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ESTEVES, António. Filho de Manuel Esteves, do Outeiro Alto, Galvão, SMP, e de -------------------. Nasceu a --/--/17--. // Casou em Santo Amaro, Prado, com Bárbara Esteves. // A 29/4/1767 renovou uma escritura de 15$000 réis que seus pais, a 16/1/1743, pediram à Confraria das Almas de Prado, hipotecando para o efeito o campo da Fraga. // Faleceu a --/--/1803. // Pai de Caetano e avô de José António (ver em Prado).
CALHEIROS, Inácio Manuel. Filho do Dr. Luís Soares Calheiros e de Rosa Maria Marques do Souto, moradores na Vila. N.p. de Manuel Soares, de Prado, e de Andreza Gomes, da Vila; n.m. de Manuel do Souto, de Prado, e de Rosa Maria Marques, da Vila. Nasceu a 9/1/1789 e foi batizado a 13 desse mês. Padrinhos: Dr. Inácio Luís Ribeiro e esposa, Manuela Luísa, ambos da Vila. Testemunhas: Caetano José de Abreu Soares e MPF.
ESTEVES, Angelina Cândida. Filha de João Manuel Esteves e de Maria Pereira, moradores na Assadura, SMP. Neta paterna de Ana Joaquina Esteves; neta materna de António José Pereira e de Maria Ventura Marques, de Merelhe, Paços. Nasceu a 16/8/1858 e foi batizada a 20 desse mês e ano. Padrinhos: Joaquim Maria de Magalhães e sua irmã, Carlota, da Calçada. // Nota: deve ser a mesma senhora que casou com Francisco Caetano Fernandes (Zoia).
CALHEIROS, Isabel Gonçalves. // Casou com Manuel de Sousa. // Morou nas Carvalhiças. // Faleceu viúva, a 22/1/1818. // Deixou testamento.
CALHEIROS, Guilhermina Etelvina. Filha de José Luís Soares Calheiros e de Carolina Etelvina Lopes da Fonseca, moradores na Rua da Calçada, SMP. N.p. de Luís Caetano Soares Calheiros e de Maria Joana de Sousa, do Carvalho, Vila de Melgaço; n.m. de João Lopes da Fonseca e de Maria da Lapa, de Santo Ildefonso, Porto. Nasceu a 18/5/1856 e foi batizada a 21 desse mês. Padrinhos: Gaspar Eduardo e irmã, Guilhermina, tios maternos da batizanda.
ESTEVES, Ana Maria Teresa. Filha de Maria Vitória Fernandes Esteves, viúva, moradora na Vila. Neta materna de João Esteves e de Vitória Fernandes, de São Jorge de Vilar de Crecente, Tui. Nasceu em SMP a 27/7/1782 e foi batizada a 31 desse mês e ano. Padrinhos: Jerónimo José Gomes de Magalhães e Abreu, morador na Quinta de São Julião, e Ana Maria, solteira, da Corga, SMP. Testemunhas: padre Manuel Pedro Loné, abade de SMP, e MPF.
CALHEIROS, Georgina Cândida. Filha de Maria Ventura Soares Calheiros. Nasceu em 1855. // Faleceu em São Gregório, Cristóval, a 19/12/1930.
CALHEIROS, Gomesinda Soares. Filha de Maria Josefa Soares Calheiros, solteira. N.m. de Luís Soares Calheiros e de Maria Ventura Monteiro, todos moradores na Vila de Melgaço, intramuros. Nasceu a 4/6/1854 e foi batizada a 6 desse mês e ano. Padrinhos: Francisco Gomes, vulgo o “Barbeiro”, e mulher, Josefa Luís (!), moradores na Rua da Calçada, SMP.
ESTEVES, Avelino Júlio. Filho de António Joaquim Esteves, negociante, natural de Chaviães, e de Ludovina da Glória Álvares de Barros, proprietária, de SMP, moradores na Rua Direita. Neto paterno de Diogo Manuel Esteves e de Carolina de Jesus Pereira; neto materno de Margarida Carolina Álvares de Barros, solteira, e do fidalgo do Rio do Porto, Caetano José de Abreu Cunha Araújo. Nasceu a 4/1/1898 e foi batizado a 8 desse mês e ano. Padrinhos: Joaquim do Carmo Álvares de Barros, solteiro, proprietário, e Maria do Carmo Álvares de Barros, solteira. // Em 1908 frequentava a escola primária da Vila. // Comerciante. // Casou com Márcia Cantuária, nascida a 22/7/1902, filha de José António de Abreu Carneiro e de Deolinda Augusta Pereira. // Em 1929 era dono da “Garage”, que serviu depois de garagem e escritório a Artur Teixeira . // Numa propriedade que adquiriu perto da avenida em construção, hoje Alameda Inês Negra, e quando fazia o desaterro para a construção de um prédio, foram encontrados seis sarcófagos, abertos em piçarra, provavelmente com 700 anos. // Em 1935 tinha à venda uma casa própria para comércio, com rocios, uma horta, água de mina e tanque, em frente à estrada nacional e próximo da Vila. // Morreu em SMP a 28/3/1940. // A sua viúva finou-se a 10/8/1948. // Com geração. // Nota: o professor Ribeiro da Silva dedicou uma das suas gazetilhas à sua «loja nova».
ESTEVES, Bebiana Amália. Filha de Francisco José Esteves e de Maria Francisca Martins. N.p. de Bernardo Esteves e de Rosa Solheiro; n.m. de Francisco Martins e de Maria Gonçalves. Nasceu a 11/5/1837 e foi batizada na igreja de SMP no dia seguinte. Padrinho: António Joaquim Rodrigues, da Vila.
ESTEVES, Augusto César (Dr.) Filho de Francisco António Esteves, emigrante no Brasil e proprietário, natural de Chaviães, e de Belarmina Cândida Esteves, proprietária, natural da Vila. Neto paterno de Diogo Manuel Esteves e de Maria Rita Esteves, lavradores, chavianenses; neto materno de Manuel José Esteves “Melgaço” e de Maria Rita Alves, proprietários, moradores em Eiró, Rouças. Nasceu na Rua Nova de Melo a 19/9/1889, na casa que seu pai comprara ao Dr. João Luís de Sousa Palhares, de Prado, e foi batizado a 3 de Outubro desse ano. Padrinhos: José de Jesus Esteves, solteiro, proprietário, morador em SMP, e a avó materna do batizando, viúva. // Ficou órfão de mãe a 17/10/1889. // Aprendeu as primeiras letras com o padre João Nepomuceno Vaz, teve como professor de caligrafia o escrivão de Direito, Miguel Ângelo Barros Ferreira, frequentou em seguida, na cidade de Braga, o Colégio do Espírito Santo, e depois a Universidade. // Foi padrinho de Zoé Augusta Rodrigues, batizada na igreja de Rouças a 14/2/1898; não assinou, por não saber! A madrinha era a sua madrasta. // A 30/8/1904 foi padrinho de Manuel Augusto Esteves, nascido na Fonte da Vila a 28 de Julho desse ano. // A 18/6/1912 fez direito internacional, 5.º ano, 19.ª cadeira; nesse mesmo ano fez exame da 18.ª cadeira, 5.º ano, medicina legal, obtendo 14 valores; em Julho desse ano fez a 13.ª cadeira, direito colonial, 4.º ano, 14.ª cadeira, processo penal, 4.º ano, e 17.ª cadeira, prática extra judicial, 5.º ano; nesse dito ano de 1912, no mês de Julho, concluiu o curso de Ciências Jurídicas, na Universidade de Coimbra. // Nos primeiros dias de Dezembro participou como ator não profissional, juntamente com o Dr. António Augusto Durães e Maker Pinto, na comédia designada “Anedota” . // Foi nomeado notário interino para a comarca de Monção, tomando posse perante o tribunal desse concelho a 10/12/1912, terça-feira; em 1914 passou a ser efetivo; ocupou esse cargo até 19/8/1915. // Ainda em 1912 foi autorizado superiormente a exercer a advocacia. // Fez a sua estreia como advogado no tribunal de Monção, defendendo Manuel Alves (o Fará), acusado de crimes de burla e roubo. // No concurso para notários, realizado em Lisboa nos inícios de 1914, obteve a classificação de 1 MB e 4 BB. // Tomou posse a uma segunda-feira, 2/3/1914, perante o juiz de direito, de notário efetivo em Monção. // Casou a 25/10/1914, na Conservatória do Registo Civil, e a 16 de Dezembro desse ano na igreja católica, com Esmeralda da Ascensão, de 24 anos de idade, filha de Justiniano António Esteves e de Lina Rosa Lourenço. Testemunhas: Justiniano António Esteves e Maria de Nazaré dos Santos Lima. // Em 1915 pediu a exoneração de notário na comarca de Monção, aceitando ser nomeado escrivão de Direito para a comarca de Melgaço. Fez as malas e veio para a terra natal, onde foi Secretário do Tribunal Judicial e Ajudante do Conservador do Registo Predial. // A 3/3/1919 tomou posse como presidente da Comissão Camarária, composta por sete elementos, desempenhando esse cargo até Agosto desse ano. // A 4/8/1919 o seu moinho, denominado o “Grande”, foi pasto de chamas; desconfiava-se que foram mãos criminosas a incendiá-lo. Em 1920 deu-se ali uma tentativa de assalto. // Foi presidente da Assembleia Geral do Grémio da Lavoura e administrador do concelho de Melgaço nos anos de 1922 e 1923. // A 11/1/1928 desempenhava as funções de tesoureiro da SCMM, ascendendo à provedoria a 27/12/1942, lugar que deixou em 1945. // A 30/4/1936 tomou posse do lugar de chefe da Secretaria Judicial do Tribunal de Melgaço, aposentando-se na 1.ª classe em Maio de 1958; antes exercera o cargo de chefe da 2.ª Secção do mesmo tribunal. // Pode, e deve ser, considerado o principal fundador dos Bombeiros Voluntários de Melgaço, de cuja direção foi presidente durante vários anos. Em 1937, em reunião da Assembleia Geral, foi aprovada por unanimidade uma proposta do corpo ativo, elegendo-o seu comandante honorário «pelos relevantes serviços prestados à corporação desde a fundação desta tão útil e benemérita instituição». // // Era republicano convicto. // Polemizou com o padre Júlio Vaz e com o “Mário de Prado”, mas sempre com educação e respeito devidos. // Em Julho de 1948 era presidente da Assembleia Geral dos BVM. Escreveu vários livros sobre Melgaço, que editou à sua custa. Postumamente (1989 e 1991) foi publicada a sua obra “As Minhas Gerações Melgacenses”, e ainda Obras Completas, Volume I, Tomo I e II (2002) com artigos por si publicados no Notícias de Melgaço. // Os seus livros abriram sem quaisquer dúvidas as portas a outros investigadores, e vão tornar possível escrever-se uma história relativamente bem documentada sobre o concelho. // Augusto e Esmeralda faleceram na Vila: a esposa a 4/12/1956 e ele a 26/3/1964; o seu funeral realizou-se no dia seguinte, sexta-feira. // A Câmara Municipal, presidida por Rui Solheiro, deu em Agosto de 2009, a uma rua da Vila, o seu nome.
ESTEVES, Augusto José. Filho de Francisco José Esteves e de Maria Joana Martins. N.p. de Bernardo Esteves e de Rosa Solheiro, de Arnoia, Ourense; n.m. de Pedro Francisco Martins e de Maria Gonçalves, moradores na Rua da Misericórdia, Vila de Melgaço. Nasceu a 7/12/1841 e foi batizado na igreja de SMP dois dias depois. Padrinhos: Manuel José Lourenço, do Rio do Porto, e Ana Rosa Pires, natural de Chaviães. // Gémeo de Manuel Joaquim.
CALHEIROS, Joana Luísa. Filha de Luís Caetano Soares Calheiros e de Maria Joana, moradores intramuros. N.p. de Antónia Maria de Sousa, solteira, de Melgaço; n.m. de avós incógnitos. Nasceu a 26/1/1798 e foi batizada a 29 desse mês. Padrinho: capitão João António de Araújo, melgacense.
CALHEIROS, João. Filho de Luís Soares Calheiros e de Maria Ventura. N.p. de Maria Josefa Teixeira, solteira; n.m. de Francisco Monteiro e de Maria Benita. Nasceu a 14/5/1821 e foi batizado a 21 desse mês e ano. Padrinhos: padre João Manuel Torres, vigário de Remoães, e Nossa Senhora.
CALHEIROS, João Joaquim. Filho de Luís Soares Calheiros e de Maria Ventura, moradores na Vila. N.p. de Maria Josefa Teixeira, solteira; n.m. de Francisco Monteiro e de Maria Benta. Nasceu a 1/12/1815 e foi batizado dois dias depois. Padrinhos: João Luís da Costa, solteiro, e Maria Joaquina, mãe do padrinho, da Pigarra.
CALHEIROS, João Luís. Filho de António José Gomes Calheiros, das Carvalhiças, SMP, e de Ana Maria Fernandes, de Ferreiros, Prado. // Lavrador. // Casou (*), na igreja de SMP, a 2/1/1828, com Isabel Maria, filha de Gregório Pinto, dos Cotos, Chaviães, e de Mariana Alves, de Linhar, Chaviães. Testemunhas: padre M.J. Quintela, Manuel Joaquim Gonçalves (das Carvalhiças) e AJR, mordomo da igreja. // Faleceu nas Carvalhiças, a 9/3/1886, viúvo, com 73 anos, e foi sepultado no cemitério público. // Com geração. /// (*) Casou com a idade de 15 anos, se acreditarmos que tinha 73 anos quando morreu.
CALHEIROS, Joana Joaquina. Filha de Luís Soares Calheiros e de Maria Ventura, moradores na Vila. N.p. de Maria Josefa Teixeira, solteira, de Melgaço; n.m. de Francisco Monteiro e de Maria Benta, do Couto, Galiza. Nasceu a 20/12/1816 e foi batizada dois dias depois. Padrinhos: João da Costa Coelho e esposa, Maria Joaquina, residentes na Pigarra.
ESTEVES, Artur César (*). Filho de Vitorino Lourenço (ou Laureano) Gonçalves (**), natural de Prado, e de Maria Benedita [da Luz] (exposta na Roda de Melgaço em 1848), rurais, moradores em Galvão de Baixo (ou em Corujeiras), SMP. N.p. de (Francisco Bernardo Esteves?) e de Clara Maria Gonçalves, solteira, de Prado; n.m. de avós incógnitos. Nasceu na freguesia da Vila a 8/11/1880 e foi batizado a 15 desse mês e ano. Padrinhos: Vitorino Augusto dos Santos Lima, negociante, e Rosa Silvana Esteves, solteiros, da Vila. // Emigrou para Manaus, Brasil, onde foi sócio da Casa Comercial “A Melgacense”. // Nas férias que passava na terra natal gerou duas crianças: uma em Silvina Inocência Calheiros, que teve o nome de João Cândido Calheiros; e outra em ----------------------------, a quem atribuíram o nome de Júlio César, mais conhecido por “António da Isaura”. // Lê-se «Por notícias recebidas do Amazonas, fomos informados de que no dia 13 de Agosto findo faleceu na cidade de Manaus o nosso conterrâneo Artur César Esteves, antigo comerciante e sócio da extinta Casa Comercial “A Melgacense”, daquela praça brasileira. A seu filho Júlio César de Sousa e a toda a família apresenta o Notícias de Melgaço as suas condolências.» // A Voz de Melgaço traz também a infausta notícia: «Por notícias recebidas, sabemos ter falecido em Manaus, Brasil, onde se encontrava há mais de cinquenta anos, o Sr. Artur César Esteves, de Galvão, SMP. Era pai do Sr. Júlio César de Sousa, irmão das senhoras Rosa e Belarmina Esteves, e do Sr. Cândido Esteves, desta Vila.» // E quanto ao João Cândido nada! As pessoas que deram a notícia sabiam que Júlio César fora exposto em 1912 e que seus progenitores jamais o reconheceram como filho. Então, porquê, passados 38 anos, virem dizer aos leitores do jornal tal coisa? Comiseração? /// (*) No batismo deram-lhe o nome de Artur José, mas depois mudaram-lhe o nome para Artur César em homenagem certamente ao seu falecido irmão; não esquecer que a Conservatória do Registo Civil só surgiu em 1911. /// (**) Vitorino Lourenço, ou Vitorino Laureano, também usou o apelido Esteves, que transmitiu aos filhos.
CALHEIROS, José Luís. Filho de José Luís Soares Calheiros e de Carolina Etelvina Lopes da Fonseca. N.p. de Luís Soares Calheiros e de Joana Maria de Sousa; n.m. de João Lopes da Fonseca e de Maria da Lapa. Nasceu a 13/2/1842 e foi batizado a 16 de Março desse ano. Padrinhos: Manuel Alves Lopes da Fonseca e sua irmã, Margarida, tios do neófito.
ESTEVES, Artur César. Filho de Vitorino Lourenço (ou Laureano) Gonçalves [Esteves], natural de Prado, e de Maria Benedita da Luz, exposta, rurais, moradores em Galvão de Baixo, SMP. N.p. de (Francisco Bernardo Esteves!) e de Clara Maria Gonçalves, solteira, de Prado; n.m. de avós incógnitos. Nasceu a 6/2/1879 e foi batizado a 12 desse mês e ano. Padrinhos: Vitorino Augusto dos Santos Lima, solteiro, negociante, morador no Campo da Feira, e Rosa Esteves, solteira, costureira, de SMP, moradora na Rua da Igreja. // Morreu em Galvão de Baixo, a 14/3/1879, e foi sepultado no cemitério.
ESTEVES, Arnaldo Augusto. Filho de Caetano Maria Esteves e de Maria de Jesus Gomes. N.p. de Francisco José Esteves e de Maria Joana Martins; n.m. de Maria Luciana Gomes, solteira, todos moradores na Vila. Nasceu intramuros, a 1/6/1869, e foi batizado a 5 desse mês e ano. Padrinhos: Frederico Augusto dos Santos Lima, solteiro, negociante, e sua irmã, Florinda da Glória dos Santos Lima.
ESTEVES, Armando José. Filho de Teresa de Jesus Rodrigues, solteira, empregada de serviço doméstico, natural de Paderne, moradora no Largo da Misericórdia, Vila de Melgaço, e de (*). Neto materno de António Francisco Rodrigues, pedreiro, e de Maria Joaquina Esteves, lavradeira, ambos padernenses. Nasceu na Rua da Misericórdia, SMP, a 27/10/1899, e foi batizado na igreja de SMP a 29 de Novembro desse ano. Padrinhos: Rufino António Esteves, solteiro, proprietário, de Rouças, e Anésia Esteves, irmã do neófito. // Em Julho de 1912 fez exame do 1.º ano no liceu de Viana do Castelo. // Em 1913 estudava num liceu de Viana. // No verão de 1914 fez exame do 1.º e 2.º ano no liceu de Braga, ficando aprovado. // Em 1915 transitou do 4.º para o 5.º ano no liceu de Braga. // Em Outubro de 1915 partia novamente para Braga a fim de continuar os seus estudos. // Em Julho de 1918 regressava de Lisboa, onde era estudante na escola dos correios e telégrafos. // Em 1920 era aspirante dos correios e telégrafos na estação de Valença. // Em 1933 era 1.º oficial dos Correios e Telégrafos em Coimbra. // Casou a 19/4/1941, na igreja de Santa Cruz, Coimbra, com a professora Maria Manuela Pimenta Correia, natural de Viana do Castelo (s.e.). // Moraram em Luso. // Em 1951 esteve em Melgaço de visita. Continuava a trabalhar em Coimbra. // Enviuvou a 18/3/1980. // Morreu na freguesia da Pena, Lisboa, a 16/1/1983. // Armando José era irmão do médico, Dr. António Cândido, entre outros. /// (*) Foi perfilhado por seu pai, Francisco António Esteves “Brasileiro”, viúvo, proprietário, a 16/6/1914. Um filho do casal, Dr. Francisco António, nascido a 14/10/194-, terminou o curso de medicina em 1967, com dezoito valores, especializando-se em Ortopedia; exerceu em Vila Nova de Cerveira e em Viana do Castelo, e em finais de 1994, ou inícios de 1995, partiu para Macau, onde foi nomeado diretor do hospital. Lê-se no «Novo médico. Com ótima classificação transitou para o 5.º ano de medicina, na Universidade de Lisboa, o nosso prezado amigo, senhor Dr. Francisco António Pimenta Esteves, filho muito querido do nosso estimado conterrâneo e assinante, senhor Armando Esteves e de sua esposa, senhora D. Maria Manuela Pimenta Esteves, ilustre professora oficial em Luso. Ao novo médico e a seus pais enviamos os nossos parabéns certo de que esta terra o esperará a fim de exercer as suas funções junto de seu querido tio, o nosso também amigo, senhor Dr. António Cândido Esteves, distinto diretor clínico do hospital da Santa Casa da Misericórdia de Melgaço.» Da internet retirei as seguintes informações:
ESTEVES, António Joaquim (Batista). Filho de Rosa Teresa Esteves, lavradeira. Neto materno de Catarina Esteves, ambas solteiras, de Chaviães. Nasceu nas Carvalhiças, SMP, a 12/11/1846 e foi batizado a 16 desse mês e ano. Padrinhos: frei António Monteiro (batizante), natural de Cavaleiros, e Maria Ventura Torres Calheiros, natural da Vila. // Morreu a 18/9/1907, no lugar do Rio do Porto, Rouças, onde residia, sem sacramentos, no estado de solteiro, com testamento, e foi sepultado no cemitério municipal de Melgaço.
CALHEIROS, João (*) Manuel Soares. // Faleceu em SMP, a 31/12/1845, casado com Maria das Dores, da Vila de Melgaço, e foi sepultado na igreja matriz, com ofício das almas, por ser pobre. /// (*) Ver José Manuel Soares Calheiros.
ESTEVES, António Joaquim. Filho de Maria Joaquina Esteves. Neto materno de Duarte Esteves e de Antónia Maria (ou Antónia Luísa). Nasceu a 24/1/1836 e foi batizado na igreja de SMP a 27 desse mês e ano. Padrinhos: António Joaquim Rodrigues e Maria Josefa, de Prado.
CALHEIROS, Joaquim Maria. Filho de Maria Ventura Soares Calheiros, solteira, residente na Rua Direita, Vila. N.m. de Luís Soares Calheiros e de Maria Ventura Monteiro. Nasceu a 5/11/1844 e foi batizado a 9 desse mês e ano. Padrinhos: Joaquim Bruno Gomes da Ribeira, solteiro, e Maria Josefa, tia materna do neófito.
CALHEIROS, José Luís. Filho de Luís Caetano Soares Calheiros e de Maria Joana de Sousa, moradores em SMP. Nasceu por volta de 1806. // Casou na igreja de SMP a 12/5/1841 com Carolina Etelvina, filha de João Lopes da Fonseca e de Maria da Lapa, moradores que foram na Rua Nova de Almada (?), Porto. Testemunhas: João Lopes da Fonseca (pai da noiva) e AJR, mordomo da igreja. // Faleceu na Rua da Calçada, SMP, a 14/3/1874, com cerca de 68 anos, e foi sepultado na igreja do extinto Convento das Carvalhiças. Deixou viúva e filhos.
CALHEIROS, José Luís. Filho de João Luís Calheiros e de Isabel Maria Pinto, lavradores, residentes nas Carvalhiças, SMP. N.p. de António José Gomes Calheiros e de Ana Maria Fernandes; n.m. de Gregório Pinto e de Mariana Alves, este de Cotos, Chaviães. Nasceu a 18/7/1831 e foi batizado dois dias depois. Padrinhos: José Luís Rodrigues e esposa, Antónia Narcisa de Abendanho, moradores no Rio do Porto. // Era solteiro quando casou na igreja de SMP a 16/5/1861 com Adelaide Procópia, de 20 anos idade, solteira, batizada em SMP, filha de Lourenço Caetano Rodrigues e de Maria Joaquina Trancoso, lavradores, residentes na Calçada, neta paterna de João Rodrigues e de Maria Josefa Domingues, e materna de Margarida Trancoso. Testemunhas: Manuel José de Puga, escrivão das côngruas paroquiais, e Maria Soares, costureira, todos moradores intramuros. // Enviuvou a 25/3/1909. // Faleceu na Rua Direita, Vila, a 30/10/1914. // Com geração.
DURÃES, José Joaquim (Dr.) Filho do Dr. António Joaquim Durães, Conservador do Registo Predial, natural de Paços, e da sua 2.ª esposa, Emília de La Salete de Barros, de Santos-o-Velho, Lisboa. N.p. de João Manuel Durães e de Francisca Caetana Pires; n.m. de António Filipe de Barros e de Emília Perfeita dos Santos. Nasceu na Rua Nova de Melo, SMP, a 15/1/1899, e foi batizado a 27 de Março desse ano. Padrinhos: António Augusto Durães, irmão do batizando, e Florinda da Glória dos Santos Lima, solteira, proprietária. // Em 1908 era aluno da escola primária na Vila; em Julho desse ano fez exame do 1.º grau e teve um «ótimo». // Em 1912 fez exame do 3.º ano num liceu de Coimbra, ficando distinto . // No ano seguinte fez exame num liceu do Porto, ficando também distinto. // Em 1915 concluiu a 1.ª secção dos liceus, 5.º ano, na cidade do Porto. // No verão de 1916 fez exame do 6.º e 7.º ano (secção de letras) no liceu Alexandre Herculano, Porto. // Licenciou-se em Letras e Direito pela Universidade de Coimbra em 1924, exercendo posteriormente advocacia. // Foi co-fundador do jornal «O Melgacense», de que chegou a ser proprietário. // Em Janeiro de 1926 foi presidente da Comissão Executiva da Câmara Municipal de Melgaço. // Chegou a ser professor provisório no Liceu da Guarda. // Devido a doença mental foi internado em 1935 no hospital de São João de Deus, em Barcelos, onde permaneceu 34 anos. // Por deliberação do conselho de família de 22/7/1966 houve lugar a interdição por demência; o processo correu no tribunal de Melgaço. Morreu na freguesia de Vila Boa, Barcelos, a 19/1/1969.
DURÃES, José Maria. Filho de Domingos Durães e de Joaquina Carlota Lopes, moradores em São Gregório, Cristóval (*). N.p. de Domingos Durães e de Josefa Maria Lopes, da Carpinteira, São Paio; n.m. de João Manuel Lopes e de Josefa Maria da Cunha, da Vila de Melgaço. Nasceu a 26/11/1844 e foi batizado na igreja de SMP a 30 desse mês e ano. Padrinhos: José Luís Durães, tio paterno da criança, e Maria da Cunha Lopes, tia materna. /// (*) Joaquina Carlota estava na Vila, na altura do parto, em companhia da mãe.
DURÃES, Judite. Filha do Dr. António Joaquim Durães, Conservador do Registo Predial, natural de Paços, e de Emília de La Sallete Barros, doméstica, natural de Santos-o-Velho, Lisboa. N.p. de João Manuel Durães e de Francisca Caetana Pires; n.m. de António Filipe de Barros e de Emília Perfeita dos Santos. Nasceu na Rua Nova de Melo, SMP, a 28/1/1902 e foi batizada a 19 de Março desse ano. Padrinhos: Dr. António Pereira de Sousa, solteiro, médico municipal, e Beatriz das Dores Gonçalves da Mota, solteira, residente no Porto, representada por Florinda da Glória dos Santos Lima. // No verão de 1913 fez exame do 1.º grau, obtendo a classificação de «ótima»; frequentava o ensino particular (colégio). // Faleceu na Vila a 22/11/1989.
DURÃES, Maria Emília. Filha do Dr. António Joaquim Durães, natural de Paços, Melgaço, e de Emília de La Sallete de Barros, natural de Santos-o-Velho, Lisboa. N.p. de João Manuel Durães e de Francisca Caetana Pires; n.m. de António Filipe de Barros e de Emília Perfeita dos Santos. Nasceu na Rua Nova de Melo, SMP, a 12/9/1900, e foi batizada a 11 de Outubro desse ano. Padrinhos: António Augusto Durães, irmão da neófita, e Teresa de Jesus dos Santos Lima, proprietária. // No verão de 1912 fez exame do 2.º grau na escola central de Valença, ficando distinta; na mesma altura e no mesmo local fizeram o dito exame Aida de Barros, Maria de Lara e Modesta Calheiros, ficando aprovadas, e Jorge de Sousa Lobato, Bento Fernandes de Morais, Manuel e António Lourenço, distintos, além de Anselmo Luís Lourenço e João de Amorim, aprovados. // Faleceu na Vila de Melgaço a 12/3/1985.
DURÃO, José. Filho de Bento Pires, espanhol, e de Rosária Durão, natural de Messegães, Monção. Nasceu em São Cipriano de Riberteme, Galiza, a --/--/1857. // Estava viúvo de Helena Maria Alves de Oliveira, era jornaleiro, morava em Galvão, quando casou na igreja de SMP a 25/7/1886 com Carlota Rosa Sarandão, solteira, lavradora, de Melgaço, residente no lugar dos Moinhos, filha de António Manuel Sarandão e de Maria Rosa Gomes (ou Pires). Testemunhas: Luís Cerdeira, casado, barqueiro, e Caetano Celestino de Sousa. // Faleceu no hospital da Santa Casa da Misericódia de Melgaço a 10/4/1897, com todos os sacramentos, e foi sepultado no cemitério municipal. // A sua viúva finou-se a --/4/1926, com 62 anos de idade. // Pai de Ermezenda da Cruz Durães (ou Durão), casada com Luís Gonçalves.
ERMIDA, João António. Nasceu na freguesia de Balboa, Santa Maria de Lamas, Galiza. // Morou na Vila de Melgaço, junto ao Pio. // Faleceu em SMP a 15/11/1826.
CALHEIROS, José Manuel. Filho de Luís Soares Calheiros e de Maria Ventura Monteiro. // Casou na igreja de SMP a 8/5/1844 com Maria das Dores, filha de José Manuel -------- e de Ana Maria Fernandes, todos moradores na Vila, intramuros. Testemunhas: frei Manuel da Conceição e AJR, mordomo da igreja. // (ver João Manuel Soares Calheiros).
CALHEIROS, José Maria. Filho do Dr. Luís Soares Calheiros e de Rosa Maria Marques do Souto Monteiro, moradores em Galvão. N.p. de Manuel Soares, de Prado, e de Andreza Gomes, da Vila; n.m. de Manuel do Souto, de Prado, e de Rosa Maria Marques, da Vila. Nasceu a 10/1/1791 e foi batizado a 15 desse mês e ano. Padrinhos: Caetano José de Abreu Soares e esposa, Maria Teresa Sousa Gama. // Casou com cerca de 20 anos de idade, na Corredoura de Prado, com Maria Benedita, filha de Manuel José Vaz Torres e de Mariana Durães. // Em 1845 era presidente da Câmara Municipal de Melgaço e administrador do concelho. // Com geração (ver em Prado).
CALHEIROS, Laureana Cândida. Filha de Maria Ventura Soares Calheiros, solteira, moradora na Rua de Baixo, Vila. N.m. de Luís Soares Calheiros e de Maria Ventura Monteiro, de intramuros. Nasceu a 27/6/1846 e foi batizada dois dias depois. Padrinhos: Manuel José de Puga, solteiro, de Crastos, Paderne, e Caetana Maria de Barros, filha de João de Barros, da Vila.
CALHEIROS, Libânia Rita. Filha de Ana de Jesus Soares Calheiros. N.m. de Luís Soares Calheiros e de Maria Ventura. Nasceu a 18/2/1841 e foi batizada na igreja de SMP nesse mesmo dia. Padrinho: Domingos José Gonçalves, de S. Paio.
CALHEIROS, Ladislau. Filho de Maria Ventura Soares Calheiros, solteira, moradora intramuros. N.m. de Luís Soares Calheiros e de Maria Ventura Monteiro, da Vila. Nasceu a 12/5/1848 e foi batizado três dias depois. Padrinhos: Manuel José de Almeida, escrivão no juízo de Melgaço, e serviu de madrinha José Manuel Gonçalves (Galo).
CALHEIROS, Ladislau. Filho de José Luís Soares Calheiros e de Carolina Etelvina Lopes da Fonseca, moradores na Rua Direita, Vila. N.p. de Luís Caetano Soares e de Maria Joana de Sousa, de Melgaço; n.m. de João Lopes da Fonseca e de Maria Lapa, do Porto. Nasceu a 27/6/1848 e foi batizado a 1 de Julho desse ano. Padrinhos: padre Simão António Meleiro de Castro, da Raza, São Paio, e serviu de madrinha Manuel José de Almeida, escrivão em Melgaço.
CALHEIROS, Luís Caetano. Filho de Antónia Maria de Sousa, solteira, do Bairro do Carvalho, SMP. N.m. de Maria Rodrigues, solteira. // Casou, na igreja da Vila, a 28/2/1797, com Maria Joana, filha de pais incógnitos. Testemunhas: Miguel Caetano, Manuel José Pereira, e MPF. // O casal ficou a residir no Carvalho.
CALHEIROS, Luís Caetano. Filho do Dr. Luís Soares Calheiros e de Rosa Maria Marques Souto Monteiro, moradores em Galvão de Baixo, SMP. N.p. de Manuel Soares [Calheiros] e de Andreza Gomes; n.m. de Manuel Souto Monteiro e de Rosa Maria Marques. Nasceu a 26/5/1787 e foi batizado a 30 desse mês. Padrinhos: Caetano José de Abreu Soares e Andreza Gomes, viúva.
CALHEIROS, Luís Soares (Dr.) Filho de Manuel Soares Calheiros e de Andreza Gomes. Nasceu a --/--/17--. // Foi advogado em Melgaço no último quartel do século XVIII, juiz da igreja da Vila, etc. // Casou depois de 1777 com Rosa Maria Marques Souto Monteiro. // Morreu na Vila de Melgaço a 27/12/1812. // A sua viúva finou-se a 24/12/1820. // Com geração.
CALHEIROS, Luís Soares. // Faleceu na Vila de Melgaço, onde morava, a 20/10/1841, e a 22 foi sepultado na igreja matriz.
DURÃES, Isabel. Filha de ---------- Durães e de ---------------------------------------. Nasceu por volta de 1910. // Faleceu na Vila a --/--/1914 ou 1915, com apenas quatro anos de idade.
DURÃES, João (Dr.). Filho do Dr. António Joaquim Durães, Conservador do Registo Predial, natural de Paços, Melgaço, e da sua segunda esposa, Emília de La Salete de Barros, proprietária, natural de Lisboa. Neto paterno de João Manuel Durães e de Francisca Caetana Pires; neto materno de António Filipe de Barros e de Emília Perfeita dos Santos. Nasceu na Rua Nova de Melo, SMP, a 20/4/1903, e foi batizado a 22 de Maio desse ano. Padrinhos: Frederico Augusto dos Santos Lima, solteiro, negociante, e Ludovina Rosa dos Santos Lima, viúva, proprietária, ambos de SMP, Melgaço. // Em 1914 sofreu um ataque de “influenza”, gripe maligna . // No verão de 1914 fez exame do 1.º grau na escola Conde de Ferreira, obtendo a classificação de «ótimo»; era seu professor António José de Barros. // A 23/8/1916 fez exame do 2.º grau na dita escola, ficando distinto. // Lê-se: «A gozo de férias da Páscoa já se encontra entre nós o senhor João de Barros Durães, distinto aluno da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra.» Licenciou-se em Ciências Farmacêuticas (*). // Depois da morte de Hermenegildo José Solheiro, em 1931, foi nomeado pelo Governador Civil presidente da Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Melgaço. Lê-se : «Para presidir aos destinos do nosso município foi escolhido o nosso estimado amigo Sr. João de Barros Durães, farmacêutico pela Universidade de Coimbra. Acertada escolha, tanto mais que o recém-nomeado, privando de perto com o saudoso H. Solheiro, sabia bem o programa traçado para o engrandecimento de Melgaço. Parabéns aos melgacenses.» Também se lê : «Ao Sr. Chefe do Distrito de Recrutamento e Reserva n.º 3. Vieram queixar-se-nos vários mancebos – que foram à inspeção da junta a Viana do Castelo – de que não receberam o subsídio de 6$00 que por lei lhe é dado. Gente pobre na sua maioria, pediu aquele dinheiro emprestado, e [agora] precisa de satisfazer os seus compromissos. No regresso de Viana, e depois da informação que ali lhe deram, dirigiram-se à Câmara Municipal de Melgaço a reclamar esse dinheiro, e ali lhe disseram que não havia ordem de pagamento. Pedimos providências a quem de direito, pois não é humano, nem justo, obrigar esta pobre gente a ir cumprir um dever cívico fora do seu domicílio e não lhe pagar, tanto mais que perderam dois dias de trabalho e agora obrigá-los a perder dias consecutivos a ir reclamar o que lhe é devido à C.M.M. e ainda ouvirem os maus humores dos funcionários.» Havia gente no concelho que não gostava dele. No Notícias de Melgaço é acusado de não fiscalizar a venda do pão feito com farinha de trigo: «NOTA - Depois de escrito este artigo (*) e de termos falado com diversas pessoas sobre o geral do mau fabrico do pão neste concelho, várias destas pessoas nos disseram que em Melgaço não haverá – no geral – por enquanto, bom pão de trigo, pelo preço da tabela, porque a autoridade administrativa, que devia fiscalizar a venda dos produtos alimentares essenciais ao consumo, não o faz, porque cava na vinha e no bacelo; e, para isto, alegam que, sendo boticário e aspirante a chefe local da política nacional, no primeiro dos casos convém-lhe doenças para vender na botica as mezinhas que lhe deixam mais de 200% de lucro; e, no segundo, não se malquista com os industriais de padaria e respetivos vendedores, engrossando assim o partido com o enxame padeiral e anexos. // Mas então, Deus do céu, para quem se há-de apelar? E noticia o Sr. Provedor da Misericórdia que tem o hospital cheio! Pois alargue-o, que maior será o movimento, enquanto for o que tem sido.» // Lusus. /// (*) Antes da nota, escrevera um longo artigo no dito jornal, mas não se justifica aqui a sua transcrição. Manteve-se nesse lugar – presidente da Comissão Administrativa - até 20/12/1942; foi obrigado a abandonar esse cargo devido a um escândalo relacionado com a venda de volfrâmio aos alemães, via Espanha; ele e outros melgacenses, entre eles, o famoso fotógrafo San Payo, criaram uma empresa, a qual explorava esse minério em uns terrenos de Castro Laboreiro; o padre dessa freguesia serrana acusou-o ao ministro do interior, que o demitiu. // Foi provedor da SCMM de 1939 até 1942. // Tornou-se, segundo dizem, um déspota. Uma altura, 18/7/1935, zangando-se com o mestre Morais, que dirigia a banda dos Bombeiros Voluntários de Melgaço, pôs no jornal o seguinte anúncio: «… acha-se aberto concurso para contrato de uma banda de música que pretenda efectuar três concertos públicos nos dias que lhe forem designados pela Câmara, com a antecedência de 30 dias, pela quantia de 1.200$00 e no período que decorre de 1 de Julho a 31 de Dezembro do corrente ano (…) É motivo de anulação do contrato o reconhecimento por parte da CMM de que a banda contratada revelou, em qualquer dos concertos, incompetência artística.» (***) // Em 1938 era delegado da Legião Portuguesa. // Durante a guerra civil de Espanha (1936-1939) esteve sempre ao lado de Franco, tendo ajudado a recrutar rapazes em Melgaço para as fileiras do seu exército. // Enquanto presidente da C.A. mandava perseguir brutalmente os miúdos por jogarem a bola na avenida, ou por brincarem no jardim. // Casou a 14/4/1940, na Conservatória do Registo Civil da Póvoa de Varzim, com a professora do ensino primário, Maria Fernanda Veiga Leite Pinto Coelho, natural da Póvoa de Varzim (lecionou no Fecho, Rouças, e em Prado). // Morreu na Vila a 30/12/1981. // Antes de casar gerou uma criança do sexo masculino numa rapariga de Monção, mas não a perfilhou; do casamento não houve filhos. /// (*) Consta que ficou com a farmácia, à qual deu o seu apelido, graças a uma vigarice, cometida contra António José Alves, conhecido por “Pé d’Anjo”, nascido em Castro Laboreiro a 15/7/1889, o qual, com o desgosto, se suicidou na vila de Melgaço a 4/3/1945. /// (***) A banda dos BVM era considerada uma das melhores do Alto Minho.
DURÃES, Jersemina. Filha de António Durães e de Rosa de Araújo, residentes nas Carvalhiças, SMP. Neta paterna de José Joaquim Durães e de Joaquina Rosa Alves Salgado; neta materna de Luís António de Araújo e de Maria Francisca Alves, todos lavradores, de Rouças. Nasceu nas Carvalhiças a 28/2/1892 e foi batizada na igreja de Rouças a 1 de Março desse dito ano. Padrinhos: o seu avô paterno e Albina de Araújo, tia materna. // Faleceu em Rouças a 9/9/1964. // Mãe de Ortelinda da Conceição Durães (ver em Rouças).
ESTEVES, Ana. Filha de Justiniano António Esteves, solteiro, proprietário, de SMP, morador na Quinta da Fonte da Vila, e de Lina Rosa Lourenço, solteira, costureira, de SMP, moradora na Rua de Baixo. N.p. de José Bento Esteves e de Emília Ana Coelho; n.m. de Maria Miquelina Lourenço. Nasceu a 16/1/1897 e foi batizada a 13 de Fevereiro desse ano. Padrinhos: António Joaquim Esteves, casado, negociante, e Ana de Sousa Lobato, casada. // (Mais tarde os seus pais casaram). // Faleceu a 8/9/1906, no lugar da Fonte da Vila, e foi sepultada no cemitério.
ESTEVES, Alfredo Cândido. Filho de Felisbela Cândida Esteves, solteira, lavradora, residente nas Carvalhiças, SMP. Neto materno de Francisco Joaquim Esteves, de Prado, e de Maria Joaquina de Magalhães (exposta), da Vila, lavradores. Nasceu a 2/10/1893 e foi batizado a 7 desse mês e ano. Padrinhos: Alfredo Cândido Pinto, solteiro, de intramuros, e Áurea Cândida Gonçalves, solteira, das Carvalhiças, SMP. // De 12 a 15 de Janeiro de 1913 seria encorporado em Infantaria 3, Valença; atribuíram-lhe o n.º 2. // Adiaram a sua encorporação; agora tinha que se apresentar de 12 a 15/1/1914, mas em Infantaria 3, Viana. // Ingressou na polícia judiciária. // Casou na Conservatória de Coimbra a 4/1/1920 com Georgina da Luz, de 31 anos de idade, filha de Eloi Casimiro de Moraes e de Joana da Piedade Pinto, natural de Mirandela (Senhora da Encarnação). // A sua esposa faleceu em Souzelas, Coimbra, a 17/11/1959. // Casou em segundas núpcias em Buarcos, Figueira da Foz, a 15/3/1971, com Virgínia Faria Roma. // Morreu em Buarcos a 10/12/1972.
ESTEVES, Alfredo Cândido. Filho de Alfredo Augusto Esteves e de Ortelinda Augusta de Carvalho, lavradores, residentes nas Carvalhiças. N.p. de Francisco Augusto Esteves e de Cândida Rosa Ribeiro; n.m. de José Joaquim de Carvalho e de Maria Jacinta Rodrigues. Nasceu a 21/7/1898 e foi batizado a 2 de Agosto desse ano. Padrinhos: José Cândido Gomes de Abreu e sua mulher, Ana Joaquina Vasques. // Faleceu a 19/2/1899 e foi sepultado no cemitério.
ESTEVES, Ana Joaquina. // Morou no lugar da Corga, SMP. // Morreu a 6/8/1854, casada com Bernardo Rodrigues, e foi sepultada na igreja matriz com ofício de 12 padres.
ESTEVES, Ana Joaquina. Filha de Felisbela Cândida Esteves, solteira, lavradora e criada de servir, residente na Rua Direita, SMP. N.m. de Francisco Joaquim Esteves (defunto) e de Maria Joaquina de Magalhães, moradora na dita Rua. Nasceu a 30/8/1886 e foi batizada a 20 de Setembro desse ano. Padrinhos: Manuel Maria Rocha (ou Ralha), empregado da Alfândega, de São Levião (ou Lerião), e Ana Joaquina Gonçalves, solteira, do Outeiro, Prado. // Morreu na sobredita Rua Direita, a 6/2/1893, e foi sepultada no cemitério municipal.
CALHEIROS, Luís da Encarnação. Filho do Dr. Luís Soares Calheiros e de Rosa Maria Marques do Souto Monteiro, naturais de Melgaço, proprietários. Nasceu por volta de 1787. // Foi religioso professo do Convento de Santa Cruz de Coimbra. // Faleceu em sua casa de Galvão de Baixo, SMP, às quatro horas da tarde de 17/8/1870, com 83 anos, no estado de demência, e foi sepultado na igreja do extinto Convento das Carvalhiças. // Não fizera testamento.
CALHEIROS, Manuel José. Filho de João Luís Calheiros e de Isabel Maria Pinto, moradores nas Carvalhiças. N.p. de António José Calheiros e de Ana Maria Fernandes; n.m. Gregório Pinto e de Mariana Alves, de Lágeas, Chaviães. Nasceu a 25/4/1834 e foi batizado dois dias depois. Padrinhos: Manuel António Pinto e Maria Josefa Fernandes, solteira, do lugar da Oliveira, SMP. // Morreu criança. // Gémeo de Florinda de Jesus.
CALHEIROS, Manuel José. Filho de João Luís Calheiros e de Isabel Maria Pinto, moradores nas Carvalhiças. N.p. de António José Calheiros e de Ana Maria Fernandes; n.m. de Gregório Pinto e de Mariana Alves. Nasceu a 6 de Janeiro de 1840 e foi batizado a 12 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel José Fernandes e sua esposa, Joana (Rita?) Domingues, de Prado.
CALHEIROS, Maria Angélica. Filha de Luís Soares Calheiros, de Melgaço, e de Maria Ventura Monteiro, galega, solteiros (casaram posteriormente). N.p. de Maria Josefa Teixeira, solteira; n.m. de Francisco Vasques e de Benta Maria, de S. Bartolomeu do Couto, Galiza. Nasceu a 31/7/1814 e foi batizada na igreja de SMP a 3 de Agosto desse ano. Padrinhos: Francisco Manuel Lopes e esposa, Luísa Gonçalves. // Morou na Vila de Melgaço, intramuros. // Faleceu a 27/8/1858, casada com José Joaquim Pires, e foi sepultada na igreja matriz com ofício da Confraria das Almas, de 15 padres, por ser pobre.
CALHEIROS, Maria Benedita. Filha de Luís Soares Calheiros e de Maria Ventura Monteiro, moradores intramuros. N.p. de Maria Josefa Teixeira, de Melgaço; n.m. de Francisco Monteiro e de Maria Benita, de S. Bartolomeu do Couto, Tui. Nasceu a 28/4/1829 e foi batizada dois dias mais tarde. Padrinhos: José Manuel Gonçalves, solteiro, alfaiate, da Vila, e a Senhora do Carmo.
CALHEIROS, Maria Dulce. Filha de Vítor Manuel Calheiros e de Vitorina Cândida Rodrigues, proprietários. N.p. de José Luís Calheiros e de Adelaide Procópia Rodrigues; n.m. de Eduardo Augusto e de Miquelina Rosa Rodrigues. Nasceu na Rua Direita, SMP, a 15/1/1908, e foi batizada a 20 desse mês e ano. Padrinhos: José Cândido Gomes de Abreu, casado, proprietário, e Amália Vaz, solteira, doméstica. // Faleceu a 12/1/1911 e foi sepultada no cemitério público.
CALHEIROS, Maria Eulália. Filha de Luís Soares Calheiros e de Maria Ventura Monteiro, moradores na Vila. N.p. de Maria Josefa Teixeira; n.m. de Francisco Monteiro e de Maria Benita. Nasceu a 19/7/1825 e foi batizada dois dias depois. Padrinhos: Bento José Dias e esposa, Maria Josefa Rodrigues, do Campo da Feira de Fora.
CALHEIROS, Maria Joaquina. Filha de Luís Soares Calheiros e de Maria Ventura Monteiro, moradores na Vila. N.p. de Maria Josefa Teixeira, solteira; n.m. de Francisco Monteiro e de Maria Benta. Nasceu a 27/7/1823 e foi batizada a 31 desse mês. Padrinhos: Bernardo Pereira e esposa, Joaquina, de Remoães.
CALHEIROS, Maria Josefa. Filha de Luís Soares Calheiros e de Maria Ventura Monteiro. N.p. de Maria Josefa Teixeira, da Vila de Melgaço; n.m. de Francisco Monteiro e de Maria Benita, de São Bartolomeu do Couto, bispado de Tui. Nasceu em SMP e foi batizada a 6/6/1819. Padrinhos: Manuel José Soares e Maria Pires, de Prado. // Faleceu repentinamente, a 23/6/1864, intramuros, SMP, solteira, pobre de profissão (!). // Sem geração. // Nota: o seu assento de batismo foi feito pelo padre Manuel António Esteves, porque o padre JESSM nessa altura não podia escrever.
CALHEIROS, Maria Luísa. Filha de João Luís Calheiros e de Isabel Maria Pinto. N.p. de António José Calheiros e de Ana Maria Fernandes; n.m. de Gregório Pinto e de Mariana Alves. Nasceu a 13/3/1837 e foi batizada na igreja de SMP a 19 desse mês e ano. Padrinhos: Francisco Domingues e sua filha, Maria Luísa Domingues, de São Paio.
ESTEVES, Alfredo Augusto. Filho de Alfredo Augusto Esteves (Funga) e de Otelinda Augusta de Carvalho. Nasceu na Vila a --/--/1914. // Morreu na freguesia onde nascera a 2/8/1920.
ESTEVES, Alfredo Augusto (Funga). Filho de Francisco Esteves, galego, e de Cândida Rosa Ribeiro, melgacense, lavradores, residentes no Louridal, Vila. N.p. de Manuel Esteves e de Teresa Fernandes, de Formarigo, Tui; n.m. de Jerónimo José Ribeiro e de Antónia Teresa Rodrigues, de Melgaço. Nasceu no Louridal, Vila, a 30/4/1869 e foi batizado a 3 de Maio desse ano. Padrinhos: José Vicente Correia dos Santos Lima, bacharel, formado na Universidade de Coimbra, e sua irmã, Ludovina Rosa dos Santos Lima, casada com Carlos Ribeiro, moradores na Vila. (Quem assinou pela madrinha foi Florinda da Glória Santos). // Lavrador. // Casou na igreja de SMP a 10/5/1890 com Otelinda Augusta, de 18 anos, padeira, da Rua de Baixo, Vila, filha de José Joaquim de Carvalho, pedreiro, e de Maria Jacinta Rodrigues, padeira, ambos de SMP. Testemunhas: JCGA e o padre Elias de Jesus Marques, de Prado. // Foi também guarda-fios dos CTT. // Enviuvou a --/2/1932. // Morreu no lugar das Carvalhiças, Vila, onde o casal morou, a 22/8/1949. // Com geração. // Nota: deve ser o mesmo que em sessão da Câmara Municipal de 7/8/1907 foi aprovado um pagamento para ele de 26$590 réis, de consertos feitos nas ruas da Vila e fonte pública.
ESTEVES, Alexandrina Rosa. Filha de Francisco António Esteves, jornaleiro, de Gondufe, Chaviães, e de Ana Maria Alves, jornaleira, de Chaviães, moradores em SMP. N.p. de Manuel António Esteves e de Maria Caetana Domingues, lavradores, de Chaviães; n.m. de Florinda Rosa Alves, casada, lavradeira, moradora em SMP. Nasceu no Bairro do Carvalho, SMP, a 13/1/1892, e foi batizada a 17 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel José da Costa Velho, casado, lavrador, residente em SMP, e Clara Rosa Esteves, solteira, lavradora, tia paterna da batizanda. // Casou na Conservatória de Viana a 8/1/1917 com Albino Afonso da Rocha, de 20 anos de idade, de Portuzelo, Viana, filho de Maria Teresa. // O seu marido morreu em Benfica, Lisboa, a 23/6/1962. // Ela faleceu em Chaviães a 27/1/1977.
ESTEVES, Alcinda. Filha de Alfredo Augusto Esteves, lavrador, e de Otelinda Augusta de Carvalho, padeira, ambos da Vila. N.p. de Francisco Esteves, de Desteriz, Galiza, e de Cândida Rosa Ribeiro, de Melgaço, lavradores; n.m. de José Joaquim de Carvalho, lavrador, e de Maria Jacinta Rodrigues, padeira, de Melgaço. Nasceu na Rua de Baixo, Vila, a 14/1/1893, e foi batizada a 29 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel de Jesus Puga, casado, recebedor da comarca, e Margarida Augusta Pires, solteira, filha família, ambos da Vila. // Casou a --/--/1915 com António de Ascenção Barreiro (Correio de Melgaço n.º 174, de 14/11/1915). // Morreu na Ajuda, Lisboa, a 2/1/1947. // Com geração.
ESTEVES, Carlos Augusto. Filho de Francisco Esteves, de Desteriz, Ourense, e de Cândida Rosa Ribeiro, de Melgaço, moradores no Louridal, Vila. N.p. de Manuel Esteves e de Teresa Fernandes; n.m. de Jerónimo José Ribeiro e de Antónia Teresa Rodrigues. Nasceu a 3/4/1867 e foi batizado a 8 desse mês e ano. Padrinhos: Cândido Augusto Correia dos Santos Lima, estudante, e sua irmã, Florinda Rosa Correia dos Santos Lima, solteira, moradores no Campo da Feira, Vila. // Faleceu a 2/6/1879 (*) e foi sepultado no cemitério. /// (*) O Dr. Augusto César Esteves diz-nos que ele morreu a 2/6/1897, sem geração.
ESTEVES, Cândido Augusto. Filho de Caetano Maria Esteves, alfaiate, e de Maria de Jesus Soares, moradores na Rua da Misericórdia, SMP. N.p. de Francisco José Esteves e de Maria Joana Martins; n.m. de Maria Luciana Gomes. Nasceu a 1/2/1874 e foi batizado a 5 desse mês e ano. Padrinhos: José Cândido Gomes de Abreu e Laurinda Cândida, solteiros, ambos da Rua da Calçada. // Iniciou a carreira comercial como marçano em uma loja de Valença. // Emigrou para o Brasil, esteve em Pará de Belém, mas voltou para Portugal. // Teve um estabelecimento comercial no lugar do Cruzeiro da Serra, Prado, ao qual atribuiu o nome de “Bom Marché”, abrindo-o ao público a 5/7/1914; teve como seu empregado o jovem Sebastião, que depois emigrou para o Brasil. // Em 1916 pediu a demissão de regedor substituto da freguesia de Prado. // Nos dias 14 e 19/4/1920 os comerciantes de Melgaço reuniram-se. Uma das decisões que aprovaram foi a seguinte: «censurar e protestar contra o acto de banditismo que sofreu o seu colega, senhor Cândido Augusto Esteves, de alguns desordeiros da Gave que, entrando no seu estabelecimento, a cavalo, desacataram-no e feriram um dos seus empregados, além das depreciações que fizeram e dos géneros que levaram por preços a seu arbítrio.» // Lê-se :Em 1933 alguém estroncava a fechadura da porta do armazém que ele possuía no lugar do Rego, Prado; parecia ser vingança, ou maldade, pois não lhe roubavam coisa alguma. // Em 1936 deu uma folha de bacalhau e um quilo de arroz ao hospital da SCMM; nesse ano, na noite de 8 para 9 de Outubro, noite de tempestade, os gatunos penetraram pelo telhado e entraram na casa de habitação, descendo à loja, de onde roubaram tudo que puderam; calculou-se o valor do roubo em 600$00. // Trespassou o dito estabelecimento a 17/2/1949 a Aurélio Augusto Domingues. // Foi redator do Notícias de Melgaço e censor quando, em 1926, com o golpe militar, foi criada em Portugal a execrável censura. // Faleceu na Vila, em casa da sobrinha Ofélia, a 28/10/1960.
FERNANDES, Domingos. Filho de ------- Fernandes e de --------------------------. Nasceu por volta de 1840. // Faleceu em São Julião, Vila, a --/--/1914, com 74 anos de idade.
ESTEVES, Carlota. Filha de José Manuel Esteves e de Rosa Emília Fernandes, lavradores, residentes em Galvão, SMP. N.p. de Maria Joaquina Duarte (dos Moinhos); n.m. de Águeda Fernandes, do Couto de Rouças, Galiza. Nasceu a 21/10/1865 e foi batizada a 1/11/1865. Padrinhos: Francisco José Gomes, escrivão da Administração, e Albina Rosa, cunhada do padrinho. // Faleceu a 5/4/1869.
FERNANDES, Emília do Nascimento. Filha de Francisco António Fernandes e de Maria Eugénia Virtelo, moradores na casa da horta da igreja da Vila. N.p. de Domingos António Fernandes e de Maria Ângela Mendes, caseiros na Quinta dos Chãos, SMP; n.m. de José Manuel Virtelo e Joana de Villa, de Forgão, paróquia de Arbore (Arbo), Tui. Nasceu a 9/11/1847 e foi batizada a 12 desse mês e ano. Madrinha: Emília, filha de Manuel da Cunha, da Pigarra.
FERNANDES, Emília. Filha de João José Fernandes, pregueiro, e de Elvira (ou Teresa) Cândida Rodrigues, lavradeira, moradores no Rio do Porto, SMP. N.p. de Francisco Joaquim Fernandes (defunto) e de Ana Joaquina Vaz, da Corga, SMP; n.m. de António Tomaz Rodrigues e de Teresa Benedita Cardoso, lavradores, residentes na Rua do Rio do Porto. Nasceu a 7/1/1888 e foi batizada a 14 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel de Jesus Puga e Luís Camilo Gomes de Abreu, solteiro. // Faleceu na Rua do Rio do Porto a 9/3/1896.
FERNANDES, Felicidade Rosa. Filha de Manuel Fernandes e de Aurora de Nazaré Calheiros, lavradores. N.p. de Camilo Fernandes e de Aurélia Maria Rodrigues; n.m. de José Luís Calheiros e de Adelaide Procópia Rodrigues. Nasceu nas Carvalhiças, SMP, a 4/10/1906, e foi batizada a 7 desse mês e ano. Padrinhos: José Luís Calheiros, casado, lavrador, e Gracinda de Araújo, solteira, camponesa. // Faleceu a 9/12/1908, no lugar do Viso, Chaviães, onde seus pais moravam, e foi sepultada no cemitério municipal.
FERNANDES, Felicidade da Glória. Filha de Manuel Maria Fernandes, de Desteriz, Ourense, e de Maria Teresa Gonçalves, natural de Rouças, residentes na Vila de Melgaço. N.p. de Rosa Fernandes, de Desteriz; n.m. de Antónia Gonçalves, de Rouças, todos lavradores. Nasceu na Pigarra de Baixo, SMP, a 5/3/1891, e foi batizada a 14 desse mês e ano. Madrinha: Rosa Dias, solteira, lavradora, de Rouças. // Faleceu em Cristóval a 19/1/1970. // Nota: era irmã da “Ana Home” (ver em Rouças).
FERNANDES, Felisbela Cândida (Belabucha). Filha de Maria Delfina Fernandes. Nasceu por volta de 1876. // Vendeira. // A 24/11/1912, por questões da mínima importância, socaram-se rijamente ela e Rosa Maria Alves, taberneira no Rio do Porto, mas a Felisbela foi a que levou mais tareia, segundo a opinião daqueles que assistiram ao combate. // Faleceu na Vila a 1/11/1936, com 60 anos de idade. // Foi mãe solteira de António, de José Augusto (Zé Borné), de Manuel, e de Mário Fernandes.
CALDEIRA, Correia (*). // Foi deputado por Melgaço na década de 70 do século XIX. /// (*) Deve tratar-se do Dr. António José Marques Correia Caldeira, que nasceu em Ponte de Lima a 19/10/1815 e faleceu a 2/11/1876; militou no Partido Cabralista.
FERNANDES, Francisca Luísa. Filha de João Fernandes, do termo de Guimarães, e de Maria Mendes, de Alvaredo, termo de Valadares, moradores no lugar da Corga, Vila de Melgaço. N.p. de João Fernandes e de Catarina Francisca, da freguesia do Mosteiro do Souto, Guimarães; n.m. de Domingos Mendes e de Maria Lourenço, de Alvaredo. Nasceu a 5/2/1770 e foi batizada na igreja de SMP dois dias depois. Padrinhos: Manuel Francisco Ribeiro e Maria Luísa, filha de Maria Rosa, viúva, da Corga. Testemunhas: Diogo António Cardoso, cabo de infantaria na praça de Melgaço, e António Bernardo, mordomo da igreja. // Casou na igreja de SMP a 11/11/1799 com José, filho de Francisco Gomes e de Maria Gomes, do lugar do Maninho, Alvaredo.
ESTEVES, Belarmina Cândida (*). Filha de Manuel José Esteves “Melgaço” e de Maria Rita Alves, proprietários, moradores na Calçada, SMP. N.p. de Maurício Esteves, caseiro no Louridal, Chaviães, galego, e de Ana Joaquina Fernandes, de SMP; n.m. de Manuel António Alves e de Maria Joana Gaioso, moradores na Calçada. Nasceu a 10/4/1869 e foi batizada pelo padre José Joaquim Pires, de Paços, a 12 desse mês e ano. Padrinhos: Dr. Francisco Luís Rodrigues Passos, cirurgião da Nova Escola Médica do Porto, e serviu de madrinha JCGA, solteiro, negociante. // Casou a 10/1/1889 com Francisco António Esteves (Chico Brasileiro). // Faleceu em consequência de um parto, na Rua Nova de Melo, a 17/10/1889; a criança (futuro Dr. Augusto César Esteves) foi amamentada por uma ama. // O seu viúvo teve outras mulheres e mais filhos. /// (*) O assento de batismo foi refeito a 30/11/1888, pelo padre José Joaquim Douteiro, pois quando ela nasceu seus pais deram-lhe o nome de Felismina.
CALDEIRA, António. Filho de José Lopes Paulo, natural da freguesia (de Calevelos?) e de Maria Caldeira Saraiva, de São Miguel de Passos, ambos da diocese de Coimbra. Nasceu em S. Miguel de Passos por volta de 1838. // Tinha 28 anos, era solteiro, quando casou, na igreja de SMP, a 29/10/1866, com Guilhermina Cândida, de 25 anos, solteira, filha de José Manuel Rodrigues e de Clara Fernandes, de Melgaço. Testemunhas: Francisco José Gomes, escrivão da administração, e Adelaide Joaquina Alves, solteira, ambos melgacenses.
FERNANDES, Francisco. // Galego. // Morou na Calçada, SMP. // Faleceu na Vila de Melgaço, com todos os sacramentos, a 22/4/1833, e foi amortalhado em hábito de S. Francisco, e sepultado na igreja matriz, com ofício de corpo presente de 12 padres, a que todos assistiram por caridade, e lhe disseram 10 missas, pagas pelas esmolas conseguidas. (O cura: Manuel Joaquim Quintela).
ESTEVES, Belarmina Cândida. Filha do Dr. Augusto César Esteves e de Esmeralda Esteves, moradores na Rua da Calçada. N.p. de Francisco António Esteves e de Belarmina Cândida Esteves; n.m. de Justiniano António Esteves e de Lina Rosa Lourenço. Nasceu a 16/8/1915 e foi batizada a 15 de Setembro desse ano. Padrinhos: Justiniano António Esteves, solteiro, proprietário, e Maria da Conceição Esteves, viúva, proprietária. // Em 1929 frequentava o Colégio Português de Valença . // Faleceu no estado de solteira, sem geração, a 10/9/1936, e foi sepultada no cemitério no dia seguinte.
CALDEIRA, Albino Manuel. Filho de António Lopes Caldeira e de Guilhermina Cândida Rodrigues, moradores na Corga, SMP. N.p. de José Lopes Paulo e de Maria Caldeira Saraiva, da freguesia de S. Miguel de Passos, bispado de Coimbra; n.m. de José Manuel Rodrigues e de Clara Fernandes, lavradores, residentes no dito lugar da Corga. Nasceu a 29/11/1867 e foi batizado a 5/12/1867. Padrinhos: Manuel José Pires, escrevente (escrivão da fazenda) na Vila de Melgaço, e Adelaide Joaquina Alves, solteira, da Calçada, SMP.
ESTEVES, Belmira Amélia. Filha de Francisco Esteves, galego, e de Cândida Rosa Ribeiro, portuguesa, lavradores, residentes no Louridal, Vila. Neta paterna de Manuel Esteves e de Teresa Fernandes, de Desteriz, Ourense; neta materna de Jerónimo José Ribeiro e de Antónia Teresa Rodrigues, moradores no Louridal. Nasceu a 1/2/1865 e foi batizada a 5 desse mês e ano. Padrinhos: Carlos João Ribeiro (Lima), tio materno da batizanda, e Josefa Antónia Rodrigues, viúva, moradora na Oliveira, Vila. // A 16/9/1883, na igreja de Chaviães, foi madrinha de José Augusto, criança que faleceu a 12/10/1883 (ver em Chaviães). // Casou na Vila a 21/12/1890 com Gaspar Manuel, filho de José de Araújo e de Maria Alves, carpinteiro, natural de São Paio. // Enviuvou a 12/4/1942. // Faleceu no Louridal a 19/5/1950. // Com geração.
CALDAS, Pulquéria. Filha de Manuel Joaquim Caldas e de Rosa Maria de Araújo, moradores nas Carvalhiças. N.p. de Luísa Maria de Caldas; n.m. de João Manuel de Araújo e de Maria Teresa Calheiros. Nasceu a 9/8/1859 e foi batizada a 14 desse mês e ano. Padrinhos: padre José Joaquim Torres e Maria Teresa da Silva, solteira, das Carvalhiças.
ESTEVES, Bento. // Em 1655 residia em Melgaço; era vereador da Câmara Municipal.
CALHEIROS, António. // Morou nas Carvalhiças, SMP. // Faleceu viúvo, a 1/6/1830, e foi amortalhado em hábito de S. Francisco e sepultado na igreja matriz, com ofício de corpo presente de 12 padres.
ESTEVES, Bento José. // A 15/6/1799 era juiz, ou homem-bom, na Vila de Melgaço .
CALHEIROS, Ana Maria. Filha de José Luís Calheiros e de Adelaide Procópia Rodrigues, moradores nas Carvalhiças, SMP. N.p. de João Luís Calheiros e de Maria Pinto; n.m. de Lourenço Caetano Rodrigues e de Maria Joaquina Trancoso. Nasceu a 8/7/1869 e foi batizada a 10 desse mês e ano. Padrinho: Manuel José Esteves “Melgaço”, proprietário, morador em Eiró, Rouças. // Faleceu a 20/7/1879.
ESTEVES, Bernardo. // Nasceu em São Salvador de Arnoia, Tui. // Casou com com Rosa Fernandes, de quem ficou viúvo. // Matrimoniou-se pela segunda vez, na igreja de SMP, a 13/12/1806, com Maria Rosa, filha de Francisco Solheiro e de Isabel Fernandes, de Carvalheda, Galiza, moradora na Vila de Melgaço. Testemunhas: Caetano José de Abreu Soares e o padre Manuel Lopes de Azevedo, moradores intramuros. // Faleceu, no lugar do Carvalho, SMP, no estado de viúvo de Maria Rosa Solheiro, a 1/10/1844, devido a uma queda, quando andava a vindimar; foi sepultado na igreja matriz, com ofício de 10 padres.
CALHEIROS, Amélia da Glória. Filha de Maria Ventura Soares Calheiros, solteira, moradora intramuros. Neta materna de Luís Soares Calheiros e de Maria Ventura. Nasceu a 1/5/1851 e foi batizada a 5 desse mês e ano. Padrinhos: José António de Castro, da Assadura, e serviu de madrinha Francisco Luís Gonçalves (o brasileiro), melgacenses. // Casou com o professor João Francisco Lopes. // Em 1915 pediu a aposentação. // Faleceu a 5/2/1931, em Cristóval, onde fora professora de segunda categoria. Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 97, de 17/2/1931: Também exercera a sua profissão em Penso. // Mãe de José Abílio, Idalina Cândida, e da professora Maria Cândida, casada com o professor Abel Nogueira Dantas.
ESTEVES, Caetano Maria. Filho de Francisco José Esteves e de Maria Joana Martins, moradores em SMP. Nasceu a --/--/1835. // Casou na igreja de SMP a 14/7/1856 com Maria de Jesus Soares, filha de Maria Luciana da Silva, solteira, todos moradores intramuros. // A arte de alfaiate, que ele aprendera, em 1908 era zelador municipal. // Morreu na Rua do Espírito Santo, Vila, com 76 anos de idade, a 8 ou 18/9/1911. // A sua viúva finou-se também na Vila, a 24/1/1916, com 81 anos de idade. // Pai de Cândido Augusto Esteves, comerciante em Prado, entre outros, e sogro de João Batista Reis, industrial na Vila. // Avô de Alberto e de Manuel de Sousa, emigrantes em Pará, Brasil.
CALHEIROS, Alfredo Mário. Filho de José Luís Soares de Sousa Calheiros e de Carolina Etelvina Lopes da Fonseca. N.p. de Luís Caetano Soares Calheiros e de Maria Joana de Sousa; n.m. de João Lopes da Fonseca e de Maria da Lapa, do Porto. Nasceu a 4/8/1850 e foi batizado a 7 desse mês e ano. Padrinhos: Gaspar Eduardo Lopes da Fonseca e sua irmã, Guilhermina, residentes em Melgaço. // Foi chamado para a tropa em 1871; por engano, chamaram-lhe Alfredo Elísio! // S.m.n.
CALDAS, Paulo José. Filho de José Joaquim de Caldas, natural da Vila, e de Ludovina Rosa Lourenço, natural de São Paio, lavradores, residentes nas Carvalhiças. N.p. de Manuel Joaquim Caldas e de Rosa Maria de Araújo; n.m. de Tomás Joaquim Lourenço e de Maria Rosa Marques. Nasceu a 25/1/1894 e foi batizado a 4 de Fevereiro desse ano. Padrinhos: Paulo José da Cunha, solteiro, lavrador, da Pigarra, e Etelvina de Sousa, solteira, padeira, ambos da Vila. // Casou a 6/11/1926 com Alice da Ressurreição, filha de Jerónimo de Castro (Regadinho) e de Maria Domingues. // Faleceu nas Carvalhiças a 9/11/1954. // Com geração.
CALDAS, Maria de Nazaré (Maria Querida). Filha de José Joaquim de Caldas, da Vila, e de Ludovina Rosa Lourenço, de São Paio, lavradores, residentes nas Carvalhiças. N.p. de Manuel Joaquim de Caldas e de Rosa Maria de Araújo; n.m. de Tomás Joaquim Lourenço e de Maria Rosa Marques. Nasceu a 28/8/1896 e foi batizada a 6 de Setembro desse ano. Padrinhos: Justiniano António Esteves, solteiro, proprietário, e Etelvina de Sousa, solteira. // Em Julho de 1918, e depois de uma altercação qualquer, tentou pôr fim à vida, ingerindo sulfato de cobre; logo a seguir foi conduzida ao hospital da Santa Casa da Misericórdia onde o Dr. Manuel Pinto de Magalhães lhe fez uma lavagem ao estômago, salvando-a. // Casou na CRCM a 13/1/1920 com José Manuel (Zé Querido), de 20 anos de idade, da Vila, filho de José Jerónimo Trancoso e de Rosa Trancoso. // Morava nas Carvalhiças quando foram à praça, a 7/6/1936, alguns bens dela, para pagamento de uma multa de 1.559$00, nos termos do art.º 58.º do decreto n.º 20282, aplicada pela inspeção dos géneros alimentícios (Melgaço, 13/5/1936). // Faleceu na Vila a 28/12/1962.
CUNHA, Maria Benedita. Filha de António Joaquim da Cunha e de Maria Teresa da Silva. Nasceu por volta de 1831. // Faleceu solteira, a 15/1/1920, com 89 anos de idade. // Irmã de Libório José da Cunha. // (ver Emília Cândida Cunha).
CALHEIROS, Caetano Celestino (Padre). Filho do Dr. Luís Soares Calheiros e de Rosa Maria Marques do Souto Monteiro, moradores em Galvão, SMP. N.p. de Manuel Soares, de Prado, e de Andreza Gomes, da Vila; n.m. de Manuel do Souto, de Prado, e de Rosa Maria Marques, da Vila. Nasceu a 7/4/1795 e foi batizado a 11 desse mês e ano. Padrinho: Caetano José de Abreu Soares, melgacense. // Morou em Galvão. // Em 1859 era encomendado na freguesia de SMP.
CALHEIROS, Esménia Augusta. Filha de Silvina Inocência Calheiros, solteira, lavradora, residente em casa dos pais, nas Carvalhiças, SMP. N.m. de José Luís Calheiros (ausente no Brasil) e de Adelaide Procópia Rodrigues, lavradeira. Nasceu a 28/12/1885 e foi batizada a 2/1/1886. Padrinhos: Joaquim do Carmo da Cunha e Joaquina Rosa da Cunha, solteiros, das Carvalhiças. // Faleceu a 16/8/1886.
CALHEIROS, Eduarda Virgínia. Filha de José Luís Soares Calheiros e de Carolina Etelvina Lopes da Fonseca, moradores intramuros. N.p. de Luís Caetano Soares Calheiros e de Maria Joana de Sousa, de Melgaço; n.m. de João Lopes da Fonseca e de Maria da lapa, de Santo Ildefonso, Porto. Nasceu a 12/8/1846 e foi batizada dois dias depois. Padrinhos: Gaspar Eduardo e sua irmã Guilhermina Arménia, tios maternos da neófita.
CALHEIROS, Florinda de Jesus. Filha de João Luís Calheiros e de Isabel Maria Pinto, moradores nas Carvalhiças. N.p. de António José Calheiros e de Ana Maria Fernandes, de Prado; n.m. de Gregório Pinto e de Mariana Alves, de Lágeas, Chaviães. Nasceu a 25/4/1834 e foi batizada dois dias depois. Padrinhos: Manuel António Pinto, de Chaviães, tio da neófita, e Maria Joana Botelho, das Carvalhiças.
CALHEIROS, Felicidade Cândida. Filha de José Luís Calheiros e de Adelaide Procópia Rodrigues, lavradores, residentes nas Carvalhiças. N.p. de João Luís Calheiros e de Isabel Maria Pinto; n.m. de Lourenço Caetano Rodrigues e de Maria Joaquina Trancoso. Nasceu a 12/8/1866 e foi batizada a 19 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel de Jesus Rodrigues, tio materno da batizanda, e Maria Josefa de Puga, solteira, de Arbo, Galiza.
