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Maço composto por documentos comprovativos de receita e despesa.
Vista parcial do arruamento central do Bairro Dr. Oliveira Salazar, junto ao Bairro da Salúquia.
Vista parcial do arruamento central do Bairro Dr. Oliveira Salazar.
Vista parcial do arruamento central do Bairro Dr. Oliveira Salazar, junto ao Bairro da Salúquia.
Conjunto de documentação recebida e expedida pelo Cine-Clube de Moura, que foi encadernado na Biblioteca Municipal de Moura por Teresa Caçador.
Inclui duas fotografias e a inscrição de Fragoso de Lima no Consulado Português em Barcelona.
Inclui correspondência gerada no decorrer do desempenho de diversos cargos públicos por Fragoso de Lima, bem com de correspondência trocada com Guida Cinatti Keil.
Inclui alguns ofícios recebidos expedidos por Fragoso de Lima, no âmbito do desempenho de cargos públicos, como o de Diretor da Escola Industrial e Comercial de Moura ou o de Diretor da Biblioteca e Museu Municipal.
Demolição de uma casa no cruzamento da Rua Miguel Bombarda com a Rua dos Ourives.
Trata-se de uma certidão que inclui o treslado do testamento original, datado de 1612.
Imagem da Praça Gago Coutinho com o Hotel de Moura ao fundo e vista parcial do Jardim vulgarmente conhecido por "Jardim dos mal encarados", assim popularmente denominado devido à fraca iluminação ali existente que conferia a quem por lá passava uma cor amarelada.
Rua 5 de Outubro, terreno onde foi construído o edifício para ampliação das instalações dos CTT, cujas obras de ampliação e remodelação datam de 1978.
Imagem do Largo de Santa Clara com o antigo Dispensário Anti Tuberculose em primeiro plano.
Vista geral do Largo de São Francisco com a silhueta do Castelo de Moura ao fundo da imagem.
Construção da estrutura para colocação do Relógio no cimo da entrada principal do Mercado Municipal de Moura. A queda de um dos mostradores do relógio durante um vendaval deu inicio à discussão sobre a mudança do local do Relógio, questão que já se arrastava desde o inicio dos anos 80 devido ao facto da torre já não oferecer as condições necessárias de segurança. A escolha do novo local recaiu sobre a fachada principal do Mercado Municipal de Moura, sob projecto do GAT (Gabinete de Apoio Técnico) foi adquirido o relógio em 1983. Em Maio de 1984, depois de desmantelada a máquina do relógio da Torre e levada para o Museu, foi aprovada a colocação do novo Relógio no Edifício do Mercado, sendo colocado em Agosto e entrando em funcionamento no mês seguinte. Apelidado pela população como «O Bem Amado», representou na altura uma nota de modernidade citadina para a Praça Sacadura Cabral. Nota ao campo Âmbito e conteúdo: Âmbito e conteúdo elaborados por José Francisco Finha (CMMRA).
Foto de um grupo de jovens nos arredores de Moura, num penedo junto ao ribeiro de Brenhas. Autor - António Franco.
Foto de turma, provavelmente da turma do curso de Ciências Históricas e Filosóficas da Faculdade de Letras de Lisboa, da qual fez parte José Fragoso de Lima.
Maço composto por documentos comprovativos de receita e despesa. Inclui um Relatório da Gerência relativo ao ano de 1971.
J. Almeida fotógrafo sediado em Lisboa com morada na Rua D. João V, nº 7a.
Taberna Aranha, assim se passou a denominar depois de Francisco Limpo Gomes tomar a seu cargo a exploração do espaço em finais da década de 70. Situada na antiga Rua da Verga (atual Rua Martinho Mariano Ganhão), a exploração deste espaço enquanto taberna e adega é anterior à década de 30.
Carro da Comissão Municipal de Turismo transportando um grupo de raparigas trajadas de ceifeiras.
Contém essencialmente documentação relacionada com a gestão do património imobiliário que a Família detinha sob a forma de Morgados, nomeadamente os Morgados de Moura (9 livros – 1458/1825), o de Serpa (2 livros – 1530/1858), o de Beja (1 livro – 1567/1774), o de Faro (2 livros – 1654/1781) e o de Lisboa (1 livro – 1580/1871). De destacar ainda um livro de testamentos (1493/1799). Fazem ainda parte deste conjunto documental mais de três centenas de documentos avulsos, também eles na sua maioria relacionados direta ou indiretamente com a gestão do património familiar.
Inclui documentos que se encontravam dentro de uma capa com o título "Livro nº 3 de Faro", mas que não pertenciam ao Morgado de Faro.
Publicação de Fragoso de Lima enquanto leitor de Português da Universidade de Barcelona. Publicado como separata do Jornal "A Planície, nº 248, de 8 de setembro, nº 249, de 15 de setembro, nº 250, de 1 de outubro, nº 251, de 15 de outubro e nº 252, de 1 de novembro de 1963.
As associações de classe começaram a surgir em Portugal a partir da segunda metade do século XIX, mas somente em 1891 viriam a sua situação regularizada, através do decreto de António Cândido, publicado a 9 de maio do referido ano. Decretava-se então que as associações de classe seriam sociedades compostas por mais de 20 indivíduos, que exercessem a mesma profissão. Os seus fins passavam essencialmente pelo estudo e defesa dos interesses económicos, industriais, comerciais e agrícolas. Seria no seguimento deste movimento associativo, que proliferou primeiro em meio urbano, com a fundação de inúmeras associações operárias, que viria a ser fundada a Associação de Classe dos Trabalhadores Rurais de Moura, a 6 de abril de 1911. No mesmo ano é fundada a sua congénere de Vendas Novas e nos anos que se seguiram surgem dezenas de associações de trabalhadores rurais um pouco por todo o Alentejo. Os estatutos seriam aprovados em despacho datado de 18 de maio de 1911 e assinados por Joaquim Theophilo Braga e Manuel de Brito Camacho. Em novembro de 1911 em Assembleia Geral, a Direção é autorizada a arrendar por 54000 réis um prédio na rua Longa, para instalação da Cooperativa de Consumo, onde decorriam igualmente as reuniões dos corpos sociais da associação. Em 19 de Novembro de 1919, já com a cooperativa de consumo encerrada e com a verba proveniente da liquidação da mesma, é adquirida uma casa para sede, situada na rua do Segundo Arco do Castelo. Provavelmente as instalações não seriam as melhores, pois a 27 de março de 1933, pede-se ao Administrador do Concelho que interceda junto do Governo para que este disponibilize um subsídio para aquisição de nova sede. Pedido que provavelmente foi aceite, pois existem referências a uma outra sede situada na Praça Sacadura Cabral. A associação desenvolveu a sua ação através da fundação da já referida cooperativa de consumo, que funcionou entre 1912 e 1917, mas também de uma escola para associados e filhos, de que chegaram até nós apenas registos de atividade referentes aos anos de 1912 e 1913. Realce também para a fundação de uma caixa de socorros, destinada a auxiliar aqueles que por motivo de doença estivessem impedidos de ir trabalhar. A associação para além destes fins mutualistas, manteve alguma atividade cultural e recreativa. Assim, os sócios ao frequentarem a sede da associação dispunham de diversos jogos como cartas, loto, glória, etc. O associado podia ainda ler o Século, ou assistir a uma peça de teatro, pois embora desconhecendo-se a frequência com que se realizavam estes espetáculos, existem alusões à realização de teatros, assim como de concertos musicais. Com as eleições para os primeiros corpos gerentes da Casa do Povo de Moura, em 16 de janeiro de 1936, extinguir-se-ia a Associação de Trabalhadores Rurais de Moura, que embora com alguma atividade registada no ano de 1937, viria a sua missão terminada com a entrada em atividade da nova instituição. História Administrativa elaborada por Octávio Patrício com base na análise da documentação que constitui o Fundo e das seguintes publicações: - CABRAL, Manuel Villaverde – O Operariado nas Vésperas da República, Editorial Presença. Lisboa, 1977; - Associações de Classe, in História de Portugal (1890-1910), Dir. Joaquim Veríssimo Serrão, Vol. X, A queda da Monarquia, Editorial Verbo, Lisboa, 1988, p. 412 a 414.; - VALENTE, Vasco Pulido – O poder e o Povo: A Revolução de 1910, 3ª ed. Círculo de Leitores, Lisboa, 1999, 295p. Fontes Impressas: - Decreto que regula a existência de Associações de Classe, in Diário do Governo, nº 106, de 9 de maio de 1891; - Lei que institui o direito de Associação, in Diário do Governo, nº 43, de 14 de fevereiro de 1907; - Decreto nº 10414, in Diário do Governo nº 287, de 17 de dezembro de 1924; - Livro de Estatutos da Associação de Classe dos Trabalhadores Rurais de Moura.
Artigo da autoria do Professor Doutor José Leite de Vasconcelos publicado no Jornal de Moura nº 618, de 8 de setembro de 1939. O Artigo descreve as antas da Herdade da Negrita, na freguesia de Santo Aleixo da Restauração, concelho de Moura.
Publicação de Fragoso de Lima enquanto leitor de Português da Universidade de Barcelona. Inclui uma dedicatória do autor a João Francisco da Mouca, amigo e bibliotecário na Biblioteca Municipal de Moura.
Vários meninos na primeira comunhão, na escola da Herdade dos Machados
Artigo da autoria de Villanova de Vasconcellos, publicado no Jornal de Moura, nº 340, de 1 de fevereiro de 1931, p. 1. Inclui uma cópia da fotografia das joias do Álamo, reproduzida com o artigo.
Recorte de parte de um artigo publicado no Jornal de Moura, nº 608, de 24 de junho de 1939, intitulado: A reintegração da igreja de São João de Moura. Trata-se apenas da parte final do artigo referente à inscrição tumular de Cristóvão de Almeida existente naquela igreja e de uma errata a corrigir o mesmo, publicada no número seguinte do jornal, nº 609, de 1 de julho de 1939.
Cópia datilografada do documento descrito no registo imediatamente anterior a este da presente série (ui0002).
Contém para além da receita e despesa da capela, um auto de exame aos livros da capela e um termo de declaração da tomada das contas de 1838 a 1856.
Trabalho original, manuscrito, realizado por Fragoso de Lima enquanto Bolseiro do Instituto para a Alta Cultura. Trata-se de um trabalho baseado na Dissertação de Licenciatura apresentada por Fragoso de Lima em junho de 1942 à Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, complementado com informação recolhida no Concelho de Moura enquanto Bolseiro do Instituto para a Alta Cultura, durante a segunda metade do ano de 1942 e em 1943.
Trabalho original, manuscrito, realizado por Fragoso de Lima enquanto Bolseiro do Instituto para a Alta Cultura.
Separata do Jornal de Moura, nº 1751, de 1 de Maio de 1969. Publicação que reproduz o discurso do Dr. Francisco de Barros no acto que conferiu posse do cargo de diretor da Escola Industrial e Comercial de Moura ao Dr. José Fragoso de Lima. No prólogo inclui dados bio-bibliográficos sobre o Dr. Francisco de Barros, redigidos pelo Diretor do Jornal de Moura, Sr. José Godinho Cunha.
Inclui essencialmente correspondência e fotografias.
José Fragoso de Lima nasceu em Moura a 23 de Junho de 1916. Filho de João Fragoso de Lima e de Bárbara Paias. Frequentou os Liceus de Beja e de Lagos e em seguida a Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, licenciando-se em 1942, em Ciências Histórico- Filosóficas. Apresentou na referida Faculdade a sua dissertação de licenciatura intitulada Monografia Arqueológica do Concelho de Moura. Foi laureado na cadeira de Arqueologia, regida pelo Professor Manuel Heleno. Ainda na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa obteve os cursos complementares de Árabe e Ciências Pedagógicas. Entre novembro de 1942 e dezembro de 1944 foi bolseiro do Instituto para a Alta Cultura e na mesma altura é nomeado vogal concelhio da Junta Nacional de Educação de Moura. Iniciou a sua carreira docente no Liceu Pedro Nunes (Lisboa), onde realizou estágio pedagógico em 1945 e 1946. Ainda em 1946 foi nomeado Professor Agregado e colocado no liceu de Beja. Em 1948 e ainda no liceu de Beja é nomeado Professor Auxiliar. Em 1951 passa a ser Professor Auxiliar do Liceu Passos Manuel (Lisboa) e daí transita como professor efetivo para o Liceu de Ponta Delgada. Em 1953 regressa ao continente para ocupar o lugar de Professor Efetivo no Liceu Alexandre Herculano, no Porto. Em Setembro de 1953 é nomeado Leitor de Português na Universidade de Santiago de Compostela pelo Instituto de Alta Cultura. Em 1955, é transferido após concurso para o lugar de professor efetivo do Liceu Camões, em Lisboa. Em 1957 o Instituto de Alta Cultura nomeia-o em comissão de serviço para o Leitorado Português da Universidade de Barcelona, onde permaneceu até ao final do ano letivo de 1967-68. Em 1968 regressou ao Liceu Camões, mas no mesmo ano é nomeado Diretor da Escola Industrial e Comercial de Moura cargo em que permaneceu até ao final do ano letivo de 1973/74. Trabalhou em seguida na Biblioteca da Direção Geral do Ensino Secundário. Em 1977 concorreu a professor efetivo do Liceu de Évora ficando colocado em 1º lugar. Aposentou-se em 1985. Paralelamente à sua longa carreira como docente desenvolveu um extenso e valioso trabalho de investigação arqueológica e de direção de instituições e de eventos culturais de que destacamos: - Diretor da Biblioteca e Museu de Moura de 30 de julho de 1973 até janeiro de 1975, cargo que ocuparia novamente após fevereiro de 1980. - Dirigiu os primeiros cinco salões de Educação Estética da Mocidade Portuguesa, em Beja - Organizou a 2ª Exposição Internacional de Ex-libris em Portugal - I Exposição de Ex-libris Alentejana, em Beja – 1951 - Responsável pela homenagem a Almeida Garrett, na Universidade de Santiago de Compostela; - Responsável pela organização de várias semanas da Cultura Portuguesa, em Barcelona - Participou em trabalhos arqueológico em Espanha (Mérida, Lugo, Tarragona, Ampúrias), norte de África e em Itália (Pompeia e Herculano) - Deu a conhecer uma série de Castros na região de Moura, com destaque para os Castros da Azougada e o dos Ratinhos, entre outros. - Publicou artigos em periódicos como: «Jornal de Lagos»; «Labareda»; «Diário do Alentejo»; «Eco dos Estudantes»; «A Província»; «Jornal de Moura»; «Notícias de Beja»; «Aguarelas Portuguesas», etc. -A qualidade e a relevância dos artigos publicados por F. Lima no Jornal de Moura levaram mesmo à sua edição em livro por parte da Câmara Municipal de Moura, que já havia editado também a sua tese de licenciatura: Monografia Arqueológica do Concelho de Moura. - Publicou igualmente na revista «O Arqueólogo Português» e em diversa imprensa espanhola, como: «La Noche», «El Correo Gallego»; «La Vanguardia Espanñola»; «Correo Catalán»; «Diário de Barcelona»; «La Prensa»; «Solidaridad Nacional»; «Tele Express»; «El Noticiero Universal». - Também aquando da sua permanência nos Açores no seguimento da sua colocação como professor efetivo no Liceu de Ponta Delgada, publicou vários artigos na imprensa daquele arquipélago, em jornais como a «A Ilha»; «Diário dos Açores»; «Correio dos Açores»; «Revista Insulana», etc. - Realizou inúmeras conferências em Portugal e em Espanha, que tiveram amplo destaque na imprensa. Fragoso de Lima faleceu a 21 de julho de 1986, com 70 anos de idade. História biográfica elaborada por Octávio Patrício (CMMRA), com recurso à documentação do fundo e às seguintes publicações: Lima, José Fragoso de – Monografia Arqueológica do Concelho de Moura, 2ª ed., Câmara Municipal de Moura, Moura, 1999 Lima, José Fragoso de – Elementos Históricos e Arqueológicos do Concelho de Moura, 2ª ed., Câmara Municipal de Moura, Moura, 2003.
Um programa proveniente do Cine-Clube Imagem. Contém fichas técnicas e comentários aos filmes, assim como noticiário da área do cinema e informações gerais aos sócios. Inclui ainda um calendário de actividades.
Um programa do Cine-Clube de Santarém. Contém um artigo sobre cinema, vocabulário cinematográfico e o calendário de sessões a realizar.
Cópia datilografada de artigo publicado originalmente no Jornal de Moura, nº 522 de 7 de setembro de 1935. A cópia encontra-se incompleta.
Imagem Parcial da Aldeia da Estrela.
Separata do Jornal de Moura, que junta vários artigos da autoria de José Fragoso de Lima, publicados no referido jornal, nos nº 912 a 915, do ano de 1946. Edição da Comissão Municipal de Turismo de Moura.
Original, manuscrito, da autoria de Fragoso de Lima enquanto Bolseiro do Instituto para a Alta Cultura.
Original, manuscrito, da autoria de Fragoso de Lima enquanto Bolseiro do Instituto para a Alta Cultura.
Cópia manuscrita, extraída do original da autoria de Fragoso de Lima enquanto Bolseiro do Instituto para a Alta Cultura e descrito no registo imediatamente anterior a este (ui0005) na presente série documental.
Artigo da autoria de José Fragoso de Lima publicado na revista "Las Ciências", de Madrid, ano XV, nº 3.
Imagem de duas habitações do Bairro Dr. Oliveira Salazar, atualmente Bairro 25 de Abril.
Relação de bens que inclui imóveis e vários foros situados no Algarve, provavelmente terão pertencido ao Cardeal Pereira de Lacerda, pois o mesmo é referido no documento.
Manuscrito, composto por três documentos distintos sobre o mesmo tema (lutas entre Liberais e Miguelistas), que deram origem a um artigo publicado originalmente por José Fragoso de Lima nos números 768 a 771 do Jornal de Moura. Para além dos manuscritos originais inclui ainda uma outra cópia também ela manuscrita, mais recente e não datada.
Escola Primária do Fojo, colocação de vedação
Construção das oficinas da Escola Industrial e Comercial de Moura.
Documento que pertence ao Título nº 25, do livro 3º do Morgado de Faro.
Documento que, tal como o anterior (ds000009), pertence ao Título nº 12, do livro 3º do Morgado de Faro.
Artigo da autoria do Dr. José Fragoso de Lima publicado no Jornal de Moura nº 768, de 7 de novembro de 1942, nº 770, de 21 de novembro de 1942, nº 771, de 28 de novembro de 1942 e nº 772, de 5 de dezembro de 1942. O artigo relata a opressão espanhola no concelho de Moura durante o quarto decénio do século XIX e a resistência e oposição a essa opressão por parte de Domingos da Rosa Limpo, agricultor residente em Montalvo.
Inclui um índice do livro e um maço de contas e correspondência que se encontrava no interior do livro.
Trata-se de cópia um artigo de Fragoso de Lima publicado na Revista "O Arqueólogo Português", II Série, vol. 1, p.171 a p. 211, datado de 1951.
Artigo publicado no Jornal de Moura nº 1140, de 14 de fevereiro de 1953. O artigo refere a ida do Dr. Fragoso de Lima para os Açores, afim de tomar posse como professor efetivo. O mesmo artigo descreve ainda uma homenagem que um grupo de amigos lhe organizou em Beja, cidade onde desempenhou funções.
Artigo da autoria do Dr. José Fragoso de Lima publicado no Jornal de Moura nº 893, de 24 de março de 1945. O artigo descreve o traçado que teria a estrada romana que ligava Moura a Serpa bem como as principais estações romanas existentes na referida via.
Imagens produzidas ao serviço da Câmara Municipal de Moura, sobre algumas tabernas da Cidade de Moura, infelizmente de todas as tabernas existentes em Moura apenas estas, datadas de 1989 chegaram ao espolio do Município, nelas podemos observar ainda estes espaços típicos enquanto locais de convívio quotidiano, e que vingaram até aos anos 90. Durante muitos anos a passagem pelas tabernas interpunha-se entre o emprego e a residência, entre os amigos e a família quase como obrigação, constituindo um espaço mediador entre o tempo de trabalho árduo e o tempo de lazer. As tabernas eram o local de eleição dos rapazes das sortes, em 1932 queixava-se o chefe da estação dos correios que as cantorias dos rapazes das sortes nas tabernas durante o dia impedia o correto desempenho das suas funções, pois só junto ao posto dos correios, numa distância que em circulo não chegava a dez metros havia três tabernas. A partir da segunda metade da década de 60 os pedidos de licenciamento sanitário e de alvarás para abertura de tabernas começou a decair significativamente, mantendo-se em funcionamento grande parte das existentes até então, outras que passaram a ser exploradas por herdeiros solicitaram transferência de alvará para café. Hoje bem poucas tabernas mantiveram as suas características iniciais, a necessidade de assegurar viabilidade económica a estes espaços, associada aos conceitos de modernidade que utilizam espaços ampliados e reaproveitados ditou o desaparecimento das tabernas típicas. Nota ao campo Âmbito e conteúdo: Âmbito e conteúdo elaborados por José Francisco Finha (CMMRA) com recurso às seguintes fontes e bibliografia: AMMRA, Registo de licenças de abertura e funcionamento de Estabelecimentos comerciais, Liv. 1, 1947; AMMRA, Livro de Registo de Alvarás, Livro 3, 19 de Março de 1969 a 22 de Dezembro de 1972, AMMRA Livro de Registo de Alvarás, Livro 4, 22 de Dezembro de 1972 a 27 de Dezembro de 1978; RODRIGUES, José Manuel, Tabernas - Percursos na memória do Concelho de Grândola, Câmara Municipal de Grândola, 1998.
Pequena nota que acompanharia duas fotocópias, enviado para destinatário não identificado e fazendo referência a um despacho ministerial também ele desconhecido. O postal está identificado como proveniente da Escola Industrial e Comercial de Moura - Gabinete do Director e assinado por Fragoso de Lima.
Imagem das habitações do Bairro Dr. Oliveira Salazar, atualmente Bairro 25 de Abril, junto à estrada N258 na saída Moura - Vidigueira.
Américo Tomás à entrada da Escola Industrial e Comercial de Moura no meio dos estudantes que o aguardavam à chegada.
Documento que pertence ao Título nº 16, do livro 9º, do Morgado de Moura. Este documento encontrava-se inserido nos documentos avulsos. No entanto e como se encontra identificado como pertencente ao livro 9º do Morgado de Moura, decidimos voltar a colocá-lo no respetivo livro.