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Criada em 1933, a Policia de Vigilância e Defesa do Estado (PVDE), estava dependente diretamente do Ministério do Interior e englobava duas seções: a Secção Politica e Social e a Secção Internacional. À secção Política e Social, como o nome indica cabia a prevenção e repressão de crimes de cariz político e social, enquanto á secção Internacional competia vigiar as fronteiras terrestres e marítimas, através do controlo das saídas dos nacionais, detendo os que tentavam sair sem passaporte e impedindo as entradas dos estrangeiros sem documentos. Cabia igualmente à Secção Internacional da PVDE manter atualizado um cadastro de estrangeiros com residência em Portugal, combater a espionagem, reprimir o comunismo e colaborar com organismos policiais estrangeiros. Poucos anos depois da sua criação a PVDE e em especial a sua Secção Internacional viu a necessidade de controlo das fronteiras intensificar-se pois com o início da Guerra Civil de Espanha em 1936, a que se seguiu quase de imediato a 2ª Guerra Mundial, Portugal viu chegar ao seu território milhares de estrangeiros que fugiam dos horrores da guerra. Portugal devido à sua posição neutral perante o conflito que assolou a Europa e o mundo era então visto como uma porta de saída do continente europeu para outros países, normalmente do continente americano. Salazar via na entrada massiva de estrangeiros uma ameaça não apenas para a economia nacional mas e especialmente uma ameaça para manutenção do regime político vigente. Assim em 1939, são adotadas medidas de controlo de emissão de vistos de entrada no país, condicionando essa emissão a uma autorização do Ministério dos Negócios Estrangeiros. Cabia como vimos à PVDE o controlo da entrada de estrangeiros e a sua permanência em Portugal, fosse ela temporária ou mais definitiva. É neste contexto e no seguimento das competências atribuídas à PVDE, que a 14 de abril de 1941 a Associação de Beneficência e Misericórdia de Moura, instituição responsável pela gestão do Hospital, recebe um ofício da Câmara Municipal de Moura com instruções da PVDE sobre a obrigatoriedade de informarem aquela polícia sobre quaisquer estrangeiro que se encontrasse internado no Hospital gerido por aquela Associação. Afirmava-se no ofício que era intenção da PVDE a intensificação por toda a parte do controle e vigilância dos indivíduos de nacionalidade estrangeira que permanecessem no nosso país. Pedia-se o envio de dados relativos ao nome completo e nacionalidade de qualquer estrangeiro que fosse internado no Hospital. Dois anos volvidos, no dia 25 de abril de 1943, relacionado com a ordem atrás referida, surge-nos um outro documento em que o Chefe do Posto da PVDE – Secção Internacional, do Sobral da Adiça, envia um recibo ao Hospital da Misericórdia a confirmar a receção de uma Súbdita Espanhola. O documento, um pequeno manuscrito simples, informava da receção de Manoela Vivero Marquez, espanhola, que havia estado detida no hospital da Misericórdia de Moura, às ordens daquela policia Ainda teriam de passar exatamente 31 anos sobre a emissão do referido recibo, até que a Revolução ocorrida na madrugada do dia 25 de abril de 1974 fizesse cair o regime ditatorial que vigorou quase 50 anos em Portugal e com ele a PIDE, instituição que sucedera em 1945 à PVDE. Da ação da polícia política no nosso concelho destacamos dois documentos que testemunham o rigoroso controlo sobre os estrangeiros que pisavam o nosso país, muitos deles fugindo da guerra: - O ofício da Câmara com instruções para a identificação de estrangeiros no Hospital da Misericórdia e o Recibo de uma cidadã espanhola emitido pelo Posto da PVDE de Sobral da Adiça. Nota ao campo âmbito e conteúdo: Âmbito e conteúdo elaborado por Octávio Patrício (CMMRA), com recurso à consulta da seguinte documentação: - ABMM/C-A/002/ui0002/cx002 (correspondência recebida)
Cortejo Presidencial na Rua de Santa Justa em direção à Escola Industrial e Comercial de Moura.
A matança do porco, que ocorria geralmente a partir de novembro e até ao final do inverno, de forma a aproveitar-se o tempo fresco propício ao tratamento e conservação da carne, era um pretexto para se reunir a família à qual se juntavam alguns amigos. A matança tradicional era um ritual que integrava diversas fases, desde o matar do porco em cima da banca de madeira aproveitando o sangue, o queimar da pele com os tojos e a raspagem da mesma, por último a lavagem com água enquanto se esfregava com uma superfície áspera, normalmente telha ou tijolo. Em seguida abria-se o porco e eram retiradas as tripas que serviriam para fazer os tradicionais enchidos, bem como as vísceras (cachola, rins, coração, etc.).Por último, e normalmente no dia seguinte, o animal era cortado nas suas mais variadas partes (presunto, carne para enchidos, febras, costeletas, etc.). Entretanto o dia era de festa para todos os que participavam na matança, que entre um naco de carne assada e um copo de bom vinho aproveitavam para colocarem a conversa em dia, contar uma anedota ou mesmo cantar uma moda alentejana. Apesar de todo o entusiasmo que envolvia a matança do porco e da sua carne ser muito apreciada na nossa região, o porco foi desde sempre um animal temido pelas doenças que poderia transmitir ao homem. Essa preocupação é bem evidente desde logo nas primeiras posturas datadas de 1693, onde os vereadores em conjunto com o Procurador do Concelho e Procuradores do Povo «acordarão que toda a pessoa que trouxer pella villa porcos soltos, ou os tiver presos à porta ou em Rossio, pagará pella primeyra vez trezentos réis e pella segunda quatrocentos e vinte e cinco e pella terceyra mil e sincoenta reis de cadea» (Posturas Municipais – 1693) No século XIX era proibido ter em casa ou no quintal mais que dois porcos, excepto na altura das matanças em que não existia limite. Em caso de se estar sob uma situação de epidemia só eram permitidos porcos a mais de 1 Km da vila, “a não ser aquelles gordos que vão em poucas horas ser mortos”. (Posturas Municipais do Concelho de Moura Seguido de Vários Regulamentos – ano de 1862) Esta preocupação com a presença dos porcos junto das habitações e nas ruas da vila estendia-se às aguas de uso público, como se deduz da postura também de 1693 onde se avisa que «…todo o porco que se achar em fonte que esteja junto à serventia do Concelho, ou bebendo ou foçando nela pagará seu dono por cabeça cem réis e chegando a rebanho mil e sincoenta réis…» Apesar de todos os cuidados e preocupações que sempre envolveram a criação de porcos, a tradição da matança do porco atravessou os séculos e persiste ainda hoje, embora em menor escala, em especial nas freguesias rurais do nosso concelho, continuando a ser motivo de convívio para muitos dos habitantes da nossa região. Colocámos em destaque uma fotografia de autoria de Zambrano Gomes, tirada em 1940, que retrata uma matança, na altura com fins industriais, mas que não deixou de ser motivo para o proprietário do estabelecimento reunir familiares e amigos, retratando para a posterioridade o acontecimento. Nota ao campo âmbito e conteúdo: Âmbito e conteúdo elaborado por Octávio Patrício (CMMRA), com recurso à consulta da seguinte documentação: - Posturas da Câmara-1693 (CMMRA/A/003/001/dc00001/cx009) - Código de Posturas Municipais do Concelho de Moura Seguido de Vários Regulamentos - ano de 1862 (CMMRA/A/003/001/dc000004//cx009)
As antigas tabernas eram acima de tudo locais de convívio social, onde os homens se juntavam ao final do dia de trabalho para conversar, cantar à alentejana, petiscar, jogar cartas ou à malha e claro beber vinho a copo retirado muitas vezes diretamente da barrica. Estrategicamente localizadas um pouco por toda a localidade, algumas delas instaladas em edifícios nobres, as tabernas eram locais de convívio como já se disse, mas igualmente de aprendizagem para os mais novos que ali se deslocavam para ouvirem os mais velhos conversarem sobre tudo um pouco. Sendo um local de convívio, e de jogos de cartas e malha como referimos, nem sempre os jogos foram permitidos nas tabernas. Assim, e se recuarmos até 1693, as novas posturas municipais que então entravam em vigor referiam que …«toda a pessoa que for achada jugando em taverna carthas, dados, canícula, covinha ou tijolo, pagará quinhentos e vinte e sinco réis de condemnação e a mesma pena terá o dono da caza que o consentir» (Posturas Municipais -1693). Associado às tabernas e ao consumo de vinho , surge-nos no mesmo livro uma outra postura datada de 20 de janeiro de 1766, a proteger a produção local de vinhos: «…toda a pessoa que introduzir ou vender nesta villa ou em todo o seu termo vinho de fora por tempo de outo meses primeyros do anno será deposto de ter venda tirandoselhe a licença por tempo de hum anno e pagara seis mil réis de cadea de que será a terça parte para o denunciante qualquer que seja» (Posturas Municipais – 1693). As tabernas surgem referenciadas em diversa documentação do Arquivo Municipal, nomeadamente na que se relaciona com o licenciamento de estabelecimentos comerciais. É através desta documentação que sabemos hoje que por exemplo no ano de 1950 existiam 117 tabernas no concelho de Moura, e destas 117 tabernas 44 encontravam-se localizadas na sede de concelho. Também as feiras eram locais privilegiados para a instalação de tabernas improvisadas, por exemplo na feira anual de Setembro de 1951 foram instaladas 66 barracas de venda de vinho e outras bebidas. Em Moura existiam até há pouco tempo várias tabernas típicas, entre as quais as que podemos observar nas fotos: A importância das tabernas na vida social dos mourenses ficou bem expressa em alguns quadros da autoria do pintor Mourense José Nela, que recriou de forma bastante original o ambiente típico de algumas dessas tabernas. Colocamos em destaque dois dos referidos fotolitos de José Nela e duas fotografias datadas de 1989, de autor desconhecido, que testemunham o ambiente de duas típicas tabernas mourenses (taberna Aranha e taberna Ramalhinho) entretanto já encerradas. Âmbito e Conteúdo elaborado por Octávio Patrício (CMMRA), com recurso à consulta da seguinte documentação: - Registo dos Processos e Alvarás nos Termos da Portaria n.º 6065. - Posturas da Câmara-1693 (CMMRA/A/003/001/dc00001/cx009)
Contém no final a seguinte anotação: - Esta sentença só serve de por ela saber-se quais são as fazendas do Algarve que pagam dízimo e que declara os seus nomes e dos possuidores antes que fossem do Cardeal Pereira.
Grupo de amigos num passeio pelo campo junto ao Rio de Brenhas.
Arranjo da zona envolvente do Pavilhão Gimnodesportivo, construção do estacionamento junto à Escola Preparatória.
Fachada principal do Pavilhão Gimnodesportivo na fase final da sua construção.
Em causa estava a posse do Reguengo de Tavira.
Em maio de 1954, após proposta do Secretariado Nacional da Informação, Cultura Popular e Turismo, a Comissão Municipal de Turismo de Moura decidiu avançar com o primeiro concurso de ruas e janelas floridas. Era então presidente da referida Comissão o Sr. Alfredo Raposo Massapina, que acumulava o cargo com o de vereador da Câmara Municipal de Moura. Alfredo Massapina é autorizado a deslocar-se a Vila Viçosa, localidade onde uma iniciativa semelhante já estava implementada, com o objetivo de colher elementos junto da Comissão de Turismo local. A primeira edição do concurso realizar-se-ia no dia 24 de junho do referido ano, e a tradição de embelezar com flores as ruas e janelas de várias artérias da vila prolongar-se-ia até ao ano de 1973. Durante cerca de duas décadas, em que apenas 1969 foi exceção devido a condições climatéricas adversas, várias ruas de Moura viram as suas casas decoradas por flores naturais, em vasos estrategicamente colocados em portas, janelas, varandas e terraços, dando um colorido à localidade, que fez com que ficasse conhecida por “Vila de Moura, a das janelas floridas”. Do júri do 1º concurso faziam parte o já referido presidente da Comissão Municipal de Turismo e o Delegado do Secretariado Nacional de Informação, Cultura Popular e Turismo, Eng.º. Armando Lopes de Almeida Mansos. O regulamento do concurso previa a atribuição de prémios monetários aos oito primeiros classificados e ainda uma placa em bronze oferta do Secretariado Nacional de Informação, Cultura Popular e Turismo, a atribuir à rua melhor ornamentada. Na primeira edição foi galardoada com a medalha do SNI a rua da Bela Vista e em termos individuais o primeiro prémio foi atribuído à D. Carlota Raposo, moradora na rua 1º de Dezembro. O concurso era normalmente complementado por espetáculos musicais que decorriam no jardim público Dr. Santiago. Assim aconteceu em 1961, recorrendo-se a artistas amadores locais e dispensando a contratação de artistas externos devido aos elevados custos. A população aderia com enorme entusiasmo à iniciativa, de tal forma que por exemplo no ano de 1957 estiveram representadas no 4º Concurso de Ruas e Janelas Floridas 13 ruas, num total de 53 edifícios embelezados com flores. A iniciativa surgia normalmente associada à Feira da Primavera que se realizava em meados de Maio e as duas iniciativas atraiam à vila florida um elevado número de visitantes. A própria imprensa nacional deslocava-se todos os anos a Moura, dando destaque às ruas floridas, aos monumentos e à animação que reinava por esta altura no centro histórico de Moura. Após o 25 de abril a iniciativa acabaria por se perder, devido certamente à incerteza que reinou durante os anos que se seguiram à Revolução de Abril, mas também em virtude das Comissões Municipais terem aos poucos perdido a sua atividade. A Comissão Municipal de Turismo, que era a grande impulsionadora da iniciativa, após o 25 de abril de 1974, apenas reuniu esporadicamente em 1975, 1978 e 1980. No entanto, três décadas volvidas depois da última edição, em 2003, a Câmara Municipal decidiu fazer renascer a tradição, ainda que noutros moldes. Para tal iniciou um trabalho de sensibilização dos moradores das ruas antes associadas ao concurso, no sentido de se retomar a tradição. Normalmente durante a comemoração do feriado municipal, a 24 de junho, as principais ruas do centro histórico passaram a receber animação e aos seus moradores o município ofereceu flores para com elas embelezarem as fachadas das suas moradias. Para além deste trabalho de sensibilização foi a Própria Câmara Municipal quem deu o exemplo, colocando vasos de flores nos seus edifícios da Praça Sacadura Cabral (Câmara, Mercado Municipal e Biblioteca). O concurso de ruas e janelas floridas seria mesmo retomado no ano de 2004 em moldes algo semelhantes ao primeiro, que deu origem à iniciativa nos anos 50, mas agora aberto às coletividades. Eram as coletividades que concorriam e não os moradores das ruas. Este trabalho desenvolvido pela Câmara Municipal após 2003, de sensibilização e de retoma da iniciativa que tanto brilho havia tido em meados do século passado, acabou por dar os seus frutos, pois hoje em dia são várias as ruas de Moura que mantém as fachadas das suas casas enfeitadas com flores durante todo o ano, dando-lhe um colorido muito especial que contrasta com a alvura das suas paredes. Os dois documentos colocados agora em destaque estão ambos relacionados diretamente com a iniciativa das ruas e janelas floridas: - O diploma de honra, exemplar não preenchido, trata-se do único exemplar de diplomas que integra a documentação da Comissão Municipal de Turismo. - O Cartaz de divulgação da iniciativa Ruas e Janelas Floridas fez parte de um conjunto de 300 exemplares impressos pela tipografia Arucitana. Encontra-se datado de 4 de maio de 1966 e associa o evento à Feira da Primavera. Integra um poema da autoria de Leonardo Mendonça, que à data era Vereador da Câmara Municipal de Moura e por inerência Presidente da Comissão Municipal de Turismo.
Numa sociedade onde poucas mulheres tinham um trabalho remunerado e a maioria se ocupava das lides domésticas, lavar roupa no rio era um trabalho a que muitas recorriam como forma de aumentar os parcos recursos disponíveis para o sustento do lar. Mas mais que um trabalho, lavar roupa, nos rios e ribeiras, era também um momento em que as mulheres aproveitavam para conviverem entre elas, colocarem as conversas em dia, partilhando os seus problemas e as suas alegrias. Era no fundo um espaço de socialização, com a particularidade de estar apenas aberto ao público feminino. Aos homens era proibido pelas Posturas Municipais aproximarem-se dos locais onde as mulheres lavavam a roupa sem terem justificação para estarem no local. As penas aplicadas a quem não cumprisse eram pesadas: “sendo nobre de quinze anos para cima pagará quinhentos e vinte e cinco réis e sendo escravo captivo [será] empicorado três horas no pelourinho.” Em Moura, certamente pela sua maior proximidade à Vila, era nos pequenos ribeiros como o Brenhas, Torrejais, e mesmo no rio da Roda, que também surge designado na documentação mais antiga por barranco das Lavadeiras, que as mulheres lavavam. A profissão de lavadeira encontrava-se mesmo regulamentada através das Posturas Municipais aprovadas em 1693. Nessa data os vereadores acordaram que “toda a pessoa que lavar roupa por dinheiro seja obrigada a tomar juramento e dar fiança nesta Câmara, sob penna de que se for achada sem estes requisitos pagar mil e cincoenta réis”. A profissão de lavadeira encontrava-se pois equiparada a muitas outras também elas sujeitas a fiança, com o intuito de salvaguardar uma eventual perca ou dano de bens (roupa) com que trabalhavam e que pertenciam a terceiros (clientes). Associada à profissão de lavadeira existia a de saboeiro(a), também ela regulamentada pelas posturas Municipais: “…toda a pessoa que tiver asaboaria seja obrigada a ter todos os dias sabão feito e bom…e o que o não tiver ou não for bom pagará dous mil e cem réis”. A atividade de saboeiro(a) terá tido certamente muita importância a nível local, pois na chancelaria régia surgem várias referências documentais a fazer mercê das saboarias de Moura. A sua importância foi tanta que deu mesmo nome a uma rua: a rua da Assaboeira, também designada nalguns documentos por rua da Saboeira. A rua da Assaboeira, ou Saboeira, é desde 1919 designada por Rua Dr. Garcia Peres. O sabão feito de forma artesanal, em pequenas saboarias locais foi, com o advento da revolução industrial, substituído pelo sabão fabricado nas grandes indústrias, assim como a profissão e o hábito de lavar no rio foi desaparecendo, lentamente, ao longo do século XX, à medida que a água da rede pública foi chegando aos lares do concelho. Destacamos dois documentos representativos da atividade de lavadeira. O primeiro, um postal de Zambrano Gomes, retratando um grupo de lavadeiras no ribeiro de Brenhas (s.d., mas certamente anos 30 do século passado). O segundo, uma fotografia representando igualmente um grupo de lavadeiras, mas agora na ribeira de Safareja, datada de 1984.
O mesmo diploma contém um despacho a nomear Fragoso de Lima professor agregado do 4º Grupo dos Liceus e a indicar que foi colocado no Liceu de Beja no ano escolar de 1950-1951.
Obras no Campo de Jogos Maria vitória, aspecto da bancada.
Artigo publicado no Jornal de Moura, nº 338, de 21 de dezembro de 1930, p. 6, onde é reproduzido o parecer da Associação de Arqueólogos Portugueses sobre o valor das joias encontradas na Herdade do Álamo, na freguesia do Sobral da Adiça, em abril de 1930.
Conjunto de quatro cartas enviadas por Guida Cinatti Keil ao Dr. Fragoso de Lima. A troca de correspondência relacionava-se com a elaboração de uns estatutos e aparentemente com algumas divergências de opinião quanto ao referido assunto. Guida Keil acaba por convidar Fragoso de Lima a estar presente numa reunião no Centro de Profilaxia, instituição a que os dois pertenciam, com o objetivo de esclarecer divergências entre ambos. Inclui ainda um exemplar da Valsa intitulada "Salúquia - a bela Moura", da autoria de Alfredo Keil. O referido exemplar foi oferecido por Guida Keil, filha do autor, ao Dr. José Fragoso de Lima, no ano de 1951, segundo uma nota que o próprio terá colocado no documento.
Obras de Construção do Campo de Futebol de Safara.
Trabalhos de construção do novo Campo de futebol de Sobral da Adiça.
Trabalhos de construção do novo campo de futebol de Sobral da Adiça.
Obras de melhoramento na Escola Primária de Sobral da Adiça.
Documento que pertence ao título nº 72, do livro 1º do Morgado de Faro.
Campo de Futebol da Póvoa de São Miguel
As questões relacionam-se com o direito ou não de administração dos bens do casal por parte de D. Brites, uma vez que seu marido, Francisco Pereira, se encontrava ausente havia 12 anos.
Obras no Campo de Futebol de Amareleja.
Imagem do Campo de Futebol de Amareleja quando da visita dos eleitos da Assembleia Municipal.
Inclui pequeno texto alusivo ao nascimento do padre António Vieira em 6 de fevereiro de 1808, na cidade de Lisboa e aos seus ascendentes serem naturais da vila de Moura. Integra outro texto biográfico relativo a Frei Baltazar Limpo.
Inclui trabalhos originais, cópias manuscritas, cópias datilografadas e publicações impressas. Todos os trabalhos tem em comum facto de terem sido realizados no período em que o Dr. Fragoso de Lima era bolseiro do Instituto para a Alta Cultura.
Contém diversas publicações de artigos da autoria de Fragoso de Lima na imprensa local e regional, bem como na imprensa espanhola.
Composto por dois exemplares, o primeiro uma fotocópia do manuscrito original e o segundo uma cópia datilografada. Trata-se de uma síntese curricular da carreira docente do Dr. José Fragoso de Lima, que terá sido elaborada pelo Liceu Nacional de Évora, no qual desempenhava funções em 1978, altura em que se terá aposentado. O documento teria precisamente a finalidade da sua passagem à situação de reforma.
Inclui documentação resultante da atividade cientifica desenvolvida por Fragoso Lima na área da Arqueologia e História, nomeadamente: Conferências proferidas por Fragoso Lima, a organização de uma exposição de Ex-libris que decorreu em Beja em 1951, diversas publicações de artigos na imprensa regional e local e alguma documentação relacionada com as suas investigações arqueológicas.
2 exemplares de uma foto de curso da Secção de Filologia Românica da Faculdade de Filosofia e Letras da Universidade de Barcelona. O curso terá decorrido entre 1959 e 1964, e Fragoso de Lima terá sido professor.
Conjunto de notas de rodapé escritas em espanhol de um trabalho de investigação, que desconhecemos qual. Junto deste documento encontrava-se uma folha datilografada com o prólogo ao trabalho de dissertação de Fragoso de Lima: Monografia Arqueológica do Concelho de Moura, o que poderá indiciar que as notas referir-se-iam a este trabalho.
Trabalho original, manuscrito, realizado por Fragoso de Lima enquanto Bolseiro do Instituto para a Alta Cultura, abordando os seguintes temas: - Cidade pré-romana de Turóbriga e a Deusa Atégina; - Classes Sociais; - Inscrição Romana de Serpa
João Vasques Salgueiro vendia ao Ateneu Mourense, pelo valor de 4000$00, um frigorífico marca General Electric, que utilizava no bar daquele coletividade.
Embora existam registos da existência de bandas populares em Moura a partir da segunda metade do século XIX, estas geralmente não se organizavam no seio de uma associação, mas sim um pouco ao acaso e em função das necessidades que iam surgindo, o mesmo é dizer das festas que se organizavam na vila. Os músicos reuniam-se em sociedades que pouco duravam, muitas delas sem associados e o regente era normalmente um dos músicos mais experientes. Em 1921 Joaquim Godinho Jacob, grande apaixonado pela música e grande bairrista, sentido a necessidade que existia de uma associação que permitisse a união dos músicos mourenses, enceta os primeiros passos que estariam na origem da fundação da Sociedade Filarmónica União Mourense. A partir de 16 agosto de 1921, passou finalmente a existir uma associação, com corpos gerentes eleitos, com associados, e uma banda filarmónica com um regente contratado – Joel Carraça. No entanto. a união entre os filarmónicos duraria poucos anos pois em 1926, a visita de Cunha Leal a Moura, dirigente da União Liberal Republicana, seria o rastilho para nova desunião, que desta vez daria mesmo origem a uma nova agremiação. Carlos Alberto Fragoso Rodrigues e Adolfo Pancadas Delgado recusaram-se a tocar na receção ao eminente político, recusa a que o regente da Banda Joel Carraça não se opôs dispensando os dois filarmónicos. A Direção não gostou da atitude e após reunir decide-se pela expulsão do regente. Os restantes componentes da banda solidários com Joel Carraça demitem-se também, entregando os instrumentos e a farda. Entretanto sete dos músicos decidem regressar e acabam por voltar para a Sociedade Filarmónica União Mourense, mais tarde apelidada de «Os Amarelos». Após estes acontecimentos, a 16 de outubro de 1926, José Maria Gonçalves Perfeito, secretariado pelos Srs. Agostinho Túbal de Carvalho e Celestino António Pereira, presidiu a uma primeira Assembleia Geral daquele que viria a ser o Centro Recreativo Amadores de Musica. A reunião, que decorreu numa casa sita na antiga rua do Comércio, atual rua Santana e Costa, teve como objetivo pôr em marcha todo um projeto de organização da nova sociedade, tendo para isso sido escolhidos para a Direção, ou Comissão Administrativa, os cidadãos Jacinto Apóstolo Lebre, José Joaquim Garrido e Joaquim José da Esperança Canudo, respetivamente presidente, tesoureiro e secretário. A Assembleia decorreu com enorme entusiasmo, tendo surgido de imediato uma série de donativos em dinheiro por parte dos presentes. Definiram-se de imediato objetivos e prioridades: compra de fardamento e instrumentos, escolha do nome da nova coletividade, elaboração dos estatutos, contratar o regente, alugar casa para servir de sede, etc. e definiu-se igualmente a forma de se arranjar financiamento para concretizar tamanha obra. No seguimento da estratégia delineada na primeira reunião, são emitidas um conjunto de ações no valor de dez escudos cada e entregues a sócios que se encarregaram de as distribuir pela população. O Centro Recreativo Amadores de Música comprometia-se a devolver as verbas provenientes das ações de forma faseada, de acordo com as possibilidades da Associação e após a realização de um sorteio. As ações, encontravam-se numeradas, tendo sido emitidas pelo menos 800, sendo que muitas destas ações acabariam por retornar ao CRAM após a devolução do dinheiro emprestado. É dessas ações devolvidas que colocamos em destaque a nº 8, divulgando desta forma um documento que remonta à origem desta centenária associação e que contribui de forma significativa para o conhecimento da sua história enquanto Associação recreativa. Âmbito e conteúdo elaborado por Octávio Patrício com recurso à documentação que constitui o Fundo do Centro Recreativo Amadores de Música «Os Leões» e à seguinte publicação: - "História da Música Popular em Portugal", de Pedro de Freitas, ed. 1946.
A partir de meados do século XIX, foram publicados vários estudos que davam conta da composição química das águas do castelo de Moura, indicando-as para o tratamento de diversos males da bexiga e rins. O primeiro Estabelecimento Termal de Moura foi construído à esquerda da entrada do Jardim Público, por proposta efetuada à Câmara pela Junta da Paróquia da freguesia de São João Batista em 10 de maio de 1837. A obra teve a contribuição do povo de Moura através vários donativos em dinheiro. A 21 de agosto de 1893 a firma Assumpção Torres & Companhia recebe Alvará Real para extrair sais da água sobrante dos fontenários que abasteciam a população de Moura. Em 14 de janeiro de 1899 a Câmara Municipal de Moura adjudica a concessão em exclusivo da exportação das águas mineromedicinais de Moura a Júlio Maximino Pereira e a António de Assis Camillo. O contrato então celebrado previa o pagamento de 5 réis cada litro de água exportado e ainda a obrigatoriedade de os concessionários construírem um novo estabelecimento de banhos e um hotel em Moura. Em 1910 é assinado outro contrato de concessão por mais 27 anos, entre a Câmara e a firma de Assis & Companhia, mantendo no essencial as mesmas condições do contrato inicial. De salientar que, tratando-se das nascentes onde grande parte da população da vila se abastecia, em ambos os contratos ficou salvaguardado que se a exploração industrial pusesse de alguma forma em causa o abastecimento público poderia a Câmara Municipal tomar medidas que assegurassem que a água continuava a chegar na quantidade necessária aos habitantes da vila. A exploração e engarrafamento da Água de Castelo manteve-se até ao ano de 1937 junto à Torre de Menagem, altura em que a empresa concessionária decidiu transferir a exploração para a zona dos Pisões, situada nas proximidades da localidade. A Câmara viu então reverter para a sua posse as oficinas de engarrafamento e o estabelecimento termal, situado à entrada do jardim público. Quanto às termas, seria a Câmara a explorar o estabelecimento durante várias décadas, ainda que de forma não muito consistente e com reduzidas valências. No que respeita à exportação das águas da Santa Comba e Três Bicas, foram feitas algumas tentativas de concessão das mesmas, mas sem sucesso. Colocamos em destaque o Alvará Real, pelo qual é concedida, por tempo indeterminado e definitivamente, licença à Câmara Municipal de Moura, para exploração como minero-medicinais das sobras das águas que nascendo no castelo de Moura abasteciam a população, através das fontes de Santa Comba e Três Bicas. Acrescentamos ao documento uma fotografia das instalações da Empresa Água Castello, nos Pisões, arredores de Moura, local onde a empresa passaria a laborar após sair do Castelo. Âmbito e conteúdo elaborado por Octávio Patrício (CMMRA), com recurso à consulta de diversa documentação integrada no Fundo da Câmara Municipal de Moura, Secção: Saúde e Assistência Social e Sub Secção: Águas Minero-Medicinais e Estabelecimento Termal de Moura
Local de envio: Peso da Régua. Contém em anexo os seguintes documentos: - Conta da despesa que se fez com a posse (1f. 206mm x 163mm); - Conta dos autos de posse em Canelas (1f. 213mm x 167mm).
Recibo comprovativo do pagamento por parte do Sr. Joaquim Lebre, do valor de 18000 réis relativos a um foro imposto numa horta pertencente ao Sr. Limpo de Lacerda. No mesmo documento o Sr. Limpo de Lacerda declara ainda ter recebido 600 réis pertencentes ao foro das suas "arencadas".
Construído e inaugurado durante o Estado Novo no ano de 1949, possuía o nome Bairro Dr. Oliveira Salazar, passando a ostentar a atual designação desde o dia 5 de Junho de 1974, data em que foi aprovada por unanimidade pela Comissão Administrativa da Câmara Municipal a alteração do seu nome para Bairro 25 de Abril, lembrando assim Golpe Militar ocorrido no dia 25 de Abril de 1974 que pôs fim ao antigo regime. Foi mandado construir pela Câmara, mas com comparticipação do Estado, nele foi também construída uma escola primária de acordo com o projeto do Plano do Centenário, através do qual todas as escolas eram projetadas e construídas desde um mesmo modelo e estrutura, cuja execução estava a cargo da Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais e do Ministério das Obras Públicas. Este plano aprovado em 1940 e levado a cabo entre 1941 e 1969 pretendia abranger todo o país com estabelecimentos de ensino primário necessários à instrução, garantindo que todos tivessem uma escola ao seu alcance e que cada escola tivesse edifício próprio e devidamente apropriado para o seu funcionamento. As escolas construídas, segundo o estilo arquitetónico conhecido como "Português Suave, incorporava caraterísticas da arquitetura tradicional, embora existissem tipologias-base estabelecidas, estas podiam ser adaptadas às condições locais, segundo o número de alunos de acordo com o clima da região. A edificação do Bairro obedeceu também ela a um plano de habitação idêntico, com todas as casas a serem construídas de acordo com o mesmo modelo. Embora inaugurada depois da construção do Bairro, o projeto de construção da Escola Primária, arranjo das áreas desportivas e da envolvente exterior, datam de 1948. As telhas utilizadas na construção deste bairro foram fabricadas principalmente no telheiro de D. Maria na zona de Alqueva, propriedade do senhor Fialho Tojo, era mestre desse telheiro o Sr. Francisco Maria Félix, tijoleiro de profissão e homenageado pela Câmara Municipal de Moura em 2009. Em 1953 iniciou-se o projeto de terraplanagem para ampliação do bairro, a segunda fase de construção de casas para pobres teve o início em 1964 e contemplava a construção de mais 20 moradias para pobres. História administrativa/biográfica/familiar elaborada por José Francisco Finha (CMMRA) com recurso às seguintes fontes e bibliografia: - FINHA, José Francisco, O Nome da minha Rua, Câmara Municipal de Moura, 2010, p.111 e 112. - Homenagem aos Ofícios Tradicionais, Câmara Municipal de Moura, Moura, 2009.
Manuscrito com um conjunto de apontamentos sobre as seguintes personalidades da Família Lacerda: D. Frei Baltazar Limpo-1478-1558 (Bispo do Porto e Arcebispo de Braga); Frei Baltazar Limpo- 1588-1635, sobrinho de D. Frei Baltazar Limpo (Provincial dos Carmelitas Calçados); Manuel Quaresma Limpo Pereira de Lacerda - 1842-1924 (Visconde de Altas Moras).
A queda de um dos mostradores do relógio durante um vendaval deu inicio à discussão sobre a mudança do local do Relógio, questão que já se arrastava desde o inicio dos anos 80 devido ao facto da torre já não oferecer as condições necessárias de segurança. A escolha do novo local recaiu sobre a fachada principal do Mercado Municipal de Moura, sob projecto do GAT (Gabinete de Apoio Técnico) foi adquirido o relógio em 1983. Em Maio de 1984, depois de desmantelada a máquina do relógio da Torre e levada para o Museu, foi aprovada a colocação do novo Relógio no Edifício do Mercado, sendo colocado em Agosto e entrando em funcionamento no mês seguinte. Apelidado pela população como «O Bem Amado», representou na altura uma nota de modernidade citadina para a Praça Sacadura Cabral, porém em reunião de Câmara de 28 de Agosto foi aprovado suspender o seu funcionamento entre as 24h e as 8h do dia seguinte, respeitando o parecer emanado pelo Departamento Jurídico da autarquia com base no Regulamento Municipal e no Regulamento geral sobre o ruído, em resposta a uma reclamação apresentada ao Instituto Nacional do Ambiente sobre o ruído causado pelo mesmo. Nota ao campo História administrativa/biográfica/familiar: História administrativa/biográfica/familiar elaborados por José Francisco Finha (CMMRA).
Imagem da sala do Museu Municipal de Moura, conjunto de Cerâmica Romana do Castro da Azougada.
Imagem da Lápide da Casa do Capitulo do Convento de São Francisco colocada no átrio da Biblioteca Municipal cuja leitura paleográfica diz o seguinte: "ESTA CASA DE CAPITULO E CAPELA MANDARAM FAZER ANTÓNIO PENALVO E MOR BACIAS SUA MOLHER E FORAM OS PRIMEIROS QUE A SUA CUSTA E ESMOLA FEZERAM OBRA NESTA CASA E A PRIMEIRA MISA E SACREFICIO QUE SE DISE FOI NESTA SUA CAPELA 1549" A casa do capitulo do Convento de São Francisco, local onde se realizavam as reuniões entre os monges e os seus superiores, juntamente com a capela foi construida em 1549, nesta capela se celebrou a primeira missa e como consta nas Memórias Paroquias terá a mesma servido de igreja até à construção da Igreja de São Francisco. No inicio do Século XX a lápide foi recolhida pelo Padre João Fragoso de Lima que a entregou ao Museu Municipal, o encerramento do Museu motivou a perda do seu paradeiro. Recuperada posteriormente, foi então colocada no átrio da Biblioteca Municipal. Em 1989 foi sugerida a sua colocação no local de origem, assim aconteceu, a lápide encontra-se hoje colocada no Ex Convento de São Francisco atual quartel da GNR, entre a sala do Capitulo e a Capela. Nota ao campo Âmbito e conteúdo: Âmbito e conteúdo elaborados por José Francisco Finha (CMMRA) com recurso às seguintes fontes e bibliografia: - Acta nº 27 da Câmara Municipal de Moura, Livro de actas da Câmara Municipal de Moura, 12 do 10 de 1989 a 27 de Dezembro de 1989, AMMRA - Memórias Paroquias da Vila de Moura e seu Termo, p.36, 1758. - Homenagem a Monsenhor Costa Correia, Subsídios para a História de Moura, p.56, Câmara Municipal de Moura, 1994.
Imagem de uma lápide exposta no Museu Municipal de Moura.
Imagem do Edifício da Biblioteca Municipal de Moura e Museu focado da Praça Sacadura Cabral, na qual é possível observar o torreão de taipa.
Réplica em madeira do castelo que está no lago do Jardim Dr. Santiago.
Imagem parcial das casas do Bairro Dr. Oliveira Salazar.
Contém na sua maioria documentos pagos a fornecedores do bar do Ateneu Mourense.
Vista parcial dos Claustros do antigo Convento do Carmo em Moura.
Imagem do Edifício dos Quartéis
Entrada do Jardim Dr. Santiago e fachada do Estabelecimento termal. É possível ver ainda a antiga configuração da Praça Sacadura Cabral com um candeeiro ao centro, frente à Igreja de São João Baptista.
Inclui alguns balancetes, sendo que um deles é referente ao mês de julho de 1983.
Imagem da sala de leitura, grupo de alunos.
Aspeto de um grupo de estudantes na sala de leitura da Biblioteca Municipal de Moura.
Imagem parcial da sala do Museu Municipal de Moura.
Imagem parcial da sala do Museu Municipal, secção de armas.
Imagem parcial da sala do Museu Municipal, secção de armas.
Imagem de uma das salas do Museu municipal de Moura
Imagem da Varanda da biblioteca Municipal de Moura e átrio comum ao Museu Municipal
Replica do castelo em miniatura existente no Jardim Dr. Santiago.
Replica do castelo em miniatura existente no Jardim Dr. Santiago.
Imagem da sala de leitura da Biblioteca Municipal de Moura.
Sub coleção constituída por imagens com vistas panorâmicas, espaços públicos e monumentos do Concelho de Moura, incluindo Santo Aleixo da Restauração, Ponte sobre o Rio Guadiana e Ponte de Alcarrache.
Imagem do Antigo Quartel de Infantaria e fachada lateral da Igreja do Senhor Jesus dos Quartéis, alçado sul.
Imagem da Escola Feminina Nº 2. Escola do Fojo.
Imagem parcial da varanda principal da Biblioteca Municipal de Moura, Átrio do Museu no qual se podem ver algumas peças de arqueologia e a porta de entrada para a sala do Museu Municipal.
Imagem da varanda lateral da atual Biblioteca Municipal de Moura, da qual se pode ver a fachada do Cine Teatro Caridade.
Piquete dos Bombeiros Voluntários de Moura fazendo guarda de honra às entidades, em primeiro plano o Comandante Rui de Lacerda.
Artigo manuscrito, da autoria de José Fragoso de Lima enquanto Bolseiro do Instituto para a Alta Cultura,
Árvore genealógica de Sebastião Alexandre da Gama Lobo Pessanha e Brito, Cavaleiro da Casa Real, Senhor do Morgado dos Passanhas, Procurador em Cortes em 1828 pela Vila de Loulé, Reino do Algarve (cópia). Inclui estudo e árvore genealógica atestados em 7 de maio de 1830 pelo tabelião de Notas José Inocêncio Madeira de Carvalho, da cidade de Coimbra.
A Provisão em causa havia sido requerida por António Veríssimo Pereira de Lacerda, pai do requerente da certidão José Francisco Maria Pereira de Lacerda e havia sido passada pela Rainha D. Maria em 17 de maio de 1779. O documento inclui a identificação dos fundadores das 14 capelas.
Manuscrito com nota biográfica de D. Frei Baltazar Limpo, Arcebispo de Braga - 1478-1558