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Documento que pertence ao título nº 53, do livro 1º do Morgado de Faro.
Documento que, tal como o anterior (ds000063), pertence ao título nº 69, do livro 1º do Morgado de Faro.
Selo dos Correios de Portugal, no valor de 2 escudos, com uma caravela representada.
Documento que, tal como o anterior (ds000065), pertence ao título nº 70, do livro 1º do Morgado de Faro.
Documento que, tal como o anterior [ds 000067], pertence ao título nº 71, do livro 1º do Morgado de Faro.
Um troço das bancadas do Pavilhão Gimnodesportivo durante a fase de construção.
Calcetamento da zona envolvente do Pavilhão Gimnodesportivo
Aspecto exterior do Pavilhão Gimnodesportivo durante a fase de construção.
Novo campo de futebol em Sobral da Adiça
Documento que pertence ao Título nº 1, do livro 9º, do Morgado de Moura. Este documento encontrava-se inserido nos documentos avulsos. No entanto e como se encontra identificado como pertencente ao livro 9º do Morgado de Moura, decidimos voltar a colocá-lo no respetivo livro.
Obras no Campo de Jogos Maria Vitória, ao fundo os balneários.
Imagem do estabelecimento comercial situado na Praça Sacadura Cabral em Moura, cuja atividade era o comércio de frutas. A Casa Alexandre encerrou em meados da década de 70.
Imagem da porta principal da Igreja de São Francisco.
Imagem do Pórtico Manuelino da Igreja de São João Baptista.
Levantamento do edifício sede do Ateneu Mourense que inclui um orçamento para obras. O documento terá sido enviado para a Direção Geral dos Espetáculos e Direitos de Autor, possivelmente para obtenção de financiamento para a realização das obras. Inclui para além das plantas que integram o levantamento, um requerimento para aprovação de projeto e um mandado da Câmara Municipal de Moura a solicitar o envio do projeto à DGEDA.
Inclui em anexo um documento intitulado: Minuta das razões finais até ao estado da presente causa, e que nela se acham fielmente copiadas.
Contém um relatório sobre as obras efetuadas na sede do Ateneu Mourense, de adaptação de uma dependência do rés-do-chão a bar para os associados. Inclui ainda uma relação dos pagamentos efetuados e uma carta dirigida ao sócio Carlos Bastos de Assis Camillo, a dar-lhe conta que as obras estavam terminadas e a convidá-lo para a inauguração do espaço.
Dois boletins, um comemorativo do 40º aniversário da Companhia de Seguros Metrópole, que ocorreu em julho de 1958 e outro lançado pelo Natal do mesmo ano (incompleto).
Declaração de arrendamento pelo tempo de seis anos de uma loja com armazém e um quarto contiguo, que fez Mariana Carolina Ramos a António Marques Duque.
Para além de notas sobre o Morgado de Sande, o documento tem no verso dois recibos do pagamento efetuado pelos rendeiros das Comendas de Santa Maria de Senhorim (Viseu) e de São Mamede de Canelas (Penafiel).
Conjunto de doze recibos de pagamento de um foro na Herdade das Sesmarias. O foro era pago anualmente ao procurador de Rodrigo Limpo Pereira de Lacerda por Joaquim José Lebre. A partir de 1874, passam a pagar o foro os seus herdeiros.
Recibo comprovativo do pagamento de sisa por parte do Sr. Joaquim José Lebre, no valor de 2790 réis relativos à compra de uma arrancada no sitio de Álvaro Gomes, que efetuara ao Sr. Bento Marques.
Imagem do Edifício da Biblioteca Municipal de Moura e Museu focado do lado do Castelo
Imagem da edição Encontros ao Sul, na mesa marcam presença para além de Cláudio Torres, Manuel Romana Ângelo, Presidente a Câmara Municipal de Moura na altura.
Imagem do interior da taberna Aranha e escadas de acesso ao quintal onde existia o tradicional jogo do xito.
Imagem da parte lateral da Igreja Paroquial de Santo Aleixo da Restauração e Praça da Restauração onde é possível observar parte do obelisco.
Imagem parcial da fachada principal da Igreja Paroquial de Santo Aleixo da Restauração. É possível ver parte da Torre Sineira e um troço do baluarte.
Imagem do antigo Quartel de Infantaria, alçado norte.
Maço composto por documentos comprovativos de receita e despesa.
Contém em anexo os seguintes documentos: - Dois balancetes referentes aos anos de 1972 e 1973; - Apontamentos com resumo de contas e notas sobre medidas a propor em Assembleia para equilibrar as referidas contas.
Sendo uma das primeiras bibliotecas fixas no Alentejo, e uma das primeiras bibliotecas a integrar a Rede Nacional de Leitura Pública. Recebeu a partir desta data a Biblioteca Fixa nº 149 da Fundação Calouste Gulbenkian instalada nos antigos Paços do Concelho. A tentativa de organizar uma Biblioteca Museu na Vila de Moura remonta talvez ao ano de 1884 quando um grupo de Mourenses consegue reunir uma secção de armas , moedas, machados de pedra polida , leque e escudos nobres. Apenas em 1915 foi instituída a biblioteca-museu que dispunha das secções de Pré-história, Romana e Etnografia Portuguesa, no entanto permaneceu esteve pouco tempo em funcionamento uma vez que em 1919 é data noticia da sua reabertura. Na década de 20 o museu e biblioteca acabariam por ser extintos, mas em 1932 o entusiasmo de José Fragoso de Lima, na época ainda estudante, alertando através de artigos publicados a partir de 1935 no Jornal de Moura para a necessidade de reunir novamente todo o material recolhido, conseguiu criar novo entusiasmo levando já na década de 40 à constituição de uma comissão que reorganizou a biblioteca e museu, ficando então instalada no 2º andar do Tribunal Judicial (atual edifício da Câmara Municipal). A 27 de Junho de 1968 a Biblioteca Municipal de Moura passou a integrar a Rede de Bibliotecas Fixas da Fundação Calouste Gulbenkian, partilhando o espaço com o Museu e Posto de Turismo, que estavam instalados na actual sala Infantil. A 24 de Junho de 1991 passou a integrar a Rede Nacional de Bibliotecas de Leitura Públicas, ocupando desde então a totalidade dos espaços existentes. O Edifício que actualmente acolhe a Biblioteca Municipal de Moura, embora tenha inserido na cantaria de pedra de uma das suas janelas a referência ao ano de 1734, é de construção bem anterior a esta data. Ao longo dos anos sofreu alterações de acordo com as suas utilizações, prova disso são as colunas e o arco existentes na varanda, que ali foram embutidos, trazidos de outras paragens. Na fachada encontra-se a Fonte das Três Bicas, construída em 1815, cuja cantaria em pedra mármore contém um medalhão oval emoldurado com o busto em alto-relevo de D. João VI, vestido à romana, com coroa de louros. O castelo heráldico da cidade, também em alto-relevo, é encimado pela inscrição gravada " IOANNI EXCELSO PRIN / CIPI / UTILITATI QUE PUBLICAE / ET PATRES ET CIVES / ARUCCITANAE VOVERE / FONTEM. / P. P. / A. R. S. MDCCCXV ". Foi utilizada como sede dos Paços do Concelho até à década de 60 do Século XX partilhando o espaço com o tribunal, uma vez que este último embora administrado pelos Juízes ordinários estava sujeito também ao Juiz de Fora, figura Jurídica e Administrativa de nomeação régia criada no reinado de D. Afonso IV que garantia o cumprimento da justiça em nome do Rei e presidia igualmente às sessões de câmara. A ele estavam subordinados os vereadores, escolhidos de entre os homens bons da vila e cujo vereador mais velho, na sua ausência, exercia de forma interina a presidência da Câmara. Todos os espaços da atual Biblioteca foram usados para albergar os vários serviços inerentes à atividade da Camarária, na Sala Infantil funcionou a secretaria e na receção o gabinete do Chefe da Secretaria. A Sala de Adultos serviu de sala de sessões; o Gabinete do Bibliotecário e sala contígua eram a Copa e o Vestíbulo. A varanda contígua à sala de adultos, hoje aberta, era fechada e dividia-se em duas salas, uma delas ocupada pelo Gabinete do Presidente, e a outra ocupada pelo Gabinete do Delegado de Saúde. Em maio de 2005 foi proposto pela Câmara Municipal de Moura a classificação do Conjunto constituído pelo Mercado Municipal, Repartição de Finanças/Junta de Freguesia, Biblioteca Municipal e Fonte das Três Bicas o que nunca chegou a acontecer uma vez que o processo acabou por ser arquivado e depois revogado em julho de 2009. É oficialmente designada desde 20 de Outubro de 2013 Biblioteca Municipal de Moura Urbano Tavares Rodrigues, em homenagem distinto escritor, professor, jornalista e combatente contra a ditadura que embora natural de Lisboa foi baptizado em Moura onde viveu até aos 10 anos no “Monte da Boa Esperança”, idade com a qual regressou a Lisboa mas nunca perdendo o contacto com Moura. Nota ao campo âmbito e Conteúdo História administrativa/biográfica/familiar elaborada por José Francisco Finha (CMMRA) com recurso às seguintes fontes e bibliografia: - CORREIA, José António Oliveira, Culturas e Mentalidades, Câmara Municipal de Moura, 1997, p.50 e 51.
Vista parcial da Vila de Moura com a silhueta do Castelo ao fundo.
Comandante Rui de Lacerda e Francisco António Baixinho aguardando a chegada da comitiva.
Chegada do Ministro das Obras Publicas, sendo cumprimentado pelo Presidente da Câmara Municipal de Moura, Francisco António Baixinho.
Maço composto por documentos comprovativos de receita e despesa.
Em causa está a herança dos bens pertencentes a António Marques Duque, proprietário e capitalista, residente em Beja, que faleceu a 31 de dezembro de 1912, sem ascendentes nem descendentes.
Manuel Marques Duque comprou um terreno com 7 metros quadrados, no cemitério de Safara, comprometendo-se a construir nele um jazigo no prazo máximo de dois anos.
Maço composto por documentos comprovativos de receita e despesa.
Pequeno manuscrito onde se registaram contas relativas aos anos de 1923 e 1924.
Carta Timbrada "Grémio Litterário - Lisboa" e assinada apenas com o nome Manuel.
Rua 5 de Outubro, terreno onde foi construído o edifício para ampliação das instalações dos CTT, cujas obras de ampliação e remodelação datam de 1978.
Relação simples, manuscrita, em que são descritas doze courelas, na sua maioria sitas à Porta Nova. Na descrição são indicadas as confrontações e os alqueires de semeadura que cada uma levava.
Documento que pertence ao Título nº 25, do livro 2º do Morgado de Serpa. Para além do certificado de pagamento de um foro por parte de Luís Pereira de Lacerda, o documento contém o título de um outro documento relacionado com um aforamento que terá feito João Pereira de Lacerda. O documento não se encontra no entanto desenvolvido, referindo apenas os intervenientes no aforamento.
Imagem da fachada principal da Biblioteca Municipal de Moura e Museu
Pequeno apontamento onde são descritas diversas courelas e os alqueires de semeadura que cada uma delas levava.
Conjunto de cinco telegramas enviados ao Dr. Francisco de Lacerda e um telegrama enviado ao Deputado Paulo Limpo de Lacerda.
Imagem do interior da taberna Aranha e escadas de acesso ao quintal onde existia o tradicional jogo do xito.
Pequeno apontamento escrito numa tira de papel, onde se referem os limites de uma courela à Horta da Várzea, foreira às Freiras do Castelo.
Programas provenientes do Cine-Clube de Espinho. Para além do programa de cada sessão, inclui uma crítica aos filmes e realizadores.
Manuel Quaresma Limpo Pereira de Lacerda é intimado a comparecer no Juízo de Direito do Terceiro Distrito Criminal da Comarca de Lisboa no dia 7 de março de 1874.
Um troço do Jardim Publico Dr. Santiago.
Maço constituído por fichas de indivíduos que que motivos vários (falecimento, ausência, pedido de demissão, demissão, etc., deixaram de ser sócios do Ateneu Mourense.
Itinerário realizado pelo Dr. Fragoso Lima numa das suas prospeções arqueológicas. Inclui nota das despesas com deslocações e transporte de material arqueológico.
Contém propostas de admissão de novos associados do Ateneu Mourense, contendo campos de registo de informação como: - Nome do sócio proponente; nome do sócio proposto; data de nascimento; profissão; residência.
Interior da sala atualmente utilizada para as atividades da Ludoteca Municipal.
Interior de uma das salas do piso inferior da Ludoteca atualmente utilizada para as atividades da Ludoteca Municipal.
Contém em anexo outro documento de arrendamento da referida Herdade da Charnequinha, mas produzido em data posterior 1775-01-14. No registo seguinte (ds00004) descrevemos o documento em causa, que embora não fique na sua ordem cronológica, decidimos descrever no seguimento do actual em virtude de os mesmos se encontrarem anexados.
Interior do espaço do antigo Casão e Lagar do Dr. Pinto, onde se pode ver a porta lateral da atual Ludoteca, local utilizado pela COMOIPREL para lecionar cursos de costura.
Interior do espaço do antigo casão e Largar do Dr. Pinto, o espaço permitia o acesso às traseiras da casa da Rua da Romeira,posteriormente Museu Municipal, que à data da fotografia era utilizada para albergar os serviços administrativos da COMOIPREL.
Documento que pertence ao Título nº 26, do livro 3º do Morgado de Faro.
Interior do espaço do antigo lagar e casão do Dr. Pinto, espaço utilizado pela COMOIPREL para os cursos de calceteiro, carpinteiro e pedreiro.