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O livro não apresenta termo de abertura nem termo de encerramento. Na capa está colada uma etiqueta que intitula o livro: "Dívidas 1877 a 1879". Serve o livro para o registo de dívidas ativas e passivas no período entre 1877 e 1879.
O livro não apresenta termo de abertura nem termo de encerramento. Terá sido pensado para outro fim, uma vez que apresenta rubrica e numeração no sentido inverso ao dos registos e com início na f. 2. Na capa está inscrito "1875 a 1876". Serve o livro para o registo de dívidas ativas e passivas no período entre 1875 e 1876.
Boletim Municipal da Câmara Municipal de Mértola que tem como objetivo estabelecer a comunicação entre a autarquia e os munícipes e informar acerca da atividade municipal. Contém os seguintes artigos: - Editorial: 85... esperanças? - Obras municipais - "Arquivo de Beja" - A nossa festa de Natal - Misericórdia: situação insustentável - Lares de 3ª idade e centros de dia - Corte da Azinha - freguesia da Corte Pinto - Curso de aperfeiçoamento de fotografia - Cinema: programação - A verdade dos nossos poetas - O maior do Guadiana - Radiografia do "Fernandense" - Quer jogar xadrez connosco? Inclui destacável com informação relativa às reuniões da Câmara Municipal de Mértola
Livro que apresenta inscrito na lombada: "Dívidas ativas e passivas - Câmara Municipal de Mértola" e, também na lombada, a antiga cota. Na primeira folha consta o termo de abertura no qual se lê: "Há de servir este livro para inscrição das dívidas ativas e passivas deste concelho. Todas as folhas vão numeradas e rubricadas com o meu apelido e no fim leva encerramento. Câmara Municipal de Mértola, 1º de janeiro de 1884. O vereador servindo de presidente, Rafael Manuel Agapito Guerreiro". Serve para registo das dívidas no período entre 1883 e 1884. Foi acrescentada uma folha (não numerada) entre a f. 149 e 150.
Boletim Municipal da Câmara Municipal de Mértola que tem como objetivo estabelecer a comunicação entre a autarquia e os munícipes e informar acerca da atividade municipal. Contém os seguintes artigos: - Editorial: eleitoralismos...! - Obras camarárias - Recolha de lixo - A função do técnico auxiliar sanitário na comunidade - Plano de atividades e orçamento para 1986 - Alentejo tem congresso em Outubro - Campo Arqueológico de Mértola: 7ª campanha consecutiva - Grupo Novo Rock em Mértola - Reuniões de Câmara - Aviso n.º 60/85: Transporte noturno de estudantes para Beja - Recuperação de imóvel na parte antiga da Vila de Mértola - louvor - Grupo coral de Mértola participou no III Festival de Safi (Marrocos) - Teatro - Textos de Serrão Martins - Ano internacional da juventude - II volta à margem esquerda em bicicleta - Participação do Guadiana na II volta à margem esquerda: quatro à partida, quatro à chegada
Registo das deliberações realizadas nas sessões da Câmara Municipal de Mértola. No termo de abertura pode ler-se: "Há-de servir este livro para nele se lavrarem as atas das sessões da Comissão Administrativa desta Câmara Municipal o qual contém duzentas folhas todas numeradas e rubricadas com a rubrica de Gonçalves de que uso, e leva termo de encerramento. Mértola, 22 de Janeiro de 1930. O Presidente, José André Gonçalves."
No termo de abertura pode ler-se: "Há-de servir este livro para nele se lavrarem as atas das sessões da Comissão Executiva da Câmara Municipal de Mértola. Vai em todas as suas folhas numerado e rubricado com a minha rubrica que diz: Palma. Paços do Concelho de Mértola, aos 24 de Fevereiro de 1923. O Presidente da Comissão Executiva, Augusto José de Palma."
No termo de abertura pode ler-se: "Tem este livro [em branco] folhas e há-de servir para nele se lavrarem as atas das sessões da Comissão Executiva da Câmara Municipal deste concelho. Mértola, 15 de Dezembro de 1921. O Presidente da Comissão Executiva, Francisco Celorico Palma". Contém correspondência remetida à Comissão Executiva da Câmara Municipal de Mértola (1 f. avulso).
Livro que serve para registo da décima sobre os prédios urbanos. Não apresenta capa anterior. Na primeira folha consta o termo de abertura no qual se lê: "Há de servir este livro para o lançamento da décima dos prédios urbanos desta vila e seu termo. Vai por mim numerado e rubricado com a rubrica [...?] de que uso e leva no fim termo de encerramento. Mértola, 1 e fevereiro de 1819. José de Abreu Carneiro e Vasconcelos [?]". O lançamento da décima está organizado por freguesias, ruas e casas. Contém a soma dos valores arrecadados por freguesia no verso da f. 400 e o auto de contas na f. 401-403.
Na primeira folha consta o termo de abertura no qual se lê: "Há-de servir este livro para nele serem recenseados os mancebos que estão sujeitos ao serviço militar. Vai numerado e rubricado pela comissão e pelo administrador deste concelho como determina o parágrafo 5º do artigo 29 do regulamento de 24 de Dezembro de 1901. Comissão de recenseamento militar do concelho de Mértola, de 7 de fevereiro de 1902. [...]". Livro organizado cronológica e geograficamente (por freguesia). Regista-se, para cada mancebo, o nome, profissão, estado civil, data de nascimento, naturalidade, morada, filiação, residência dos pais e número do sorteio (embora haja mais campos por preencher que se encontram em branco).
Na capa em pergaminho consta uma inscrição embora pouco legível. Na primeira folha consta o termo de abertura no qual se lê: "Há de servir este livro para o lançamento da décima dos maneios da vila de Mértola e seu termo no presente ano. Vai por mim numerado e rubricado com a rubrica [...?] de que uso e leva no fim termo de encerramento. Mértola, 1 de Janeiro de 1817, José de Abreu Carneiro e Vasconcelos [?]". Embora se refira que o livro tem termo de encerramento o mesmo não existe. Contém o nome das pessoas coletadas e o valor a pagar, organizado por freguesia e ruas.
Na capa em pergaminho tem inscrito o ano de 1817 e outra informação pouco legível que se refere à décima dos prédios [urbanos] da vila de Mértola. Na primeira folha encontra-se o termo de abertura no qual se lê: " Há de servir este livro para o lançamento da décima dos prédios urbanos desta vila e seu termo. Vai por mim numerado e rubricado com a rubrica [...?] de que uso e leva no fim termo de encerramento. Mértola, 1 de janeiro de 1817, José de Abreu José de Abreu Carneiro e Vasconcelos [?]". Na segunda folha, encimada pela indicação do ano "1817" estaria o auto que certificaria que os lançadores da décima se comprometiam a cumprir as suas funções. No entanto, está incompleto fazendo apenas referência ao ano de nascimento de Jesus Cristo de de 1817. O registo é realizado por freguesia, rua e casa a casa.
Na capa em pergaminho tem inscrito "1816, Décima dos juros da vila de Mértola" e na primeira folha consta o termo de abertura onde se lê: "Há de servir este livro para o lançamento da décima dos juros da vila de Mértola e seu termo no presente ano. Vai por mim numerado e rubricado com a rubrica de [...?] de que uso e leva no fim termo de encerramento. Mértola, 1 de janeiro de 1816, José de Abreu Carneiro e Vasconcelos [?]". Contém o registo da décima arrecadada sobre o dinheiro que, em geral, se deve aos órfãos, por parte dos tutores.
Na primeira folha consta o termo de abertura no qual se lê: "Este livro há-de servir para nele se recensearem os mancebos que estiverem sujeitos ao serviço militar. Vai numerado e rubricado pela Comissão e pelo administrador do concelho como determina o parágrafo 5º do artigo 29 [?] do Regulamento dos serviços do recrutamento do exército e armada aprovado por decreto de 6 de Agosto de 1896. Comissão do recenseamento militar do concelho de Mértola, 7 de Janeiro de 1897 [...]". Livro organizado cronológica e geograficamente (por freguesia). Regista-se, para cada mancebo, o nome, filiação, naturalidade, morada, data de nascimento, emprego, altura, estado civil, residência acidental, causas da exclusão ou isenção e número do sorteamento e observações adicionais.
A ideia de construção de um Hospital da Caridade em Melgaço remonta a meados do século XIX. Foi lançada pelo Provedor Frei António Joaquim de Santa Isabel Monteiro em 1860, no entanto, demorou alguns anos a germinar. O terreno, para edificação do tão desejado Hospital viria finalmente a ser doado, pelo Ministério da Guerra, em 1872. Para a sua construção e atendendo aos escassos recursos destinados à mesma, foi concedida à mesa da Santa Casa da Misericórdia, por Portaria de 6 de agosto de 1863 do governo, a concessão da pedra de uma parte da antiga e arruinada muralha do castelo. Decorridos alguns anos, durante os quais a referida irmandade, coadjuvada por uma comissão expressamente nomeada para promover a realização de tão útil melhoramento, conseguiu das irmandades e confrarias do concelho, a aplicação de parte dos seus rendimentos para a sustentação do projetado hospital. Impulsionada pelo notável José Cândido Gomes d'Abreu e graças às verbas concedidas por alguns benfeitores, a primeira pedra terá sido lançada 1876. O Hospital da Caridade tornou-se uma realidade em 1892 e desde então, exerceu para além das funções de solidariedade social uma atividade hospitalar relevante, até 1976, data em que o Estado entrou na posse do referido Hospital.
Registo das deliberações realizadas nas sessões da Câmara Municipal de Mértola. No termo de abertura pode ler-se: "Há-de servir este livro para nele se lavrarem as atas das reuniões da Câmara Municipal deste concelho, o qual tem duzentas folhas, todas numeradas e rubricadas com a rubrica de [?] que uso. No fim leva termo de encerramento. Mértola, 10 de Agosto de 1941. O presidente da Câmara, José Pedro Monteiro Lança Cordeiro."
Registo das deliberações realizadas nas sessões da Câmara Municipal de Mértola. No termo de abertura pode ler-se: "Há-de servir este livro para nele se lavrarem as atas das sessões da Câmara Municipal deste concelho, o qual tem cento e noventa e seis folhas, todas numeradas e rubricadas com a rubrica de José André Gonçalves que uso. No fim leva termo de encerramento. Mértola, 28 de Dezembro de 1937. O Presidente José André Gonçalves." A 02-01-1938 procede-se à reunião de instalação e posse da Câmara Municipal.
Registo das deliberações realizadas nas sessões da Câmara Municipal de Mértola. No termo de abertura pode ler-se: "Há-de servir este livro para nele se lavrarem as atas das reuniões da Câmara Municipal deste concelho, o qual tem cento noventa e seis folhas, todas numeradas e rubricadas com a rubrica de [?] que uso. No fim leva termo de encerramento. Mértola, 17 de Maio de 1939. O presidente, José Pedro Monteiro Lança Cordeiro."
Registo das deliberações realizadas nas sessões da Câmara Municipal de Mértola. No termo de abertura pode ler-se: "Há-de servir este livro para nele se exararem as atas de sessão da Câmara Municipal de Mértola. Paços do Concelho, em 8 de Julho de 1946. O Presidente, António Passos de Lima". Leva termo de encerramento.(mod. 208)
Livro em mau estado de conservação. Não apresenta capa. A primeira folha contém o termo de abertura no qual se lê: "Vem de servir este livro para o lançamento da décima dos maneios da vila de Mértola e seu termo no presente ano. Vai por mim numerado e rubricado com a rubrica [...?] de que uso e leva no fim termo de encerramento. Mértola, 1 de janeiro de 1816, José de Abreu Carneiro e Vasconcelos [?]".
Na capa do livro está uma etiqueta que intitula o livro "Registo do recenseamento militar, 1881 a 1884". Na primeira folha consta o termo de abertura no qual se lê: "Este livro há-de servir para o registo dos recenseamentos para o recrutamento do exército e da armada, a que se proceder no concelho de Mértola. Para este efeito vai numerado e por mim rubricado com a minha rubrica - Pessanha - nos termos do parágrafo 3º do artigo 40º da Lei de 27 de Julho de 1855, levando no fim o competente encerramento. Governo Civil de Beja, 25 de Fevereiro de 1881. O Governador Civil, José Carlos Infante Pessanha". Regista-se, para cada mancebo, o nome, filiação, naturalidade, morada, data de nascimento, emprego, altura, estado civil, residência acidental, causas da exclusão ou isenção e número do sorteamento e observações adicionais. Contém uma folha avulso.
A capa em pergaminho encontra-se suja, esbranquiçada, encimada com a data 1813 e a indicação, pouco legível, de "Prédios [rústicos]". Na primeira folha está o termo de abertura onde se lê o seguinte: "Há de servir este livro para nele se lançarem as coletas da décima dos prédios rústicos desta vila e termo, no presente ano. Vai por mim numerado e rubricado com a rubrica [Mascarenhas] de que me sirvo e leva no fim termo de encerramento. Mértola, 10 de Janeiro de 1813, Eugénio Dionísio Mascarenhas Grade". O lançamento da décima e contribuição dos foros regista-se a partir da f. 329 e a soma do mesmo, por freguesia, está na f. 338. A soma da décima sobre os prédios rústicos encontra-se na f. 339. As folhas 361-395 encontram-se em branco, estando arrancadas (e cortadas junto à lombada) as f. 341-360.
Livro sem capa composto por dois cadernos. Na primeira e última folha constam os termos de abertura e encerramento. No termo de abertura pode ler-se: "Há de servir este livro para a décima dos juros desta vila e termo no presente ano. Vai todo por mim numerado e rubricado com a rubrica de [Mascarenhas] de que me sirvo e leva no fim termo de encerramento. Mértola, 11 de janeiro de 1813, Eugénio Dionísio Mascarenhas Grade". Na segunda folha consta o auto em que os lançadores da décima, sob juramento aos Santos Evangelhos e na presença do Juiz de Fora e Superintendente da Décima, se comprometem a cumprir fielmente as suas obrigações no que diz respeito ao lançamento da décima sobre os dinheiros a juro. A soma do valor arrecadado por freguesia encontra-se na f. 29. As f. 30 a 49 estão em branco.
Livro de registo pré-impresso no qual se identificam as licenças de veículos. Contém o número da licença, nome do proprietário, qualidade dos veículos (que varia entre carros e carrinhas - de parelha e de uma besta só - de molas e sem molas; charrete; trem e trem de luxo; camião; automóvel e bicicleta), data de concessão da licença, tempo porque é conferida e data em que termina a licença e observações (no qual se regista a taxa paga).
Registo das deliberações realizadas nas sessões da Câmara Municipal de Mértola. No termo de abertura pode ler-se: "Há-de servir este livro para nele se exararem as atas das reuniões da Câmara Municipal deste concelho. Paços do Concelho, 10 de Julho de 1962. O presidente da Câmara, Eduardo José Raposo". Leva termo de encerramento. (mod. 208)
Registo das deliberações realizadas nas sessões da Câmara Municipal de Mértola. No termo de abertura pode ler-se: "Há-de servir este livro para nele se lavrarem as atas das reuniões da Câmara Municipal do concelho supra. Paços do Concelho, 23 de Outubro de 1969. O presidente da Câmara, [António Afonso Allen Gomes Revez]". Leva termo de encerramento. (mod. 6)
No início do século XX surge um sentimento de luta contra os incultos. Este movimento pretendia a criação de uma lei que obrigasse à divisão dos terrenos baldios de maneira a incentivar o desenvolvimento agrícola do País. Nesta perspetiva, em 1926, o Baldio da "serra" de Mértola, com cerca de 9660 hectares, foi repartido em 2610 glebas, tendo mais de 50%, dimensões entre os dois e seis hectares. Nesta subsecção pode encontrar-se informação relacionada com a divisão do baldio da serra de Mértola. Quanto aos critérios de atribuição de glebas, a cada casal foi destinado um hectare e mais um por cada filho. Daí o facto de existirem dez classes de glebas diferentes.
Na capa em pergaminho, que apresenta manchas arroxeadas, tem inscrito "Décima de 1829, Prédios rústicos". Na folha de rosto consta o termo de abertura no qual se lê: "Há de servir para o lançamento da décima dos prédios rústicos nesta superintendência de Mértola no corrente ano. Vai por mim numerado e rubricado com o meu apelido - Sousa Pinto - e leva termo de encerramento. Mértola, 20 de Junho de 1829. O Corregedor e Provedor da Comarca, António Teixeira de Sousa Pinto". Na f. 1 encontra-se o auto de juramento no qual os fintores se comprometem, sob o Santos Evangelhos, a cumprir zelosamente as suas obrigações. O termo de encerramento do lançamento consta na f. 231 e o auto de contas na f. 232. As f. 234-269 estão em branco.
Na capa tem inscrito "1831: juros e ordenados" e na primeira folha consta o termo de abertura que refere que: "Há de servir este livro para nele se lançar as verbas do imposto da décima dos juros e ordenados nesta superintendência no corrente ano. Vai por mim numerado e rubricado com o apelido - Sarmento - de que uso. Mértola, 11 de janeiro de 1831. António Sarmento de Sávedra Teixeira". Na folha seguinte iniciou-se o registo de um auto que contém apenas o registo do ano. Na f. 3 inicia-se o registo da décima dos juros, por freguesia. A décima dos ordenados inicia na f. 18. No verso da f. 20 consta o auto de contas tomadas ao recebedor geral relativo aos juros e ordenados.
Na capa tem inscrito "1831: Maneios". Na primeira folha consta o termo de abertura no qual se lê o seguinte. "Há de servir este livro para neste ano se fazer nele o lançamento da décima dos maneios nesta superintendência. Vai por mim numerado e rubricado com o meu apelido - Sarmento - de que uso. Mértola, 14 de janeiro de 1831. António Sarmento de Sávedra Teixeira". Na folha seguinte inicia-se o registo de um auto que contém apenas o registo do ano. Na f. 3 inicia-se o registo da décima dos maneios apresentada por freguesia, rua e nome dos moradores. O auto de contas encontra-se na f. 35. As folhas 36-38 estão em branco. Na f. 39 consta o índice e soma dos valores arrecadados por freguesia.
Na capa em pergaminho tem inscrito "1830, Prédios urbanos" e na lombada "Décimas, 1830". Na primeira folha consta o termo de abertura no qual se lê: "Há de servir este livro para nele se escriturar o lançamento da décima dos prédios urbanos desta superintendência no corrente ano. Vai por mim numerado e rubricado com o meu apelido - Sarmento - de que uso. Mértola, 11 de janeiro de 1830. António Sarmento de Sávedra Teixeira". Na f. 2 consta o juramento prestado pelos fintores nomeados para o lançamento da décima e no verso da mesma folha o auto de lançamento da décima. O termo de encerramento da décima encontra-se no verso da f. 222 o auto de contas consta no verso da f. 223. Na f. 229 encontra-se o resumo do livro, com o índice relativo às freguesias e o valor da décima arrecadado por freguesia.
Livro sem capa. Na primeira folha consta o termo de abertura no qual se lê: "Há de servir para o lançamento da décima dos maneios na superintendência de Mértola no corrente ano. Vai numerado e rubricado com o meu apelido Sousa Pinto e leva termo de encerramento. Mértola, 15 de junho de 1829. O Corregedor e Provedor da Comarca, António Teixeira de Sousa Pinto". No verso da mesma folha consta o auto de juramento no qual os fintores, sob juramento aos Santos Evangelhos, se comprometem a cumprir zelosamente as suas obrigações. No verso da f. 39 consta o auto de contas. O livro, em mau estado de conservação, apresenta uma mancha de água desde a dobra das folhas até ao centro, o que nalguns casos provocou o esbatimento da tinta, dificultando ou impedindo mesmo a leitura.
Fotografia a preto e branco do poço de Namorados, Mértola. A beneficiação de fontes foi realizada no âmbito do "Plano comemorativo do 40º aniversário da Revolução Nacional". Homens junto ao poço.
Registo das deliberações realizadas nas sessões da Câmara Municipal de Mértola. No termo de abertura pode ler-se: "Há-de servir este livro para nele se exararem as atas das reuniões da Câmara Municipal deste concelho. Paços do Concelho, 10 de Dezembro de 1971. O presidente da Câmara, Manuel Gonçalves Relego." Leva termo de encerramento. (mod. 208)
Fotografia a preto e branco do poço de Brites Gomes, Mértola. A beneficiação de fontes foi realizada no âmbito do "Plano comemorativo do 40º aniversário da Revolução Nacional".
Contém termo de abertura pré-preenchido datado de 2 de Março de 1920 e assinado pela comissão de recenseamento. Serve para para inscrição no recenseamento militar de todos os mancebos do concelho com 17 anos de idade. Livro organizado por freguesia, registando-se dados sobre os mancebos, tais como o nome, filiação, naturalidade, morada, residência dos pais, data de nascimento e observações.
O livro não apresenta capa. Na primeira folha consta o termo de abertura no qual se lê: "Há de servir este livro para o lançamento da décima dos prédios rústicos no presente ano. Vai por mim numerado e rubricado com o apelido Assis [?] e para constar fiz este termo. Mértola, 14 de março de 1823. José Francisco de Assis [?] Andrade". As f. 27 a 37 foram arrancadas, rasgadas junto à margem esquerda das folhas. O termo de encerramento do lançamento consta no v. da f. 190. Na f. 191 consta a soma do valor arrecadado por freguesia e no verso da mesma folha encontra-se o "Auto de contas tomadas ao recebedor geral". Em branco da f. 193 à 199.
Na primeira folha consta o termo de abertura no qual se lê: "Há-de servir este livro para nele serem recenseados os mancebos de 17 anos de idade. Vai numerado e rubricado pela Comissão e pelo Administrador do concelho nos termos do artigo 42 do Regulamento de 23 de Agosto de 1911 [...]". Regista-se, para cada mancebo, o nome, profissão, estado civil, data de nascimento, naturalidade, morada, filiação, residência dos pais e observações.
Na capa em pergaminho tem inscrito "1822, maneios". Na primeira folha consta o termo de abertura no qual se lê o seguinte: "Há de servir para o lançamento da décima dos maneios desta vila e seu termo do ano de 1822. Vai numerado, e por mim rubricado com o meu apelido - Ludovico - de que uso, e para constar fiz este termo de abertura e leva no fim outro de encerramento. Mértola, 22 de junho de 1822. O Corregedor e Provedor da Comarca. Clemente Alexandrino Ludovico". O auto de encerramento do lançamento da décima encontra-se no verso da f. 47 e na f. 48 consta a soma do valor arrecadado por freguesia. O "auto de contas tomadas ao recebedor geral" consta no verso da f. 48.
Na capa em pergaminho tem inscrito "1825, Prédios rústicos". Na primeira folha consta o termo de abertura no qual se lê: "Há de servir este livro para o lançamento da décima dos prédios rústicos que pertencem a esta superintendência. Vai por mim numerado e rubricado com o apelido Assis de que uso. Mértola, 2 de fevereiro de 1825. José Francisco d'Assis Andrade". A finta é realizada por freguesia, localidade, ruas e casas. Na f. 375 encontra-se o termo de encerramento do lançamento da décima e na f. 376 o auto de contas. As duas últimas folhas estão soltas.
Capa anterior em pergaminho rasgada na margem direita, com a inscrição "1825, prédios urbanos". Na primeira folha, também rasgada na margem direita, consta o termo de abertura no qual se lê: "Há de servir este livro para o lançamento da Décima dos prédios urbanos que pertencem a esta superintendência. Vai por mim numerado e rubricado com o apelido Assis [?] de que uso. Mértola, 2 de fevereiro de 1825. José Francisco d'Assis [?] Andrade." Na f. 2 consta o auto de juramento realizado pelos fintores nomeados para o lançamento da décima e no verso da mesma folha encontra-se o auto de lançamento da décima. O registo da décima inicia-se na f. 3, apresentado por freguesia, localidades e casas. O termo de encerramento da finta encontra-se na f. 266 e na f. 267 está a soma da décima por freguesia. Na f. 268 consta o auto de contas.
Fotografia a preto e branco do poço de Vasco Rodrigues, S. João dos Caldeireiros. A beneficiação de fontes foi realizada no âmbito do "Plano comemorativo do 40º aniversário da Revolução Nacional".
Fotografia a preto e branco do poço de Sapos, Fernandes, Mértola. A beneficiação de fontes foi realizada no âmbito do "Plano comemorativo do 40º aniversário da Revolução Nacional".
Registo das deliberações realizadas nas sessões da Câmara Municipal de Mértola. No termo de abertura pode ler-se: "Há-de servir este livro para nele se exararem as atas das reuniões da Câmara Municipal do concelho de Mértola. Paços do Concelho, 2 de Janeiro de 1986. O Presidente [Fernando Ribeiro Rosa]." Leva termo de encerramento.
Registo das deliberações realizadas nas sessões da Câmara Municipal de Mértola. No termo de abertura pode ler-se: "Há-de servir este livro para nele se exararem as atas das reuniões da Câmara Municipal do concelho de Mértola. Paços do Concelho de Mértola, 6 de Janeiro de 1988. O Presidente da Câmara [Fernando Ribeiro Rosa]". Leva termo de encerramento.
Fotografia a preto e branco do poço de Quintã, Mértola. A beneficiação de fontes foi realizada no âmbito do "Plano comemorativo do 40º aniversário da Revolução Nacional".
Livro que serve para o registo de entradas e saídas de centeio do Celeiro Comum da vila de Mértola nos anos de 1839-1840. Não apresenta termo de abertura nem de encerramento. Contém índice das freguesias na f. 2 e zonas da vila na f. 2. Os registos encontram-se organizados por freguesia, apresentando-se do lado esquerdo do livro, no verso da folhas, os registos de saída e, do lado direito, os registos de entrada. Contém folhas em branco de número variável entre os registos da diferentes freguesias.
Livro que serve para o registo de entradas e saídas de centeio do Celeiro Comum da vila de Mértola nos anos de 1838 e 1839. Não apresenta termo de abertura nem de encerramento. Contém índice das freguesias na f. 2 e zonas da vila na f. 2. Os registos encontram-se organizados por freguesia, apresentando-se do lado esquerdo do livro, no verso da folhas, os registos de saída e, do lado direito, os registos de entrada. Contém folhas em branco de número variável entre os registos da diferentes freguesias.
Livro sem capa. Na primeira folha consta o termo de abertura no qual se lê: "Este livro há-de servir para nele se lançarem todos os termos de entrada e saída de trigo do Celeiro Comum desta vila e vai por mim numerado e rubricado com a minha rubrica de que uso [...?]; e leva no fim termo de encerramento. Mértola, 1º de [...?] 1841. O Presidente do Celeiro, [...?]. " Os registos encontram-se organizados por zonas e freguesia, apresentando-se do lado esquerdo do livro, no verso da folhas, os registos de saída e, do lado direito, os registos de entrada. Contém folhas em branco de número variável entre os registos da diferentes freguesias.
No termo de abertura lê-se o seguinte: "Há-de servir este livro para se lançarem os termos de entrada e saída de trigo do Celeiro Comum desta vila pertencente ao ano de mil oitocentos e quarenta para mil oitocentos e quarenta e um e vai numerado e rubricado com o meu apelido Coelho de que uso e leva no fim termo de encerramento. Mértola, 1º de setembro de 1840. Manuel Coelho Palma". Na capa e na lombada está colada uma etiqueta que intitula o livro e a referência "Trigo 1840-1841". Contém índice das freguesias e zonas da vila na f. 2. Os registos encontram-se organizados por freguesia, apresentando-se do lado esquerdo do livro, no verso da folhas, os registos de saída e, do lado direito, os registos de entrada. Contém folhas em branco de número variável entre os registos da diferentes freguesias.
No termo de abertura lê-se o seguinte: "Há-de servir este livro para nele se lançarem os termos de entrada e saída do centeio do Celeiro Comum desta vila pertencente ao ano de mil oitocentos e quarenta para mil oitocentos e quarenta e um e vai por mim rubricado com o meu apelido que uso - Coelho - e leva no fim o termo de encerramento. Mértola, 1º de Setembro de 1840. Manuel Coelho Palma". Os registos encontram-se organizados por zonas e freguesia, apresentando-se do lado esquerdo do livro, no verso da folhas, os registos de saída e, do lado direito, os registos de entrada. Contém folhas em branco de número variável entre os registos da diferentes freguesias.
Livro que serve para o registos das saídas e entradas de trigo do Celeiro Comum em 1842-1843. A folha na qual consta o termo de abertura está colada à contracapa. Contém índice na f. 2. Os registos encontram-se organizados por zonas e freguesia, apresentando-se do lado esquerdo do livro, no verso da folhas, os registos de saída e, do lado direito, os registos de entrada. Contém folhas em branco de número variável entre os registos da diferentes freguesias.
Contém cópias da correspondência expedida pelo Celeiro Municipal. As últimas 40 f., apresentam índice alfabético e encontram-se em branco. Na capa está uma etiqueta com a indicação "Copiador" e na lombada lê-se "Celeiro Municipal".
No termo de abertura lê-se o seguinte: "Há-de servir este livro para se lançarem os termos das entradas e saídas do centeio do Celeiro Comum desta vila pertencente ao ano de mil oitocentos e trinta e sete para o de mil oitocentos e trinta e oito. Vai por mim numerado e rubricado com o apelido [...?] de que uso, levando no fim termo de encerramento. Mértola, 20 de Agosto de 1837. Jerónimo José [...?]". Contém índice das freguesias na f. 2. Os registos encontram-se organizados por freguesia, apresentando-se do lado esquerdo do livro, no verso da folhas, os registos de saída e, do lado direito, os registos de entrada. Contém folhas em branco de número variável entre os registos da diferentes freguesias. Contém uma folha avulso com contas do Celeiro Comum.
No termo de abertura lê-se o seguinte: "Servirá este livro para as saídas do centeio do Celeiro Comum em 1843 e entradas em 1844. Mértola, 1º de Agosto de 1843. O Presidente da Câmara, Francisco Lampreia Vargas". Contém índice na f. 2. Os registos encontram-se organizados por zonas (relativas à freguesia de Mértola/Vila) e freguesia, apresentando-se do lado esquerdo do livro, no verso da folhas, os registos de saída e, do lado direito, os registos de entrada. Contém folhas em branco de número variável entre os registos da diferentes freguesias.
No termo de abertura lê-se o seguinte: "Este livro há-de servir para nele se lançarem todos os termos de entrada e saída do trigo do Celeiro Comum desta vila no ano de 1844-1845. Vai por mim numerado e rubricado com a minha rubrica - Lampreia - de que uso e leva no fim termo. Mértola, 14 de janeiro de 1844. O Presidente do Celeiro, Francisco Lampreia Vargas". Contém índice na folha de guarda. Os registos encontram-se organizados por zonas (relativas à freguesia de Mértola/Vila) e freguesia, apresentando-se do lado esquerdo do livro, no verso da folhas, os registos de saída e, do lado direito, os registos de entrada. Contém folhas em branco de número variável entre os registos da diferentes freguesias.
Contém as provisões e ordens do Celeiro Comum de Mértola
No termo de abertura lê-se o seguinte: "Servirá este livro para nele se lançar as saídas do centeio do Celeiro Comum em 1845 e entradas em 1846. Mértola, 11 de Julho de 1845. Francisco Lampreia Vargas". Contém índice na folha de guarda. Os registos encontram-se organizados por zonas (relativas à freguesia de Mértola/Vila) e freguesia, apresentando-se do lado esquerdo do livro, no verso da folhas, os registos de saída e, do lado direito, os registos de entrada. Contém folhas em branco de número variável entre os registos da diferentes freguesias. Muitas das freguesias não apresentam qualquer registo.
O celeiro comum, instituição criada no terceiro quartel do século XVI, era “a casa de recolher trigos, e outros grãos”, e tinha como funções a realização de operações nos domínios do crédito agrícola e dos socorros mútuos. Estes organismos destinavam-se a auxiliar a agricultura. Dispunham-se a ajudar pequenos e grandes lavradores, com o fornecimento de sementes a crédito, mediante a restituição da mesma porção de cereal emprestada e do pagamento de um juro relativamente baixo, que, numa primeira fase, eram remunerados nos mesmos géneros. Ainda que com carácter semelhante, é possível distinguir dois tipos de celeiros comuns: aqueles que foram criados por intervenção régia, pelos concelhos e pelas paróquias (de propriedade comum) e os fundados por particulares. O primeiro celeiro comum do Reino veio a ser instituído pelo regimento de 20 de julho de 1576 de D. Sebastião, em Évora, e o segundo foi criado em Beja, por provisão régia de 1579 do Cardeal D. Henrique. A documentação do fundo Celeiro Comum de Mértola não permite confirmar a data da sua criação, existindo, no entanto, um Alvará concedido por D. Pedro II, de 10 de Junho de 1693, que determina que se crie um Celeiro Comum e Depósito Geral na vila de Mértola, conforme requerido pelo Juiz de Fora, vereadores e oficiais da Câmara de Mértola e à semelhança do que acontece nas terras vizinhas (por cujos regulamentos se deveria reger o Celeiro Comum de Mértola). Se o mesmo foi criado nesta data, desconhece-se. Pela documentação do Fundo do Celeiro Comum, observa-se que a 12 de novembro de 1805 o Príncipe Regente (D. João VI) concede graça e mercê para o estabelecimento de um Celeiro Comum na vila de Mértola, o qual se deveria reger pelo Regimento e Provisões do Celeiro Comum de Evoramonte.
Na capa em pergaminho está inscrito "Registo das Provisões e ordens pertencentes ao Celeiro Comum desta vila de Mértola", cuja informação se repete ao lado desta mesma inscrição (provavelmente escrito no momento da correção). Na primeira folha encontra-se o termo de abertura no qual se lê: "Há de servir este livro para o registo das provisões e ordens pertencentes ao Celeiro Comum desta vila; vai enumerado e rubricado por mim com o apelido [...?] de que uso e no fim leva encerramento. Mértola, 6 de agosto de 1806. José Bernardo Henriques de Faria [?]". Os registos iniciam-se na f. 10 e terminam na f. 36v, estando o restante livro em branco. Contém: Registo de um aviso da Secretaria de Estado sobre o estabelecimento do Celeiro Comum nesta vila de Mértola; Registo da provisão régia para estabelecimento do Celeiro Comum; Regimento do celeiro comum de Évora Monte; Regimento novamente estabelecido para o Celeiro Comum do povo da vila de Évora Monte; Provisão régia sobre celeiro comum de Évora Monte; Termo de nomeação e juramento de medidor do celeiro comum desta vila; Termo de juramento e nomeação dado a José António [...?] de Brito, escrivão do Celeiro Comum; Provimento para a serventia do escrivão do Celeiro Comum; Provisão para Venâncio José Gonçalves ser medidor proprietário do Celeiro Comum; Provisão do corregedor e provedor da comarca dirigida ao Juiz de Fora e do Celeiro Comum; Provimento para serventia do ofício de escrivão do Celeiro Comum; Registo de um aviso para que o Celeiro Comum de Mértola auxilie com alguns moios de trigo um seareiro após incêndio; Provisão sobre construção da cadeia e ponte sobre ribeira de Terges; Provimento para serventia de escrivão do Celeiro Comum.
Na primeira folha do livro encontra-se o termo de abertura embora não seja possível lê-lo na totalidade devido ao mau estado de conservação. O termo de abertura está datado de 28 de Julho de 1733. Contém registos de responsabilidade e termos de obrigação por danos causados a terceiros no âmbito dos ofícios prestados pelos oficiais mecânicos no concelho de Mértola.
Na capa em pergaminho tem inscrito "Fianças 1774". No termo de abertura pode ler-se o seguinte: "Este livro há-de servir para as fianças que se houverem de fazer na Câmara desta vila de Mértola. Vai numerado e rubricado por mim e no fim leva termo de encerramento. Mértola, 24 de novembro de 1774".
Na capa em pergaminho tem inscrito "Fianças 1778". Na primeira folha consta o termo de abertura no qual se lê: "Este livro há-de servir para as fianças da Câmara. Vai numerado e rubricado por mim, e no fim tem termo de encerramento. Mértola, 27 de março de 1778". Inclui o registo de fianças prestadas por responsáveis pelo transporte de bens entre localidades, com destaque para o transporte de cereais de barco .
Na capa em pergaminho tem inscrito "Fianças 1804". Na primeira folha consta o termo de abertura no qual se lê: "Este livro é para se lançar os termos de fiança desta vila e seu termo; e pelo achar sem enumeração e rubrica, vai agora por mim enumerado e rubricado com o apelido Faria de que uso; e no fim leva encerramento. Mértola, 18 de agosto de 1804. O Juiz de Fora, João Bernardo Henrique de Faria". Contém termos de obrigação relacionados com ofícios, venda ou transporte de géneros nos quais são apresentados os fiadores em caso de perdas e danos.
No termo de abertura pode ler-se o seguinte: "Este livro há-de servir para nele se lançarem todos os termos de entrada e saída do Celeiro Comum desta vila. Vai por mim rubricado com a minha rubrica [em branco] de que uso, e leva no fim termo de encerramento. Mértola, 1º de Março de 1842. O presidente do Celeiro, João de Almeida D. D. [...?]". Serve para os registos de entrada e saída de centeio. Contém índice na f. 1. Os registos encontram-se organizados por zonas e freguesia, apresentando-se do lado esquerdo do livro, no verso da folhas, os registos de saída e, do lado direito, os registos de entrada. Contém folhas em branco de número variável entre os registos da diferentes freguesias.
De acordo com o Regulamento dos Celeiros Comuns (de 20 de Julho de 1854), determina-se, no Art. 43º, que "Para se regular a contabilidade dos Celeiros, haverá os seguintes livros: 1º Livro caixa 2º Livro dos mutuatários 3º Livro dos devedores morosos [estes 3 livros relacionados com os empréstimos em dinheiro] 4º Livro da existência, entrada e saída de géneros 5º Livro dos mutuatários 6º Livro dos devedores morosos [os últimos 3 livros relacionados com os empréstimos em géneros]. Além destes, haverá, finalmente, mais u livro em que se lancem todas as despesas ordinárias e extraordinárias do Celeiro" Embora haja livros anteriores a este Decreto, optou-se por manter esta organização, uma vez que os livros estavam também organizados assim.
Contém o registo da correspondência recebida, dirigida ao Celeiro Comum. Na capa tem uma etiqueta colada que indica o título. Na primeira folha consta o termo de abertura no qual se lê o seguinte: "Servirá este livro para nele se registar a entrada de toda a correspondência pertencente ao Celeiro Comum deste concelho. Vai numerado e rubricado por mim e no fim leva encerramento. Mértola, 8 de Agosto de 1855. O presidente da Junta, José Francisco Pereira [?]".
Na capa do livro está colada uma etiqueta que intitula o mesmo. Na primeira folha consta o termo de abertura no qual se lê o seguinte: "Servirá este livro para nele se lavrarem as atas e decisões das Juntas Administrativas do Celeiro Comum deste concelho. Vai por mim numerado e rubricado e leva no fim encerramento. Mértola, 8 de agosto de 1855. O Presidente da Junta, José Francisco Pereira". Contém a acta da instalação da Junta Administrativa do Celeiro Comum de Mértola. Entre outras decisões contém as seguintes referências: na sessão de 15-11-1855 (f. 6) referem-se ao mau estado de conservação dos livros mais antigos da Junta Administrativa do Celeiro, pelo que decidem mandar fazer um arquivo; Ofício do Governo Civil para que assim que termine o arrendamento do celeiro à câmara, o Celeiro Comum entregue à Câmara a casa utilizada pelo mesmo para abertura da escola primária, f. 6v (sessão de 10-12-1855).
Na primeira folha consta o termo de abertura no qual se lê: "Há de servir este livro para nele se lançarem os termos de fianças da Câmara desta vila. Vai por mim rubricado com o meu apelido Sarmento de que uso e leva no fim encerramento. Mértola, 20 de Julho de 1830. O juiz de Fora, António Sarmento de Saavedra Teixeira". Contém os termos de obrigação nos quais se apresentam os responsáveis por substituir as obrigações e danos causados a terceiros daqueles que não as cumprirem. Apresenta 4 folhas cortadas junto à lombada no início do livro.
A capa em pergaminho tem inscrito o termo "Fianças" e o ano "1829" (?). Não apresenta termo de abertura nem de encerramento. Estão registados os termos de fiança em que um fiador se compromete a assumir dívidas de outrem à Câmara Municipal de Mértola, em casos de incumprimento de pagamentos devidos por venda de produtos, exercício de atividades profissionais, dívidas, reparação de prejuízos, perdas e danos provocados em bens alheios ou públicos. A partir da f. 81 as folhas não estão numeradas nem rubricadas.
A capa em pergaminho tem inscrito o título "Fianças" e na primeira folha consta o termo de abertura no qual se lê: "Há de servir este livro para se lançarem os termos das fianças que se devem nesta Câmara. Vai por mim numerado e rubricado com a rubrica [...?] de que uso e leva no fim termo de encerramento. Mértola, 1 de janeiro de 1818, José de Abreu Carneiro".
Na capa consta uma etiqueta com a indicação do ano 1844 e o termo "Fianças". Na primeira folha encontra-se o termo de abertura no qual se lê: "Este livro há de servir para nele se lançarem as fianças prestadas nesta Câmara. Vai por mim numerado e rubricado com a minha rubrica Lampreia de que uso e leva no fim termo. Mértola, 1º de janeiro de 1844. O Presidente da Câmara, Francisco Lampreia Vargas". O livro encontra-se escrito em duas colunas até à f. 65 e a partir daí sem formatação. A maioria dos registo diz respeito ao ofício de tecedeira e também de moleiros. Contém certidão do termo de aforamento feito a José Guerreiro de terreno onde se encontrava uma estalagem.
Na capa tem inscrito "Suplemento a fianças 1843". Não apresenta termo de abertura nem de encerramento. O livro terá sido destinado a outro efeito estando numerado e rubricado no sentido inverso. Apresenta igualmente numeração correta das folhas. A maior parte dos registo de fianças dizem respeito a eventuais prejuízos causados pelo fogo, contendo também fianças sobre o ofício de tecedeiras e fiadeiras. Texto em duas colunas. Contém folha avulso com licença para acender fogos.
Na primeira folha consta o termo de abertura no qual se lê o seguinte: "Há de servir este livro para nele se lançarem as fianças da Câmara. Vai por mim numerado e rubricado com o meu apelido Sarmento de que uso e leva termo de encerramento. Mértola, 23 de julho de 1830. O juiz de Fora, António Sarmento de Saavedra Teixeira". Na capa em pergaminho tem inscrito "Fianças da Câmara 1830 Mértola" e na lombada "Fianças 1831". O termo de abertura data de 1830, mas os registos têm início a 25 de julho de 1831.
Na capa tem inscrito "1837 Fianças". O livro não apresenta termo de abertura nem de encerramento e foi numerado e rubricado no sentido inverso, para além da numeração correta das folhas (embora, esta numeração não apresente rubrica). Contém o registo das fianças responsabilizando os fiadores por prejuízos e danos provocados a terceiros. Registos em duas colunas. Contém uma folha avulso com esclarecimentos sobre instruções regulamentares do imposto do selo (carta de lei de 7 de abril 1838).
Livro que contém os registos de saída e entrada de trigo do Celeiro Comum. Contém termo de abertura e encerramento. O termo de encerramento não é totalmente legível devido ao mau estado de conservação da folha. Os registos encontram-se organizados por freguesia, apresentado-se do lado esquerdo do livro, no verso das folhas, os registos de saída e, do lado direito, os registos de entrada. Contém folhas em branco de número variável entre cada registo de freguesia. Na folha 345 consta a folha dos ordenados dos oficiais e empregados na arrecadação do Celeiro Comum. No verso da mesma folha consta o auto de contas da receita e despesa.
Livro em mau estado de conservação. A capa do livro e termo de abertura encontram-se deteriorados, não sendo possível ler na íntegra a informação. O livro serve para registo de entrada e saída de trigo do Celeiro Comum e encontra-se organizado por freguesia, apresentando-se do lado esquerdo do livro (verso das folhas) o registo de saída e no lado direito a respectiva entrada de trigo (referindo-se o devido acréscimo a que estava sujeita a entrada de cereal).
Livro em mau estado de conservação. O livro apresenta termo de abertura e de encerramento no qual se lê, no termo de abertura, que o livro servirá para o registo de saída e de entrada e data de 18 de Agosto de 1812. Os registos encontram-se organizados por freguesia, apresentando-se do lado esquerdo do livro (verso das folhas) o registo de saída e do lado direito a respetiva entrada de trigo (referindo-se o devido acréscimo a que estava sujeita a entrada de cereal). Na f. 311 consta a folha dos ordenados dos oficiais e pessoas empregadas no Celeiro Comum relativos ao ano de 1811 e no verso da mesma folha consta o auto de contas da receita e despesa de trigo.
Contém o registo de entrada e saída de trigo do Celeiro Comum, conforme consta na inscrição na capa e no termo de abertura efetuado por Miguel José de Figueiredo […?] no dia 19 de Agosto de 1807. Na f. 237 consta o auto de contas e na f. 238 os ordenados dos oficiais afetos ao Celeiro Comum.
Livro em mau estado de conservação que apresenta a capa anterior rasgada e solta na qual está inscrito o título do livro. Na primeira folha consta o termo de abertura no qual se lê: "Há de servir este livro para nele se lavrarem os termos de saída e entrada do centeio do Celeiro Comum desta vila. Vai numerado e rubricado por mim com o apelido [...?] de que uso. No fim leva encerramento. Mértola, 4 de outubro de 1806, José Bernardo Henrique de [...?]".
Livro que contém os registos de saída e entrada de centeio no Celeiro Comum. Contém auto de revisão na f. 97 referindo-se a falta de zelo por parte do escrivão no registo das saídas e entradas do cereal e o erro nas contas. Na f. 98 consta o auto de revisão das contas.
A capa em pergaminho tem inscrito "Licenças 1782". Na primeira folha consta o termo de abertura no qual se lê: "Este livro há de servir para registo das licenças que se passarem pela Câmara. Vai numerado e por mim rubricado e no fim termo de encerramento. Mértola, 17 de setembro de 1781". Contém o registo de licenças para a realização de ofícios como moleiro, padeiro, forneiro, alfaiate ou vendedor de géneros, entre outros, e licenças para transporte e venda de géneros noutros locais, indicando nalguns casos o prazo da licença.
Na capa em pergaminho está inscrito "Registos das licenças da Câmara". Na primeira folha consta o termo de abertura no qual se lê o seguinte: "Serve este livro para registar as licenças da Câmara. Vai por mim numerado e rubricado com o apelido […] de que uso; e leva no fim termo de encerramento. Mértola, 12 de junho de 1815. José de Abreu Carneiro e Vasconcelos". Contém o registo das licenças para o exercício de ofícios e atividades económicas relacionadas com a venda ou embarcação e exportação géneros alimentícios, entre outras.
Livro que contém os registos de saída e entrada de centeio do Celeiro Comum. Contém termo de abertura e encerramento. Os registos encontram-se organizados por freguesia, apresentado-se do lado esquerdo do livro, no verso das folhas, os registos de saída e, do lado direito, os registos de entrada. Contém folhas em branco de número variável entre os registos das diferentes freguesias. Na folha 204 consta o auto de contas de entrada e saída de centeio do Celeiro Comum realizado pelo Juiz de Fora e do Celeiro Comum José de Abreu Carneiro Vasconcelos. No verso da f. 205 consta o termo de revisão da receita e despesa e no verso da folha 213 o consta o auto de revisão.
Livro que contém os registos de saída e entrada de trigo no Celeiro Comum. Contém termo de abertura e encerramento. Os registos encontram-se organizados por freguesia, apresentado-se do lado esquerdo do livro, no verso das folhas, os registos de saída e, do lado direito, os registos de entrada. Contém folhas em branco de número variável entre os registos das diferentes freguesias. No verso da folha 334 contém mapa com índice das freguesias e totais de alqueires de trigo por freguesia. Na f. 335 consta o auto de contas da receita e despesa. Na f. 340 regista o auto de contas dos trigos, centeio e dinheiro do Celeiro.
No termo de abertura pode ler-se o seguinte: "Há-de servir este livro para as saídas de trigo do Celeiro Comum em 1821 e entradas em 1822. Mértola, 2 de setembro de 1821. [...?] Joaquim José Afonso". Os registos encontram-se organizados por freguesia, apresentando-se do lado esquerdo do livro, no verso da folhas, os registos de saída e, do lado direito, os registos de entrada. Contém folhas em branco de número variável entre os registos da diferentes freguesias. Na folha 439 consta o "Mapa de todo o trigo saído do Celeiro Comum, prestado aos lavradores deste termo pertencente ao ano de 1820" e no verso da mesma folha consta o "Auto de remedição de todo o trigo que sobrou no Celeiro Comum". Na f. 444 consta o auto de receita e despesa do dinheiro. Na f. 446 encontra-se a folha dos ordenados e na f. 447 o auto de revisão.
No termo de abertura lê-se o seguinte: "Há-de servir este livro para os termos de saídas do centeio do Celeiro Comum em 1821 e entradas em 1822. Mértola, 2 de Setembro de 1821. O Juiz Joaquim José Afonso". Os registos encontram-se organizados por freguesia, apresentando-se do lado esquerdo do livro, no verso da folhas, os registos de saída e, do lado direito, os registos de entrada. Contém folhas em branco de número variável entre os registos da diferentes freguesias. Contém: "Mapa de todo o centeio saído..." (f. 245v); Auto de contas (f. 246); Termo de revisão de contas (f. 247).
No termo de abertura pode ler-se o seguinte: "Há-de servir este livro para as entradas e saídas do trigo pertencente ao Celeiro Comum desta vila na conformidade do respectivo Regimento, Cap. 10º. Vai por mim numerado e rubricado com o apelido [Assis] de que uso. Mértola, 12 de Outubro de [1826]. José Francisco de Assis e Andrade". Os registos encontram-se organizados por freguesia, apresentando-se do lado esquerdo do livro, no verso da folhas, os registos de saída e, do lado direito, os registos de entrada. Contém folhas em branco de número variável entre os registos da diferentes freguesias. Livro em mau estado de conservação, com folhas deterioradas, rasgadas, coladas e fragilizadas na parte lateral exterior ao meio. Contém índice no final do livro. Contém também "Mapa de todo o trigo que saiu..." (f. 410v); "Termo de depósito" (f. 411v); "Auto de contas" (f. 413).
No termo de abertura pode ler-se o seguinte: "Há-de servir este livro para as saídas do trigo respectivo ao Celeiro Comum no ano corrente de 1827 e para as entradas do mesmo género no ano de 1828 na conformidade do Cap. 10º do competente Regimento. Vai por mim numerado e rubricado com o apelido - Assis - de que uso. Mértola, 16 de Setembro de 1827. José Francisco de Assis e Andrade". Os registos de entrada são registados no livro respectivo, referindo-se apenas, neste livro, a folha em que constam. As folhas estão numeradas até à f. 400, embora estejam em falta as f. 378-398. Contém Auto de contas (f. 358); Auto de contas do rendimento e despesas do Celeiro Comum dos anos 1825, 1826 e 1827; Auto de correição com respectivas determinações (orientações a seguir nos seguintes livros de registo de entrada e saída de cereais), f. 361. Contém índice no final do livro.
Livro que serve para o registo de entrada e saída de trigo do Celeiro Comum no ano de 1828. Contém índice na f. 2v. Em falta da f. 483 à 513. Na primeira folha, abaixo de termo de abertura, no termo de correição, refere-se que o auto de contas consta na f. 499 (em falta).
Livro que serve para o registo de entrada e saída de trigo do Celeiro Comum no ano de 1830. Os registos encontram-se organizados por freguesia, apresentando-se do lado esquerdo do livro, no verso da folhas, os registos de saída e, do lado direito, os registos de entrada. Contém folhas em branco de número variável entre os registos da diferentes freguesias. O livro tem início na f. 8, estando as primeiras folhas rasgadas. Tem termo de encerramento. As f. 151 e 157 estão em falta e as f. 158 - 161 estão em mau estado de conservação, rasgadas, fragilizadas, impedindo a leitura da maior parte do texto. Contém: "Folhas dos ordenados [...] no ano de 1829" (f. 465); "Auto de contas [...] de receita e despesa [...] de 1829" (f. 465v); "Auto de contas [...] do rendimento e despesa [...] de 1829" (f. 468); "Auto de contas [...] no ano de 1829 para 1830" (f. 470v); "Auto de contas[...] do rendimento e despesa [...] de 1830" (f. 473).
No termo de abertura pode ler-se o seguinte: "Há de servir este livro para as entradas do centeio no ano de 1828 e para as saídas do mesmo género no ano de 1827 na conformidade do Regimento do Celeiro Comum, Cap. 10º. Vai por mim numerado e rubricado com o apelido - Assis - de que uso. Mértola, 18 de Setembro de 1827. José Francisco de Assis e Andrade". Livro numerado até à f. 250, embora estejam em falta as f. 200-201, 208-217 e 228-246. Contém uma f. avulso com soma do centeio saído. O auto de contas consta na f. 206 e o índice no v. da f. 249.
No termo de abertura lê-se o seguinte:"Há-de servir este livro para nele se lançarem as saídas de trigo do Celeiro Comum desta vila, no corrente ano e entradas no seguinte próximo. Vai numerado e por mim rubricado com o meu apelido - Sarmento - de que uso, e leva encerramento. Mértola, 20 de Julho de 1832. Juiz de Fora e Celeiro Comum, António Sarmento de Saavedra Teixeira." No verso da mesma folha identificam-se os oficiais do Celeiro. Contém índice das freguesias na f. 2. Os registos encontram-se organizados por freguesia, apresentando-se do lado esquerdo do livro, no verso da folhas, os registos de saída e, do lado direito, os registos de entrada. Contém: "Auto de arrombamento do Celeiro Comum" (refere-se ao roubo de trigo e centeio no dia 9 de maio de 1834 pelas tropas espanholas, f. 425); "Auto de contas que o Juiz vereador procedeu do ano de 1833 para o ano de 1834", f. 427; Auto de revisão de contas elaborado pela Comissão nomeada pela Câmara Municipal.
No termo de abertura lê-se o seguinte: "Há-de servir este livro para se lançarem os termos de entradas e saída do trigo do Celeiro Comum desta vila pertencente ao ano de mil oitocentos trinta e cinco, para mil oitocentos trinta seis; Vai numerado e rubricado com o apelido - Lampreia - de que uso. Leva no fim termo de encerramento. Mértola, 28 de Agosto de 1835. Francisco Lampreia Vargas". Contém índice das freguesias na f. 2. Os registos encontram-se organizados por freguesia, apresentando-se do lado esquerdo do livro, no verso da folhas, os registos de saída e, do lado direito, os registos de entrada. Contém folhas em branco de número variável entre os registos da diferentes freguesias.
No termo de abertura lê-se o seguinte: "Há-de servir este livro para se lançarem os termos de entrada e saída do centeio do Celeiro Comum desta vila do presente ano de mil oitocentos trinta e cinco para o de mil oitocentos trinta seis. Vai numerado, rubricado por mim com a rubrica - Lampreia - de que uso e leva no fim termo de encerramento. Mértola, 28 de Agosto de 1835. Francisco Lampreia Vargas". Os registos encontram-se organizados por freguesia, apresentando-se do lado esquerdo do livro, no verso da folhas, os registos de saída e, do lado direito, os registos de entrada. Contém folhas em branco de número variável entre os registos da diferentes freguesias.