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Cedência à Junta de Freguesia de Alhandra, do concelho de Vila Franca de Xira, distrito de Lisboa, da Capela de São Francisco, em ruínas, situada na Rua 5 de Outubro daquela localidade e terreno anexo para construção de um edifício escolar, mediante a indemnização única de 500$00. Expirado o prazo de três anos para construção da escola, devido ao Ministério das Obras Públicas considerar o terreno insuficiente, o diploma foi anulado
Pagamento das despesas e ajudas de custo a um inspector da Inspecção-Geral de Finanças autorizado a colaborar, no Porto, durante 60 dias, com o professor Doutor Fernando Seabra nos trabalhos da Comissão de Estudo e Aperfeiçoamento do Direito Fiscal.
Cedência da Capela de Nossa Senhora da Guia, sita na Rua Salvador Marques, em Alhandra, concelho de Vila Franca de Xira, distrito de Lisboa, para ali ser instalada a sua sede e arquivo, e de uma dependência da Igreja do Castelo à Junta de Freguesia de Alhandra, para arrecadação de utensílios e ferramentas do cemitério paroquial e mesa de autópsias.
Deslocação a Havana, Cuba, de um técnico da Direcção-Geral do Tribunal de Contas para participação no Congresso Internacional dos Tribunais de Contas, com o pagamento das ajudas de custo.
Por despacho ministerial de 11 de abril de 1951 foram dispensados do serviço os funcionários dos organismos dependentes do Ministério das Finanças que desejassem participar no III Congresso da União Nacional a ser realizado em Coimbra, nos dias 28 de maio a 1 de junho de 1951.
Resolução sobre os dividendos das acções da Companhia de Moçambique vencidos durante o período em que as mesmas estiveram arroladas pelo Estado devido aos seus possuidores serem "subditos das nações que durante a Grande Guerra foram nossos inimigos", tendo sido determinado que as mesmas fossem utilizadas livremente pelos seus proprietários. Inclui diversas reclamações incluindo de subditos e empresas britânicas que tinham as suas acções da Companhia de Moçambique depositadas em bancos alemães.
Possibilidade de realização em Portugal do Congresso Internacional da Estrada com cópia de carta do Presidente da Associação Internacional do Congresso da Estrada e parecer do director dos Serviços de Conservação de Estradas da Junta Autónoma de Estradas. Seria estabelecida uma dotação especial de 1.500 contos a incluir no Orçamento da Junta para 1951 com vista a auxiliar na realização do evento.
Fotocópia do protocolo multilateral de comércio e pagamentos entre a Finlândia e outros países europeus, entre os quais se inclui Portugal.
Face à falta de uniformização na aquisição de ficheiros, máquinas de somar e de calcular para os serviços públicos, tornou-se necessário criar um diploma com as características preferíveis destes produtos. Assim, foi efectuado um levantamento detalhado dos ficheiros, arquivadores e máquinas de somar e de calcular adquiridos nos últimos anos pelos diversos serviços públicos, informando sobre características e preços dos mesmos. Inclui ainda projecto de diploma.
Requisição à Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses de bilhetes de assinatura, de tarifa especial para funcionários públicos, válidos por um ano, a fim de serem utilizados pelo professor da Faculdade de Letras de Coimbra, doutor Damião Peres, quando em serviço oficial se desloca de Coimbra a Lisboa para inventariar, catalogar e classificar as espécies que constituem o Museu Numismático Português, na Casa da Moeda.
Instruções para a participação de delegados portugueses nas organizações europeias, nomeadamente na Organização Europeia de Cooperação Económica e similares.
Informações sobre a iluminação das janelas do edifício-sede do Ministério das Finanças que, de acordo com o fiel do edifício-sede, só se efectuou quando a praça do Comércio é igualmente iluminada, como no caso da visita do Presidente da República do Brasil.
Pedido de transferência feito pelo Museu Nacional de Arte Antiga de um cálice gótico-manuelino existente na Igreja de Nossa Senhora da Assunção de Povos, de Vila Franca de Xira, do distrito de Lisboa, na posse da Misericórdia e Hospital Civil de Vila Franca de Xira.
Reclamação feita pela Junta de Freguesia de Alverca, concelho de Vila Franca de Xira do arrolamento considerado indevido da Capela de São Sebastião, sita no cemitério paroquial de Alverca, assim como do saldo de esmolas na importância de 36$105 destinado à conservação da mesma Capela.
Consulta sobre a necessidade de aposição de um selo de 0$50 no auto de posse dos membros da Comissão Concelhia de Vila Franca de Xira, conforme o artigo 124 da Lei de 24 de Maio de 1902.
Reclamação da Junta de Paróquia de Alhandra, concelho de Vila Franca de Xira, distrito de Lisboa, sobre o arrolamento considerado indevido de bens de que era possuidora, nomeadamente toda a obra de talha empregue nos altares incluindo a da Capela do Senhor dos Passos e as portas do guarda vento da Igreja Matriz de Alhandra, por concluir a 5 de Outubro de 1910, assim como 10 quadros alegóricos que se encontram na igreja matriz. Inclui cópias das relações de despesa referentes aos objectos mencionados como indevidamente arrolados.
Tabela geral dos direitos de importação, exportação e reexportação a que se acham sujeitas as mercadorias despachadas nas alfândegas do continente do reino de Portugal e ilhas adjacentes; confecionadas por um sistema que facilita o conhecer-se cada uma das taxas daqueles direitos em relação à respectiva mercadoria, e quais as várias disposições que autorizam a sua percepção. Acompanhada de 47 observações preliminares, de cinco diversas tabelas, da pauta da alfândega municipal de Lisboa e de vários decretos e portarias na sua íntegra, tudo compilado e anotado em vista, e com citação, das leis, pautas, alvarás, decretos, portarias, regulamentos, contratos, resoluções, consultas, instruções, e ofícios que legalizam e autorizam todo o conteúdo deste volume.
Livro de registo de provisões e mais papeis pertencentes aos registos da Alfândega de Buarcos / Figueira da Foz do Mondego.
Entrega de bens à corporação encarregada do culto católico, ao abrigo do Decreto n.º 11887, de 6 de Julho de 1926, na freguesia de Castanheira de Pêra, concelho de Castanheira de Pêra, distrito de Leiria, nomeadamente a igreja paroquial; a Capela de São Sebastião de Pêra; a Capela de Nossa Senhora da Guia, dos Logarinhos; a Capela de Santa Luzia, da Gestosa; a Capela de São Pedro, das Sarzedas; a Capela de Nossa Senhora do Bom Sucesso, da Moita, com as suas dependências e objectos de culto, de acordo com o auto de entrega lavrado a 16 de Março de 1931.
Entrega de bens à corporação encarregada do culto católico, ao abrigo do Decreto n.º 11887, de 6 de Julho de 1926, na freguesia de Coentral Grande, concelho de Castanheira de Pêra, distrito de Leiria, nomeadamente a igreja paroquial; a Capela do Amparo sita no lugar do Camêlo, suas dependências e objectos de culto devidamente identificados no auto de entrega lavrado a 25 de Novembro de 1932; a casa de residência paroquial com quintal anexo, junto à casa da escola e a casa chamada da "novena" próximo da residência paroquial e que serve de arrecadação. Todos os restantes bens arrolados (casas, terras e árvores) ficaram em poder do Estado.
Fac-simile de Lista telefónica n.º 1, oferta dos Telefones de Lisboa e Porto por ocasião dos 100 anos de telecomunicações (1882-1982), relativa à rede pública telefónica do Porto, organizada por ordem alfabética dos subscritores, incluindo igualmente as moradas respetivas e algumas informações como o horário de abertura da Alfândega e da Bolsa.
Pauta Geral das Alfândegas conforme as edições oficiais seguida de toda a legislação relativa a alfândegas e obrigações mercantis, e de um índice de todas estas matérias, anotada, compilada e coligida por João Kempe, negociante da praça, oferecida ao comércio de Lisboa e Porto. Conforme título do impresso inclui editais, decretos, disposições, resoluções e regulamentos diversos relacionados com as alfândegas. Inclui listagem com as alfândegas do Reino, incluindo as alfândegas menores de portos marítimos e de portos secos. Existem 2 exemplares.
Inclui a Carta de Lei dada no Paço das Necessidades a 9 de outubro de 1841, bem como a respetiva Tabela das alterações à Pauta Geral das Alfândegas, a que se refere o artigo 1.º da Carta de Lei de 9 de outubro de 1841.
Pauta Geral das Alfândegas, na conformidade da Carta de Lei de 11 de março de 1841, incluindo a portaria datada de 7 de abril de 1841; carta de lei de 11 de março de 1841; decreto de 20 de março de 1841; Pauta Geral dos direitos de entrada e saída e armazenamento em todas as alfândegas de Portugal, e províncias das ilhas dos Açores e ilhas adjacentes; assim como carta de lei de 29 de julho de 1839; decreto de 2 de novembro de 1836; carta de lei de 29 de julho de 1839; decreto de 2 de novembro de 1836; portaria de 4 de agosto de 1838 e carta de lei de 14 de setembro de 1837.
Contém a Pauta para a arrecadação dos direitos de entrada e saída em todas as Alfândegas do Reino e ilhas adjacentes, impressa por portaria régia de 21 de fevereiro de 1837. Inclui a referida portaria régia dada no Paço das Necessidades; consulta da Comissão Permanente das Pautas na Alfândega Grande de Lisboa, de 11 de agosto de 1836; relatório do Secretário de Estado dos Negócios da Fazenda, Manuel da Silva Passos, datado de 10 de janeiro de 1837; decreto régio de 10 de janeiro de 1837; Pauta Geral dos direitos de entrada, saída e armazenagem em todas as alfândegas de Portugal e províncias das ilhas dos Açores, e ilhas adjacentes; cartas de lei relativas à aplicação da Pauta Geral das Alfândegas em diversos produtos. Contém ainda a Pauta Geral das Alfândegas, na conformidade da Carta de Lei de 11 de março de 1841, incluindo a portaria datada de 7 de abril de 1841; carta de lei de 11 de março de 1841; decreto de 20 de março de 1841; Pauta Geral dos direitos de entrada e saída e armazenamento em todas as alfândegas de Portugal, e províncias das ilhas dos Açores e ilhas adjacentes; assim como 275 notas manuscritas das alterações à pauta geral das alfândegas de 20 de março de 1841, e diversas disposições que tiveram lugar até 31 de dezembro de 1852.
Pauta para a arrecadação dos direitos de entrada e saída em todas as Alfândegas do Reino e ilhas adjacentes, impressa em 1837. Inclui o relatório do Secretário de Estado dos Negócios da Fazenda, Manuel da Silva Passos, datado de 10 de janeiro de 1837; decreto régio de 10 de janeiro de 1837 aprovando o referido relatório; consulta da Comissão Permanente das Pautas na Alfândega Grande de Lisboa, de 11 de agosto de 1836; Pauta Geral dos direitos de entrada, saída e armazenagem em todas as alfândegas de Portugal e províncias das ilhas dos Açores, e ilhas adjacentes.
Pauta para a arrecadação dos direitos de entrada e saída em todas as Alfândegas do Reino e ilhas adjacentes, impressa por portaria régia de 21 de fevereiro de 1837. Inclui a referida portaria régia dada no Paço das Necessidades; consulta da Comissão Permanente das Pautas na Alfândega Grande de Lisboa, de 11 de agosto de 1836; relatório do Secretário de Estado dos Negócios da Fazenda, Manuel da Silva Passos, datado de 10 de janeiro de 1837; decreto régio de 10 de janeiro de 1837; Pauta Geral dos direitos de entrada, saída e armazenagem em todas as alfândegas de Portugal e províncias das ilhas dos Açores, e ilhas adjacentes; cartas de lei relativas à aplicação da Pauta Geral das Alfândegas em diversos produtos.
Pauta dos preços que se hão-de avaliar as mercadorias que se despacham no Paço da Madeira, impresso em 1832. Contém o índice dos géneros, o índice de palavras, resolução régia dada no Paço Real de Caxias, a 15 de setembro de 1832 sobre uma consulta do Tribunal do Conselho da Fazenda.
Documentação relativa aos pedidos por parte de diversas câmaras municipais para aumentarem os seus trabalhadores, em função das receitas próprias que possuiam.
Cópia da Pauta de preços por que se hão avaliar os géneros que se ofereceram ao despacho da Mesa do Paço da Madeira no ano de 1794, efetuada a 30 de abril de 1794 por solicitação de João Gonçalves Salleiro, feitor da Alfândega de Setúbal.
Pedidos de estacionamento no parque junto da fachada oriental do edifício-sede do Ministério das Finanças (zona da Ribeira Velha) por parte de funcionários dos vários organismos dependentes do Ministério das Finanças.
Pauta geral para a Alfândega Grande de Lisboa a qual, por ordem alfabética, se divide em cinco distintas pautas, para mais facilmente se achar qualquer género, ou fazenda, que nela se procurar, vendo-se para isso a inscrição ao diante (pauta de géneros em geral à excepção dos lanifícios, lençarias, sedas e drogas de botica; pauta das fazendas de lã; pauta das fazendas de linho; pauta das fazendas de seda; pauta das drogas de botica). Esta pauta devia regular o despacho das mercadorias e o pagamento dos reais direitos de 20% na Alfândega Geral de Lisboa, tendo sido impressa em Lisboa, na Oficina Lusitana, no ano de 1782. Inclui o decreto dado em Salvaterra de Magos, a 14 de fevereiro de 1782, assim como as cláusulas que constituem parte da Pauta e que devem observar-se na execução prática dela, assinadas pelo visconde de Vila Nova da Cerveira. Contém ainda registos manuscritos, tais como "Tratados com o Império da Índia - Meios direitos - Gratificação de 3 por cento", assim como os géneros cujos direitos deveriam ser cobrados pela pauta antiga, de acordo com decreto régio de 28 de março de 1783 e ordens do Conselho da Fazenda de 12 de abril de 1783; cópia do novo regimento da Alfândega do Tabaco de 16 de janeiro de 1761; parte do regimento do Paço da Madeira relacionado com a venda de embarcações; parte do regulamento para o pagamento ou aluguer de armazéns das fazendas.
Por solicitação da firma Conservas Gizela, Lda. é sugerida a cobrança da percentagem de 1/2% sobre todas as conservas exportadas para a Santa Casa de Olhão, dado o hospital daquela vila anunciar suspender a sua actividade por falta de recursos, à semelhança do que sucede com a Santa Casa de Setúbal. Inclui os pareceres de vários organismos ligados a esta actividade.
Regimento das Alfândegas dos Portos Secos, Molhados e Vedados, feito em Lisboa, a 10 de setembro de 1668. Inclui ainda o Alfabeto dos capítulos que contem o Regimento; bem como a Pauta que há-de servir para o despacho de todas as Fazendas e Géneros que entrarem e saírem pelas Alfandegas dos Portos secos, molhados e vedados do Reino, dada em Lisboa a 4 de janeiro de 1776.
Cópia manuscrita com folhas soltas contendo relações de pautas de lanifícios, lanifícios em obras e lã, efetuada em 21 de julho de 1813, bem como uma nova pauta dos líquidos.
Indemnização de 14.068$50 paga à Companhia de Seguros Alpina, SA, devido a um acidente de viação com um veículo da Direcção Geral dos Serviços Florestais e Aquícolas e um veículo automóvel na Estrada Nacional entre a vila de Amarante e a pousada do Marão.
Indemnização de 90.000$00 paga devido a um acidente de viação com um veículo do Exército, de que resultou o falecimento de um indivíduo, casado e com descendentes menores.
O Estado português foi condenado a pagar a quantia de 10.000$00 como indemnização da sentença proferida a 9 de fevereiro de 1955 pelo Tribunal da comarca de Cuba que condenou injustamente um indivíduo acusado de "num palhairo anexo à sua casa de residência, em Alvito, ter tido relações sexuais com (...) solteira, então virgem e de quinze anos de idade".
O Estado português foi condenado a pagar a quantia de 80.000$00 como indemnização da sentença proferida a 24 de julho de 1957 pelo Tribunal Colectivo da Golegã que condenou injustamente um indivíduo acusado de "ter mantido relações sexuais de cópula com sua enteada (...) valendo-se da circunstância dela se achar privada do uso da razão e dos sentidos devido a um ataque epiléptico".
Pedido de indemnização por parte da firma Chimeno, Lda., com sede na Rua Fernando Palha, 29-G, em Lisboa, em consequência dos prejuizos sofridos nas suas instalações por ocasião da explosão ocorrida em 24 de novembro de 1953 na Fábrica Militar de Braço de Prata.
Pauta que pode servir na Mesa dos Quartos, da Casa da Índia, com as avaliações organizadas alfabeticamente, efetuada a 9 de agosto de 1775, por aviso régio de 29 de julho de 1775. Inclui no final um compromisso de honra dos negociantes da praça de Lisboa relativo às roupas provenientes da Ásia para venda na costa de África, Angola, Benguela, Cabinda, Luango, datada de 24 de setembro de 1783.
Contém: Cópia da Pauta das avaliações das fazendas pertencentes à Casa da Índia, efetuada a 19 de agosto de 1775, em conformidade com o aviso régio de 29 de julho de 1775, contendo 12 folhas manuscritas; Pauta pela qual se há-de regular o Despacho das Mercadorias e o pagamento dos Reais Direitos de 20 por cento na Alfândega Real de Lisboa feita por ordem de Sua Magestade com a formalidade devida segundo o Estado presente e no fim leva todas as declarações que pareceram necessárias para melhor inteligência e se não perverter a boa ordem do Despacho que deve praticar-se na mesma Alfândega, como em todas as mais destes Reinos na forma das reais determinações. Inclui pautas para Quinquilharia; Fazendas de Lã; Fazendas de Linho; Fazendas de Seda; Fazendas que compreendem os géneros pertencentes a Droguistas e Botica. Inclui ainda Cláusulas que constituem parte desta Pauta e devem observar-se na sua execução prática e Cópia da Pauta que serve na Mesa das Drogas da Casa da Índia, com as avaliações para por elas se regular o Direito, com 90 páginas.
Relação dos géneros que Sua Magestade ordena paguem nas Alfândegas os Direitos que pagam pela avaliação que tinham na antiga Pauta, nomeadamente aço, bronze, cobre, chumbo, estanho, ferro, latão e linho, na forma do decreto régio de 28 de março de 1783.
Pauta que há-de servir na Mesa das Drogas da Casa da Índia, com as avaliações seguidas alfabeticamente para por elas se regular o direito, efetuada a 15 de fevereiro de 1776, em conformidade com o aviso régio de 16 de janeiro do mesmo ano.
Cópia da Pauta que serve na Caza da Índia, de todos os géneros de Pezo com as suas competentes avaliações para se regularem os direitos, apresentada por ordem alfabética. A pauta original foi efetuada em conformidade com o aviso régio de 16 de janeiro de 1776.
Pauta que há-de servir para o despacho de todas as fazendas, e géneros que entrarem e saírem pelas Alfândegas dos portos secos, molhados e vedados destes reinos, dada em Lisboa a 4 de janeiro de 1776 e apresentada por ordem alfabética.
Cópia da Pauta das Avaliações que actualmente serve para o despacho de géneros pertencentes à Casa do Paço da Madeira da cidade de Lisboa, dada a 30 de janeiro de 1775.
Pauta das avaliações das madeiras e géneros pertencentes ao despacho do Paço da Madeira para o ano de 1765 até 1769.
Pauta que há-de servir nas Alfândegas destes Reinos para o despacho dos Portos secos, molhados e vedados que hoje corre por conta da Fazenda Real, dada em Lisboa em dezembro de 1752 para começar a ser aplicada em 1753. Foi vista em correição em Faro consecutivamente de 10 de abril de 1807 a 28 de outubro de 1828.
Relação das drogas pertencentes ao despacho da Casa da Índia tirada das pautas por onde se faz o despacho às partes na Mesa das Drogas e Mesa dos Quartos; Relação das Pautas das fazendas pertencentes à Mesa dos Quartos, apresentadas por ordem alfabética e dadas em Lisboa, a 6 de setembro de 1749
Estes processos contém: Despesas com internamento e saúde de reclusos; Despesas com remoção de reclusos; Despesas com alimentação de reclusos; Aposentação de funcionários do Ministério da Justiça; Receitas provenientes de diversos estabelecimentos prisionais; Contratos de fornecimentos vários a estabelecimentos prisionais; Acordos com congregações e demais instituições que apoiam estabelecimentos prisionais, etc.
Documentação acerca de reembolsos pelas câmaras municipais das importâncias do encargo com vencimentos de carcereiros/guardas e com a manutenção e funcionamento das cadeias comarcãs e dos julgados municipais.
Cópia da Pauta das Roupas que serve na Caza da Índia, com as avaliações de todas as Fazendas para por elas se regularem os direitos, apresentada por ordem alfabética e efetuada a 9 de agosto de 1775, por aviso régio de 29 de julho de 1775.
Contém: Foral da Alfândega da Cidade de Lisboa, impresso no ano de 1674, com 104 páginas; Foral e regimento da Alfândega de Lisboa, mandado publicar por alvará de 15 de outubro de 1587 (extraído do Systema ou Collecção dos Regimentos Reais, publicados em 1718 e impresso na Tipografia do Jornal O Progresso, em 1877, com 95 páginas).
Inclui as contas de gerência dos consulados e embaixadas e também são discriminadas as despesas correntes de manutenção, a participação em actividades culturais, comemorações e despesas com a repatriação de nacionais desprovidos de recursos. Das receitas consta a aquisição de impressos para passaportes com a identificação do motivo que leva ao pedido, a relação discriminada da cobrança da taxa militar, com a indicação de nomes, freguesia de origem, etc.
Contém: Pauta que há-de servir na Alfândega destes reinos para o despacho dos portos secos, molhados e vedados, que hoje corre por conta da Fazenda Real, apresentada por ordem alfabética, e dada a 23 de dezembro de 1752; Alvará de 7 de janeiro de 1750 por que Sua Majestade foi servido acrescentar os ordenados e emolumentos dos desembargadores do Paço, Casa da Suplicação e do Porto, e dos corregedores, provedores, ouvidores e mais ministros letrados do Reino e reformar alguns abusos; Alvará de 14 de agosto de 1751 pelo qual Sua Majestade foi servido ordenar que no Reino do Algarve, na província do Alentejo e nas comarcas de Santarém e Setúbal, seja cumulativa a jurisdição criminal de todos os juízes e ministros, e que em todos os ditos territórios tenham os particulares a liberdade para lançarem mão, não só dos salteadores, que por tais forem conhecidos, mas também das pessoas desconhecidas que se fizerem suspeitosas; Lei de 11 de dezembro de 1748 por que Sua Majestade manda observar religiosimamente a imunidade dos ministros públicos, declarando os termos precisos a que ela deve estender-se, e ocorrendo alguns abusos que com o pretexto dela se poderiam praticar; Lei e pragmática de 24 de maio de 1749 por que Sua Majestade proibiu o luxo e excesso dos trajes, carruagens, móveis e lutos, o uso das espadas às pessoas de baixa condição e diversos outros abusos que necessitavam de reforma; Instituição da Companhia Geral de Pernambuco e Paraíba, efetuado a 30 de julho de 1759, incluindo as cláusulas, preeminências, mercês e condições sugeridas pelos nomeados pelo rei para o efeito, a saber: conde de Oeiras [Sebastião José de Carvalho e Melo] , José da Costa Ribeiro, José Rodrigues Bandeira, José Rodrigues Esteves, Policarpo José Machado, Manoel Dantas de Amorim, Manoel António Pereira, Ignacio Pedro Quintela, Anselmo José da Cruz, João Xavier Telles, José da Silva Leque, João Henriques Martins e Manoel Pereira de Faria. Inclui o alvará de confirmação dos 63 capítulos dos Estatutos da Companhia Geral de Pernambuco e Paraíba, dado pelo rei a 13 de agosto de 1759. Listagem manuscrita de decretos, despachos e leis versando diversos assuntos, desde 5 de abril de 1768 (criação de um novo tribunal da mesa censória); Determinação das gratificações a efetuar nas alfândegas e consulados nacionais. Inclui a relação dos géneros estrangeiros sobre os quais se deveria conceder a comutação de 3% de direitos de entrada a favor da navegação portuguesa, dada a 25 de novembro de 1783.
Pauta para o despacho e pagamento dos direitos do Consulado da saída, por forma a harmonizar os pagamentos. Por consulta do Conselho da Fazenda de 22 de maio de 1743, o rei fez promulgar um alvará a 15 de dezembro de 1743 aprovando a nova pauta do Consulado da saída, com a declaração de todas as fazendas e géneros por ordem alfabética, com vista a que os géneros que até então pagavam direitos à razão de 5%, como os que pagavam à razão de 3% passassem a partir de 1 de janeiro de 1744 a pagar uniformemente à razão de 4%.
Contém: Foral da Alfândega de Lisboa (incompleto. Começa na página 5, no capítulo IV) dado a 15 de outubro de 1587; Provisão sobre os engenhos de açúcar no Brasil, dada a 17 de setembro de 1655; Índice do Foral da Alfândega; Regimento do Paço da Madeira da cidade de Lisboa, pelo qual se hão de cobrar e arrecadar os direitos tocantes à fazenda régia, efetuado a 23 de fevereiro de 1604 e apresentado na mesa do Paço da Madeira a 9 de setembro de 1644; Reportório do Regimento do Paço da Madeira; Regimento da Casa dos Cincos da cidade de Lisboa, efetuado a 18 de janeiro de 1620; Alfabeto do Regimento da Casa dos Cincos.
Pauta para o despacho da Alfândega, apresentada por ordem alfabética e impressa em 1731, com declarações finais relativamente às fazendas que pagavam 10 por cento e outros valores.
Entrega de bens à corporação encarregada do culto católico, ao abrigo do Decreto n.º 11887, de 6 de Julho de 1926, na freguesia de Avelar, concelho de Ansião, distrito de Leiria, nomeadamente a Capela de Nossa Senhora da Guia que serve de igreja paroquial com a sua torre, sinos, sacristia e arrecadações anexas; as alfaias, paramentos, vasos sagrados e móveis constantes de inventário da Junta de Freguesia de Avelar e da Comissão Administrativa de Nossa Senhora da Guia; todos os cofres e caixas; todas as jóias e adornos das imagens; a casa de Nossa Senhora da Guia, como residência paroquial, com suas dependências, logradouro e jardim; a Capela de São Roque, da Rapoula e a Capela de Santo Amaro da Rascóia com imagens e objectos de culto; o terreiro de Nossa Senhora da Guia, com coreto, alpendres e barracas; o adro da igreja velha, no Pelourinho e as oliveiras do Santíssimo dispersas pela freguesia, de acordo com o auto de entrega lavrado a 7 de Abril de 1936. Inclui ainda um processo judicial contra José Augusto Medeiros e mulher, Palmira de Figueiredo Medeiros, proprietários de um prédio urbano na qual fizeram uma varanda, que excedeu os limites do seu prédio e abriu janelas sobre uns alpendres de Nossa Senhora da Guia. Contém fotografias a preto e branco do referido alpendre.
Listagem por ordem alfabética dos preços por que se avaliam os panos de lã na Casa dos Cincos à razão de 5 por cento com vista à sua aplicação pelos juízes e oficiais das Alfandegas do Reino do Algarve, com vista a despachar as fazendas e mercadorias que ali vierem pelos preços na pauta declarados.
Pauta da Casa dos Cincos da Alfândega da cidade de Lisboa do ano de 1669. Cópia efetuada por Bento Freire Henriques, escrivão da Alfândega da cidade de Tavira por ordem do Desembargador Superintendente Geral das Alfândegas, José Freire Falcão, a 23 de junho de 1770 para servir no que for aplicável na Alfândega de Tavira.
Concessão de um subsídio de 4.800.000$00 concedido pelo Comissariado do Desemprego, com autorização dos Ministros das Finanças e das Comunicação à Junta Autónoma dos Portos do Sotavento do Algarve destinado às obras de construção da doca de pesca de Vila Real de Santo António. A autorização foi publicada em portaria publicada na 2.ª Série do "Diário do Governo", de 29 de Março de 1956.
Entrega de bens à corporação encarregada do culto católico, ao abrigo do Decreto n.º 11887, de 6 de Julho de 1926, na freguesia de Pussos, concelho de Alvaiázere, distrito de Leiria, nomeadamente a igreja paroquial, a Capela do Carvalhal e a Capela da Loureira com as suas dependências, móveis, paramentos, alfaias, vasos sagrados e imagens, de acordo com o auto de entrega lavrado a 5 de Setembro de 1928.
Entrega de bens à corporação encarregada do culto católico, ao abrigo do Decreto n.º 11887, de 6 de Julho de 1926, na freguesia de Maçãs do Caminho, concelho de Alvaiázere, distrito de Leiria, nomeadamente a igreja paroquial com o seu adro, dependências, móveis, paramentos, alfaias, vasos sagrados e imagens, de acordo com o auto de entrega lavrado a 12 de Outubro de 1928.
Entrega de bens à corporação encarregada do culto católico, ao abrigo do Decreto n.º 11887, de 6 de Julho de 1926, na freguesia de Almoster, concelho de Alvaiázere, distrito de Leiria, nomeadamente a igreja paroquial, a Capela de Santo André; a Capela da Senhora da Conceição; a Capela da Senhora da Esperança; a Capela de Santiago com as suas dependências, móveis, paramentos, alfaias, vasos sagrados e imagens de acordo com o auto de entrega lavrado a 6 de Novembro de 1930.
Entrega de bens à corporação encarregada do culto católico, ao abrigo do Decreto n.º 11887, de 6 de Julho de 1926, na freguesia de Rêgo da Murta, concelho de Alvaiázere, distrito de Leiria, nomeadamente a igreja paroquial, a Capela de Ramalhal e a Capela das Relvas com as suas dependências, móveis, paramentos, alfaias, vasos sagrados e imagens identificados no auto de entrega lavrado a 5 de Outubro de 1928.
Entrega de bens à corporação encarregada do culto católico, ao abrigo do Decreto n.º 11887, de 6 de Julho de 1926, na freguesia de Alvaiázere, concelho de Alvaiázere, distrito de Leiria, nomeadamente a igreja paroquial, a Capela de Nossa Senhora da Piedade; a Capela de Santo António; a Capela de Nossa Senhora do Amparo; a Capela de Santo Amaro, com todas as suas dependências, móveis, paramentos, alfaias, vasos sagrados e imagens, de acordo com portaria publicada no "Diário do Governo", n.º 244, de 23 de Outubro de 1928. Não consta o auto de entrega dos bens solicitados.
Entrega de bens à corporação encarregada do culto católico, ao abrigo do Decreto n.º 11887, de 6 de Julho de 1926, na freguesia de Maçãs de Dona Maria, concelho de Alvaiázere, distrito de Leiria, nomeadamente a igreja paroquial, a Capela de São Neutel e a Capela de São Brás, no lugar das Ferrarias; a Capela de São Brás no lugar das Cabeças; a Capela de São Sebastião, com os seus adros, dependências, móveis, paramentos, alfaias, vasos sagrados e imagens de acordo com auto de entrega lavrado a 22 de Janeiro de 1929.
Envio dos nomes dos técnicos engenheiros agrónomos, silvicultores e regentes agrícolas que prestavam serviço nos organismos dependentes do Ministério das Finanças com vista a receberem gratuitamente as publicações da FAO.
Livro de registo de todas ordens régias que chegaram à Alfândega da Figueira da Foz do Mondego para a boa administração e arrecadação da Real Fazenda. O primeiro registo data de 20 de outubro de 1680 e o último de 12 de fevereiro de 1751.
O Grémio Nacional dos Editores e Livreiros solicitou ao Ministério das Finanças a indicação dos livros e outras publicações editados pelos diversos organismos dele dependentes com vista à sua divulgação na 26.ª Feira do Livro.
Livro de registo de provisões e demais papeis, como treslados de cartas do Conselho da Fazenda, pertencentes aos registos da Alfândega de Buarcos / Figueira da Foz do Mondego. No termo de encerramento refere-se que foi iniciado a 12 de março de 1678.
A revista internacional "Archivum", publicada sob os auspícios do Conselho Internacional dos Arquivos solicitou à Inspecção Superior das Bibliotecas e Arquivos o pedido de preenchimento de um inquérito com vista a ser publicado no vol. XXIV, de 1974 da revista. Da parte do Ministério das Finanças o questionário, com cópia inclusa no processo, foi preenchido pelo Arquivo Histórico do Ministério das Finanças, único departamento congénere.
Livro de registo das fianças do mar lançadas na Alfândega de Vila do Conde, com declaração das embarcações saídas desta localidade e identificação da carga transportada e seu destino.
Ofício-circular n.º 109 referente ao encerramento dos serviços dependentes do Ministério das Finanças, limitados à cidade de Lisboa, depois do almoço, devido à chegada no dia 28 de outubro de 1955 do Presidente da República proveniente da Grã-Bretanha. A bandeira nacional devia ser hasteada nos edifícios públicos, civis e militares de todo o país.
Pauta das avaliações das Fazendas porque atualmente se despacham na Alfândega Maior da cidade de Lisboa, copiada e entregue a 11 de setembro de 1771 na Alfândega de Aveiro, juntamente com várias amostras seladas com o selo da Alfândega de Lisboa e da Alfândega do Porto. A pauta apresenta-se por ordem alfabética de acordo com os diversos produtos.
Obras de arranjo e decoração dos corredores do 1.º piso das instalações do Tribunal de Contas tendo a Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais elaborado o respetivo projeto
Livro do registo da carga e fábrica da galera inglesa "Apollo", carregada de fazendas secas cujo mestre era Diogo Tobim e o capitão João Tobim, naufragada nas praias ao norte de Nossa Senhora da Nazaré na noite de 4 para 5 de dezembro de 1735, por ordem régia de 11 de janeiro de 1736 passada pelo Conselho da Fazenda, que se encontra no início deste livro. O registo foi iniciado a 17 de janeiro de 1736 e terminado a 15 de março de 1746 na Alfândega da Figueira da Foz.
Ofício-circular determinando que nos diversos serviços dependentes do Ministério das Finanças seja hasteada a bandeira nacional nos domingos e dias feriados entre as 9 horas e o pôr-do-Sol. A Junta do Crédito Público informa que, devido à transferência das suas instalações para o rés-do-chão do novo edifício do Ministério das Finanças, é-lhe impossível cumprir o estabelecido.
Livro manuscrito com os bordados dos uniformes devidamente ilustrados nomeadamente: n.º 1 (administrador geral); n.º 2 (director); n.º 3 (escrivão da pena grande); n.º 4 (tesoureiro geral); n.º 5 (guarda-mor); n.º 6 (verificador); n.º 7 (selador-mor) n.º 8 (porteiros); n.º 9 (administrador do mor); n.º 10 (intendente dos armazéns); n.º 11 (escrivães da descarga); n.º 12 (contadores); n.º 13 (escrivães das mesas do despacho do tabaco, das declarações e dos emolumentos); n.º 14 (guarda-livros, com o canhão liso, guarda de armazém, com o canhão do n.º 15, escrivão do expediente); n.º 15 (com o canhão liso, aspirante de 1.º classe); n.º 16 (oficiais da livraria); n.º 17 (aspirantes da 2.ª classe); n.º 18 (contínuo. Com dois galões no canhão é o meirinho-geral); n.º 19 (escrivão do meirinho); n.º 20 (moços); n.º 21 (porteiro das arrematações); n.º 22 (administrador geral); n.º 23 (director); n.º 24 (escrivão da Mesa Grande); n.º 25 (tesoureiro geral); n.º 26 (guarda-mor), com indicação de estar relacionado com o artigo 88.º do decreto de 13 de janeiro de 1894.
Abertura de porta que, do Terreiro do Paço, dava acesso ao pátio central do edifício-sede do Ministério das Finanças, utilizada então pelo armazém de automóveis usados entregues à Fazenda Pública.
Pedido de entrega de bens feita pela corporação encarregada do culto católico, ao abrigo do Decreto n.º 11887, de 6 de Julho de 1926, na freguesia e concelho da Batalha, distrito de Leiria, nomeadamente um conjunto de bens móveis no monumento da Batalha, discriminados pelos respectivos altares; uma igreja velha situada no centro da vila da Batalha; uma pequena capela da Senhora do Caminho; a Capela de Santo António situada no lugar de Robolaria; a Capela de São Bento, no lugar da Casa do Mato; a Capela do Senhor dos Aflitos no lugar da Golpilheira; a Capela de Nossa Senhora da Conceição no lugar das Brancas; a Capela de Santo Antão; a Capela de Nossa Senhora da Vitória com todas as suas dependências e objectos de culto devidamente identificados na listagem que acompanha o pedido, assim como capitais mutuados e o domínio directo de diversos foros. Do pedido consta que não são reclamados objectos de prata roubados após o arrolamento de 1911, pelo que a Comissão Central solicita ao administrador do concelho da Batalha investigação sobre o referido roubo, tendo-se apurado por declarações verbais que o roubo dos objectos da prata da igreja da vila, fora praticado na noite de 31 de Julho para 1 de Agosto de 1913, não se tendo então apurado a responsabilidade do mesmo.
Pedido de entrega de bens feita pela corporação encarregada do culto católico, ao abrigo do Decreto n.º 11887, de 6 de Julho de 1926, na freguesia de São Mamede da Serra, concelho da Batalha, distrito de Leiria, nomeadamente a igreja paroquial com todas as suas dependências e objectos de culto; o terreno que cerca a igreja e lhe serve de adro com oliveiras; 123 oliveiras; uma barraca situada nesse adro e que serve de arrecadação um pequeno terreno com 15 oliveiras e alguns pinheiros; um pequeno terreno no sítio da Barreira de Água com 15 oliveiras e alguns pinheiros; a Capela do lugar do Casal Vieiro com os seus objectos de culto; um quintal situado perto da igreja; um quintal muito pequeno situado junto ao adro da igreja.
Reforma dos estatutos da Irmandade da Santa Casa da Misericórdia e Hospital da Vila da Lourinhã, distrito de Lisboa, e aprovação dos estatutos da cultual denominada "Misericórdia da Lourinhã".
Pedido para ser aberta ao culto a igreja de Nossa Senhora do Cabo em Linda-a-Velha, freguesia de Carnaxide, no concelho de Oeiras. Os habitantes do lugar de Linda-a-Velha fizeram uma representação à junta de paróquia daquela freguesia para que lhes fosse entregue a capela de Nossa Senhora do Cabo, sita em Linda-a-Velha, para o que se estão constituindo em associação de beneficiência por forma a legalmente poderem tomar conta da capela.
Ofício da Comissão Central de Execução da Lei da Separação sobre a aprovação dos estatutos da associação cultual Irmandade do Santíssimo Sacramento, sita na freguesia de Oeiras e reclamação da referida associação solicitando a realização do culto na igreja da corporação, perante a ingerência da associação cultual Marquês de Pombal.
Reclamação dos bens arrolados pela Junta de Paróquia da freguesia de Condeixa-a-Nova, do distrito de Coimbra. A Comissão Central de Execução da Lei da Separação deliberou mandar entregar foros e capitais reclamados e indeferir relativamente ao pedido do relógio incorporado no edifício da igreja e outros bens solicitados não especificados no processo.
Pedido para a reabertura e a restituição ao culto católico da capela do Senhor Jesus dos Navegantes, em Paço de Arcos. O pedido inicial foi feito por D. Vitória Barbosa de Oliveira Martins «viúva do historiador português Joaquim Pedro de Oliveira Martins», seguindo-se um abaixo-assinado de 242 habitantes de Paço de Arcos e uma petição do prior Manuel Marques de Lemos. A capela do Senhor Jesus dos Navegantes, em Paço de Arcos, casas contíguas e várias outras propriedades foram legadas por D. Maria Clara Menezes à extinta confraria de Nossa Senhora da Doutrina, passando estes bens para a posse do Hospital de São José e, por Paço de Arcos não constituir freguesia, não sendo possível a constituição de uma cultual para administrar a capela, o assunto foi mandado arquivar.
Por oficio da da Administração do Concelho de Mafra a Comissão Central de Execução da Lei da Separação é informada do roubo na casa de José Pedroso, vogal da Irmandade do Santíssimo, na freguesia de Cheleiros, cujos estatutos foram aprovados. Inclui lista dos bens roubados que foram entretanto recuperados e entregues em juizo, com os autores do roubo.
Reclamação dos bens arrolados pela Junta de Paróquia da freguesia de Belide, do concelho de Condeixa-a-Nova e distrito de Coimbra. Após investigação, a Comissão Central de Execução da Lei da Separação deliberou mandar entregar à Junta reclamante os bens considerados sob a epígrafe de imóveis e manter na posse do Estado os denominados móveis. No auto de entrega, lavrado a 12 de Maio de 1916 os bens foram detalhadamente descritos.
Reclamação de bens pela Junta de Paróquia da freguesia de Bendafé, do concelho de Condeixa-a-Nova e distrito de Coimbra, não apresentando contudo qualquer documento comprovativo da propriedade dos bens, pelo que a Comissão Central de Execução da Lei da Separação deliberou mandar arquivar o processo.
Reclamação de bens arrolados pela Junta de Paróquia da freguesia de Sebal Grande, do concelho de Condeixa-a-Nova e distrito de Coimbra. A reclamação foi desatendida por falta de fundamento e de provas de propriedade.
Reclamação de bens arrolados pela Junta de Paróquia da freguesia de Zambujal, do concelho de Condeixa-a-Nova e distrito de Coimbra. A Comissão Central de Execução da Lei da Separação deliberou mandar restituir à Junta o cemitério e cinco baldios reclamados e indeferir a pretensão relativamente à igreja, residência e passal arrolados.
Averiguações sobre a existência de olivais do Estado de que lucram particulares, transgredindo dessa forma a Lei da Separação do Estado das Igrejas, na freguesia de Enxara do Bispo, concelho Mafra, devido a notícia do jornal "O Povo" de 26 de Junho de 1914, cujo recorte se encontra no processo.
Reclamação de bens arrolados pela Junta de Paróquia da freguesia de Anobra, do concelho de Condeixa-a-Nova e distrito de Coimbra. Não tendo a Junta reclamante especificado que bens pretende restituídos, a Comissão Central de Execução da Lei da Separação deliberou indeferir o pedido.
Propostas de nomeação para o cargo de tesoureiro da Comissão Concelhia dos Bens das Igrejas do concelho de Mafra do distrito de Lisboa devido ao falecimento do então ocupante do cargo, Serafim da Paz Medeiros.
Arrolamento adicional de bens pertencentes à freguesia de Belide, do concelho de Condeixa-a-Nova e distrito de Coimbra, nomeadamente uma casa junto à igreja, denominada "casa da fábrica".
Aprovação dos estatutos da Irmandade do Santíssimo Sacramento, erecta na freguesia de Nossa Senhora da Consolação da Arrentela, concelho do Seixal, distrito de Lisboa, a fim de se encarregar do culto na freguesia.
Resposta fornecida pela Comissão Concelhia de Condeixa-a-Nova, do distrito de Coimbra, à circular n.º 16 de 26 de Novembro de 1915 sobre a administração dos bens pelas várias juntas de freguesia daquele concelho.