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Escritura celebrada em casa de António Francisco, mestre ferreiro, na Rua Nova do Cais, em Vila Franca de Xira, tendo-se deslocado ali o tabelião Francisco José da Costa. António Francisco concede ao seu filho, Fortunato da Cruz, a faculdade de o representar na administração dos seus bens e estabelecimento.
Escritura celebrada em casa de António Francisco, mestre ferreiro, na Rua Nova do Cais, em Vila Franca de Xira, tendo-se deslocado ali o tabelião Francisco José da Costa. António Francisco concede emancipação aos seus filhos Joaquim Francisco da Cruz, João Francisco da Cruz e Maria do Carmo, reconhecendo-lhes capacidade para governarem sua pessoa e bens.
Traslado da escritura de partilha amigável de bens celebrada a 20 de novembro de 1920 em casa de Joaquim José da Silva Vidal, na Rua Almirante Cândido Reis, em Vila Franca de Xira, onde Manuel Roberto da Cunha Nogueira, ajudante em exercício do notário Artur Martins de Paiva, se deslocou. Compareceram os outorgantes Maria Luísa Dias da Silva Vidal, viúva, moradora em Vila Franca de Xira, Joaquim José da Silva Vidal e esposa Mariana Rosa da Silva Vidal, sendo todos proprietários. Por falecimento de Joaquim Vidal Júnior, a 27 de novembro de 1919, sem testamento e sem descendência, sendo únicos herdeiros dele, a sua esposa, Maria Luísa Dias da Silva Vidal, e Joaquim José da Silva Vidal fizeram a partilha extrajudicial dos bens a seguir designados: loja de fazendas e recheio desta situada na Rua Almirante Reis, em Vila Franca de Xira; mobília; quota de 10% no quinhão da sociedade comercial “Patrício Dias da Silva, Sucessores”; quota de 10% no quinhão da sociedade familiar dos herdeiros do falecido Patrício Dias da Silva, constituído com bens indivisos deste casal; casas situadas na Avenida Pedro Vítor, na Rua de Baixo e no Largo do Terreirinho; armazém na Rua Garrett; vinhas em [A-de-Barrão] e Santa Sofia; domínio direto de uma casa situada na Rua da Bélgica; casa arruinada e cerrado localizados em Mouta Cimeiro; olivais no Vale da Barroca, limite da Galeguia e Vinha dos Vales e terra com sobreiros na Poça, limite da Gesteira. Foram testemunhas: Raul d’Almeida Cabral, alfaiate, e Tomás Pedro da Costa, comerciante, ambos moradores em Vila Franca de Xira.
Maria Aurélia Lopes, viúva, proprietária, moradora em Vila Franca de Xira, e Luísa Aurélia Bento, viúva, proprietária, moradora nas Cachoeiras, vendem a Joaquina Aurélia Lopes Marques e seu marido, José Marques, proprietários e moradores nos Cadafais, concelho de Alenquer, pelo preço de 2.000 escudos, as suas terças partes do prédio urbano situado no lugar da Fonte, freguesia das Cachoeiras, composto de casas de habitação, lojas, primeiro andar, sótão, adega e quintal e que receberam por inventário orfanológico a que se procedeu por óbito de Aurélia Maria Filipe, viúva e mãe das outorgantes. Foram testemunhas Júlio da Silva Matos Pelouro, secretário da administração do concelho, e Joaquim da Siva Cardoso, comerciante, ambos moradores em Vila Franca de Xira.
Contém certidão de 11 de janeiro de 1863, passada pelo tabelião Teófilo José de Penedo, reportando-se à escritura de reconhecimento realizada a 15 de novembro de 1851 entre Matias Pedro e Francisco António dos Prazeres, no escritório do tabelião António José de Sousa Pinto Júnior, em Vila Franca de Xira. Matias Pedro era possuidor de umas courelas denominadas “A Gadelha”, que se compunham de vinhas, árvores de fruto e casa, provenientes do seu casamento contraído com Maria do Rosário, sendo foreiras a Maria Francisca d’Almeida Porto Carreira, da vila da Castanheira, com foro anual de 3.000 réis, duas galinhas e laudémio de quarentena. Maria do Rosário tinha celebrado uma escritura de compra, a 10 de abril de 1850, com Miguel da Costa e a mulher deste, Maria Eugénia, sendo as courelas de terra foreiras a Maria Francisca. O suplicante, Francisco António dos Prazeres, pretendia obter o reconhecimento da escritura, uma vez que já tinha a autorização da senhoria, Maria Francisca.