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Fotografia de grupo captada na festa em Honra de Santa Catarina, em Selmes. Atrás, da esquerda para a direita, vemos o pequeno José da Horta seguido de José Preto com o filho Francisco Preto ao colo, Manuel Caçapo (de Baleizão), José Curva, Francisco Luís Oleiro, estando atrás dele José Filipe, seguindo-se José Barqueta, António Rato, Manuel Grilo e José Grilo. Em baixo, da esquerda para a direita, consta José Alexandre Escalhinho, José Maria Cesário (“Gago”), Francisco Manuel Oleiro Paixão e Francisco Rebocho. O verso da fotografia apresenta um carimbo no verso onde se lê: “Foto Lima - Cuba”.
Atrás, da esquerda para a direita podemos ver Margarida Coxinho, José Manuel Rocha, Francisco Maria Penas e Guilhermina Coxinho. À frente, sentados, estão Francisco José Coxinho Penas e Mariana dos Santos Coxinho Rocha.
Fotografia de casal onde consta José Manuel Oleiro e Maria das Neves Rato, pais de Francisco Luís Oleiro (doador).
Da esquerda para a direita podemos ver Armando Morais, Francisco José Coxinho Penas (marido da doadora; pai de Maria João e Carla Penas) e Francisco Manuel Gil Lemos.
Fotografia de Francisco Luís Oleiro junto ao busto do general português José Tristão de Bettencourt, em Namaacha, distrito da província de Maputo, em Moçambique, durante a sua mobilização militar para este país durante a Guerra do Ultramar. Esta obra, em bronze, da autoria do mestre Silva Pinto foi colocada no Largo da Igreja, em Namaacha, no ano de 1956.
Fotografia de grupo no jardim da Praça Vasco da Gama, em Vidigueira, tendo como pano de fundo a casa Pulido. Atrás, da esquerda para a direita, vemos Manuel Janeiro (“Rolim”), João António Alho Covas (pai de Francisco Caipirra) e Francisco Maria Arrojado. Sentados, da esquerda para a direita, encontramos Francisco Augusto Campaniço Bonito (“Orelhas”), José Francisco Tasquinha Mata e Arsénio Adrião Boga Serrano (“Torradinha”). Sentado no chão está Francisco José Caipirra Covas. Desconhece-se a identidade da criança que se encontra à direita.
Retrato feminino de Maria das Neves Rato (nascida em 1909), mãe de Francisco Luís Oleiro (doador), com cerca de 60 anos de idade.
Retrato de criança onde vemos Maria Feliciana Oleiro (filha de Ilda Oleiro, sobrinha do doador), sentada numa cadeira, por volta dos 3 anos de idade.
Fotografia de Francisco Manuel Casadinho (pai de Ana Casadinho) com traje militar em cenário de fotógrafo onde consta uma coluna de madeira, flores e uma cadeira. Na parte inferior do cartão onde assenta a fotografia, está presente identificação do fotógrafo ou casa de fotografia, podendo ler-se a seguinte informação: “Phot. Carvalho - Rua Gilberto Rolla 67-1º Alcântara - Lisboa ”. Remonta à década de 1910.
Fotografia de grupo em passeio campestre captada na estrada para Marmelar, no Vale da Serra, no ano de 1967. Da esquerda para a direita, pode ver-se Nazaré Marreiros, Luísa Marreiros, Inácia Cecília Marreiros, Preciosa Marreiros, José Carlos Parreira Baião, Maria Margarida Marreiros, Manuel Marreiros atrás, José dos Anjos Marreiros, José Patrocínio, Francisca Roberto e Clemência Damião. Atrás está Inácio Marreiros, Damiana Marreiros e Manuel Flamino (“Baléu”). No verso consta inscrita a seguinte informação: “Nazaré - Alcaria da Serra”.
Fotografia de corpo inteiro de Miquelina Maria Pólvora Fava Oleiro, posando com indumentária de trabalho e suportando uma caixa de madeira com tomates à cabeça. Este registo foi captado numa das campanhas de apanha de tomate em que a doadora participou, nomeadamente, nas Cortes Cavalos na Azambuja.
Baile da pinha em Vila de Frades. Fotografia onde vemos, da esquerda para a direita, a dama Lucília (de Vila de Frades) e a rainha Mariana Sesinando (natural de Selmes, aos 22 anos de idade). No verso da fotografia consta a seguinte informação: “A rainha do baile da pinha e a sua dama. Mariana Angélica Sezinando e Lucília”. Segundo informação da própria Mariana Angélica Sesinando, o rei foi “Zé do Elias”, de Vila de Frades (já falecido).
Neste registo fotográfico podemos ver, da esquerda para a direita, Francisco Pinto, Joaquina das Dores Pinto Casimiro e Joaquim Pinto, respectivamente o irmão, a filha e o pai da doadora Teresa Maria Estrela Pinto Casimiro.
Casamento de Francisca Martins Narra no ano de 1958. Encontra-se ladeada pelas respectivas madrinhas, nomeadamente, da esquerda para a direita, Rosália Maltez e Gertrudes Calhau Maltez.
Preparativos para o casamento de Mariana dos Santos Caramba Bagio e Francisco Maria Penas realizado em 1974. Da esquerda para a direita podemos ver “Tarraia”, Ana Coxinho (bisavó materna de Carla e Maria Guilhermina Coxinho Penas), Domingas Carvalho, Ana Lino, Margarida Bacalhau Coxinho, Isabel Januária, Catarina Gil, Guilhermina Rosa Pires Coxinho, Mariana Cunha e Josefa Bacalhau Roque. A menina que vemos à frente do grupo é Maria da Fé Silva Covas.
Festa comemorativa dos 25 anos de José Francisco da Rosa Pires na Caixa Agrícola em Vidigueira. Num recorte de imprensa cuja fonte desconhecemos, datado de Agosto de 1954, podia ler-se a este respeito a seguinte informação: “Homenagens - A um funcionário duma Caixa de Crédito - Vidigueira - Na Caixa de Crédito Agrícola Mútuo da Vidigueira realizou-se um «copo de agua» para festejar as «bodas de prata» do empregado sr. José Francisco da Rosa Pires. Assistiram funcionários de quase todos os organismos do Estado. Depois de um minuto de silêncio em memória dos heróis de Dadrá, usou da palavra o goês sr. dr. Costa Pereira, que se referiu ao patriotismo dos portugueses de Goa. Usaram ainda da palavra os srs. Dr. Joaquim Jorge de Carvalho, dr. Marceano Quaresma, Armando de Figueiredo e José Joaquim Contente. O homenageado fez a história da sua afeição ao serviço da Caixa e agradeceu as provas de deferência recebidas. A festa terminou com vivas a Portugal e à Índia Portuguesa”. Da esquerda para a direita vemos António João Ramalho, José Pedro Alho (“Coisinhas”), Alonso (avô materno de Manuela Caeiro), desconhecido, José Aniceto, Carrinho, desconhecido, Sebastião Goes (“Malhota”), António Rosa Bastos, João Palula, desconhecido atrás de Palula, o notário Costa Pereira (“Índio”), desconhecido, Maia (de Vila de Frades?), Edmundo Ramalho, José Alonso Janeiro, Palma e Francisco Carrujo (carreiro de José Francisco da Rosa Pires [“Zé Coelhinho”]). No verso consta um carimbo onde se lê: “A. Pinto Esteves - Vidigueira - N.º 21-A”.
Fotografia de casal com o filho, tirada na rua, na qual podemos ver, da esquerda para a direita, Guilhermina Coxinho, Francisco José Coxinho Penas (por volta dos 8 anos de idade) e Francisco Maria Penas. No verso consta um carimbo onde se lê: “Foto Nova União 47, Rua Gilberto Reis - Lisboa”.
Da esquerda para a direita vemos Maria das Dores Rosa Mendes e Armanda Rosa Mendes passeando na seara dos Leirões (nas proximidades da ermida de Santa Clara, próximo da zona agrícola de Vale de Gato e Barrancões). Por trás podem ver-se algumas oliveiras e a serra do Mendro. No canto superior esquerdo encontramos, inscrita a caneta, a seguinte informação: “Seara dos Leirões, 1952”.
Fotografia de grupo aquando dos preparativos do copo-de-água do casamento de Maria Josefa Quaresma Palma e Domingos Jorge Baixinho Prego, realizado no dia 12 de Novembro de 1967. A boda teve lugar numa casa na Rua dos Brancos (actual Rua 25 de Abril). Da esquerda para a direita podemos ver Maria Jacinta Marreiros, Ana Rosa Faro (cozinheira), Leonarda Serrano, Rosa Maria Baixinho (mãe do noivo), Maria Emídia Gamurça Baixinho (tia do noivo), José Manuel Baixinho (tio do noivo e marido da anterior mulher enunciada), Carlos Boga (“Papa grãos”) e o seu filho José Manuel Franganito Boga. No verso da fotografia visualiza-se um carimbo onde se lê: “Amadeu Martins - Fotógrafo - Vidigueira”.
Fotografia de grupo masculino em convívio no campo. Da esquerda para a direita podemos ver José Batuca, António Jacinto Caetano (avô do doador), Joaquim Pereira (“Papa-linhas”) e desconhecido ("Caçanito" ?). Os homens estão sentados em redor de uma mesa, com comida e bebida, podendo ver-se, ainda, do lado esquerdo, uma viatura automóvel. Este registo corresponde à década de 1920 ou 1930.
Retrato de amigos no qual podemos ver, da esquerda para a direita, Fernando Pulido Garcia e António Jacinto Caetano (avô paterno do doador).
Fotografia das três irmãs Rosa Mendes com a prima Maria Joana. Em pé, da esquerda para a direita, está presente Maria Joana e Maria das Dores Rosa Mendes. Sentadas, da esquerda para a direita, vemos Armanda Rosa Mendes e Maria Justina Rosa Mendes (doadora). Na parte inferior da fotografia encontramos, inscrita a caneta, a seguinte data: “1935”. No verso encontramos, inscrita a caneta, a seguinte informação: “Feira de Julho, 10-7-1935, Vidigueira”.
Retrato de criança, nomeadamente de Francisco José Coxinho Penas (pai de Maria João e Carla Penas). No verso pode ver-se inscrita a seguinte informação: “Tirada aos 3 anos”.
Amigos posando para a fotografia com as peças de caça na rua junto a uma habitação. Da esquerda para a direita vemos António Jacinto Caetano (avô paterno do doador), João Albino Ferreira e Fernando Pulido Garcia. No verso está presente um carimbo onde se lê “Carrasco”.
Retrato feminino de Antónia Cabrinha (avó materna do marido da doadora, Manuel António Cabrinha Pulquério).
Fotografia de Manuel Jacinto Serra Carriço (marido da doadora) quando cumpriu o serviço militar. Foi mobilizado para Timor Leste, entre 1963 e 1964, durante a Guerra do Ultramar. No verso está presente um carimbo onde se lê: “Foto Cinearte - Évora”.
Fotografia de passeio ao campo onde podemos ver, da esquerda para a direita, Mariano Ameixinha, Francisca Efigénio, Maria Cândida Marreiros Cristo e António Romão Cristo.
Grupo feminino em passeio ao campo onde podemos ver, da esquerda para a direita, Nazaré Marreiros (irmã da doadora), Francisca Teresa, Clemência Campaniço e Damiana Marreiros (irmã da doadora).
Retrato de Sebastião Galvão, alcariense, envergando traje militar.
Fotografia de José António Mendes Louro, irmão da doadora, envergando o traje militar e uma espingarda automática G3, em cima de um pedregulho ou rocha. Cumpriu o serviço militar na Ajuda, em Lisboa, entre 1969 e 1970.
Fotografia de Luís António Lança (conhecido por “Luís Grade”) com traje militar. Encontra-se com a mão apoiada numa coluna de madeira, sobre a qual depositou o seu chapéu militar onde é visível o número 17. Na parte inferior do cartão onde assenta a fotografia, consta identificação do fotógrafo ou casa de fotografia, podendo ler-se a seguinte informação: “V. J. Madeira”. Remonta à década de 1910.
Fotografia de Manuel Lança (conhecido por “Grade”) com traje militar (e arma à cintura). Encontra-se em pé, apoiado a uma coluna de madeira, segurando na mão uma fotografia feminina. Participou nas campanhas militares em França e na Alemanha. No verso, consta carimbo preto com identificação do fotógrafo ou casa de fotografia onde se pode ler: “Photographia Nova União - Alcântara-Lisboa”. No centro deste, consta ainda o número “47”. Remonta à década de 1910.
Casamento de Maria Josefa Quaresma Palma e Domingos Jorge Baixinho Prego realizado no dia 12 de Novembro de 1967. Os noivos posam para a fotografia com Rosa Maria Baixinho, mãe do noivo. No verso encontra-se um carimbo onde se lê “Amadeu Martins - Fotógrafo - Vidigueira”.
Casamento de Mariana Angélica Sesinando e José Joaquim Lázaro (pais da doadora) em 4 de Setembro de 1953. Atrás do noivo está Manuel Guilherme Preta e Maria do Carmo Sesinando (tia materna da doadora). Ao lado da noiva está a sua irmã e madrinha Joaquina Inácia Sesinando. A mulher que se encontra mais à esquerda trata-se de Joaquina Mouchinho Pitadas, estando do seu lado esquerdo Francisco Curro e do lado direito Francisco Lourenço Martins.
Fotografia de grupo de militares pertencentes ao Batalhão de Caçadores n.º 8 do Regimento de Infantaria n.º 17 de Elvas, entre 1938 e 1939. Em baixo, à direita, encontramos o vidigueirense Sebastião Manuel Trole (“Sopa Velha”; pai da doadora).
Fotografia de Francisco António Algarvio (irmão da doadora), tirada no dia 10 de Janeiro de 1967, quando assentou praça em Beja. No verso encontramos um carimbo onde se lê “Laboratórios da Foto Star - Beja”.
Da esquerda para a direita encontramos Manuel Lino, Manuel Faísco, Manuel Domingues e Joaquim Doutor.
Fotografia de piquenique em dia de praia. Em destaque, mais à frente, vemos da esquerda para a direita, Albino João Fialho e Manuel Pereira. Atrás, da esquerda para a direita, encontramos Maria Augusta Fialho, os pequenos Céu Fialho e Jorge Pio e Ana Pio.
Retrato da pequena Maria Eduarda Correia Nero Velhinho (Campaniço), por volta dos 5 anos de idade, em casa, destacando-se atrás dela um açafate e uma mesa redonda.
Fotografia de grupo onde encontramos, da esquerda para a direita, Sebastião Marques (“Panelas”), Francisco Domingos, o motorista cujo nome se desconhece e Sebastião Alvorado (marido da doadora). No verso está presente a seguinte inscrição que nos permite localizar e datá-la: “Esta fotografia foi tirada em 14-5-1960 em Coimbra”.
Fotografia familiar de Francisca da Encarnação Martins (irmã da doadora) com a filha Marta Martins Calhau (sobrinha da doadora) ao colo e o pai Francisco António Martins (pai da doadora e de Francisca da Encarnação).
Fotografia de trio feminino em que podemos ver, da esquerda para a direita, Teresa Lázaro Damião (“Beijinha”), Maria Francisca Sardinha (“Ti Bia do Félix”) e Joaquina Teresa Serra Marreiros (sogra da doadora; bisavó de André Horta e Francisco Pedro Lança, conhecido por “Borralha”).
Fotografia de irmãos, na sua habitação, na qual podemos ver José Manuel Alvorado Tareco e Maria do Céu Alvorado Tareco, respectivamente aos 5 e 8 anos de idade.
Da esquerda para a direita, junto a um veículo, encontramos Maria das Relíquias Cigarro Doutor e Mariana Febrónia Ferro Carrujo, na Estrada de Cuba, podendo observar-se, atrás destas, um edifício em construção e o terreno onde pouco depois foi erigida a Escola Preparatória Frei António das Chagas, actual edifício da Escola Profissional Fialho de Almeida (EPFA) e, mais recentemente, o terminal rodoviário.
Fotografia de grupo masculino onde podemos ver, da esquerda para a direita, Palma, Caeiro, Caçanito, Rosa Mendes e Carrinho. No verso, inscrita a caneta, encontramos a seguinte informação: “Setembro de 1926, Serra do Mendro”. Relacionada com a H-000084.
Convívio entre amigos na Sociedade Recreativa Círculo Operário Vidigueirense. Em destaque, da esquerda para a direita, sentados em redor de uma mesa, vemos Manuel Domingues (“Maneco”), António Gordo, Eduardo ("Dadi"), Manuel António Fialho (de Marmelar), José Domingos (cunhado de António Gordo), Joaquim Pedro Prego e Raimundo (de Vera Cruz) por volta do ano de 1965-66.
José Joaquim Rosa Mendes, pai da doadora Maria Justina Rosa Mendes, é o homem que se apresenta mais à direita. No canto superior direito vemos, inscrita a caneta, a seguinte informação: “Benfica, 1914”. No verso, também inscrita a caneta, podemos ler: “Grupo tirado em S. Domingos de Benfica em casa do Sr. Adriano Valente, pelo chefe da secção de linhos dos Armazéns Grandela em 8 de Fevereiro de 1914”.
Contém os resumos do lançamento da décima, isto é, a contribuição ou imposto régio sobre os bens imóveis ou rendimentos (rendas, prédios rústicos e urbanos, juros, ordenados, tenças, moradias e demais rendimentos). No presente livro constam vários subtítulos ou divisões relativamente ao lançamento da décima, podendo ver-se referência às ruas e moradores das mesmas, relação de pessoas esquecidas, hortas, herdades, rendas e ofícios, juros, Vidigueira, fazendas de Vila Alva e resumo do lançamento da décima das pessoas eclesiásticas, sendo designados os nomes correspondentes a cada um dos casos e o respectivo valor a cobrar. Apresenta capa em pergaminho, podendo ver-se apenso um atilho em couro que permitia fechar e atar o livro ao atilho similar que existe na segunda orelha do mesmo. Junto ao corte superior da capa esta presente uma inscrição onde se lê “Neste livro estão assentados os lançamentos do ano de 1767 e nele se continuou do ano de 1768 no mesmo livro como consta”. No verso da folha número 55 consta um termo redigido pelo escrivão de apelido Silva que nos indica que até aquela folha o livro contém 55 folhas rubricadas pelo próprio. Dessa forma, na folha número 56 inicia o lançamento da décima para o ano de 1768. Na frente da folha número 104 encontramos o termo de encerramento que nos indica que o livro possui um total de 104 folhas que estão rubricadas pelo juiz de apelido Silva. As folhas números 1 e 2 encontram-se em branco, facto também verificado com a frente da folha número 23 e com o verso da folha número 22 e 104.
Não possui encadernação. A primeira folha funciona como capa, estando presentes várias inscrições onde se lê “1767, Lançamento de Vila de Frades, Francisco José Inácio da Silva”, além de vários rabiscos efectuados para embelezamento do livro. Seguidamente, encontramos um termo, datado de 22 de Fevereiro de 1767, respeitante ao "lançamento da décima regulada pela nova lei, providências e regimento para o ano de 1767". Contém o registo do lançamento da décima, indicado por rua, identificando-se os respectivos moradores, a descrição dos prédios urbanos, dos prédios rústicos, dos maneios e o valor aplicado. Adiante surge o mesmo imposto lançado, especificamente, às hortas, às pessoas da “Vidigueira”, às rendas e ofícios e aos juros. O termo de encerramento, por sua vez, está presente no verso da folha número 132 e adianta que o livro possui 132 folhas numeradas e rubricadas pelo provedor da comarca com a rúbrica de “Palma”, usada por António Bernardo Palma que o redigiu em Vila de Frades, em 22 de Fevereiro de 1767. Verificámos que o verso das folhas número 1 e 40 se encontra em branco. Nota: a cosedura do livro e a redacção efectuada muito próximo da dobra dificultaram o trabalho de digitalização, repercutindo-se também na leitura do documento naquela zona em concreto.
Contém o lançamento da nova contribuição extraordinária de defesa aos moradores de Vila de frades e seu termo para o ano de 1809, conforme alvará régio de 7 de Junho desse mesmo ano. Apresenta os registos de cobrança efectuados pelas várias ruas e lugares de Vila de Frades, incidindo sobre os rendimentos provenientes dos prédios urbanos e rústicos, empregos e capitais sendo indicado o nome dos vários contribuintes/proprietários, tipo de propriedade, lojas, ofícios ou rendimentos e o valor da contribuição. Esta contribuição surgiu como forma de socorrer à salvação do Estado e da sua santa religião e à conservação da independência nacional, sustentando os exércitos portugueses na defesa da Pátria contra os invasores (invasões francesas). Portugal foi alvo de três invasões pelas tropas francesas: a primeira em Novembro de 1807 (comandada pelo general Junot), a segunda em Março de 1809 (comandada pelo general Soult) e a terceira em Junho de 1810 (comandada pelo marechal Massena). Não apresenta capa, iniciando na folha número 1, onde está presente o termo de abertura que nos indica que o livro haveria de servir para o lançamento da contribuição extraordinária de defesa em conformidade com o alvará de 1 de Junho de 1809, indo numerado e rubricado com a rúbrica “Matoso”, usada pelo juiz de fora Joaquim António Alho Matoso que o redigiu e assinou em Vila de Frades em 20 de Julho de 1809, adiantando que no final levaria encerramento. Na folha número 2 está um termo, datado de 25 de Julho de 1809, referente ao juramento dado aos fintores nomeados pela câmara para o lançamento do imposto extraordinário de defesa regulado pelo lançamento ordinário de mil oitocentos e oito aos empregos e lojas, conforme o alvará de 7 de Junho de 1809. No verso da folha número 53 encontramos um somatório das contribuições onde é indicado o valor consoante a proveniência dos mesmos. O termo de encerramento, por sua vez, apenas vem acrescentar que o livro possui um total de 56 folhas. As folhas número 54 e 55 encontram-se em branco, facto também verificado com o verso da folha número 1 e com a frente da folha número 56.
O livro não se encontra encadernado. Não contém termo de abertura como é habitual, iniciando na folha número 3. Está numerado e rubricado com a rúbrica “Couto”, provavelmente usada pelo juiz Manuel António do Rosário Couto, conforme apurámos através da verificação dos restantes livros similares existentes, pelo que, relativamente à data do livro, que é inexistente, remontará ao início do século XX (entre 1800-1810?). Os lançamentos são efectuados por rua (com menção do respectivo nome ou designação, daí haver a certeza de que o livro é de Vila de Frades), indicando-se um número de ordem por morador ou proprietário, a incidência do lançamento e a respectiva verba a pagar. Simultaneamente são lançados os prédios urbanos, rústicos, maneios e juros. Isolados dos anteriores e referidos lançamentos, é lançada ainda a décima às pessoas de Vila Alva, às pessoas de fora, às hortas, aos patrimónios, às pessoas da Vidigueira e às rendas. O livro contém 145 folhas nas quais foram registados os 542 lançamentos que aqui estão presentes.
Não se encontra encadernado. Na primeira folha, servindo de capa, encontramos inscrito o termo de abertura onde se lê que o livro seria para o lançamento da décima de Vila de Frades para o ano de 1798, estando numerado e rubricado, levando ainda termo de encerramento em que se declara quantas folhas possui. O termo foi redigido em “Vidigueira”, em “7 de Dezembro de 1798”, assinado pelo “juiz de fora, José da Silva e Abreu”. Apresenta papel selado junto ao corte superior, ao centro, com selo de “5 Reis” onde se lê ainda “Cauza Pública” em torno da coroa real. Na segunda folha, número 1, consta um auto, datado de 9 de Dezembro de 1798, em que se enuncia que o Doutor José da Silva e Abreu, juiz de fora, se reuniu com os fintores da décima secular eclesiástica de Vila de Frades para fazerem o juramento perante os Santos Evangelhos relativamente à décima aplicada às fazendas das pessoas, a reverter para Sua Majestade. Os lançamentos estão organizados por rua, distinguindo-se o lado direito e lado esquerdo, com um número de ordem, pelo nome das pessoas, pela indicação das propriedades e/ou das rendas das casas e a respectiva verba a pagar de décima sobre os prédios urbanos, rústicos, incluindo a sua aplicação às hortas, às pessoas da Vidigueira e às pessoas de Vila Alva. Na frente da folha número 109 podemos ver o termo de encerramento, que além da informação já indicada no termo de abertura, acrescenta que o livro possui 109 folhas, embora surja de imediato uma folha em branco, não numerada e sem rubrica a anteceder uma outra que funciona como contracapa. O verso da folha número 1 encontra-se em branco, bem como, o verso da folha número 109.
O livro não se encontra encadernado. Não contém termo de abertura como é habitual. As duas primeiras folhas estão em branco. Não se encontra numerado nem rubricado. Na terceira folha pode ler-se “Prédios Urbanos” junto ao corte superior. Os lançamentos são indicados por rua (constando o nome das mesmas, daí a certeza de que é de Vila de Frades), com o número de polícia associado a cada uma das casas, o nome dos moradores, a incidência do lançamento e o respectivo valor de tributo a pagar. Na folha quarenta e oito iniciam-se os lançamentos aos prédios rústicos. Procede-se aos lançamentos indicando o nome das ruas, utilizando um número de ordem e pelo nome das pessoas que lá habitam, acrescidos da incidência dos mesmos e do valor a pagar. Diferenciam-se os lançamentos da décima às hortas. Na suposta folha número “119” encontramos numeração, número “1”, seguindo-se abaixo a rúbrica de “Brito”. Nesta “primeira” de 4 folhas (119 a 122) está presente o lançamento da décima aos juros. Na folha número 125 (apesar da inexistência, novamente, de numeração e rúbrica), inicia-se o lançamento da décima aos maneios. Na folha número 147 está um termo em que se lê que a Câmara Municipal dá por terminado o lançamento e refere que as verbas lançadas foram cobradas como Fazenda Nacional Real. Abaixo são enunciados os vários lançamentos e os valores totais obtidos. Seguem-se 3 folhas em branco a terminar o livro, de um total de 150 folhas. Apesar de não estar presente qualquer data, tendo em conta a verificação efectuada aos nomes presentes neste e nos restantes livros de lançamentos, constata-se que o livro é referente a um ano entre as primeiras três décadas de 1800.
Não se encontra encadernado. Na primeira folha, servindo de capa, encontramos inscrito o termo de abertura onde se lê que o livro seria para o lançamento da décima em que foram fintados os moradores de Vila de Frades do ano de 1792. O provedor da comarca, Guilherme António Apolinário Anderson, que o redigiu, em Vila de Frades, em 7 de Fevereiro de 1792, informou ainda que o mesmo estava numerado e rubricado com o apelido de “Anderson” e que no final levaria encerramento. Na primeira folha podemos ver ainda, junto ao corte superior, a seguinte inscrição: “1792”. Na segunda folha consta um auto, datado igualmente de 7 de Fevereiro de 1792, em que se enuncia que o provedor da comarca de Beja se reuniu com os fintores da décima para fazerem o juramento perante os Santos Evangelhos relativamente ao cumprimento das suas funções quanto ao “lançamento da décima secular, regulada pela nova lei, providências e regimento para o ano de 1792”. O livro encontra-se em mau estado de conservação junto ao corte dianteiro, principalmente nos cantos superior e inferior onde são visíveis vestígios de ataque de xilófagos, manchas de humidade e, nalgumas partes, ausência de papel. Tendo em conta este facto, a numeração não é visível. Os lançamentos estão organizados e registados por rua, com o nome da pessoa em questão e o respectivo valor a pagar de décima aplicada aos prédios urbanos, aos prédios rústicos e aos maneios, indicados conjuntamente. Separadamente constam as rendas e ofícios, os juros, as hortas, as herdades, as pessoas de Vila Alva e as pessoas de Vidigueira. O verso da primeira e segunda folha está em branco, facto também verificado com a folha número 51. Na frente da folha número 52 vamos encontrar o termo de encerramento que, além da informação já indicada no termo de abertura, vem acrescentar que o livro possui um total de 52 folhas.
“96-97-98-99” é a única referência relativamente a datas que podemos observar no livro, pelo que, pressupomos corresponder a esses anos do final do século XVIII. Não possui termo de abertura nem termo de encerramento. Apresenta papel selado junto ao corte superior, ao centro, com selo de “10 Reis” onde se lê ainda “Cauza Pública” em torno da coroa real. Contém o registo do lançamento da décima sobre os prédios urbanos e sobre os prédios rústicos, individualizando ainda o imposto sobre as hortas, as pessoas de fora, as pessoas de Vila Alva e o património dos clérigos. Constam indicados por rua, distinguindo-se o lado direito do lado esquerdo da rua, com um número de ordem, identificando-se os respectivos moradores e o valor da décima aplicada a pagar. Não se encontra encadernado. Está rubricado, no canto superior direito, com a rúbrica de “Zarco”. Junto à rúbrica podemos ver a numeração das folhas, iniciando na folha número 5, com o nono imposto das rendas do lado direito da Rua de Lisboa em Vila de Frades, comprovando assim a inexistência das 4 primeiras folhas do livro onde assentariam os primeiros 8 lançamentos. Da folha número 109 passa para a folha 200, mantendo-se, contudo, a sequência numérica das décimas lançadas, o que indicia que houve falha na numeração. Da folha número 209 passa para a folha número 300, da folha número 309 passa para a folha número 400, da folha número 409 passa para a folha número 500 e da folha número 509 passa para a folha número 600 verificando-se, mais uma vez, falhas na numeração, terminando o livro na folha número 606, embora, conte efectivamente apenas com 155 folhas. Na frente da folha número 605 está presente um termo, redigido pelo escrivão da câmara, em que se regista que os impostos somados neste livro perfazem um total de 326.450 reis devendo ser cobrados como fazenda real. O verso das folhas números “605” e “606” estão em branco, estando presentemente, esta última, a servir de contracapa.
Não se encontra encadernado. Apenas possui uma folha, idêntica às restantes que compõem o livro, a funcionar como capa e contracapa. Na primeira folha ou folha de capa, encontramos o termo de abertura onde se lê a seguinte informação: “Há-de servir este livro para o lançamento da décima de Vila de Frades neste ano de 1797. Vai todo numerado e rubricado por mim e leva no fim encerramento em que declaro quantas folhas tem. Vidigueira, 29 de Dezembro de 1797. O juiz de fora, José da Silva e Abreu”. Apresenta papel selado junto ao corte superior, ao centro, com selo de “5 Reis” onde se lê ainda “Cauza Pública” em torno da coroa real. Contém o registo do lançamento simultâneo da décima sobre os prédios urbanos e rústicos, indicados por rua, distinguindo-se o lado direito do lado esquerdo, identificando-se os respectivos moradores e o valor da décima aplicada a pagar. Posteriormente surge o imposto lançado, especificamente às pessoas da Vidigueira, às pessoas de fora e às pessoas de Vila Alva. Na folha número 1 consta o termo de lançamento da décima para o ano de 1797. No verso da folha número 118, que funciona como contracapa, encontramos o termo de encerramento que acrescenta que o livro possui um total de 118 folhas. O verso da capa e da folha número 1 encontra-se em branco.
Na primeira folha, número 1, que está presente como capa, encontramos o termo de abertura onde se lê que “este é o lançamento da décima em que foram lançados e cobrados nesta Vila de Frades no presente ano de 1794; vai numerado e rubricado por mim com a minha rúbrica - Anderson - de que uso e leva no fim encerramento. Vila de Frades, 7 de Janeiro de 1794. O provedor da comarca, Guilherme António Apolinário Anderson”. Junto aos vários cortes que o compõem, o livro apresenta-se deteriorado devido ao factor humidade que, além disso, deixou presentes algumas manchas também no interior. Na segunda folha podemos ver um auto acerca do lançamento da décima secular (“… regulada pela nova lei, providências e regimento…”) para o ano de 1794, datado igualmente de 7 de Janeiro de 1794, onde se lê que o provedor da comarca reuniu com os fintores da décima para fazer o juramento perante os Santos Evangelhos relativamente ao cumprimento das suas funções. Os lançamentos constam indicados pelas várias ruas de Vila de Frades, identificando-se abaixo as várias pessoas/moradores, o património em causa e o valor da décima aplicado ao mesmo. Separadamente está lançada a décima sobre as rendas, sobre os juros, sobre as hortas, sobre as herdades, sobre as pessoas de Vila Alva, sobre as pessoas da Vidigueira e sobre as pessoas desta vila. No verso da folha número 56 está presente um juramento onde está lançado o somatório do valor das décimas. Apesar das últimas folhas do livro se encontrarem em mau estado, junto ao corte superior direito, onde se encontra a rúbrica e a numeração, possui um total de 60 folhas. O verso da folha número 1 e 2 encontra-se em branco, facto também verificado com o verso da folha número 57 e com as folhas número 59 e 60 (rasgadas na sua quase totalidade).
Não se encontra encadernado. Apenas possui uma folha, idêntica às restantes que compõem o livro, a funcionar como capa e contracapa. Na primeira folha, número 1, encontramos o termo de abertura onde se lê que o livro pertence ao lançamento da décima onde seriam registados os devedores de Vila de Frades para o ano de 1795, indo numerado e rubricado com a rúbrica “Anderson” usada por Guilherme António Apolinário Anderson, provedor da comarca, que o redigiu e assinou em Vila de Frades, em 21 de Janeiro de 1795, adiantando que no final levaria encerramento. Contém o registo do lançamento da décima sobre os prédios urbanos e rústicos, indicado por rua, identificando-se os respectivos moradores e o valor da décima aplicada a pagar. Posteriormente surge o imposto lançado, especificamente, às rendas e ofícios, aos juros, às hortas, às herdades, às pessoas de Vila Alva, às pessoas da Vidigueira e o lançamento eclesiástico. Não contém termo de encerramento, contudo, contabilizam-se 56 folhas. A folha número 56 (que funciona como contracapa) encontra-se em branco, facto que também verificamos no verso da folha número 1, 2 e 55. Mau estado de conservação, principalmente nos cantos junto ao corte dianteiro, causado por humidade. Este facto impossibilita ou dificulta a verificação da numeração e de alguma informação.
Fotografia de grupo feminino em cenário campestre, podendo ver-se o dito grupo junto a um burro (como se pode observar, de olhos vendados) que laborava na nora, como comprova o poço presente atrás delas. Da esquerda para a direita encontramos Maria Antónia Batuca Guerreiro, Maria Joaquina Manços Costa, Mariete José Batuca Guerreiro, Maria Francisca Carvalho Caetano (sentada no burro), desconhecida e Mariana Rosa Carvalho Caetano.
Vidigueira Actual (sem n.º), datado de Janeiro de 2017, que reúne o seguinte conteúdo: - Editorial - Helena D`Aguilar - Vice-presidente da Câmara Municipal de Vidigueira - Passagem de Ano Afirma-se pelas Pessoas - Agradecimento da Câmara Municipal à Junta de Freguesia de Vidigueira, à Farmácia Costa e à Caixa Geral de Depósitos pela respectiva colaboração
Vidigueira Actual (sem n.º), datado de Abril de 2017, que reúne o seguinte conteúdo: - Editorial - Helena D`Aguilar - Vice-presidente da Câmara Municipal de Vidigueira - Vinho de Talha - Vidigueira Quer Vinho de Talha a Património da Humanidade - Município adquire talhas para Centro Interpretativo - Vitifrades - Festa do Vinho da Talha (1ª Mostra de Vinho da Talha; Festival Gastronómico do Torresmo e da Tefina; homenagem aos produtores de vinho de talha; assinatura da Carta de Compromisso da candidatura “Vinho de Talha a Património da Humanidade”) - Apresentação em Marvão da Candidatura do Vinho da Talha a Património da Humanidade - Vidigueira reúne Municípios em torno do Vinho da Talha (Aljustrel, Santiago do Cacém, Portel, Viana do Alentejo, Campo Maior, Redondo, Mourão, Cuba, Mora, Elvas, Ferreira do Alentejo, Arronches, Beja, Borba, Reguengos de Monsaraz, Marvão e Vidigueira) - Vinho de Talha na Bolsa de Turismo de Lisboa - BTL - (participação do Restaurante País das Uvas, Quinta das Ratoeiras e do produtor de vinho de talha, prof. Arlindo Ruivo)
Fotografia de grupo de familiares e amigos, tirada pelos Reis de 1939, em convivío junto à ermida de S. Pedro em Vidigueira. Atrás, da esquerda para a direita, podemos ver José Francisco da Rosa Pires (“Zé Coelhinho”), Francisco “Maricas”, desconhecido, Maria Carrinho, Augusto José Soares (“Severo”, “Augusto Chapeleiro”), Judite da Cruz Pinto, Maria José Carrinho, desconhecida, Lucélia Pinto, Purcópia Rosália, Filipe Pinto (avós maternos de Rosália Pires Mansos), Maria Antonieta Pinto (mãe de Rosália Mansos), Gertrudes Carrinho Palula (mãe de Mariana e Noémia Janeiro), Teresa de Jesus e João Barradas (pais de José Augusto, João e Caetano Barradas). Mais abaixo, na fila do meio, podemos ver, da esquerda para a direita, desconhecido (segurando um garrafão), Manuel Cabaço, Manuel Carvalho, desconhecido, desconhecido, desconhecida e os pequenos João Barradas e José Augusto Barradas. À frente, no chão, da esquerda para a direita, surge António Antunes, José Antunes, Manuel Gato (“Gatinho”) e desconhecido.
Fotografia de grupo na praia. Atrás, da esquerda para a direita, vemos Teresa Caetano (tia-avó paterna do doador), Maria dos Santos Costa Guerreiro (mãe do doador), José António Guerreiro Caetano (irmão do doador), Francisco Pedro Carvalho Caetano (pai do doador), Jorge Efigénio Contente com Isabel Maria Guerreiro Contente ao colo (prima do doador), Clotilde Noémia Costa Guerreiro (tia materna do doador) e Cristóvão Augusto Carvalho (mais elevado, à direita). À frente, da esquerda para a direita, consta Lucinda Orrico, Maria Francisca Carvalho Caetano (tia paterna do doador), Mariana Rosa Carvalho Caetano (tia paterna do doador), António José Guerreiro Caetano (doador), José Humberto Guerreiro Contente e Deocleciano Orrico Carvalho.
Fotografia de grupo em passeio ao campo. Atrás, em pé, da esquerda para a direita, podemos ver Mariete José Batuca Guerreiro, Maria dos Santos Costa Guerreiro com Filipe Palma ao colo, Maria Antónia Batuca Guerreiro, José António Costa Guerreiro, Clotilde Noémia Costa Guerreiro e Jorge Efigénio Contente. À frente, da esquerda para a direita, está António Filipe Palma (de cócoras), Catarina, Inácia e Edmundo Edilberto Ramalho. O cenário campestre é marcado pela presença de algumas oliveiras, estando o grupo a posar sobre uma pedra ou rocha.
Fotografia de grupo captada no copo-de-água do casamento de Maria do Céu de Jesus Fialho e Manuel Domingues (“Maneco”) no ano de 1972. Sentados, da esquerda para a direita, podemos ver Joaquim Prego e esposa, Lassalete Rosa Mendes, Eduardo Sotto Mayor Pinto Goes e António José Guerreiro Caetano (doador). Em pé, da esquerda para a direita, constam os jovens António Parrança e Albino José de Jesus Fialho e Eurico Fialho (estes dois últimos, respectivamente, irmãos da noiva). No verso está presente um carimbo onde se lê: “Studio Fotopax Beja”.
Possui encadernação em pergaminho. A capa suporta um atilho em couro que permite atar e fechar o livro ao atilho similar que está apenso também na segunda orelha. A capa apresenta uma inscrição onde podemos ler “Livro da décima dos anos 1778, 1779, 1780”. Vemos ainda repetidas mais abaixo, essas mesmas datas. A contracapa também ostenta inscrições onde se pode ler “Livro da décima do ano 1778 e 1779” e “Livro da décima do ano de 1779 e para o ano de 1780, Juiz Saramago (rúbrica)”. Contém o registo do lançamento da décima sobre os prédios urbanos, rústicos e maneios, indicado por rua, identificando-se os respectivos moradores, a menção do “objecto” de imposto e o valor da décima aplicada a pagar. Posteriormente surge o imposto lançado, especificamente, às pessoas de fora do termo, às hortas, às herdades, às rendas e ofícios, aos juros, às pessoas da Vidigueira, às pessoas de Vila Alva e o lançamento eclesiástico aos reverendos da vila. Inicia com o lançamento da décima para o ano de 1778, podendo observar-se o de 1779 a partir da folha número 65 e o de 1780 a partir da folha número 115. Contrariamente ao que é habitual, não tem termo de encerramento. Possui um total de 173 folhas. A folha número 1 encontra-se em branco, facto também verificado com o verso da folha número 64.
Não possui capa. Na folha presente como capa podemos ver a seguinte inscrição: “1780 - Escrivão supra - Lançamento da décima desta Vila de Frades para o presente ano”. Na folha número 1, encontramos um auto, datado de 23-8-1780, onde se refere que o Doutor Guilherme José de Saldanha se reuniu com os fintores da décima para fazer o juramento perante os Santos Evangelhos relativamente ao cumprimento das suas funções no lançamento da décima. Os lançamentos estão estruturados pelo nome da rua, pelos respectivos moradores indicando o nome da pessoa em questão e pelo lançamento conjunto da décima aos prédios urbanos, aos prédios rústicos e aos maneios. Na folha número 61 podemos ver uma listagem dos valores a cobrar no lançamento da décima sobre as rendas e ofícios. Ainda no verso da folha número 61, tem início o lançamento da décima sobre os juros, organizada segundo o nome dos intervenientes e o valor aplicado. No verso da folha número 62 está presente o lançamento da décima sobre as “hortas”, indicadas pela respectiva designação ou pelo nome do proprietário ou rendeiro e apresentado o valor da décima a cobrar. No verso da folha número 63 consta o lançamento da décima às “herdades”. Na frente da folha número 64 está o lançamento da décima aplicado às “pessoas de fora”. No verso da folha número 65 vemos o lançamento da décima às “pessoas de Vila Alva”. No verso da folha número 66 está o lançamento da décima às “pessoas da Vidigueira”. Na frente da folha número 77 encontramos uma declaração respeitante à soma das verbas da décima secular. Na folha número 78, por sua vez, está o “lançamento das fazendas compradas dos Reverendos Padres desta Vila de Frades por ordem do Digníssimo Provedor desta Comarca de Beja do presente ano de 1780” e, também, a soma das importâncias desta décima eclesiástica. A folha número 80 contém um termo, de 24 de Agosto de 1780, direcionado aos fintores devido a falhas nos lançamentos da décima, bem como, um certificado da notificação que receberam. Na frente da folha número 81 vemos o termo de encerramento que, além da informação já adiantada no termo de abertura, acrescenta que o livro possui um total de 81 folhas. O verso da “capa” encontra-se em branco, facto também verificado com o verso da folha número 77 e 81, com a folha de guarda e com a última folha que funciona como contracapa.
Fotografia de grupo masculino onde podemos ver, da esquerda para a direita, José dos Santos Serra Carriço, Manuel Beijinha Sardinha (pai de Sónia e Isabel Sardinha) e Joaquim Jacinto Godinho.
Possui encadernação em pergaminho. A capa suporta um atilho em couro que permite atar e fechar o livro ao atilho similar que está apenso também na segunda orelha. Junto ao corte superior da capa consta inscrita a data de “1781”. Na contracapa, também junto ao corte superior, encontramos uma inscrição onde se lê “Livro para a décima dos anos de 1781, 1782 e 1783”. A primeira folha, número 1, apenas tem inscrito “Tem este livro”. Os valores da décima, em dívida, para o ano de 1781 iniciam na segunda folha, onde vemos o dito ano inscrito no topo. Contém o registo dos valores em dívida, indicados por rua, identificando-se os respectivos moradores ou arrendatários e o valor da décima aplicada que devem; a pagar. Posteriormente surge o imposto em dívida lançado, especificamente, às rendas e ofícios, aos juros, às hortas, às herdades, às pessoas de fora, às pessoas de Vila Alva, às pessoas da Vidigueira e o lançamento eclesiástico aos reverendos da vila. Inicia com o ano de 1781 na folha número 2, podendo observar-se o ano de de 1782 a partir da folha número 62 e o de 1783 a partir da folha número 117. Contrariamente ao que é habitual, não tem termo de encerramento. Possui um total de 151 folhas. O livro encontra-se numerado na totalidade e rubricado até à folha número 119 com a rúbrica “Coelho”. O verso das folhas números 1, 61 e 116 encontra-se em branco. Constatámos que o verso da folha número 37 e a frente da folha número 38 estão colados propositadamente por se encontrarem em branco e que da folha número 75 passa para a 77.
Não se encontra encadernado. Apenas possui uma folha, tal como as restantes que compõem o livro, a funcionar como capa e contracapa. Na capa vemos inscrita a seguinte informação: “Vila de Frades”, “Décima de 1782” e “Lançamento da décima desta vila do ano de 1782”. Na primeira folha, número 1, encontramos o termo de abertura onde se lê que o livro iria servir para o lançamento da décima de Vila de Frades para o ano de 1782, indo numerado e rubricado por Guilherme José de Saldanha que o redigiu e assinou em Vila de Frades em 10 de Julho de 1782, adiantando que no final levaria encerramento. Contém o registo do lançamento da décima sobre os prédios urbanos, rústicos e maneios, indicado por rua, identificando-se os respectivos moradores e o valor da décima aplicada a pagar. Posteriormente surge o imposto lançado, especificamente, às rendas e ofícios, aos juros, às hortas, às herdades, às pessoas de fora, às pessoas de Vila Alva, às pessoas da Vidigueira e o lançamento eclesiástico. Finaliza com a soma da décima secular e com a soma da décima eclesiástica. O termo de encerramento, por sua vez, acrescenta que o livro possui um total de 108 folhas. O verso das folhas número 2, 105 e 108 encontra-se em branco.
Não se encontra encadernado. Na primeira folha, número 1, que funciona como capa, encontramos o termo de abertura onde se lê que o livro pertence ao lançamento da décima de Vila de Frades para o ano de 1788, indo numerado e rubricado com a rúbrica “Anderson” usada por Guilherme António Apolinário Anderson, provedor da comarca de Beja, que o redigiu e assinou em Vila de Frades, em 13 de Março de 1788, adiantando que no final levaria encerramento. É possível observarmos ainda a inscrição do ano de “1788” e dois cálculos aqui efectuados. Na folha número 2 encontramos referência a “Vila de Frades” (no canto superior esquerdo) e ao “lançamento da décima para o subsídio militar segundo o regimento e mais condições para o ano de 1778”, encimando o auto em que se enuncia que o provedor da comarca de Beja se reuniu com os fintores da décima para fazer o juramento perante os Santos Evangelhos relativamente ao cumprimento das suas funções quanto ao lançamento da décima. Os lançamentos estão organizados por rua, pelo nome das pessoas, pela identificação do alvo de lançamento da décima e pela respectiva verba a pagar, sendo obtido e indicado o total de cada página no final da mesma. Verifica-se o lançamento conjunto da décima aos prédios urbanos, aos prédios rústicos e aos maneios. No verso da folha número 77 encontramos o lançamento da décima às rendas e ofícios. No verso da folha número 78 está presente o lançamento da décima sobre os juros. No verso da folha número 79 consta o lançamento da décima às hortas. Na frente da folha número 81 verifica-se o lançamento da décima às herdades e, no verso desta, o lançamento da décima aplicado às pessoas de fora. Na frente da folha número 83 observa-se o lançamento da décima às pessoas de Vila Alva e na frente da folha número 84 o lançamento da décima às pessoas da Vidigueira. No verso da folha número 95 podemos ver o “lançamento das fazendas dos padres desta vila”. No verso da folha número 97 e na frente da folha número 98 encontramos o encerramento. O verso da primeira folha está em branco, facto também verificado com a frente da folha número 99, a última do livro cujo verso está presente como contracapa.
Possui capa em pergaminho na qual se encontra apenso um atilho em couro que permitia atar e fechar o livro a um atilho similar que terá existido anteriormente apenso na segunda orelha. Podemos observar uma inscrição na capa, embora seja imperceptível. No verso da capa consta, igualmente, uma inscrição onde estão presentes vários nomes seguidos de números sendo, contudo, desconhecido o seu significado. Na primeira folha, número 1, junto ao corte superior está presente a seguinte informação: “Lançamento para o ano de 1769”. Na folha número 2 encontramos o termo de abertura onde se lê que o livro haveria de servir para a cobrança da nova décima para o ano de 1769, resumido o presente lançamento pelas pessoas e meios declarados. Encontra-se numerado e rubricado com a rúbrica “Silva”. Contém o registo do lançamento da décima, indicado por rua, identificando-se os respectivos moradores, o valor da décima aplicada e a indicação da fase de pagamento (primeiro ou segundo semestre), mostrando-se o valor total repartido pelas duas fases (duas tranches). Adiante surge o mesmo imposto lançado, especificamente, às hortas, às herdades, às pessoas de Vila Alva, Vidigueira, existindo ainda uma relação das pessoas esquecidas. Contrariamente ao que é habitual, não tem termo de encerramento. Possui um total de 60 folhas. O verso das folhas número 1 e 2 encontra-se em branco.
Contém o lançamento da décima, isto é, a contribuição ou imposto régio sobre os bens imóveis ou rendimentos (rendas, prédios rústicos e urbanos, juros, ordenados, tenças, moradias e demais rendimentos). No presente livro constam vários subtítulos ou divisão relativamente ao lançamento da décima, podendo ver-se referência às ruas, pessoas esquecidas, hortas, herdades, rendas e ofícios, juros, Vidigueira e fazendas de Vila Alva, sendo designados os nomes correspondentes a cada um dos casos e o respectivo valor a cobrar. Apresenta capa em pergaminho, com primeira orelha, onde se observa um rasgo no local onde outrora esteve apenso o atilho em couro que permitia fechar e atar o livro ao atilho similar que está presente na contracapa. Junto ao corte superior da capa vemos inscrita a seguinte informação: “Este livro serve do recebimento da décima de Vila de Frades este de 1772”. Possui folha de guarda na qual foi elaborado por Vicente Fialho o termo de abertura que nos indica que o livro haveria de servir para nele se assentarem as verbas do lançamento do presente ano de 1772. Está numerado e rubricado com a rúbrica de Fialho. Na frente da folha número 68, junto ao corte inferior, encontramos o termo de encerramento que nos acrescenta que o livro possui um total de 68 folhas, rubricadas pelo juiz Vicente Fialho. A frente da folha número 63 encontra-se em branco, facto também verificado com o verso da folha de guarda e com o verso das folhas número 62 e 68.
Possui capa em pergaminho com primeira orelha na qual se encontra apenso um atilho em couro que permite atar e fechar o livro ao atilho similar que encontramos também na contracapa. A capa conserva uma inscrição onde se pode ler “Este livro há-de servir da arrecadação da décima deste presente ano de 1775 em Vila de Frades”. Na primeira folha, número 1, encontramos o termo de abertura, redigido em Vila de Frades, em Julho de 1775, pelo juiz António Manuel Pimenta, que refere que o livro haveria de servir para o recebimento da décima no presente ano de 1775, indo numerado e rubricado pelo próprio com a rúbrica de “Pimenta”. Contém o registo do lançamento da décima, indicado por rua, identificando-se os respectivos moradores, o valor da décima aplicada e a indicação da fase de pagamento (primeiro ou segundo semestre), mostrando-se o valor total repartido pelas duas fases / semestres (duas tranches). Adiante surge o mesmo imposto lançado, especificamente, às pessoas de fora do termo, às hortas, às rendas e ofícios, aos juros, à Vidigueira e às pessoas de Vila Alva. Contrariamente ao que é habitual, não tem termo de encerramento. Possui um total de 72 folhas. O verso da folha número 1 encontra-se em branco.
Não se encontra encadernado. A primeira folha, número 1, apresenta-se em más condições, não permitindo ver cerca de metade da informação nela presente. Permite, no entanto, na frente, constatar implícita a data de 22 de Abril de 1776, a referência às palavras “décima” e “Vila de Frades”. Contém o registo do lançamento da décima sobre os prédios urbanos, rústicos e maneios, indicado por rua, identificando-se os respectivos moradores, a menção do “objecto” de imposto e o valor da décima aplicada. Posteriormente surge o imposto lançado, especificamente, às pessoas de fora do termo, às hortas, às herdades, às rendas e ofícios, aos juros, às pessoas da Vidigueira e às pessoas de Vila Alva. Na frente da folha número 109 está presente o termo de encerramento, feito em Vila de Frades, em 29 de Abril de 1776, pelo provedor da comarca como presidente do lançamento e superintendente da décima, André Ferreira de Almeida Guimarães, que refere que o presente livro do lançamento da décima e maneio secular possui um total de 109 folhas de papel, todas numeradas e rubricadas pelo próprio. O verso da folha número 109 e a contracapa encontram-se em branco.
Fotografia de grupo feminino, na qual podemos ver, da esquerda para a direita, Cândida Carapinha, Alice (mãe de Carlos Carapinha), Francisca Maia, Ana Maria Maia, Joaquina Goes, Caetana Oliveira, Mariete Oliveira, Mónica Carapinha, Noémia Goes, Carlos Carapinha (filho de Alice) e Goes (“Malhota”). A fotografia foi tirada no quintal de Cândida Carapinha (sogra de Maria Rita Marreiros, doadora) em altura de Carnaval.
Fotografia de grupo em momento de confraternização, num baile. Da esquerda para a direita podemos ver Maria Salomé Serra Silva, Alberto Eduardo Carreto Baptista, Idalina Calhau, desconhecida, José Humberto Guerreiro Contente, Jorge Efigénio Contente e Clotilde Noémia Costa Guerreiro Contente.
Da esquerda para a direita podemos ver Francisco Manuel Lança e António José Broco Garcia. A fotografia foi tirada em Sines no dia “20-7-1968” como podemos constatar pela inscrição presente no verso.
Fotografia de grupo de amigos na torre de menagem do castelo de Beja. Da esquerda para a direita podemos ver Maria Cândida Parrança Teles Rocha, Manuel Francisco Coxinho Rocha (conhecido por "Topa"; doador), Manuel Francisco Gomes Coxinho, Carlos Francisco Bonito Covas e Luísa Mariana Parrança Teles Covas.
Fotografia de grupo masculino em convívio em volta de uma mesa onde constam, da esquerda para a direita, o Dr. Armando Garrido Espadinha, o professor António Fialho Pires, Baltazar Augusto Efigénio, Augusto Pinto Esteves (fotógrafo amador local), António Jacinto Caetano (avô do doador), desconhecido e o Dr. Fernando Pulido Garcia.
José Mendes Carvalho com a esposa Maria Cândida Ramalho e o sobrinho José Mendes Pereira (pai da doadora). No canto inferior direito do cartão onde assenta a fotografia encontramos gravada referência ao fotógrafo ou casa de fotografia onde se pode ler: “Armando Silva Photo - Caldas da Rainha”.
Na presente fotografia podemos ver Domingos Martins Fialho Pulido (no espelho) e a sua irmã Maria José Fialho Pulido. No verso, inscrita a caneta, encontramos a seguinte informação: “Como prova de amizade oferece à sua boa madrinha a Maria José. Moura, 18-2-920”.
Fotografia de amigos em dia de festa na Sociedade Círculo Operário Vidigueirense (na Rua Longa, em Vidigueira). Da esquerda para a direita, encontramos António José Guerreiro Caetano (doador), Ica, Idalina Cipriana Ripado Calhau e José Domingos Manços Fialho.
Fotografia familiar onde podemos ver o casal António José Guerreiro Caetano e Maria Paula Santa Rita Guerreiro Caetano com os filhos Diogo Guerreiro Caetano e Cristina Guerreiro Caetano. A fotografia foi captada em Viana do Castelo tendo como pano de fundo o Santuário de Santa Luzia ou Templo do Sagrado Coração de Jesus.
Fotografia de grupo feminino. Da esquerda para a direita podemos ver Maria Francisca Carvalho Caetano, seguida de Ana Maria Almeida Casadinho e Maria Emília Bastos Silva com a filha “Nélinha”. No verso está presente a seguinte informação que nos permite datar o documento: “Verão de 1964”.
Fotografia na qual podemos ver 3 homens junto a um veículo automóvel. Da esquerda para a direita encontramos João Albino Ferreira, António Jacinto Caetano e Fernando Pulido Garcia. Atrás, à direita, podemos observar uma carroça com depósito de água. Década de 1930.
Atrás constam duas empregadas cujos nomes se desconhecem. A seguir, da esquerda para a direita, está Domingos Pulido Pereira e José Mendes Pulido Pereira. À frente, podemos ver “Mariazinha” (Maria Cândida Fialho Pulido Pereira) e Francisco Guerreiro.
Fotografia feminina a montar a cavalo. Da esquerda para a direita encontramos Maria Teresa de Barahona Van Zeller (“Tina”), Maria Eugénia de Barahona Van Zeller (“Gena”) e Maria Cândida Pulido Pereira (“Mariazinha”). No registo podemos ver uma habitação e um jipe como pano de fundo.
Fotografia tirada nas Taipinhas (próximo de Vidigueira, em direcção a Alcaria da Serra). Em cima, da esquerda para a direita, podemos ver “Zézinha” Contente Rosa, “Mariazinha” (Maria Cândida Fialho Pulido Pereira), Maria Inês Barahona e Manuela Pulido Garcia. Em baixo, da esquerda para a direita, encontramos Maria Carolina Matos Rosa e Margarida Barahona.
“Mariazinha” (Maria Cândida Fialho Pulido Pereira) na capela da Casa Pereirinha por ocasião da Primeira Comunhão.
No verso da fotografia encontramos inscritas várias informação que nos permitem identificá-la e contextualizá-la: “Pescaria na Ínsua / 13-8-1940 / Vêem-se os tios: José Maria, Fernando e Alberto / Lavando o peixe”. Podemos ver ainda um carimbo onde se lê: “Carrasco - R. Nova do Almada - Lisboa”.
No verso da fotografia encontramos inscrita a seguinte informação que nos permite contextualizá-la: “Pescaria na Ínsua / 13-8-1940 (João Albino Ferreira e Arsénio Baião da Rosa Setta) / Pescando na lagôa”. Podemos ver ainda um carimbo onde se lê: “Carrasco - R. Nova do Almada - Lisboa”.
Junto à ermida de S. Pedro, em Vidigueira. No verso encontramos inscrita a seguinte informação: “António Freixial, Aníbal Freixial e Afonso de Castro Mendes em S. Pedro. Abril de 1942".
A presente fotografia está relacionada com as duas anteriores. Foi tirada junto ao rio Guadiana podendo ver-se o grupo de pescadores e ainda uma vara de porcos. No verso encontramos inscrita a seguinte informação: “Pescaria na Ínsua / 13-8-1940 / Banhando-se no Guadiana”. Podemos ver ainda um carimbo onde se lê: “Carrasco - R. Nova do Almada - Lisboa”.
Vista sobre a cidade de Coimbra, captada por Carlos Pulido. No verso encontramos inscrita a seguinte informação: “Coimbra, 21-9-1946. Coimbra vista do Choupal”.
No presente registo podemos ver Carlos Pulido afagando um cão “Junto da entrada do Centro Mineiro Cabo Mondego”, conforme se pode ver inscrito no verso. No verso encontramos inscrita ainda a seguinte informação: “Figueira da Foz, 19-9-1946”. Podemos ver ainda um carimbo onde se lê: “Casa Havanesa - Figueira da Foz”.
Grupo de homens junto a veículo, podendo ver-se vários cães e, ao fundo, uma carroça com depósito de água. Sendo os dois homens à esquerda caçadores, tendo em conta as suas vestes e estando presentes os animais, provavelmente a fotografia terá sido captada em dia de caça. Da esquerda para a direita encontramos José Maria Pulido (médico), Fernando Pulido (proprietário), Francisco Pulido Garcia (proprietário; foi presidente da Comissão Executiva entre 1919 e 1924) e João Pulido.
Apresenta capa em pergaminho na qual se encontra apenso um atilho em couro que, embora curto, permitia atar e fechar o livro ao atilho similar que existiria na segunda orelha. A capa encontra-se bastante deteriorada sendo visíveis vários orifícios. Na primeira folha, número 1, encontramos o termo de abertura, redigido em Vila de Frades em 23 de Novembro de 1745, que nos indica que o livro haveria de servir para o lançamento do imposto dos quatro e meio porcento, indo numerado e rubricado. No verso da folha número 1 está presente um termo, datado de 25 de Novembro de 1745, referente ao juramento dado aos lançadores do tributo dos quatro e meio porcento para o ano de 1746 em Vila de Frades. Rendas com lançamento descritivo e o valor a pagar. Herdades. Hortas. Moradas. Seguidamente os lançamentos constam por rua, diferenciando-se ainda as pessoas de fora, as pessoas de Vila Alva. No verso da folha número 31 consta outro termo, datado de 5 de Dezembro de 1746, referente ao juramento dado aos lançadores do tributo dos quatro e meio porcento para o ano de 1747 em Vila de Frades. No verso da folha número 62 está presente um termo, datado de 12 de Dezembro de 1747, referente ao juramento dado aos lançadores do tributo dos quatro e meio porcento para o ano de 1748 em Vila de Frades. Apenas o verso da folha número 95, última folha se encontra em branco, não constando termo de encerramento no livro como habitual. Verifica-se, por falha na numeração que passa da folha número 10 para a folha número 12. Na contracapa, escrito ao contrário da posição do livro, está presente a seguinte inscrição: “Este livro há-de servir para o lançamento dos quatro e meio porcento nesta Vila de Frades para o ano de 1746”. O imposto dos quatro e meio porcento (4,5%) foi cobrado nos períodos de suspensão da Décima Militar. O primeiro período de lançamento deste imposto ocorreu entre 1698 e 1702. Entre 1704 e 1715, foi reposta a Décima. Em 1716 a décima foi novamente suspensa e o tributo dos quatro e meio por cento foi implementado até à década de 1760, altura em que regressa o lançamento da Décima que se manteve até à sua extinção na década de 30 do século XIX.
Contém termos, registos ou assentos em que constam o nome dos compradores, o nome dos vendedores, a localização das propriedades e o valor das sisas. Apresenta capa em pergaminho na qual se encontra uma inscrição onde se lê: “Vila de Frades - Bens de Raiz - 1695, 1696”. Possui segunda orelha com atilho que permite atar e fechar o livro ao atilho similar presente também na capa. Na primeira folha, número 1, encontramos o termo de abertura, onde consta que o livro haveria de servir para assentar os bens de raiz a favor de sua majestade no ano de 1695, indo rubricado pelo juiz Martinho Lopes Sequeira, juiz dos direitos reais, “juiz ordinário nesta vila que também nela serve de juiz das sisas”, que o elaborou e assinou em Vila de Frades, em dois de Janeiro de 1695. O verso da folha número 36 e a frente da folha número 37 estão em branco, facto também verificado com a frente da folha número 46. No verso da folha número 46, última folha, está presente o termo de encerramento que, além de informações já referenciadas no termo de abertura, vem acrescentar que o livro possui um total de 46 folhas.
Não possui capa. Na frente da primeira folha, número 1, encontramos o termo de abertura, redigido em Vila de Frades em 2 de Junho de 1829, onde se lê que o livro haveria de servir para o lançamento da décima dos prédios urbanos de 1829, indo numerado e rubricado com o apelido de “Calheiros”, usado pelo juiz de fora Baltazar Lopes de Calheiros Jacome de Moscoso e Meneses. Na folha número 2 pode ler-se a seguinte informação no título do termo presente na mesma: “Lançamento da décima secular eclesiástica regulada pela nova lei, providências e regimento para o presente ano de 1829”. Nesse auto, datado de 30 de Março de 1829, enuncia-se que o juiz de fora se reuniu com os fintores da décima para fazer o juramento perante os Santos Evangelhos relativamente ao cumprimento das suas funções. Os lançamentos estão organizados com um número de ordem, por rua, pelo nome das pessoas, pelo valor das propriedades e/ou das rendas das casas e a respectiva verba a pagar de décima sobre os prédios urbanos. No verso da folha número 42 encontramos o termo de encerramento onde, além do já exposto no termo de abertura, se acrescenta que o livro possui 42 folhas. O verso da folha número 1, 39 encontra-se em branco, facto também verificado com a frente das folhas número 42 e com as folhas 40, 41. A este primeiro livro foi apenso, por cosedura, um outro livro referente ao lançamento da décima dos prédios rústicos e rendas do ano de 1829. Essa referência está presente no termo de abertura, redigido e assinado em Vila de Frades, em 30 de Junho de 1829, pelo juiz de fora Baltazar Lopes de Calheiros Jacome de Moscoso e Meneses, que acrescentou que no final levaria encerramento. Na folha número 2 pode ler-se a seguinte informação no título do termo presente na mesma: “Lançamento da décima pertencente aos prédios rústicos para o presente ano de 1829”. Nesse auto, datado de 30 de Junho de 1829, enuncia-se que o juiz de fora se reuniu com os fintores da décima para fazer o juramento perante os Santos Evangelhos relativamente ao cumprimento das suas funções. Os lançamentos estão referenciados com um número de ordem, por rua, pelo nome das pessoas e pelas propriedades associadas, indicando-se o respectivo valor a pagar. É feita a referenciação diferenciada dos prédios rústicos no que se refere às hortas, rendas e partidos, às pessoas de fora, às pessoas de Vila Alva, às pessoas da vila de Vidigueira. No verso da folha número 86 consta um termo onde se lança o somatório das décimas sobre os prédios rústicos. No verso da folha número 87 está o termo de encerramento do livro que, além da informação já indicada no termo de abertura, vem acrescentar que o livro possui um total de 87 folhas. O verso da folha número 1, encontra-se em branco. A esta compilação foi apenso um outro livro, por cosedura, desta vez, referente ao lançamento da décima dos maneios do ano de 1829. Essa referência está presente no termo de abertura, redigido e assinado em Vila de Frades, em 2 de Junho de 1829, pelo juiz de fora Baltazar Lopes de Calheiros Jacome de Moscoso e Meneses, que acrescentou que no final levaria encerramento. Na folha número 2 pode ler-se a seguinte informação no título do termo presente na mesma: “Lançamento dos maneios para o presente ano de 1829”. Nesse auto, datado de 30 de Junho de 1829, enuncia-se que o juiz de fora se reuniu com os fintores da décima para fazer o juramento perante os Santos Evangelhos relativamente ao cumprimento das suas funções. Os lançamentos estão referenciados com um número de ordem, por rua, pelo nome das pessoas e pelo respectivo valor a pagar. No verso da folha número 28 (que está presente como contracapa) está o termo de encerramento deste “último livro”, do lançamento dos maneios que, além da informação já indicada no termo de abertura, vem acrescentar que o livro possui um total de 28 folhas. O verso da folha número 1, encontra-se em branco, facto também verificado com o verso da folha número 2 e 27 e com a frente da folha número 28. A compilação perfaz um total de 157 folhas.