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Documentação produzida pela Assembleia Geral e pela Mesa Administrativa no âmbito das suas funções. Grande parte da documentação é de carácter administrativo e contabilístico sendo que a documentação relativa à assistência social prestada pela Misericórdia é de grande interesse para a história da assistência no concelho. Não foi encontrada nenhuma documentação do Conselho Fiscal entre a documentação do arquivo definitivo. O sistema integra ainda os subsistemas Asilo Jesus Maria José, Legado de Manuel Lopes, Legado Camões e Legado do Cónego Ponce.
Documentação relativa à inauguração, ao cumprimento do legado e à admissão e registo de inválidos.
Documentação relacionada com a fundação, regulamentos, entradas e registo de asiladas, cumprimento de encargo pio e visitas à instituição.
Sancha Esteves, viúva de Rodrigo Eanes de [...], moradora em Évora, faz doação ao mosteiro de São Bento de Cástris de Évora de uma herdade no termo de Évora e Arraiolos, com o usufro em vida e que por morte fique ao mosteiro por sua alma. Redactor: Joane (?) Anes, tabelião.
João de Évora, lavrador, trazia emprazada em três pessoas uma herdade de pão do mosteiro no termo de Montemor-o-Novo onde chamam Pégoras. Pedia que lhe recebessem a encampação da herdade. As feiras a recebem e emprazam a Gonçalo Gil, lavrador, e a sua mulher, Inês Martins, em vida de duas pessoas, por seis quarteiros de trigo e dois quarteiros de cevada de foro pagos em dia Santa Maria. Redactor: Gomes Fernandes, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Mosteiro de São Bento de Cástris.
Instrumento trasladado dado por autoridade de justiça na presença de Rui Gonçalves, escudeiro, juiz ordinário, perante o qual foi mostrado um instrumento escrito em pergaminho apresentado por Sancha Nogueira, freira do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora. O documento que a freira apresenta e que é trasladado neste acto consiste num instrumento de posse de umas vinhas no termo da cidade de Évora. Este documento trasladado, por sua vez, traslada outros dois: uma sentença e um alvará do condestável que ordena que o mosteiro seja colocado em posse dos bens. Redactor: Fernando Afonso, tabelião em Avis pelo condestável. Localidade de redacção: Avis Localização específica da redacção: Ante a porta de Azmede Gengo (?) mouro forro.
Alvará régio que concede ao mosteiro de São Bento de Cástris de Évora o privilégio de que quando os seus compradores fossem ao açougue ou à praça se lhes desse logo a carne ou o pescado, mesmo antes de ser almotaçado, deixando um penhor para depois o pagarem ao preço que lhe fosse posto. Determina que o alvará valha como carta feita em nome do rei, por ele assinada e passada pela chancelaria régia. Redactor: António Rodrigues a fez, Simão Borralho a fez escrever Localidade de redacção: Lisboa
O procurador do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, toma posse de umas vinhas, no termo da cidade. Apresentou, para isso, uma sentença e um alvará do condestável (que são trasladados neste documento) onde era dada ao mosteiro a posse desses bens. O acto da posse faz cumprir a sentença e o alvará que foram entregues ao porteiro (?) do concelho para que colocasse o mosteiro na posse dos bens, o que acontece. Redactor: Diogo Lourenço, tabelião geral pelo rei entre Tejo e Guadiana e no reino do Algarve. Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: No termo, numas vinhas.
Sentença do condestável dirigida aos juízes da cidade de Évora. Nela se refere ter ido à sua presença uma demanda entre as freiras do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora e Martim Gil, escudeiro, morador na cidade. Em vida de João Rodrigues, escudeiro, morador em Évora, deixou a sua mulher, Mécia Gil, em testamento datado de 15 de Julho de 1369 (Era de 1407), todos os bens móveis e de raiz (herdades e vinhas) que tinha na cidade e nos reinos de Portugal e no Algarve para os fruir apenas enquanto vida pois, pela sua morte, deviam ficar para o mosteiro pela sua alma. Porém, Mécia Gil voltara a casar com Nuno Fernandes Cogominho, que foi para o reino de Castela, inimigo destes reinos, tendo vindo fazer a guerra ao reino de Portugal matando, roubando e queimando as terras portuguesas e ficara de posse dos bens que pertenciam ao mosteiro. Assim, a casa religiosa pedia que lhes fosse dada a sua posse. A sentença é favorável ao mosteiro referindo-se também que Martim Gil e as freiras fizeram uma amigável composição em que aquele deixara as herdades ao mosteiro. O condestável o mandou por Gil Martins, escolar em leis, seu ouvidor. Redactor: João Esteves, escrivão Localidade de redacção: Évora
Alvará assinado por Gil Martins, ouvidor do condestável, em que refere que a carta de sentença que acompanha, e nas costas da qual vai trasladado, é dirigida a todas as justiças de Portugal e do Algarve e ao porteiro do concelho de Évora e onde ordena, em nome do rei e do conde, que façam cumprir a referida sentença, pondo em posse dos bens aí referenciados o mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, ainda que sejam fora da cidade e do seu termo. Redactor: João Esteves, escrivão Localidade de redacção: Évora
Traslado de uma carta régia de confirmação de novo aforamento em três vidas de uma vinha no sítio do Degebe, termo de Évora, a Catarina Figueira, mulher de Manuel Carvalho, moradores em Évora, pelo comendador da comenda de São Miguel da Freiria da dita cidade. Carta emitida na sequência do pedido feito por Catarina Figueira. Traslada a carta de aforamento feita em 13 de Dezembro de 1644. Redactor: Estevão Tavares, escrivão Localidade de redacção: Lisboa
Aforamento feito pela comenda de São Miguel da Freiria de Évora de uma vinha no termo da cidade, no posto do Degebe, a Catarina Figueira, mulher de Manuel Carvalho, que vive de sua fazenda. Mendo Estevens, pai de Catarina Figueira, morador no Alandroal, e agora assistente e morador em Évora nas casas onde se realiza o acto, era foreiro da vinha por prazo de três vidas, de que era a terceira pessoa, e de que pagava o foro de trinta e cinco reis. Queria agora fazer a renovação do prazo, para o que obtivera uma provisão régia, nomeando como sucessor a sua filha. O senhorio está representado pelo licenciado Pedro de Faria de Abreu, advogado na cidade e nela morador na rua do Raimundo, como feitor e procurador do doutor e frei Gregório Mascarenhas, homem fidalgo da casa de Sua Majestade e cavaleiro professo da ordem de São Bento de Avis, comendador da Comenda de São Miguel da Freiria de Évora e morador em Lisboa. Redactor: António Pires, tabelião das notas. Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Rua de Machede, nas casas de morada de Manuel Carvalho.
Registo de lázaros e de pobres, autos de admissão de asilados e autos de adjudicação de vestuário e calçado para pobres.
Traslado de uma carta de padrão de quinze mil reais de tença, emitida pelo Cardeal D. Henrique a 16 de Dezembro de 1578, a qual transcreve o alvará de D. Sebastião de 26 de Junho do mesmo ano, que autoriza o referido rendimento ao mosteiro de São Bento de Cástris de Évora. O valor veio a pertencer ao mosteiro por meio de Branca do Cem que aí foi religiosa e morreu em Odivelas e seria pago na alfândega da cidade de Lisboa aos quartéis. O padrão tinha vindo a ser sucessivamente confirmado por Filipe I. O documento aqui trasladado por ordem de Filipe II estava registado em livro da chancelaria régia existente na Torre do Tombo e foi copiado por provisão régia de 02 de Dezembro de 1614 na sequência de petição do mosteiro. Redactor: Nicolau Pereira da Mota, escrivão Localidade de redacção: Lisboa
Relações de viúvas e órfãos contemplados com esmolas.