Traslados da escritura de reconhecimento celebrada no dia 31 de julho de 1805, na cidade de Lisboa, no escritório do tabelião José Manuel Dantas Barbosa, e do auto de posse de 12 de agosto de 1805, elaborados a 29 de agosto de 1828, pelo tabelião público de notas, António Leonardo de Sousa Pegado.
Manuel da Rocha, sargento-mor das ordenanças, solicitou o reconhecimento foreiro ao conde da Ponte, senhorio direto do prazo, de umas casas térreas, uns olivais e um lagar de azeite sitos no termo de Alverca do Ribatejo, em virtude do seu filho, José Gregório Gordo da Rocha, ter falecido no estado de celibato, tornando-se assim, na qualidade de pai, o único herdeiro universal.
O foro anual era de 43.000 réis, livres de décima e pagos em casa do conde, tendo ainda laudémio de vintena em caso de venda.
O conde reconheceu o foro através de Pedro Marcalino [sic] Guedes, seu procurador.
Foram testemunhas Francisco de Assis Xavier Vieira Henriques e António Fernandes Lopes Carregueira.