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Realização de trabalhos de betonagem, no âmbito da construção de moradia unifamiliar; Condicionamento: Rua José Cardoso Pires; Solicitado por: Ivo Paulo Ferreira Abreu.
Contém procuração lavrada no escritório do tabelião António Tertuliano Soares Leite, em Alhandra. Nela, Ana Rosa Pereira de Lima, viúva de José Casimiro do Cruz, institui como seu procurador Augusto José Pires Chaves, para que este trate das dívidas da Câmara Municipal de Alhandra ao seu falecido marido. Assinou, a pedido da outorgante, Manuel Joaquim de Oliveira, alfaiate. Foram testemunhas: Caetano Ricardo Gordo da Rocha, proprietário, e Pedro Maria de Sousa, farmacêutico, todos moradores em Alhandra.
Contém procuração lavrada no escritório do tabelião Teófilo José de Penedo a 18 de junho de 1869, em Alhandra. Nela, Henrique Anselmo, casado, proprietário e morador no Casal da Boavista, freguesia de São Miguel das Cardosas, julgado de Arruda, estabelece como seu procurador Venâncio José d’Oliveira e Carmo, da vila de Alenquer, para instaurar no Juízo Ordinário de Arruda, processo contra Custódio Filipe, Joaquim Luís e António Luís. Foram testemunhas: João Fortunato Leitão Júnior, lavrador, e Marcelino Pereira dos Santos, barbeiro, moradores em Alhandra.
Estacionamento de viatura na via pública, para apoio nos trabalhos de mudanças de mobiliário Condicionamento: Rua Almeida Garrett, Rua Alves Redol; Rua Serpa Pinto; Rua Dr. Manuel de Arriaga; Avenida do Combatentes da Grande Guerra Solicitado por Maria da Ascensão de Sousa Rocha
Instrumento de aforamento em vidas e obrigação, realizado em Alhandra no escritório do tabelião Cristóvão de Frias Nobre. Estavam presentes Ângelo José de Sá, lavrador e morador em Alhandra, como procurador do conde de Vila Flor, e João Batista, lavrador, e sua mulher, Gregória Maria, moradores no lugar do Sobral de Alverca. O procurador afirmou que se achava na posse, usufruto e administração do vínculo chamado "Lobo", instituído por António de Sousa, o "braço de prata", que pertencia a uma terra localizada no sítio da cigana, junto à Quinta de Figueira, termo de Alverca, confinando pelo Nordeste e Sudoeste com a terra e vinha de João Batista e mulher, pelo Norte com a estrada real, pelo Sul com a fazenda e bacelo do sargento-mor, Manuel da Rocha. O foro a pagar em vidas por João Batista e sua mulher era de seis alqueires de trigo bom, pagos a 15 de agosto de cada ano, sendo livre de décimas e mais pensões para o senhor direto. A terra foi avaliada em vistoria no valor de 35.000 réis no ano de 1801. Para que a escritura fosse válida, o conde de Vila Flor, António José de Sousa Manuel de Meneses Severim e Noronha, passou para a sua mulher, a condessa de Vila Flor, D. Maria José do Livramento e Melo, um alvará de procuração, autorizando-a a administrar a sua casa durante a sua ausência em viagem pelo Rio de Janeiro, podendo arrendar e aforar todos os seus bens tanto livres, como de morgados, de coroa e ordens professas, cobrando rendas, foros, tenças, juros reais, entre outras coisas. O alvará foi passado a 27 de agosto de 1817, em Lisboa, na presença do tabelião Luís Lobo de Azevedo e Vasconcelos. Nesta sequência, a condessa atribui poderes de representação a Ângelo José de Sá, para a representar a si e a seu marido no emprazamento celebrado com João Batista. Foram testemunhas: Manuel Joaquim dos Santos, que assinou a pedido da foreira Gregória Maria por esta não saber escrever, Júlio José Freire, alcaide da vila de Alhandra e Francisco José, mestre sapateiro, todos moradores em Alhandra.
Escritura de venda e reconhecimento realizada em Alhandra, no escritório do tabelião Cristóvão de Frias Nobre. Estavam presentes, como vendedores, Joaquim Duarte, de apelido "o carapeta filho", campino, e sua mulher, Leandra da Purificação, e, como comprador, José Luís, marceneiro, todos moradores em Alhandra. Pelos vendedores foi dito que, por óbito de sua mãe e sogra, Maria Joaquina, que sobreviveu ao seu segundo marido, Isidoro Batista, se achavam na posse de uma morada de casas térreas, situadas na parte norte da Rua das Pedreiras, na vila de Alhandra, que se constituía por duas lojas e um quintal. Confrontava pelo Norte com a calçada de tijolo da igreja matriz de Alhandra e pelo Nordeste com o quintal e pardieiros de José Dionísio d’Aguiar Barreto. Eram foreiros em 700 réis anuais, vencidos em dezembro de cada ano, à Confraria de Nossa Senhora do Rosário da igreja matriz de Alhandra, com laudémio de vintena, e de cujo domínio direto eram administradores os párocos da freguesia de São João Batista, sendo o prior Luís Pedro Gomes da Cruz, o atual reverendo. Foram testemunhas: o padre Jacinto Borges Vital, que assinou a rogo dos vendedores, Miguel Lourenço, sapateiro, Joaquim Custódio da Silva, barbeiro, e Carlos José dos Santos, carpinteiro. Contém referência a uma escritura realizada a 24 de junho de 1786, lavrada pelo tabelião Manuel António Peixoto, entre os outorgantes padre José de Almeida e Sousa e padrasto dos vendedores, Isidoro Batista, referente ao mesmo prazo, para que se cumprissem as cláusulas nela estabelecidas, bem como a outra escritura de compra e venda realizada entre o comprador José Luís da Silva e os vendedores Joaquim Duarte e Leandra Maria, a 28 de fevereiro de 1825, referente a umas casas térreas com quatro quintais, na Rua das Pedreiras, na freguesia de São João Batista, pela quantia de 38.400 réis, pagando-se de sisa o valor de 3.840 réis, que recebeu o tesoureiro delas, Paulo José Teixugo, e o escrivão João Rodrigues Castanho. Era juiz de Fora e das Sisas João Barbosa da Fonseca. No f. 6v. surge uma anotação de 16 de junho de 1908, informando que pagava foro nesta data Margarida Rosa Fernandes.
Este documento é composto por duas escrituras relacionadas entre si, a saber: F. 1-14 - Traslado realizado em Alhandra, a 9 de setembro de 1822, pelos tabeliães José Custódio da Silva Leitão e Cristóvão de Frias Nobre, de escrituras realizadas a 7 de novembro de 1793 e a 23 de fevereiro de 1763. António da Rocha pediu licença ao Juízo das Capelas para outorgar a compra de um prazo com casas térreas e logradouro, situadas no lugar da Ponte, termo da vila de Alverca, que fez a Pascoal Cardoso, em vida, e sua mulher, Maria de Araújo, pelo preço de 76.800 réis, a 19 de novembro de 1727. É procurador da Fazenda Real das Capelas do rei D. Afonso IV, o doutor Francisco Xavier dos Santos da Fonseca, acumulando também o cargo de executor geral do Senado da Câmara de Lisboa. A licença foi-lhe concedida. O prazo estava situado a Sul confrontando com as terras do telhal que era antigamente de Maria Cordeiro. Como curador dos filhos menores de Pascoal Cardoso surge Manuel da Cruz de Carvalho, pois os filhos daquele estavam na posse de parte do prazo, havendo medições para apurar o que pertenceria a António da Rocha. Uma vez que a venda foi feita antes do falecimento de Pascoal Cardoso, o curador veio dizer que em seu nome e como curador dos menores, tirava e demitia de si e de seus sucessores todo o direito, domínio e posse que tinha e podia ter tido nas ditas casas, cedendo a transferência em nome dos menores no comprador, podendo ele a partir daqui, tomar posse da propriedade. É escrivão e tabelião Público da Fazenda Real das Capelas do Rei D. Afonso IV, Manuel Gomes de Almeida. F. 15-18 - Instrumento de reconhecimento de 23 de fevereiro de 1763.
Este documento é composto por três escrituras relacionadas entre si, a saber: F. 1-6v. - Instrumento de escritura de venda, quitação e obrigação, realizada no escritório do tabelião Cristóvão de Frias Nobre. A escritura realizou-se entre os vendedores, Francisco Rodrigues Veríssimo e sua mulher, Maria Gertrudes, e o comprador, José Ferreira Marmelo. São objeto de transação uma propriedade de casas situadas na Rua de Trás da cadeia de Alhandra, composta de sobrado, quintal, poço e forno, e era foreira ao pároco da freguesia de São João Batista, pagando o foro anual de 200 réis, com laudémio de quarentena. A sisa foi paga a Joaquim José Batista Nogueira, juiz de fora, órfãos, sisas e direitos reais nas vilas e termos de Alhandra e Alverca. O tesoureiro das sisas, Manuel de Sousa Ferreira, recebeu o valor da sisa (13.920 réis), sendo escrivão João Rodrigues Castanho. Foram testemunhas: Hugolino José Pinheiro Borges, ajudante de ordenanças e José Rodrigues Aleixo, com loja de bebidas, moradores em Alhandra. Foi ainda pedida a devida licença ao pároco da freguesia para se efetuar a presente escritura, sendo autenticada pelo tabelião; F. 7-10v. - Escritura de 14 de julho de 1719, realizada em Alhandra, na casa de Ana Nogueira, viúva de Pedro Correia. Estavam presentes, como vendedores, Domingos da Silva Costa Bogas e sua mulher, Josefa da Costa Bogas, e como compradora, Ana Nogueira. Em causa estava a venda de umas casas localizadas na Rua de Trás da cadeia de Alhandra, que constavam de um sobrado e duas lojas, tendo quintal, poço, forno e duas casas térreas em que vivia de aluguer, Amaro Alves. Eram livres de obrigação e fiança, sendo, no entanto, foreiras à igreja de São João Batista, em 350 réis a cada ano. A sisa foi paga no valor de 70.000 réis. Foram testemunhas: José de Montoya e Guevara, que assinou a pedido dos vendedores, e compradora (por não saberem escrever), Agostinho Gonçalves e Pedro Machado, cirurgião. O tabelião Manuel da Cruz Carvalho autenticou a escritura. A sisa foi paga em Lisboa, junto de Inácio Peres da Silva e Francisco Luís Belém, oficiais d’el rei, da Casa da Sisa das Herdades, por Ana Nogueira a 6 de julho de 1719. O traslado desta escritura realizou-se a 9 de julho do mesmo ano, para título da igreja de Alhandra, havendo referência ao vigário, Maurício de Cernes Vilaça; F. 11-15v. - Requerimento de 1765 em que Lourenço da Silva Corte solicita ao escrivão João Batista da Fonseca que este lhe passe uma certidão da execução que o provedor e os irmãos da Misericórdia da vila de Alhandra fizeram aos herdeiros de Francisco Montoya e Guevara, com mais o auto de arrematação de umas casas que o suplicante arrematou na praça daquela vila, mais a petição que ele também fez ao vigário, como senhorio direto dessas casas, despacho da mesma petição e recibo de laudémio e foros vencidos. O escrivão passou a certidão e o traslado do auto de arrematação data de 24 de novembro de 1765, realizando-se na presença do juiz ordinário da vila de Alhandra, o sargento-mor Pedro de Araújo da Costa, e do porteiro desse juízo, Bento Lourenço. Foram testemunhas: Honório da Fonseca Pimenta, mestre ferrador, e Manuel Ferreira Brabo, alcaide daquele juízo. O despacho é solicitado a 27 de novembro de 1765, sendo os foros pagos por Lourenço da Silva Corte a 26 de dezembro de 1765. No f. 15v. surge uma anotação de 16 de junho de 1908, com a informação que pagava foro nesta data a viúva de Vitorino J. Payão.
Escritura celebrada na presença do tabelião Francisco Maria da Costa, em Vila Franca de Xira, em casa de Gertrudes Carlota de Campos. Maria Libânia Anastácia Tavares, representada pelo seu marido, Germano Teodoro Xavier de Gouveia, escrivão da Câmara, vendeu a Gertrudes Carlota de Campos, pela quantia de 432.000 réis, uma morada de casas altas situadas no cais de Vila Franca de Xira, foreira a Joaquim Rodrigues Morte em 24.000 réis anuais. Foram testemunhas: Filipe José Leal, escrivão da décima, e Joaquim Pinto de Campos, negociante de pães, ambos moradores em Vila Franca de Xira.
Escritura celebrada no escritório do tabelião Francisco Maria da Costa, em Vila Franca de Xira. Maximiliano António de Almeida, fazendeiro, responsabilizou-se pelo pagamento de rendas no valor de 115.200 réis pela posse de uma vinha junto a Santa Sofia, em Vila Franca de Xira, imputadas por causa de libelo cível a si, sua irmã, Rosa Angélica de Almeida, e sua cunhada, Joana Rita do Carmo. Foram testemunhas: José de Pinho, mestre alfaiate, e José Maria Rosa, seu oficial, ambos moradores em Vila Franca de Xira.
Contém procuração lavrada no escritório do tabelião António Tertuliano Soares Leite a 8 de março de 1852, em Alhandra. Nela, Teodoro Faustino de Frias Nobre, morador em Alhandra, institui como seu procurador Augusto José Pires Chaves, para que este possa receber de cofres públicos ou particulares, todas e quaisquer quantias que a ele, outorgante, lhe possam pertencer. Foram testemunhas: João Fortunato Leitão, proprietário, e Manuel Joaquim de Oliveira, alfaiate, ambos moradores em Alhandra.
Escritura celebrada no escritório do tabelião Francisco Maria da Costa, em Vila Franca de Xira. Inácio Perdigão da Gama Lobo, lavrador, morador na Castanheira do Ribatejo, não obstante não lhe terem sido entregues gado e palha acordados em contrato de sociedade, declarou ter sido indemnizado por Lourenço Joaquim de Sousa, negociante, com o excesso obtido através de rendimentos com outras terras situadas na Malveira. Foram testemunhas: Filipe José Leal, escrivão da Superintendência da Décima, e Manuel Duarte, algibebe, ambos moradores em Vila Franca de Xira.
Escritura celebrada na presença do tabelião Francisco Maria da Costa, em Vila Franca de Xira, em casa de Cândida Fausta Miquelina de Campos, viúva de José Joaquim de Sousa. José da Silva Sécio, carpinteiro de carros, reconheceu a Cândida Fausta Miquelina de Campos, o domínio direto do foro, no valor de 10.000 réis, relativo a uma morada de casas, sita na Rua da Ribeira, em Vila Franca de Xira, vendidas aquela por Ana Bárbara Barbosa. Foram testemunhas: Filipe José Leal, escrivão da Décima, e Joaquim Pinto de Campos, negociante, ambos moradores em Vila Franca de Xira.
Alvará n.º 12/00, concedido a Luís Miguel Vieira Lopes e outros, para loteamento em prédio sito nos Enxordeiros, em Alverca do Ribatejo. Loteamento constituído por seis lotes.
• Rua da República (praceta nas traseiras) – Peugeot 206 cinzento – Matrícula 20-36-OM.
Escritura de dívida, fiança e obrigação realizada em Alhandra, no escritório do tabelião Cristóvão de Frias Nobre. Maria Patroninha afirmou que, por falecimento do seu sogro, João Francisco Pregador, se procedeu a inventário e partilhas de sua herança, estando em causa umas casas térreas sitas na Rua Direita do Cabo, n.º 105, em Alhandra, compostas de lojas, sótão e quintal, hipotecadas em dívida de 40.000 réis à Santa Casa da Misericórdia de Alhandra. A outorgante e o seu marido foram chamados ao Juízo de Paz, pois, quando das partilhas, deveriam ter reconhecido a Santa Casa da Misericórdia como sua credora. E como tal não sucedeu, a Santa Casa da Misericórdia procedeu a execução para arrematação da dita hipoteca. Maria Patroninha dirigiu uma petição à Misericórdia para escriturar a sua obrigação, estando inerentes a ela o pagamento dos juros provenientes do capital confessado (5%). O provedor da Santa Casa da Misericórdia de Alhandra concordou que se lavrasse a presente escritura de confissão. Constituiu-se como fiador da outorgante, Teodoro Faustino de Frias Nobre. A rogo da devedora assinou João Fortunato Leitão, boticário. Foram testemunhas: Francisco Xavier de Sousa Aguiar Barreto, escrivão do eleito, e Militão Francisco Ribeiro, merceeiro em Alhandra.
Instrumento de escritura de aforamento fateusim perpétuo, realizado em Alhandra no escritório do tabelião João José de Sousa Aguiar Barreto. Estavam presentes José Casimiro da Cruz, residente em Alhandra, como procurador de José de Pinho, lavrador, e sua mulher, Jacinta Perpétua de Assunção e Pinho, residentes em Vila Franca de Xira, e da outra parte, José Nunes, fazendeiro, e sua mulher, D. Ana Maria Mendes, moradores em Alhandra. Por José Casimiro da Cruz foi dito que os seus constituintes eram senhores e possuidores de umas casas situadas na Rua Direita de Alhandra, compostas de altos e baixos, as quais foi contratado dar de aforamento a José Nunes e sua mulher, pelo anual de 5.000 réis, com laudémio de quarentena, a ser pago aos senhorios diretos no primeiro domingo de outubro de cada ano, sendo o primeiro em 1842. As casas podiam sofrer benfeitorias, mas não dano, não podendo esse domínio útil ser vendido sem licença dos senhorios diretos. Foram testemunhas: Manuel Carvalho da Silva, mestre ferreiro, e João Gonçalves, sapateiro, moradores em Alhandra.
Escritura de venda, quitação, reconhecimento e obrigação, realizada em Alhandra no escritório do tabelião Cristóvão de Frias Nobre. Estavam presentes, como vendedores, José Carvalho Clemente, calafate, e sua mulher, Maria Gertrudes, e como compradora, Maria Vitória da Conceição, solteira, sendo todos moradores em Alhandra. Pelos vendedores foi dito que eram proprietários de umas casas que servem de palheiro na Rua de Trás, da vila de Alhandra, que consta de duas casas compostas de serventia para a referida rua e Travessa dos Pinheiros. A propriedade achava-se isenta de hipoteca, mas era foreira à Santa Casa da Misericórdia de Alhandra, pagando a esta 100 réis de foro anual, pelo Natal, com laudémio de vintena, necessitando da licença desta entidade para a realização da venda, a qual foi concedida. Era escrivão da Mesa da Santa Casa da Misericórdia de Alhandra Caetano Ricardo Gordo da Rocha. A compradora aceitou a presente escritura, com todas as suas cláusulas e condições, pela quantia de 30.000 réis, pagando de sisa o valor de 1.500 réis. A rogo da vendedora, por não saber escrever, assinou Joaquim António Rodrigues Lusitano, fazendeiro. Foram testemunhas: João Fortunato Leitão, boticário, e João José de Sousa Aguiar Barreto, proprietário, ambos moradores em Alhandra.
Escritura realizada em Alhandra, na praça e no escritório do tabelião Cristóvão de Frias Nobre. Estavam presentes, como senhorio, o padre António José Moreira, prior da freguesia de São João dos Montes, e da outra parte, Bernardino Luís Rodrigues, despachante da Alfândega Grande de Lisboa, morador na freguesia da Madalena. Este apresentou uma autorização da sua mulher, Catarina Máxima dos Prazeres, referindo que era senhora e possuidora de um casal chamado A-de-Parceira, composto de terra, courelas de vinha, alguns bocados de mato, casas térreas, uma fonte, poço, e uma pedreira com mais pertenças, na freguesia de São João dos Montes, constituindo um prazo de natureza em vidas de nove nomeações, sendo a senhoria direta a igreja e pároco da freguesia de São João dos Montes. Tem de foro um alqueire de trigo e um alaúde de vinho, pagos no Natal, em cada ano, com laudémio de quarentena, no caso de venda. A primeira vida é contada a partir de Catarina Máxima dos Prazeres, a qual reconhece como senhoria direta a igreja de São João dos Montes. Foram testemunhas: José Marques, proprietário e administrador de estalagem, morador em Alhandra, e António Carvalho, proprietário, morador no sítio da “Horta dos Velhos”, freguesia de São Miguel das Cardosas, termo da vila de Arruda.
Escritura de dívida e hipoteca realizada em Alhandra, na casa do despacho da Venerável Ordem Terceira de São Francisco, pelo tabelião Cristóvão de Frias Nobre. Estavam presentes, em ato de mesa, de uma parte, Teodoro Faustino de Frias Nobre, Manuel Joaquim de Figueiredo, João José de Sousa e Aguiar Barreto, Caetano Martins, João Fortunato Leitão, Paulo José de Sousa, José Carvalho do Norte, José Pinto e João do [Porto?], e da outra parte, Bárbara Rosa da Conceição e Silva Rocha, e seu marido, Caetano Ricardo Gordo da Rocha, secretário da administração deste concelho, todos moradores em Alhandra. Por Bárbara Rosa e seu marido foi apresentada uma petição em que este é fiador em 70.000 réis, com distrate a Ana Efigénia. Sendo necessário arranjo da casa da suplicante (Ana Efigénia), solicitam o empréstimo dessa quantia à mesa da Venerável Ordem, realizando-se hipoteca sobre a sua vinha, denominada “São Fernando”, situada na freguesia de São João dos Montes. Foram testemunhas: José Rodrigues Aleixo, proprietário, que assinou a rogo dos outorgantes por não saberem escrever, José da Costa Pereira, sapateiro, e Gabriel Francisco Pinto, oficial de diligências deste julgado, todos moradores em Alhandra. O documento tem uma nota póstuma do contador Herculano Maria dos Reis Tavares, de 26 de abril de 1843, assim como nota de 17 de [fevereiro?] de 1845.
Escritura celebrada na presença do tabelião Francisco Maria da Costa, em Vila Franca de Xira, no escritório de Alberto Henriques de Faria Gorjão, advogado nos auditórios da comarca de Vila Franca de Xira. António Cândido Vieira da Costa, advogado da Casa da Suplicação, morador na cidade de Lisboa, representado por Alberto Henriques de Faria Gorjão, vendeu a Manuel dos Santos da Natividade Morais, negociante, morador em Vila Franca de Xira, pela quantia de 96.000 réis, o foro composto por uma morada de casas de sobrados e lojas sita na Rua Direita, em Vila Franca de Xira, tendo como enfiteuta Manuel José Pinto. Foram testemunhas: capitão-mor Francisco Ambrósio Leal, proprietário, e Francisco José de Aguiar, mestre alfaiate, ambos moradores em Vila Franca de Xira.
Escritura celebrada no escritório do tabelião Francisco Maria da Costa, em Vila Franca de Xira. Francisco Duarte Pereira de Macedo, aspirante a cadete do Regimento de Infantaria n.º 16, e sua mulher, Maria Miquelina de Araújo Costa Leal, moradores na cidade de Lisboa, representados por João José Miguel Ferreira da Silva Amaral, venderam a Joaquim José Rodrigues Casaleiro, negociante, e a seu irmão José Rodrigues Casaleiro, almoxarife do Almoxarifado da Malveira, moradores em Vila Franca de Xira, pela quantia de 600.000 réis, uma propriedade de casas de sobrados, lojas e quintal, sita na Rua do Alegrete, em Vila Franca de Xira, com foro anual a Tomás da Cunha Manuel Henriques de Melo e Castro e à Santa Casa da Misericórdia de Vila Franca de Xira. Foram testemunhas: Manuel da Silva, alcaide de Vila Franca de Xira, e José Filipe Borges e Lemos, lavrador, ambos moradores em Vila Franca de Xira.
Escritura celebrada no escritório do tabelião Francisco Maria da Costa, em Vila Franca de Xira. Vitoriano José, trabalhador, e sua mulher, Liberata Maria, moradores no lugar das Cachoeiras, termo de Alenquer, doaram ao seu genro, Joaquim da Costa, caseiro da Quinta Nova, termo de Alhandra, um prédio urbano composto de sobrado, loja, cozinha, forno e quintal, junto à casa que serve de adega, com seu lagar de pedra, situado nas Cachoeiras, reservando o usufruto em vida. Foram testemunhas: José Pinheiro, trabalhador, e Manuel Pinheiro, moradores no Casal do Rabasco, Joaquim Carvalho, campino, morador em Povos, José Correia, trabalhador, morador no Casal Novo da Estrada, termo de Alhandra e Manuel Soares, trabalhador, morador no Casal do Badalinho.
Escritura celebrada no escritório do tabelião Francisco Maria da Costa, em Vila Franca de Xira. Francisco Inácio Teixeira de Lemos, juiz dos órfãos de Arruda, convencionou com Melitão José de Sousa, escrivão do juízo da correição da Comarca do Ribatejo, morador em Vila Franca de Xira, a serventia do ofício de escrivão mediante o pagamento anual de 55.000 réis. Foram testemunhas: Francisco de Paula Rodrigues da Silva Salema, agente de causas, e José de Pinho, mestre alfaiate, ambos moradores em Vila Franca de Xira.
Montagem de andaime na via pública, para execução de pintura de fachada em edifício existente Condicionamento: Rua do Bairro da Ama Solicitado pela Habitento Unipessoal, Ldª
Execução de trabalhos, que consistem essencialmente na instalação de um carregador (60kW) de veículos elétricos, com dois pontos de carregamento; Condicionamento: Rua 4 de Junho; Solicitado pela: Petrogal, SA.
Execução de trabalhos, que consistem essencialmente na instalação de 4 carregadores (2x120kW, 60kW e 22kW) de veículos elétricos, com 8 pontos de carregamento; Condicionamento: Rua Antero Marques da Fonseca; Solicitado pela: Petrogal, SA.
Execução de trabalhos que consistem, essencialmente, na instalação de um carregador elétrico com dois pontos de carregamento Condicionamento: Rua Eça de Queirós Solicitado pela Petrogal, SA
Intervenção em caixa de visita permanente existente, com vista à manutenção de infraestruturas de telecomunicações Condicionamento: Avenida Engº Vilar Queiroz Solicitado pela Viatel, SA
Execução de trabalhos de manutenção de cabo de telecomunicações em condutas subterrâneas existentes; Condicionamento: Rua da República; Rua dos Marinheiros; Solicitado pela: Wondercom, Ldª.