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Registo das deliberações realizadas nas sessões da Câmara Municipal de Mértola. No termo de abertura pode ler-se: "Há-de este livro servir para se lavrarem as atas das sessões da Câmara Municipal do Concelho de Mértola. Vão todas as folhas numeradas e rubricadas com o meu apelido de Palma nos termos do artigo 32 do Código Administrativo, e leva no fim termo de encerramento. Câmara Municipal de Mértola, 4 de Março de 1899. O Presidente, Francisco José da Palma.”
Registo das deliberações realizadas nas sessões da Câmara Municipal de Mértola. No termo de abertura pode ler-se: “Este livro há-de servir para se lavrarem as atas das sessões da Câmara Municipal deste concelho. Todas as folhas vão numeradas e rubricadas com o meu apelido [em branco] na conformidade do artigo 31 do Código Administrativo e com termo de encerramento. Câmara Municipal de Mértola, 5 de Julho de 1888. O vice presidente servindo de presidente José Revez Mendes.”
Órgão executivo colegial de Freguesia criado como unidade administrativa pelo Governo Provisório em 1830. Até 1916, manteve-se com a designação de Junta de Paróquia, data em que, a lei n.º 261 de 23 de Junho, lhe confere a denominação oficial de freguesia, passando a designar-se Junta de Freguesia de Roussas.Ao longo dos anos de existência deste órgão foram-se verificando alterações significativas na composição, na forma de eleição e funções desempenhadas.No que toca a eleição dos membros, em 1840 por exemplo surge uma lei que determina que a escolha do regedor é feita pelo Governo sem intervenção local, por sua vez, em 1842 o pároco é em simultâneo o presidente da Junta, em 1878, o regedor passa a ser nomeado pelo Governo Civil e a Junta eleita directamente. No código administrativo de 1895, a figura de presidente da Junta volta a ser o Pároco.Relativamente às funções, em 1842, exercia apenas a administração das fábrica da igreja e dos bens paroquiais, sendo os regedores meros delegados do Administrador do Concelho, em 1878, acrescem a essa função as contribuições paroquiais e a construção, conservação e taxas de cemitérios. Em 1886, compete-lhe, ainda, a reparação de caminhos vicinais, pleitos, contratos de obras e arrendamento. O código administrativo de 1895, acrescenta-lhe as funções de administração de celeiros, construção de fontes e caminhos, plantação de matas, corte de lenhas, nomeação e suspensão dos empregados paroquiais, orçamentos, dotação dos serviços, fixação das despesas e empréstimos, arrolamento e ajuda de pessoas carenciadas. Finalmente em 1896, passam a administrar também as instituições de beneficência, e a fazer o lançamento de derramas.
Na capa em pergaminho (rasgada na parte superior) está inscrito "Mandados de despesa dos bens do concelho de 1799, Mértola". Na primeira folha, encimada com selo de 10 réis, encontra-se o termo de abertura no qual se lê: "Há de servir para se registarem os mandados das despesas dos bens do concelho. Vai numerado e rubricado por mim e leva termo de encerramento. Mértola, 2 de Novembro de 1799. António Gomes [...?]".
Livro que serve para o registo de entrada e saída de trigo do Celeiro Comum no ano de 1830. Os registos encontram-se organizados por freguesia, apresentando-se do lado esquerdo do livro, no verso da folhas, os registos de saída e, do lado direito, os registos de entrada. Contém folhas em branco de número variável entre os registos da diferentes freguesias. O livro tem início na f. 8, estando as primeiras folhas rasgadas. Tem termo de encerramento. As f. 151 e 157 estão em falta e as f. 158 - 161 estão em mau estado de conservação, rasgadas, fragilizadas, impedindo a leitura da maior parte do texto. Contém: "Folhas dos ordenados [...] no ano de 1829" (f. 465); "Auto de contas [...] de receita e despesa [...] de 1829" (f. 465v); "Auto de contas [...] do rendimento e despesa [...] de 1829" (f. 468); "Auto de contas [...] no ano de 1829 para 1830" (f. 470v); "Auto de contas[...] do rendimento e despesa [...] de 1830" (f. 473).
No termo de abertura pode ler-se o seguinte: "Há de servir este livro para as entradas do centeio no ano de 1828 e para as saídas do mesmo género no ano de 1827 na conformidade do Regimento do Celeiro Comum, Cap. 10º. Vai por mim numerado e rubricado com o apelido - Assis - de que uso. Mértola, 18 de Setembro de 1827. José Francisco de Assis e Andrade". Livro numerado até à f. 250, embora estejam em falta as f. 200-201, 208-217 e 228-246. Contém uma f. avulso com soma do centeio saído. O auto de contas consta na f. 206 e o índice no v. da f. 249.
Registo das deliberações realizadas nas sessões da Câmara Municipal de Mértola. No termo de abertura pode ler-se: “Este livro há-de servir para se lavrarem as atas das sessões da Câmara Municipal de Mértola. Vai por mim numerado e rubricado com a minha rubrica […] e leva no fim termo de encerramento. Governo Civil do Distrito de Beja, 29 de novembro de 1865. O Governador Civil, José Borges Pacheco Pereira.”
No termo de abertura lê-se o seguinte:"Há-de servir este livro para nele se lançarem as saídas de trigo do Celeiro Comum desta vila, no corrente ano e entradas no seguinte próximo. Vai numerado e por mim rubricado com o meu apelido - Sarmento - de que uso, e leva encerramento. Mértola, 20 de Julho de 1832. Juiz de Fora e Celeiro Comum, António Sarmento de Saavedra Teixeira." No verso da mesma folha identificam-se os oficiais do Celeiro. Contém índice das freguesias na f. 2. Os registos encontram-se organizados por freguesia, apresentando-se do lado esquerdo do livro, no verso da folhas, os registos de saída e, do lado direito, os registos de entrada. Contém: "Auto de arrombamento do Celeiro Comum" (refere-se ao roubo de trigo e centeio no dia 9 de maio de 1834 pelas tropas espanholas, f. 425); "Auto de contas que o Juiz vereador procedeu do ano de 1833 para o ano de 1834", f. 427; Auto de revisão de contas elaborado pela Comissão nomeada pela Câmara Municipal.
Na capa em pergaminho está inscrito "Mandados 1778 - 1781" e na primeira folha consta termo de abertura no qual se lê: "Este livro há de servir para nele se lançarem os mandados que se pagarem pela Câmara. Vai numerado e rubricado por mim. Leva no fim termo de encerramento . Mértola, 27 de Março de 1778 [...?]".
No termo de abertura lê-se o seguinte: "Há-de servir este livro para nele se lançarem os termos de saída do centeio do Celeiro Comum desta vila no corrente ano, e entrada do mesmo género no próximo seguinte. Vai numerado e por mim rubricado com o meu apelido - Sarmento - de que uso e leva termo de encerramento. Mértola, 25 de Julho de 1831. António Sarmento de Saavedra Teixeira". No verso da mesma folha identificam-se os oficiais do Celeiro. Contém índice das freguesias na f. 2. Os registos encontram-se organizados por freguesia, apresentando-se do lado esquerdo do livro, no verso da folhas, os registos de saída e, do lado direito, os registos de entrada.
Documentação com mandados de pagamentos da Câmara Municipal de Mértola. Nesta série registam-se as ordens de pagamento efetuadas pelo tesoureiro da Câmara por serviços contratados variados (limpeza das ruas e de edifícios municipais e arrendamento de imóveis utilizados pela Câmara, entre outros serviços) e pela aquisição de bens (assinaturas de jornais, petróleo para iluminação, etc.).
Registo das deliberações realizadas nas sessões da Câmara Municipal de Mértola. No termo de abertura pode ler-se: “Há-de servir para se lavrarem as atas das sessões da Câmara Municipal de Mértola, segundo o disposto no Artigo 98 do Código Administrativo. Vai numerado por mim e rubricado com a minha rubrica JVilhena e leva no fim termo de encerramento. Secretaria do Governo Civil de Beja, em 30 de abril de 1842. O secretário servindo de Governador Civil, João Francisco de Vilhena.”
Situada no Lugar do Peso da Freguesia de Paderne foi construída ao abrigo do Plano dos Centenários tendo sido utilizada desde 1958 até ao ano letivo 2003/2004
Registo das deliberações realizadas nas sessões da Câmara Municipal de Mértola. No termo de abertura pode ler-se: “Há-de servir este livro para nele se lavrarem as atas das sessões da Câmara Municipal de Mértola. Na conformidade do artigo 98 do Código Administrativo, vai numerado, e rubricado por mim, com a rubrica Passanha de que uso. Secretaria do Governo Civil de Beja, 4 de agosto de 1856. No impedimento do Governador Civil, O Secretário Geral, José Carlos Infante Passanha.”
Augusto César Esteves é filho de Francisco António Esteves, emigrante no Brasil e proprietário, natural de Chaviães, e de Belarmina Cândida Esteves, proprietária, natural da Vila. Neto paterno de Diogo Manuel Esteves e de Maria Rita Esteves, lavradores, chavianenses; neto materno de Manuel José Esteves “Melgaço” e de Maria Rita Alves, proprietários, moradores em Eiró, Rouças. Nasceu na Rua Nova de Melo a 19/9/1889 e foi batizado a 3 de Outubro desse ano. Padrinhos: José de Jesus Esteves, solteiro, proprietário, morador em Santa Maria da Porta, e a avó materna do batizando, viúva. Ficou órfão de mãe a 17/10/1889. Aprendeu as primeiras letras com o padre João Nepomuceno Vaz, teve como professor de caligrafia o escrivão de Direito, Miguel Ângelo Barros Ferreira, frequentou em seguida, na cidade de Braga, o Colégio do Espírito Santo, e depois a Universidade. Em junho de 1912 concluiu o curso de Ciências Jurídicas, na Universidade de Coimbra. Nos primeiros dias de Dezembro participou como ator não profissional, juntamente com o Dr. António Augusto Durães e Maker Pinto, na comédia designada “Anedota” (Correio de Melgaço n.º 27, de 8/12/1912). Foi nomeado notário interino para a comarca de Monção, tomando posse perante o tribunal desse concelho a 10/12/1912, em 1914 passou a ser efetivo (Correio de Melgaço n.º 88, de 22/2/1914); ocupou esse cargo até 19/8/1915. Ainda em 1912 foi autorizado superiormente a exercer a advocacia (Correio de Melgaço n.º 29, de 22/12/1912). Tomou posse a 2/3/1914, perante o juiz de direito, de notário efetivo em Monção (Correio de Melgaço n.º 90, de 8/3/1914). Casou a 25/10/1914, na Conservatória do Registo Civil, e a 16 de Dezembro desse ano na igreja católica, com Esmeralda da Ascensão, de 24 anos de idade, filha de Justiniano António Esteves e de Lina Rosa Lourenço. Testemunhas: Justiniano António Esteves e Maria de Nazaré dos Santos Lima. Tiveram dois filhos Belarmina Cândida Esteves em 1915 e Henrique César Esteves em 1917. Em 1915 pediu a exoneração de notário na comarca de Monção, aceitando ser nomeado escrivão de Direito para a comarca de Melgaço. Já na terra natal, foi Secretário do Tribunal Judicial e Ajudante do Conservador do Registo Predial. A 3/3/1919 tomou posse como presidente da Comissão Camarária, composta por sete elementos, desempenhando esse cargo até agosto desse ano. Foi presidente da Assembleia Geral do Grémio da Lavoura e administrador do concelho de Melgaço nos anos de 1922 e 1923. A 11/1/1928 desempenhava as funções de tesoureiro da Santa Casa da Misericórdia de Melgaço, ascendendo à provedoria a 27/12/1942, lugar que deixou em 1945. A 30/4/1936 tomou posse do lugar de chefe da Secretaria Judicial do Tribunal de Melgaço. Aposentou-se na 1.ª classe em maio de 1958; antes exercera o cargo de chefe da 2.ª Secção do mesmo tribunal. Considerado o principal fundador dos Bombeiros Voluntários de Melgaço, de cuja direção foi presidente durante vários anos. Em 1937, em reunião da Assembleia Geral, foi aprovada por unanimidade uma proposta do corpo ativo, elegendo-o seu comandante honorário «pelos relevantes serviços prestados à corporação desde a fundação desta tão útil e benemérita instituição» (NM 346). Em julho de 1948 era presidente da Assembleia Geral dos BVM (NM 865, de 18/7/1948). Escreveu vários livros sobre Melgaço, que editou à sua custa. Foi correspondente obstinado na imprensa local onde foram publicados vários textos de temáticas diversas, predominando, no entanto, a intervenção cívica e a história local. Postumamente (1989 e 1991) foi publicada a sua obra “As Minhas Gerações Melgacenses”, e ainda Obras Completas, Volume I, Tomo I e II (2002) com artigos por si publicados no Notícias de Melgaço. Augusto e Esmeralda faleceram na Vila: a esposa a 4/12/1956 e ele a 26/3/1964; o seu funeral realizou-se no dia seguinte (ver JM 1057, de 29/10/1914, CM 124, de 10/11/1914, NM n.º 18 e NM 1413). A Câmara Municipal, presidida deu em agosto de 2009, o seu nome a uma rua da vila de Melgaço.
No termo de abertura lê-se o seguinte: "Há-de servir este livro para se lançarem os termos de entradas e saída do trigo do Celeiro Comum desta vila pertencente ao ano de mil oitocentos trinta e cinco, para mil oitocentos trinta seis; Vai numerado e rubricado com o apelido - Lampreia - de que uso. Leva no fim termo de encerramento. Mértola, 28 de Agosto de 1835. Francisco Lampreia Vargas". Contém índice das freguesias na f. 2. Os registos encontram-se organizados por freguesia, apresentando-se do lado esquerdo do livro, no verso da folhas, os registos de saída e, do lado direito, os registos de entrada. Contém folhas em branco de número variável entre os registos da diferentes freguesias.
Na capa está colocada uma etiqueta que indica "Mandados, 1892, nº1". O livro serve para registo das ordens de pagamento efetuadas pelo tesoureiro da Câmara.
No termo de abertura lê-se o seguinte: "Há-de servir este livro para se lançarem os termos de entrada e saída do centeio do Celeiro Comum desta vila do presente ano de mil oitocentos trinta e cinco para o de mil oitocentos trinta seis. Vai numerado, rubricado por mim com a rubrica - Lampreia - de que uso e leva no fim termo de encerramento. Mértola, 28 de Agosto de 1835. Francisco Lampreia Vargas". Os registos encontram-se organizados por freguesia, apresentando-se do lado esquerdo do livro, no verso da folhas, os registos de saída e, do lado direito, os registos de entrada. Contém folhas em branco de número variável entre os registos da diferentes freguesias.
Na capa está colocada uma etiqueta que indica "Mandados, 1892, nº2". O livro serve para registo das ordens de pagamento efetuadas pelo tesoureiro da Câmara.
Registo das deliberações realizadas nas sessões da Câmara Municipal de Mértola. Não possui termo de abertura nem termo de encerramento. Para além de autos de vereação, inclui também acórdãos, termos de juramento, de obrigação, autos de posse. O livro encontra-se em mau estado de conservação apresentando degradação provocada por agentes biológicos, bem como acidificação da tinta ferrogálica, dificultando a leitura de alguns registos. Livro incompleto com início na f. 2.
No termo de abertura lê-se o seguinte: "Há-de servir este livro para se fazerem os termos e mais assentos do trigo que há-de e entrar e sair neste presente ano do Celeiro Comum desta vila de Mértola, 30 de Setembro de 1834. José Alexandre Palma [?]". Contém índice das freguesias na f. 2. Os registos encontram-se organizados por freguesia, apresentando-se do lado esquerdo do livro, no verso da folhas, os registos de saída e, do lado direito, os registos de entrada. Contém folhas em branco de número variável entre os registos da diferentes freguesias.
Registo das deliberações realizadas nas sessões da Câmara Municipal de Mértola. No termo de abertura pode ler-se: “Este livro há-de servir para os autos de vereações da Câmara da vila de Mértola; visto que desde 9 de março de 1802 se não fazem por falta de livro competente; vai por mim numerado e rubricado com o apelido […?] de que uso, na ausência do Dr. Juíz de Fora; e leva no fim encerramento. Mértola, 12 de março de 1803. O Corregedor e Provedor da Comarca […?]”. Estão registados também autos de posse e juramento, termo de suspensão, termos de juramento, auto de vistoria.
Na capa está colocada uma etiqueta que indica "Mandados, 1890, n.º1". O livro serve para registo das ordens de pagamento efetuadas pelo tesoureiro da Câmara.
No termo de abertura lê-se o seguinte: "Há-de servir este livro para se lançarem os termos de entrada e saída do centeio do Celeiro Comum desta vila do presente ano de mil oitocentos e trinta e seis para o de mil oitocentos e trinta e sete. Vai numerado e rubricado por mim com a rubrica - [Sequeira?] - de que uso e leva no fim termo de encerramento. Mértola, 28 de Agosto de 1836. José Joaquim [Sequeira?]." Contém índice das freguesias na f. 2. Os registos encontram-se organizados por freguesia, apresentando-se do lado esquerdo do livro, no verso da folhas, os registos de saída e, do lado direito, os registos de entrada. Contém folhas em branco de número variável entre os registos da diferentes freguesias.
Na capa está colocada uma etiqueta que indica "Mandados, 1890, n.º3". O livro serve para registo das ordens de pagamento efetuadas pelo tesoureiro da Câmara.
Na capa está colocada uma etiqueta que indica "Mandados, 1891, n.º2". O livro serve para registo das ordens de pagamento efetuadas pelo tesoureiro da Câmara.
Registo das deliberações realizadas nas sessões da Câmara Municipal de Mértola. No termo de abertura pode ler-se: “ Este livro há-de servir para os autos de vereação da Câmara desta vila. Vai todo numerado, rubricado por mim, no fim leva encerramento. Mértola, 27 de Dezembro de 1762. António […]”. Para além de autos de vereação, possui também autos de posse, termo de desistência, acórdãos, rectificação de acórdãos, termo de fiança, termos de posse e juramento, termo de abonação.
Registo das deliberações realizadas nas sessões da Câmara Municipal de Mértola. Livro em mau estado de conservação sem capa nem termo de abertura. Para além de autos de vereação possui também termos de juramento, arrematações, termos de fiança. Possui termo de encerramento.
Órgão de carácter meramente consultivo constituído por um procurador de cada município do distrito escolhido de entre os vereadores das câmaras municipais por um período de quatro anos. A ele estava cometida a eleição da Junta Distrital.
Registo das deliberações realizadas nas sessões da Câmara Municipal de Mértola. No termo de abertura pode ler-se: "Este livro que há-de servir das vereações e acórdãos da Câmara desta vila vai por mim numerado e rubricado e no fim leva termo de encerramento. Mértola 3 de julho de 1737." Para além de autos de vereação possui também autos de posse, arrematações, termos de juramento, termos de obrigação, autos de suspensão, registo de coimas e condenações, termos de retificação.
Registo das deliberações realizadas nas sessões da Câmara Municipal de Mértola. A folha em que está registado o termo de abertura encontra-se em muito mau estado de conservação e a leitura do mesmo é incompleta, podendo subentender-se que servirá para as vereações e que possui termo de encerramento. O termo de encerramento também se encontra em mau estado de conservação, não sendo possível realizar a leitura completa do mesmo. Para além de autos de vereação, possui também termos de obrigação, autos de posse e juramento, termo de agravo, termos de retificações, acórdãos, termo de entrega.
Registo das deliberações realizadas nas sessões da Câmara Municipal de Mértola. No termo de abertura pode ler-se: "Este livro que há-de servir das vereações e acórdãos da Câmara desta vila vai por mim numerado e rubricado e no fim leva termo de encerramento. Mértola aos 10 de abril de 1740. [?]". Para além de autos de vereação possui também termos de retificação, termos de obrigação, autos de posse, termo de desistência, termos de juramento, acórdãos, termo de fiança, registo de cartas, registo de tombamentos, registo de privilégios, arrematações, termo de agravo. Embora os registos antecedentes datem de Julho de 1744 (o último deste ano data de 25-07-1744), o último registo é de 1747-02-05.
Na primeira folha consta o termo de abertura no qual se lê: "Tem este livro que servir para nele se inscreverem os nomes e mais qualidades dos cidadãos deste concelho hábeis para votarem e serem votados para os cargos municipais e paroquiais; vai por todos os membros desta comissão e administrador do concelho rubricado em todas as suas folhas e numerado; e se fez este termo que vai por todos assinado. 20 de Março de 1854. Joaquim José da Palma, João da Palma Cavaco, Manuel Alho palma, António Gonçalves Félix, Diogo Mestre Pereira, José Maria Nogueira da Palma, Manuel Coelho Palma, Bartolomeu José Pereira". Contém os nomes, indicação das décimas e impostos anexos que pagam (de juros, foros ou pensões, empregos, prédios arrendados, prédios não arrendados); rendimentos enquanto empregados do Estado, egressores prestacionados e quanto pagam de côngrua paroquial; emprego ou profissão; estado civil; morada; idade e se são só eleitores ou elegíveis.
Na primeira folha consta o termo de abertura no qual se lê: "Tem que servir este livro para nele se inscreverem os nomes e mais qualidades dos cidadãos deste concelho hábeis para eleitores e elegíveis para os cargos municipais e paroquiais, na conformidade dos artigos 13 e 15 do Código Administrativo, harmonizado com o Decreto Eleitoral de 30 de Setembro de 1852; pelos fundamentos das Portarias de 17 de Junho e 23 de Agosto últimos; e vai por todos os membros da respetiva Comissão e pelo Administrador do concelho rubricado e numerado. Mértola, 11 de Setembro de 1853. Joaquim José da Palma, Severino Guerreiro Mestre, José Mestre Pereira, [...?] Lampreia, Manuel Coelho Palma, Manuel Gonçalves Félix". O Decreto de 30 de Setembro de 1852 dispensa de censo os professores da instrução pública, secundária e superior, bem como os que tivessem completado o curso dos liceus. Contém os nomes, indicação das décimas e impostos anexos que pagam (de juros, foros ou pensões, empregos, prédios arrendados, prédios não arrendados); rendimentos enquanto empregados do Estado, egressores prestacionados e quanto pagam de côngrua paroquial; emprego ou profissão; estado civil; morada; idade e se são só eleitores ou elegíveis.
Contém termo de abertura no qual se refere: "Este livro há-de servir das eleições da Câmara. Vai numerado e rubricado por mim e leva termo de encerramento [assinatura]". Contém os termos de eleição, de juramento e posse de actos eleitorais realizados nas sessões de Câmara.
Fotografia a preto e branco de vista parcial da antiga Rua Conselheiro Manuel Francisco Vargas, actual Rua Dr. Serrão Martins, Mértola.
Fotografia a preto e branco do Bairro das Casas Pré-fabricadas.
Fotografia a preto e branco das antigas instalações do Hospital de Mértola.
Na primeira folha consta o termo de abertura no qual se lê: "Há-de servir este livro para nele se lançar a conta de receita e despesa desta câmara, o qual vai numerado e rubricado pelo presidente da Câmara Municipal e leva no fim termo de encerramento. Câmara Municipal de Mértola, 3 de janeiro de 1902. O presidente António da Silva Fernandes"
Na primeira folha consta o termo de abertura no qual se lê o seguinte:"Há-de servir este livro para nele se lançar a conta da receita e despesa desta Câmara, o qual vai numerado e rubricado por mim com a minha rubrica de [em branco] e leva no fim termo de encerramento. Mértola, 8 de Janeiro de 1914. O Presidente, António Feliciano Gil."
Fotografia a preto e branco das azenhas de Mértola, submersas pela cheia (1979).
Fotografia a preto e branco da Ponte sobre a Ribeira de Oeiras.
Fotografia a preto e branco de pormenor da Torre de Menagem do Castelo de Mértola. Porta.
Na primeira folha consta o termo de abertura no qual se lê: "Há-de servir este livro para o recenseamento eleitoral, a que se vai proceder neste concelho para o corrente ano. Todas as folhas vão numeradas e rubricadas pela Comissão respetiva e pelo Administrador do Concelho, conforme determina o parágrafo 2º do artigo 29 do Decreto de Eleitoral de 30 de Setembro de 1852, e no fim tem este mesmo livro declaração de encerramento. Mértola, 18 de Janeiro de 1869. [assinaturas]". Contém os nomes, indicação das quotas de décima e contribuições (de juros, foros e pensões, emprego, prédios arrendados e não arrendados, pessoal e industrial, derrama municipal e côngrua paroquial); emprego ou profissão; estado civil; idade; morada; indicação dos que pertencem aos 40 maiores contribuintes; e se são eleitores, elegíveis ou jurados.
Fotografia a preto e branco do antigo parque infantil de Mértola, actual Pré-Escolar.
Fotografia a preto e branco da Ponte sobre a Ribeira de Oeiras
Na primeira folha consta o termo de abertura no qual se lê: "Há-de servir este livro para nele se lançarem as actas das sessões da comissão do recenseamento eleitoral deste concelho. Sala das sessões da comissão do recenseamento eleitoral do concelho de Mértola, 5 de Maio de 1895. O Presidente Carlos Augusto de Fonseca. Os vogais, Francisco José da Palma, Jacinto Madeira Palma".
Fotografia a preto e branco do poço de Alcaria Longa, União de Freguesia de S. Miguel do Pinheiro, S. Pedro de Sólis e S. Sebastião dos Carros. A beneficiação de fontes foi realizada no âmbito do "Plano comemorativo do 40º aniversário da Revolução Nacional".
Na primeira folha consta o termo de abertura no qual se lê: "Há-de servir este livro para nele se lavrarem as actas das sessões da comissão de recenseamento eleitoral deste concelho. Leva no fim termo de encerramento. Sala das sessões da comissão de recenseamento eleitoral do concelho de Mértola, 28 de Fevereiro de 1899. O Presidente Joaquim Celorico Palma".
Fotografia a preto e branco da Capela de Nossa Senhora das Neves, no denominado Cerrinho das Neves, Mértola.
Fotografia a preto e branco do poço de Monte do Gato, União de Freguesia de S. Miguel do Pinheiro, S. Pedro de Sólis e S. Sebastião dos Carros. A beneficiação de fontes foi realizada no âmbito do "Plano comemorativo do 40º aniversário da Revolução Nacional".
Na primeira folha consta o termo de abertura no qual se lê: "Há-de servir este livro para o recenseamento eleitoral, jurados e maiores contribuintes deste concelho, a que se vai proceder no presente ano. Todas as folhas vão numeradas e rubricadas pela respetiva Comissão e pelo Administrador do Concelho e conforme a lei e no fim leva encerramento. Mértola, 23 de Janeiro de 1865 [assinaturas]". Contém os nomes, indicação das décimas e impostos anexos que pagam (de juros, foros, empregos, prédios arrendados, prédios não arrendados, rendimentos enquanto empregados do Estado); egressores prestacionados e quanto pagam de côngrua paroquial; emprego ou profissão; estado civil; morada; idade e se são eleitores, elegíveis ou jurados e os maiores contribuintes.
Na primeira folha consta o termo de abertura no qual se lê o seguinte: "Servirá este livro para o recenseamento eleitoral, jurados e maiores contribuintes do Concelho de Mértola, a que a respetiva Comissão vai proceder. Todas as folhas deste mesmo livro vão numeradas e rubricadas pelos vogais da Comissão e pelo Administrador do Concelho em harmonia com o parágrafo 2º do Artigo 29 do Decreto Eleitoral de 30 de Setembro de 1862. [assinaturas]". Contém os nomes, indicação das décimas e impostos anexos que pagam (de juros, foros, empregos, prédios arrendados, prédios não arrendados, rendimentos enquanto empregados do Estado); egressores prestacionados e quanto pagam de côngrua paroquial; emprego ou profissão; estado civil; morada; idade e se são eleitores, elegíveis ou jurados e os maiores contribuintes.
O livro não apresenta termo de abertura nem de encerramento e não se encontra numerado. Contém o registo da correspondência expedida pela Comissão de recenseamento eleitoral.
Na primeira folha consta o termo de abertura no qual se lê o seguinte: "Servirá este livro para o recenseamento eleitoral, jurados e maiores contribuintes do Concelho, a que se vai proceder no presente ano. Todas as folhas vão numeradas e rubricadas pela respetiva Comissão e pelo Administrador do Concelho, tendo no fim declaração de encerramento, tudo em conformidade do disposto no Decreto de 30 de Setembro de 1852. Mértola, 18 de Janeiro de 1864 [assinaturas]". Contém os nomes, indicação das décimas e impostos anexos que pagam (de juros, foros, empregos, prédios arrendados, prédios não arrendados, rendimentos enquanto empregados do Estado); egressores prestacionados e quanto pagam de côngrua paroquial; emprego ou profissão; estado civil; morada; idade e se são eleitores, elegíveis ou jurados e os maiores contribuintes.
O livro não apresenta termo de abertura nem de encerramento e não se encontra numerado. Contém o registo da correspondência expedida pela Comissão de recenseamento eleitoral.
Na primeira folha consta o termo de abertura no qual se lê: "Há-de servir este livro para se inscreverem os nomes e mais requisitos dos eleitores e elegíveis e igualmente dos jurados para o corrente ano. Vai numerado e rubricado em todas as suas folhas pela respetiva Comissão e Administrador do Concelho na conformidade do parágrafo 2 do Artigo 29 do Decreto de 30 de Setembro de 1852. Sala das reuniões da Comissão Recenseadora de Mértola. 30 de Janeiro de 1858. [Assinaturas]". Contém os nomes, indicação das décimas e impostos anexos que pagam (de juros, foros ou pensões, empregos, prédios arrendados, prédios não arrendados); rendimentos enquanto empregados do Estado, egressores prestacionados e quanto pagam de côngrua paroquial; emprego ou profissão; estado civil; morada; idade e se são eleitores ou elegíveis e também jurados. Contém uma f. avulso com nomes de elementos que terão comparecido a uma reunião.
Fotografia a preto e branco do Largo Vasco da Gama.
Fotografia a preto e branco de vista parcial de Mértola (lado nascente). Ponte sobre o Rio Guadiana. Escola Preparatória de Mértola.
Fotografia a preto e branco de vista parcial de Mértola e do Além Rio (lado Sul). Ponte sobre o Rio Guadiana.
Fotografia a preto e branco de vista parcial de Mértola (lado poente). Escola Primária, cemitério.
Fotografia a preto e branco da Ponte sobre a Ribeira da Achada Alcaria Longa (?), União de Freguesia de S. Miguel do Pinheiro, S. Pedro de Sólis e S. Sebastião dos Carros, Mértola.
Fotografia a preto e branco do Convento de S. Francisco, Mértola.
Fotografia a preto e branco de vista de Mértola. Data incerta: década de 1970/1980?
Fotografia a preto e branco de vista aérea das azenhas do Guadiana, em Mértola. Data incerta: década de 1970/1980?
Fotografia a preto e branco de indicações de trânsito na Estrada Municipal 514 (Moreanes a Santana de Cambas). Obras públicas.
Fotografia a preto e branco da Rocha da Galé, Rio Guadiana, Mértola.
Contém os cartões de de sócios do Clube Futebol Guadiana (Associação de Futebol de Beja, Federação Portuguesa de Futebol). Dois cartões contêm fotografia tipo passe.
Na primeira folha consta o termo de abertura no qual se lê seguinte: "Há-de servir este livro para se lavrarem as actas das sessões da Comissão do Recrutamento criada por, aliás, para registo da correspondência expedida pela Comissão do Recrutamento criada por lei do 12 de setembro de 1887; todas as folhas vão numeradas e rubricadas por mim, Presidente, e no fim leva encerramento. Mértola, [em branco] de Dezembro de 1887 [assinatura em branco]".
Fotografia a preto e branco da Ponte sobre a Ribeira de Oeiras, Mértola. Data incerta: 1969 ou 1979.
Fotografia a preto e branco do Convento de S. Francisco, Mértola, e Ribeira de Oeiras.
Fotografia a preto e branco do Caminho Municipal 506 da Estrada Nacional 122, ligação a Via Glória. Obras públicas.
Livro que serve como copiador da correspondência expedida pela Comissão de Recenseamento Militar. Não apresenta termo de abertura nem de encerramento e as folhas não estão numeradas nem rubricadas. Contém duas folhas avulso (uma minuta de recenseamento para as juntas de freguesia e uma carta recebida acerca de um mancebo).
Fotografia a preto e branco do Caminho Municipal 509 da Estrada Nacional 123, ligação à Corte Pequena. Obras públicas.
Contém os movimentos de entrada e saída de dinheiro, inscrevendo-se no verso das folhas o crédito e e na frente o débito.
Livro que serve como copiador da correspondência expedida pela Comissão de Recenseamento Militar. Não apresenta termo de abertura nem de encerramento, as folhas não estavam numeradas e não se encontram rubricadas.
Contém os movimentos de entrada e saída de dinheiro, inscrevendo-se no verso das folhas o crédito e e na frente o débito.
Livro que serve como copiador da correspondência expedida pela Comissão de Recenseamento Militar. Não apresenta termo de abertura nem de encerramento, as folhas não estavam numeradas e não se encontram rubricadas.
Fotografia a preto e branco de pátio na antiga Rua Conselheiro Manuel Francisco Vargas, atual Rua Dr. Serrão Martins.
Fotografia a preto e branco da Rua Dr. António José de Almeida. Habitações.
Fotografia a preto e branco de uma porta na Rua Alves Redol, Mértola. Estabelecimento comercial de motorizadas e acessórios.
Fotografia a preto e branco da Igreja da Misericórdia.
Fotografia a preto e branco da Estrada Municipal 506, ligação de S. Pedro de Sólis ao limite do concelho. Obras públicas.
Fotografia a preto e branco da Estrada Municipal 510 da Estrada Nacional 122, ligação à Corte Gafo de Cima. Obras públicas.
Fotografia a preto e branco da Torre de Menagem do Castelo de Mértola.
Fotografia a preto e branco Vista parcial do Além Rio, Mértola.
Fotografia a preto e branco do edifício da Câmara Municipal de Mértola (fachada), Largo Luís de Camões, Mértola.
Convocatórias dirigidas aos consócios no âmbito da realização de reuniões da Assembleia Geral.
Fotografia a preto e branco do edifício dos correios (CTT). Rua Alves Redol, Mértola. Cerrinho das Neves (Ermida de Nª Srª das Neves)
Fotografia a preto e branco das azenhas de Mértola, submersas pela cheia (1979).
Fotografia a preto e branco do edifício que em 1979 albergava o Tribunal de Mértola. Atualmente no mesmo edifício encontram-se a funcionar serviços da Câmara Municipal. Praça Luís de Camões, Mértola.
Fotografia a preto e branco do Castelo de Mértola. Vista da Torre do Bastião da entrada e da Torre de Menagem.
Fotografia a preto e branco do antigo quartel do bombeiros voluntários de Mértola.
Fotografia a preto e branco de vista parcial de Mértola.
Fotografia a preto e branco da Torre do Relógio, Rua Professor Baptista da Graça, Mértola.
Fotografia a preto e branco de vista parcial de Mértola.
O Grupo Coral Guadiana de Mértola terá sido fundado a 22-02-1968 com a designação de "Grupo Coral Os Esquecidos de Mértola", embora não haja certeza quanto à sua data de fundação. No entanto, no âmbito de uma gravação por parte da Emissora Nacional de Radiodifusão (transmitida no dia 16 de Maio de 1969), o grupo terá optado formalmente pela denominação "Grupo Coral Guadiana de Mértola", atribuída por António Mendes Sequeira (possivelmente, este nome terá sido oficializado a 03-05-1969), embora na documentação seja invariavelmente designado por "Os Esquecidos", "Grupo Coral Guadiana", Grupo Coral Guadiana de Mértola" ou "Grupo Coral de Mértola". O próprio António Mendes Sequeira, escreveu algumas das modas cantadas pelo grupo.