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Prato pintado com suporte metálico para pendurar; Com inscrição de Mário Sacramento, "Façam o mundo melhor não me obriguem a voltar cá"
Prato pintado com suporte metálico para pendurar; Com identificação do local onde nasceu e viveu 15 anos Mário Sacramento (Largo do Pitão, Ílhavo)
Medalhas da série "Infantes de Portugal": D. Duarte, D. Pedro, D. Henrique, D. João, D. Fernando; Dentro de um estojo vermelho (19,5x29 cm)
Referência à oferta de periódicos e ao convite para participar na comissão de honra nacional das comemorações dos "Esteiros" de Joaquim Soeiro Pereira Gomes
Agradece o envio das fotografias tiradas no ato da celebração da escritura da constituição do Museu do Neo-Realismo.
Refere convite para sócio fundador.
Em resposta à visita de 4/2/91, referência à apreciação e conclusões
Refere avaliação nas futuras instalações : condições, ambientes, segurança e iluminação
Cartão de agradecimento pelo aniversário
Referência à Planta, um Projeto de Américo Silva, no âmbito da Exposição "Entre a Realidade e a Utopia: o Movimento Neo-Realista".
Referência à Planta, um Projeto de Américo Silva, no âmbito da Exposição "Entre a Realidade e a Utopia: o Movimento Neo-Realista".
Catálogo Relativo à 1ª Exposição Permanente, igualmente intitulada: "Entre a Realidade e a Utopia - o Movimento Neo-Realista".
Referência à Planta, um Projeto de Américo Silva, no âmbito da Exposição "Entre a Realidade e a Utopia: o Movimento Neo-Realista".
Referência à Planta, um Projeto de Américo Silva, no âmbito da Exposição "Entre a Realidade e a Utopia: o Movimento Neo-Realista".
Referência à Planta, um Projeto de Américo Silva, no âmbito da Exposição "Entre a Realidade e a Utopia: o Movimento Neo-Realista".
Refere a aceitação do Alberto Vilaça no grupo de sócios Fundadores de Associação Promotora do MNR.
Refere com agrado a criação do Museu do Neo-Realismo
Refere intenção de doação do quadro "Suburbio", 1949.
Refere: Centro de Documentação | Arquivo, Biblioteca | Utilizadores e Consultas | Centro de Exposições.
Refere os estatutos a definir à Associação Promotora, da parte jurídica do Município de Vila Franca de Xira
Última intervenção pública de Mário Sacramento, no Velho Teatro Aveirense
Fotografia publicada na pág.54 do livro "Fernando Namora", de Mário Sacramento
Fotografia foi capa da edição comemorativa do 16 de maio de 1828 - Mártires da Liberdade
Topónimos: Rua das Tílias; Rua da Estação; Rua João Quítalo; Rua Francesco Venturini; Rua Cais da Pedra; Praceta Quinta de Santo António.
Escritura celebrada no escritório do tabelião Francisco Maria da Costa, em Vila Franca de Xira. Mariana Vitória Salgado, viúva de António Manuel Salgado, moradora na cidade de Lisboa, representada por Caetano Roquete, e Joaquim José de Sousa, lavrador, morador em Vila Franca de Xira, celebraram um contrato de sociedade em que o segundo outorgante acordou pagar anualmente 144.000 réis, seis alqueires de legumes sorteados, toda a despesa da fábrica e pagamento de pensões das terras para exploração de seis moios e quinze alqueires de terras na denominada "Morraceira de Alhandra", nas lezírias do termo de Alhandra. Foram testemunhas: Francisco José da Silva, caixeiro do sócio, e José António Teixeira, ambos moradores em Vila Franca de Xira.
Escritura celebrada na presença do tabelião Francisco Maria da Costa, em Vila Franca de Xira, na Praça, e em casa de Joaquim José Rodrigues Casaleiro, negociante, e de sua mulher, Gertrudes Narcisa Inácia Barbosa. Estes fizeram aforamento fateusim perpétuo a Joaquim da Silva Lilaia, mareante, e sua mulher, Maria Bárbara, pelo foro anual de 40.000 réis, de uma propriedade de casas situadas na Rua da Ribeira, em Vila Franca de Xira, compostas de sobrados, lojas e quintal. Foram testemunhas: José de Pinho, lavrador, e José da Silva Caldeira, escrivão do almoxarifado de Povos e Castanheira, ambos moradores em Vila Franca de Xira.
Escritura celebrada na presença do tabelião Francisco Maria da Costa, em Vila Franca de Xira, na Rua da Barroca, em casa de Maria Bárbara, viúva de José Rodrigues Casaleiro. Esta aforou a Luís António, trabalhador, e sua mulher, Maria do Nascimento, em fateusim perpétuo e pelo valor anual de 7.200 réis, um bocado de terra com 15 pés de oliveiras contígua ao rio Barbas de Bode, junto à Gorita, limite de Vila Franca de Xira. Foram testemunhas: José António de Oliveira, algibebe, e Manuel Gonçalves, criado de servir, ambos moradores em Vila Franca de Xira.
Reprodução da fotografia original em postal