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ESTEVES, António. Filho de Manuel António Esteves e de Maria Solha, lavradores, residentes no lugar de Pomar. N.p. de Bento Manuel Esteves e de Maria Joaquina Alves; n.m. de António Manuel Solha e de Joaquina Rosa de Lima. Nasceu em Penso a 6/10/1879 e foi batizado nesse dia. Padrinhos: António Maria Pinto e Matilde da Ascensão Pinto, solteiros, rurais, de Badim. // Casou na igreja local a 29/8/1910 com Rosa Pires, de 32 anos de idade, solteira, criada de servir, natural de Barbeita, Monção, filha de António Pires e de Maria Vilarinho. Testemunhas presentes: Domingos Lourenço, casado, jornaleiro, e Manuel Martins, solteiro, camponês. // «a 14/1/1912 manifestou-se um incêndio na padaria de António Esteves (Santo Amaro), sita em Barro Grande, ficando o prédio destruído.» // Por sorte tinha a padaria segura na “TAGUS”. // Ambos os cônjuges faleceram na freguesia do Marquês de Pombal, Lisboa: a esposa a 31/1/1949 e ele a 26/11/1958. // Com geração.
ESTEVES, Alberto. Filho de Delfim Esteves e de Carolina Gomes, jornaleiros, moradores no lugar da Gaia. Neto paterno de Francisco Esteves e de Bebiana Esteves; neto materno de Manuel Luís Gomes e de Maria José de Araújo. Nasceu em Penso a 22/6/1901 e no dia seguinte foi batizado na igreja. Padrinhos: Joaquim Maria da Rocha, casado, e Maria da Conceição Queirós, viúva, proprietários, moradores no lugar de Barro Grande. // A 2/7/1914 fez exame do 1.º grau na escola Conde de Ferreira, Vila, obtendo um «bem» . // Casou na CRCM a 18/4/1923 com Amélia Pereira. // A sua esposa faleceu na freguesia dos Anjos, Lisboa, a 13/4/1977. // Ele morreu também na capital do país, na dita freguesia dos Anjos, a 21/3/1978.
ESTEVES, Delfim. Filho de Francisco Esteves e de Bebiana Esteves, lavradores, residentes no lugar de Paranhão. N.p. de José Esteves (Cristina) e de Maria Luísa Gonçalves; n.m. de Manuel José Esteves e de Clara Joaquina de Caldas. Nasceu em Penso a 22/7/1875 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: Manuel Joaquim Alves e Mariana Esteves, solteiros, criados de servir, de Penso. // Era solteiro, lavrador, quando casou na igreja local a 24/6/1899 com a sua conterrânea Carolina Gomes, de 19 anos de idade, solteira, camponesa, residente no lugar de Gaia, filha de Manuel Luís Gomes e de Maria José de Araújo. Testemunhas presentes: José Xavier de Castro, casado, e Casimiro Esteves, solteiro, rurais, de Penso. // Em 1929 ficou viúvo. // Casou a --/--/1930 com Rosa, ou Rosalina, Fernandes. // Morreu na sua freguesia de nascimento a 21/1/1948, no estado de casado com Rosalina Fernandes, nascida em Penso em 1887. // Com geração.
ESTEVES, Aurélio. Filho de Manuel Esteves, natural de Penso, e de Carlota de Abreu e Castro, natural de Alvaredo. Neto paterno de José Esteves e de Ana Pires; neto materno de António de Abreu e Castro e de Maria Teresa Rodrigues. Nasceu na freguesia de Penso a 19 de Outubro de 1912 . // Faleceu a 29 de Abril de 1990 e foi sepultado no cemitério da sua terra natal, ao lado de Rosa Rodrigues (1915-1986).
ESTEVES, Firmino. Filho de Francisco Esteves e de Bebiana Esteves, lavradores, residentes no lugar de Paranhão. N.p. de José Esteves e de Maria Luísa Gonçalves; n.m. de Manuel José Esteves e de Clara Joaquina de Caldas. Nasceu em Penso a 15/2/1880 e foi batizado nesse dito dia. Padrinhos: José Xavier de Castro e sua esposa, Mariana Esteves. // Casou na igreja local a 4 de Junho de 1906 com Maria Pires, de 32 anos de idade, solteira, criada de servir, natural de Barbeita, Monção, residente em Penso, no lugar de Bairro Grande, filha de António Pires e de Maria Rodrigues Vilarinho. Testemunhas presentes: António Manuel da Rocha e Joaquim Maria da Rocha, casados, proprietários, naturais de Penso. // Morreu na sua freguesia natal a 10/9/1947, em consequência de uma queda, fraturando uma das pernas pelo torso. /// Gémeo de José. // Com geração.
ESTEVES, Emília das Dores. Filha de Carolina Rosa Esteves. Neta materna de José Esteves e de Maria José Esteves Codesso, residentes no lugar de Paranhão. Nasceu em Penso a 23/11/1914. // Faleceu a 25/5/1989 e foi sepultada no cemitério de Penso. A seu lado, foi inumado Manuel Rodrigues (1918-2010), que deve ser seu marido (a confirmar).
ESTEVES, Ida. Filha de Ladislau Esteves e de Maria Batista Esteves. Nasceu em Penso a --/--/1914 . // Faleceu em Barro Pequeno a --/--/1915, com apenas treze meses de idade.
ESTEVES, Francisca Clementina. Filha de Manuel José Esteves e de Rita Esteves Cordeiro, rurais. Nasceu por volta de 1841. // Residia na Casa do Coto, Felgueiras, quando casou na igreja da sua freguesia a 24/4/1871 com o conterrâneo e parente no 2.º grau de consanguinidade António Manuel Esteves Cordeiro, morador em Casal Maninho, filho de Francisco António Esteves Cordeiro e de Mariana Gonçalves, proprietários. // O seu marido morreu a 24/3/1903, no lugar de Casal Maninho, com todos os sacramentos da igreja católica, no estado de casado, com 66 anos de idade, sem testamento, sem filhos, e foi sepultado no cemitério local. // Ela faleceu também em Casalmaninho a --/--/1915, com 74 anos de idade.
ESTEVES, Idalina. Filha de Manuel Francisco Esteves, natural de Parada do Monte, e de Rosa Gomes, natural de Penso, jornaleiros, moradores no lugar da Gaia. Neta paterna de Jacob Esteves e de Maria Alves; neta materna de Anacleto Gomes e de Damiana Pires. Nasceu em Penso a 14/7/1900 e foi batizada na igreja a 17 desse mês e ano. Padrinhos: Augusto Esteves e Virgínia Gomes, solteiros, camponeses, naturais de Penso. // Faleceu no lugar das Lages a --/--/1915, com apenas quinze anos de idade.
ESTEVES, Magnólia. Filha de Casimiro Esteves e de Constança Gomes, jornaleiros, moradores no lugar de Barro Grande. Neta paterna de Francisco Esteves e de Bebiana Esteves; neta materna de Anacleto Gomes e de Damiana Pires. Nasceu em Penso a 18/4/1906 e no dia seguinte foi batizada na igreja. Padrinhos: Delfim Esteves, casado, jornaleiro, e Virgínia Gomes, solteira, costureira, ambos do lugar das Lages. // Faleceu em Barro Grande a --/--/1916, com apenas dez anos de idade.
ESTEVES, Libério. Filho de Manuel António Esteves e de Maria Solha, lavradores, residentes no lugar de Pomar. N.p. de Bento Manuel Esteves e de Maria Joaquina Alves; n.m. de António Manuel Solha e de Joaquina Rosa de Lima. Nasceu a 3/1/1887 e foi batizado a 5 desse mês e ano. Padrinhos: António Maria Pinto, casado, comerciante, morador em São Vicente de Fora, Lisboa, representado por Domingos Barbosa Pinto, de Badim, e Justina Lourenço, casada com o dito Domingos Barbosa Pinto. // Jornaleiro. // Em 1919, no lugar das Lages, foi mordido por um cão hidrófobo, seguindo logo para Lisboa, a fim de se sujeitar a tratamento anti-rábico . // Casou na CRCM a 12/3/1921 com Rosa, de 43 anos de idade, sua conterrânea, filha de Francisco Pires e de Maria Joaquina Pires. // No dia 3/2/1933 manifestou-se um incêndio na sua casa, sita no lugar de Pomar, o qual foi extinto com rapidez, causando poucos prejuízos. // Faleceu em Penso a 21/4/1964.
ESTEVES, Leonel. Filho de -------------- Esteves e de --------------------------------. Nasceu em Penso a 2 de Outubro de 1925. // Fez exame da 3.ª classe em 1937. // Casou com ------------------------. // Faleceu a 2 de Dezembro de 1983 e foi sepultado no cemitério de Penso. // Deixou esposa, filhos e netos. -------------------.
ESTEVES, Ilídio. Filho de Delfim Esteves e de Carolina Gomes. Nasceu em Penso a --/--/1917. // Faleceu na sua terra de nascimento a --/--/1918, com apenas 20 meses de idade.
ESTEVES, Óscar. Filho de Rita Esteves, solteira, jornaleira, de Penso, moradora em Casal Maninho. N.m. de Caetano Manuel Esteves e de Josefa Domingues. Nasceu a 20/10/1897 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: Adelino José Pereira, natural de Castro Laboreiro, professor oficial em Cousso, e sua irmã, Lucrécia Pereira, ambos solteiros. // Fez exame do 1.º grau na escola Conde de Ferreira, Vila, a 15/7/1907, obtendo um «bom». // Faleceu no lugar de Felgueiras a --/--/1917.
ESTEVES, Manuel. Filho de Delfim Esteves e de Carolina Gomes. Nasceu em Penso a --/--/1914 . // Faleceu no lugar de Lajes a --/--/1933, com apenas 19 anos de idade.
ESTEVES, Patrício. Filho de João Esteves e de Maria Joana Alves, rurais, moradores no lugar de Telhada Pequena. N.p. de Joaquim José Esteves e de Rosa Pires de Sousa; n.m. de Marcelina Rosa Alves, solteira, de Telhada Grande. Nasceu em Penso a 17/3/1871 e foi batizado a 19 desse mês e ano. Padrinhos: Luís Vilas, casado, lavrador, de Sá, Monção, e Maria Esteves Cordeiro, solteira, do lugar da Gaia, Penso. // Era solteiro, camponês, morava no lugar das Lages, quando casou na igreja local a 21/6/1896 com a sua conterrânea Elisa, de 22 anos de idade, solteira, camponesa, filha de António José e de Maria Rosa Peixoto. Testemunhas presentes: Caetano Esteves Cordeiro e António José Pereira, solteiros, camponeses, naturais de Penso. // A 7/1/1913 tencionava embarcar para Novo Redondo, na companhia de Leandro José Domingues e família, e também de José da Rocha, seus conterrâneos . // Em 1915, vindo de África, regressava a Penso, na companhia de Francisca, filha de António da Rocha e de Amélia da Rocha. // Era comerciante. // Embarcou para Lourenço Marques a 9/7/1916 . // Em 1936 perseguiu uns ladrões a tiro. // Faleceu em Penso a 13/12/1944.
ESTEVES, Rosa. Filha de Manuel Joaquim Esteves e de Maria Luísa Canes, jornaleiros, moradores em Paranhão. N.p. de Francisco Manuel Esteves e de Rosa Joaquina Barbosa; n.m. de Francisco Manuel Canes e de Antónia Pereira. Nasceu em Penso a 28/9/1888 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: José Joaquim Garcia, solteiro, caixeiro, representado por José Xavier de Castro, casado, lavrador, de Paranhão, e Rosa Clara Domingues Barreiros, solteira, camponesa, moradora na casa paroquial de Penso. // Faleceu a 21/7/1943. // Nota: é provável que seja a mesma senhora que casou em Penso em 1913 com António da Fortuna Alves Ruas.
ESTEVES, Sílvia da Conceição. Filha de Lénia da Cunha Esteves. Nasceu em Penso a 28/8/1931 . // Faleceu a --/--/1932, no lugar de São Bartolomeu, com apenas um ano de idade . // Nota: deve ser filha de José Cândido Valas, natural da Vila de Melgaço.
FERNANDES, António. Filho de António Manuel Fernandes, proprietário, de Alvaredo, e de Maria Rosa Garcia, lavradeira, de Penso, moradores em Barro Grande. N.p. de João António Fernandes e de Florinda Teresa Domingues de Araújo; n.m. de José António Garcia e de Maria Joaquina Lamas. Nasceu em Penso a 20/6/1894 e foi batizado a 22 desse mês e ano. Padrinhos: tio materno, Joaquim Garcia, casado, lavrador, e Maria da Conceição Queiroz, viúva, proprietária, de Penso. // Faleceu no lugar de Luzia a --/--/1933, com 39 anos de idade. // Era irmão de Beatriz e de Maria da Conceição, casada com José Carlos da Rocha.
FERNANDES, António. Filho de Agostinho Fernandes e de Maria Rosa Esteves Cordeiro, lavradores, residentes no lugar de Rabosa. Neto paterno de António José Fernandes e de Maria Joaquina Gonçalves; neto materno de António Esteves Cordeiro e de Maria José Esteves Cordeiro. Nasceu em Penso às sete horas da manhã do dia 19/6/1891 e foi batizado nesse dia. Padrinhos: o seu avô materno, casado, e sua filha, Emília Esteves Cordeiro, solteira, rurais. // Casou na CRCM a 24/8/1913 com Emília Domingues, de vinte e cinco anos de idade, sua conterrânea, filha de António Manuel Domingues e de Rosa Maria Domingues. // Foi 2.º cabo do segundo grupo de Baterias de Artilharia (1.ª bateria). Embarcou para França a 17/11/1917 integrado no Corpo Expedicionário Português, portador da chapa de identificação n.º 33557. Desapareceu em combate a 9/4/1918, na batalha de La Lys. Fora conduzido para um campo de prisioneiros na Alemanha, designado Munster II; depois da guerra embarcou no navio inglês Northwestern Miller a 31/1/1919, desembarcando em Lisboa a 4/2/1919 . // Ambos os cônjuges faleceram em Penso: a esposa a 30/3/1965 e ele a 17/8/1972. // Com geração.
FERNANDES, Áurea. Filha de Francisco António Fernandes e de Felícia da Gaia Torres. Nasceu por volta de 1850 (*). // Casou com António José da Rocha. // Faleceu no lugar de Felgueiras a --/--/1916, com sessenta e seis anos de idade . // Com geração. /// (*) Aquando do casamento, realizado a 2/7/1865, diz-se que ela tinha 22 anos de idade; a ser verdade, nasceu em 1843.
FERNANDES, António. Filho de Patrício Fernandes e de Ermelinda Rodrigues, jornaleiros, moradores no lugar das Lages. Neto paterno de Maria Ludovina Fernandes; neto materno de Miguel Rodrigues e de Delfina Rodrigues. Nasceu em Penso a 16 de Maio de 1907 e nesse mesmo dia foi batizado na igreja. Padrinhos: António José Gomes, casado, e Rosa Domingues, solteira, camponeses, do lugar das Lages. // Casou na CRCM a 6/5/1931 com Angélica Nunes, de 22 anos de idade, natural de Rio Frio, Arcos de Valdevez, filha de Joaquim Nunes e de Rosa Soares da Cunha. // Faleceu na sua freguesia de nascimento a 7/1/1977 e foi sepultado no cemitério local. // A seu lado, foi mais tarde inumada a sua esposa (1909-1999). // Deixou viúva, filhos e netos.
FARO, Gustavo. Filho de Domingos de Faro e de Rosa de Jesus Alves, jornaleiros, moradores no lugar de Telhada Grande. Neto paterno de José António de Faro e de Rosa Esteves Pires; neto materno de Manuel José Alves e de Mariana da Cunha Lima. Nasceu em Penso a 18/3/1904 e no dia seguinte foi batizado na igreja. Padrinhos: Vicente Pires e sua esposa, Maria da Glória Alves, comerciantes, tios maternos do batizando. // Industrial na cidade de Lisboa. // Casou na CRCM a 11/8/1928 com a sua conterrânea Guilhermina Fernandes, de 26 anos de idade, filha de Baltazar Fernandes e de Ermelinda de Faro. // «Também vindo da mesma cidade, encontra-se em Penso com sua estremecida família, onde veio inaugurar um dos seus prédios, o nosso estimado assinante senhor Gustavo de Faro, importante industrial naquela cidade.» // Morreu na sua freguesia de nascimento a 12/10/1975.
ESTEVES, Vitorino Joaquim. Filho de Francisco Manuel Esteves, taberneiro, natural de Penso, e de Rosa Joaquina Barbosa, taberneira, natural da freguesia de Troviscoso, moradores no lugar de Barro Grande. N.p. de Manuel José Esteves e de Clara Joaquina Rodrigues, de Paranhão; n.m. de Maria Josefa Barbosa, solteira, de Gondarela, Troviscoso, Monção. Nasceu em Penso a 18/5/1857 e foi batizado na igreja a 21 desse mês e ano. Padrinhos: Vitorino Joaquim Fernandes Gomes, de Paranhão, e Maria da Conceição Alves do Campo, solteiros, de Penso. // Rural. // Casou na igreja de Penso a 7/7/1879 com a sua conterrânea Rosa Maria Garcia, de 23 anos de idade, solteira, camponesa, filha de Manuel Joaquim Garcia e de Maria Luísa Rodrigues, rurais. Testemunhas presentes: o padre Manuel José Domingues e Secundino da Cunha Lima, solteiro, camponês, do lugar das Lages. // A sua esposa deve ter falecido ainda nova, em 1894. // Era viúvo, morava no lugar de Alempassa, quando casou na igreja local a 25/8/1894 com a também conterrânea e sua parente por afinidade Maria José Pires, em quem gerou igualmente filhos, de 24 anos de idade, solteira, camponesa, residente no lugar de Pomar, filha de Francisco Pires e de Maria Joaquina Pires, rurais. Testemunhas presentes: Manuel Joaquim Garcia, casado, e Manuel Pires, solteiro, lavradores, naturais de Penso. // Ele morreu no lugar de Alempassa a --/--/1934, com 77 anos de idade .
FERNANDES, António. Filho de Maria Ludovina Fernandes, moradores em Casal Maninho. Neto materno de José Fernandes e de Rosa Maria Domingues, do dito lugar. Nasceu a 8/1/1863 e foi batizado a 10 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel António da Lama, casado, rural, de Felgueiras, e Rosa Teresa Barbeitos, solteira, de Paradela. // Foi para Lisboa, ainda novo, onde conheceu uma moça, com quem viveu maritalmente. Tiveram dois filhos. // Teria perto de trinta anos de idade quando deixou o trabalho de cabouqueiro nas obras e entrou para uma quadrilha de ladrões, constituída por Santiago Rey y Lopez, António da Fonseca Pinto, Alfredo Gomes, João Esteves e Romão Louzada. Eram desordeiros e jogadores, frequentadores assíduos das tascas imundas, cheias de gente miserável e mesquinha. // Um dia, numa dessas tascas, o João Esteves diz aos outros: - «Como sabem, sou do concelho de Monção. Ontem escreveram-me dali, participando que minha tia, governante em casa do reitor da freguesia de Troviscoso, recebeu um conto de réis de uma herança. Não acham que seria um “golpe real” apanharmos aquele dinheiro? Além disso, o reitor também possui pé-de-meia. De uma cajadada matam-se dois coelhos. Que dizem?» Alguns argumentaram com o preço da viagem, com a distância, o desconhecimento do sítio, enfim, não estavam dispostos a encetar aquela aventura tendo ali à mão de semear algumas casas bem recheadas. Apesar de tudo, o João Esteves lá os convenceu. Empenhavam alguns bens no prego e com esse dinheiro meter-se-iam a caminho. A 25/6/1892, em casa de Alfredo, encontraram-se de novo. Foi nessa altura que Romão apresentou aos companheiros Santiago Rey y Lopez, a fim de fazer parte da quadrilha. Decidiram então que o chefe nesse assalto seria Romão. Partiram para o Minho a 28 de Junho. Como só havia comboio até Valença tiveram que ir a pé a partir dessa vila alto-minhota. Chegados a Troviscoso, refugiaram-se na mata que havia ali perto. Entretanto um deles foi comprar alimentos a uma mercearia de aldeia. Os bandidos dirigiram-se de noite a casa do tal reitor. Os criados do sacerdote regavam as geiras da terra, por isso os seis gatunos tiveram de regressar ao esconderijo; teriam que aguardar algum tempo, até que os serviçais fossem dormir. Por volta da meia-noite decidiram avançar. Tiveram pouca sorte. Um dos criados ainda não se fora deitar. Ao ver os bandidos correu à procura da espingarda que a seguir disparou. Os salteadores fugiram a sete pés para o bosque. O João então disse: «É melhor abandonar o primeiro plano e deixar em paz minha tia; aqui perto mora um lavrador, o “Rendeiro”, que avesa bons cabedais; vive com duas filhas, lindas como os amores. Vamos até lá?» Chegaram a casa do agricultor de madrugada. Na horta andavam dois jornaleiros com sacholas nas mãos. Ficaram desapontados. Iam ali para roubar, não para matar. É nessa ocasião que António Fernandes, por alcunha o “Guerra” (*), lembra aos companheiros que sua mãe trabalhara em Vilar, Alvaredo, em casa do padre Manuel António de Sousa Lobato, o qual residia com seu irmão e sua irmã, esta casada. «O reverendo tem bons capitais, e não seria mau limpar-lhos», diz ele. Os outros acharam a ideia excelente, pois estavam a ver que voltavam para Lisboa de mãos a abanar. O Guerra e o Santiago foram comprar alimentos à loja de António Luís Pereira, dos Moinhos, Paderne. No regresso, e depois de comerem, o Guerra traçou a lápis num papel a configuração da casa do presbítero, pois conhecera-a muito bem. Até sabia onde os seus moradores dormiam. Os bandidos permaneceram na mata até às duas da madrugada de 2 de Julho. A partir dessa hora foram-se aproximando da casa do padre Lobato. Iam todos armados, com exceção do Alfredo, que dera ao Guerra a sua pistola. «Fonseca levava um punhal, Romão uma navalha de ponta e mola, Santiago um revólver e um cacete, e João outra pistola pertencente ao Guerra.» A entrada na vivenda seria fácil, pois numa estrumeira encontraram uma escada, a qual encostaram a uma janela. Como os moradores conheciam o Guerra, ficou decidido que ele não entrava – ficaria a vigiar. Santiago foi o primeiro a penetrar na habitação e fez um barulho dos diabos. Quando os cinco já se encontravam no interior, Romão acendeu a vela que fora adquirida na dita loja. Viram então, a um canto da sala, quatro espingardas carregadas. Deitaram-nas pela janela fora. Entraram no quarto do padre à procura de dinheiro. Este acordou. Soltou um grito, ao ver os larápios, e tentou defender-se. Romão apagou a luz, mas entretanto já o sacerdote se agarrara a Santiago. Os outros puxaram das navalhas e esfaquearam o padre, que caiu no chão inanimado. O seu irmão e cunhado apareceram e travou-se luta renhida; porém os bandidos levaram a melhor, mas os gritos dos feridos despertaram a vizinhança, pelo que os malandros tiveram que fugir sem levar nada. O Guerra, vendo aproximar-se pessoas, deu à sola, a fim de não ser apanhado. Os outros só mais tarde o encontraram. Chegados perto de Monção, um deles, o João, separou-se dos colegas, dizendo-lhes que ia para Cristelo, freguesia de Bela, para a casa da sua antiga ama, a fim de ser tratado, pois tinha um ferimento no pescoço. Os outros dirigiram-se para o Extremo, perto dos Arcos. Pelo caminho compraram pão e chouriço, pois já não se alimentavam há várias horas. Dali seguiram para Braga. Guerra e Fonseca continuaram a caminhada até ao Porto. Tudo feito a pé! Romão e Alfredo foram no dia seguinte de comboio. Santiago ficou em Braga durante dois dias a fim de vender o revólver, o que conseguiu por 1$000 réis. Da capital do Minho seguiu a pé para o Porto, e dali partiu para Lisboa, chegando a pedir esmola pelo caminho. Alfredo, Fonseca e “Guerra” empregaram-se nas obras da estrada da Circumvalação, no lugar de Pereiró, freguesia de Ramalde. Pelos jornais iam sabendo notícias; a polícia nada descobrira acerca deles, mas já prendera uns quantos suspeitos. O “Guerra”, já farto do Porto, resolveu meter-se a caminho da capital do país. A namorada e os filhos aguardavam-no. Ao chegar a Sacavém acabou-se-lhe o dinheiro. Teve que pedir esmola. Foi comendo o que lhe ofereciam e lá chegou finalmente a Lisboa. Levara sete dias e meio na viagem. Lá chegado, arranjou trabalho numa pedreira, nos Prazeres. // O padre Lobato faleceu vinte e um dias depois do crime, ou seja, a 23/7/1892. Dias antes recebeu-se na casa de Vilar uma carta anónima, informando que os assassinos residiam em Lisboa. O cunhado do eclesiástico foi entregar essa carta ao dele
FERNANDES, Aires. Filho de Maria Tomásia Fernandes, solteira, moradora no lugar de Rabosa. Neto materno de Francisco Fernandes e de Ana Maria Gonçalves, do dito lugar. Nasceu em Penso a 10/9/1859 e foi batizado na igreja ainda nesse dia. Padrinhos: Aires de Sousa Lobato e sua mulher, Florinda Gonçalves, de Rabosa. // Era solteiro, lavrador, morava no dito lugar, quando casou na igreja da sua freguesia a 23/10/1889 com a sua conterrânea Justina das Dores Fernandes, de 38 anos de idade, camponesa, residente no lugar de Felgueiras, filha de Manuel Francisco Fernandes, camponês, natural de Penso, e de Rosa Domingues, lavradeira, natural de Alvaredo. Testemunhas: Camilo Fernandes, casado, agricultor, do lugar de Rabosa, entre outros. // Foi nomeado jurado das causas-crime para o 2.º semestre de 1913 . // Voltou a ser nomeado para o 2.º semestre de 1914 , e para o 1.º semestre de 1915. // C.g.
FERNANDES, Baltazar. Filho de Francisco António Fernandes e de Maria Clemência, ou Clementina, Vilas, lavradores, residentes no lugar de Barro Pequeno. Neto paterno de Luís Manuel Fernandes e de Maria Luísa Fernandes, de Casal Maninho; neto materno de Manuel Luís Vilas e de Maria Joaquina Alves, de Pomar. Nasceu em Penso a 2/5/1873 e foi batizado dois dias depois. Padrinhos: Vicente Vaz e sua esposa, Maria Emília Esteves Cordeiro, rurais, da Casa do Campo. // Era solteiro, lavrador, quando casou na igreja da sua freguesia natal a 19/10/1893 com a sua conterrânea Ermelinda de Faro, de 22 anos de idade, solteira, camponesa, filha de João António de Faro, natural da freguesia de Santa Maria de Queimadelos, diocese de Tui, e de Rosa Esteves Pires, natural de Penso, Melgaço. Testemunhas presentes: José Joaquim Esteves Braz, camponês, morador no lugar das Lages, entre outros. // «A noite passada (17 de Maio) roubaram aos senhores Baltazar Fernandes, Libério Esteves, e Manuel Esteves Reguengo, o milho que tinham em três moinhos sitos nos limites do lugar de Pomar. Apresentada a queixa hoje de manhã ao senhor regedor, esta autoridade passou buscas em duas casas do lugar de Mós, não tendo encontrado o milho furtado àqueles senhores, porém, numa delas encontrou, dentro de uma caixa, um saco com cesto e meio de espigas. Interrogados os donos da casa, disseram que lhas tinha emprestado uma pessoa do lugar das Lages, a qual confirmou esta declaração, tendo por isso o senhor regedor abandonado as investigações. Com espanto de todos, essa pessoa das Lages veio agora dizer que não lhe tinha dado nenhumas espigas, e uma filha de um dos queixosos viu passar esse indivíduo junto da sua casa, pela uma hora da noite, com um grande saco às costas. O senhor regedor comunicou o caso superiormente. Oxalá venha a saber-se quem não teve pejo de ir roubar, principalmente, um dos queixosos, que tem os filhos com fome.» // Faleceu em Penso a 2/5/1953. // Com geração.
FERNANDES, Carlos Manuel. Filho de Manuel Luís Fernandes e de Francisca Luísa de Sousa, lavradores, residentes em Mós. N.p. de Manuel Joaquim Fernandes e de Maria Joaquina Rodrigues; n.m. de Maria de Sousa, solteira. Nasceu a 3/2/1874 e foi batizado na igreja a 7 desse mês e ano (*). Padrinhos: João Manuel de Sousa, tio do neófito, solteiro, proprietário, e Maria Teresa de Sousa, viúva, de Laranjeira. // Casou na igreja de Remoães a 24/6/1895 com Florinda Rosa Marques Cardoso, de 22 anos de idade, filha de Maria Joaquina Marques Cardoso, natural dessa freguesia. // Em 1920 encontrava-se ausente em parte incerta do Brasil; nesse ano foi citado a fim de assistir a todos os termos do inventário a que se procedia por óbito de seu progenitor . // Faleceu em Remoães a 4/5/1924. // Pai de Manuel, de Maria Teresa, e de Rosa (ver em Remoães). /// (*) Fora sopeado em casa pelo padrinho.
FERNANDES, Celeste Natália. // Faleceu no lugar de Felgueiras a --/--/1929, com apenas dois anos de idade .
FERNANDES, Francisco. Filho de Manuel Luís Fernandes e de Francisca Luísa de Sousa, lavradores, residentes no lugar de Mós. Neto paterno de Manuel Joaquim Fernandes e de Maria Joaquina Rodrigues; neto materno de Maria de Sousa, solteira. Nasceu em Penso a 12/5/1881 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: Francisco Luís Domingues e sua mulher, Maria Rosa Fernandes, rurais, de Felgueiras. // Camponês. // Casou na igreja local a 1/6/1908 com Rosalina Covas Certal, de 30 anos de idade, solteira, serviçal, de Ceivães, Monção, filha de Maria Certal. Testemunhas presentes: Manuel Pires, casador, rural, e Luís Pereira, casado, caiador. // «Penso, 10/7/1930. Quando FF, do lugar das Mós, corria atrás de um touro que lhe tinha fugido, deu uma queda, de que lhe resultou fraturar a clavícula direita.» Ambos os cônjuges faleceram em Penso: a esposa a 5/5/1953 e ele a 15/11/1957. // Nota: a 15/8/1912, a este senhor, o soldado da guarda-fiscal José de Sousa, apreendeu uma porção de tabaco espanhol, pagando de multa dois escudos (2$00); morava no lugar de Mós.
FERNANDES, Fernanda da Conceição. Filha de ------- Fernandes e de --------------------. Nasceu a --/--/19--. // Faleceu no lugar de Lages a --/--/1937, com apenas nove meses de vida.
FERNANDES, Engrácia. Filha de ------------ Fernandes e de -----------------------------------. Nasceu a --/--/1918 ou 1919. // Faleceu no lugar de Mós, Penso, a --/--/1920, com apenas um ano de idade .
FERNANDES, Emília Bernardina. Filha de Luís Manuel Fernandes e de Joaquina Rosa Rodrigues. Nasceu em Penso a --/--/1855 (ou 1856). // Casou com Joaquim José da Gaia Torres. // Enviuvou a 5/4/1894. // Faleceu no lugar de Felgueiras a --/--/1932, com 76 anos de idade.
FERNANDES, Emerenciana. Filha de Bento António Romão Fernandes, mestre-carpinteiro, da freguesia de São Martinho de Calvos, arcebispado de Santiago, Galiza, e de Maria Joaquina Rodrigues, de Penso, moradores no lugar de Carreira. Neta paterna de Matias Fernandes e de Josefa Real, galegos; neta materna de Angélica Rodrigues, solteira, da Carreira. Nasceu em Penso a 11/3/1863 e foi batizada no dia seguinte pelo padre Custódio Esteves Cordeiro. Padrinhos: Bento José Fernandes, rural, e esposa, Felícia Rodrigues, da Carreira. // Lavradeira. // Casou na igreja local a 16/1/1909 com o seu conterrâneo Manuel de Sousa Lobato, de 52 anos de idade, solteiro, lavrador. // Faleceu no dito lugar a --/--/1937 . // Com geração.
FERNANDES, Elvira. Filha de João Manuel Fernandes, ferreiro, de Paderne, e de Maria Luísa dos Santos, lavradeira, de Penso, moradores no lugar da Carreira. Neta paterna de Manuel Fernandes e de Rosa Besteiro; neta materna de Manuel Caetano dos Santos e de Maria Joaquina Fernandes. Nasceu a (?) e foi batizada a 16 de Maio de 1879. Padrinhos: Tomé Esteves, de Rabosa, e Júlia Fernandes, de Carreira, solteiros, rurais. // Faleceu no lugar da Carreira, a 13/10/1948.
FERNANDES, Constança. Filha de Francisco Fernandes e de Lucrécia Pereira, lavradores, residentes em Carreira. N.p. de Bento José Fernandes e de Felícia Rodrigues; n.m. de Bernardino Pereira e de Marcelina Esteves Cordeiro. Nasceu a 16/6/1895 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: Marcelino Pereira, negociante, residente em Lisboa (representado por António José Pereira, solteiro, de Penso) e Constança Pereira, solteira, camponesa, tios maternos da neófita. // Faleceu no lugar de Felgueiras, Penso, a --/--/1920, com apenas 25 anos de idade.
GONÇALVES, Manuel José. Filho de Joaquim José Gonçalves e de Ana Maria Pereira, moradores no lugar do Coto, Prado. Nasceu a --/--/18--. // Casou na igreja de Prado a 4/12/1838 com Maria Gertrudes (ver, em Prado, Maria Gertrudes Rodrigues), filha de Ana Maria Meixeiro (defunta), residente que foi no lugar de Cobilhós, Rouças. Testemunhas presentes: José Luís Esteves, casado, do lugar da Corredoura; Manuel José Gonçalves e Manuel Joaquim Esteves, solteiros, do lugar de Santo Amaro. // A sua esposa faleceu no lugar de Galvão, freguesia da Vila, a 11/7/1898. // Com geração.
GONÇALVES, Manuel José. Filho de Ana Rosa Gonçalves, solteira, moradora no lugar de Santo Amaro, Prado. Neto materno de Tomaz Gonçalves e de Ana Afonso, do dito lugar, todos lavradores. Nasceu em Prado a 23/8/1863 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: o padre Manuel José Gonçalves e Maria Rosa Afonso, casada, lavradeira, residente no lugar da Breia. // A sua mãe, por ser pobre, requereu à Câmara Municipal um subsídio, uma ajuda para alimentar a criança, o qual lhe foi concedido até 7/10/1864. // Para que tal fosse possível, teve de ficar registado no livro dos expostos sob o n.º 249.
GONÇALVES, Manuel Luís. Filho de (*) Luís Augusto Gonçalves, solteiro, e de Joana Rosa do Souto, solteira, moradora no lugar de Bouça Nova, Prado. Neto paterno de Bernardo Gonçalves e de Rita Joaquina de Sousa e Castro, de Remoães; neto materno de João Luís do Souto e de Josefa Maria, ou Maria Josefa, Rodrigues, do lugar do Buraco, Prado. Nasceu em Prado a 13/7/1857 e foi batizado na igreja paroquial a 16 desse mesmo mês e ano. Padrinhos: Luís Manuel Pinheiro, solteiro, negociante na Vila de Melgaço, e sua irmã, Ana Luísa Pinheiro, solteira, do lugar de Ferreiros, Prado. // Tocou a campainha das Almas de Prado em 1866. // Casou na igreja de Prado a 14/2/1889 com a sua conterrânea Albina Rosa Alves, de 27 anos de idade, solteira, filha de João Bento Alves e de Emília Rita Monteiro, todos lavradores. Testemunhas presentes: Aurélio Augusto Vaz, solteiro, proprietário, do lugar da Breia, e o padre António Soares Calheiros, do lugar da Corredoura. // Morreu no dia 15/9/1918. // A sua viúva finou-se a 4/9/1931. // Pai de Tito Arsénio e de Ursulina, os quais morreram sem geração, e de Jaime, emigrante no Brasil. /// (*) Foi legitimado pelo subsequente matrimónio dos pais, Luís Augusto Gonçalves, natural de Remoães, e Joana Rosa do Souto, natural de Prado; por isso, é neto paterno de Bernardo Gonçalves e de Rita Joaquina de Sousa e Castro, de Remoães.
FERNANDES, Ana Rosa. Filha de Francisco José Fernandes e de Quitéria Maria Codesseira, moradores no lugar do Outeirão, Prado. Neta paterna de José Fernandes e de Antónia Domingues, do dito lugar; neta materna de João Luís Codesseira e de Ana Maria Esteves, do lugar de Real, São Paio. Nasceu em Prado a 31/3/1838 e foi batizada na igreja paroquial a 3 de Abril desse dito ano. Padrinhos: António Joaquim Vaz, do lugar da Breia, e Ana Delfina Fernandes, do lugar de Leiros. // Faleceu a 25/8/1838.
FERNANDES, António Joaquim. Filho de Caetano Maria Fernandes e de Maria Custódia de Jesus, moradores em Ferreiros. Neto paterno de Pelágio António Fernandes e de Rosa Joaquina Rodrigues Soares, do dito lugar, todos lavradores; neto materno de Maria de Jesus, solteira, do lugar de Carvão, freguesia de Cristóval. Nasceu em Prado a 5/3/1879 e foi batizado na igreja a 10 desse mês e ano. Padrinhos: António Joaquim Rodrigues e Maria Carolina Rodrigues, solteiros, rurais, do lugar do Rego. // Era solteiro, trabalhador, morava no sobredito lugar de Ferreiros, quando casou na igreja do mosteiro de Paderne a 2/11/1909 com Maria Fernandes, de 27 anos de idade, solteira, doméstica, natural de Paderne, onde residia, no lugar do Souto, filha de Manuel Joaquim Fernandes e de Rosa da Lama. // A sua esposa faleceu na freguesia de Paderne a 10/11/1957. // Ele morreu também em Paderne, a 27/9/1976, com 97 anos de idade, e foi sepultado no cemitério dessa freguesia. // Morava no lugar do Souto. // Com geração (ver em Paderne).
GONÇALVES, Manuel José. // Em 1800 residia no lugar de Ferreiros, Prado; era cobrador da real décima.
FERNANDES, António Maria. Filho de Custódio Luís Fernandes e de Maria Benedita Fernandes Torres, moradores no lugar do Carvalhal, Prado. Neto paterno de Manuel Francisco Fernandes e de Maria Luísa Alves (defuntos), do lugar do Mato, São João de Sá, Valadares; neto materno de Diogo António Fernandes Torres (defunto) e de Maria Luísa Pinheiro, do lugar de Leiros, Prado. Nasceu em Prado a 7/12/1847 e foi batizado na igreja paroquial a 11 desse mês e ano (antes fora sopeado em casa). Padrinhos: António de Sousa e Castro, da Casa e Quinta do Pombal, Remoães, e sua cunhada, Ana Correia Barbosa Pinto Feijó, residente na dita Casa do Pombal.
GONÇALVES, Manuel José (Padre). // Em 1846 era encomendado na freguesia de Prado; em 1863 ainda lá permanecia.
ALVES, Armando. Filho de --------- Alves e de ------------------------. Nasceu em ---------, por volta de 1920. // Morreu no lugar de Paranhão, Penso, a --/--/1931, com apenas onze anos de idade .
ALVES, Francisco. Filho de Manuel Francisco Alves e de Maria José Esteves. Nasceu em Penso por volta de 1836. // Tinha 41 anos de idade, era solteiro, proprietário, morava no lugar de Barro Pequeno, quando casou na igreja da sua freguesia natal a 7/1/1878 com a sua conterrânea Ana Maria Fernandes, de 25 anos de idade, solteira, camponesa, moradora no lugar de Rabosa, filha de Caetano Manuel Fernandes, natural de Penso, e de Maria Joana Sarandão, natural da freguesia de Sela, diocese de Tui. Testemunhas presentes: o padre Custódio Esteves Cordeiro e Domingos José Esteves Reguengo, casado, camponês, morador no lugar de Barro Pequeno. // Nota: deve ser o mesmo senhor que morreu a --/--/1918, no lugar de Canhotos, Penso, «de moléstia repentina», com 82 anos de idade.
FERNANDES, Carolina Rosa. Filha de Joana Fernandes, solteira, moradora em Trás-do-Coto, Prado. Neta materna de Manuel Fernandes e de Maria Benita Lourenço, de Cabo de Vila, Santa Cristina de Baleixe, jurisdição de Caniça, bispado de Tui. Nasceu em Prado a 16/11/1846 e foi batizada a 22 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Joaquim Marques, solteiro, do lugar da Costa, Remoães, e Maria Teresa Domingues, viúva, do Outeirão, Prado. // Morava no lugar da Serra quando casou na igreja de Prado a 27/11/1871, com David, de 23 anos de idade, solteiro, filho de Bernardo Crispim e de Maria Manuela Pires, lavradores, da freguesia de São Roque do Freixo, partido judicial de Caniça, diocese de Tui. Testemunhas presentes: padre Elias de Jesus Marques e José Maria Lourenço, casado, rural, do lugar do Souto.
GONÇALVES, Manuel Joaquim. Filho de Bento José Gonçalves e de Maria Josefa Dias, moradores no lugar da Serra, Prado. // Casou na igreja de Prado a 20 de Novembro de 1833 com Maria Rita, filha de José Luís Alves e de Maria Josefa Gomes, do lugar de Bouça Nova, Prado. Testemunhas presentes: Francisco António de Araújo, casado, do lugar de Bouços; António Tomaz Rodrigues, solteiro, do lugar da Corredoura, e Bernardo António Gomes, solteiro, do lugar de Gondomar, freguesia de Remoães, todos rurais. // Pai de Maria Angélica Gonçalves e avô de Joaquim José Gonçalves.
FERNANDES, Carolina Augusta. Filha de Manuel José Fernandes, natural de Prado, e de Maria José da Cunha, natural de Remoães, lavradores, residentes no lugar do Coto. Neta paterna de João Manuel Fernandes e de Joana Maria Fernandes; neta materna de Silvano José da Cunha e de Rosa Pires. Nasceu em Prado a 12/10/1902 e foi batizada na igreja a 15 desse mesmo mês e ano. Padrinhos: José Loureiro e sua mulher, Maria Carolina Fernandes, moradores no lugar do Coto. // Faleceu na sua freguesia natal a 5/3/1983. // Mãe de Carolina do Carmo, nascida a 14/7/1925 e batizada a 22 de Agosto desse ano; e de Evangelina Rosa, nascida a 6/8/1938 e batizada a 25/4/1942 (!).
FERNANDES, Delfina Rosa. Filha de Diogo António Fernandes Torres e de Maria Luísa Pinheiro, moradores no lugar de Leiros, Prado. Neta paterna de Luís Caetano Fernandes e de Ana Vaz Torres; neta materna de António José Pinheiro de Castro e de Maria Gertrudes de Abreu, da freguesia de Rouças. Nasceu em Prado a 5/10/1826 e foi batizada na igreja paroquial no dia seguinte. Padrinhos: Manuel Luís Gomes e sua esposa, Antónia Joaquina Pinheiro de Castro, ambos da Vila de Valença. // Lavradeira. // Casou com o seu conterrâneo José Manuel, filho de Luís Manuel Calheiros e de Caetana Maria Gonçalves, de Bouça Nova. // Faleceu no lugar dos Bouços, freguesia de Prado, a 18/2/1901, com todos os sacramentos da igreja católica, com 74 anos de idade, no estado de casada com o dito José Manuel Gomes Calheiros, sem testamento, com filhos, e foi sepultada no cemitério local.
FERNANDES, Claudina Rosa. Filha de António José Fernandes e de Maria Luísa Monteiro, moradores no lugar do Souto, Prado. Neta paterna de Miguel Fernandes e de Luísa Teresa, do lugar do Couto, Chaviães, termo de Melgaço; neto materno de João Manuel Rodrigues e de Ana Maria, do lugar de (Martins?), freguesia de Bela, termo de Monção. Nasceu em Prado a 21/4/1828 e foi batizada a 24 desse mês e ano. Padrinhos: o padre Diogo Luís Gomes de Sousa, do lugar da Barronda, e Ana Rosa, de Santo Amaro, ambos de Prado. // Faleceu em Remoães a 9/11/1912. // Com geração.
GONÇALVES, Manuel António. Filho de (*) Joana Rosa do Souto, solteira, moradora no lugar de Bouça Nova. Neto materno de João Luís do Souto e de Josefa Maria Rodrigues, do dito lugar. Nasceu em Prado a 27/8/1852 e foi batizado na igreja paroquial dois dias depois. Padrinhos: Manuel António Lourenço e sua esposa, Marcelina Pires, de Sante, lugar de São Paio e Paderne. /// (*) Foi legitimado pelo matrimónio dos pais, Luís Augusto Gonçalves e Joana Rosa do Souto; por isso, é neto paterno de Bernardo Gonçalves e de Rita Joaquina de Sousa, de Remoães.
AFONSO, Maria. Filha de José [Maria] Afonso e de Joaquina Rosa Pereira, lavradores, residentes no lugar das Lages. Neta paterna de Manuel António Afonso e de Joaquina Rodrigues, de Mós; neta materna de Francisco Pereira e de Maria Joana Gonçalves, das Lages. Nasceu em Penso a 3/5/1864 e foi batizada na igreja a 5 de Junho desse mesmo ano. Padrinhos: Domingos Manuel Esteves Brás e sua irmã, Justina das Dores Esteves, solteiros, rurais, de Lages. // Era solteira, morava no lugar de Barro Grande, quando casou na igreja local a 12/10/1899 com Lourenço Lopes Rodrigues, de 39 anos de idade, solteiro, padeiro, natural da freguesia de Oleiros, bispado de Tui, filho de Bento Lopes e de Francisca Rodrigues. Testemunhas presentes: José Joaquim Esteves Braz, casado, e Albino José Domingues, solteiro, ambos camponeses, naturais de Penso. // Nota: deve ser a mesma senhora que faleceu no lugar das Lages em 1935 .
FERNANDES, Caetano José. Filho de Francisco José Fernandes e de Quitéria Maria Codesseira, moradores no lugar do Outeirão, Prado. Neto paterno de José Fernandes e de Antónia Domingues, do dito lugar; neto materno de João Luís Codesseira e de Ana Maria Esteves, do lugar de Real, São Paio. Nasceu em Prado a 1/9/1830 e foi batizado na igreja paroquial dois dias depois. Padrinhos: José Luís Gomes de Abreu e sua esposa, Maria Teresa Domingues, do lugar do Outeirão, Prado. // Morreu a 7/9/1830.
GONÇALVES, Manuel (Manel d’Ana). Filho de Ana Gonçalves. Nasceu a --/--/186-. // Casou com Ana Maria Lourenço. // Faleceu em Trás-do-Coto com sessenta e oito anos de idade, a 22/6/1936.
AFONSO, Maria Joaquina. Filha de João Manuel Afonso, ferreiro, de Santa Eulália de Valadares, e de Maria Luísa Vilas, tecedeira, de Penso, moradores no lugar de Telhada Grande. N.p. de Francisco Manuel Afonso e de Antónia Maria Alves, da Portela, Santa Eulália; n.m. de Manuel Luís Vilas e de Maria Alves, de Pomar. Nasceu em Penso a 23/6/1868 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: Modesto José da Costa, solteiro, lavrador, de Mamoa, Santa Eulália de Valadares, e Ana Joaquina Vilas, solteira, tecedeira, de Pomar, Penso. // Era solteira, camponesa, morava no lugar de Barro Pequeno, quando casou na igreja da sua freguesia natal a 27/10/1889 com Adriano [Vicente] Barbeitos (*), de 26 anos de idade, solteiro, artista, natural de Barbeita, Monção, residente no lugar de Ponte de Mouro, filho de Luís Manuel Barbeitos e de Elvira Guilhermina da Piedade, artistas, naturais, ele de Barbeita e ela de Lisboa. Testemunhas presentes: Caetano Manuel da Rocha, viúvo, lavrador, do lugar de Paradela, e Manuel Fernandes, solteiro, rural, do lugar de Barro Pequeno. Faleceu em Penso, no lugar de Barro Grande, a 13/6/1934. /// (*) Adriano [Vicente] Barbeitos era irmão de Manuel Francisco Barbeitos, sapateiro, que casou na vila de Melgaço a 4/6/1888 com Albina da Conceição Alves, ele de 21 anos de idade e ela de 36, mãe de Baltazar José da Rocha e de Belchior Herculano da Rocha…
FERNANDES, Bernardino José. Filho de António José Fernandes e de Ana Maria Marques, moradores no lugar da Barronda. Neto paterno de José Fernandes e de Antónia Domingues, do lugar do Outeirão, Prado; neto materno de António Marques e de Maria Josefa Domingues, do lugar de Cavaleiro Alvo, São Paio. Nasceu em Prado a 19/9/1835 e foi batizado na igreja no dia seguinte. Padrinhos: Bernardino José Fernandes de Castro e sua filha, Damiana, do lugar de Golães, Paderne. // Morreu em Fevereiro de 1836.
ALMEIDA, Artur Ascensão (Padre). Filho de Manuel António de Almeida e de Francisca Cerqueira. Nasceu em Monção a --/--/1875. // Foi nomeado pároco encomendado da freguesia de Penso a 16/6/1916, onde se manteve até 17/6/1956. // Foi vereador da Câmara Municipal de Melgaço e vogal do concelho municipal, tendo em 1934 pedido a exoneração . Não sei se foi aceite, pois em Novembro de 1937 era novamente vogal, além de vice-presidente da União Nacional concelhia, e «um emérito orador sagrado». // Faleceu em Julho de 1956.
FERNANDES, Cândida Rosa. Filha de Vitória da Purificação Fernandes. Nasceu a --/--/1900. // Faleceu no lugar do Cerdedo, solteira, a 24/10/1918.
GONÇALVES, Manuel António. Filho de António Joaquim Gonçalves e de Maria Joaquina Alves, moradores no lugar do Souto. Neto paterno de Diogo Manuel Gonçalves e de Antónia Maria Lourenço; neto materno de Francisco Manuel Alves e de Ana Gonçalves, todos lavradores. Nasceu em Prado a 4/6/1874 e foi batizado na igreja a dez desse mês e ano. Padrinhos: José Manuel de Sousa Palhares, solteiro, rural, do lugar da Serra, e Marcelina Teresa Pereira, viúva, lavradeira, de Leiros. // Morreu no lugar de Santo Amaro no dia 8/4/1899, com todos os sacramentos da igreja católica, no estado de solteiro, sem filhos, e foi sepultado no cemitério local.
ALVES, António. Filho de Manuel Francisco Alves, de Santa Eulália de Valadares, e de Maria José Esteves, de Penso, rurais. Nasceu em Penso por volta de 1834. // Tinha 34 anos de idade, era solteiro, lavrador, morava em Barro Pequeno, quando casou na igreja da sua freguesia natal a 26/4/1868 com a sua conterrânea, Maria Teresa, de 37 anos de idade, solteira, camponesa, moradora em Paradela, filha de Nestor Rodrigues e de Maria Luísa Esteves, rurais. Testemunhas: Caetano Manuel Esteves Cordeiro, casado, agricultor, de Paradela, e Domingos José Esteves Reguengo, casado, lavrador, de Barro Pequeno. // Faleceu em Barro Pequeno a --/--/1914, com 82 anos de idade .
FERNANDES, Caetano Maria. Filho de Pelágio António Fernandes e de Rosa Joaquina Rodrigues, moradores no lugar de Ferreiros. Neto paterno de Belchior Fernandes e de Josefa Pires Castanhada, da Comenda de Biade, bispado de Tui, Galiza; neto materno de José Romão Rodrigues Soares e de Maria Gertrudes Palhares, do lugar de Ferreiros, freguesia de Prado. Nasceu em Prado a 11/3/1834 e foi batizado dois dias depois. Padrinhos: o tio materno, Caetano José Rodrigues, solteiro, do lugar de Ferreiros, e Maria Teresa Rodrigues, solteira, do lugar do Rego, ambos pradenses. /// (Este assento foi elaborado pelo padre Luís Manuel M. M. Araújo e por ele assinado a 18/3/1841.) // Casou na igreja paroquial de Prado a 6/4/1868 com Maria Custódia [Salgado], de 27 anos de idade, solteira, tecedeira, exposta na Roda da Vila de Melgaço, residente na freguesia de Chaviães. Testemunhas presentes: Manuel Joaquim Ribeiro, casado, lavrador, do lugar de Ferreiros; e António Joaquim Rodrigues, solteiro, lavrador, do lugar do Rego. // Com geração.
GONÇALVES, Ludovina Rosa. Filha de Joaquim José Gonçalves, sapateiro, natural da vila de Melgaço, e de Maria José Salgado, doméstica, natural de Prado, moradores no lugar da Breia. Neta paterna de Maria Angélica Gonçalves, solteira, da Vila de Melgaço; neta materna de José Manuel Salgado e de Ana Maria Afonso, do lugar da Breia, Prado, lavradores. Nasceu em Prado a 6/4/1876 e foi batizada na igreja a 10 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel José Alves de Sousa Meleiro e Rosa ------- (?), solteira, ambos proprietários, do lugar de Várzeas, SMP. – (ver assento). // Faleceu no lugar da Breia a 26/11/1903, somente com o sacramento da extrema-unção, com apenas 26 anos de idade, no estado de solteira, sem testamento, sem filhos, e foi sepultada no cemitério local.
FERNANDES, Alexandrina Augusta. Filha de Maria Pulquéria de Jesus Fernandes [Durães], solteira, moradora no lugar de Santo Amaro. Neto materno de Albina Fernandes, solteira, do lugar de Trás-do-Coto. Nasceu em Prado a 4/5/1855 e foi batizada na igreja paroquial a 8 desse dito mês e ano. Padrinhos: Manuel Joaquim da Cunha, do lugar do Cerdedo, e Bebiana de Jesus, do lugar de Raposos, solteiros. // Casou na Vila a 12/8/1885 com Manuel Joaquim Soares (Veterano), de 37 anos de idade, filho de António Joaquim Soares e de Maria Rosa Pires, de Chaviães. // Enviuvou a 24/2/1921. // Faleceu a --/--/1932. // Nota: parece que usou o apelido Durães.
FERNANDES, Albina Rosa. // Nasceu em Prado por volta de 1865. // Faleceu no hospital da SCMM a 22/2/1948, com 83 anos de idade.
FAUSTINO, Noémia do Nascimento. Filha de José Faustino, marinheiro, natural da freguesia da Mata, Castelo Branco, e de Maria Francisca Domingues, natural de Cristóval. Nasceu em Prado a 26/12/1912. // Faleceu no lugar de Cerdedo, freguesia de Prado, a --/--/1913, com apenas alguns meses de vida.
FAUSTINO, Armando. Filho de José Faustino, marinheiro, natural de Castelo Branco, e de Maria Francisca Domingues, natural de Cristóval, Melgaço. Nasceu em Prado a 9/7/1924 e foi batizado na igreja paroquial a 27 de Novembro de esse mesmo ano. // Morreu a 31/5/1926.
ESTEVES, Rosa Maria. Filha de António Joaquim Esteves e de Ana Luísa Alves, moradores no lugar de Raposos, Prado. Neta paterna de Luís Inácio Esteves e de Maria Josefa Lourenço; neta materna de João Luís Alves e de Ana Maria Alves, de Crastos, Paderne. Nasceu em Prado a 10/8/1826 e foi batizada na igreja paroquial no dia seguinte. Madrinha: Mariana Lourenço, residente no lugar dos Raposos.
ESTEVES, Rosa Cândida. Filha de José António Esteves e de Rosa Maria de Araújo, moradores no lugar de Santo Amaro, Prado. Neta paterna de Caetano José Esteves e de Maria Josefa Pinheiro, do dito lugar; neta materna de João António de Araújo e de Maria Fernandes de Araújo, do lugar das Carvalhiças, SMP. Nasceu em Prado a 19/2/1842 e foi batizada na igreja paroquial a 22 desse mês e ano. Padrinho: Manuel Joaquim de Sá Vilarinho, morador na Vila de Melgaço. // Faleceu a 24/4/1842. // Gémea de Luís Augusto.
ESTEVES, Olímpia dos Anjos. Filha de Rosa Joaquina Esteves, solteira, costureira, moradora no lugar do Cerdedo. Neta materna de Escolástica Teresa Esteves, solteira, do dito lugar. Nasceu em Prado a 28/5/1868 e foi batizada na igreja paroquial a 1 de Junho desse mesmo ano. Padrinhos: Caetano Maria de Abreu Mosqueira, casado, proprietário, de intramuros, SMP, e Olímpia dos Anjos da Guerra Barboa, solteira, da Quinta do Real, Vila de Monção, residente na Vila de Melgaço, intramuros.
LOBATO, Estêvão Augusto. Filho de --------- de Sousa Lobato e de -------------------------. Nasceu em -------------, a --/--/1862. // Casou com Claudina Alves de Magalhães. // Moraram em Prado. // Morreu na freguesia de Badim, Monção, a 30/1/1951. / Com geração.
LOBARINHAS, António Álvares (Padre). // Natural do Rio do Porto (!). // Foi escrivão da Confraria das Almas de Prado a partir de 1736.
LOPES, Ana Luísa. Filha de José Joaquim Lopes e de Maria Joaquina Alves, moradores no lugar de Santo Amaro. Neto paterno de Francisco Luís Lopes e de Joana Luísa Salgado, do lugar do Pico, Cristóval; neta materna de Lourenço Manuel Alves (defunto) e de Maria Antónia de Barros, do lugar de Santo Amaro, Prado. Nasceu em Prado a 24/3/1848 e foi batizada na igreja paroquial no dia seguinte. Padrinhos: João Manuel Pedreira, do lugar de Ferreiros, e Ana Luísa Gonçalves, viúva, do lugar do Carvalhal.
LOPES, Ana Luísa. Filha de José Joaquim Lopes e de Maria Joaquina Alves, moradores no lugar do Carvalhal, Prado. Neta paterna de Francisco Lopes e de Joana Luísa Domingues, do lugar do Pico, Cristóval; neto materno de Lourenço Manuel Alves e de Maria Antónia de Vales, do lugar de Ferreiros, Prado. Nasceu em Prado a 21/10/1838 e foi batizada na igreja no dia seguinte. Padrinhos: o avô materno e Ana Luísa Gonçalves, do lugar do Carvalhal.
LOPES, Angélica Maria. Filha de Rafael Lopes, galego, e da sua segunda esposa, Maria Gonçalves. Nasceu a 3/6/1756. // Foi admitida na Confraria das Almas a 24/8/1764. // Casou com João Caetano Durães.
LOPES, Ana Maria. Filha de Rafael Lopes, galego, e de Francisca Rodrigues, natural de Prado. Nasceu a --/--/17--. // Faleceu sem geração.
LOPES, Albertina de Jesus. Filha de Manuel Joaquim Lopes, natural de Prado, e de Maria da Conceição Fernandes de Barros, natural de Rouças, moradores em Prado. Neta paterna de José Joaquim Lopes e de Maria Joaquina Gomes Calheiros, de Prado, todos lavradores; neta materna de Henrique Benedito de Barros e de Joaquina Rosa Fernandes, negociantes, moradores na Vila de Melgaço. Nasceu em Trás-do-Coto, Prado, a 14/5/1885, e foi batizada a 20 desse mês e ano. Padrinhos: o seu avô materno, casado, e tia materna, Delfina de Barros, solteira. // Casou na igreja de Prado a 22/11/1909, com Caetano José Peixoto, de 34 anos de idade, natural de Penso. // Enviuvou a 24/2/1968. // Faleceu em Belém, Lisboa, a 10/12/1978 (?), com noventa e três anos de idade (confirmar). // - Ver assento.
LOBATO, José. Filho de Estêvão Augusto de Sousa Lobato e de Claudina Alves de Magalhães. Nasceu em ------------, a --/--/1891. // Morreu em ---------, a 10/12/1957.
LOPES, Ana de Jesus. Filha de João José Lopes e de Angelina Perpétua Esteves. Nasceu em -----------, a --/--/1859. // Faleceu no lugar dos Bouços, Prado, a 6/1/1939, com 80 anos de idade.
LOPES, Alice da Conceição. Filha de Manuel Joaquim Lopes, natural de Prado, e de Maria da Conceição Barros, natural de Rouças, moradores na primeira. Neta paterna de José Joaquim Lopes e de Ana Joaquina Gomes Calheiros, rurais, pradenses; neta materna de Henrique Benedito de Barros e de Joaquina Rosa Fernandes, proprietários, residentes em Rouças. Nasceu no lugar de Trás-do-Coto, Prado, a 21/9/1887, e foi batizada na igreja a 29 desse mês e ano. Padrinhos: Agostinho Fernandes Barros, negociante na Vila de Melgaço, e sua esposa, Filomena Rosa de Sousa. // Casou a 10/7/1913 com Artur Augusto, empregado bancário em Lisboa, filho de Florindo Augusto de Sousa e de Joana Rosa, residentes na freguesia de Belém, Lisboa. // Enviuvou a 11/1/1933. // Faleceu em Prado a 4/11/1978, com noventa e um anos de idade.
CARVALHO, Francisco. Filho de ----------- de Carvalho e de ------------------ Afonso. Nasceu por volta de 1836. // Faleceu em Barro Grande a --/--/1915, com 78 anos de idade .
CARVALHO, Rodolfo. Filho de Deolinda de Carvalho. Nasceu na freguesia de Penso a --/--/1914 . // Faleceu em Paranhão a --/--/1936, com apenas 22 anos de idade .
CARVALHO, Maria da Conceição. Filha de Manuel José Afonso de Carvalho e de Emília Alves, jornaleiros, moradores no lugar de Paranhão. N.p. de Manuel José Afonso Carvalho e de Rosária de Carvalho, do dito lugar; n.m. de Caetano Alves e de Marcelina Rosa Lamas, de Barro Grande. Nasceu em Penso a 1/9/1870 e foi batizada na igreja no dia seguinte. Padrinhos: Domingos Ferreira de Passos e sua esposa, Maria da Conceição Garcia, lavradores, de Paranhão. // Jornaleira. // Casou na igreja da sua freguesia natal a 30/10/1892 com António Luís Barreiros, de 23 anos de idade, solteiro, pedreiro, natural de Barbeita, Monção, filho de Luís Manuel Barreiros e de Claudina Rodrigues, rurais. Testemunhas presentes: António Luís Manuel Barreiros e António Temporão, solteiros, pedreiros, além de outros. // Faleceu no lugar de São Bartolomeu, Penso, onde residia, a 11/11/1914 . // Mãe de Maria, de Laurinda, de Bento, de Florinda, e de Domingos Barreiros.
LEITE, José Luís. Filho de Miguel Domingues e de Ana Maria Rodrigues. Nasceu em Prado no século XVIII. // Morava na Vila quando casou na igreja de SMP a 10/8/1816 com Isabel Ventura, filha de Jerónimo Fernandes Coelho e de Dionoria (Dinora?) Teresa, da freguesia de São José de São Lázaro, Braga, moradores na Vila de Melgaço, onde exerciam o seu negócio. Testemunhas: padre Luís José de Garcia Machado, António de Sampaio, mordomo da igreja, Manuel Pereira Novais, e Manuel Lourenço, alfaiate, moradores intramuros. // Nota: deve ser o mesmo senhor que morou no Campo da Feira de Fora e foi comerciante na Vila, além de provedor da SCMM em 1824, o qual faleceu no estado de viúvo, a 7/3/1843, de repente, e foi sepultado na igreja matriz a 9; fizera testamento, que ficou registado na administração do concelho, tendo por cumpridores José Vaz, comerciante na Vila, e Frederico Justiniano de Sousa.
CASTANHEIRA, António. Filho de Rosa Castanheira, solteira, jornaleira, moradora no lugar das Mós. Neto materno de Manuel José Castanheira e de Maria Joaquina de Sousa. Nasceu em Penso a 23/12/1908 e foi batizado na igreja a 25 desse mês e ano. Padrinhos: José Bergielas, casado, jornaleiro, e Maria de Sousa, casada, tio e avó do batizando. // Faleceu no lugar de Mós, Penso, a --/--/1913, com apenas quatro anos de idade .
CARVALHO, Rosa. Filha de Sebastião Carvalho, negociante, de São Cosme, Monção, e de Maria da Conceição Vaz, costureira, de Penso, moradores em Barro Grande. N.p. de Manuel José Carvalho e de Maria José Carvalho; n.m. de António José Vaz e de Maria Luísa Ferreira de Passos. Nasceu a 23/10/1894 (*) e foi batizada dois dias depois. Padrinhos: António Esteves Cordeiro e Rosa Maria Domingues, rurais, de Penso. // Casou na CRCM a 23/11/1916 com Manuel Alves de Lima . // Faleceu em Penso a 7/1/1989. // Com geração. /// (*) Na campa ficou registada a data de 22/10/1894.
GONÇALVES, Rita Marinha. Filha de Manuel Gonçalves (Manel d’Ana), natural do lugar da Várzea, Paderne, e de Ana Maria Lourenço, do lugar de Raposos, Prado, lavradores. Neta paterna de Ana Maria Gonçalves; neta materna de Rita Marinha Lourenço. Nasceu em Prado a 2/4/1908 e foi batizada na igreja a 9 desse mesmo mês e ano. Padrinhos: José António da Costa e sua filha Zulmira, ambos casados, do lugar do Outeirão, freguesia de Prado. // Teve uma filha, como mãe solteira, à qual deu o nome de Ana de Nazaré. // Casou na igreja de Prado a 17/11/1946 com António, filho de Francisco de Sousa Lobato e de Justina Esteves Barbosa, natural de Alvaredo. // A 8/5/1948 nasceu-lhes uma criança do sexo feminino, à qual atribuiram o nome de Olívia. // O seu marido morreu a 7/2/1985. // Ela faleceu em Prado a 22/6/1987.
JOSÉ MANUEL. // Recebeu o batismo na igreja de São Lourenço de Prado a 5/9/1858. Padrinhos: José Manuel de Sousa Palhares, solteiro, do lugar de Ferreiros, e Maria Cândida de Sousa Araújo, casada, do lugar de Bouços, ambos de Prado. // Apareceu abandonado no dia 9/5/1859 à porta de Josefa Pires, residente no lugar de Raposos, Prado. // Essa senhora levou a criança, que tinha oito meses de idade, à Câmara Municipal, ficando registada no livro dos expostos sob o n.º 213. // A 26/5/1859 foi entregue à ama-de-leite, Maria Joaquina, solteira, do lugar de Mós, Penso. // A 1/7/1863 passou para a ama de seco, Rosa Esteves, casada, do lugar de Ferreiros, Alvaredo. // A 24/9/1865 findou o prazo da criação, conservando-se em poder da ama até oito de Novembro desse mesmo ano, «quando com ofício de tal data foi entregue ao Juízo Orfanológico.»
JOSÉ LUÍS. – Foi colocado à porta de António José Fernandes, morador no lugar do Souto, freguesia de Prado, a 12/7/1829, à noite, e batizado na igreja desta freguesia no dia seguinte. Madrinha: Rosa Gonçalves, solteira, filha de Ana Maria, viúva, do lugar do Carvalhal, Prado. // Escreveu o padre: «Trazia consigo uma cédula que dizia seu nome é José Luís, cuja letra eu conhecia, digo, cuja letra eu não conhecia.»
JOAQUIM. – Expuseram-no à porta de Joaquina Lourenço, solteira, do lugar de Cerdedo, freguesia de Prado, a 6/1/1826, e foi batizado na igreja paroquial dois dias depois. Madrinha: a dita Joaquina Lourenço.
GONÇALVES, Vitorino Laureano, ou Vitorino Lourenço Esteves. Filho de Clara Maria Gonçalves, camponesa, moradora no lugar da Corredoura, Prado. Neto materno de Agostinho Manuel Gonçalves e de Joana Maria (defunta), do dito lugar. Nasceu em Prado a 27/2/1829 e foi batizado dois dias depois. Padrinhos: Diogo Manuel de Castro, da Quinta de Galvão, SMP, e Maria Benedita de Sousa Gama, da Quinta da Serra, Prado. // Foi lavrador-caseiro. // Morava na Orada quando casou na igreja de SMP, Vila, na década de sessenta, com Maria Benedita (Cerdeira), de vinte e cinco anos de idade, solteira, batizada na igreja de SMP depois de ter sido exposta na roda de Melgaço. Testemunhas: João Manuel Esteves, sapateiro, morador no lugar da Assadura, e sua esposa, Ana Maria Pereira. // Morreu na sede do concelho, lugar de Galvão de Cima, onde morava, a 27/8/1901, com todos os sacramentos da igreja católica, sem testamento, e foi sepultado no cemitério municipal da Vila. // Pai de Rosa Maria Esteves, de Artur César Esteves, e de António Joaquim Esteves, e avô de Júlio César de Sousa, “António da Isaura” (ver na Vila), entre outros. // Nota: usou também o apelido Esteves, que transmitiu aos filhos.
GONÇALVES, Tomaz. Filho de Tomaz Gonçalves e de Maria Afonso, moradores no lugar de Santo Amaro, Prado. Neto paterno de Isabel Gonçalves, solteira, do lugar do Barreiro, Parada, Caniça, Tui; neto materno de Francisco Manuel Afonso e de Benta Garcia, do lugar de Milagres, Cambeses, Monção. Nasceu em Prado a 23/6/1848 e foi batizado na igreja dois dias depois. Padrinho: o padre Francisco António Vaz, do lugar da Breia, Prado.
CANES, Manuel Joaquim. Filho de -------- Canes e de ------------------------------. Nasceu por volta de 1831. // Faleceu em Paranhão a --/--/1914, com 83 anos de idade .
GONÇALVES, Tito Arsénio. Filho de Manuel Luís Gonçalves e de Albina Rosa Alves, moradores no lugar de Bouça Nova. Neto paterno de Luís Augusto Gonçalves e de Joana Rosa do Souto; neto materno de João Bento Alves e de Emília Rita Monteiro. Nasceu no dito lugar de Bouça Nova, Prado, a 5/6/1895, e foi batizado na igreja a 2 de Setembro desse mesmo ano. Padrinhos: António Arsénio Gomes Pinheiro, do lugar da Serra, e Maria Alves, tia materna do batizando. // Devia ter alguns estudos, pois no serviço militar foi 2.º sargento do 2.º esquadrão do Regimento de Cavalaria n.º 11. // Embarcou para França a 22/2/1917, integrado no CEP, a fim de participar na I Grande Guerra. // Morreu naquele país, em combate, a 5/12/1917. // Era solteiro.
CARVALHO, Deolinda. Filha de José Maria Carvalho e de Maria Emília Esteves, jornaleiros, moradores em Paranhão. N.p. de Maria Caetana Carvalho; n.m. de João Esteves e de Maria Joana Alves. Nasceu em Penso a 1/1/1893 e foi batizada a 4 desse mês e ano. Padrinhos: Francisco Rodrigues, criado de servir, solteiro, e ------------ Esteves, solteira, criada de servir, tia materna da neófita. // Em sessão da Câmara Municipal de 29/4/1914 foi-lhe concedido subsídio de lactação por seis meses; morava em Paranhão . // Faleceu no lugar de Paranhão a --/--/1918, com apenas 25 anos de idade . // Com geração.
GONÇALVES, Rosa Maria. Filha de Manuel Joaquim Gonçalves e de Maria Rita Alves, moradores no lugar de Bouça Nova. Neta paterna de Bento José Gonçalves e de Maria Josefa Dias, do lugar da Serra; neta materna de José Luís Alves e de Maria Josefa Gomes, do lugar de Bouça Nova. Nasceu em Prado a 7/10/1840 e foi batizada na igreja a 11 desse mês e ano. Padrinhos: Bernardo António Pereira de Castro e sua esposa, Joana Maria Lourenço, do lugar de Gondomar, freguesia de Remoães. // Faleceu a 31/3/1842.
BRAZ, Eduardo. Filho de Augusto Esteves Braz e de Maria da Rocha, lavradores, residentes no lugar de Paradela. Neto paterno de José Joaquim Esteves Braz e de Justina das Dores Esteves; neto materno de Matias da Rocha e de Benta Joaquina Rodrigues. Nasceu em Penso a 2/2/1905 e nesse mesmo dia foi batizado na igreja. Padrinhos: Eduardo da Rocha e Germana Esteves Braz, solteiros, camponeses, tios do batizando. // A 24/7/1917 fez exame do 1.º grau e obteve a classificação de ótimo; era aluno do professor Carlos Manuel da Rocha . // Faleceu na freguesia de Campo Grande, concelho de Lisboa, a 21/5/1956.
GONÇALVES, Rosa Joaquina. Filha de António Joaquim Gonçalves e de Maria Joaquina Alves, moradores no lugar de Santo Amaro, Prado. Neta paterna de Diogo Manuel Gonçalves e de Antónia Maria Lourenço, do dito lugar; neta materna de Frutuoso Manuel Alves e de Ana Gonçalves, do lugar da Breia, todos lavradores. Nasceu em Prado a 16/10/1864 e foi batizada na igreja no dia seguinte. Padrinhos: Luís António de Sousa Palhares e sua irmã, Rosa Joaquina de Sousa Palhares, solteiros, rurais, do lugar de Ferreiros, Prado. // A 26/12/1876 foi admitida na Confraria das Almas por 300 réis. // Faleceu solteira a 25/4/1928. // Mãe de Alípio, de Alzira, e de Idalina da Glória.
CALDAS, Manuel José. Filho de Manuel José de Caldas, lavrador e “cirurgião”, e de Rosa Álvares, lavradeira, residentes no lugar do Paranhão, freguesia de Penso. Nasceu em Penso por volta de 1795. // Lavrador. // Era conhecido por “Cirurgião de Real”. // Segundo consta, foi uma das maiores vítimas do “Tomaz das Quingostas”. // Em 1841 era vereador fiscal . // Casou a 1/10/1855, em segundas núpcias, com Maria José Gomes de Sousa, de 20 anos de idade, filha de José Caetano Gomes de Sousa e de Vicência Rosa Ferreira, natural de Malhagrilos, Prado. // Morreu no lugar de Real, freguesia de São Paio de Melgaço, onde residia, a 26/2/1891, repentinamente, com 96 anos de idade, no estado de casado com a dita Maria José, sem testamento, e foi sepultado na igreja paroquial de São Paio. // Com geração (ver em São Paio).
