herdade para sempre à condição de retro e preço de vinte o milhar, à abadessa e religiosas do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora os quais se reduziram à reveria ao dito preço de vinte o milhar dos cinco mil reis de juro que tinha a preço de dezasseis o milhar, assentados e pagos na alfândega de Lisboa com antiguidade de 22 de Junho de 1558. Traslada outros documentos que consistem em padrões e confirmações dos mesmos datados de 1583; de 1594; de 1614; de 1618 e de 1620. Redactor: Nicolau Pinto da Mota, escrivão Localidade de redacção: Lisboa
Padrão com salva de trinta mil reis de tença cada ano de juro e herdade para sempre à condição de retro e preço de vinte o milhar do primeiro de Janeiro de 1658 em diante, à abadessa e religiosas do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, assentados no almoxarifado da cidade e pagos com antiguidade do primeiro de Janeiro de 1654. Traslada outros documentos que consistem em padrões e confirmações dos mesmos datados de 1657 e de 1761. Localidade de redacção: Lisboa
Emprazamento, em três vidas, uma vinha, do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, localizada no termo da cidade, junto ao referido mosteiro, a Vasco Afonso, tosador, e a sua mulher, Mor Anes, pela qual devem entregar ao dito mosteiro um quinto das uvas produzidas. Redactor: Vicente Bartolomeu, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Paço onde se encontra D. Mor Pais Perdigoa, abadessa do mosteiro
Padrão com salva de dez mil reis de tença cada ano de juro e herdade para sempre à condição de retro e preço de vinte o milhar do primeiro de Janeiro de 1679 em diante, à abadessa e religiosas do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, acentados e pagos no rendimento do contrato do tabaco livres de décima e sem haver preferência de antiguidade para o pagamento entre os juros desta qualidade. Traslada outros documentos que consistem em padrões e confirmações dos mesmos datados de 1665; de 1666; de 1673; de 1679; de 1723 e de 1759. Localidade de redacção: Lisboa
Lourenço Anes e Gil Fernandes, juizes na vila de Avis, ordenaram a Vicente Gonçalvez, porteiro do concelho de Avis, que apergoasse a Garcia Fernandes a sentença dada sobre um processo entre o mosteiro de São Bento de Cástris de Évora e o referido Garcia Fernandes, escudeiro, morador em Abrantes, relativa a uma herdade, localizada no termo de Avis, junto à cabeça de Bencanca Redactor: Fernando Afonso, tabelião em Avis pelo Condestável Localidade de redacção: Avis Localização específica da redacção: Adro da Igreja de Santa Maria
Padrão de quinze mil reais de tença concedida ao mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, a quem vieram a pertencer por meio de Branca do Cem que aí foi religiosa e morreu em Odivelas e que seriam pagos ao mosteiro na alfândega da cidade de Lisboa aos quartéis. Transcreve o alvará de D. Sebastião datado de 26 de Junho de 1578 que lhe autoriza o rendimento. Redactor: Diogo Lopes, escrivão Localidade de redacção: Lisboa
Padrão de vinte mil reais de tença de juro cada ano à condição de retro concedido a D. Maria, filha de D. Isabel de Miranda, que lhe pertencem por falecimento de sua mãe, dos cem mil reais de juro que tinha por outros dois padrões neste trasladados. Os vinte mil reais eram assentados e pagos nas alfândegas da cidade de Lisboa. O documento traslada outros mais antigos que consistem em padrões e em confirmações dos mesmos, datados de 1530; de 1533; de 1543; de 1544; de 1546; de 1552 e de 1563. Redactor: Jerónimo de Sequeira, escrivão Localidade de redacção: Lisboa
Padrão de vinte mil reais de tença cada ano de juro e herdade para sempre à condição de retro concedido à abadessa e religiosas do mosteiro de São Bernardo da cidade de Portalegre os quais D. Maria, religiosa do dito mosteiro, tinha por carta de padrão, e que passaram a pertencer a esta casa religiosa. Eram assentados e pagos nas alfândegas de Lisboa. Localidade de redacção: Lisboa
Padrão com salva de dezasseis mil reais de tença cada ano de juro e herdade para sempre à condição de retro e preço de vinte o milhar, do primeiro de Janeiro de 1622 em diante, à abadessa e religiosas do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, os quais seriam assentados no almoxarifado de Évora e pagos com antiguidade do primeiro de Janeiro de 1555. Traslada outros documentos que consistem em padrões e confirmações dos mesmos datados de 1560; de 1561; de 1563; de 1568; de 1614; de 1620, de 1621; de 1622 e de 1761. Localidade de redacção: Lisboa
Padrão com salva de trinta e quatro mil oitocentos e quarenta reis de tença cada ano de juro e herdade para sempre à condição de retro e preço de vinte o milhar do primeiro de Janeiro de 1623 em diante, à abadessa e religiosas do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, acentados no almoxarifado da cidade e pagos com antiguidade de 12 de Outubro de 1533. Traslada outros documentos que consistem em padrões e confirmações dos mesmos datados de 1614; de 1620; de 1625 e de 1761.
Perante Luís Giraldes, juiz em Coimbra, apareceram João Esteves, oleiro, e João Domingues. O primeiro disse ao segundo que lhe cumprisse e guardasse as condições escritas do outro lado deste mesmo documento (arrendamento de umas casas feito por João Domingues ao João Esteves). O João Domingues respondeu que não havia embargo e que mantivesse o João Esteves as coisas como no dito escrito era conteúdo. E o juiz visto o dizer das partes assim o julgou por sentença e o João Esteves pediu este instrumento que o juiz lhe mandou dar. Redactor: Álvaro Pires Taveira (?) Localidade de redacção: Coimbra Localização específica da redacção: Nas casas de morada de Luís (?) Giraldes
Mandado de execução de sentença feito por Gonçalo Dias de Espinho, juiz do cível pelo rei em Évora, a pedido de Diogo Nunes, criado de Brites Fernandes Cogominho, procurador do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora. O procurador solicita ser colocado de posse de uma herdade no termo de Montemor-o-Novo, de acordo com o conteúdo de uma sentença que apresenta, e pede a deslocação ao local de um tabelião para lhe dar a posse o que o juiz ordena que se faça. O tabelião dá posse da herdade a Diogo Nunes. Redactor: Gonçalo Pires, tabelião geral entre Tejo e Guadiana Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Nas casas de Gonçalo Dias de Espinho
A abadessa do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora faz seu procurador Diogo Nunes, para tomar posse de uma herdade no termo de Montemor-o-Novo que as freiras tinham ganho por sentença. Redactor: Gonçalo Pires, tabelião geral do rei entre Tejo e Guadiana Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Nas casas de Aldonça Martins
Em presença de Domingos Anes Racam (?), juiz ordinário pelo rei em Monsaraz, apareceu Martim Luir (?) e apresentou uma sentença (doc. 001 da peça 082) que o juiz mandou publicar, de cujo acto se lavrou este documento, e que se cumprisse. Redactor: João de Lisboa, tabelião em Monsaraz Localidade de redacção: Monsaraz
Frei Álvaro, monge de Alcobaça e capelão do mosteiro da São Bento de Cástris de Évora, toma posse, em nome do referido mosteiro de Évora, de um ferragial deixado em testamento por Inês Fernandes Garamaxa Redactor: Rui Carvalho, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora
Frei Álvaro, procurador do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, entrega a Álvaro Monteiro a posse de uma eira e um chão, localizados em Évora, junto à porta de Alconchel. Redactor: Rui Carvalho, tabelião em Évora
O procurador do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora toma posse de umas casas na rua do Raimundo. Redactor: Rui Pires, tabelião geral e escrivão do rei na comarca de entre Tejo e Guadiana Localidade de redacção: Évora
Carta de Álvaro Dias, escudeiro da casa do rei e seu corregdor com alçada na comarca e correição de Entre Tejo e Guadiana, dirigida aos juízes de Monsaraz, relativa ao cumprimento da sentença régia que acompanha, referente a uma demanda entre Álvaro Rodrigues, de um lado, e Martim Velho, Afonso Velho e Diogo Velho, do outro, sobre a demarcação da herdade do Pigeiro situado no termo de Évora e de Monsaraz. Redactor: João Pimentel
Sentença relativa a uma demanda entre as freiras do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora e Lopo Afonso Botelho, escudeiro, morador em Évora, relativamente à metade de uma herdade no termo de Montemor-o-Novo e a duas courelas de vinha no termo de Évora que eram da capela de João Rodrigues, escudeiro, que deixara estes bens por sua alma ao mosteiro. Já anteriormente as freiras tinham disputado a posse dos bens com Martim Gil de Sequeira e haviam ganho a causa. Agora Lopo Afonso tomara posse destes bens e os ocupara e levara deles os frutos contra a vontade do mosteiro. As freiras recorrem, por isso, a Vasco Vicente, cónego e vigário geral pelo bispo D. Diogo, que lhes deu razão. Mas o réu apelou para a igreja e corte do cardeal de Lisboa onde o feito foi perante Gonçalo Anes, cónego de Lisboa, bacharel de degredos e vigário do cardeal. Porém, a resolução continuava a ser favorável ao mosteiro. Por isso, o réu apelara a Roma. Entretanto, as freiras apelaram ao rei que manda dar sobre o assunto carta através de Afonso Vasques Dantas, seu corregedor de entre Tejo e Guadiana, que mandou levar o feito perante os desembargadores dos feitos do rei onde foi julgado por Rui Fernandes, juiz dos feitos que determinou que a sentença do vigário se não devia cumprir porque o réu era pessoa leiga e era da jurisdição do rei e estava a ser demandado por coisa que era sua. Redactor: Diogo Lourenço, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Nos paços do concelho
Mor Pais Perdigão, abadessa do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, em cima de uma besta, toma posse de umas courelas de vinha da capela de João Rodrigues, escudeiro. Redactor: Diogo Lourenço, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: No termo da cidade aquém de São Bento
Carta Régia relativa a um processo em que Diogo Lopes Lobo acusa a sua tia, abadessa do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, de se recusar a entregar-lhe a escritura pública ou o traslado de um instrumento de partilha dos bens que ficaram por morte de Aldonça Martins, sua avó. Redactor: Rodrigo Afonso, escrivão Localidade de redacção: Coimbra
