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Os Juízos dos Órfãos eram instituições do Antigo Regime direcionadas para a proteção de menores, concretamente para os órfãos, proteção constituída pelo reconhecimento da necessidade de serem criados depositários investidos de carácter e de responsabilidades públicas. A estes juízos se referiam já as Ordenações Afonsinas de 1446 que, no Livro IV, Títulos 87 e 91, estipulavam que os juízes ordinários de cada vila ou lugar, ou os juízes especiais dos órfãos, onde os houvesse, obrigariam os tutores ou curadores dos órfãos a redigir um inventário de todos os bens que lhes pertencessem, o qual deveria ser entregue a esses juízes. Elaborado o inventário, eram os tutores ou curadores constituídos depositários oficiais e administradores de todos os bens móveis do respetivo menor tutelado ou curado. Posteriormente, as Ordenações Manuelinas, de 1512-13, determinam, no Livro I, Título 57, a existência de um juiz dos órfãos em todas as vilas e lugares que, com os respetivos termos, tivessem mais de quatrocentos vizinhos. Se o número de vizinhos fosse inferior, competiria ao juiz ordinário as funções de juiz dos órfãos. Esses juízes mandariam, imediatamente, redigir o inventário de todos os bens dos órfãos, que iria sendo atualizado, quanto à receita e despesa, pelo escrivão dos órfãos. A “Lei II da ordenança do cofre dos órfãos”, publicada em 1538, ordenou a existência em todas as cidades, vilas e concelhos de um cofre onde deveria ser depositado o dinheiro dos órfãos dessa localidade e que até essa data estava em posse dos tutores ou era emprestado a juros. Além do dinheiro, no cofre deviam ser depositados todo o ouro, prata, jóias, pedras preciosas e pérolas pertencentes a órfãos. Relativamente ao cofre propriamente dito, a referida lei menciona uma arca que era paga com o dinheiro dos órfãos e que tinha três chaves que deviam ser distribuídas pelo Juiz, Depositário e pelo Escrivão dos Órfãos, o mais antigo no exercício do ofício quando houvesse mais do que um. Embora a lei em causa tenha sido publicada em 1538, foi possível comprovar que alguns Juízos receberam instruções precisas nesse sentido antes dessa data e os seus cofres dos órfãos são anteriores à publicação da lei. As contas dos cofres dos órfãos eram verificadas pelo Provedor da Comarca, que quando detectasse irregularidades devia repor a legalidade. Na sequência da criação dos cofres dos órfãos surgiu o cargo de Depositário e os Juízos dos Órfãos ganharam maior relevo, passando o controlo do património dos órfãos a ser mais efetivo e organizado. As Ordenações Filipinas (1603), Livro I, Título 88, § 31, confirmam a existência de um juiz dos órfãos nas vilas e lugares com mais de quatrocentos vizinhos, assim como a atribuição dessas funções aos juízes ordinários nos lugares que não atingissem esse número. Competia ao juiz dos órfãos mandar proceder à elaboração do inventário de todos os bens dos órfãos e ao depósito integral de todas as quantias pertencentes a estes numa arca, especialmente construída para o efeito, da qual seria depositário uma pessoa abonada da respetiva vila ou lugar. Para além do dinheiro, seriam também guardados na arca "dois livros, um para receita, outro para despesa do dinheiro que se houver de meter e tirar dela" (Ordenações Filipinas, I, 89, n.º 32). Esses livros seriam assinados pelo provedor da comarca e só poderiam ser tirados da arca quando fosse necessário escrever neles. As audiências realizavam-se na residência do juiz dos órfãos, ou na do depositário, bem como nos Paços do concelho, apesar da crescente especialização da função. Não existia uma periodicidade determinada para as mesmas, cuja realização dependia do magistrado e dos interesses das partes. Em Mértola, o registo efectuava-se na casa do depositário, sempre que era necessário colocar ou retirar valores do cofre, ou quando se fazia a entrega do cofre a um novo depositário. Por vezes, o dinheiro era dado a empréstimo por ordem do monarca, em caso de necessidades urgentes de capital. As câmaras, várias instituições e o monarca recorriam frequentemente aos cofres dos órfãos. Em termos gerais, o funcionamento dos Juízos dos Órfãos era assegurado por um número variável de funcionários adequado à sua dimensão territorial e ao número de vizinhos que residiam nessa circunscrição. Muitas Câmaras tinham responsabilidades na eleição ou nomeação dos titulares destes cargos, mas as interferências régias e/ou senhoriais, eram frequentes. No caso de Mértola sabemos, pelas Memórias Paroquiais de 1758, que o ofício de Juiz dos Órfãos era, nesta altura, provido pela secretaria do Mestrado da Ordem de Santiago. Com o Decreto de 18 de Maio de 1832 as funções dos Juízes dos Órfãos passaram a ser exercidas pelos Juízes de Paz.
A Comissão de Moradores de Mértola terá sido criada em 1975 com o objectivo de resolver problemas comuns e defender os interesses comuns aos moradores da vila de Mértola.
No termo de abertura pode ler-se: “Este livro há-de servir para os termos das saídas dos dinheiros do Cofre dos Órfãos da Vila de Mértola; e contas da revisão da Provedoria sobre as mesmas: vai por mim numerado e rubricado com o apelido [?] de que uso; e leva no fim encerramento. Mértola, 21 de Março de 1803. Provedor e Corregedor da Comarca Afonso [?] de Furtado". Contém mapa com registo das saídas do Cofre dos Órfãos na penúltima folha do livro. Inclui termo de entrega do Cofre dos Órfãos e termos de depósito.
No termo de abertura pode ler-se: “Há-de servir para nele se lançarem os termos de tirada do Cofre dos Órfãos desta vila. Vai numerado e rubricado por mim e leva termo de encerramento. Mértola, 2 de novembro de 1789. Francisco Coelho da Silva". O livro encontra-se incompleto, sem termo de encerramento. Na f. 50 encontra-se o traslado de uma provisão para se tirar o dinheiro que estivesse no Cofre dos Órfãos por ordem de D. João VI e na f. 51 está registada a declaração do dinheiro remetido por ordem do Príncipe Regente. Nas últimas folhas (f. 55v-56v) contém traslado de uma carta relacionada com passagem de tropas por Mértola e utilização de barcas para transporte das mesmas, de Mértola para Alcoutim, referindo-se também que seria utilizado dinheiro do Cofre dos Órfãos a título de empréstimo.
No termo de abertura pode ler-se: "Este livro contendo 113 folhas numeradas e rubricadas, destina-se a inscrever nominal e individualmente os adjudicatários das glebas tipo C do baldio denominado «Serra de Mértola» segundo o disposto no Decreto 10552 de 14 [sic] de fevereiro de 1925, devendo ser assinado pelo Chefe dos Serviços dos Baldios e Incultos da Direção Geral do Fomento Agrícola do Ministério da Agricultura e pelo Presidente da Câmara Municipal de Mértola, sob selo branco ou chancela que o substitua, ficando a cargo desta a cobrança referida do artigo 1º [sic] do Decreto acima citado. O chefe dos Serviços dos Baldios e Incultos, Mário Pais da Cunha Fortes. O presidente da Câmara Municipal de Mértola, [José André Gonçalves]"
No termo de abertura pode ler-se: "Baldio de Mértola: Este livro contendo 122 folhas numeradas e rubricadas, destina-se a inscrever nominal e individualmente os adjudicatários das glebas tipo E, F, G, H, I, J do baldio denominado «Serra de Mértola» segundo o disposto no Decreto 10552 de 14 [sic] de fevereiro de 1925, devendo ser assinado pelo Chefe dos Serviços dos Baldios e Incultos da Direção Geral do Fomento Agrícola do Ministério da Agricultura e pelo Presidente da Câmara Municipal de Mértola, sob selo branco ou chancela que o substitua, ficando a cargo desta a cobrança referida no artigo 10 do Decreto acima citado. O chefe dos Serviços dos Baldios e Incultos, Mário Pais da Cunha Fortes. O presidente da Câmara Municipal de Mértola, [José André Gonçalves]"
Livro que serve para o registo dos moradores no distrito de uma das Companhias da Capitania Mor das ordenanças de Mértola. Livro em mau estado de conservação que não permite ler a maior parte dos dados. Contém informações (ainda que a maior parte ilegível) tais como o nome, idade, estado civil, profissão, naturalidade, filiação, data de alistamento e observações relativas aos moradores e imóveis.
Na primeira folha consta o termo de abertura no qual se lê o seguinte: "Servirá este livro para nele se lançarem os termos de saída de trigo do Celeiro Comum desta vila, do ano de 1852 […] e de entrada em 1853 […]. Vai por mim numerado e rubricado e leva no fim encerramento. Mértola, 26 de Agosto de 1852. O presidente da Câmara Joaquim José da Palma". Contém índice na folha de guarda. Os registos encontram-se organizados por freguesia e por zonas (no que respeita freguesia de Mértola/Vila), apresentando-se do lado esquerdo do livro, no verso da folhas, os registos de saída e, do lado direito, os registos de entrada. Contém folhas em branco de número variável entre os registos da diferentes freguesias.
No termo de abertura pode ler-se: "Baldio de Mértola: Este livro contendo 127 folhas numeradas e rubricadas destina-se a inscrever nominal e individualmente os adjudicatários das glebas tipo B do baldio denominado «Serra de Mértola» segundo o disposto do Decreto 10552 de 4 [sic] de fevereiro de 1925, devendo ser assinado pelo Chefe de Serviços dos Baldios e Incultos da Direção Geral do Fomento Agrícola do Ministério da Agricultura e pelo Presidente da Câmara Municipal de Mértola, sob selo branco ou chancela que o substitua, ficando a cargo desta a cobrança referida do artigo 1º [sic] do Decreto acima citado. O chefe dos Serviços dos Baldios e Incultos, Mário Pais da Cunha Fortes. O presidente da Câmara Municipal de Mértola, [José André Gonçalves]"
No termo de abertura pode ler-se: "Baldio de Mértola: Este livro contendo folhas numeradas e rubricadas, destina-se a inscrever nominal e individualmente os adjudicatários das glebas tipo A do baldio denominado «Serra de Mértola» segundo o disposto do Decreto 10552 de 14 [sic] de fevereiro de 1925, devendo ser assinado pelo Chefe de Serviços dos Baldios e Incultos da Direção Geral do Fomento Agrícola do Ministério da Agricultura e pelo Presidente da Câmara Municipal de Mértola, sob selo branco ou chancela que o substitua, ficando a cargo desta a cobrança referida do artigo 10 do Decreto acima citado. N.B. Este livro contém 500 páginas, sendo somente escrituradas até ao n.º 429. O chefe dos Serviços dos Baldios e Incultos, Mário Pais da Cunha Fortes. O presidente da Câmara Municipal de Mértola, [José André Gonçalves]"
Na capa tem uma etiqueta que refere tratar-se do Copiador relativo aos anos 1853 a 1856. Contém o registo de correspondência expedida pela Câmara, com início no registo n.º 800, reiniciando a numeração no início de 1854 (em 1855 e 1856 mantém-se a sequência de 1854). Não apresenta termo de abertura nem de encerramento.
Contém as propostas para sócios indicadas pelos sócios proponentes.
Na primeira folha consta o termo de abertura no qual se lê: "Servirá este livro para nele se lançarem as entradas de trigo em 1 digo [sic] as saídas de trigo em 1849 e entradas em 1850. Vai por mim numerado e rubricado e leva no fim encerramento. Mértola, 1º de Setembro de 1849. O Presidente da Câmara e Celeiro, Joaquim José da Palma". Contém índice na folha de guarda. Os registos encontram-se organizados por freguesia, apresentando-se do lado esquerdo do livro, no verso da folhas, os registos de saída e, do lado direito, os registos de entrada. Contém folhas em branco de número variável entre os registos da diferentes freguesias. Contém termo de arrematação para colmatar despesas do Celeiro Comum (f. 397); Auto de Contas (f. 397v) e Ordenados pagos aos funcionários do Celeiro (f. 399).
Contém a relação dos sócios que se encontram em serviço militar ou ausentes e que, por isso, não pagam cotas´à sociedade. Não tem qualquer indicação de data.
São Sebastião dos Carros foi uma freguesia portuguesa do município de Mértola, tendo sido integrada em 2013 na União de Freguesias de São Miguel do Pinheiro, São Pedro de Sólis e São Sebastião dos Carros. Integrou a freguesia de São Bartolomeu de Via Glória, extinta em 1936. Também conhecida por Carros, A dos Carros e ainda Vila Cova dos Carros. O fundo integra somente um livro de registo de casamentos.
Contém a planta topográfica da parte da vila onde está instalada a Sociedade e planta do das salas e dependências, bem como o esquema de instalação elétrica. No verso tem o registo de contas.
Na lombada em pergaminho consta uma inscrição com referência à Décima de 1788, embora o livro remeta para a décima de 1798. Na primeira folha encontra-se o termo de abertura onde se lê o seguinte: "Há de servir para o lançamento da décima desta vila e termo no presente ano dos prédios rústicos, maneios e décima eclesiástica. Vai numerado e rubricado por mim e leva termo de encerramento. Mértola, 01 de janeiro de 1978, António Gomes Henriques Gaio". Folhas de papel selado com selo de “5 Reis” junto ao corte superior, ao centro. A f. 300 está cortada junto à lombada. O lançamento da décima eclesiástica está registado a partir da f. 476v, onde se encontra o auto realizado perante o Juiz de Fora e Superintendente da Décima António Gomes Henriques Gaio, com os lançadores da décima e em que estes se comprometem cumprir fielmente, debaixo de juramento dos Santos Evangelhos, as suas obrigações. Na f. 488 encontra-se o mapa com a soma do lançamento da décima.
Na primeira folha consta o termo de abertura no qual se lê: "Este livro há-de servir para se lavrarem as actas das sessões da Comissão de Recenseamento eleitoral; todas as folhas vão numeradas e rubricadas com o meu apelido - Oliveira - e no fim leva declaração de encerramento. Mértola, 23 de maio de 1878. O Presidente da Comissão recenseadora, Deodato António d'Oliveira".
Na capa em pergaminho encontra-se inscrito o título: "1798, Décima, Prédios Urbanos e Juros da Vila de Mértola". Na primeira folha consta o termo de abertura onde se lê o seguinte: "Há de servir para o lançamento da décima dos prédios urbanos e juros desta vila e termo. Vai numerado e rubricado por mim e leva termo de encerramento. E declaro [?] que é para o lançamento da décima do presente ano. Mértola, 01 de janeiro de 1798, António Gomes Henriques Gaio [?]". Folhas de papel selado com selo de “5 Reis” junto ao corte superior, ao centro. O lançamento da décima sobre o dinheiro a juro, apresentado por ordem alfabética, está registado nas folhas 387-391 e o lançamento da décima dos foros encontra-se nas folhas 392-399. Na f. 400 consta o mapa com a soma da décima. Na f. 401 está o auto que Francisco José Saldanha (...?), escrivão da Câmara e do subsídio militar, na presença de António Gomes Henrique Gaio (?) e de Sebastião Gonçalves Lampreia, claviculário, faz para que conste o lançamento cobrado e a importar. As quebras estão registadas na f. 402. As folhas 405-442 foram cortadas junto à lombada.
Na primeira folha consta o termo de abertura no qual se lê: "Há-de servir este livro para se lavrarem as actas das sessões da Comissão de Recenseamento eleitoral; todas as folhas vão por mim numeradas e rubricadas com o meu apelido - Cortez - e no fim leva encerramento. Mértola, 25 de Janeiro de 1884. O Presidente da Comissão, José Maria Cortez".
Na primeira folha consta o termo de abertura no qual se lê: "Há-de servir este livro para se lavrarem as actas das sessões da Comissão de Recenseamento eleitoral. Todas as folhas vão por mim numeradas e rubricadas com o meu apelido e no fim leva termo de encerramento. Mértola, 26 de Novembro de 1889. O Presidente da Comissão, António Maria Palma".
No termo de abertura pode ler-se: "Há-de servir este livro para o registo dos mandados dos expostos; vai numerado e rubricado com a minha rubrica de Nabuco, e leva no fim termo de encerramento. Mértola, 29 de maio de 1824. Desembargador Corregedor e Provedor da Comarca, Joaquim José Nabuco de Araújo." Contém o registo dos ordenados pagos às amas pela criação dos expostos e apresenta nas margens o nome da ama e a quantia paga.
Na capa em pergaminho consta o título do livro com a seguinte indicação: " Mértola: Décima, 1796: Prédios rústicos, maneios e décima eclesiástica". Na lombada tem também a referência às Décimas. Na primeira folha está registado o termo de abertura onde se lê o seguinte: "Há de servir para o lançamento da décima dos prédios rústicos e maneios no presente ano. Vai numerado e rubricado por mim e leva termo de encerramento. Mértola, 03 de janeiro de 1796. Francisco Coelho da Silva". Os lançamentos estão organizados com um número de ordem, por freguesia, rua, nome das pessoas e respetiva verba a pagar. Na f. 459 está registado o auto realizado na presença de Francisco Coelho da Silva, Juiz de Fora e Superintendente da Décima e do escrivão da Câmara, em que os lançadores da décima se comprometem, sob juramento dos Santos Evangelhos, a cumprir zelosamente as suas funções, nomeadamente no que diz respeito ao lançamento da décima eclesiástica, conforme carta da Secretaria de Estado que se achava copiada no livro da décima 1765. O mapa com as somas da décima coletada por freguesia , incluindo a soma da décima sobre os prédios urbanos e juros está registada na f. 467.
Na capa em pergaminho tem inscrito "Mértola, 1801". Na primeira folha encontra-se o termo de abertura onde se lê o seguinte: "Este livro há de servir para nele se lançarem as coletas da décima dos prédios urbanos dos moradores desta vila e termo pertencentes ao presente ano de mil oitocentos e um. Vai por mim numerado e rubricado com o apelido [?] de que uso e leva no fim encerramento. Mértola, 22 de março de 1801. O corregedor e provedor da comarca, Arsénio Urbano de Mendonça Furtado". Na segunda folha consta o auto de juramento dos Santos Evangelhos daqueles que irão executar o lançamento da décima sobre os prédios rústicos e urbanos, seculares e eclesiásticos. . Folhas de papel encimadas com selo de 10 reis. Na f. 429 encontra-se o mapa com a soma da décima.
Contém o registo das aquisições de cereal aos produtores e importância a pagar. Na capa anterior onde se encontravam os documentos constava: "Mapas de autorização de pagamento, colheita de 1979".
No termo de abertura pode ler-se que o livro serve para se registarem todos os expostos existentes e os que entrassem na Roda e que em cada registo deve constar o seu nome, data em que entrou na Roda, a que folhas do livro das entradas se acha o seu registo, o dia em que foi entregue à ama e o nome desta. Refere também que neste livro se fariam as revistas dos expostos, tanto as mensais durante a criação de leite como até à idade de 7 anos, declarando-se igualmente a data em que faleceu ou se concluídos os 7 anos de idade se o exposto foi ao Juízo dos Órfãos para ser assoldadado ou posto a ofício. Pelo Provedor Corregedor da Comarca António Teixeira de Sousa Pinto, que assina o termo de abertura é igualmente referido que as primeiras 28 folhas foram retiradas do livro por servirem para manifestos do trigo e não para o fim a que se destinava, estando o livro rubricado duas vezes e corrigida a numeração das folhas. Contém as seguintes folhas em branco: 21, 23, 25, 27, 31, 33, 35, 39, 41, 44, 46, 48, 50-51, 54, 56, 59-60, 62-63, 65-66, 68-69, 74-76, 78, 80, 82, 84, 86, 88, 90, 92, 94, 96, 98, 100, 102, 104, 107, 109, 111, 113, 115, 117, 119-121, 123-124, 126-127, 130, 133, 139, 145; bem como verso das folhas: 2-6, 8-16, 17-20, 22, 24, 26, 28-30, 32, 34, 36-38, 40, 43, 45, 47, 52, 57, 79, 81, 83, 85, 87, 89, 91, 93, 95, 97, 99, 103, 106, 108, 110, 112, 114, 122, 125, 128, 131, 134, 140, 143, 146-151 e a frente das folhas: 55, 58, 61, 64, 67, 70-73, 129, 132, 135-137, 141, 142, 144, estando em branco a partir da f. 152. Salta da f. 70 para a 73. Contém dois papéis avulso.
O Grémio Recreativo 1º de Dezembro foi fundado no dia 1 de Dezembro de 1909, com sede na então designada Rua Larga do Carmo (actual R. 25 de Abril), em Mértola. Sabe-se que entre a data da sua fundação e 1966, o Grémio Recreativo 1º de Dezembro, entretanto designado como Sociedade Recreativa 1º de dezembro, era constituído por dois órgãos sociais: a assembleia geral e a direcção. Da Assembleia Geral faziam parte um presidente e dois secretários; da direcção, um presidente, um secretário, um tesoureiro e um vogal.
Nas cartas do plano de divisão da serra de Mértola estão sinalizadas as estruturas de apoio à exploração, como as cabanas e poços, e as casas. As f. 2 e 8 são em papel, sendo a f. 8 uma cópia de 1958. A primeira f. é a junção das folhas do plano de divisão da serra de Mértola e as restantes f. representam cartas à escala 1:5000.
Boletim Municipal da Câmara Municipal de Mértola que tem como objetivo estabelecer a comunicação entre a autarquia e os munícipes e informar acerca da atividade municipal. Contém os seguintes artigos: - Editorial: transportes escolares: um presente envenenado - Teatro - Junta de Freguesia: novas instalações - Ah, valente javali - O que é animação e essas coisas...? - Sociedade recreativa 1º de Dezembro: eleições dos corpos dirigentes - Entre as brumas da memória: materiais da Mina de S. Domingos numa exposição internacional - Curso de adultos - A palavra aos leitores - Aprendendo a ensinar - Vamos aprender a jogar xadrez - Ainda e sempre o Guadiana
Contém documentos anexos às atas das sessões da Câmara Municipal, nos termos do art.5º, do decreto -lei n.º 45362, de 21 de novembro de 1963. Inclui o seguinte documento: - Plano diretor municipal de Mértola: projeto de plano: regulamento.
A capa em pergaminho tem encimada a seguinte designação: "Décimas, 1794, Prédios Urbanos". Na primeira folha consta o termo de abertura onde se lê o seguinte: " Há de servir para o lançamento da décima dos prédios urbanos no presente ano. Vai numerado e rubricado por mim e leva termo de encerramento. Mértola, 05 de Janeiro de 1794, Francisco Coelho da Silva". Na segunda folha consta o auto de juramento realizado na presença do juiz de fora e superintendente da Décima - Francisco Coelho da Silva - em que os fintores se comprometem a cumprir fielmente as suas obrigações, determinadas no Regimento das Décimas. O lançamento da décima sobre os juros está registado nas f. 361-364 e o mapa com soma da coleta por freguesia, incluindo também os totais da décima sobre os juros e o total do livro da décima dos prédios rústicos, maneios e décima eclesiástica, está registado na f. 365. Nas f. 367-369 estão registadas as quebras relativas ao lançamento da décima.
Registo das deliberações realizadas nas sessões da Câmara Municipal de Mértola. No termo de abertura pode ler-se: "Há-de servir este livro para nele se exararem as atas das reuniões da Câmara Municipal de Mértola no ano de 1995. Paços do Concelho de Mértola, aos 4 de Janeiro de 1995. O Presidente da Câmara Manuel Paulo Ramos Neto". Leva termo de encerramento.
Na capa em pergaminho tem uma inscrição, pouco legível, que indica tratar-se de um livro da décima dos prédios rústicos e maneios, tal como referido na lombada onde está inscrito "Décima, Rústicos". Na primeira folha consta o termo de abertura onde se lê: "Há de servir para o o lançamento da décima dos pré[dios rús]ticos desta vila e seu termo. Vai numerado e rubricado por mim e leva termo de encerramento. Mértola, 8 de janeiro de 1794, Francisco Coelho da Silva". A décima eclesiástica está registada entre as f. 475v-485. O mapa com a soma da décima coletada por freguesia está registada na f. 486 (inclui a soma da décima dos prédios rústicos e maneios, eclesiástica e prédios urbanos e juros). Na capa posterior está colada uma folha (devido ao mau estado de conservação e por ação da humidade) que eventualmente conterá o termo de encerramento.
Registo das deliberações realizadas nas sessões da Câmara Municipal de Mértola. No termo de abertura pode ler-se: "Há-de servir este livro para nele se exararem as atas das reuniões da Câmara Municipal do concelho de Mértola. Paços do Concelho de Mértola, aos 2 de Janeiro de 1992. O Presidente da Câmara [Fernando Ribeiro Rosa]". Leva termo de encerramento.
Registo das deliberações realizadas nas sessões da Câmara Municipal de Mértola. No termo de abertura pode ler-se: "Há-de servir este livro para nele se exararem as atas das reuniões da Câmara Municipal do concelho de Mértola. Paços do Concelho de Mértola, aos 6 de Janeiro de 1993. O Presidente da Câmara [Fernando Ribeiro Rosa]". Leva termo de encerramento.
Na capa tem colada uma etiqueta com a indicação do título "Expostos 1887 a 1912". Contém informação sobre os expostos, nomeadamente, a data em que que foram apresentados na secretaria da Câmara Municipal e a quem foram entregues, incluindo também dados sobre o modo como foram encontrados, enxoval que traziam e dados sobre o seu batismo. Não possui termo de abertura, tendo a indicação, na folha de guarda, que o livro foi visto pelo judicante - a 15 de outubro de 1900 - e que o mesmo não apresentava nem termo de abertura nem de encerramento, não estava numerado nem rubricado, não estando conforme o modelo mandado adotar (Modelo D).
Na capa em pergaminho, embora pouco legível, consta a informação que intitula o livro: "1795 [?], Prédios rústicos, maneios e décima eclesiástica". No termo de abertura lê-se o seguinte: "Há de servir no presente ano para o lançamento dos prédios rústicos, maneios e décima eclesiástica. Vai numerado e rubricado por mim e leva termo de encerramento. Mértola, 02 de fevereiro de 1795, Francisco Coelho da Silva". Na f. 468v encontra-se o auto realizado na presença de Francisco Coelho da Silva, Juiz de Fora e Superintendente da Décima e do escrivão da Câmara, em que os lançadores da décima se comprometem sob juramento dos Santos Evangelhos, a cumprir zelosamente as suas funções, nomeadamente no que diz respeito ao lançamento da décima eclesiástica, conforme carta da Secretaria de Estado que se achava copiada no livro da décima 1765. A décima eclesiástica está registada na f. 469v à 478 (as f. 473-475 estão em falta). Na f. 479 está registada a soma da décima. O livro não tem termo de encerramento, estando as últimas folhas em mau estado de conservação e rasgadas.
Na capa tem colada uma etiqueta com a indicação do título "1868 Expostos". No termo de abertura consta a seguinte informação: "Há-de servir este livro para nele se lançarem os termos de entrada dos expostos na roda deste concelho; todas as folhas vão numeradas e rubricadas com o meu apelido Vargas e no fim tem declaração de encerramento. Mértola, 14 de março de 1868. Augusto Magro [?] de Vargas."
Na capa tem colada uma etiqueta com a indicação do título "Expostos 1854". No termo de abertura consta a seguinte informação: "Há-de servir este livro para se lançarem os termos das entradas dos exposto[s] na roda deste concelho, e igualmente os das entregas às respetivas amas. Vai por mim numerado e rubricado com o meu apelido = Guerreiro = e leva no fim declaração de encerramento. Secretaria da Câmara Municipal, 20 de junho de 1854. José Diogo Guerreiro." Os registos incluem informação sobre as roupas e outros objetos que os expostos traziam, bem como a indicação de algum sinal particular que os distinguisse. Inclui também as nomeações de amas internas da casa da roda.
Na capa tem colada uma etiqueta com a indicação do título "Expostos 1844". No termo de abertura consta a seguinte informação: "Este livro há-de servir para nele se lançarem os termos das entradas dos expostos desta vila aliás expostos na roda desta vila e os das entregas às respetivas amas. Vai por mim numerado e rubricado com a minha rubrica = Lampreia = de que uso e leva no fim encerramento. Mértola, 10 de janeiro de 1844, o Presidente da Câmara, Francisco Lampreia Vargas".
Na primeira folha consta o termo de abertura no qual se lê: "Servirá este livro para nele se escriturarem os mutuatários de géneros do Celeiro Comum desta vila de Mértola com declaração de débito e crédito do mesmo estabelecimento, tudo em conformidade com o artigo quarenta e três do Decreto Regulamentar de vinte de Julho de mil oitocentos e cinquenta e quatro. Vai numerado e rubricado por mim com a minha rubrica - Coelho - de que uso, e leva no fim encerramento. Mértola, 18 de Outubro de 1856, O Administrador do Concelho [...?], Manuel Coelho Palma". Regista-se na f. 187v que "Pela deficiência em que se encontra a escrituração deste livro, passam os débitos nele abertos [...] para o Livro dos mutuatários n.º 2 e para o livro n.º 3 dos Devedores morosos. Secretaria da Câmara Municipal de Mértola, 10 de março de 1901 ...", referido igualmente na capa. Contém f. avulso com índice dos mutuatários de géneros.
Boletim Municipal da Câmara Municipal de Mértola que tem como objetivo estabelecer a comunicação entre a autarquia e os munícipes e informar acerca da atividade municipal. Contém os seguintes artigos: - Festas da Vila/87 - Concurso concelhio de mastros populares - Corrida da paz - Torneio de salão, torneio de verão - Jogos distritais - I Acampamento desportivo de Mértola - Plano de transportes para eleições de 19 de julho
Boletim Municipal da Câmara Municipal de Mértola que tem como objetivo estabelecer a comunicação entre a autarquia e os munícipes e informar acerca da atividade municipal. Contém os seguintes artigos: - Obras - Campo Arqueológico - Semana Cultural Serrão Martins - 3º Encontro de teatro de amadores - Carnaval/87 - Programa/cartaz das Festas da Vila (1987) - Comemorações do 25 de Abril - Jogos concelhios de Mértola/87 - Andebol - II Prémio de ciclismo de Mértola - Férias desportivas - Troféu Serrão Martins - Festas da Vila/87; - Ocupação temporária dos jovens - Circo para as crianças - Concurso concelhio de mastros populares - É só saúde - Juntas de Freguesia
Registo das deliberações realizadas nas sessões da Câmara Municipal de Mértola. No termo de abertura pode ler-se: "Há-de servir este livro para nele se exararem as atas das reuniões da Câmara Municipal de Mértola no ano de 1998. Paços do Concelho de Mértola, aos 07 de Janeiro de 1998. O Presidente da Câmara, Manuel Paulo Ramos Neto". Leva termo de encerramento.
Registo das deliberações realizadas nas sessões da Câmara Municipal de Mértola. No termo de abertura pode ler-se: "Há-de servir este livro para nele se exararem as atas das reuniões da Câmara Municipal de Mértola no ano de 1997. Paços do Concelho de Mértola, aos 15 de Janeiro de 1997. O Presidente da Câmara, Manuel Paulo Ramos Neto". Leva termo de encerramento.
Na capa em pergaminho está uma inscrição pouco visível que parece indicar "Maneios, prédios rústicos, 1790" (informação que se repete na capa posterior). Na primeira folha encontra-se o termo de abertura, cuja folha se encontra em mau estado de conservação não permitindo ler o texto na totalidade, lendo-se no entanto que o livro serviria para o lançamento da décima dos prédios [rústicos e maneios?] e que o mesmo está numerado e rubricado pelo juiz de fora e superintendente da décima, Francisco Coelho da Silva, datado de Fevereiro de 2019. O livro tem termo de encerramento onde se apura a data do termo (01/02/1790). No termo de encerramento refere também que a numeração das folhas se encontra rasurada e corrigida a partir da f. 112. Contém mapa com soma da décima, f. 423, sobre os prédios rústicos e maneios coletada nas freguesias do concelho, décima eclesiástica e a soma de ambos os livros. A décima eclesiástica encontra-se registada nas f. 424-434.
Na primeira folha consta o termo de abertura no qual se lê o seguinte: "Há-de servir este livro para se lançarem contas correntes de devedores de géneros do Celeiro Comum. Vão todas as folhas por mim numeradas e rubricadas e leva no fim encerramento. Mértola, 1º de Janeiro de 1881. Presidente da Câmara [em branco]". Livro dos devedores assentavam-se o valor dos géneros em dívida e os pagamentos efetuados. Os registos estão organizados por devedor, registando-se o movimento de conta relativo às dívidas e às liquidações.
Na primeira folha consta o termo de abertura no qual se lê o seguinte: "Há-de servir este livro para nele serem escriturados os devedores morosos em géneros ao Celeiro Comum. Vai numerado e rubricado em todas as suas folhas com a rubrica FPessanha [?] que uso. Secretaria da Câmara Municipal de Mértola, 10 de Março de 1901. O Presidente, Fabricio de Campos Pessanha". Cada termo corresponde a um devedor, inscrevendo-se no lado esquerdo do livro a quantia de géneros que deve e no lado direito a entrada ("haver") e respetivos juros.
A antiga freguesia de São Bartolomeu de Via Glória, no termo de Mértola, era capelania e curato da Ordem de Santiago e o pároco era apresentado pela Mesa da Consciência e Ordens. A freguesia de S. Bartolomeu de Via Glória foi extinta em 1936, sendo o seu território integrado na freguesia de São Sebastião dos Carros e em 2013 foi integrada na União de Freguesias de São Miguel do Pinheiro, São Pedro de Sólis e São Sebastião dos Carros. Em relação à documentação refira-se que a partir de 1 de Abril de 1911, os livros paroquiais foram entregues, por determinação legal, às repartições do Registo Civil, criado em 18 de Fevereiro do mesmo ano, onde permaneceram até à sua incorporação nos Arquivos Distritais, após decorrerem 100 anos sobre a data de elaboração do último registo. No entanto, encontra-se no Arquivo Municipal de Mértola o "Livro dos usos e costumes e visitas".
Contém documentos anexos às atas das sessões da Câmara Municipal, nos termos do art.5º, do decreto -lei n.º 45362, de 21 de novembro de 1963. Inclui os seguintes documentos: - 1ª Alteração ao orçamento municipal (1994); - Protocolo de enquadramento, gestão e manutenção do projeto Ludoteca Itinerante do Concelho de Mértola; - Quadro de pessoal - alteração; - Projeto da 1ª revisão ao Plano de atividades (1994); - Planta Corte do Pinto; - Relação dos encargos assumidos e não pagos; - Protocolo de enquadramento formativo e apoio logístico à animação local para o desenvolvimento rural integrado; - 1ª Alteração ao plano de atividades (1994); - 2ª Alteração ao orçamento municipal (1994); - 2ª Alteração ao plano de atividades (1994); - 2ª Revisão ao plano de atividades (1994); - 3ª Alteração ao orçamento municipal (1994); - 4ª Alteração ao orçamento municipal (1994); - Proposta de protocolo entre a Direção Regional de Educação do Alentejo e a Câmara Municipal de Mértola; - Alteração ao quadro de pessoal; - Protocolo transportes escolares; - Alteração ao Regulamento da venda ambulante; - Regulamento de abastecimento de água à vila e concelho - alteração; - Edital n.º 158/94 (reunião extraordinária 31-08-1994); - Relatório de atividades (1993); - Plano Geral de Urbanização (Mina de S. Domingos e Pomarão).
Na primeira folha consta o termo de abertura no qual se lê: "Há-de servir este livro para nele se escriturarem os mutuatários de dinheiro do Celeiro Comum de dinheiro que a Câmara Municipal do concelho de Mértola administra; todas as folhas vão numeradas e rubricadas com o meu apelido - BPereira - e no fim leva declaração de encerramento. Câmara Municipal de Mértola, 2 de Novembro de 1881. O vice-Presidente servindo de Presidente, Bartolomeu José Pereira". Colada na capa anterior está uma folha com a "Tabela de amortização anual do capital de 100:000 reis". Cada termo corresponde a um indivíduo onde se regista o movimento de conta de cada um. Inscrevem-se neste livro: as datas de saída do empréstimo ("deve"); a importância do capital mutuado (registando-se o número do fólio onde se encontrava inscrito o movimento no Livro-caixa) e a anuidade, o juro e a amortização sobre o valor mutuado e o total em dívida; procedendo-se da mesma forma para a entrada de capital ("haver"). Na f. 122 refere-se que "A deficiente e irregular escrituração deste livro onde cada passo se encontra emendas e rasuras fez com que, não obstante ele não estar ainda concluído, se transferissem as contas nele ainda abertas para o L.º n.º 3 (...)".
Na capa está escrito "Mandados da Câmara 1904". Contém o registo de ordens de pagamento efetuadas pelo tesoureiro da Câmara por serviços contratados e aquisição de bens.
Contém documentos anexos às atas das sessões da Câmara Municipal, nos termos do art.5º, do decreto -lei n.º 45362, de 21 de novembro de 1963. Inclui os seguintes documentos: - 11ª Alteração ao orçamento municipal (1993); - 9ª Alteração ao plano de atividades (1993); - 12ª Alteração ao orçamento municipal (1993); - 10 ª Alteração ao plano de atividades (1993); - Bases para o orçamento: previsão das receitas: 2ª versão (1994); - 13ª Alteração ao orçamento municipal (1993); - 11ª Alteração ao plano de atividades (1993); - 14ª Alteração ao orçamento municipal (1993); - Proposta de classificação de uma área protegida no Vale do Guadiana; - Plano de atividades (1994); - Orçamento da receita e despesa (1994); - 15ª Alteração ao orçamento municipal (1993); - 12ª Alteração ao plano de atividades (1993); - Proposta sobre cedência de edifícios municipais para sede de associações recreativas; - Protocolo de colaboração entre a Câmara Municipal de Mértola e a Santa Casa da Misericórdia de Mértola para funcionamento de uma biblioteca junto da ludoteca.
Cópia do Boletim Municipal da Câmara Municipal de Mértola. Este boletim tem como objetivo estabelecer a comunicação entre a autarquia e os munícipes e informar acerca da atividade municipal. Inclui os seguintes artigos: - Editorial - Recordando Serrão Martins - Associação para o Estudo e Defesa do Património Natural e Cultural de Mértola - Subsídios - Eletrificações - Aquisição de veículos e ouras máquinas - Obras - Cursos de educação básica de adultos - Recordando Serrão Martins - Campo Arqueológico de Mértola
Contém documentos anexos às atas das sessões da Câmara Municipal, nos termos do art.5º, do decreto -lei n.º 45362, de 21 de novembro de 1963. Inclui o seguinte documento: Mina de S. Domingos: plano de pormenor.
Cópia do Boletim Municipal da Câmara Municipal de Mértola. Este boletim tem como objetivo estabelecer a comunicação entre a autarquia e os munícipes e informar acerca da atividade municipal. Inclui os seguintes artigos: - A poluição do Rio Guadiana - Obras - Habitação - Eletrificação - Subsídios - A campanha de escavações já foi iniciada - 3 fases da descoberta dos banhos romanos na alcáçova do Castelo de Mértola
Boletim Municipal da Câmara Municipal de Mértola que tem como objetivo estabelecer a comunicação entre a autarquia e os munícipes e informar acerca da atividade municipal. Inclui os seguintes artigos: - As eleições para as autarquias locais - Atividades do município: obras; eletrificação, subsídios - Património natural e cultural - RTP 2º programa - Bolsas de estudo Serrão Martins - Os cães ladram... - Evocação
Cópia do Boletim Municipal da Câmara Municipal de Mértola. Este boletim tem como objetivo estabelecer a comunicação entre a autarquia e os munícipes e informar acerca da atividade municipal. Inclui os seguintes artigos: - Editorial - Durante o mês: calendário fiscal (Fevereiro) - Poder local: a reserva democrática da nação - obras camarárias; subsídios - Festa de Natal da Câmara Municipal de Mértola - Serviço de apoio ao munícipe - Imposto de incêndio - Curso e exposição de fotografia - Cinema e Cinema infantil - Entrevista ao presidente do Conselho Diretivo da Escola Preparatória de Mértola - Despacho (distribuição dos pelouros) - Convocatória - A palavra aos munícipes
Na primeira folha consta o termo de abertura no qual se lê: "Há de servir este livro para os maneios desta vila e seu termo no presente ano. Mértola, 24 de agosto de 1834. José Alexandre Palma, Provedor da Comarca". O registo da décima é efetuado por freguesia, rua e moradores que tenham rendimento proveniente de ofícios (como lojas ou pequenas indústrias) com indicação do valor apurado. O termo de encerramento do lançamento da décima consta na f. 122 e o resumo do livro (com totais apurados por freguesia e índice das mesmas) encontra-se na f. 162. As f. 123-161 estão em branco.
Boletim Municipal da Câmara Municipal de Mértola que tem como objetivo estabelecer a comunicação entre a autarquia e os munícipes e informar acerca da atividade municipal. Este número inclui essencialmente testemunhos sobre António Manuel Serrão Martins.
No termo de abertura pode ler-se: "Servirá este livro para os registos de documentos - todas as folhas vão numeradas e rubricadas com o meu apelido - Pereira - e no fim leva declaração de encerramento. Mértola, 1 de maio de 1866, José Francisco Pereira." Na capa tem colada uma etiqueta com o título "Registos: 1866 a 1867" e na lombada a indicação do número 3. Todos os registos efetuados neste livro estão relacionados com o registo de descoberta de minas.. Contém 2 f. avulso.
Na capa em pergaminho apresenta-se a indicação "Décima dos prédios urbanos e juros do ano de 1789". Na primeira folha, rasgada na parte superior e cortando parte do texto, consta o termo de abertura onde se lê: "Há de servir para o la[nçamento] da décima dos prédios [urbanos e] juros desta vila e […?] no presente ano. Vai [numerado] e rubricado, por mim e [leva] termo de encerramento. Mértola, 2 de Janeiro de 1789. Francisco Coelho da Silva". Na segunda folha está o auto em que aqueles que irão fintar a décima, na presença do Juiz de Fora e Superintendente da Décima - Francisco Coelho da Silva - e sob o juramento aos Santos Evangelhos, se comprometem a cumprir corretamente as suas funções e as determinações presentes no Regimento das Décimas Reais. A coleta da décima está organizada por freguesia, número de ordem, rua e nome dos fregueses com respetiva verba a pagar. O livro encontra-se incompleto sem apresentar o termo de encerramento.
Registo das deliberações realizadas nas sessões da Câmara Municipal de Mértola. No termo de abertura pode ler-se: "Há-de servir este livro para nele se exararem as atas das reuniões da Câmara Municipal de Mértola no ano de 2000. Paços do Concelho de Mértola, aos 5 de Janeiro de 2000. O Presidente da Câmara, Manuel Paulo Ramos Neto". Leva termo de encerramento.
Na capa em pergaminho tem inscrito: "1789, Décima, prédios rústicos, maneios e lançamento eclesiástico do ano de 1789". Na primeira folha consta o termo de abertura onde se lê: "Há de servir para o lançamento da décima dos prédios rústicos e maneios desta vila e seu termo neste presente ano. Vai numerado e rubricado e leva termo de encerramento. Mértola, 4 de janeiro de 1789. Francisco Coelho da Silva." Contém mapa com a soma do lançamento da décima por freguesias e de ambos os livros (décima dos prédios rústicos e maneios e prédios urbanos e juros, seculares e eclesiásticos). Na f. 505 regista-se o auto em que os fintores - perante o juiz de Fora e Superintendente da Décima, Francisco Coelho da Silva - se comprometem a cumprir fielmente as suas funções no que diz respeito ao lançamento da décima eclesiástica, a qual se encontra registada nas folhas 507-518.
Registo das deliberações realizadas nas sessões da Câmara Municipal de Mértola. No termo de abertura pode ler-se: "Há-de servir este livro para nele se exararem as atas das reuniões da Câmara Municipal de Mértola no ano de 2001. Paços do Concelho de Mértola, aos 3 de Janeiro de 2001. O Presidente da Câmara, Manuel Paulo Ramos Neto". Leva termo de encerramento.
Pelo decreto com força de lei de 25 de maio de 1911, publicado no Diário do Diário do Governo n.º 122/1911, Série I de 1911-05-26, e tendo por princípio que a assistência pública era "em Portugal uma organização rudimentar" e como objetivo descentralizar os serviços referentes aos auxílios a prestar foram criadas as comissões municipais de assistência em todos os concelhos da República (Art. 50.º). Cada Comissão Municipal seria composta pelo Presidente da Câmara, o sub delegado de saúde, o facultativo municipal mais antigo, o provedor da Misericórdia e três eleitos, um pelas juntas de paróquia, outro pela câmara, e outro pelas instituições de beneficência (Art. 51.º). É no âmbito deste decreto que surgem os dois livros da Comissão Municipal de Assistência pública do concelho de Mértola: um livro de receita e despesa, outro de atas.
Na capa do livro uma etiqueta identifica o livro: "Câmara, termos de arrematação de 1892 a março de 1895, n.º 2". Na primeira folha consta o termo de abertura no qual se lê: "Há de servir este livro para nele se lavrarem os termos de arrematações pertencentes a este município, o qual vai por mim numerado e rubricado em todas as folhas e leva no fim termo de encerramento. Câmara Municipal de Mértola, 26 de dezembro de 1892. O Presidente".
Na capa do livro consta uma etiqueta com a indicação "Câmara, Termos de Arrematação de 1888 a 1892". Na primeira folha encontra-se o termo de abertura no qual se lê: "Há de servir este livro para nele se lavrarem os termos de arrematações. Vai por mim numerado e rubricado em todas as folhas e no fim leva encerramento. Câmara Municipal de Mértola, 20 de setembro de 1888. Servindo de Presidente, o vice-presidente, José Revez Mendes".
No termo de abertura indica que o livro servirá para nele se lavrarem as atas das sessões da Comissão Municipal de Assistência Pública do concelho de Mértola, datado de 25-05-1921 e assinado pelo Presidente da Câmara e da Comissão Francisco Celorico Palma. Na ata de instalação da nova Comissão de Assistência Pública (verso da f. 2, de 04-02-1924) é referido que foram entregues os documentos relativos às contas dos anos 1914-1922 (livro de receita e despesa desta Comissão). A última ata registada no livro data de 04-06-1928. No entanto, encontra-se uma folha avulso com uma ata de 15-01-1929. Tem termo de encerramento. Contém 80 folhas avulso, designadamente, 33 requerimentos de subsídios e respetivos atestados de pobreza. Contém mapas de recenseamento dos indigentes das freguesias do Espírito Santo, S. Miguel do Pinheiro, Corte do Pinto, S. Pedro de Solis, S. Bartolomeu da Via Glória e de S. João dos Caldeireiros (produzidos entre 12 de Março e 09 de Abril de 1928).
Na capa encontra-se uma etiqueta que tem inscrito "N.º 5, Arrematações diversas, 1903 a 1907". Na primeira folha consta o termo de abertura no qual se lê: "Há de servir este livro para nele se lavrarem diversos termos de arrematação pertencentes a este município, o qual vai numerado e por mim rubricado em todas as folhas com o meu apelido de - Palma - que uso, e leva no termo de encerramento. Câmara Municipal de Mértola, 31 de Outubro [?] de 1902. O vice-presidente, José Rodrigues Palma".
Na capa em pergaminho, solta, está inscrito: "Décima dos prédios urbanos e juros do ano de 1786". Na primeira folha encontra-se o termo de abertura que refere que o livro serviria para o lançamento da décima dos prédios urbanos e juros da vila de Mértola, indo numerado e rubricado com a rubrica de César, assinado a 03 de março de 1786. Tem colado no interior da capa um pedaço de papel recortado e aproveitado, provavelmente, para evitar que o material a que está colado este pedaço de papel se colasse à primeira folha. Na segunda folha consta o juramento feito pelos lançadores na presença do juiz de fora e superintendente das Décimas, José Rodrigues Ribeiro César, comprometendo-se aqueles a cumprir fielmente as suas funções. O lançamento da décima sobre os juros está registado a partir da f. 369v e o mapa com a soma da décima nas diversas freguesias e de ambos os livros encontra-se na f. 375.
O livro não apresenta termo de abertura nem de encerramento e não se encontra numerado nem rubricado. Contém registo dos devedores de centeio ao Celeiro Comum, embora a maior parte dos registos apenas indique o nome e residência dos devedores sem qualquer referência ao que está em dívida.
Na capa está colocada uma etiqueta onde se lê "Nº 2 - Mandados de pagamento - 1902". O livro serve para registo das ordens de pagamento efetuadas pelo tesoureiro da Câmara por serviços contratados e aquisição de bens.
Contém documentos anexos às atas das sessões da Câmara Municipal, nos termos do art.5º, do decreto -lei n.º 45362, de 21 de novembro de 1963. Inclui os seguintes documentos: - 1ª Alteração ao orçamento municipal (1997); - 2ª Alteração ao orçamento municipal (1997); - Relação de encargos assumidos e não pagos; - Relatório de apreciação de propostas do concurso público da empreitada por série de preços de Abastecimento de água e saneamento básico às populações de Monte Alto e Fernandes; - Comemorações do dia da mulher - programa; - Quinzena cultural Serrão Martins - programa; - 3ª Alteração ao orçamento municipal (1997); - Edital n.º 15/97; - 1ª Alteração ao plano de atividades (1997); - GTL da Mina de S. Domingos - processo de candidatura; - Ata da reunião da Comissão de Análise das propostas do concurso público Empreitada de abastecimento de água e saneamento básico às populações de Monte Alto e Fernandes; - Voto de congratulação (no âmbito das verbas comunitárias que permitirão a construção da Barragem do Alqueva); - Proposta de voto de louvor (ao S. Domingos Futebol Clube); - Proposta de voto de louvor (ao Dr. João Diegues, delegado de saúde do concelho de Mértola); - Edital n.º 29/97; - Declaração de voto (sobre o plano e orçamento para 1996); - Relatório de atividades (1996); - Festival sabor & arte - programa; - 2ª Alteração ao plano de atividades (1997); - 4ª Alteração ao orçamento municipal (1997); - Edital n.º 46/97; - 3ª Alteração ao plano de atividades (1997); - Programa no âmbito das comemorações do 25 de Abril; - 1ª Revisão ao plano de atividades (1997); - 1ª Revisão ao orçamento municipal (1997).
Contém documentos anexos às atas das sessões da Câmara Municipal, nos termos do art.5º, do decreto -lei n.º 45362, de 21 de novembro de 1963. Inclui os seguintes documentos: - Quadro de pessoal: proposta de alteração; - Regulamento do uso e fruição dos poços e fontanários públicos municipais; - Programa de concurso de habilitação para atribuição de dois fogos; - Cópias autenticadas de parte das atas das reuniões da CMM (22/12/1988; 16/11/1988); - Projeto de regulamento higieno-sanitário do comércio do pão e produtos afins em unidades móveis, mercados descobertos, feiras e romarias; - Contrato entre a DGPC, o IPPC, A CCRA e a CMM para reabilitação urbana em Mértola; - Protocolo de cooperação entre a CCRA e a CMM; - Regulamentos municipais; - Alteração ao Regulamento do uso e fruição dos poços e fontanários públicos municipais; - Deliberação da Câmara (19/10/1988); - Deliberação da Assembleia Municipal (11/11/1988); - Plano de atividades (1989); - Orçamento da receita e despesa (1989); - Previsão de receitas para o orçamento de 1989; - Regulamento de venda ambulante; - Regulamento e tabela de taxas e licenças (1989); - Regulamento da venda ambulante.
Na capa tem uma etiqueta colada com a indicação "1918, Celeiro Municipal do concelho de Mértola". No termo de abertura pode ler-se o seguinte: "Há de servir este livro para nele se lavrarem as atas das sessões do Celeiro Municipal deste concelho. Mértola, 31 de Julho de 1918, o Presidente da Direção, Jacinto Madeira". No verso da primeira folha consta a ata da sessão de instalação, realizada a 31 de julho de 1918.
Livro que contém o registo das dívidas ativas e passivas da Câmara municipal de Mértola no período entre 1889 e 1892. Não contém termo de abertura nem de encerramento nem se encontra datado.
Registo das posturas municipais deliberadas pela Câmara que regulamentam diversos assuntos relacionados com a salubridade pública, segurança pública, serviços e ofícios e o funcionamento de serviços e atividades municipais. Inclui o Regulamento das Barcas de Passagem estabelecidas em diversos pontos do rio Guadiana dentro dos limites do concelho: na vila de Mértola, Penha de Águia e no Pomarão.
Na capa consta uma etiqueta com o título "1880 Minas" e na lombada tem inscrito o número 13. No termo de abertura pode ler-se a seguinte informação: "Há de servir este livro para registos de notas de descobertas de minas nesta Câmara; todas as folhas vão numeradas e rubricadas com o meu apelido de que uso JPereira [?] e leva encerramento. Câmara de Mértola, 5 e Dezembro de 1880. O Presidente da Câmara, Bartolomeu José Pereira".
Registo das deliberações realizadas nas sessões da Câmara Municipal de Mértola. No termo de abertura pode ler-se: "Há-de servir este livro para nele se exararem as atas das reuniões da Câmara Municipal de Mértola no ano de 2011. Paços do Concelho de Mértola, aos 05 de Janeiro de 2011. O Presidente da Câmara, Jorge Paulo Colaço Rosa". Leva termo de encerramento.
Na capa em pergaminho encontra-se o título do livro: "Décima de prédios rústicos, maneios e lançamento eclesiástico do ano de 1780". Na capa encontra-se colada parte de uma folha, que seria de outro livro, em mau estado de conservação. Na primeira folha consta o termo de abertura onde se lê o seguinte: "Este livro há-de servir para a décima dos prédios rústicos, maneios, lançamento eclesiástico desta vila e seu termo em o presente ano. Vai numerado e por mim rubricado e no fim leva encerramento. Mértola, 26 de Fevereiro de 1780". Na segunda folha indica que a f. 453 contém o mapa geral com o total da décima secular e que na f. 468 se encontra o total do lançamento eclesiástico. Não apresenta o juramento aos santos evangelhos por parte das pessoas que iriam realizar o lançamento da décima secular.
Documentação relativa a impostos e contribuições municipais lançadas pela Câmara Municipal de Mértola.
Contém as tabelas de cobrança relativas à amortização e juros (em dinheiro) de cada mês do ano de 1908 e uma folha relativa ao ano de 1903.
Na capa consta uma etiqueta o título "Registos de minas (1873 a 1874)". Na lombada tem inscrito o número 8 e uma etiqueta onde está registado " 1873 a 1874". Na primeira folha consta o termo de abertura com a seguinte informação: "Este livro há de servir para registar as notas de descobrimentos de minas apresentadas nesta câmara; todas as folhas estão numeradas e rubricadas com o meu apelido Fonseca [?] e no fim leva declaração de encerramento com a minha assinatura. Câmara Municipal de Mértola, 6 de fevereiro de 1873, o Vice-Presidente Carlos Augusto da Fonseca [?]".
Destaca-se o livro mais antigo existente no Arquivo Municipal de Mértola que data de 1537. Trata-se do livro de Registo dos termos de entradas de dinheiro no Cofre dos Órfãos proveniente do fundo documental do Juízo dos Órfãos de Mértola. Esta instituição do Antigo Regime foi criada com o intuito de proteger os menores, concretamente os órfãos. Ao juiz dos órfãos competia mandar proceder à elaboração do inventário de todos os bens dos órfãos e ao depósito integral de todas as quantias pertencentes a estes numa arca, especialmente construída para o efeito, da qual seria depositário uma pessoa abonada da respectiva vila ou lugar. Para além do dinheiro, seriam também guardados na arca "dois livros, um para receita, outro para despesa do dinheiro que se houver de meter e tirar dela". Esses livros seriam assinados pelo provedor da comarca e só poderiam ser tirados da arca quando fosse necessário escrever neles. Do Fundo do Juízo dos Órfãos de Mértola existem duas séries documentais compostas pelos referidos livros de receita e despesa (total de 17 livros com datas extremas entre 1537 e 1841).
O livro encontra-se em branco. Constam apenas os termos de abertura e de encerramento, lendo-se naquele: "Servirá este livro para nele se descreverem todos os bens, pertenças e móveis do Celeiro Comum do concelho de Mértola, como determina o artigo 41º do Decreto Regulamentar de 20 de Julho de 1854. Vai por mim numerado e rubricado e leva no fim termo de encerramento. Mértola, 8 de Agosto de 1855. O Presidente da Junta, José Francisco Pereira".
A partir, fundamentalmente de 1980, a Câmara Municipal de Mértola passou a efetuar com regularidade registos fotográficos da atividade municipal. O acervo do Arquivo Fotográfico resulta dessa atividade, que se estima atualmente em cerca 20 000 espécies fotográficas. Há no entanto, alguns registos fotográficos que foram cedidos à Câmara, anteriores a 1980. Os autores das fotografias são diversos.
Devido aos danos causados pela cheia do Rio Guadiana que ocorreu no dia 7 de dezembro de 1876, a Câmara decidiu, na sessão realizada a 29/12/1876, que se deveriam registar acontecimentos deste género em livro próprio.
Na capa em pergaminho tem inscrito: "1793, Venda de farinha do Norte fiada [...?] de 1794. Aqui se acham também as obrigações de trigo [...?]. Livro 4". Na primeira folha consta o termo de abertura no qual se lê: "Há de servir para nele se lançarem as obrigações do trigo que Sua Majestade foi servida mandar fiado aos lavradores desta vila e seu termo. Vai numerado e rubricado por mim e leva termo de encerramento. Mértola, 29 de Setembro de 1793, Francisco Coelho da Silva". Na mesma folha tem inscrito, no topo, "1793, trigo do [...?] e farinha do Norte". Contém cópia da ordem do inspetor do Terreiro. Na f. 235 consta o auto de contas.