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Anexo carta da Ordem dos Médicos
Documentação vária relativa ao Museu do Neo-Realismo, 2007: -I - Atividades no Auditório do Museu do Neo-Realismo; -II - Construção do Museu do Neo-Realismo; -III - Apresentação do Museu do Neo-Realismo à Imprensa; -IV - Inauguração do Museu do Neo-Realismo; -V - Divulgação da Câmara Municipal de V.F.X. sobre o Museu do Neo-Realismo; -VI - Blogs sobre o Museu do Neo-Realismo
Instrumento de escritura de venda, dívida e obrigação realizada na vila de Alhandra, na casa do despacho da Santa Casa da Misericórdia de Alhandra. Estavam presentes o provedor, sargento-mor Manuel de Jesus Araújo, o alferes José Félix de Sousa, tesoureiro maior e mais oficiais conselheiros. Estavam ainda presentes Francisco da Costa Leal, mestre pedreiro, e sua mulher, Joana Teresa de Jesus, todos moradores na vila de Alhandra. Pelo provedor, oficiais e mesários foi dito que, como administradores da dita misericórdia, tinham colocado em hasta pública a venda e arrematação de umas casas que a mesma instituição possuía, e que lhe foram adjudicadas em execução que tinham feito aos herdeiros de Francisco Boca do Rio, campino. As casas eram térreas e situavam-se na Rua de Trás da cadeia da vila de Alhandra, constando de várias lojas e de um chão, para o lado do Grilo. Confrontavam pelo Nordeste com a Travessa do Joanica e pelo Sudoeste com o quintal e casas de Pedro Dias, tendeiro. Francisco da Costa Leal ofereceu 1.500 réis na arrematação dessas casas, resultando a escritura realizada a 17 de setembro de 1813, que foi atestada por Joaquim José Batista Nogueira, juiz de fora das vilas de Alhandra, Alverca e seus termos, órfãos, sisas e direitos reais. Pagou de sisa 15.100 réis. Foram testemunhas: João Batista da Fonseca, tabelião companheiro, José Félix Coelho, irmão da misericórdia, e, a rogo do comprador, assinou o alfaiate Júlio José Freire, todos moradores em Alhandra.
"Caderno diário de Português do 7º ano oferecido pelo Professor Dr. José Tavares ao Mário Sacramento, mais tarde, aí por volta 1968" (informação contida num cartão)
Refere também a obra "Alves Redol e o Neo-Realista Português", de Ana Paula Ferreira.
"Só a unidade pode vencer a opressão", Mário Sacramento (Carta-Testamento Inédito)
1ª Edição - Edições Colibri: Associação Promotora do Museu do Neo-Realismo.
In: "Seara Nova", Julho de 1960
Contém vários desenhos de Mário Sacramento para os seus filhos; Poema lexicográfico, da separata do «Grande Dicionário de rimas em verso», best-seller da última feira da ladra; Poema para Clarinha e para o Rui, escrito por Mário Sacramento em Caxias (1 jun. 1953); Contém também uma foto de Mário Sacramento no café, foto essa que também se encontra na obra "Diário" (13 fev. 1968), p.211
Prémio da "Sociedade dos Antigos alunos do Liceu de Aveiro", a Mário Sacramento
Refere que Lobo Antunes é apontado como o sucessor de Alves Redol e Fernando Namora.
Escritura celebrada no escritório do tabelião Francisco Maria da Costa, em Vila Franca de Xira. O padre Francisco Rodrigues Casaleiro, secular, aforou a Domingos da Silva de Pinho, pela quantia anual de 30.000 réis, uma propriedade de casas altas situadas na Rua da Ribeira, em Vila Franca de Xira, composta de sobrados, lojas e quintal. Foram testemunhas: António de Sousa Martins, mestre sapateiro e João Bernardino, mestre tanoeiro, ambos moradores em Vila Franca de Xira.
Referência a obra Cancioneiro do Ribatejo, Alves Redol, p.18.
Traslado do aforamento realizado a 1 de abril de 1869, reportando-se a ato de 7 de setembro de 1849, realizado em Alhandra, no escritório do tabelião Teófilo José de Penedo. Estavam presentes os mesários da Santa Casa da Misericórdia de Alhandra, em que era provedor José Dionísio de Sousa Aguiar Barreto, e Manuel Tomé, carpinteiro, morador em Alhandra. A Santa Casa da Misericórdia de Alhandra era senhora e possuidora de várias propriedades e de uma morada de casas situadas na Rua de Trás da vila de Alhandra. O segundo outorgante disse que essa propriedade lhe tinha sido dada de aforamento, tendo-lhe sido deferida essa pretensão. Ficou estabelecido que devia ser pago um foro anual de 6.000 réis a 1 de outubro de cada ano, sem quebra ou falta, sendo o aforamento de natureza fateusim perpétuo. Tanto o foreiro como os seus sucessores ficaram obrigados a realizar benfeitorias na propriedade, não podendo esta ser subenfiteuticada sem a licença da senhoria direta, sendo, no caso de venda, acertados os devidos foros e laudémios. Foram testemunhas: Manuel Vaz Mendes de Carvalho, caixeiro de mercearia, e Manuel Joaquim d’Oliveira, alfaiate, moradores em Alhandra. Contém ainda nota no canto superior esquerdo do f. 1 referindo: "Apresentação n.º 2 do dia 8 de abril de 1871".
Execução de trabalhos de intervenção em caixa de visita permanente existente e apeamento de cabos aéreos; Condicionamento: Estrada do Adarse; Solicitado pela empresa: Viatel, S.A.
Realização da III Feira das Tertúlias; Condicionamento: Parque Urbano do Cevadeiro; Praça de Touros Palha Blanco; Rua Alves Redol; Rua Luís de Camões; Largo 5 de Outubro; EN10.
Execução de trabalhos de intervenção em caixa de visita permanente existente e apeamento de cabos aéreos; Condicionamento: Rua Capitães de Abril; Solicitado pela empresa: Viatel, SA.
Execução de trabalhos de intervenção em caixas de visita permanente existentes, para reparação de fibra ótica, na Rua Dom Tomás de Almeida e Rua Dr. Augusto Batalha Solicitado pela empresa VIATEL, SA Condicionamento: Rua Dom Tomás de Almeida e Rua Dr. Augusto Batalha
In: "Litoral", ano XII, Nº 597, 16 de Abril de 1966; Artigo incompleto; Referência a Mário Sacramento
In: "Agora", ano VII, nº 330, 11 de Novembro de 1967, p.2; Referência a Mário Sacramento
In: "Les lettres françaises", 21 de Fevereiro de 1968, p.4-5; Sem referência a Mário Sacramento; Tradução do título: viver e falar; Este artigo está em francês
In: "Brotéria",vol.LXXXVI, nº6, Junho de 1968, p.790-805;805-813
In: "Vértice", vol. XXVIII, nº298, Julho de 1968
Referência que para assinalar o 1.º aniversário da morte de Alves Redol, houve uma palestra realizada pelo Dr. Luís de Oliveira Guimarães. Também levaram à cena a peça "Maria Emília" e um colóquio sobre a vida e obra, realizado por Urbano Tavares Rodrigues.
Sem referência a Mário Sacramento;Contém 8 partes em que a primeira parte têm o título de "Alexandre Conceição", 2- "Alexandre da Conceição no campo político", 3-"Alexandre da Conceição candidato a deputado republicano; 4-"Alexandre da Conceição no campo da litratura e da crítica", 5- "Alexandre da Conceição polemisto" 6- "Alexandre da Conceição plemista", 7- "Alexandre da Conceição no último acto da sua vida", 8- "Antes e depois da morte Alexandre da Conceição e os ílhavos; E com as datas de: primeira parte 18/10/1951, 2 parte 21/10/1951, 3 parte 23/10/1951, 4 parte 25/10/1951, 5 parte 30/10/1951, 6 parte 6/11/1951, 7 parte 9/11/1951, 8 parte 13/11/1951; In: "República", 18 de Outubro de 1951 a 13 de Novembro de 1951; Contém ainda envelope com o nome de Alexandre da Conceição
In: "Les lettres françaises", 14 de Fevereiro de 1968, p.3-8; Sem referência a Mário Sacramento; Tradução do título: Viver e falar; Este artigo está em francês
Construção de muro de suporte no âmbito da empreitada de execução de estruturas de contenção; Condicionamento: Rua da República.
In: "Gazeta musical e de todas as artes", ano VIII, 2ª série, nº 87, junho de 1958; A "Gazeta musical e de todas as artes" é uma separata de Vértie, de 1958
Contém uma carta dirigida ao Centro Popular, a comunicar que estão a reunir documentação para poderem colocar no Museu Alves Redol em Montreal.
Referência ao Centro Popular , campanhas e a decisão do autor referente aos seus direitos de autor.
Junto estava crítica sobre Vasco da Gama Fernandes
Referência a edição "Contos de Natal" com a colaboração de Mário Sacramento
Notícia a confirmar o desmentido de Sophie de Mello Breyner
Notícia sobre o desmentido de Sophie de Mello Breyner Andersen; Confirmam o dementido, além de Sophie de Mello Breyner, Natália Correia, Mário Sacramento, Fausto Lopo de Carvalho, Urbano Tavares Rodrigues, Francisco Sousa Tavares e Luiz Francisco Rebello
Referência ao Centro Popular Alves Redol, que se vai instalar em Vila Franca de Xira.