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Não se encontra encadernado. Na primeira folha, número 1, que serve de capa, encontramos inscrito o termo de abertura onde se lê que o livro seria para o lançamento da décima de Vila de Frades para o ano de 1802, estando numerado e rubricado com a rúbrica de “Zarco”, usada pelo juiz vereador pela ordenação Inácio Luís Colaço Zarco, que o redigiu e assinou em Vila de Frades em 22 de Dezembro de 1802, adiantando que no final levaria encerramento com indicação do número total de folhas. O livro apresenta papel selado junto ao corte superior, ao centro, com selo de “10 Reis” onde se lê ainda “Cauza Pública” em torno da coroa real. Na segunda folha, está presente um auto, datado de 23 de Dezembro de 1802, onde se enuncia que “o juiz vereador pela ordenação o capitão Inácio Luís Colaço Zarco” convocou os cobradores da décima secular eclesiástica de Vila de Frades para fazerem o juramento perante os Santos Evangelhos relativamente à décima aplicada e a reverter para Sua Majestade do ano de 1802. Os lançamentos estão organizados por rua, distinguindo-se o lado direito e lado esquerdo, com um número de ordem, pelo nome das pessoas, pela indicação das propriedades e/ou das rendas das casas e a respectiva verba a pagar de décima sobre os prédios urbanos, rústicos, incluindo a sua aplicação às pessoas de Vila Alva, às pessoas de fora, às hortas, aos Patrimónios e às pessoas da Vidigueira. O verso das folhas números 1 e 2 encontra-se em branco. Da folha número 144 passa para a folha número 146, mantendo-se o número de ordem dos lançamentos, pelo que, terá ocorrido uma falha na numeração. Verifica-se que o livro não contém termo de encerramento como enunciado no termo de abertura, ainda que se conte um total de 187 folhas. Denota-se a existência de manchas causadas pela humidade e ainda galerias causadas por ataque de xilófagos, encontrando-se em mau estado de conservação principalmente junto ao corte superior, impossibilitando, por vezes, a leitura do documento.
Retrato feminino de Cândida Febrónia Alhinha Camacho por volta dos 16 anos de idade (mãe da doadora).
Retrato feminino de Antónia da Conceição Caeiro. No verso encontramos, inscrita a caneta, a seguinte informação: “Antónia da Conceição Caeiro oferece o seu retrato a sua filha Mariana como prova de muita estima. Vidigueira, 24-6-1911”. Ainda no verso, podemos observar a existência de um carimbo referente ao fotógrafo onde se lê: “Cliché n.º 1440 - Ant. de Tavares - 1911”.
Retrato feminino de Maria Cândida Mira Figueira Sotto Maior. No verso, inscrita a caneta, encontramos a seguinte informação: “Maria Cândida Mira Figueira Sotto Mayor retribue a sua Exma. amiga, D. Maria do Carmo Caeiro Sequeira e Sá, como prova de muita estima e consideração. Vidigueira, 30-9-1911”. No canto inferior esquerdo da fotografia consta gravada a identificação do fotógrafo onde se lê: “Ant. de Tavares 1911”. No verso está presente um carimbo, também referente ao fotógrafo, que além do já mencionado acrescenta “Cliché n.º 1217”.
Retrato de amigas. Da esquerda para a direita encontramos Francisca Lopes e Leonarda Estrela, posando em cenário fotográfico e estando entre elas uma coluna com naprons e flores. Na parte inferior da fotografia pode ler-se “Foto Paris”. Final da década de 1940.
Retrato feminino de Ermelinda Lopes, prima da doadora.
Armando Manuel Morais (irmão de Maria Joana Morais Marta) durante a sua mobilização militar em Angola.
À direita podemos ver Sebastião Francisco Trindade Galvão (irmão do pai da doadora) com camarada cuja identidade se desconhece, no quartel de Évora. O verso apresenta carimbo onde se lê: “Laboratório da Foto Star - Beja”.
Fotografia de José Vicente Raminhos montando a cavalo, no quartel, durante o cumprimento do serviço militar em Santa Margarida.
Da esquerda para a direita, podemos ver Francisco Luís Oleiro e José Venda (“Russo”; de marinhais), militares mobilizados em Moçambique, arranjando peixe.
Fotografia de militares no quartel de Bissalanca na Guiné Bissau. Em pé, da esquerda para a direita, encontramos Custódio dos Santos Coelho, José Marcelino Roberto e Mário Duarte. No chão consta Arlindo.
Retrato feminino de Luísa Maria Pé-Leve Aleixo (Delgado depois do matrimónio), natural de Selmes, aos 18 anos de idade (mãe de Ana Patrícia e Sérgio Aleixo Delgado). No verso pode ver-se inscrita a data de "27-7-1968".
Maria Fernanda Serrano com as filhas gémeas, na época aos 11 anos de idade, nomeadamente, da esquerda para a direita, Mariana Rosa Serrano Estrela (doadora) e Maria Margarida Serrano Estrela.
Casal Ana Luísa Covas Gil e o marido Joaquim Batuca ("Fiúzas") com as filhas, da esquerda para a direita, Maria das Dores e Ana Joaquina Gil Batuca ("Anica do Pão").
Caçada no Monte da Andreza, pertencente aos proprietários do Monte das Cortes de Baixo, em Selmes. Estão presentes onze homens, exibindo as suas armas e a caça resultante da caçada pendurada numa vara. Entre os presentes, da esquerda para a direita, está Francisco Rosa Tavares (3º), João Albino Ferreira (o 4º), Francisco Pulido (6º), Arsénio Baião Rosa Seta (7º), António Jacinto Caetano (8º) e José Silvério Anico (9º). Observam-se também quatro cães.
Manuel Lino ("Baúl"), durante a guerra do ultramar em Angola, sentado no chão a escrever uma carta para enviar para Portugal. O suporte que serve de apoio à escrita era uma caixa de munições onde constava inscrito o número da companhia (“1679”). À sua volta pode ver-se armamento e as inúmeras caixas de munições.
13-01-1802 a 23-06-1807 – Contém registos de despesa com os expostos, nomeadamente, o pagamento do salário às amas dos expostos. Nestes recibos, redigidos pelo escrivão da câmara, é indicado o nome da ama, o nome do exposto e o valor pago à ama (que além de estar incluído no texto surge ainda destacado ao lado do mesmo). Possui capa em pergaminho na qual está apenso um atilho em couro que permite fechar e atar o livro ao atilho similar que se encontra na segunda orelha. Na contracapa consta a inscrição da palavra “Expostos”. Na frente da primeira folha, número 1, encontramos o termo de abertura, redigido em Vila de Frades em 4 de Junho de 1802, onde se lê que o livro haveria de servir para as despesas dos expostos, indo numerado e rubricado com a rúbrica de “Zarco”, usada por Inácio Luís Colaço Zarco, que adiantou que no final levaria encerramento. Junto ao corte superior de todas as folhas, consta selo de “10 Reis”, estando a coroa real encimada por uma faixa onde se lê “Cauza Pública”. No verso da folha número 210 encontramos o termo de encerramento onde se lê que o livro possui um total de 210 folhas. Contudo, verificámos que ocorreu um lapso na numeração, na medida em que, da folha número 169 passa para a folha número 180, quando era para ser a 170, pelo que, o livro possui 200 folhas e não as 210 que são mencionadas. O verso da folha número 1 encontra-se em branco.
Fotografia de carnaval onde podemos ver Emílio Covas mascarado de cowboy. No verso pode ver-se a seguinte inscrição: “Aos 19 anos de idade. Emílio Covas”.
Fotografia de Maria Manuela Alvorado Doutor (mãe de Maria João e Estela Doutor) posando junto a uma motorizada Sachs V5, em Vidigueira. 1974 ou 1975.
Fotografia do pequeno Dionísio Colaço, aos 4 anos de idade, no quintal do vizinho "Tónicha", a comer açorda num prato de alumínio. Década de 1960.
Fotografia de jovem menina, tratando-se, nomeadamente, de Deolinda da Encarnação Boga Lúcio (filha da doadora).
Retrato feminino de Francisca Rosa Magalhães Quaresma (mãe de Maria Josefa e Eduardo Quaresma Palma).
Na presente fotografia podemos ver Evaristo Cró e Catarina Rosa Leirão com a filha Ana José Leirão Cró, à porta de casa, na Rua de Santa Clara em Vidigueira.
Gémeos Francisca Palma e Fernando Palma andando de triciclo.
Fotografia de quotidiano escolar em que vemos a sala de aula da escola primária de Penalva (freguesia de Vila Nova de São Bento, concelho de Serpa) onde a professora Bárbara Maria de Cristo Patrocínio (ao fundo, ao centro) leccionou. Os alunos encontram-se sentados nas carteiras e a professora ostenta um livro.
Fotografia de mulheres, sentadas, em que podemos ver, da esquerda para a direita, a doadora Catarina da Conceição Silva seguida de Luísa Maria Velhinho e Hermínia Galvão.
Fotografia dos reis do baile da pinha de Alcaria da Serra no ano de 1960, no qual constam Maria Cândida Marreiros Cristo e António Romão Cristo. No verso encontramos inscrita a seguinte data: “21-4-1960”.
Fotografia de grupo de militares pertencentes ao Batalhão de Caçadores n.º 8 do Regimento de Infantaria n.º 17 de Elvas, entre 1938 e 1939. Em baixo, à direita, encontramos o vidigueirense Sebastião Manuel Trole (“Sopa Velha”; pai da doadora).
Na primeira folha, número 1, que está presente como capa, encontramos o termo de abertura onde se lê que o livro haveria de servir para o lançamento da décima dos prédios rústicos do ano de 1832, indo numerado e rubricado com o apelido de “Calheiros”, usado pelo juiz de fora Baltazar Lopes de Calheiros Jacôme de Moscoso e Meneses que o redigiu e assinou em Vila de Frades em 1 de Julho de 1832, acrescentando que no final levaria termo de encerramento. Na folha número 2 está presente um termo em que se refere a nomeação dos fintores pela Junta de Cabeça da Comarca e o juramento por eles realizado quanto ao desempenho e cumprimento das suas funções relativamente ao lançamento da décima sobre os prédios rústicos datado de 8 de Julho de 1832. Os vários lançamentos constam indicados segundo os moradores das várias ruas de Vila de Frades, distinguindo-se o lado direito do lado esquerdo da rua, encimados com um “N” referente ao número de ordem (apesar de não terem sido colocados), identificando-se os respectivos moradores, o património em causa e o valor da décima aplicado aos mesmos. Separadamente podemos ver ainda o lançamento da décima para as pessoas avulsas, para as pessoas de fora, para as pessoas de Vila Alva, para as pessoas da vila da Vidigueira e para as propriedades de renda. No verso da folha número 87 observamos um termo onde se dão por finalizados os lançamentos e onde se indica o somatório dos mesmos (verbas) da décima sobre os prédios rústicos. O verso da folha número 1 está em branco, facto também constatado com a folha número 88 e a frente da folha número 89. No verso da folha número 89 vemos o termo de encerramento que apenas vem acrescentar que o livro possui um total de 89 folhas.
Fotografia de Manuel Mendonça, irmão da doadora aquando da sua participação na Guerra do Ultramar na Guiné Bissau. No verso consta uma inscrição que nos permite contextualizar e datar a fotografia: “Nhála, Guiné. 30-3-1970. Manuel Coelho da Luz Mendonça”.
Francisco Luís Oleiro posando para a fotografia com uma criança de uma comunidade de moçambicanos em Cobué, junto ao Lago Niassa. O doador, Francisco Oleiro, natural de Selmes, pertenceu à Companhia 694, durante a Guerra do Ultramar, em Moçambique onde permaneceu desde 1964 a 1966. O presente registo data de 1966.
Manuel dos Santos Estrela, avô paterno de Maria Teresa, Mariana Rosa e Maria Margarida Serrano Estrela.
“Braizinha”, professora em Selmes. No canto inferior esquerdo consta a seguinte inscrição: “Ant. de Tavares”. Datada de 1910.
Fotografia de jovem menina, Maria Odete Figueira Pinto, que segura um cântaro debaixo do braço. A seu lado está um vaso de flores e atrás um cenário dominado por paisagem.
Convívio entre amigos na taberna do Olímpio em Marmelar. Atrás do balcão, À esquerda, vemos o proprietário, Olímpio Arsénio e à direita José Fragoso. À frente, da esquerda para a direita vemos António Ameixinha e José Ganhão.
Rancho de mulheres, sentadas no chão, no campo, mais precisamente, num olival durante a campanha de apanha da azeitona. O registo terá sido captado no momento de pausa para a refeição. Ostentam indumentária usada nestes trabalhos agrícolas, nomeadamente, chapéu, lenço, mangueiras, saias e botas altas cardadas (pormenor singular em Vidigueira).
Fotografia-postal de Boas Festas do militar António Coelho da Luz Mendonça (irmão da doadora) durante a sua mobilização para Guiné Bissau aquando da Guerra do Ultramar ou Guerra Colonial.
Fotografia de Francisco Maria Faro durante a sua mobilização para Angola aquando da Guerra do Ultramar ou Guerra Colonial. Neste registo observamos o militar posando num lugar cimeiro em Luanda, do qual se vislumbra a baía, parecendo ou simulando estar a ler uma carta. No verso, inscrita a caneta, encontramos a seguinte informação: “Com um abraço do primo muito amigo. 3-10-61. Luanda”. (Fotografia enviada ao primo António Janota Esteves).
Inauguração do placard do Diário de Notícias na parede da “Chapelaria Sport”, de Augusto José Soares (“Augusto Chapeleiro”). As notícias chegavam por telégrafo e depois eram afixadas ao público (anos 30 do século XX). O jovem mais próximo da porta, usando chapéu, trata-se de Pancrácio Janeiro Parrança. A “caixa” das notícias afixada na parede permite ler a seguinte informação: “Sucursal do Diário de Notícias - À histórica e progressiva vila da Vidigueira o Diário de Notícias as suas mais caras saudações no acto de inauguração da sua sucursal. Viva a Vidigueira! Um agradecimento sincero de simpatia que lhe merecemos. Recebem-se Anúncios e assinaturas”. Relacionada com a A-000024 e A-000125.
Fotografia de Luís António Lança (conhecido por “Luís Grade”) com traje militar. Encontra-se com a mão apoiada numa coluna de madeira, sobre a qual depositou o seu chapéu militar onde é visível o número 17. Na parte inferior do cartão onde assenta a fotografia, consta identificação do fotógrafo ou casa de fotografia, podendo ler-se a seguinte informação: “V. J. Madeira”. Remonta à década de 1910.
Grupo de amigos, no qual podemos ver, da esquerda para a direita, Susette Francisca Parrança Baião (doadora), Joaquina Franganito, Maria Júlia Beato e Francisco José Covas.
Fotografia captada no Santuário de Fátima, por deslocação do doador aquele espaço religioso. Observa-se a presença de inúmeras pessoas. No verso, inscrita a lápis, encontramos a seguinte data: “13-5-1954”.
Fotografia de irmãos na qual podemos ver, da esquerda para a direita, Manuel António Ferro Bonito (doador), José Arsénio Ferro Bonito e Sebastião Vitorino Ferro Bonito.
Retrato do jovem Nuno José Pinto Barqueta por volta dos 6 anos de idade. O verso da fotografia apresenta carimbo onde se pode ler “Fotografia Ferreira - Beja”.
Fotografia de crianças, na qual podemos ver, da esquerda para a direita, Conceição Cunha (Moura), José Francisco e José Fernando Coxinho com a avó Gertrudes Raposo (embora não conste completamente na fotografia).
Retrato de Dionísio da Palma Efigénio, aos 30 anos de idade (irmão de Francisca Palma Efigénio Cano, Feliciana Palma Efigénio Contente, Maria Dionísia Palma Efigénio, Manuel Palma Efigénio, Baltazar Palma Efigénio, Francisco Palma Efigénio e Joaquim Palma Efigénio), natural de Vidigueira. Década de 1950-1960.
Maria Margarida Serrano Estrela com o filho Fernando Manuel Estrela Noronha. O verso contém um carimbo onde se pode ler "Fotografia Ferreira - Beja - 85402".
Retrato masculino de Manuel João Casadinho Batuca, pai do doador, captado no final da década de 1950, princípio da década de 1960. No verso consta um carimbo onde se lê "Polifoto Vidigueira".
Fotografia de três jovens meninas, captada no final da década de 1960, na qual podemos ver, da esquerda para a direita, Antónia Joaquina Marques, Isabel Carapeto Rosa Mendes e Maria da Glória Baião Carapeto.
Retrato de José Francisco Roberto, pai de José Marcelino Roberto. Cumpriu o serviço militar em Estremoz e em Vila Viçosa.
Retrato feminino de adolescente, nomeadamente de Francisca Cabrinha (sogra da doadora), natural de Selmes.
Grupo de amigos, podendo ver-se, em cima ao centro, Teresa Espada, em convívio durante o carnaval junto ao rio em Pedrógão do Alentejo.
Manifestação em Lisboa pela ilibação de Fausto Cruz – Julho de 1976. Aglomerado de pessoas na manifestação em Lisboa. Ao centro vemos uma bandeira suportada pelos manifestantes com a inscrição: “Associação da Faculdade de Direito de Lisboa”. Nota: Milhares de estudantes de diversas correntes políticas saíram à rua numa grande manifestação antifascista pela ilibação do estudante Fausto Cruz, na sequência de uma luta que durante largas semanas mobilizou a Academia de Coimbra, transformando a manifestação numa das maiores e mais significativas movimentações estudantis desde o 25 de Abril. Frente aos manifestantes encontrava-se uma força policial aparatosamente armada fazendo lembrar o tempo da repressão fascista (informações retiradas da web em www.amigoscoimbra70.pt ).
Fotografia de grupo de três mulheres mascaradas no Carnaval de 1956. Da esquerda para a direita pode ver-se Joana Mota, Felisbela Roque e Custódia Cigarro.
O presente livro de actas é composto na sua quase totalidade por sessões de câmara mas inclui também termos de fiança, autos de arrematação e termo de juramento. Possui capa em cartão, apresentando motivos abstractos com várias colorações, e cantos e lombada revestidos com pele. Possui guardas (folha colada nos versos da capa e da contracapa). No canto superior esquerdo da capa encontramos inscrito o número 3, bem como, os números 40 e 42 (devendo estes referir-se às datas extremas presentes). Um pouco mais abaixo, ao centro podemos encontrar, entre outras palavras inscritas, pouco perceptíveis, referência a “Livro para… câmara… 1840…”. Junto ao corte dianteiro, na parte inferior da capa, vemos o resto de um cordel ou atilho que serviria para atar ou fechar o livro ligando a atilho semelhante que existiria na contracapa. Inicia na folha 2, estando em falta a folha 1. Não apresenta termo de abertura nem termo de encerramento. Está numerado e rubricado com a rúbrica Pereira. Junto ao corte superior, é notória a presença de selo branco de vinte reis, composto por motivos vegetais, a inscrição do número vinte em numeração romana e árabe, além de podermos ler as palavras Crédito Público. A folha número 70 encontra-se em branco. Possui um total de 70 folhas.
Fotografia de vários elementos da família Palma, em momento de lazer e descontração, podendo ver-se, da esquerda para a direita, António Francisco Caetano, Maria Joaquina Palma, Francisca da Conceição Fialho, Ana Palma Carvalho, Fernando Palma, Francisco José Palma, Francisca Palma, Maria Teresa Borrego Linhã de Oliveira Leite e José António Palma Caetano. No verso, inscrita a caneta, encontramos a seguinte informação: “Vidigueira, 14-8-1956”.
Francisco António Batarda durante o cumprimento do serviço militar, mobilizado em Lourenço Marques (actual Maputo, capital de Moçambique) aquando da Guerra do Ultramar ou Guerra Colonial. No verso, inscrita a caneta, encontramos inscrita a seguinte informação: “Para a minha querida mulher. De este seu querido marido muito amigo. Francisco António Batarda. Lourenço Marques, África Oriental”.
Joaquim Domingos Carrasco com um colega de trabalho e clientes amigos no Restaurante “Pequim” em Luanda (Angola), onde trabalhou na década de 1970.
Fotografia de grupo masculino em confraternização no campo, destacando-se a presença de um borrego já morto e limpo que terá servido de petisco, além de um chibinho e um borrego, eventualmente, para o mesmo efeito. Em cima, da esquerda para a direita, os primeiros 4 elementos são desconhecidos, seguindo-se Augusto José Soares (“Chapeleiro”) segurando um chibo ao colo, António Pereira e Manuel António Covas (“Gatinho”). Em baixo, da esquerda para a direita, vemos desconhecido, João Rosa Carvalho (pai do doador) e desconhecido. Podem ver-se ainda garrafões de vinho que comprovam o passeio-convívio.
Da esquerda para a direita vemos Madalena Serrano (“Liana”) com uma amiga. No verso podemos ler a seguinte indicação “Tirada em 21-10-1948 / Para minha mae lembrança da filha muito amiga Madalena”. Madalena Serrano, localmente conhecida por Liana, ficou bastante celebrizada na Vidigueira pelos trabalhos de pintura que fazia e que ainda hoje perduram e decoram muitos lares.
Retrato feminino de Carolina Júlia Sá Baião (prima do doador João Baião). Encontra-se em pé, em cima daquilo que parece ser uma caixa de madeira, apoiada com o cotovelo numa coluna de madeira, em cima da qual se encontra uma pequena boneca. Atrás pode ver-se uma porta.
Neste registo fotográfico podemos ver os amigos Joaquim José Ruas Graça e Carolina Nascimento. No verso observamos a seguinte inscrição: “11 de Julho de 1971. Joaquim José Ruas Graça aos 13 e Carolina Rodrigues do Nascimento aos 18”.
Fotografia de militar, em que consta Joaquim Augusto da Rosa Bastos, avô da doadora.
Retrato masculino de César Joaquim Rosário Paixão, captado na década de 1970. No verso encontramos inscrita a seguinte informação: “Aos 21 anos”. É visível, também, um carimbo onde se lê: “José A. Baltazar - Foto Vidigueirense”.
Retrato de Sebastião Galvão, alcariense, envergando traje militar.
Não possui capa. Na frente da primeira folha, número 1, encontramos o termo de abertura, redigido em Vila de Frades em 2 de Junho de 1829, onde se lê que o livro haveria de servir para o lançamento da décima dos prédios urbanos de 1829, indo numerado e rubricado com o apelido de “Calheiros”, usado pelo juiz de fora Baltazar Lopes de Calheiros Jacome de Moscoso e Meneses. Na folha número 2 pode ler-se a seguinte informação no título do termo presente na mesma: “Lançamento da décima secular eclesiástica regulada pela nova lei, providências e regimento para o presente ano de 1829”. Nesse auto, datado de 30 de Março de 1829, enuncia-se que o juiz de fora se reuniu com os fintores da décima para fazer o juramento perante os Santos Evangelhos relativamente ao cumprimento das suas funções. Os lançamentos estão organizados com um número de ordem, por rua, pelo nome das pessoas, pelo valor das propriedades e/ou das rendas das casas e a respectiva verba a pagar de décima sobre os prédios urbanos. No verso da folha número 42 encontramos o termo de encerramento onde, além do já exposto no termo de abertura, se acrescenta que o livro possui 42 folhas. O verso da folha número 1, 39 encontra-se em branco, facto também verificado com a frente das folhas número 42 e com as folhas 40, 41. A este primeiro livro foi apenso, por cosedura, um outro livro referente ao lançamento da décima dos prédios rústicos e rendas do ano de 1829. Essa referência está presente no termo de abertura, redigido e assinado em Vila de Frades, em 30 de Junho de 1829, pelo juiz de fora Baltazar Lopes de Calheiros Jacome de Moscoso e Meneses, que acrescentou que no final levaria encerramento. Na folha número 2 pode ler-se a seguinte informação no título do termo presente na mesma: “Lançamento da décima pertencente aos prédios rústicos para o presente ano de 1829”. Nesse auto, datado de 30 de Junho de 1829, enuncia-se que o juiz de fora se reuniu com os fintores da décima para fazer o juramento perante os Santos Evangelhos relativamente ao cumprimento das suas funções. Os lançamentos estão referenciados com um número de ordem, por rua, pelo nome das pessoas e pelas propriedades associadas, indicando-se o respectivo valor a pagar. É feita a referenciação diferenciada dos prédios rústicos no que se refere às hortas, rendas e partidos, às pessoas de fora, às pessoas de Vila Alva, às pessoas da vila de Vidigueira. No verso da folha número 86 consta um termo onde se lança o somatório das décimas sobre os prédios rústicos. No verso da folha número 87 está o termo de encerramento do livro que, além da informação já indicada no termo de abertura, vem acrescentar que o livro possui um total de 87 folhas. O verso da folha número 1, encontra-se em branco. A esta compilação foi apenso um outro livro, por cosedura, desta vez, referente ao lançamento da décima dos maneios do ano de 1829. Essa referência está presente no termo de abertura, redigido e assinado em Vila de Frades, em 2 de Junho de 1829, pelo juiz de fora Baltazar Lopes de Calheiros Jacome de Moscoso e Meneses, que acrescentou que no final levaria encerramento. Na folha número 2 pode ler-se a seguinte informação no título do termo presente na mesma: “Lançamento dos maneios para o presente ano de 1829”. Nesse auto, datado de 30 de Junho de 1829, enuncia-se que o juiz de fora se reuniu com os fintores da décima para fazer o juramento perante os Santos Evangelhos relativamente ao cumprimento das suas funções. Os lançamentos estão referenciados com um número de ordem, por rua, pelo nome das pessoas e pelo respectivo valor a pagar. No verso da folha número 28 (que está presente como contracapa) está o termo de encerramento deste “último livro”, do lançamento dos maneios que, além da informação já indicada no termo de abertura, vem acrescentar que o livro possui um total de 28 folhas. O verso da folha número 1, encontra-se em branco, facto também verificado com o verso da folha número 2 e 27 e com a frente da folha número 28. A compilação perfaz um total de 157 folhas.
Lurdes Rosa Mendes Dias com vestes religiosas, referentes ao cerimonial da Primeira Comunhão. Fotografia captada na sua casa de habitação junto às suas bonecas. Ostenta entre as mãos um missal e um terço. No verso pode ler-se a seguinte informação: “Vidigueira, 27-05-1965. 8 anos”.
1-7-1832 a 3-7-1832 - Livro de registo do imposto sobre cavalgaduras. Não possui capa. Na primeira folha, número 1, encontramos o termo de abertura onde se lê que o livro haveria de servir para o lançamento do novo imposto das cavalgaduras para o ano de 1832, indo numerado e rubricado com o apelido de Calheiros, usado pelo juiz de fora Baltazar Lopes de Calheiros Jacôme de Moscoso e Meneses que o redigiu e assinou em Vila de Frades em 1 de Julho de 1832. Além das cavalgaduras, também constam criados de servir como alvo de tributo neste documento. É apresentado um número de ordem, com o nome do proprietário e abaixo, o alvo do tributo, ou seja, a menção das “cavalgaduras, rezes e criados” que possuíam e o valor a pagar. No verso da folha número 7 encontramos o termo de encerramento que acrescenta que o livro possui um total de 7 folhas. As folhas números 5 e 6 encontram-se em branco, facto também verificado com o verso da folha número 4 e com a frente das folhas número 1 e 7.
Fotografia do casal Custódia Marques e José Alexandre Pinto com a sobrinha Maria Genoveva. Década de 1950 ou 1960.
Fotografia captada numa festa de baptizado. Da esquerda para a direita pode ver-se Maria Antónia Palhas Dias, Rosa Maria Gaié e Rosa Fialho. A criança trata-se de Francisco Marcelino, filho de Maria Antónia Palhas Dias.
Retrato de bebé, no qual podemos ver Manuel Francisco Coxinho Rocha, falecido aos 19 meses (irmão do doador, também denominado de Manuel Francisco Coxinho Rocha).
Fotografia feminina de Joaquina Pedreiro Dias (Ramalhinho), com fundo com motivos decorativos florais, estando a seu lado uma cadeira que ostenta um vaso de flores. No verso, inscrita a caneta, encontramos a seguinte informação: "Fotografia tirada em 20-9-45 - Joaquina Pedreiro Dias", que nos permite datá-la com precisão.
José Manuel Faísco Carrujo (“Zé da Domingas”). Retrato de militar. Digital de original.
Estação de tratamento de águas residuais de Vidigueira. A sua construção e entrada em funcionamento terá ocorrido por volta da década de 70 do século XX, estando localizada em terreno nas proximidades do cemitério, do quartel dos bombeiros voluntários e do pomar municipal. Na fotografia é visível uma vasta área, plana e desbravada, correspondente à ETAR, mais precisamente ao reservatório das águas residuais, e avista-se, ao fundo, algum arvoredo, casario da vila e a serra do Mendro serpenteando no horizonte. Fotografia proveniente do Serviço de Obras da Câmara municipal de Vidigueira.
Manuel Lino ("Baúl") surge em destaque posando sentado num unimogue, na fazenda Maria Fernanda, em Angola durante a sua campanha militar na guerra do ultramar neste país entre 1967 e 1969. Manuel Lino desempenhou a função de rádio-telefonista da respectiva companhia durante a Guerra Colonial ou Guerra do Ultramar.
O presente livro possui capa em pergaminho, na qual está apenso um atilho em couro que permite fechar e atar o livro ao atilho similar que existe também na segunda orelha da contracapa. Na primeira folha, numerada com o número, encontramos o termo de abertura que nos indica que o livro haveria de servir para os recibos, despesas e contas da câmara, começando nesse ano (1693) e até findar, indo numerado e rubricado pelo juiz Manuel, com a rúbrica “Tissão”, redigido por Francisco Cabral de Almeida, escrivão da câmara. Os registos têm início logo abaixo do termo de abertura. Não possui termo de encerramento, contendo o livro 47 folhas. O verso da folha número 45 encontra-se em branco, facto constatado, integralmente, ainda com as folhas 46 e 47. Além das receitas e despesas descritas, apresenta as contas que o provedor da comarca tomou no livro de bens do concelho de Vila de Frades nos respectivos anos aqui presentes.
Joaquim Manuel Boga Pires com vestes militares durante a guerra do Ultramar. O batalhão deste militar vidigueirense esteve em Camabatela (Kamabatela), localidade entre Vila Salazar (N`Dalatando) e Negage, no norte de Angola entre 1968 e Maio de 1970.
Aglomerado de pessoas junto à ermida de Santa Clara em Vidigueira. Entre os presentes estão vários membros da família Pulido, residentes paredes meias com este local religioso (na Quinta de Santa Clara). No verso encontramos inscrita a seguinte informação: “Vidigueira, 12 de Agosto de 1941 – Saindo da Missa de Santa Clara”.
Fotografia de grupo de amigos em petiscada no extinto “Nicho” (antiga fonte na serra do Mendro, a cerca de 2km de Vidigueira, onde era habitual ir buscar água, onde se vendia fruta da época e onde se faziam petiscadas). Em redor da “mesa” instalada em cenário campestre podemos ver, da esquerda para a direita, Joaquim José Doutor Assunção, António Estêvão Pavanito Bargado, António Palhete Pereira (“Antúnio”), António Luís Cangarato, Francisco, Eduardo Palma, Arnaldo Goes e João Francisco Galinha Caramba. Carimbo onde se lê “Studio Fotopax – Beja”.
"Notícias da Vidigueira" - Edição especial do mês de Março de 2001. Possui os seguintes artigos: - Editorial - 8 de Março – Dia Internacional da Mulher – Uma Luta Histórica - Recolha de opiniões - Cartaz-Programa do Dia Internacional da Mulher
Vidigueira Actual n.º 12, de Fevereiro de 2010, que reúne o seguinte conteúdo: - Editorial - Câmara Municipal aumenta ordenado dos funcionários e diminui salário do executivo e nomeados políticos / Opinião de funcionários - Festival Gastronómico “Sabores da Caça” (divulgação) - Festival Gastronómico “A Pão e Laranjas” – Feira do início do séc. XX (divulgação)
Recortes de imprensa de Julho a Dezembro de 1998. Possui os seguintes artigos: 001 – “Livro e Videograma apresentado em Évora” in Diário do Sul de 1 de Julho 002 – “Vidigueira – exposição fotográfica de Francisco Falcão Machado “Olhar Africano” Zâmbia” in Diário do Sul de 10 de Julho 003 – “Vidigueira – Turismo rural inovador” in Notícias de Beja de 23 de Julho 004 – “Vidigueira – Grupo basco de música e danças tradicionais” in Diário do sul de 27 de julho 005 – “Inaugurado Posto de Turismo em Vidigueira – Aproveitar a imagem do Vinho” in Diário do Alentejo de 31 de Julho 006 – “2.º Prémio de Ciclismo das Festas da Baixa da banheira – Ciclistas da Vidigueira venceram em individual e por equipas” in O Rio (jornal do concelho da Moita) de 1 a 15 de Agosto 007 – “BTT na Vidigueira” in Diário do Alentejo de 11 de Setembro 008 – “Os 500 anos da Misericórdia da Vidigueira” in Notícias de Beja de 17 de Setembro 009 – “Vidigueira – PCP defende medidas de apoio aos agricultores” in Avante de 24 de Setembro 010 – “Associação Cultural Fialho de Almeida avança” in Diário do Alentejo de 25 de Setembro 011 – “Vidigueira – Exposição de Artesanato – Posto de Turismo Municipal, até 4 de Outubro” in Diário do Sul de 29 de Setembro 012 – “Semana da Juventude de Vidigueira – Uma iniciativa de sucesso” in Diário do Alentejo de Outubro 013 – “Aviadores nas piscinas” in Diário do Alentejo de 10 de Outubro 014 – “Deputado do PCP em Vidigueira” in Diário do Alentejo de 16 de Outubro 015 – “Concertos em Moura e Vidigueira” in Diário do Sul de 16 de Outubro 016 – “Vidigueira – Metais do Alentejo” in Diário do Alentejo de 16 de Outubro 017 – “XADREZ - Torneio Aberto de Vidigueira” in O Ás de 28 de Outubro 018 – “O S. Martinho do País das Uvas - (Alvito - Vila Alva – Vidigueira – Cuba – Alvito) – 14 e 15 de Novembro/98” in Diário do Sul de 28 de Outubro 019 – “Abertura de Monumentos” in A Planície de 15 de Dezembro
Recortes de imprensa de Janeiro a Junho de 1999. Possui os seguintes artigos: 001 à 010 – “Sempre atrás de Vasco da Gama, descobrimos o caminho por terra para a Vidigueira. Terra de bom vinho, de melhores petiscos e de gente de paz - Um Almirante em Terra Seca” in Evasões de Fevereiro 011 e 012 – “Pedrógão - Entre pedras e pedrinhas” in Terras de Cante de Março 013 – “Vidigueira – Património e natureza em BTT” in Diário do Alentejo de 12 de Março 014 – “Vidigueira – Semana Gastronómica do Borrego – 1ª Mostra Gastronómica do concelho d Vidigueira 2 a 11 de Abril” in Diário do Sul de 15 de Março 015 – “Vidigueira – Assinatura de constituição do Centro Operativo de Tecnologia do Regadio” in Diário do Sul de 16 de Março 016 – “Na Câmara Municipal da Vidigueira – Centro Operativo de Tecnologia do Regadio” in O Dia de 16 de Março 017 – “Vidigueira – Terra de água” in Semanário Alentejo de 20 de Março 018 – “Ruínas de S. Cucufate – Uma «villa» de Frades” in Diário do Sul de 31 de Março 019 – “Vidigueira – Turismo em destaque” in Diário do Alentejo de 9 de Abril 020 – “XIII Escalada do Mendro” in Diário do Alentejo de 9 de Abril 021 – “II Bienal de Artes do Alentejo leva exposições a Espanha” in Diário de Notícias de 12 de Abril 022 – “Há 50 Anos – Câmaras Municipais” in Primeiro de Janeiro de 14 de Abril 023 – “Festa dos 25 Anos da Revolução dos Cravos – Abril mobiliza Alentejo” in diário do Alentejo de 16 de Abril 024 – “Associação Regional de Artesãos e Artistas de Beja – Artesanato não é arte menor” in Diário do Alentejo de 16 de Abril 025 – “Vidigueira – Passeio de Cicloturismo” in Diário do Sul de 20 de Abril 026 – “Vidigueira – Sessão solene na Assembleia” in Diário do Alentejo de 23 de Abril 027 – “Vidigueira – Dia Mundial do Livro” in Diário do Sul de 26 de Abril 028 – “Rádio Vidigueira – lançamento da novela “O Tempo Não Pára” ” in Diário do Sul de 28 de Abril 029 – “Vidigueira- Comunicado – Refugiados do Kosovo” in Diário do Sul de 14 de Junho
Recortes de imprensa de Janeiro a Junho de 1992. Possui os seguintes artigos: 001 – “General Delgado escondeu-se aqui” in Tal & Qual de 3 de Janeiro 002 – “Programa Alqueva aprovado pela CEE tem Alentejo como destino e visa combater a desertificação das comunidades rurais” in Diário do Alentejo de 3 de Janeiro 003 – “Assembleia Municipal da Vidigueira condena massacre do povo de Timor Leste” in Diário do Alentejo de 17 de Janeiro 004 – “Vidigueira – Desenvolvimento económico e abastecimento público com destaque para infraestruturas turísticas” in Diário do Alentejo de 31 de Janeiro 005 – “Seca pode gerar situação desesperada no sul – Uma semana decisiva” in Público de 5 de Fevereiro 006 – “Associação Nacional de Municípios acusa governo de prejudicar autarquias” in Diário do Alentejo de 7 de Fevereiro 007 – “Vidigueira – Cursos de pintura e modelagem” in Diário do Alentejo de 14 de Fevereiro 008 – “Uma garrafa em tribunal” in Público de 20 de Fevereiro 009 – “Cágados limpam esgotos” in Público de 20 de Fevereiro 010 – “Vidigueira lança municípios saudáveis” in Público de 26 de Fevereiro 011 – “Cágados ecológicos” in Diário do Sul de 26 de Fevereiro 012 – “Vidigueira – Centro de Saúde lança Municípios Saudáveis” in Diário do Alentejo de 28 de Fevereiro 013 – “Vinhos alentejanos: quatro por cento da produção é destinada ao mercado externo” in Notícias de Évora de 3 de Março 014 – “Vidigueira tem Estação de Esgotos Ecológica – Cágados comem mosquitos, árvores barram mau cheiro” in Capital de 4 de Março 015 – “Velhos engam os dias na Praça da República – Por este andar ainda acaba o vinho” in Capital de 4 de Março 016 – “Beja – Coboiadas no Alentejo” in Sete de 5 de Março 017 – “Vidigueira – Academia de música de Beja promove audição escolar” in diário do Alentejo de 20 de Março 018 – “Volta ao Alentejo em bicicleta está na estrada em Abril” in Diário do Alentejo de 27 de Março 019 – “Municípios de Beja consideram verba para agricultores insuficiente e restricta” in Jornal de Beja de 27 de Março 020 – “Morto na Makro era de Vidigueira” in Jornal de Notícias de 30 de Março 021 – “Feira da Saúde está a decorrer em Beja” in Notícias de Beja de 9 de Abril 022 – “Vidigueira – Homenagem a comendador Armando Dinis Caneiro” in Diário do Sul de 9 de Abril 023 – “Na Vidigueira Caixa Agrícola inaugura sede” in Jornal de Beja de 8 de Maio 024 – "Vidigueira - Encontro de estudo do sector agro-alimentar" in O Dia de 27 de Maio
Recortes de imprensa de Julho a Dezembro de 1992. Possui os seguintes artigos: 001 – “Nisa, Vidigueira e Sines geminam-se em nome de Vasco da Gama” in Jornal de Notícias de 8 de Julho 002 – “Nota do Dia – Encomenda de cágados para ajudarem no equilíbrio biológico” in Diário do Sul de 24 de Julho 003 – “Vidigueira fez levantamento da poesia popular do concelho” in Público de 5 de Setembro 004 – “Na Vidigueira: aqui há GATT… - Fracasso das negociações ensombra encontro sobre os vinhos” in Público de 8 de Novembro 005 – “Vidigueira – Vinho e turismo reúnem autarcas portugueses e estrangeiros” in O Dia de 9 de Novembro 006 – “Vidigueira – Encontro internacional «O Vinho, a Vinha e o Turismo»” in Diário do Sul de 11 de Novembro 007 – “Postes telefónicos públicos tendem a desaparecer” in Diário do Alentejo de 27 de Novembro 008 – “Vidigueira – No «País das Uvas» não á Coca-cola” in Notícias de Beja de 3 de Dezembro 009 – “Descobrimentos portugueses são tema de exposição na Vidigueira” in Correio da Manhã de 13 de Dezembro
Recortes de imprensa de Janeiro a Junho de 1993. Possui os seguintes artigos: 001 – “Cuba, Alvito e Vidigueira promovem desenvolvimento” in Diário do Alentejo de 26 de Fevereiro 002 – “Vidigueira – Exposição de artes plásticas” in Diário do Sul de 5 de Maio
Recortes de imprensa de Julho a Dezembro de 1993. Possui os seguintes artigos: 001 – “Aniversário de geminação” in Correio da Manhã de 12 de Julho 002 – “Vidigueira, Cuba e Alvito – Terras de Pão, Gentes de Paz” in Correio da Manhã de 18 de Agosto 003 – “Carpas apodrecem na Vidigueira – Morreu o peixe do Sr. Barahona” in Público de 1 de Setembro 004 – “Salvador da Vidigueira: o mais jovem de todos” in Semanário de 13 de Novembro 005 – “Vidigueira – Aniversário da Rádio” in Diário do Sul de 25 de Novembro 006 – “Vidigueira – Entre primos (autárquicas) ” in Público de 2 de Dezembro 007 – “Vidigueira: CDU como pão para a boca…” in Diário do Alentejo de 17 de Dezembro 008 – “Vidigueira – Carlos Góis (PCP) recandidata-se (autárquicas)” in Novo Sul de 25 de Dezembro
Recortes de imprensa de Janeiro a Junho de 1994. Possui os seguintes artigos: 001 – “Municípios sem PDM aprovado – Governo pode levantar dificuldades” in Diário do Alentejo de 25 de Fevereiro 002 – “Programas em Odemira, Serpa, Vidigueira, Cuba e Santiago do Cacém – 20 anos da Revolução dos Cravos” in Diário do Alentejo de 8 de Abril 003 – “Futebol infantil Vidigueira – III Torneio Os Vasquinhos” in Diário do Alentejo de 22 de Abril 004 – “Vidigueira em Festa” in Diário do Alentejo de 13 de Maio 005 – “Pintura na Vidigueira” in Diário do Alentejo de 20 de Maio 006 – “Câmara e povo de Alcaria da Serra na luta pelo desenvolvimento” in Diário do Alentejo de 10 de Junho
Recortes de imprensa de Julho a Dezembro de 1994. Possui os seguintes artigos: 001 – “Vidigueira – Câmara instala um novo nicho” in Público de 13 de Julho 002 – “Carlos Goes, Presidente do Município de Vidigueira – Deixem as câmaras trabalhar” in Diário do Alentejo de 15 de Julho 003 – “Beja dá música” in Correio da Manhã de 17 de Julho 004 – “Barragem espera fundos” in Diário de Notícias de 10 de Setembro 005 – “Programa de ocupação dos tempos livres na Vidigueira com o apoio da Câmara Municipal – As crianças primeiro” in Diário do Alentejo de 16 de Setembro 006 – “Rotas turísticas dinamizam Alentejo” in Correio da Manhã de 1 de Outubro 007 – “BTT – S. Martinho no País das Uvas” in Diário do Alentejo de 28 de Outubro 008 – “Grandes parvilhões” in Independente de 4 de Novembro 009 – “Passeio no Alentejo festeja S. Martinho” in Correio da Manhã de 11 de Novembro 010 – “Outono Cultural em Beja” in Diário do Alentejo 011 – “Vidigueira – Notícias da Vidigueira” in Diário do Alentejo de 11 de Novembro 012 – “Dez cenários para o maior lago artificial da Europa – Alqueva até Moura e Évora” in Público de 23 de Novembro 013 – “Mais 16 pavilhões desportivos” in Diário do Alentejo de 9 de Dezembro 014 – “Vidigueira – Notícias da Vidigueira” in Diário do Alentejo de 30 de Dezembro
Recortes de imprensa de Julho a Dezembro de 1990. Possui os seguintes artigos: 001 – “Vidigueira – Vai ser lançado Plano director internacional” in Semanário do Alentejo de 4 de Julho 002 – “Vidigueira – Feira de Santiago – Feira dos Queijos” in Diário do Alentejo de 6 de Julho 003 – “Geminação entre Municípios de Sines e Vidigueira” in Diário do Alentejo de 6 de Julho 004 – “Reservas Seleccionadas da Vidigueira” in O Jornal de 6 de Julho 005 – “Alentejo é palco de exercícios militares” in Semana do Alentejo de 11 de Julho 006 – “Vidigueira – A Feira da Vidigueira – Confraternização dos antigos alunos” in Notícias de Beja de 12 de Julho 007 – “Vidigueira – Nova Escola” in jornal de beja de 13 de Julho 008 – “Vidigueira – Transportes escolares “ in O Imigrante de 20 de Julho 009 – “Nova escola primária equipa Vidigueira” in Jornal de Notícias de 23 de Julho 010 – “Vidigueira – Peregrinação a Fátima” in Notícias de Beja de 26 de Julho 011 – “Passeio de cicloturismo – Sines e Vidigueira” in Diário do Alentejo de 27 de Julho 012 – “Cicloturismo – Passeio Vasco da Gama” in O Setubalense de 30 de Julho 013 – “Passeio de Cicloturista – Sines Vidigueira” in O Diário de Setúbal de 14 de Agosto 014 – “Vidigueira – Natação – Cursos Complementares – A Feira de São Tiago” in Notícias de Beja de 13 de Setembro 015 – “Vidigueira Irmã de Sines“ in Notícias de Beja de 20 de Setembro 016 – “Vidigueira – Notícias da notável vila de Serpa por um Serpense – Liga dos amigos da Vidigueira” in Notícias de Beja de 20 de Setembro 017 – “Vidigueira – Projectos da Câmara” in Notícias de Beja de 20 de Setembro 018 á 024 – “Vinhos do Alentejo – Uma aposta de qualidade – Europa dos vinhos no Alentejo – Infraestruturas de apoio à sua valorização – Contribuição da ATEVA para o desenvolvimento da Vitivinicultura – C.V.R.A. um ano de atividade – Um ano de demarcação, balanço de um produtor – sete prémios numa década – provadores profissionais – vinho, uma “prova” de ideias” in O Giraldo de Outubro 025 – “Associação de Municípios Alvito, Cuba e Vidigueira” in Diário do Alentejo de 5 de Outubro 026 – “Vinte e três cinemas vão receber cerca de 60 mil contos” in Notícias de Évora de 16 de Outubro 027 – “Vidigueira vai ter escola profissional – revalorização de espaços públicos – Câmara aumenta valor das bolsas de estudo – Adjudicado Plano Diretor intermunicipal – arranjo de edifícios municipais – Reforço do abastecimento de água a Pedrogão e Marmelar” in Diário do Alentejo de 23 de Novembro 028 – “Plano director intermunicipal” in Correio da Manhã de 4 de Dezembro 029 – “Escola profissional na Vidigueira” in Correio da Manhã de 4 de Dezembro 030 – “Alentejo Canta o Natal” – in Noticias de Beja de 6 de Dezembro 031 – “Alentejo e Algarve recebem 180 mil contos” in Correio da manhã de 14 de Dezembro 032 – “ Nunes Liberato na Alentejo e Algarve apoios a 9 Municípios ultrapassam 180 mil contos” in Diário do Sul de 17 de Dezembro 033 – “ … e Governo dá verbas para o distrito de Beja” in Noticias de Évora de 24 de Dezembro 034 – “Regiões – dos vinhos do Alentejo ´+e melhor provar e contar” in Diário de noticias de 27 de Dezembro
O presente livro contempla o registo das deliberações da Câmara Municipal de Vidigueira sobre os mais variados assuntos de interesse municipal. “Há-de servir este livro para nele se exararem as actas das reuniões da Câmara Municipal do concelho supra. Paços do concelho, 23 de Março de 1983. O Presidente da Câmara, Carlos Jorge Labego Goes”. Mod. 6
No presente registo fotográfico podemos ver as irmãs, da esquerda para direita, Maria Augusta Soares e Maria José Soares, respectivamente aos 2 e 1 ano de idade. Na frente da fotografia consta um carimbo com a data de “13 Jul. 1942”.
Manifestação em Lisboa pela ilibação de Fausto Cruz em Julho de 1976. Aglomerado de estudantes nas ruas, suportando várias faixas onde se lê, na íntegra, as seguintes inscrições: «DIRECÇÃO DA A.E. DO LICEU PASSOS MANUEL», «I.S.E.L. - ILIBAÇÃO IMEDIATA DE FAUSTO CRUZ». Nota: Milhares de estudantes de diversas correntes políticas saíram à rua numa grande manifestação antifascista pela ilibação do estudante Fausto Cruz, na sequência de uma luta que durante largas semanas mobilizou a Academia de Coimbra, transformando a manifestação numa das maiores e mais significativas movimentações estudantis desde o 25 de Abril. Frente aos manifestantes encontrava-se uma força policial aparatosamente armada fazendo lembrar o tempo da repressão fascista (informações retiradas da web em www.amigoscoimbra70.pt ).
Retrato feminino de Francisca Isabel Janeiro Caeiro. Foi madrinha de baptizado da doadora, Maria Justina Rosa Mendes. Casou com o arqueólogo João Vila Nova de Vasconcelos Correia de Barros (E-000228). A acompanhar o busto, vemos, na diagonal, inscrita a lápis, informação referente ao fotógrafo ou casa de fotografia onde se pode ler: “Foto Albuquerque Beja”.
Fotografia onde podemos ver Maria Josefa Estrela Coxinho com a filha Maria Georgina Coxinho Miguinhas ao colo.
Retrato de jovem menina, Natércia da Natividade Magalhães Lança (tia materna de Maria da Conceição e José Luís Lança Carrujo).
Retrato masculino de Francisco Sequeira e Sá aos 19 anos de idade. No verso encontramos inscrita a seguinte informação: “Meu cunhado Francisco Sequeira e Sá - 22/8/99”. Encontramos ainda carimbo onde se pode ler: “A. Roza - Photographo”.
Retrato feminino de Custódia Cigarro. Atrás pode ver-se um cenário e uma coluna de madeira com napron e flores sobre a qual a jovem menina se encontra apoiada.
Registo fotográfico da intervenção de recuperação e conservação do castelo de Vidigueira e arruamentos à volta deste, levados a cabo no final da década de 60 do século XX, sendo esta fotografia, mais concretamente, do ano de 1970, data em que se comemoraram os 500 anos do nascimento de Vasco da Gama.
Manuel Lança (soldado da GNR n.º 39 - 4ª da Estrela. Flandres, França, 1917). Na parte inferior da fotografia-postal encontramos as seguintes inscrições: “373”, “Défendons vaillamment nos drapeaux réunis” e a assinatura “Gloria”.