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Inclui minuta da ata da reunião intermunicipal de autarquias de 2 de janeiro de 1978.
Inclui minuta da ata da reunião intermunicipal de autarquias de 16 de janeiro de 1978.
Inclui minuta da ata da reunião intermunicipal de autarquias de 13 de fevereiro de 1978.
Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, Novo Museu do Neo-Realismo; Contém Manuais de Instruções.
Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, Novo Museu do Neo-Realismo; Contém Manuais de Instruções.
Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, Novo Museu do Neo-Realismo; Contém Manuais de Instruções.
Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, Novo Museu do Neo-Realismo; Contém Manuais de Instruções.
Câmara Municipal
de Vila Franca de Xira, Novo Museu do Neo-Realismo;
Contém Manuais de Instruções.
Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, Novo Museu do Neo-Realismo; Contém Plantas de Instalação.
Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, Novo Museu do Neo-Realismo; Contém Plantas de Instalação.
Realização da Festa de Natal;
Condicionamento: Praça Soeiro Pereira Gomes;
Solicitado pela: Junta de Freguesia da União das Freguesias de Alhandra, São João dos Montes e Calhandriz.
Realização de trabalhos de betonagem, no âmbito da construção de moradia unifamiliar;
Condicionamento: Estrada do Farrobo
Solicitado por: Diogo Alberto Freitas Abreu.
Realização de limpeza da fachada do Palácio da Justiça de Vila Franca de Xira e remoção de ninhos de andorinhas com recurso a plataforma elevatória;
Condicionamento: Praceta da Justiça;
Solicitado pelo: Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa Norte.
Realização de trabalhos de intervenção em equipamentos de telecomunicações para reparação de fibra ótica;
Condicionamento: Rua da Liberdade;
Solicitado pela empresa: Viatel, SA.
Escritura celebrada no escritório do tabelião Francisco Maria da Costa, em Vila Franca de Xira.
Luís António de Lencastre, conde da Lousã, morador na cidade de Lisboa, arrendou a Joaquim de Araújo, lavrador, morador em Vila Franca de Xira, pelo valor anual de 20 moios de pão, 10 de trigo, 10 de cevada e 200 panos de palha, e pelo período de quatro anos, as terras que possuía no Carregado, a saber: Salgados, Casalão, Barrada, fundos da vinha e terras detrás, Camacho (com palheiros e currais) e Bacharelinha.
Foram testemunhas: José Rodrigues Casaleiro, almoxarife da Malveira, e João Rodrigues de Matos, negociante, ambos moradores em Vila Franca de Xira.
Escritura celebrada no escritório do tabelião Francisco Maria da Costa, em Vila Franca de Xira.
Joaquim José Rodrigues Casaleiro sublocou a João Rodrigues de Matos, pela renda anual de 432.000 réis e por três anos, uma porção de terra nas impostas de [Arcaões?] e Alvasetim que havia tomado de arrendamento, por quatro anos, a Gonçalo Vieira da Silva Teles de Meneses, de Lisboa.
Foram testemunhas: Manuel António da Cruz, negociante, e José de Pinho, lavrador, ambos moradores em Vila Franca de Xira.
Escritura celebrada na presença do tabelião Francisco Maria da Costa, em Vila Franca de Xira, em casa de Cândida Fausta Miquelina de Campos, viúva de José Joaquim de Sousa.
Joaquim Rodrigues Morte reconheceu Gertrudes Carlota de Campos senhora direta de uma propriedade de casas situadas no cais de Vila Franca de Xira, pagando-lhe o foro anual de 19.200 réis.
Foram testemunhas: Maximiliano António Primor, negociante, e Caetano de Almeida, mestre sapateiro, ambos moradores em Vila Franca de Xira.
Escritura celebrada na presença do tabelião Francisco Maria da Costa, em Vila Franca de Xira, em casa de José da Silva e Sampaio.
Leandra Angélica, viúva de Francisco José Dias, residente em Lisboa, vendeu a Ana do Carmo, solteira e moradora em Vila Fanca de Xira, pela quantia de 400.000 réis, uma fazenda denominada "Quintal da Saudade", no sítio da Gorita, limite de Vila Franca de Xira, composta de vinha, árvores de fruto e casas demolidas.
Foram testemunhas: José Pedro Ferreira e António Coelho, oficiais de sapateiro.
Escritura celebrada na presença do tabelião Francisco Maria da Costa, em Vila Franca de Xira, em casa de Cândida Fausta Miquelina de Campos, viúva de Joaquim de Sousa.
José Maria Tavares, solteiro, escriturário da Contadoria da Estremadura do Real Erário, e o seu irmão, Alberto José Tavares, oficial de Fazenda, e sua mulher, Carminda Bonifácia de Sá Tavares, moradores na cidade de Lisboa, representados por Germano Teodoro Xavier de Gouveia, escrivão da Câmara de Vila Franca de Xira, venderam a Gertrudes Carlota de Campos, pela quantia de 240.000 réis, o domínio direto de um prazo perpétuo que se compõe de um quarto de uma propriedade de casas situadas no cais de Vila Franca de Xira, e que constam de sobrados e lojas, de cujo prazo era enfiteuta Joaquim Rodrigues Morte pelo foro anual de 19.200 réis.
Foram testemunhas: João Afonso de Carvalho, capelista, e Manuel de Barros, alfaiate, ambos moradores em Vila Franca de Xira.
Escritura celebrada no escritório do tabelião Francisco Maria da Costa, em Vila Franca de Xira.
Joaquim José Rodrigues Casaleiro, negociante e morador em Vila Franca de Xira, expôs uma letra de câmbio no valor de 532.800 réis, a apresentar a Pedro Barreto Mealheiro, morador em Salvaterra de Magos.
Foram testemunhas: José dos Santos Tagarela, alcaide do Almoxarifado de Povos e Castanheira, e José Roquete Pestana de Matos, ambos moradores em Vila Franca de Xira.
Escritura celebrada no escritório do tabelião Francisco Maria da Costa, em Vila Franca de Xira.
Joaquim José Rodrigues Casaleiro, negociante e morador em Vila Franca de Xira, expôs uma letra de câmbio no valor de 1.651.200 réis, pagos em géneros, a apresentar a António Nuno da Fonseca, morador em Salvaterra de Magos.
Foram testemunhas: José Luciano d'Eça e José de Pinho, lavrador, ambos moradores em Vila Franca de Xira.
Escritura celebrada no escritório do tabelião Francisco Maria da Costa, em Vila Franca de Xira.
António da Fonseca Esguelha, morador em Vila Franca de Xira, apresentou uma letra no valor de 93.600 réis, a entregar a António José Vilela de Magalhães, morador em Salvaterra de Magos.
Foram testemunhas: José Maria de Sousa e Cândido Brás da Fonseca, ambos alfaiates e moradores em Vila Franca de Xira.
Escritura celebrada na presença do tabelião Francisco Maria da Costa, em Vila Franca de Xira, na Rua do Alegrete, em casa do padre Manuel Rodrigues de Abreu.
O padre Manuel Rodrigues de Abreu declarou ter celebrado uma venda fictícia com a Venerável Ordem Terceira de São Francisco de Vila Franca de Xira e nunca ter entrado na posse dos seguintes foros, de que aquela era legítima possuidora, a saber: umas casas na Rua de São Francisco, em que era enfiteuta Manuel Peixoto de Almeida e Silva; umas casas situadas no adro da igreja matriz, de que era enfiteuta Cândida Brízida; casas de João José Miguel Ferreira da Silva Amaral na Rua Direita; umas casas na Rua de Baixo, de Fortunato José Pontével; umas casas na Rua do Terreiro, de que era enfiteuta Inácio Pedro Tagarela.
Foram testemunhas: Amaro António João Galvão, pasteleiro, e José Cardoso de Oliveira, ourives, ambos moradores em Vila Franca de Xira.
Escritura celebrada no escritório do tabelião Francisco Maria da Costa, em Vila Franca de Xira.
António da Fonseca Esguelha, morador em Vila Franca de Xira, apresentou uma letra de câmbio no valor de 124.320 réis, a ser entregue a António José Vilela de Magalhães, morador em Salvaterra de Magos.
Foram testemunhas: Crisóstomo Martins da Silva e João Maria da Costa, ambos moradores em Vila Franca de Xira.
