Escritura celebrada na presença do tabelião Francisco Maria da Costa, em Vila Franca de Xira, na Rua do Açougue, em casa do padre João Batista Carrilho.
Maria Eugénia de Campos, Cândida Fausta Miquelina de Campos, Ana Ludovina de Campos, Joana Margarida de Campos, Narcisa da Conceição e Campos e Mariana Rosália da Conceição e Campos, não tendo notícia de seu irmão e tio, António Carrilho de Campos, que se havia ausentado para o Brasil há mais de trinta anos, e tendo obtido a administração dos bens que lhe pertenciam por falecimento de seus pais, Miguel Carrilho de Campos e Joaquina Batista da Silva, obrigaram-se a entregar a seu irmão e tio, António Carrilho de Campos, caso regressasse, ou a seu procurador, a parte dos bens que cada uma delas recebeu.
Joaquim José de Sousa, solteiro, escrivão da receita e despesa do Almoxarifado da Malveira, foi fiador das outorgantes.
Foram testemunhas: Joaquim José Barbosa Montanha, solicitador, e Cândido Brás da Fonseca, alfaiate, ambos moradores em Vila Franca de Xira.