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Retrato familiar de Manuel Bernardo Janeiro e Catarina Janeiro (bisavós maternos da doadora) com os respectivos filhos, José Cândido Janeiro (11 anos de idade) e Palmira Janeiro (aos 13 anos de idade; avó da doadora). Fotografia tirada na vila de Cuba, onde residiam. O verso da fotografia apresenta carimbo onde se lê: “Foto Império - Rua Angelina Vidal, 14 - Telef. 847953 Lisboa - N.º 13076”.
Contém informações diversas de interesse para o concelho e seus municípes, com destaque para as deliberações da Assembleia Municipal, para as obras municipais, actividade culturais, lúdicas e/ou desportivas.
Retrato feminino de Ermelinda Lopes, prima da doadora.
Contém informações diversas sobre vários temas de interesse para o munícipe, especialmente de âmbito cultural e desportivo, oriundas quer da Câmara Municipal, quer de associações ou outras entidades locais. Passamos a transcrever na íntegra a missão ou objectivos da agenda cultural, presentes na nota de abertura dos primeiros números lançados: «O acesso à cultura e ao desporto é de entre outros um direito de qualquer cidadão. É a nossa preocupação criar condições que permitam melhorar o acesso de todos, às actividades desta natureza a realizar no nosso concelho. Ao iniciarmos a publicação da agenda Dentro do Tempo, procuramos fazer a divulgação atempada das várias iniciativas culturais e desportivas, a realizar em qualquer localidade do concelho, promovidas pela autarquia, clubes, associações ou outras entidades. Dentro do Tempo divulgará também alguns aspectos no nosso concelho, naquilo que ele tem de mais genuíno como o património e a gastronomia. Estamos abertos para divulgar a informação que nos chegue de modo a fazermos de Dentro do Tempo um veículo de divulgação do concelho da Vidigueira. Aceite o nosso convite e participe nas iniciativas a promover. O vereador do pelouro da cultura e desporto.»
O imposto de sisa ou sisas remonta ao séc. XIV e recaía sobre a transação de vinho, panos, carnes, madeiras, ferro, cereais, metais, etc. Mais tarde passou também a aplicar-se à aquisição de bens de raíz pagando-se pela transmissão onerosa, venda, arrematação ou doação do direito de propriedade ou de outros direitos equiparáveis sobre bens imobiliários. Foi substituído, em 1 de Janeiro de 1861, pela contribuição de “registros”, criada pela carta de lei de 30 de Junho de 1860. Com o decreto n.º 16731, de 13 de Abril de 1929, a contribuição retoma a designação de sisa e imposto de transmissão que se mantém até 2003, passando, por força do decreto-lei n.º 287/2003, de 12 de Novembro, a designar-se imposto municipal sobre transmissões onerosas de imóveis (IMT).
O imposto dos quatro e meio porcento (4,5%) foi cobrado nos períodos de suspensão da Décima Militar. O primeiro período de lançamento deste imposto ocorreu entre 1698 e 1702. Entre 1704 e 1715, foi reposta a Décima. Em 1716 a décima foi novamente suspensa e o tributo dos quatro e meio por cento foi implementado até à década de 1760, altura em que regressa o lançamento da Décima que se manteve até à sua extinção na década de 30 do século XIX.
Em 1641 foi criado o imposto da Décima para prover às necessidades de defesa do reino, mais concretamente, para fazer face às despesas com a guerra da independência. Em princípio, era uma contribuição com uma taxa de 10% e a duração de três anos, tendo-se, no entanto, prolongado e, inclusivamente, chegado a atingir os 30% devido às necessidades do erário público. A 31 de Dezembro de 1852 a décima, assim como outros impostos anexos, foram extintos sendo substituídos pela contribuição predial, cuja importância era fixada anualmente, pelo que houve necessidade de se proceder ao cadastro dos bens situados nos concelhos. O imposto da décima incidia sobre todas as rendas, «assim de bens de raiz, juros, tenças, como de ordenados de ofícios (…) sem excepção alguma, nem privilégio» (10%) e sobre o rendimento dos ofícios e dos que tiverem «negócio, trato e maneio» (10%) do que se «arbitrar» lhes rendam anualmente os ofícios, o trato e maneio. A décima era lançada, «sem excepção», a todos os que não fossem eclesiásticos, sobre a fazenda que cada um tivesse: a) quem tivesse bens de raiz e fosse de trato e maneio pagaria décima e maneio dos bens e trato e maneio do que se arbitrasse; b) quem tivesse ordenado, «proe ou precalso dos seus ofícios de Justiça ou Fazenda» pagaria décima de tudo; c) quem recebesse ordenado ou moradia dos patrões pagaria a vintena (5%) das casas; d) os tendeiros «de porta», atafoneiros e «pessoas de semelhante trato» pagariam a vintena (5%) das casas em que vivessem, excepto se tivessem maneio pelo qual paguem décima. A décima era lançada por freguesia em todas as fazendas que os fregueses tivessem no reino e fora dele, desde que não fossem Comendas e bens eclesiásticos. A sua cobrança fazia-se, em quartéis, «em dinheiro efectivo». A décima das propriedades era cobrada dos que nela moram ou as têm arrendadas. Em 1642 esclarece-se que: a) o imposto incide sobre «todas as rendas e fazendas», incluindo «juros, tenças, ordenados, assentamentos, mantenças e moradias» de «todas as pessoas, de qualquer qualidade e condição, como não forem eclesiásticas (uma vez que os «Eclesiásticos e Religiões têm contribuído voluntariamente com as décimas das suas rendas»), sem excepção ou privilégio algum; b) todos os que tiverem vários rendimentos (ordenados, proes, precalsos, negócio, trato, maneio, etc.) pagarão décima de tudo separadamente; c) os médicos, cirurgiões, advogados, solicitadores, arquitectos e «mais pessoas que com suas ciências ou artes ganham dinheiro», também pagam décima do que se arbitrar; d) quem não tiver renda, fazenda, ofício nem trato ou seja oficial mecânico, trabalhador ou viva do seu trabalho pagará 2% do que se arbitrar que pode ganhar. Para a boa cobrança da décima: 1) far-se-á em cada Comarca uma lista das propriedades de cada freguesia, com o nome dos senhorios, os foros e encargos que têm e o valor da décima, assim como, em títulos separados, as listas das pessoas que pagam maneio e seu valor; que pagam 2% e quanto paga cada uma; que pagam e quanto pagam de proes e precalsos de seus ofícios e de ordenados; 2) A cobrança da décima será feita pelos recebedores das sisas, que entregarão o seu produto aos recebedores gerais; 3) quem não pagar e for executado será penalizado em mais 10%. Em 1654, o regulamento da décima, refere sobre o que incide e quem paga: 1) Sobre todas as rendas que tiverem, «assim de fazendas, como de juros,tenças, e ordenados, mantenças, moradias, e quaisquer outros rendimentos», todas as pessoas, de qualquer qualidade e condição, «Ministros de quaisquer Tribunais, Universidades, Comunidades, Fidalgos, Nobres, e do Povo, sem excepção de pessoa ou lugar, ainda que sejam fronteiriços, que sirvam à sua custa»; 2) Sobre as estimativas dos proes e precalços dos ofícios da Fazenda, da Justiça ou outros quaisquer dados por donatários, etc.; 3) Sobre os ganhos dos médicos, cirurgiões, advogados, escrivães, inquiridores, avaliadores, partidores etc. que ganham dinheiro «com suas ciências, artes e ofícios»; 4) «do que se arbitrar» a todos os nacionais ou estrangeiros que tiverem «negócio, trato, ou maneio»; 6) Relativamente aos lavradores que trazem herdades arrendadas, o valor da décima de trato e maneio passa a calcular-se em função do que «lhes fica de ganho depois de paga a renda, fazendo-se abatimento do cabedal com que entram de sementes, despesa de serviço, criados e gados, e o risco na incerteza das novidades, para que, estimado tudo ao justo, no modo que for possível, se avalie o que lhes fica livre de pão, criados e lã, que se haverá como ganho de maneio»; 7) No caso dos proprietários de herdades que habitualmente eram arrendadas e agora estão em exploração directa, a décima é calculada em função do que lhe rende ou «podia render quando andava de arrendamento», devendo ainda pagar o maneio correspondente ao «que mais pode ganhar em a cultivar por si»; 8) Como alguns lavradores têm pastores e maiorais «que trazem gado seu apartado, ou junto com o do seu amo, se lhes lançará (a estes, aos lavradores) também décima do interesse que dele tirarem, como de trato e maneio»; 9) Os oficiais de qualquer ofício, se forem mestres «nesta cidade» (Lx) não pagarão menos de 3 cruzados (1.200 réis), e se forem obreiros menos de 400 réis (1 cruzado); no resto do reino os mestres não pagarão menos de 2 cruzados (800 réis) e os obreiros de 3 tostões (300 réis), «e todos daí para cima conforme se arbitrar». No caso de os mestres serem «tão pobres» que a Junta ache que não devam pagar como tal, arbitrar-se-lhes-á o que for justo; 10) Os mestres que além destes seus ofícios «tiverem maneio de compra, e venda para trespassar as coisas, não obrando com elas, ou vendendo parte», assim como aos boticários, cerieiros, curtidores, e outros semelhantes, pagarão separadamente décima do trato e do maneio»; 11) Os trabalhadores e jornaleiros «que não têm ofício, mas vivem só de seu trabalho», não deverão pagar menos de 2 tostões (200 réis) nem mais de 4 tostões (400 réis) «a respeito do mais, ou menos que ganham em cada terra»; 12) A décima das casas em que vivem os próprios donos delas será paga em função do que costumavam ou podiam render; 13) Apesar da Igreja contribuir com 150.000 cruzados para a despesa de guerra, quantia esta que será rateada por todos os eclesiásticos e religiosos, como os bens patrimoniais dos eclesiásticos ficam de fora daquele donativo serão registados nas Comarcas em caderno à parte que será enviado à Junta Eclesiástica «a que tocar, para que nela se lance a Décima e se cobre por eles mesmos, e se remeta a parte do que lhe toca dos cento e cinquenta mil cruzados do seu donativo»; 14) O lançamento da décima será feito por ruas e casas «pela mesma ordem em que estão nas ruas», declarando-se em 1º lugar o nome dos seus donos (que é onde há menos variações), depois o do alugador, ou dos alugadores, no caso de haver vários nas mesmas casas, deixando-se espaço em branco suficiente para se registar a morte do dono, a venda ou alheamento da casa, a mudança do(s) alugador(es), «e para maior clareza se fará declaração do trato e maneio, proes e precalços, ordenados, tenças ou mantenças que não estiverem assentadas noutra parte»; 15) Antes de se começar a lançar seja o que for nos livros, chamar-se-ão os fregueses constantes dos róis de confessados para que cada um preste informações sobre as rendas que têm, os ofícios, tratos e maneios que exercitam, etc., para se saber o que terão de pagar; e tomar-se-ão também informações de particulares que as possam dar, apontando-se os nomes, rendas, tratos, ofícios, etc. em cadernos próprios, para depois de tudo examinado se lançar nos acima referidos livros; 16) Dado haver homens de negócio que vivem numa rua e têm loja noutra, para se poder saber com certeza «a qualidade e importância do seu trato» será nesta última rua (da loja) que se avaliará e lançará a décima de trato e maneio; 17) Na décima do aluguer de casas abater-se-á a décima para consertos; e quando as casas não estiverem alugadas ou forem para aposentadoria ou quartel só se lhes lançará a décima «daquilo que com efeito se lhe pagar»; 18) «Em todas as propriedades se lançará Décima por inteiro, respeitando o rendimento sem se abater foro, pensão ou censo para se haver de cobrar do arrendador, ou pessoa que trouxer a tal propriedade, porquanto assim convém à boa arrecadação; e a parte da Décima que toca ao foro, pensão ou censo se descontará aos que fizerem os pagamentos na forma que fica disposto neste Regimento»; 19) Quando o arrendamento não for a dinheiro, mas sim em «quantidade certa» de géneros, calcular-se-á o valor destes em função do seu preço médio («preço do meio moderado») nos 5 anos anteriores; 20) Os rendeiros das casas, herdades, olivais e demais propriedades pagam, além da Décima das rendas devidas aos senhorios, a dos foros e censos que os senhorios pagam a outros, «e quando os senhorios queiram que as rendas se lhes paguem por inteiro, devem ter dados aos arrendadores dinheiro para pagarem por eles a Décima aos quartéis; e não havendo dado poderão os arrendadores descontar-lhes em frutos tudo o que por eles pagarem a dinheiro, ainda que valham mais»; 21) A Décima a pagar pelos «Senhores de terras, e pessoas muito poderosas, que vivem em suas fazendas» será lançada pelos Provedores com os ministros da cabeça da Comarca, «tomando-se informação secreta» das juntas locais e dos tombos e rendeiros das propriedades; 22) o lançamento da décima será feito nos locais onde se situam as propriedades e não onde moram os seus donos, e a sua cobrança será feita aos feitores, administradores ou rendeiros que as trouxerem; 23) As décimas não poderão ser arrendadas. Em 1762, a Décima volta a substituir o imposto dos 4,5%. Razões invocadas: - não se tratava de uma contribuição «nova e desusada»; - era a contribuição que, «por prudentes combinações e provadas experiências», se considerou ser a «mais igual e menos onerosa aos Povos, nos quais paga cada pessoa à proporção do que tem somente de dez um, e lhe ficam livres nove para se sustentar». No Regimento de 1762 aplicava-se o Regimento de 1654; na sua cobrança seguia-se também o que determinaram as leis de 1761: a) contrariamente ao que sucedia com o 4,5%, lançava-se décima sobre o dinheiro dada a juro por escrituras públicas ou privadas; b) a décima incidia sobre «todos os bens, rendas, ordenados, maneios e ofícios», mas «sem diminuição, sem excepção, sem diferença e sem privilégio algum, qualquer que ele seja», para que o imposto não penalizasse os que tinham juros, tenças ou ordenados e «pelas lucrosas contemplações dos lançadores» beneficiasse os negociantes e os proprietários de casas, quintas ou fazendas. Para tal, os superintendentes deveriam obrigar os proprietários e os que pagavam maneio a declarar sob juramento as rendas e lucros que tinham; o lançamento da décima deveria ser feito por pessoas competentes para poderem avaliar da sua veracidade - mestres pedreiros e carpinteiros nos prédios urbanos; fazendeiros nos rústicos; representantes das profissões colectadas nos maneios. Martins, Conceição Andrade, “Criação, Regulamentação e Cobrança da Décima: um imposto pouco explorado?”. Disponível em: . Acesso em 18-05-2017.
Colecção de recortes, originais ou cópias, de revistas ou periódicos com informações diversificadas que se reportam ao concelho de Vidigueira e que foram alvo de destaque no panorama regional ou nacional.
Compilação de veículos informativos entre a Câmara Municipal de Vidigueira e a população sobre assuntos da vida municipal de interesse comum ou para conhecimento geral. Os Boletins Informativos estão intimamente relacionados com actos eleitorais (autárquicas), na medida em que, ou reflectem o trabalho realizado que antecede as eleições ou espelham os resultados obtidos nas mesmas, contendo entrevistas e opiniões dos eleitos. No primeiro número do "Vidigueira Actual", que remonta a Fevereiro de 2007, o Presidente da Câmara, Manuel Narra, explicou o seu propósito: «Ao criarmos este novo espaço informativo, pretendemos que algumas informações urgentes e importantes cheguem rapidamente ao conhecimento dos munícipes. Este novo veículo de informação irá aproximar ainda mais o Município às pessoas, e a sua periodicidade que se pretende mensal trará maior actualidade às informações publicadas. Pretenderemos, pois, que aqui sejam difundidos alguns dos projectos que se encontram em estudo nos gabinetes, para posterior candidatura ao QREN – Quadro de Referência Estratégico Nacional (quadro comunitário de apoio), de modo a que os munícipes possam manifestar-se e contribuir para o futuro do nosso concelho (…)»
Em 30 de julho de 1801, por alvará de D. João VI, foi criado este novo imposto que recaía sobre as bestas e criados de luxo. Relativamente às bestas, a lei que regulou esse imposto excetuou as éguas de criação, bestas de lavoura e os cavalos progenitores, fazendo recair o imposto somente sobre as cavalgaduras de mero luxo, regalo e ostentação, que as pessoas nobres ou ricas sustentavam por vaidade e luxo. Ficavam, pois, a salvo os animais destinados à lavoura ou à propagação das raças. Esse ónus tão intolerável terá originado uma diminuição no número de compradores e por conseguinte uma diminuição de criadores. O estado acabava por tirar partido da situação pois não podendo ter um depósito de cavalos durante a paz, para o serviço em tempo de guerra, tinha-os nas mãos dos particulares, a quem os podia comprar sempre que necessário.
O «Cabeção das sisas» era o imposto sobre mercadorias, com excepção do ouro, prata, pão cozido, cavalos e armas. A partir dos meados do século XVI, as sisas tornam-se numa renda fixa, que se manterá ao nível dos 200 contos durante cerca de 150 anos. Isto porque, a pedido dos povos (nas cortes de 1525), o rei se dispõe a fixar, por contrato (de «encabeçamento»), uma soma certa a pagar por cada terra a troco da cobrança direta das sisas, ficando a repartição deste «cabeção» a cargo dos órgãos dos concelhos. Para efeito de cobrança interna (ou de arrendamento), os concelhos dividiam as sisas por «ramos», de acordo com o tipo de produtos sobre os quais incidiam, de modo a que cada «ramo» não excedesse uma certa quantia. Normalmente os ramos eram três: o «das correntes» (isto é, das mercadorias forâneas vendidas no concelho, já que as restantes estavam incluídas no cabeção), o das «propriedades e bens de raiz» (sobre a venda de imóveis) e o «cabeção». Se o encabeçamento das sisas teve vantagens para o rei, «acertando» - tal como os restantes «arrendamentos» de rendas, de que este não se distinguia estruturalmente - os montantes da contribuição (aliás incertos e de difícil cobrança), não interessava menos aos concelhos, que, assim, evitavam a entrada indiscreta dos oficiais régios e, sobretudo, realizavam uma importante renda própria, da qual fundamentalmente viveram até aos finais do Antigo Regime. E tendo-se desatualizado o cabeção, por via da subida dos preços das mercadorias, as câmaras recebiam do lançamento efetivo da sisa uma soma muito superior àquela que tinham que entregar ao rei (os «sobejos» das sisas); frequentemente, apenas com a renda das sisas «das correntes» e dos «bens de raiz» conseguiam atingir o «cabeção».
"Notícias da Vidigueira" Nova Série (N.º 9) do mês de Abril a Junho de 2008. Possui os seguintes artigos: - Posto de Turismo de Vidigueira regista aumento de 43% de visitantes - Vidigueira Online (www.cm-vidigueira.pt) – Estatística de visitas - Associação de Beneficência de Selmes e Alcaria e Junta de Freguesia de Selmes – Fornecimento de refeições aos alunos do 1º ciclo do Ensino Básico - Editorial – A Pão e Laranjas / … Vidigueira tornou-se ponto de passagem obrigatório para quem quis reviver a época quinhentista… - Partidos Políticos – Opinião: Projecto-Lei “Lei Eleitoral dos Órgãos das Autarquias Locais (alterações)” – CDU / “Lei Nova! Leituras Velhas???” – PSD - Marmelar – Continuação das obras de construção da Estação de Tratamento de Águas Residuais - Pedrógão – Continuação das obras de construção da Estação de Tratamento de Águas Residuais / Adjudicação do concurso para remodelação do Parque Infantil / Adjudicação do concurso para ampliação da Escola n.º 1 - Protecção de Crianças e Jovens (instalação legal) - Trabalhos de beneficiação da fachada e obras de remodelação do pátio de acesso do edifício da Câmara Municipal - Conclusão dos arranjos da calçada junto ao Largo da Cascata - Início do trabalho de calcetamento da Estrada de Portel - Conclusão das obras de remodelação do Bar das Piscinas Municipais - Abertura do concurso para construção do terminal rodoviário - Abertura das propostas para colocação de relvado sintético no campo de futebol (empresas concorrentes admitidas) - Atendimento aos Munícipes (periodicidade e horário) - Alcaria – Fase de conclusão da construção de duas Estações de Transferência de Águas Residuais / Remodelação do Parque Infantil com colocação de novos equipamentos lúdicos - Selmes – Requalificação paisagística do Largo 1º de Maio com plantação de árvores, arrelvamento e colocação de papeleiras - Vila de Frades – Remodelação do Parque Infantil com colocação de novos equipamentos lúdicos - Vidigueira / Vila de Frades – Conclusão das obras de reparação da ponte - Obras de reparação e beneficiação de habitações de famílias carenciadas do concelho - Funcionários Municipais: Manuel Luís Camacho da Palma - Serviços de Turismo – Equipa, funções gerais, locais, horários - Festival Gastronómico Sabores da Caça (II edição) – exposições, colóquio, concurso de culinária, animação musical, tiro ao alvo de ar comprimido, campeonato júnior de tiro virtual, prova de Santo Huberto, largada de perdizes, provas de primavera de cães de parar, montaria… - Colóquio “Caça, novos desafios que se colocam no presente e no futuro” / Opinião sobre o Festival - Festival Gastronómico A Pão e Laranjas – Feira Quinhentista (mercado, tabernas quinhentistas, torneios de armas, cortejos pelas ruas, baile de trajes com a banda ABS, teatralização sobre a vida de Vasco da Gama, colóquio sobre qualificação dos produtos tradicionais, exposições [Ao Sabor do Olhar – Fotografia de Joaquim Oliveira], animação musical e de rua, oficinas de fazer pão – Os Padeirinhos, semana gastronómica A Pão e Laranjas, concurso de montras “Vasco da Gama era guloso”, concurso “O Pão e Laranjas” na Culinária) - Ambiente – Localização de Ecopontos (Marmelar e Pedrógão) - Estação de transferência e Ecocentro – Descrição / Horário - Ambiente – AMCAL (Associação de Municípios do Alentejo Central) – Nova Estação de Triagem - Campanha Separar Sem Parar (panfleto com testemunho de Munícipes) - Veículos Fim de Vida (AMCAL) - Resíduos da Agricultura (AMCAL) - Incêndios florestais, uma atitude pró-activa / A prevenção é sempre a melhor aposta / Medidas de Prevenção / Simulacro EBI Vidigueira (incêndio urbano) - GNR – Posto Territorial de Vidigueira - CDAV – Clube de Desportos Aquáticos de Vidigueira / Atletas do CDAV brilham nos campeonatos regionais: Torneio Regional de Cadetes em Grândola; Campeonato Regional de Categorias em Ponte de Sôr; II Torneio Vila dos Gamas; Festival de Natação do CDA Vidigueira; Festival da Água - Entrudo `08 (cortejo, matiné dançante, baile de máscaras, festa da esferovite) - “Cinco Formas de Olhar” – Exposição colectiva de artes plásticas no Posto de Turismo - 1º Concerto Primavera – Grupos Corais Polifónicos Vozes da Vidigueira e Atlântico de Sines (Igreja da Misericórdia de Vila de Frades) - “O Que é o Teatro?” – Exposição de cartazes integrada nas comemorações do Dia Mundial do Teatro (Pavilhão de Desportos) - 100 Anos – Parabéns! (Sr. João António Ramalho) - “No Condado dos Gamas” (Rota Histórica) – Descrição do Projecto / Objectivos / Beneficiários - “Máscaras Femininas” – exposição temporária integrada nas comemorações do Dia Internacional da Mulher (Museu Municipal) - “O Mundo de Pedro Nunes e Damião de Góis” – Exposição de cartazes no Museu Municipal - “Representação de Estados de Espírito” – Exposição temporária de pintura de Elisabete Barradas no Museu Municipal - Amiguinhos do Museu (Clube de) visitam “Parque Mineiro Cova dos Mouros” no algarve - Páscoa Desportiva – Vidigueira – Futsal - Cartão Vidigueira Júnior – Renovação - Aulas de Hip Hop - Escola de Música “Paca Coralis” – Cursos Livres (órgão electrónico, piano, guitarra clássica, guitarra de acompanhamento, flauta de bisel e cavaquinho) - Iniciação à Patinagem (aulas) - Raid BTT Trilhos de Baco - “Mãe” / “A Minha Casa” – Poemas da Sra. D. Relíquias de Vidigueira - Arte Rupestre – Rochas com Covinhas (junto à porta lateral da ermida de Santa Clara) - XXII Escalada do Mendro – Circuito Nacional de Montanha Salomon `08 - Suplemento – Reuniões de Câmara – Deliberações de Janeiro a Março de 2008 / Edital – Câmara Municipal – Proposta de “Regulamento de Resíduos Sólidos e Limpeza Urbana” / Edital – Câmara Municipal – Proposta de “Posturas sobre Apascentação e Permanência de Animais Domésticos de Produção, de Capoeira e Cães de Raças Potencialmente Perigosas, no Concelho de Vidigueira”
Esta secção contempla a documentação relacionada com impostos, cobrados pela Câmara Municipal de Vila de Frades, desde sensivelmente meados do século XVII, até à primeira metade do século XIX. Integram esta secção as seguintes séries arquivísticas: - Lançamento da décima (1767-1834) - Lançamento dos quatro e meio por cento (1732-1763) - Sisas: Bens de Raiz (1695-1755) e Cabeção das Sisas (1761-1810) - Imposto sobre Cavalgaduras (1828-1832) - Contribuições Extraordinárias: Contribuição Extraordinária de Defesa (1809)
Estrada Municipal entre as Estradas Nacionais 18 e 258 por Selmes (Ponte da Ribeira de Selmes). Fotografia proveniente do Serviço de Obras da Câmara municipal de Vidigueira.
Série composta pelos livros de actas das sessões do Conselho Municipal do Concelho de Vidigueira, onde se registaram as deliberações tomadas no período compreendido entre 1937 e 1974.
Fotografia de dois militares, irmãos “Grade”, podendo ver-se, da esquerda para a direita, Luís António Lança (Guerra de França) e Manuel Lança (Guerra de França e Alemanha). Datada entre 1914 e 1919.
O presente fundo é composto pela documentação proveniente da actividade da Câmara Municipal de Vila de Frades em várias áreas de actuação. A estruturação do quadro de classificação baseou-se no quadro orgânico-funcional sugerido pelo Dr. José Mariz para os arquivos municipais, pelo que, podemos encontrar as seguintes secções: Constituição e Regulamentação do Município (A), Órgãos do Município (B), Serviços Administrativos (C), Património (D), Serviços Financeiros (E), Impostos (F), Justiça (J) e Saúde e Assistência (P). Deve ser referido que, por ser um fundo fechado, não são previstos ingressos adicionais, contudo, por respeito e coerência à estruturação do plano de classificação citado e adoptado, foi mantida a ordem e estrutura original das secções (na generalidade), independentemente da existência de documentos respeitantes a cada uma delas que, eventualmente, ainda poderão surgir.
Colecção particular de fotografia da família Pulido. Esta colecção, composta no início exclusivamente por fotografia, viu chegar mais tarde outros elementos ou registos da família (vídeos captados na década de 50 e 60 do século XX) que se exceptuam dos primeiros mas cujo interesse na sua integração levou a que aqui fossem inseridos. Após ponderação e diálogo, visto que pela sua dimensão esta é, indubitavelmente, uma colecção de fotografia, decidiu manter-se a denominação da colecção. Esta colecção retrata várias gerações desta família, cujas raízes provêm da vizinha Espanha. A primeira fotografia que aqui se apresenta, da mãe, Maria Dolores Vasquez Gomez Cano (viúva de Juan Eugenio Martin Pulido, nascido em Almendro em 1792) com 8 dos seus 9 filhos, por volta de 1870, simboliza a expansão desta família de terras vizinhas para Portugal. Essa expansão foi levada a cabo pelos seus sogros, esses sim de apelido Pulido, e seus descendentes que se fixaram em várias zonas do Alentejo, nomeadamente, em Barrancos, Moura, Serpa e Vidigueira. Desta antiga família vidigueirense saíram homens notáveis no panorama nacional, como são exemplo, entre outros, o Dr. Francisco Martins Pulido (médico, doutorado na Universidade de Mompilher, em França, director do Hospital de Alienados da Luz e primeiro director do Hospital de Rilhafoles, conhecido mais tarde por Hospital Miguel Bombarda) e o Dr. Domingos Garcia Pulido (advogado, político e escritor). Esta família de grandes latifundiários, detentora de inúmeras terras e património no concelho, exercia grande influência na vida social e política local.
Colecção composta por vários registos fotográficos antigos a preto e branco reunidos pela Câmara Municipal, essencialmente, fruto da acção e vontade de populares que as fizeram chegar ao longo do tempo até esta para efeitos de conservação e manutenção da História da Vidigueira. Reflexo do próprio âmbito ou momento em que foram captadas, assentam nas seguintes áreas temáticas de classificação: - Acontecimentos Culturais, Políticos e Religiosos (A); - Artes e Ofícios (B); - Concelho de Vidigueira em Imagens (C); - Fauna e Flora (D) - Gentes e Tradições (E); - Arte e Monumentos (F); - Vida Militar (G); - Quotidiano Familiar e Social (H).
Fotografia de grupo de homens em almoço ou petisco, estando sete homens em volta de uma mesa apetrechada com pratos, copos e duas garrafas. Atrás, ao fundo, vemos uma mulher encostada à ombreira, tratando-se de Ana Teresa Aroeira Franganito (Roque). Da esquerda para a direita encontramos José Francisco Rosa Pires (“Zé Coelhinho”), Francisco José Palma, Manuel António Goes ("Guedes"), Manuel Caetano Franganito (pai da jovem Ana Teresa que vemos atrás), Francisco Caciones, Florival Olivier Palula e Francisco Caetano Beato. No verso da fotografia podemos observar a seguinte impressão: “Selecção Fotografia – 13-4-61”.
É pretensão do Arquivo Municipal de Vidigueira, facultar o acesso à informação e documentação alusiva ao seu concelho, daí que, mediante autorização da RTP, o utilizador será direccionado para os conteúdos presentes no portal RTP ARQUIVOS. Esta colecção, foi criada para reunir, divulgar e satisfazer as pesquisas deste tipo de conteúdos, sendo todos eles, reforçamos, pertença da RTP e do portal RTP ARQUIVOS, aos quais devemos o nosso agradecimento pela possibilidade de partilha em prol do conhecimento da história e memória local.
Retrato de José Cunha (pai da Aurora e Conceição Cunha). No verso consta um carimbo referente ao fotógrafo ou casa de fotografia onde se pode ler: “Fotografia Paris – Germano Alves do Nascimento”.
Este fundo contempla, essencialmente, a documentação produzida pela Junta de Freguesia de Selmes (JFSLM), nomeadamente a documentação da Junta de Freguesia de Selmes e da Assembleia de Freguesia de Selmes, conservando ainda à sua guarda espólio fotográfico da Associação Mirante e alguma documentação produzida pela Junta de Paróquia de Selmes e pela Associação Recreativa de Selmes, estas duas, constituindo fundos independentes, tendo em conta o respeito pelo princípio arquivístico da proveniência.
Contém as deliberações resultantes das vereações da Câmara Municipal de Vila de Frades sobre vários assuntos de interesse municipal. Alguns livros constam identificados como "Acórdãos" e incluem informação variada que será indicada para cada caso específico.
Contém as deliberações resultantes das vereações da Câmara Municipal de Vidigueira sobre vários assuntos de interesse municipal. Os primeiros 29 livros constam identificados como "Acórdãos" e incluem informação variada que será indicada para cada caso específico.
Fotografia familiar, onde aparece um casal sentado num cadeirão, uma menina com cerca de 4 ou 5 anos de idade ao meio do casal e uma menina e um menino com cerca de 13 ou 14 anos de idade, de pé, ao lado do cadeirão. Na parte de trás da moldura está inscrita a lápis a seguinte informação: "Tia Mariana; José Godinho; António Inácio; Mariana e Idalina". Trata-se do casal, de nome Mariana Barradas e José Godinho, com os filhos, da esquerda para a direita, Mariana, a pequena Idalina e António Inácio.
O presente fundo contempla, na sua quase totalidade, a documentação proveniente da actividade da Câmara Municipal de Vidigueira nas mais diversas áreas de actuação, conservando, dessa forma, o valor primário e o carácter administrativo e organizacional da instituição e dos respectivos técnicos que a produziram. A estruturação do quadro de classificação apresentado assentou no quadro orgânico-funcional apresentado pelo Dr. José Mariz para os arquivos municipais, nomeadamente, com incidência em secções como a Constituição e Regulamentação do Município, os Órgãos do Município, os Serviços Administrativos, o Património, os Serviços Financeiros, os Impostos, as Eleições, as Funções Militares, a Segurança Pública, a Justiça, o Controlo das Actividades Económicas, o Urbanismo, as Obras Municipais, os Serviços Urbanos, a Habitação, a Saúde e Assistência, a Educação, a Cultura, o Desporto e o Turismo e Divulgação.
Boletim arraial de S. Pedro 2015. Contém: - “Cerca de 1000 pessoas assistiram ao arraial de S. Pedro” – Helena D` Aguilar (vice-presidente da Câmara Municipal de Vidigueira) - José Godinho Martins (presidente da Junta de Freguesia de Selmes) - Luís José Roque Amado (presidente da Junta de Freguesia de Vila de Frades) - Maria Peregrina Canhoto Paixão (presidente da Junta de Freguesia de Pedrógão do Alentejo) - Carlos Jorge Bastos Franganito (presidente da Junta de Freguesia de Vidigueira) - Marcha “Cheiro a Manjerico” (Selmes) – Susana Almeida (ensaiadora) - Marcha da Vidigueira “Vila dos Gamas” – Verónica Galvão (ensaiadora) - Marcha “Infantil do G.A.M.A.” – Verónica Galvão (ensaiadora) - Marcha “Marcha de S. Cucufate” de Vila de Frades – Cristina Campaniço e Susana Damas (ensaiadoras) - Marcha “Terras de Pão Gentes de Paz” Vidigueira – Ana Farinho - Marcha “As Papoilas” de Pedrógão - Agradecimentos - Marchas participantes: Marcha Infantil do G.A.M.A., Marcha da Vidigueira – “Vila dos Gamas”, Marcha “Terras de Pão Gentes de Paz” de Vidigueira, Marcha “Cheiro a Manjerico” de Selmes, Marcha “As Papoilas” de Pedrógão, Marcha “Marcha de S. Cucufate” de Vila de Frades, Marcha do Grupo de Teatro Al-Manijah de Moura e Marcha Grupo Desportivo Setubalense “Os 13”.