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Imagem dos antigos Paços do Concelho e Fonte das Três Bicas.
Cascata do jardim Dr. Santiago, cuja construção data de 1900 segundo inscrição existente no local.
Edifício da Cantina escolar da Escola Primária do Fojo.
Imagem parcial da Vila de Moura, possivelmente datada da década de 50 do Séc. XX. Na imagem é possível ver ao fundo o Depósito da Água e fachada principal da Igreja de São Francisco.
Título particular de venda, em que foram intervenientes: António Martins Seixas e sua mulher Mariana Bernardo Pires Lavado, como vendedores, e António Marques Duque, como comprador.
Receção às entidades no limite do concelho, junto ao Monte da légua, em primeiro plano é possível ver Francisco António Baixinho, Presidente da Câmara e Moura cumprimentando as autoridades do distrito.
O Dr. Paulo Limpo de Lacerda declara à Comissão Reguladora das Moagens de Ramas, que a sua Azenha, sita ao Rio Ardila, se encontrava sem laborar devido à falta de força motriz.
Actas de cinco sessões da direção do Centro Recreativo Amadores de Música, realizadas durante o ano de 1927. As actas terão pertencido a um livro e desconhecemos o motivo da sua integração no Fundo da Família Lacerda - Visconde de Altas Moras. O Centro Recreativo Amadores de Música "Os Leões", designação que tem atualmente, foi fundado em 1926, tendo em funcionamento desde então uma Escola de Música e uma banda Filarmónica.
Busto do Dr. Vítor Mendes, presidente da Comissão de Iniciativa e Turismo entre 1921 1936.
Pavilhão Gimnodesportivo na fase final do arranjo da zona envolvente.
Termo de continuidade da actividade da Confraria, assinado na secretaria da Administração do Concelho, por mais de cinquenta irmãos.
Visita às instalações da Fonte da Telha.
Comitiva no exterior das instalações da Fonte da Telha.
Uma criança oferece flores ao Sr.Ministro.
Comitiva à porta dos passos do concelho depois de terminada a sessão solene.
Publico presente na sala de sessões da Câmara Municipal de Moura assistindo à sessão solene.
Processo de compra de umas casas por parte de Maria Bacias, composto pelos seguintes documentos simples: - Contrato de compra e venda; - Certidão de dívida; - Certidão de pagamento de sisa.
Em nove de setembro de 1652, o Provedor e Irmãos da Santa Casa da Misericórdia de Moura, em resposta a uma petição enviada ao Rei, recebem uma provisão de Sua Majestade a conceder-lhes autorização para trasladarem para um livro todos os «papéis, escrituras, e assim testamentos como de outras fazendas que lhe pertencem e porque estando como estão, soltos, é causa para que se percam muitos, como se haviam já perdido alguns, com grande prejuízo dos bens da dita Santa Casa...». São então copiados para um novo livro vários documentos que na sua maioria integravam e continuam a integrar os conjuntos documentais anteriores (dc00001 e dc00002 da presente série). O Tombo da Santa Casa da Misericórdia de Moura, livro de grande formato (420mm x 290mm), com uma iluminura no seu inicio e iniciais ornamentadas, divide-se em sete partes: - Testamentos; - Doações; - Contratos; - Aforamentos; - Bens Próprios; - Provisões; - Sentenças.
Processo de compra de umas casas no aldeia de Safara por parte de Francisco Gonçalves, composto pelos seguintes documentos simples: - Declaração de venda da morada de casas, identificando o imóvel, o vendedor e o comprador; - Certidão de pagamento de sisa.
Alvará passado pelo Cardeal Infante de Portugal (Henrique I de Portugal? (1512-1580) ou Afonso de Portugal ? (1509-1540) ), a autorizar a Misericórdia de Moura a construir um altar de pedra na capela que tinham construído. A capela situava-se mesmo junto à matriz de Moura, no local onde anos depois viria a ser implantado o complexo da misericórdia, composto pela igreja e hospital. O alvará autorizava ainda a celebração de missas da misericórdia na referida capela, desde que não fizessem «prejuízo algum da matriz».