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Retrato feminino de Custódia Cigarro. Atrás pode ver-se um cenário e uma coluna de madeira com napron e flores sobre a qual a jovem menina se encontra apoiada.
Retrato feminino de Luísa Pereira Fialho (prima da doadora; esposa do maestro José Pires).
Fotografia do jovem Sebastião Alvorado (marido da doadora), aos 14 anos de idade, posando montado num equino. No verso encontra-se inscrita a data de “1948”, a qual permite datar com exactidão o presente registo.
Retrato feminino de Luísa Maria Pé-Leve Aleixo (Delgado depois do matrimónio), natural de Selmes, aos 18 anos de idade (mãe de Ana Patrícia e Sérgio Aleixo Delgado). No verso pode ver-se inscrita a data de "27-7-1968".
Fotografia do casal Custódia Marques e José Alexandre Pinto com a sobrinha Maria Genoveva. Década de 1950 ou 1960.
Copo de água do casamento de Maria Joaquina Gaião Alvorado e Joaquim Santana. Olhando para a câmara, à frente, ao centro, vemos o jovem Carlos Franganito, ao lado do pai, à esquerda, Araújo Franganito e de Francisco Ferro (à direita). Do lado esquerdo vemos Maria dos Anjos Ramalho, Ramalho (“Frescas”), Mariana Gertrudes Alvorado, Manuel Santana (irmão do noivo), os noivos Joaquim Santana e Maria Joaquina Gaião Alvorado, Maria Gertrudes Bastos e o jovem Joaquim Francisco Bastos.
Elisabete Camacho Carapinha vestida de anjinho caminhando com a mãe, Cândida Carapinha, na procissão em honra de Nossa Senhora das Relíquias em Vidigueira, mais exactamente, na Rua da Malheira.
Maria Justina Rosa Mendes com a filha Lurdes ao colo brincando com a boneca. No verso, no canto superior esquerdo, encontramos inscrita a caneta a seguinte informação: “Vidigueira, Abril de 1957. 9 meses”.
No presente registo fotográfico podemos ver Custódia Cigarro com o filho Domingos Mota ao colo, estando a seu lado o filho José Carlos Mota. Atrás pode ver-se um muro e arvoredo.
Maria Justina Rosa Mendes com a filha Lurdes Rosa Mendes Dias na banheira na hora do banho. No verso, no canto superior esquerdo, encontramos inscrita a caneta a seguinte informação: “Vidigueira, Maio de 1957. Lurdinhas, 10 meses”.
Gémeos Francisca Palma e Fernando Palma andando de triciclo.
Fotografia tipo passe de militar, de nome, Francisco Rato (tio materno da doadora). No verso, encontramos carimbo do fotógrafo, podendo ler-se a seguinte informação: “Foto-Cinearte - Rua 5 de Outubro, Évora”.
Pedro José Franganito (avô de Idalina Rosa Franganito Soares Barradas) com um nativo angolano aquando da sua campanha em Angola entre 1913 e 1914. No verso pode ler-se, inscrita a caneta, a seguinte informação: “Angola. 1913. 1ª Guerra. 1913/1914”.
Retrato de criança onde consta Joaquim Manuel Fialho Godinho aos 10 meses de idade.
José Joaquim Rosa Mendes a pescar com cana junto ao Moinho do Rocha. No verso encontramos a seguinte informação inscrita a lápis: “Moinho do Rocha, 16 de Outubro de 1949”.
No verso encontramos inscrita a seguinte informação: “Figueira da Foz, 19-9-1946. Junto do Cabo Mondego”. Podemos ver ainda um carimbo onde se lê: “Casa Havanesa - Figueira da Foz”.
Retrato de criança onde podemos ver Joaquina José Palma da Rosa aos 3 anos de idade.
No verso encontramos inscrita a seguinte informação: “Coimbra, 21-9-1946. Vista parcial de Coimbra tirada da varanda ocidental da Sala dos Capelos”.
Jorge José Palma da Rosa (à direita; irmão da doadora) com um camarada exibindo uma cobra aquando da respectiva mobilização para Angola na Guerra do Ultramar ou Guerra Colonial. No verso encontra-se inscrita a seguinte informação: “Chimacongo, 2-5-1966”.
Retrato masculino de Manuel Parreira (“Ligeiro”). Primo da mãe do doador.
Retrato de menino, tratando-se nomeadamente, de Afonso Castro Mendes no triciclo, primo da doadora, Maria Justina Rosa Mendes.
Fotografia de Susette Francisca Parrança Baião, oferecida ao seu namorado Jacinto António Fialho Palma. No verso pode ver-se inscrita a seguinte informação: “2-10-1965. Para que nunca esqueças a tua Susette”. No verso encontramos ainda um carimbo onde se lê: “Laboratórios Fotopax Beja”.
Casamento de Graciana Augusta Mestre e Joaquim Moreno. Do lado esquerdo, da esquerda para a direita, consta Inácia Rosa Nero Velhinho e Maria de Lurdes Batinho Chalampita. À direita, ao lado do noivo, está Custódia Chalampita. À frente dos noivos está a doadora, Maria Eduarda Correia Nero Velhinho (Campaniço) por volta dos 7 anos de idade. No verso da fotografia encontramos um carimbo onde se lê: “Foto Jotas - Alvito”.
Lurdes Rosa Mendes Dias com vestes religiosas, referentes ao cerimonial da Primeira Comunhão. Fotografia captada na sua casa de habitação junto às suas bonecas. Ostenta entre as mãos um missal e um terço. No verso pode ler-se a seguinte informação: “Vidigueira, 27-05-1965. 8 anos”.
Fotografia captada no Santuário de Fátima, por deslocação do doador aquele espaço religioso. Observa-se a presença de inúmeras pessoas. No verso, inscrita a lápis, encontramos a seguinte data: “13-5-1954”.
Retrato masculino de Albino João Fialho (pai da doadora) aos 24 anos de idade. No canto inferior direito é visível a impressão da palavra "Achilles". No verso possui carimbo onde se lê “Foto-Achilles…Lisboa”.
Retrato familiar de Manuel Bernardo Janeiro e Catarina Janeiro (bisavós maternos da doadora) com os respectivos filhos, José Cândido Janeiro (11 anos de idade) e Palmira Janeiro (aos 13 anos de idade; avó da doadora). Fotografia tirada na vila de Cuba, onde residiam. O verso da fotografia apresenta carimbo onde se lê: “Foto Império - Rua Angelina Vidal, 14 - Telef. 847953 Lisboa - N.º 13076”.
Retrato masculino de Joaquim António Curva Tareco por volta dos 20 e poucos anos de idade.
Retrato de criança no qual consta a doadora, Maria do Céu Alvorado Tareco Miguinhas, por volta dos 2 anos e meio de idade.
Fotografia de menina na qual vemos Maria das Relíquias Cigarro Doutor no jardim Frei António das Chagas em Vidigueira.
Retrato de crianças onde podemos ver Joaquim “Santinho” e a sua prima Mariana Marques.
Fotografia de criança onde podemos ver a doadora, Maria Eduarda Correia Nero Velhinho (Campaniço), aos 9 anos de idade.
Fotografia do jovem José Arsénio na “pasteleira” junto à Escola Primária de Marmelar. Captada na década de 70 do século XX.
No presente registo podemos ver Felizarda Pestana Delgado e António Delgado. Foi captado aquando da deslocação do casal para trabalhar na lavra do tomate em Pancas (Ribatejo).
D. Deolinda Ruas (parteira de Selmes) com três dos seus filhos. A jovem menina que se encontra à esquerda é Maria Jacinta Ruas. A mulher encontra-se sentada com o filho mais pequeno ao colo e ladeada por outros dois filhos.
Contém termos, registos ou assentos em que constam o nome dos compradores, o nome dos vendedores, a localização das propriedades e o valor das sisas. Apresenta capa em pergaminho na qual se encontra uma inscrição onde se lê: “Vila de Frades - Bens de Raiz - 1695, 1696”. Possui segunda orelha com atilho que permite atar e fechar o livro ao atilho similar presente também na capa. Na primeira folha, número 1, encontramos o termo de abertura, onde consta que o livro haveria de servir para assentar os bens de raiz a favor de sua majestade no ano de 1695, indo rubricado pelo juiz Martinho Lopes Sequeira, juiz dos direitos reais, “juiz ordinário nesta vila que também nela serve de juiz das sisas”, que o elaborou e assinou em Vila de Frades, em dois de Janeiro de 1695. O verso da folha número 36 e a frente da folha número 37 estão em branco, facto também verificado com a frente da folha número 46. No verso da folha número 46, última folha, está presente o termo de encerramento que, além de informações já referenciadas no termo de abertura, vem acrescentar que o livro possui um total de 46 folhas.
O livro não se encontra encadernado. Na primeira folha, número 1, está presente o termo de abertura onde se pode ler que neste livro se acha escrito o lançamento dos quatro e meio porcento de Vila de Frades do ano de 1751, em quarenta folhas numeradas e rubricadas com a rúbrica de Pacheco, usada por Francisco Xavier Assis Pacheco e Sampaio, que o redigiu e assinou em Vila de Frades, em 9 de Fevereiro de 1751. No verso da folha número 1 está presente um termo, datado também de 9 de Fevereiro de 1751, referente ao juramento dado aos lançadores do tributo dos quatro e meio porcento desse mesmo ano em Vila de Frades. Inicia com as “rendas”, “herdades” e “hortas” seguindo-se os lançamentos por rua, constando o nome da mesma, o nome dos moradores, a incidência do lançamento e o respectivo valor a pagar. É disposta de forma diferenciada a alusão às pessoas de fora e às pessoas de Vila Alva. O verso da folha número 40, última folha (servindo de contracapa), está em branco. O imposto dos quatro e meio porcento (4,5%) foi cobrado nos períodos de suspensão da Décima Militar. O primeiro período de lançamento deste imposto ocorreu entre 1698 e 1702. Entre 1704 e 1715, foi reposta a Décima. Em 1716 a décima foi novamente suspensa e o tributo dos quatro e meio por cento foi implementado até à década de 1760, altura em que regressa o lançamento da Décima que se manteve até à sua extinção na década de 30 do século XIX.
Contém cópias do lançamento do cabeção das sisas dos vários anos, certificados e compromisso de fé dos respectivos lançamentos, autos de lançamento, subtítulos, rúbricas ou verbas referentes a “Património”, “Ordinárias”, “Pagamentos”, “Rendeiros” e/ou “Grangeios das hortas”, “Maiorais” ou “Sisas”. O registo do lançamento do Cabeção era elaborado pelo escrivão da provedoria. Entre as verbas ordinárias encontramos proveniência do juiz de fora, do provedor, do meirinho, do porteiro, do escrivão das sisas, do médico ou do cirurgião. Nos ”Pagamentos” encontramos as sobras do cabeção, a sobra dos bens de raiz, o rendeiro das sisas, o rendeiro do arcebispado, rendeiro da comenda dos padres, rendeiro do verde e/ou o morgado do conde da Vidigueira. Apresenta capa em couro, preta, com lombada com motivos vegetais e geométricos. Possui atilho em couro que fecha e ata o livro ao atilho similar presente na segunda orelha da contracapa. Contém guarda (folha colada na segunda capa). Na frente da primeira folha, número 1, encontramos o termo de abertura onde se pode ler que o livro haveria de servir para se tresladar a sisa do cabeção de Vila de Frades de 1762 e demais anos, indo rubricado pelo provedor da comarca, Penedo, que redigiu e assinou o presente termo em Vidigueira, em 2 de Fevereiro de 1762, acrescentando que no final levaria encerramento. No verso da folha número 119 encontramos o termo de encerramento que acrescenta que o livro possui um total de 119 folhas. O livro encontra-se em branco da folha número 110 à folha número 117, facto também constatado com o verso das folhas número 1, 50, 53 e 109. Verificamos que passa da folha número 117 para a 119.
Contém registos ou assentos em que constam o nome dos compradores, o nome dos vendedores, a localização das propriedades e o valor das sisas. Possui capa em pergaminho, que se encontra do avesso, com atilho que, embora curto, permitia atar e fechar o livro ao atilho semelhante existente na contracapa. Na parte inferior da capa podemos observar uma inscrição onde se lê a seguinte informação: “Bens de Raiz de Vila de Frades de 1753 e 1754 e 1755”. Na primeira folha, número 1, encontramos o termo de abertura, redigido na Vidigueira em 18 de Março de 1753, onde consta que o livro haveria de servir para assentar as sisas dos bens de raiz de Vila de Frades, indo numerado e rubricado com a rúbrica “Carrilho”, usada pelo provedor da comarca Inácio Caetano Carrilho, que acrescentou que no fim levaria encerramento. Acima do dito termo está inscrito em maior dimensão “Bens de Raiz de Vila de Frades”. Do verso da folha número 59 à frente da folha número 72, o livro apresenta-se em branco. O termo de encerramento, presente no verso da folha número 72, além da informação já mencionada no termo de abertura, acrescenta que o livro possui 72 folhas. A capa teve, muito possivelmente, uma utilização anterior pois no verso da contracapa está presente uma inscrição, destacada entre dois vincos efectuados no pergaminho, onde se lê “Vida da madre Roza M.ª”. Contém várias manchas causadas pela humidade e fungos que, nalgumas partes do livro, inviabilizam a leitura.
Registo fotográfico do casal João Rufo Coutinho Freire de Andrade e Maria Cândida Pulido Pereira Freire de Andrade com os filhos, da esquerda para a direita, Diogo, Maria e João Pulido Pereira Freire de Andrade.
Na primeira folha, número 1, que está presente como capa, encontramos o termo de abertura onde se lê que o livro haveria de servir para o lançamento da décima dos prédios rústicos do ano de 1830, indo numerado e rubricado com o apelido de “Calheiros”, usado pelo juiz de fora Baltazar Lopes de Calheiros Jacôme de Moscoso e Meneses que o redigiu e assinou em Vila de Frades em 15 de Fevereiro de 1830, acrescentando que no final levaria termo de encerramento. Na folha número 3 está presente um termo em que se refere a nomeação dos fintores pela Junta de Cabeça da Comarca e o juramento por eles realizado quanto ao desempenho e cumprimento das suas funções relativamente ao lançamento dos prédios rústicos datado de 26 de Abril de 1830. Os vários lançamentos constam indicados segundo os moradores das várias ruas de Vila de Frades, distinguindo-se o lado direito do lado esquerdo da rua, com um número de ordem, identificando-se os respectivos moradores, o património em causa e o valor da décima aplicado aos mesmos. No verso da folha número 83 está presente um termo onde se indica o somatório dos vários lançamentos (verbas) da décima sobre os prédios rústicos que, conforme se refere, iriam ser cobrados como Fazenda Real. No verso da folha número 85 podemos observar o termo de encerramento que apenas vem acrescentar que o livro possui um total de 85 folhas. Possui um total de 85 folhas. O verso da folha número 1 está em branco, facto que também verificamos com a folha número 2, com o verso da folha número 84 e com a frente da folha número 85.
Carruagem de tracção animal da família Pulido, dirigida por José Cristo, transportando alguns elementos da família. No verso encontramos inscrita a seguinte informação: “Quinta de Santa Clara, Agosto de 1941. José Cristo. Vêem-se dentro: Maria de Lourdes, o avô e a Maria Fernanda”.
Na primeira folha, número 1, presente como folha de capa, encontramos o termo de abertura, redigido em Vila de Frades em 1 de Julho de 1832, pelo juiz de fora Baltazar Lopes de Calheiros Jacôme de Moscoso e Meneses, onde se lê que este livro haveria de servir para o lançamento da décima dos juros para o ano de 1832, estando numerado e rubricado com o apelido de “Calheiros”, o qual acrescentou que no final levaria termo de encerramento. A frente da “segunda folha” (não numerada como tal) contém o “lançamento dos fintores nomeados para o lançamento da décima de Vila de Frades no ano de 1832, redigido em Beja em 1 de Julho de 1832, distintamente para os prédios urbanos, prédios rústicos e maneios e juros. Na folha número 2 encontramos o auto de lançamento dos fintores para o lançamento dos juros, nomeados pela Junta de Cabeça da Comarca, redigido em Beja em 8 de Julho de 1832. Os vários lançamentos constam com um número de ordem, designando-se os intervenientes, o valor em questão e o respectivo valor da décima a pagar. No verso da folha número 5 está presente um termo onde se indica o somatório dos vários lançamentos da décima dos juros que, conforme se refere, iriam ser cobrados como Fazenda Real. No verso da folha número 7, que aqui se apresenta como contracapa, podemos observar o termo de encerramento o qual apenas acrescenta que o livro possui 7 folhas. O verso da folha número 1 encontra-se em branco, facto também verificado com o verso da folha número 2, a folha número 6 e a frente da folha número 7.
Na primeira folha, número 1, que está presente como capa, encontramos o termo de abertura onde se lê que o livro haveria de servir para o lançamento da décima dos prédios rústicos do ano de 1832, indo numerado e rubricado com o apelido de “Calheiros”, usado pelo juiz de fora Baltazar Lopes de Calheiros Jacôme de Moscoso e Meneses que o redigiu e assinou em Vila de Frades em 1 de Julho de 1832, acrescentando que no final levaria termo de encerramento. Na folha número 2 está presente um termo em que se refere a nomeação dos fintores pela Junta de Cabeça da Comarca e o juramento por eles realizado quanto ao desempenho e cumprimento das suas funções relativamente ao lançamento da décima sobre os prédios rústicos datado de 8 de Julho de 1832. Os vários lançamentos constam indicados segundo os moradores das várias ruas de Vila de Frades, distinguindo-se o lado direito do lado esquerdo da rua, encimados com um “N” referente ao número de ordem (apesar de não terem sido colocados), identificando-se os respectivos moradores, o património em causa e o valor da décima aplicado aos mesmos. Separadamente podemos ver ainda o lançamento da décima para as pessoas avulsas, para as pessoas de fora, para as pessoas de Vila Alva, para as pessoas da vila da Vidigueira e para as propriedades de renda. No verso da folha número 87 observamos um termo onde se dão por finalizados os lançamentos e onde se indica o somatório dos mesmos (verbas) da décima sobre os prédios rústicos. O verso da folha número 1 está em branco, facto também constatado com a folha número 88 e a frente da folha número 89. No verso da folha número 89 vemos o termo de encerramento que apenas vem acrescentar que o livro possui um total de 89 folhas.
Na primeira folha, número 1, que como habitual está presente como capa, encontramos o termo de abertura onde se lê que o livro haveria de servir para o lançamento da décima das rendas e partidos, indo numerado e rubricado com a rúbrica de “Calheiros”, usada pelo juiz de fora Baltazar Lopes de Calheiros Jacome de Moscoso e Meneses que o redigiu e assinou, em Vila de Frades, em 1 de Julho de 1832, acrescentando que no final levaria termo de encerramento. Na segunda folha está presente um auto em que se refere a nomeação dos fintores pela Junta de Cabeça da Comarca e o juramento por eles realizado quanto ao desempenho e cumprimento das suas funções relativamente ao lançamento da décima sobre as rendas e partidos, datado de 8 de Julho de 1832. O lançamento é feito e identificado com um número de ordem, abaixo do qual estão identificadas as pessoas, as rendas e partidos e o valor da décima a pagar. No verso da folha número 3 está um termo onde se deu por findo o lançamento da décima e onde se fez o somatório das verbas. O verso da primeira folha encontra-se em branco, facto também constatado com o verso da folha número 4, com a folha número 5 e com a frente da folha número 6, no verso da qual podemos ver o termo de encerramento que vem acrescentar que o livro possui um total de 6 folhas.
Contém o auto de lançamento dos maneios que era feito por ruas, casa a casa, indicando-se os nomes dos moradores, bem como, o valor a pagar de imposto. Não possui capa. Na primeira folha, número 1, encontramos o termo de abertura, redigido em Vila de Frades em 1 de Julho de 1832, onde se lê que o livro haveria de servir para o lançamento da décima dos maneios para o presente ano, indo numerado e rubricado com o apelido de Calheiros usado pelo juiz de fora Baltazar Lopes de Calheiros Jacome de Moscoso e Meneses o qual adiantou ainda que no final levaria encerramento. O termo de encerramento, por sua vez, está presente no verso da folha número 32 e acrescenta que o livro tem, precisamente, 32 folhas. A folha número 31 encontra-se em branco, facto também verificado com o verso das folhas número 1 e 30 e com a frente da folha número 32.
Na primeira folha, número 1, que está presente como capa (embora esteja rasgada no canto superior direito), encontramos o termo de abertura onde se lê que o livro haveria de servir para o lançamento da décima dos prédios urbanos do ano de 1832, indo numerado e rubricado com o apelido de “Calheiros”, usado pelo juiz de fora Baltazar Lopes de Calheiros Jacôme de Moscoso e Meneses que o redigiu e assinou em Vila de Frades em 1 de Julho de 1832, acrescentando que no final levaria termo de encerramento. Na folha número 3 está presente um termo em que se refere a nomeação dos fintores pela Junta de Cabeça da Comarca e o juramento por eles realizado quanto ao desempenho e cumprimento das suas funções relativamente ao lançamento da décima sobre os prédios urbanos, datado de 3 de Julho de 1832. Os vários lançamentos constam indicados segundo os moradores das várias ruas de Vila de Frades, distinguindo-se o lado direito do lado esquerdo da rua, encimados com um “N” referente ao número de ordem (apesar de não terem sido colocados), identificando-se os respectivos moradores, o património em causa e o valor da décima aplicado aos mesmos. Separadamente podemos ver ainda o lançamento décima para as adegas de renda. No verso da folha número 53 observamos um termo onde se dão por finalizados os lançamentos e onde se indica o somatório dos mesmos (verbas da décima) sobre os prédios urbanos. O verso da primeira folha encontra-se em branco, facto também verificado com a folha número 2, com o verso da folha número 53, com a folha número 54 e com a frente da folha número 55, cujo verso funciona como contracapa e onde vemos o termo de encerramento que apenas acrescenta que o livro possui um total de 55 folhas.
Boletim Municipal do mês de Junho de 1980. Possui os seguintes artigos: - Luís de Camões - Recenseamento Eleitoral - Licenciamento de Obras - Viaturas e Máquinas - Higiene e Limpeza - Diário do Alentejo - Contabilidade da Câmara - Balancete das Receitas e Despesas da Câmara Municipal de Vidigueira - Obras – Actividade desenvolvida nos primeiros 5 meses do ano corrente (apresentados por freguesia) - Programação de obras e trabalhos a iniciar brevemente (dividida em Acessos, Caminhos e Estradas; Abastecimento de Águas; Equipamento e Urbanização; Maquinaria Adquirida; Maquinaria a Adquirir)
Fotografia de grupo de camponesas em momento de pausa para refeição. Em destaque, da esquerda para a direita, encontramos Joana Mota, Mariana Alvorado e Leonarda Carrujo.
Não possui capa. Na frente da primeira folha, número 1, encontramos o termo de abertura, redigido em Vila de Frades em 2 de Junho de 1829, onde se lê que o livro haveria de servir para o lançamento da décima dos prédios urbanos de 1829, indo numerado e rubricado com o apelido de “Calheiros”, usado pelo juiz de fora Baltazar Lopes de Calheiros Jacome de Moscoso e Meneses. Na folha número 2 pode ler-se a seguinte informação no título do termo presente na mesma: “Lançamento da décima secular eclesiástica regulada pela nova lei, providências e regimento para o presente ano de 1829”. Nesse auto, datado de 30 de Março de 1829, enuncia-se que o juiz de fora se reuniu com os fintores da décima para fazer o juramento perante os Santos Evangelhos relativamente ao cumprimento das suas funções. Os lançamentos estão organizados com um número de ordem, por rua, pelo nome das pessoas, pelo valor das propriedades e/ou das rendas das casas e a respectiva verba a pagar de décima sobre os prédios urbanos. No verso da folha número 42 encontramos o termo de encerramento onde, além do já exposto no termo de abertura, se acrescenta que o livro possui 42 folhas. O verso da folha número 1, 39 encontra-se em branco, facto também verificado com a frente das folhas número 42 e com as folhas 40, 41. A este primeiro livro foi apenso, por cosedura, um outro livro referente ao lançamento da décima dos prédios rústicos e rendas do ano de 1829. Essa referência está presente no termo de abertura, redigido e assinado em Vila de Frades, em 30 de Junho de 1829, pelo juiz de fora Baltazar Lopes de Calheiros Jacome de Moscoso e Meneses, que acrescentou que no final levaria encerramento. Na folha número 2 pode ler-se a seguinte informação no título do termo presente na mesma: “Lançamento da décima pertencente aos prédios rústicos para o presente ano de 1829”. Nesse auto, datado de 30 de Junho de 1829, enuncia-se que o juiz de fora se reuniu com os fintores da décima para fazer o juramento perante os Santos Evangelhos relativamente ao cumprimento das suas funções. Os lançamentos estão referenciados com um número de ordem, por rua, pelo nome das pessoas e pelas propriedades associadas, indicando-se o respectivo valor a pagar. É feita a referenciação diferenciada dos prédios rústicos no que se refere às hortas, rendas e partidos, às pessoas de fora, às pessoas de Vila Alva, às pessoas da vila de Vidigueira. No verso da folha número 86 consta um termo onde se lança o somatório das décimas sobre os prédios rústicos. No verso da folha número 87 está o termo de encerramento do livro que, além da informação já indicada no termo de abertura, vem acrescentar que o livro possui um total de 87 folhas. O verso da folha número 1, encontra-se em branco. A esta compilação foi apenso um outro livro, por cosedura, desta vez, referente ao lançamento da décima dos maneios do ano de 1829. Essa referência está presente no termo de abertura, redigido e assinado em Vila de Frades, em 2 de Junho de 1829, pelo juiz de fora Baltazar Lopes de Calheiros Jacome de Moscoso e Meneses, que acrescentou que no final levaria encerramento. Na folha número 2 pode ler-se a seguinte informação no título do termo presente na mesma: “Lançamento dos maneios para o presente ano de 1829”. Nesse auto, datado de 30 de Junho de 1829, enuncia-se que o juiz de fora se reuniu com os fintores da décima para fazer o juramento perante os Santos Evangelhos relativamente ao cumprimento das suas funções. Os lançamentos estão referenciados com um número de ordem, por rua, pelo nome das pessoas e pelo respectivo valor a pagar. No verso da folha número 28 (que está presente como contracapa) está o termo de encerramento deste “último livro”, do lançamento dos maneios que, além da informação já indicada no termo de abertura, vem acrescentar que o livro possui um total de 28 folhas. O verso da folha número 1, encontra-se em branco, facto também verificado com o verso da folha número 2 e 27 e com a frente da folha número 28. A compilação perfaz um total de 157 folhas.
O livro não se encontra encadernado. Na primeira folha, número 1 (que serve de capa), encontramos o termo de abertura que nos indica que o livro haveria de servir para o lançamento da décima de Vila de Frades do ano de 1818, indo numerado e rubricado com a rúbrica “Matoso”, usada pelo juiz de fora Joaquim António Alho Matoso que o redigiu, em Vila de Frades, em 8 de Janeiro de 1818, adiantando que no final levaria encerramento. Na segunda folha está presente um termo, datado de 7 de Julho de 1818, referente ao lançamento da décima secular regulada pela nova lei, providências e regimento para o ano de 1818, onde se relata que o juiz de fora se reuniu com os fintores nomeados pela Câmara para lhes deferir o juramento dos Santos Evangelhos relativamente ao lançamento da décima aos prédios urbanos, rústicos, maneios, rendas, ofícios, partidos e ordenados e aos juros a aplicar aos moradores de Vila de Frades e seu termo. Os lançamentos estão organizados por rua, distinguindo-se o lado direito e lado esquerdo, com um número de ordem, pelo nome das pessoas, pelo valor das propriedades e/ou das rendas das casas e a respectiva verba a pagar de décima. Na frente da folha número 28 inicia-se o lançamento da décima aos prédios rústicos. São indicados de forma distinta os lançamentos da décima aplicados às hortas, às pessoas da Vidigueira, às pessoas de Vila Alva e às pessoas de fora. Na frente da folha número 86 inicia-se o lançamento da décima aos maneios. Na frente da folha número 100 encontramos o lançamento da décima às rendas, ofícios, partidos e ordenados. Na frente da folha número 101 encontramos o lançamento da décima aos juros. No verso da folha número 104 temos o termo de encerramento que, além do já referido no termo de abertura, vem acrescentar que o livro possui um total de 104 folhas. O verso das folhas número 1, 2, 99, 100 e 103 está em branco, facto também verificado com a frente da folha número 104 e com as folhas números 27, 81, 82, 83, 84 e 85.
O livro não se encontra encadernado. Na primeira folha, número 1, está presente o termo de abertura, redigido em Vila de Frades em 30 de Janeiro de 1816, pelo juiz de fora Joaquim António Alho Matoso, que nos indica que o livro haveria de servir para o lançamento da décima de Vila de Frades de 1816, indo numerado e rubricado com a rúbrica de Matoso, adiantando que no final levaria encerramento. Na folha número 2 consta um termo de juramento, datado de 9 de Junho de 1816, relativo ao “lançamento da décima secular regulada pela nova lei, providências e regimento para o ano de 1816”, seguindo-se o lançamento da décima aos prédios urbanos (por rua, casa a casa, identificando-se e diferenciando o lado esquerdo do lado direito da rua, informação à qual acresce o nome da pessoa e o valor do imposto a pagar), o lançamento da décima dos prédios rústicos (por rua, e por sua vez, por casa, incluindo as hortas, pessoas da Vidigueira, pessoas de Vila Alva e pessoas de fora, indicando-se os respectivos nomes e valor de imposto a pagar), o lançamento da décima sobre as rendas e ofícios, sobre os juros e os maneios. Na frente da folha número 103 consta uma resenha de cada um dos lançamentos, dividindo-se estes por prédios urbanos, rústicos, maneios, rendas, ofícios e ordenados e juros, apresentando-se a soma do valor de cada um e o total absoluto, com quebras e sem quebras. O termo de encerramento, por sua vez, vem acrescentar que o livro possui um total de 106 folhas. As folhas número 27, 86, 104 e 105 encontram-se em branco, facto também verificado com o verso das folhas número 1, 2 85, 99, 100 e 103 e com a frente da folha número 106.
Na primeira folha, número 1, que está presente como capa, encontramos o termo de abertura onde se lê que o livro haveria de servir para o lançamento da décima dos prédios urbanos do ano de 1830, indo numerado e rubricado com o apelido de “Calheiros”, usado pelo juiz de fora Baltazar Lopes de Calheiros Jacôme de Moscoso e Meneses que o redigiu e assinou em Vila de Frades em 15 de Fevereiro de 1830, acrescentando que no final levaria termo de encerramento. Na folha número 2 está presente um termo em que se refere a nomeação dos fintores pela Junta de Cabeça da Comarca e o juramento por eles realizado quanto ao desempenho e cumprimento das suas funções relativamente ao lançamento da décima sobre os prédios urbanos, datado de 22 de Abril de 1830. Os vários lançamentos constam indicados segundo os moradores das várias ruas de Vila de Frades, distinguindo-se o lado direito do lado esquerdo da rua, encimados com um número de ordem, identificando-se os respectivos moradores, o património em causa e o valor da décima aplicado aos mesmos. Separadamente podemos ver ainda o lançamento décima para as adegas de renda. Na folha número 44 observamos um termo onde se dão por finalizados os lançamentos e onde se indica o somatório dos mesmos (verbas da décima) sobre os prédios urbanos que, conforme se refere, iriam ser cobrados como Fazenda Real. O verso da folha número 1 encontra-se em branco, facto também verificado coma folha número 45 e 46 e com a frente da folha número 47, cujo verso funciona como contracapa e onde vemos o termo de encerramento que apenas acrescenta que o livro possui um total de 47 folhas.
Francisco José Palma motorista de Francisco Pulido. Consta no verso da fotografia o nome do sr. que nela surge, “Francisco José Palma”, chauffeur ou motorista da família Pulido, posando junto ao veículo. Na casa que se vê atrás, consta uma placa identificativa onde se pode ler “Religioso”, antecedida de outra que não é visível.
Apresenta encadernação em couro, exibindo segunda orelha com atilho que permite atar e fechar o livro ao atilho similar presente também na contracapa. A capa apresenta duas inscrições, estando a primeira delas rasurada mas permitindo ler que a mesma terá sido utilizada num livro do ano de 1776. A segunda delas, referente ao presente conteúdo, indica-nos a seguinte informação: “Décima de Vila de Frades do ano de 1808”. No interior ou verso da capa estão presentes várias inscrições, parecendo tratar-se do índice do anterior livro que esta terá envolto. Não contém termo de abertura nem termo de encerramento. Na frente da folha número 2, encontramos um termo, redigido em Vila de Frades, em 19 de Março de 1808, pelo juiz de fora Joaquim António Alho Matoso, onde se lê que o livro haveria de servir para o lançamento da décima secular eclesiástica regulada pela nova lei, providências e regimento para o ano de 1808. Neste termo, enuncia-se que o juiz de fora se reuniu com os fintores da décima para fazer o juramento perante os Santos Evangelhos relativamente ao cumprimento das suas funções. Os lançamentos estão organizados com um número de ordem, por rua, distinguindo-se o lado direito e lado esquerdo, pelo nome das pessoas, pelo valor das propriedades e/ou das rendas das casas e a respectiva verba a pagar de décima sobre os prédios urbanos. Na frente da folha número 45 está um termo onde consta um somatório da décima cobrada. Na frente da folha número 46 podemos ver um termo intitulado “Lançamento dos prédios rústicos para o ano de 1808”, no qual se enuncia o juramento efectuado pelos fintores, neste caso, também relativamente ao cumprimento das suas funções no lançamento da décima sobre os prédios rústicos. Os lançamentos estão referenciados com um número de ordem, por rua, diferenciando-se o lado esquerdo do lado direito da mesma, pelo nome das pessoas e pelas propriedades associadas, indicando-se o respectivo valor a pagar. É feita a referenciação diferenciada dos prédios rústicos no que se refere às pessoas da Vidigueira, às pessoas de Vila Alva e às pessoas de fora. No verso da folha número 133 consta um termo em que é lançado o somatório das décimas sobre os prédios rústicos. A folha “295”, possivelmente devido a falhas na numeração, trata-se, efectivamente, da folha número 135 continuando essa falha até ao final do livro. Nesta, tem início o lançamento da décima sobre os maneios para o ano de 1808, conforme atesta o termo lavrado em que se enuncia o juramento efectuado pelos fintores, neste caso, também relativamente ao cumprimento das suas funções no lançamento da décima sobre os maneios. Os lançamentos estão indicados por rua, diferenciando-se o lado esquerdo do lado direito da mesma, com um número de ordem, pelo nome das pessoas e pela décima aplicada a pagar. Surgem, ainda, indicadas distintamente, as hortas. Na frente da folha “323”, efectivamente, a número 163, consta um termo em que é lançado o somatório das verbas referentes à décima aplicada aos maneios. A frente da folha “324”, ou seja, 164, contempla o lançamento da décima às rendas, ofícios, partidos e ordenados para o ano de 1808, registando-se o juramento efectuado pelos fintores ao cumprimento das suas funções no lançamento da décima neste âmbito. Os lançamentos estão indicados com um número de ordem, pelo nome das pessoas e pela décima aplicada a pagar. Na frente da folha “326”, efectivamente, a número 166, consta um termo em que é lançado o somatório das verbas referentes à décima aplicada às rendas, ofícios, partidos e ordenados. A frente da folha “327”, ou seja, 167, contempla o lançamento da décima às pessoas que têm dinheiro gratuito ou a juro para o ano de 1808, registando-se o juramento efectuado pelos fintores ao cumprimento das suas funções no lançamento da décima neste âmbito. Os lançamentos estão indicados por rua, com um número de ordem, pelo nome das pessoas e pela décima aplicada a pagar, indicando-se, ainda, especificamente, as pessoas de fora. No verso da folha número 169 vemos um termo em que é lançado o somatório desta décima. Apesar de não estar numerada, a folha número “171” reserva o termo de juramento efectuado pelos fintores relativamente ao “lançamento da décima às pessoas que nesta vila possuam bens eclesiásticos para o ano de 1808”. O lançamento é realizado utilizando um número de ordem, indicando-se a pessoa em questão e o valor da décima a cobrar. Visto apenas haver uma pessoa, logo abaixo podemos ver o termo em que é lançado o somatório desta décima. No verso da folha número 172 é indicado o somatório de todas as décimas presentes nesta compilação referente à décima do ano de 1808. A folha número 1 (embora seja visível um outro número rasurado logo desde início) encontra-se em branco, facto também verificado com a folha número 134, 170, 173 (ambas em branco / sem numeração) e 174 (“366”) e com o verso das folhas número 2, 45, 46, 135, 163, 164, 166, 167 e 171. Passa da folha número 27 para a 29, por falha na numeração. A numeração está corrigida até à folha número 118, verificando-se que, daí em diante assume o número anteriormente atribuído, nomeadamente e sucessivamente, o número 279 e por aí em diante. Efectivamente, o livro contém 174 folhas.
Apresenta encadernação em couro, exibindo capa com atilho que permitia atar e fechar o livro ao atilho similar que outrora terá estado apenso na segunda orelha (da contracapa). Podemos observar inscritas na capa a seguinte informação: “Em 8 de Janeiro de 1688” e “Vila de Frades décima de 1807”, o que nos leva a crer que a capa terá sido reutilizada. Na frente da primeira folha, número 1, encontramos o termo de abertura, redigido em Vila de Frades, em 16 de Janeiro de 1807, onde se lê que o livro haveria de servir para o lançamento da décima de Vila de Frades do ano de 1807, indo numerado e rubricado com a rúbrica de “Matoso”, usado pelo juiz de fora Joaquim António Alho Matoso o qual acrescentou que no final levaria encerramento. Na frente da folha número 2, encontramos um termo, redigido em Vila de Frades, em 17 de Janeiro de 1807, pelo juiz de fora Joaquim António Alho Matoso, em cujo título se lê que o livro haveria de servir para o lançamento da décima secular eclesiástica regulada pela nova lei, providências e regimento para o ano de 1807. Neste termo, enuncia-se que o juiz de fora se reuniu com os fintores da décima para fazer o juramento perante os Santos Evangelhos relativamente ao cumprimento das suas funções quanto ao lançamento da décima aos moradores do povo e seu termo. Os lançamentos estão organizados por rua, distinguindo-se o lado direito e lado esquerdo, com um número de ordem, pelo nome das pessoas, pelo valor das propriedades e/ou das rendas das casas e a respectiva verba a pagar de décima sobre os prédios urbanos e rústicos. São indicados de forma distinta nas últimas folhas do livro, as hortas, as pessoas de Vidigueira, as pessoas de Vila Alva, as pessoas de fora, as rendas e a décima eclesiástica. No verso da folha número 116 podemos ver o termo de encerramento que, além do já referido no termo de abertura, vem acrescentar que o livro possui um total de 116 folhas. Verifica-se que a escrita efectuada muito próximo da dobra, bem como, a própria cosedura do livro, dificultam a leitura do documento junto à dita dobra. O verso da folha número 1 está em branco, facto também verificado com o verso das folhas número 2, 113, 115 e a frente da folha número 116.
Apresenta encadernação em couro, exibindo segunda orelha com atilho que permite atar e fechar o livro ao atilho similar presente também na capa. Na frente da primeira folha, número 1, encontramos o termo de abertura, redigido em Vila de Frades em 30 de Janeiro de 1810, onde se lê que o livro haveria de servir para o lançamento da décima de Vila de Frades, indo numerado e rubricado com a rúbrica de “Matoso” usada pelo juiz de fora Joaquim António Alho Matoso. Na folha número 2 pode ler-se a seguinte informação no título do termo presente na mesma: “Lançamento da décima secular eclesiástica regulada pela nova lei, providências e regimento para o ano de 1810”. Nesse auto, datado de 13 de Abril de 1810, enuncia-se que o juiz de fora se reuniu com os fintores da décima para fazer o juramento perante os Santos Evangelhos relativamente ao cumprimento das suas funções. Os lançamentos estão organizados com um número de ordem, por rua, distinguindo-se o lado direito do lado esquerdo, pelo nome das pessoas, pelo valor das propriedades e/ou das rendas das casas e a respectiva verba a pagar de décima sobre os prédios urbanos. Na frente da folha número 34 surge um termo em que os lançamentos da décima sobre os prédios urbanos são dados como findos e onde se indica o somatório dos mesmos. Na frente da folha número 35 está presente o início do lançamento da décima sobre os prédios rústicos, referenciados com um número de ordem, por rua, distinguindo-se o lado direito do lado esquerdo, pelo nome das pessoas e pelas propriedades associadas, indicando-se o respectivo valor a pagar. É feita a referenciação diferenciada dos prédios rústicos no que se refere às hortas, às pessoas da Vidigueira, às pessoas de Vila Alva e às pessoas de fora. Na folha número 118 iniciam-se os lançamentos dos maneios referenciados com um número de ordem, por rua, com o nome das pessoas e o respectivo valor a pagar. Na folha número 134 constam os lançamentos da décima sobre as rendas, ofícios, partidos e ordenados referenciados com um número de ordem, com o nome das pessoas e o respectivo valor a pagar. Na folha número 136 constam os lançamentos da décima às pessoas que têm dinheiro a juro e gratuito referenciados com um número de ordem, por rua, com o nome das pessoas e o respectivo valor a pagar. Na folha número 139 está o lançamento da décima às pessoas que nesta vila possuem bens eclesiásticos. No verso da folha número 146 vemos o termo de encerramento onde além da informação presente no termo de abertura se lê que o livro possui um total de 146 folhas. O verso da primeira folha está em branco, facto também verificado com o verso da folha número 2, 34, 35, 118, 134, 136, 138, 139, 140, com a frente da folha número 146 e com as folhas números 115, 116, 117, 142 e 145. Da folha número 142 passa para a folha número 145, inexistindo as ditas folhas ou tendo ocorrido falha na numeração das folhas.
Apresenta encadernação em couro, exibindo capa com atilho que permitia atar e fechar o livro ao atilho similar que existiria na contracapa. Na frente da primeira folha, número 1, encontramos o termo de abertura, redigido em Vila de Frades, em 24 de Janeiro de 1811, onde se lê que o livro haveria de servir para o lançamento da décima de Vila de Frades de 1811, indo numerado e rubricado com o apelido de “Matoso”, usado pelo juiz de fora Joaquim António Alho Matoso que acrescentou que no final levaria encerramento. No verso da primeira folha consta um índex toponímico por número de ordem. Na frente da folha número 2, encontramos um termo, redigido em Vila de Frades, em 11 de Maio de 1811, pelo juiz de fora Joaquim António Alho Matoso, em cujo título se lê que o livro haveria de servir para o lançamento da décima secular eclesiástica regulada pela nova lei, providências e regimento para o ano de 1808. Neste termo, enuncia-se que o juiz de fora se reuniu com os fintores da décima para fazer o juramento perante os Santos Evangelhos relativamente ao cumprimento das suas funções relativamente ao lançamento da décima aos proprietários e rendeiros de prédios urbanos. Os lançamentos estão organizados por rua, distinguindo-se o lado direito e lado esquerdo, com um número de ordem, pelo nome das pessoas, pelo valor das propriedades e/ou das rendas das casas e a respectiva verba a pagar de décima sobre os prédios urbanos. Até à frente da folha número 34 encontramos os lançamentos sobre os prédios urbanos, seguindo-se, na folha número 35, o lançamento da décima sobre os prédios rústicos conforme se refere no termo aí presente. Os lançamentos estão organizados por rua, distinguindo-se o lado direito do lado esquerdo, com um número de ordem, pelo nome das pessoas e pelo valor aplicado aos prédios rústicos. São indicados de forma distinta as pessoas de Vidigueira, as pessoas de Vila Alva e as pessoas de fora. A partir da frente da folha número 112 inicia-se o lançamento dos maneios. Os lançamentos estão organizados por rua, distinguindo-se o lado direito do lado esquerdo, com um número de ordem, pelo nome das pessoas e pelo valor aplicado aos maneios. A numeração passa do número 111 para o número 113. Na frente da folha número 126 inicia-se o lançamento da décima às rendas, ofícios, partidos e ordenados, lançada com um número de ordem, pelo nome da pessoa e pelo valor a pagar. Na folha número 128 dá-se início ao lançamento da décima às pessoas que têm dinheiro a juro e gratuitos. Os lançamentos constam por rua, com um número de ordem, pelo nome das pessoas e pelo valor a pagar. Na folha número 135 está presente um termo de juramento referente ao lançamento da décima às pessoas de Vila de Frades que possuíam bens eclesiásticos que, contudo, não apresenta lançamentos. No verso da folha 137 e na frente da folha número 138 constam os totais das várias décimas já citadas. No verso da folha número 138 podemos ver o termo de encerramento que, além do já referido no termo de abertura, vem acrescentar que o livro possui um total de 138 folhas. Apresenta manchas de humidade e orifícios e/ou galerias causadas por xilófagos. O verso da folha número 2, 34, 35, 92, 111, 112, 125, 126, 128, 133 e 135 está em branco, facto também verificado com a frente da folha número 74 e com a folha número 134. Passa da folha número 129 para a folha número 133.
Não possui encadernação. Inicia na folha número 1 onde podemos ver o termo de abertura, redigido em Vila de Frades em 30 de Janeiro de 1815, que nos indica que o livro haveria de servir para o lançamento da décima de Vila de Frades do ano de 1815, indo numerado e rubricado com a rúbrica de Matoso, usada pelo juiz de fora Joaquim António Alho Matoso que o redigiu adiantando que no final levaria encerramento. Seguidamente ao termo de abertura, encontramos um termo, datado de 15 de Março de 1815, respeitante ao lançamento da décima aos moradores de Vila de Frades e seu termo, a aplicar aos prédios urbanos, aos prédios rústicos, maneios, rendas, ofícios, ordenados e juros que cada um tiver. Os “objectos” ou “alvos” dos lançamentos, descritos acima, constam de forma individualizada, dispostos por número de ordem, por rua, indicando-se os nomes dos vários moradores, identificando-se os respectivos bens e o valor do imposto a aplicar. O termo de encerramento, por sua vez, está presente no verso da folha número 108 e vem acrescentar que o livro possui um total de 108 folhas. As folhas número 28, 86, 87, 100, 102, 106 e 107 encontram-se em branco, facto que também verificamos na frente da folha número 108 e no verso das folhas número 1, 2, 27, 85, 101 e 105.
Não possui capa. Não contém termo de abertura nem termo de encerramento, como habitual, e não se encontra numerado. Na segunda folha, encontramos inscrita a seguinte informação: “Lançamento da décima secular eclesiástica regulada pela nova lei, providências e regimento para o ano de mil oitocentos e catorze”. Essa informação antecede o auto que se encontra abaixo, datado de 30 de Março de 1829, onde se enuncia que o juiz de fora, Joaquim António Alho Matoso, se reuniu com os fintores da décima para fazer o juramento perante os Santos Evangelhos relativamente ao cumprimento das suas funções no lançamento da décima aos proprietários e rendeiros de prédios urbanos. Os lançamentos estão organizados por rua, diferenciados por lado, com um número de ordem, pelo nome das pessoas, pelo valor das propriedades e/ou das rendas das casas e a respectiva verba a pagar de décima. Na folha número 38 vemos um auto referente ao lançamento da décima sobre os prédios rústicos. Os lançamentos estão organizados por rua, diferenciados por lado, com um número de ordem, pelo nome das pessoas, pela descrição das propriedades ou bens e a respectiva verba a pagar de décima. No que respeita aos prédios rústicos, há diferenciação relativamente às hortas, às pessoas da Vidigueira, às pessoas de Vila Alva e às pessoas de fora. Na folha 117, por sua vez, está indicação do lançamento da décima às rendas, ofícios, partidos e ordenados. Os lançamentos estão organizados com um número de ordem, pelo nome das pessoas, pela identificação do alvo de lançamento da décima e pela respectiva verba a pagar. No verso da folha número 118 observa-se a informação respeitante a “lançamento da décima às pessoas que têm dinheiro a juro”. Os lançamentos estão organizados por rua, com um número de ordem, pelo nome das pessoas, pela identificação do alvo de lançamento da décima e pela respectiva verba a pagar. Surgem, distintamente, os lançamentos feitos às pessoas de fora. Na folha número 123 encontramos o lançamento da décima sobre os maneios. Os lançamentos estão organizados pelo nome da rua, diferenciando-se os respectivos lados, pelo nome da pessoa e pelo valor a pagar. Surgem, distintamente, os lançamentos feitos às hortas. No verso da folha número 143 constam vários cálculos refentes aos vários lançamentos presentes no livro, bem como, um somatório dos valores totais obtidos em cada um deles. A primeira folha, servindo de capa, encontra-se em branco, facto também verificado com a folha número 3, 122 e 144, com o verso da folha número 2, 38 e 121 e com a frente da folha número 37 e 143. Possui um total de 144 folhas.
Fotografia / postal de “Boas Festas” com o retrato de Eurico Alberto Arrojado Fialho durante a campanha militar na Guerra do Ultramar, em Angola. No verso encontramos inscrita a seguinte informação: “Luanda, 22-12-1967”.
"Notícias da Vidigueira" (n.º 11) do mês de Agosto a Dezembro de 1996. Possui os seguintes artigos: - Plano de actividades para 1997 – Novos equipamentos culturais e desportivos e melhoramentos de várias estradas - Boas Festas e Boas Novas - Devido à gravíssima situação no Alentejo, O Conselho da Região, mais uma vez, aponta soluções e insiste na utilidade e na urgência da já solicitada audiência ao Primeiro-Ministro - Regulamento municipal dos períodos de abertura e funcionamento dos estabelecimentos de venda ao público e de prestação de serviços do concelho de Vidigueira - Câmara candidata obras ao II Quadro Comunitário de Apoio - Contratos-Programa tardam a aparecer - Alqueva – Uma esperança renovada - MARD: inseparáveis desenvolvimento e regionalização - Semana da Juventude/96 – Uma experiência coroada de êxito - Programa dos serviços Sócio-culturais - Resumo das deliberações da Câmara de Julho, Agosto, Setembro, Outubro e Novembro - Plano de actividades para 1997 prevê investimentos num total de 651 mil contos - Semana internacional de Kayak-Pólo - Grupo de teatro em Vidigueira (Além-Tejo) - Higiene pública e qualidade de vida (aterro sanitário na Herdade da Melroeira) - Filme sobre a Vidigueira - Jantar de Natal - Exposição de artesanato - Saiba onde põe os pés: não deite lixo no chão
Não se encontra encadernado. Na primeira folha, número 1, que serve de capa, encontramos inscrito o termo de abertura onde se lê que o livro seria para o lançamento da décima de Vila de Frades para o ano de 1802, estando numerado e rubricado com a rúbrica de “Zarco”, usada pelo juiz vereador pela ordenação Inácio Luís Colaço Zarco, que o redigiu e assinou em Vila de Frades em 22 de Dezembro de 1802, adiantando que no final levaria encerramento com indicação do número total de folhas. O livro apresenta papel selado junto ao corte superior, ao centro, com selo de “10 Reis” onde se lê ainda “Cauza Pública” em torno da coroa real. Na segunda folha, está presente um auto, datado de 23 de Dezembro de 1802, onde se enuncia que “o juiz vereador pela ordenação o capitão Inácio Luís Colaço Zarco” convocou os cobradores da décima secular eclesiástica de Vila de Frades para fazerem o juramento perante os Santos Evangelhos relativamente à décima aplicada e a reverter para Sua Majestade do ano de 1802. Os lançamentos estão organizados por rua, distinguindo-se o lado direito e lado esquerdo, com um número de ordem, pelo nome das pessoas, pela indicação das propriedades e/ou das rendas das casas e a respectiva verba a pagar de décima sobre os prédios urbanos, rústicos, incluindo a sua aplicação às pessoas de Vila Alva, às pessoas de fora, às hortas, aos Patrimónios e às pessoas da Vidigueira. O verso das folhas números 1 e 2 encontra-se em branco. Da folha número 144 passa para a folha número 146, mantendo-se o número de ordem dos lançamentos, pelo que, terá ocorrido uma falha na numeração. Verifica-se que o livro não contém termo de encerramento como enunciado no termo de abertura, ainda que se conte um total de 187 folhas. Denota-se a existência de manchas causadas pela humidade e ainda galerias causadas por ataque de xilófagos, encontrando-se em mau estado de conservação principalmente junto ao corte superior, impossibilitando, por vezes, a leitura do documento.
Possui encadernação em pergaminho. A capa suporta um atilho em couro que permite atar e fechar o livro ao atilho similar que está apenso também na segunda orelha. A capa apresenta uma inscrição onde podemos ler “Livro da décima dos anos 1778, 1779, 1780”. Vemos ainda repetidas mais abaixo, essas mesmas datas. A contracapa também ostenta inscrições onde se pode ler “Livro da décima do ano 1778 e 1779” e “Livro da décima do ano de 1779 e para o ano de 1780, Juiz Saramago (rúbrica)”. Contém o registo do lançamento da décima sobre os prédios urbanos, rústicos e maneios, indicado por rua, identificando-se os respectivos moradores, a menção do “objecto” de imposto e o valor da décima aplicada a pagar. Posteriormente surge o imposto lançado, especificamente, às pessoas de fora do termo, às hortas, às herdades, às rendas e ofícios, aos juros, às pessoas da Vidigueira, às pessoas de Vila Alva e o lançamento eclesiástico aos reverendos da vila. Inicia com o lançamento da décima para o ano de 1778, podendo observar-se o de 1779 a partir da folha número 65 e o de 1780 a partir da folha número 115. Contrariamente ao que é habitual, não tem termo de encerramento. Possui um total de 173 folhas. A folha número 1 encontra-se em branco, facto também verificado com o verso da folha número 64.
Não se encontra encadernado. Na primeira folha, número 1, que funciona como capa, encontramos o termo de abertura onde se lê que o livro pertence ao lançamento da décima de Vila de Frades para o ano de 1788, indo numerado e rubricado com a rúbrica “Anderson” usada por Guilherme António Apolinário Anderson, provedor da comarca de Beja, que o redigiu e assinou em Vila de Frades, em 13 de Março de 1788, adiantando que no final levaria encerramento. É possível observarmos ainda a inscrição do ano de “1788” e dois cálculos aqui efectuados. Na folha número 2 encontramos referência a “Vila de Frades” (no canto superior esquerdo) e ao “lançamento da décima para o subsídio militar segundo o regimento e mais condições para o ano de 1778”, encimando o auto em que se enuncia que o provedor da comarca de Beja se reuniu com os fintores da décima para fazer o juramento perante os Santos Evangelhos relativamente ao cumprimento das suas funções quanto ao lançamento da décima. Os lançamentos estão organizados por rua, pelo nome das pessoas, pela identificação do alvo de lançamento da décima e pela respectiva verba a pagar, sendo obtido e indicado o total de cada página no final da mesma. Verifica-se o lançamento conjunto da décima aos prédios urbanos, aos prédios rústicos e aos maneios. No verso da folha número 77 encontramos o lançamento da décima às rendas e ofícios. No verso da folha número 78 está presente o lançamento da décima sobre os juros. No verso da folha número 79 consta o lançamento da décima às hortas. Na frente da folha número 81 verifica-se o lançamento da décima às herdades e, no verso desta, o lançamento da décima aplicado às pessoas de fora. Na frente da folha número 83 observa-se o lançamento da décima às pessoas de Vila Alva e na frente da folha número 84 o lançamento da décima às pessoas da Vidigueira. No verso da folha número 95 podemos ver o “lançamento das fazendas dos padres desta vila”. No verso da folha número 97 e na frente da folha número 98 encontramos o encerramento. O verso da primeira folha está em branco, facto também verificado com a frente da folha número 99, a última do livro cujo verso está presente como contracapa.
Retrato de criança. A inscrição presente no verso da fotografia indica-nos o nome do rapaz e a datação exacta da mesma: “Joaquim José Ruas Graça aos 11 anos de idade. Tirado a 13 de Julho de 1969”.
Retrato masculino do jovem Inácio do Cabo Graça. Conforme inscrição presente no verso, a fotografia foi tirada em “20 de Janeiro de 1949. 19 anos de idade”. Segundo o doador, foi tirada “quando foi dar os sinais” (inscrição ou fornecimento de dados para a inspecção militar).
Casal de crianças. Neste registo fotográfico podemos ver, da esquerda para a direita, Mariana Domingos Romeiro e o irmão António Romeiro. Segundo a doadora foi a primeira fotografia que tiraram.
Fotografia na qual podemos ver uma senhora sentada numa cadeira com um bebé ao colo. Trata-se de Maria José Pinto (avó da doadora) com a filha Custódia Pinto ao colo.
Fotografia de criança montada num cavalo de madeira com estrutura com rodas. Trata-se de Joaquim Ruas, irmão da doadora.
Fotografia de Paulo Oliveira Rato, aos 4 anos de idade, posando com um telefone na mão. No verso está presente um carimbo onde se lê “José A. Baltazar - Foto Vidigueirense”.
Retrato feminino de Ermelinda Lopes, prima da doadora.
Em pé, à frente, consta José Francisco Quítalo Ramalho (“Papa-Toucinho”) estando atrás de si, dentro do veículo, João José Lança Bacalhau. Integraram o Regimento de Infantaria de Évora. No verso está presente um carimbo onde se lê “Fotografo Soares - Évora”.
Da esquerda para a direita vemos Maria das Dores Rosa Mendes e Armanda Rosa Mendes passeando na seara dos Leirões (nas proximidades da ermida de Santa Clara, próximo da zona agrícola de Vale de Gato e Barrancões). Por trás podem ver-se algumas oliveiras e a serra do Mendro. No canto superior esquerdo encontramos, inscrita a caneta, a seguinte informação: “Seara dos Leirões, 1952”.
Retrato dos irmãos João e Afonso Castro Mendes, respectivamente da esquerda para a direita. Ambos seguiram formação em Direito. No verso encontra-se, inscrita a caneta, a seguinte informação: “Aos meus tios com muitos beijos, Afonso de Castro Mendes, João de Castro Mendes, Lisboa 16-5-1932”.
Fotografia em cujo verso consta uma inscrição que permite contextualizá-la e datá-la: "O grupo coral da Vidigueira que cantou a missa de "Perosi" a duas vozes. Festa da Ascensão em Vidigueira, em 30 de Maio de 1957". Fotografia captada à porta da Igreja da Misericórdia em Vidigueira. Atrás, da esquerda para a direita, vemos Maria José Contente da Rosa, Maria José Revés, Jesuína Galaio, Domingos da Silva Guerreiro, Cândida serra e Leonarda Bargado. Na penúltima fila, da esquerda para a direita, vemos Maria José Almeida (filha de Praça de Almeida), Maria Antónia, seguindo-se Maria Isabel Goes Guerreiro (doadora) e Maria Emília Bastos Silva. Na fila seguinte, da esquerda para a direita, está presente Bernarda, Maria Dionísio Efigénio, Maria Natália Figueira, Antónia Rosa Mendes e Maria Vitória. Na fila da frente, da esquerda para a direita, podemos ver Anica Caeiro, Maria Augusta, Graziela Ramalho, Maria Gertrudes Coxinho, Maria das Dores, Isabel (sobrinha do Padre Francisco de Jesus Paulo), Francisca Rita Jorge (atrás, acima) seguida de Susete Baião Palma, estando abaixo Maria Guilhermina Faro Oliveira, as irmãs Saudade e Maria do Céu Pereira e um pouco adiantada das restantes Clementina (prima de José Guerreiro, "Pastilha"). O verso ostenta, ainda, um carimbo onde se pode ler "A. Pinto Esteves - Vidigueira - R. (em branco) N.º 661".
O presente livro contempla o registo das deliberações da Câmara Municipal de Vidigueira sobre os mais variados assuntos de interesse municipal. “Há-de servir este livro para nele se exararem as actas das reuniões da Câmara Municipal do concelho supra. Paços do concelho, 14 de Setembro de 1966. O Presidente da Câmara, Joaquim Jorge de Carvalho”. Mod. 6
Fotografia de António Delgado na sua motorizada. No verso, inscrita a caneta, vemos a seguinte informação: “António Delgado. 20-08-1972”.
Retrato feminino de Maria Perpétua Pestana Grilo (mãe da doadora) por volta dos 40 anos de idade.
Retrato de criança de João Paulo Faia Grilo aos 2 anos de idade, simulando estar ao telefone. No verso está presente um carimbo onde se lê: “Artex-Estúdio - Barreiro ”.
Recortes de imprensa de Julho a Dezembro de 1993. Possui os seguintes artigos: 001 – “Aniversário de geminação” in Correio da Manhã de 12 de Julho 002 – “Vidigueira, Cuba e Alvito – Terras de Pão, Gentes de Paz” in Correio da Manhã de 18 de Agosto 003 – “Carpas apodrecem na Vidigueira – Morreu o peixe do Sr. Barahona” in Público de 1 de Setembro 004 – “Salvador da Vidigueira: o mais jovem de todos” in Semanário de 13 de Novembro 005 – “Vidigueira – Aniversário da Rádio” in Diário do Sul de 25 de Novembro 006 – “Vidigueira – Entre primos (autárquicas) ” in Público de 2 de Dezembro 007 – “Vidigueira: CDU como pão para a boca…” in Diário do Alentejo de 17 de Dezembro 008 – “Vidigueira – Carlos Góis (PCP) recandidata-se (autárquicas)” in Novo Sul de 25 de Dezembro
Retrato feminino de Maria Ana Baixinho Fragoso, mãe da doadora ("Gina" Godinho), aos 56 anos de idade.
Retrato de criança, menina, que se encontra sentada numa cadeira, tratando-se de Francisca Teresa Baixinho Raminhos.
Registo captado durante uma Procissão em Honra de Nossa Senhora das Relíquias, em Alcaria da Serra. Da esquerda para a direita, caminhando a par da procissão, vemos Manuel Baião, seguido de Custódia Chalampita (auxiliando o pendor representativo da lenda e do milagre associado a Nossa Senhora das Relíquias), Joaquim José Colaço Fialho, desconhecido (transportando o pendor) e Idalina Galinha (auxiliando o pendor).
Aglomerado de unimogues com militares armados no mato em Angola quando os militares forneciam protecção à engenharia que ia abrindo a picada (estrada de terra).
Fotografia de grupo masculino onde podemos ver, da esquerda para a direita, Palma, Caeiro, Caçanito, Rosa Mendes e Carrinho. No verso, inscrita a caneta, encontramos a seguinte informação: “Setembro de 1926, Serra do Mendro”. Relacionada com a H-000084.
Contém os resumos do lançamento da décima, isto é, a contribuição ou imposto régio sobre os bens imóveis ou rendimentos (rendas, prédios rústicos e urbanos, juros, ordenados, tenças, moradias e demais rendimentos). No presente livro constam vários subtítulos ou divisões relativamente ao lançamento da décima, podendo ver-se referência às ruas e moradores das mesmas, relação de pessoas esquecidas, hortas, herdades, rendas e ofícios, juros, Vidigueira, fazendas de Vila Alva e resumo do lançamento da décima das pessoas eclesiásticas, sendo designados os nomes correspondentes a cada um dos casos e o respectivo valor a cobrar. Apresenta capa em pergaminho, podendo ver-se apenso um atilho em couro que permitia fechar e atar o livro ao atilho similar que existe na segunda orelha do mesmo. Junto ao corte superior da capa esta presente uma inscrição onde se lê “Neste livro estão assentados os lançamentos do ano de 1767 e nele se continuou do ano de 1768 no mesmo livro como consta”. No verso da folha número 55 consta um termo redigido pelo escrivão de apelido Silva que nos indica que até aquela folha o livro contém 55 folhas rubricadas pelo próprio. Dessa forma, na folha número 56 inicia o lançamento da décima para o ano de 1768. Na frente da folha número 104 encontramos o termo de encerramento que nos indica que o livro possui um total de 104 folhas que estão rubricadas pelo juiz de apelido Silva. As folhas números 1 e 2 encontram-se em branco, facto também verificado com a frente da folha número 23 e com o verso da folha número 22 e 104.
Maria Cândida Pires Mata, por volta dos 7 anos de idade, vestida de Nossa Senhora das Relíquias numa procissão em honra da referida padroeira de Vidigueira.
Procissão em Honra de Nossa Senhora das Relíquias vinda da Rua da Malheira, junto à Igrejinha Nova, em direcção à rua Dr. Carlos César Sotto Mayor Figueira. Destaca-se o grande número de crianças presentes. No verso encontramos, inscrita a caneta, a seguinte informação: “Vidigueira, Maio de 1963”.
Retrato feminino de Mariana Covas Tasquinha. No verso está presente um carimbo onde se lê “Foto Aurea”.
Casamento de Gertrudes Benta Rosa Lula Bastos e Araújo António Franganito, pais da doadora e de Carlos Franganito, no ano de 1951.
Procissão em Honra de Nossa Senhora das Relíquias passando junto à Bica da Cascata e ao Largo Dr. Orlando Mello do Rego, onde outrora se ergueu a Igreja Matriz de S. Pedro. No verso encontramos, inscrita a caneta, a seguinte informação: “Vidigueira, Nossa Senhora das Relíquias, Maio de 1963”.
Da esquerda para a direita podemos ver Maria Augusta de Jesus Fialho com os filhos Albino José de Jesus Fialho (aos 3 anos de idade) e Maria do Céu de Jesus Fialho (aos 15 anos de idade). No verso apresenta carimbo onde podemos ver a seguinte informação: “Foto Alves - Beja”.
Embora não estejam visíveis, os 4 homens presentes na fotografia são os mesmos que surgem na fotografia anterior (CFFPULIDO-000155 - Arsénio Baião da Rosa Setta, João Albino Ferreira, Marques dos Santos e António Francisco Pereira), especificamente em volta da rede (tresmalho) observando o resultado da pescaria. Um deles ostenta um cesto ou nassa. No verso encontramos inscrita a seguinte informação: “Lagoa da Ínsua - Recolha do peixe - Agosto de 1941".
Fotografia dos irmãos gémeos Francisca Palma e Fernando Palma com a pequena Paula Palma Caetano.
Fotografia do pequeno João da Cruz Carrasco (pai do doador), posando sentado numa cadeira. No verso, inscrita a caneta, encontramos a seguinte informação: “Exma. Sra. Aqui me tem ao seu despor. Trate-me com muito cuidado que quando for mais crescidinho lhe farei algum mandado. Vidigueira, 15 de Julho de 1908. João da Cruz Carrasco”.
Fotografia na qual podemos ver 3 homens junto a um veículo automóvel. Da esquerda para a direita encontramos João Albino Ferreira, António Jacinto Caetano e Fernando Pulido Garcia. Atrás, à direita, podemos observar uma carroça com depósito de água. Década de 1930.
Retrato masculino de José dos Santos Baptista (pai da doadora).