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DOMINGUES, Amélia [José]. Filha de José Maria Domingues e de Germana Esteves, lavradores, residentes no lugar de Barro Pequeno. N.p. de Jerónimo do Carmo Domingues e de Maria Rosa Vaz, do dito lugar; n.m. de Manuel Joaquim Esteves e de Francisca Luísa Esteves Cordeiro, de Lages. Nasceu na freguesia de Penso a 23 de Julho de 1872 e foi batizada nesse dia. Padrinhos: João Esteves Cordeiro e sua irmã, Cecília Esteves Cordeiro, solteiros, proprietários, da Casa de Paranhão. // Proprietária. // Casou na igreja local a 9/12/1896 com o seu parente e conterrâneo António Joaquim da Rocha. // Ambos os cônjuges faleceram em Penso: o marido a 24/2/1954 e ela a 1/2/1957. // Com geração. //
DOMINGUES, António. Filho de -------- Domingues e de ---------------------------. Nasceu por volta de 1828. // Faleceu no lugar de Bilhões a --/--/1917, com 89 anos de idade.
DOMINGUES, Aparício [José]. Filho de José Maria Domingues e de Germana Esteves, rurais, moradores no lugar de Bairro Pequeno. N.p. de Jerónimo do Carmo Domingues e de Maria Rosa Vaz, do dito lugar; n.m. de Manuel Joaquim Esteves e de Francisca Luísa Esteves Cordeiro, de Lages. Nasceu em Penso a 19 de Março de 1871 e foi batizado nesse mesmo dia. Padrinhos: padre Manuel José Domingues, de Barro Pequeno, e Cecília Cordeiro, proprietária, da Casa de Paranhão. // Proprietário. // Era solteiro, quando casou na igreja local a 25/11/1908 com a sua conterrânea Rosa Esteves Reguengo, de vinte e quatro anos de idade, solteira, camponesa, filha de Domingos Esteves Reguengo e de Maria Luísa Vilas. Testemunhas presentes: Simplício da Conceição Lima, solteiro, e Manuel Esteves Reguengo, casado, camponeses, naturais de Penso. // Morreu na sua freguesia de nascimento a 16/9/1935. //
DOMINGUES, Manuel Joaquim. Filho de Francisco José Domingues e de Clara Joaquina Fernandes, lavradores, residentes no lugar de Felgueiras. N.p. de Domingos José Domingues e de Maria Benta Pires; n.m. de Domingos José Fernandes e de Francisca Maria Codesseira. Nasceu em Penso em 1841. // Tinha 20 anos de idade quando casou na igreja de Penso a 29/5/1861 com a sua parente no 3.º grau de consanguinidade, Claudina, de 22 anos de idade, nascida em 1838, filha de Manuel António Domingues, pedreiro, e de Isabel Maria Vieira, moradores no lugar do Coto; neta paterna de Maria Josefa da Lama, de Queirão, Paderne, e neta materna de Manuel Luís Vieira e de Maria Brandão, de Messegães, Monção. Testemunhas da boda: Joaquim Gonçalves, casado, rural, de Lajes, e José da Rocha, solteiro, camponês, de Telhada Pequena. // Faleceu no lugar do Coto, Penso, a --/--/1913. // Nota: no jornal diz-se que ele tinha 74 anos de idade quando morreu.
DOMINGUES, Manuel Joaquim. Filho de António José Domingues e de Francisca Vaz, residentes no lugar de Lages. N.p. de Jerónimo do Carmo Domingues e de Maria Rosa Vaz, de Barro Pequeno; n.m. de António Manuel Vaz e de Mariana Esteves, das Lages. Nasceu em Penso a 14/5/1869 e foi batizado nesse dia. Padrinhos: Joaquim Gonçalves e sua esposa, Maria Joaquina Vaz, todos lavradores. // Era solteiro, lavrador, quando casou na igreja da sua freguesia natal a 28/6/1896 com a sua conterrânea Josefina Esteves Cordeiro, de 33 anos de idade, solteira, camponesa, residente no lugar de Paradela, filha de Manuel Esteves Cordeiro e de Maria Joana Garcia. Testemunhas presentes: António José Domingues, casado, e Caetano Esteves Cordeiro, solteiro, lavradores, naturais de Penso. // Faleceu no lugar de Lages a --/--/1915, com 46 anos de idade.
DOMINGUES, Manuel [José]. Filho de José Maria Domingues e de Germana Esteves, rurais, moradores no lugar de Bairro Pequeno. Neto paterno de Jerónimo do Carmo Domingues e de Maria Rosa Vaz; neto materno de Manuel Joaquim Esteves e de Francisca Luísa Esteves Cordeiro, do lugar de Lages. Nasceu em Penso a 27/9/1868 e foi batizado nesse dia. Padrinhos: presbítero Manuel José Domingues e Cecília Esteves Cordeiro, solteira, proprietária, da Casa do Paranhão.
DOMINGUES, Leandro [José]. Filho de José Maria Domingues e de Germana Esteves, lavradores, residentes no lugar de Bairro Grande. N.p. de Jerónimo do Carmo Domingues e de Maria Rosa Vaz; n.m. de Manuel Joaquim Esteves e de Francisca Luísa Esteves Cordeiro. Nasceu a 19/5/1879 e foi batizado nesse dia. Padrinhos: João Esteves Cordeiro e Cecília Esteves Cordeiro, solteiros, proprietários, de Paranhão. // Em 1912 era negociante em Novo Redondo, Luanda; o jornalista tratava-o por Leandro José Domingues ; nesse ano de 1912 passou férias em Âncora com a família ; estava casado com Clotilde Duarte de Castro; em 1912 a sua esposa deu à luz uma criança ; a 7/1/1913 embarcava novamente para Novo Redondo; na sua companhia seguia a esposa e a filha de ambos, Elisa . // Morreu antes de 1932 .
DOMINGUES, Manuel. Filho de Francisco Luís Domingues, lavrador, natural de Paderne, e de Maria Rosa Fernandes, natural de Penso, moradores no lugar de Felgueiras. Neto paterno de João Manuel Domingues “Lamas” e de Ana Gonçalves, de Queirão; neto materno de Serafim Fernandes e de Maria Joana Domingues, de Felgueiras. Nasceu em Penso a 10/10/1864 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: João Manuel Rodrigues e sua esposa, Eufrásia Pires, rurais, de Felgueiras. // Era solteiro, lavrador, morava no lugar de Felgueiras, quando casou na igreja da sua freguesia natal a 23/4/1891 com a sua conterrânea Maria Luísa de Sousa Lobato, de 24 anos de idade, solteira, camponesa, residente no lugar de Rabosa, filha de Luís Manuel de Sousa Lobato e de Ana Maria Pires, rurais. Testemunhas presentes: Manuel José Fernandes, casado, lavrador, residente no lugar de Rabosa, e Joaquim Fernandes, casado, guarda-fiscal. // Faleceu no lugar de Felgueiras a --/--/1915, com cinquenta anos de idade.
DOMINGUES, Evaristo. Filho de Manuel José Domingues, lavrador, natural de Paderne, e de Maria Joaquina Vaz, lavradeira, natural de Penso, moradores no lugar das Lages. Neto paterno de José Joaquim Domingues e de Maria da Rocha; neto materno de Zeferino Vaz e de Rosa Emília Esteves Cordeiro. Nasceu em Penso a 30/9/1900 e foi batizado na igreja paroquial a 2 de Outubro desse ano. Padrinhos: José Domingues, solteiro, lavrador, irmão do batizando, e Germana Esteves, solteira, camponesa, natural de Penso. // Casou na 4.ª Conservatória de Lisboa a 21/2/1926 com Celeste Alves Guimarães. // «Está entre nós, acompanhado de sua esposa e filho, o Sr. Evaristo Domingues. Este nosso amigo vai amanhã (8/7/1934) dar um passeio a Braga na companhia de sua esposa, filho, e irmãs, Rosa, Olívia, e Maximina.» // Foi comerciante na capital. // Morreu na freguesia de São Francisco Xavier, Lisboa, a 20/12/1984.
DOMINGUES, José. Filho de António Domingues e de Rufina Rodrigues. Nasceu em Penso a --/--/1914 . // Morreu no lugar de Mós a --/--/1916, com apenas trinta e um meses de idade.
DOMINGUES, Claudina. Filha de --------- Domingues e de -------------------------. Nasceu por volta de 1843. // Faleceu em Penso a --/--/1914, com 71 anos de idade.
DOMINGUES, Ermelinda Rosa. Filha de Avelino Domingues e de Emília Rosa Pereira, proprietários, moradores no lugar de Telhada Pequena. Neta paterna de Manuel Joaquim Domingues e de Maria Teresa da Rocha; neta materna de Bernardino Pereira e de Marcelina Esteves Cordeiro. Nasceu em Penso a 27 de Julho de 1909 e foi batizada na igreja a 3 de Agosto desse ano. Padrinhos: Manuel Pereira, casado, negociante, e Ermelinda de Magalhães, casada, proprietária. // Faleceu no lugar das Lajes, freguesia de Penso a --/--/1932.
AFONSO, Zulmira da Glória. Filha de Manuel António Afonso (Grilo), natural de Prado, e de Maria dos Remédios Domingues, natural de Paderne, lavradores, residentes no lugar da Corredoura, freguesia de Prado. Neta paterna de João Batista Afonso e de Ana Rosa de Campos; neta materna de João Luís Domingues e de Filomena da Graça Domingues, do lugar da Gramuinha, Paderne. Nasceu em Prado a 18/1/1904 e foi batizada na igreja paroquial a 20 desse mês e ano. Padrinhos: Elias de Jesus Domingues e Mariana Domingues, solteiros, irmãos da mãe da neófita. // Casou na igreja a 19/10/1935 com o seu conterrâneo José Augusto Ribeiro (Carriço), filho de Elvira Augusta Ribeiro (Ferradora). // Faleceu em Prado a 26/3/1985. // Com geração.
ALMEIDA, Américo. Filho de Júlio Augusto de Passos Almeida, natural de Cristóval, e de Filomena da Fortuna Abreu Cunha Araújo, natural da vila de Melgaço (da Casa e Quinta do Rio do Porto), moradores no lugar de Raposos, freguesia de Prado. Neto paterno de Caetano José de Almeida e de Josefa Antónia Rodrigues; neto materno do Dr. José António de Abreu Cunha Araújo e de Angelina de Jesus Monteiro Guimarães, solteiros. Nasceu nesse lugar de Raposos às dez horas da manhã do dia 20 ou 26/2/1894 e foi batizado na igreja católica a 7 de Outubro desse dito ano. Padrinhos: Joaquim do Carmo Álvares de Barros e Palmira Augusta Camanho de Carvalho. // Foi combatente em França, na I Grande Guerra «e ele aí vincou bem o seu valor mavórtico». Era soldado do regimento de cavalaria número 11, unidade mais tarde transformada em Companhia de Ciclistas. Embarcou para França integrado no Corpo Expedicionário Português a 26 de Maio de 1917, tendo desembarcado no porto marítimo de Brest, França, alguns dias depois. Em virtude do seu boletim individual não se encontrar disponível, pouco ou nada se conhece sobre aqueles terríveis meses que passou na guerra. Regressou a Portugal, talvez no final do conflito. // Depois de a guerra terminar veio para o Minho e foi chapeleiro em Braga. // Devido aos gases, e aos atrozes sofrimentos, ficou perturbado mentalmente. // Morreu no lugar do Souto, Prado, solteiro, e pobre, a 30/8/1938, sem geração.
ALMEIDA, Palmira Filomena. Filha de Júlio Augusto dos Passos Almeida, natural de Cristóval, e de Filomena da Fortuna de Abreu Cunha Araújo, natural da “Vila” de Melgaço, moradores no lugar de Raposos, freguesia de Prado. Neta paterna de Caetano José de Almeida e de Josefa Antónia Rodrigues Passos; neta materna do Dr. José António de Abreu Cunha Araújo e de Angelina de Jesus Monteiro Guimarães, ambos solteiros. Nasceu no dito lugar de Raposos a 21/3/1895 e foi batizada na igreja a 18/11/1897. Padrinhos: José Ferreira Las Casas, casado, morador na vila de Melgaço, e Palmira Augusta Camanho de Carvalho, solteira, natural de Prado. // Casou a 23/6/1935 na 3.ª Conservatória do Registo Civil de Lisboa com Armando Eugénio da Conceição Travessa, agente da PIDE, o qual prestara serviço em Melgaço durante algum tempo. // O seu marido morreu na freguesia de Lousa, concelho de Loures, a 5/4/1958. // Ela faleceu em Almada a 27/4/1977. // Com geração.
ALVES, Adelaide. Filha de Manuel António Alves e Teresa de Jesus Rodrigues, lavradores-caseiros, naturais de São Paio, ele do lugar de Cubelo e ela do lugar de Soutulho, moradores no lugar dos Bouços, Prado. Neta paterna de Manuel Joaquim Alves e de Maria José Vieites; neta materna de António Rodrigues e de Maria Angélica Afonso. Nasceu em Prado a 16/8/1906 e foi batizada na igreja paroquial a 23 desse mesmo mês e ano. Padrinhos: Júlio Dias, casado, do lugar de Soutulho, e Maria Joaquina Lourenço, solteira, do lugar de Sante, São Paio, todos lavradores. // Faleceu em Rouças a 30/5/1979.
ALVES, Alberto Augusto. Filho de -------- Alves e de ---------------------------------. Nasceu por volta de 1912. // Faleceu no lugar de Bouça Nova, freguesia de Prado, a --/--/1917, com apenas cinco anos de idade.
DOMINGUES, Rosa da Conceição. Filha de Maria Domingues (Vilela). Nasceu por volta de 1928. // «No passado dia onze, pelas dezassete horas, Maria Vilela, residente no lugar de Bairro Pequeno, saiu para ir à fonte e deixou junto do lume uma filha de sete anos, de nome Rosa. Ao regressar encontrou a criança com graves queimaduras, pois o fogo tinha-se-lhe pegado às roupas. Se os vizinhos lhe não acodem tão prontamente, atraídos pelos seus gritos, teria perecido.» // Faleceu a 16/2/1935, no dito lugar de Barro Pequeno .
ALVES, Angelina da Luz. Filha de António José Alves e de Carlota Rosa Gomes de Abreu, moradores no lugar do Souto, Prado. Neto paterno de Maria Rosa Alves, solteira, de (Correão?), Âncora, Caminha; neto materno de José Luís Gomes de Abreu e de Maria Teresa Domingues de Castro, do lugar do Souto, Prado. Nasceu em Prado a 7/8/1856 e foi batizada na igreja a 10 desse mês e ano (fora sopeada em casa). Padrinhos: a sua avó materna e José Francisco Afonso Gomes, solteiro, de Âncora. // Casou com José António Dantas, natural da Vila. // Faleceu a 16/2/1927. // O seu viúvo finou-se a 9/12/1928.
DURÃES, Benjamim. Filho de Silvino Durães, jornaleiro, natural de Paderne, e de Marcelina Rosa Alves, jornaleira, natural de Penso, onde moravam, no lugar de Felgueiras. Neto paterno de Francisco Joaquim Durães e de Maria Joaquina Rodrigues; neto materno de Manuel Joaquim Alves e de Maria Fernandes. Nasceu no lugar de Rabosa, Penso, a 8/4/1903 e no dia seguinte foi batizado na igreja. Padrinhos: os seus avós maternos, lavradores. // A 24/7/1917 fez exame do 1.º grau e obteve a classificação de «bem»; era aluno do professor Carlos Manuel da Rocha. Obteve a mesma nota o aluno António Luís Marques . // Faleceu na sua freguesia de nascimento a 6/9/1938, com apenas 35 anos de idade.
DURÃES, Constança. Filha de Silvino Durães, lavrador, natural de Paderne, e de Marcelina Rosa Alves, lavradeira, natural de Penso, onde moravam, no lugar de Rabosa. Neta paterna de Francisco Joaquim Durães e de Maria Joaquina Rodrigues; neta materna de Manuel Joaquim Alves e de Maria Ludovina Fernandes. Nasceu em Penso a 10/1/1908 e no dia seguinte foi batizada na igreja. Padrinhos: os seus avós maternos, camponeses. // Casou na CRCM a 22/4/1930 com Manuel José Dantas, de 22 anos de idade, natural de SMP, vila de Melgaço . // Ambos os cônjuges faleceram na freguesia de Santa Marinha, Vila Nova de Gaia: o marido a 5/11/1980 e ela a 15/4/1985. // Com geração.
DOMINGUES, Maria Angelina. // Faleceu no lugar de Paradela a --/--/1930, com apenas onze meses de vida.
DOMINGUES, Maria Helena. Filha de -------- Domingues e de --------------------------------. Nasceu a --/--/1930. // Faleceu em Penso a --/--/1930, com apenas dez dias de idade.
DOMINGUES, Maria José. Filha de ------------ Domingues e de -------------------------------------------. Nasceu por volta de 1838. // Faleceu em Barro Pequeno a --/--/1916, com 78 anos de idade . // Era irmã de José Maria Domingues, presidente da Junta de Freguesia.
DOMINGUES, Rosa. Filha de José Joaquim Domingues, natural de Paderne, e de Maria Joana Fernandes, natural de Penso, lavradores, residentes no lugar da Carreira. Neta paterna de Manuel José Domingues e de Marcelina Fernandes; neta materna de António José Fernandes e de Maria Joaquina Gonçalves. Nasceu em Penso a 12/5/1899 e no dia seguinte foi batizada na igreja. Padrinhos: Agostinho Fernandes e sua mulher, Maria Rosa Esteves Cordeiro, camponeses, tios maternos da neófita. // Casou na CRCM a 28/10/1929 com Evaristo Durães . // Enviuvou a 24/3/1936. // Faleceu em Penso a 2/3/1982. // Nota: é provável que tenha sido esta senhora a pagar uma multa, pois em 1947 a GNR levantou-lhe um auto de transgressão, por ter violado o art.º 18.º do Código das Posturas Municipais, deixando entrar os seus animais em propriedade alheia. // Com geração.
DOMINGUES, Maria. Filha de Casimiro Domingues e de Constança Rodrigues Torres (Lima). Nasceu em Penso a --/--/1917 . // Faleceu no lugar de Paradela a --/--/1917, com apenas nove dias de vida.
ALBUQUERQUE, Narciso. Filho de ----------- Albuquerque e de ----------- Loureiro. Nasceu em Monção a 12/10/1872. // Afinador de máquinas, etc. // Fixou a sua residência em Prado em 1954. // Estava casado com Palmira, filha de José do Patrocínio Campenha e de Joaquina Gomes, nascida em Tangil a 30/8/1900. // Faleceu a 15/2/1960. // Com geração.
DOMINGUES, Maria. Filha de ------- Domingues e de -------------------. Nasceu por volta de 1928. // Faleceu no lugar de Paradela a --/--/1928 (ou 1929), com apenas nove meses de idade .
ALMEIDA, Albina da Glória. Filha de Luís Manuel de Almeida e de Emília Gertrudes Gonçalves, rurais, moradores no Coto, Prado. Neta paterna de Manuel José de Almeida, escrivão e tabelião do Juízo de Direito da Comarca de Melgaço, e de Maria Joaquina do Outeiro, do Coto, Cristóval, residentes na Vila (intramuros); neta materna de Manuel José Gonçalves e de Maria Gertrudes Meixeiro, lavradores do lugar de Cerdedo, Prado. Nasceu a 17/1/1866 e foi batizada a 21 desse mês e ano. Padrinhos: os seus avós maternos.
DOMINGUES, Maria Amélia. Filha de --------- Domingues e de ------------------. Nasceu em Paradela, Penso, a --/--/193-. // Faleceu a --/--/1936, com apenas quatro meses de vida .
COSTA, Maria Luísa. Filha de Bento Manuel da Costa e de Maria Benedita Esteves, moradores no lugar de Trás-do-Coto, Prado. Neta paterna de João José da Costa e de Maria Teresa de Linhares, de Gandara, São João da Silva, Barcelos; neta materna de António Esteves e de Maria Josefa Quintela, de Corçães, Rouças. Nasceu em Prado a 24/11/1840 e foi batizada na igreja a 29 desse mês e ano. Padrinhos: António Francisco Domingues e sua esposa, Ana Maria Domingues, do lugar de Longarinha, Paderne. // Casou a 11/5/1864 com Luís Manuel Lourenço, seu conterrâneo. // Faleceu a 5/10/1919.
CALDAS, Manuel Ventura. Filho de Custódio Caldas, natural de Prado, e de Rosa Gomes, natural da Vila de Melgaço. Nasceu em Prado no século XVIII. // Cedo emigrou para o Brasil, onde foi comerciante e tenente de milícias. // Casou em terras brasileiras em 1787 com Ana de Alvim Poupino, descendente de um alentejano emigrante no Brasil. // Morreu em 1800. // Pai de Bento José Caldas, nascido em 1788, de João Caldas, nascido a 6/6/1790 e batizado a 7/7/1790, de Mariana Caldas, e de Maria Teresa Caldas.
COSTA, Manuel Joaquim. Filho de Maria Teresa da Costa, solteira, moradora no lugar de Trás-do-Coto, Prado. Neto materno de Bento Manuel da Costa e de Maria Benedita Esteves, do dito lugar, todos lavradores. Nasceu em Prado a 3/4/1866 e foi batizado na igreja dois dias depois. Padrinhos: o padre Manuel José Gonçalves e Maria Joaquina de Castro, solteira, camponesa, do lugar de Linhar, Chaviães. // Era solteiro, jornaleiro, morava no dito lugar de Trás-do-Coto, quando casou na igreja do mosteiro de Paderne a 21/5/1899 com Cândida Cerdeira, de 24 anos de idade, solteira, doméstica, natural de Paderne, moradora no lugar do Granjão, para onde ele foi residir, filha de Manuel José Cerdeira, pedreiro, e de Maria do Rosário Fernandes, doméstica. // C.g.
CALHEIROS, António. Filho de Luís Manuel Gomes Calheiros e de Caetana Maria Gonçalves. Neto paterno de Manuel José Gomes Calheiros e de Ana Maria Lourenço; neto materno de Manuel Luís Gonçalves e de Antónia Maria do Souto. // Foi admitido na Confraria das Almas a 31/12/1837.
COSTA, Maria Beatriz. Filha de José Augusto da Costa e de ------------------------------. No batismo teve por padrinho o escrivão Afonso. // Faleceu na casa de seus pais, no lugar da Serra, a 26/7/1938. // Era ainda uma criança. // Irmã de Maria Julieta e de Hortense Costa. // Sobrinha de Aurélio Costa.
CALDAS, Alexandrina Rosa. Filha de Filomena de Jesus Caldas, solteira, do lugar de Real, São Paio, moradora no lugar de Malhagrilos, freguesia de Prado (e de ----------- Gomes de Sousa, tio materno da mãe da criança). Neta materna de Manuel José Caldas e de Maria José Gomes de Sousa, moradores em São Paio. Nasceu em Prado a 23/3/1891 e foi batizada na igreja paroquial dois dias depois. Madrinha: a sua tia materna, Maria Joaquina Caldas. // Faleceu no dito lugar de Malhagrilos a 3/8/1903 e foi sepultada no cemitério local.
COSTA, Manuel. Filho de Feliciana Rosa da Costa, solteira, jornaleira, moradora no lugar de Trás-do-Coto. Neto materno de Maria Teresa da Costa, solteira, do dito lugar. Nasceu em Prado em finais de 1897. // Morreu no lugar de Trás-do-Coto a 4/2/1899, com apenas quinze meses de idade, e foi sepultado no cemitério paroquial de Prado.
COSTA, Manuel Joaquim (Mudo). Filho de Bento Manuel da Costa e de Maria Benedita Esteves, moradores no lugar de Trás-do-Coto, Prado. Neto paterno de João José da Costa e de Maria Teresa de Linhares, de Gandara, São João da Silva, Barcelos; neto materno de António Esteves e de Maria Josefa Quintela, do lugar de Corçães, Rouças. Nasceu em Prado a 18/7/1843 e foi batizado na igreja a 23 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Joaquim Mendes, solteiro, natural de Remoães, e Maria Joana Gonçalves, solteira, do lugar do Carvalhal, Prado. // Foi admitido na Confraria das Almas a 13/4/1862.
BESTEIRO, Simão. Filho e herdeiro de João Gomes Besteiro e de Margarida Nunes Araújo. // Casou com Isabel Veloso. // Foi vereador mais velho e juiz pela ordenação em 1648.
BRANDÃO, Maria Helena. Filha de Rogério Cerqueira Brandão e de Aurora Rodrigues. Nasceu em Prado a --/--/1933. // Faleceu no lugar do Souto a --/--/1933, com apenas oito meses de idade.
COSTA, Ludovina Rosa. Filha de Maria Teresa da Costa, solteira, moradora em Trás-do-Coto. Neta materna de Bento Manuel da Costa e de Maria Benedita Esteves, do dito lugar, todos lavradores. Nasceu em Prado a 16/4/1869 e foi batizada na igreja paroquial a 19 desse mês e ano. Padrinhos: Joaquim António Exposto, criado de servir na Quinta da Serra, e Marcelina Teresa Alves Pereira, lavradeira, do lugar de Leiros.
BESTEIRO, João Gomes. // Nasceu em Prado. // Casou com Margarida Nunes Araújo. // Viveu na Quinta de Carvalho de Lobo. // Foi vereador mais velho e juiz pela ordenação em 1617. // Também foi mesário da Santa Casa da Misericórdia de Melgaço.
BATISTA, Paulina das Neves. Filha de José Joaquim Batista e de Carlota Joaquina Gonçalves Pereira, rurais, moradores no lugar do Cerdedo, Prado. Neta paterna de José António Batista e de Antónia Joaquina Rangeira (ou Rouceira); neta materna de Domingos Gonçalves Pereira Barroso e de Maria Teresa Pereira de Castro. Nasceu em Prado a 7/9/1865 e foi batizada na igreja a 10 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Joaquim Pereira de Castro e sua esposa, Maria Joaquina Pereira de Castro, lavradores, do lugar do Coto, Prado. // Casou na igreja de Prado a 21/11/1886 com Joaquim Augusto, de 24 anos de idade, solteiro, soldado que foi do Regimento de Infantaria n.º 3, e agora (1886) guarda da Alfândega, natural de Cristóval, filho de Belchior Batista Rodrigues e de Rita Tomásia, naturais da comarca de Braga. Testemunhas: Manuel Joaquim Pereira de Castro, casado, lavrador, e Feliciano Cândido de Azevedo Barroso, negociante, residente na Vila de Melgaço. // Com geração.
BERMUDES, Cecília de Fátima. Filha de Henrique Fernando Bermudes, guarda-florestal, e de Maria Adelina Trancoso, doméstica, moradores em Prado. Nasceu na freguesia de Prado a --/--/1949. // Faleceu a 26/1/1953.
COSTA, Ricardo. Filho de Feliciana Rosa da Costa, solteira, camponesa, natural e moradora na freguesia de Prado. Neto materno de Maria Teresa da Costa. Nasceu em Prado a 13/4/1899 e foi batizado na igreja a 22 desse mês e ano. Padrinhos: Lindoso Solheiro, solteiro, e sua irmã Sara Solheiro, do lugar da Barronda, «os quais não assinaram, por não saberem.» // Morreu no lugar de Trás-do-Coto, a 20/12/1906, e foi sepultado no cemitério local.
COSTA, Maria Rosa. Filha de Luís Manuel da Costa, natural de Prado, e de Rosa Joaquina Codesseira, natural de São Paio, lavradores, residentes no lugar de Santo Amaro, Prado. Neta paterna de Manuel Luís da Costa e de Isabel Ventura Gonçalves, do dito lugar; neta materna de Manuel Codesseira e de Maria Rosa Afonso, do lugar da Granja de Baixo, São Paio. Nasceu em Prado a 18/2/1842 e foi batizada na igreja de Prado a 23 desse mês e ano. Padrinhos: os seus avós maternos. // Casou a 25/10/1868 com Luís Manuel, de 38 anos de idade, solteiro, lavrador, residente no lugar da Gaia, São Paio, filho de Manuel Joaquim Ramos e de Luísa Antónia Soares, rurais, de São Paio.
COSTA, Maria Teresa. Filha de Bento Manuel da Costa e de Maria Benedita Esteves, moradores no lugar de Trás-do-Coto, Prado. Neta paterna de João José da Costa e de Maria Teresa de Linhares, de Gandara, São Julião da Silva, Barcelos; neta materna de António Esteves e de Maria Josefa Quintela, do lugar de Corçães, Rouças. Nasceu na freguesia de Prado a 2/11/1838 e foi batizada na igreja paroquial dois dias depois. Padrinhos: Roque Manuel Teixeira e sua esposa, Teresa Maria Teixeira, de Remoães. // Camponesa. // Faleceu no sobredito lugar de Trás-do-Coto a 29/1/1900, com todos os sacramentos da igreja católica, no estado de solteira, sem testamento, com geração, e foi sepultada no cemitério local.
CUNHA, Damiana de Jesus. Filha de Ana Benedita da Cunha, solteira, do lugar do Souto, Prado. Neta materna de Vitorino José da Cunha e de Carlota Rosa Gomes de Abreu. Nasceu em Prado a 15/1/1892 e no dia seguinte foi batizada na igreja paroquial. Padrinhos: José António Dantas, casado, do lugar do Cerdedo, e Felismena da Cunha, solteira, tia da neófita. // Costureira. // Casou na igreja da sua freguesia de nascimento a 7/2/1910 com Daniel Fernandes Laranjeira, de vinte e um anos de idade, solteiro, alfaiate, natural da freguesia de Pias, concelho de Monção, filho de Helena Fernandes Laranjeira, solteira. Testemunhas presentes: Filomena da Cunha, solteira, e Manuel Gonçalves, casado, ambos do lugar do Souto, freguesia de Prado. // Faleceu na freguesia de Santa Cruz, concelho de Coimbra, a 17/5/1970. // Mãe de Frederico Laranjeira, nascido em Prado, Melgaço, a 6/3/1911.
CUNHA, Faustino Augusto. Filho de Vitorino José da Cunha e de Carlota Rosa Gomes de Abreu, moradores no lugar do Souto. Neto paterno de Teresa de Jesus Lourenço, solteira, do Coto; neto materno de José Luís Gomes de Abreu e de Maria Teresa Domingues, do Souto, todos lavradores. Nasceu em Prado a 4/9/1870 e foi batizado a 15 desse mês e ano. Padrinhos: João Luís Cerdeira e sua esposa, rurais, moradores no Rio do Porto, Rouças.
CUNHA, José Albano. Filho de Vitorino José da Cunha e de Carlota Rosa Gomes de Abreu. Neto paterno de Teresa de Jesus Lourenço; neto materno de José Luís Gomes de Abreu e de Maria Teresa Domingues. Nasceu em Prado a --/--/18--. // A 17/2/1901 abriu uma loja no lugar da Serra, onde antes estivera a “Loja do Melro”, de Jerónimo Fernandes de Barros. // Ensandeceu, e morreu no estado de solteiro, a 26/11/1936.
COSTA, (Teresa?) de Jesus. Filha de José da Costa e de Rosa Joaquina Fernandes, moradores no lugar do Outeirão, Prado. Neta paterna de Manuel António da Costa e de Maria José Gonçalves, do lugar do Val, Rouças; neta materna de Clara Rosa Fernandes, solteira, do lugar do Outeirão, todos rurais. Nasceu em Prado a 10/5/1878 e foi batizada na igreja a 19 desse mês e ano. Padrinhos: Vitorino Joaquim Domingues Salgado, solteiro, lavrador, do lugar do Cerdedo, e Teresa de Jesus da Costa (ou Castro?), solteira, costureira, do lugar do Rio do Porto, Rouças. // Casou na igreja da freguesia de Prado a 26/1/1908, com --------------------. // Faleceu em Prado a 16/12/1911. // - Ver assento.
COVAS, António Alves (Padre). // Faleceu em Prado a 21/9/1754.
CALHEIROS, Joaquim Vicente. Filho de José Maria Soares Calheiros, natural da Vila, e de Maria Benedita Vaz Torres, natural de Prado, moradores no lugar da Corredoura. Neto paterno do Dr. Luís Soares Calheiros e de Rosa Maria Marques do Souto Monteiro, do lugar de Galvão de Baixo, Vila; neto materno de Manuel José Vaz Torres e de Mariana Durães, do lugar da Corredoura, Prado. Nasceu em Prado a 21/11/1825 e foi batizado a 24 desse mês e ano. Padrinhos: padre Caetano Celestino Soares Calheiros, de Galvão, SMP, e Joana Rosa Vaz Torres, da Corredoura, Prado. // Proprietário. // Casou na Carpinteira, São Paio, com Francisca Trindade de Castro (*), filha de Manuel José de Castro e de Carolina Durães, e irmã do padre Francisco de Castro, que foi abade de Riba de Mouro. // A sua esposa faleceu no lugar da Carpinteira, freguesia de São Paio, a 16/4/1890, com 58 anos de idade. // Ele morreu a 7/11/1897, no lugar da Carpinteira, com todos os sacramentos, sem testamento, no estado de viúvo, e foi sepultado no adro da igreja de São Paio. // Com geração (ver em São Paio). /// (*) Foi admitida na Confraria das Almas de Prado a 22/6/1848.
CALHEIROS, António Joaquim. Filho de José Manuel Gomes Calheiros e de Delfina Rosa Fernandes Torres, moradores em Bouços, Prado. Neto paterno de Luís Manuel Gomes Calheiros e de Caetana Maria Gonçalves, do dito lugar; neto materno de Diogo António Fernandes e de Maria Luísa Pinheiro, de Leiros, todos lavradores. Nasceu em Prado a 8/8/1868 e foi batizado na igreja a 13 desse mês e ano. Padrinhos: Lourenço José Fernandes Torres, solteiro, rural, do lugar do Rego, e Antónia Fernandes, solteira, camponesa, do lugar de Leiros. // Era solteiro, lavrador, morava no lugar de Bouços, quando casou na igreja do mosteiro de Paderne a 1/3/1897 com Marcelina Rosa da Cunha, de 32 anos de idade, solteira, doméstica, natural de Paderne, onde residia, no lugar do Pinheiro, filha de Vitorino Joaquim da Cunha e de Maria Angélica Rodrigues, rurais. Testemunhas presentes: Manuel António Vaz, casado, agricultor, e Manuel Francisco da Cunha, solteiro, camponês, ambos moradores no lugar do Pinheiro, Paderne. // Ele morreu na freguesia de Prado a 9/9/1944. // A sua viúva finou-se a 23/9/1949. // Com geração (ver em Paderne).
CALHEIROS, Francisco Manuel (Padre). Filho de José Maria Soares Calheiros e de Maria Benedita Durães Vaz Torres, moradores no lugar da Corredoura, Prado. Neto paterno do Dr. Luís Soares Calheiros e de Rosa Maria Marques do Souto Monteiro, do lugar de Galvão de Baixo, SMP; neto materno de Manuel José Vaz Torres e de Mariana Durães, do lugar da Corredoura, Prado. Nasceu em Prado a 8/8/1830 e foi batizado na igreja a 11 desse mês e ano. Padrinhos: padre Caetano Celestino Soares Calheiros, do lugar de Galvão de Baixo, SMP, e Joana Rosa Vaz Torres, do lugar da Corredoura, Prado. // Morreu a 3/7/1894; foi encontrado com a cara metida num rego de água – presume-se que sofreu uma congestão cerebral.
CUNHA, Ludovina Rosa. Filha de Vitorino José da Cunha e de Carlota Rosa Gomes de Abreu, rurais, moradores no lugar do Souto, Prado. Neta paterna de Teresa de Jesus Lourenço, solteira, do lugar do Coto; neta materna de José Luís Gomes de Abreu (defunto) e de Maria Teresa Domingues, do lugar do Souto. Nasceu em Prado a 4/3/1861 e foi batizada dois dias depois. Padrinhos: João Luís Cerdeira, casado, mestre-carpinteiro, morador no Rio do Porto, Rouças, e sua esposa, Ana Benedita Gomes Veloso. // Faleceu a 10/6/1922.
CUNHA, Marcelina Rosa. Nasceu por volta de 1861.
CUNHA, Maria Benedita. Filha de Vitorino José da Cunha e de Carlota Rosa Gomes de Abreu, moradores no lugar do Souto, Prado. Neta paterna de Teresa de Jesus Lourenço, solteira, do lugar do Coto; neta materna de José Luís Gomes de Abreu e de Maria Teresa Domingues, do lugar de Outeirão, todos rurais. Nasceu em Prado a 1/2/1863 e foi batizada dois dias depois. Padrinhos: João Luís Cerdeira e sua esposa, Ana Benedita Gomes Veloso, agricultores, residentes no Rio do Porto, Rouças. // Faleceu em Prado a 18/12/1947. // Mãe de Corina Cândida...
CASTRO, Glória. Filha de -------------- de Castro e de -------------- Cordeiro. Nasceu a --/--/1931. // Faleceu no lugar das Lajes, Penso, a --/--/1933, com apenas vinte meses de idade .
BARRETO, Teresa de Jesus. Filha de José António da Costa Barreto, natural do lugar do Val, freguesia de Rouças, e de Rosa Joaquina Fernandes, natural do lugar do Outeirão, freguesia de Prado, onde moravam. Neta paterna de Manuel António da Costa Barreto e de Maria José Gonçalves, de Rouças; neta materna de Clara Rosa Fernandes, solteira, de Prado, todos lavradores. Nasceu em Prado a 29/1/1886 e foi batizada a 3 de Fevereiro desse ano. Padrinhos: Vitorino Joaquim Domingues Salgado, solteiro, rural, de Prado, e Teresa de Jesus da Costa Barreto, solteira, costureira, residente no Rio do Porto, Rouças. // Faleceu na Vila a --/--/1918. // Mãe de Diocleciano da Costa Barreto.
CASTRO, Fernando. Filho de --------- de Castro e de --------------------. Nasceu em Barro Grande a --/--/193-. // Faleceu a --/--/1937, com apenas dezoito meses de vida .
BARREIROS, Rosa. Filha de --------- Barreiros e de ---------------------------------. Nasceu a --/--/1---. // Em 1915 morava no lugar do Cerdedo; no natal desse ano recebeu a esmola de $50, enviada do Brasil por Luís Manuel Solheiro, comerciante naquele país; na mesma altura receberam a mesma importância Maria Guia e Joaquina Salgado Monteiro, ambas do lugar do Souto, e também a viúva de Maximino, do lugar de Santo Amaro.
CUNHA, Vitorino José. Filho de Teresa de Jesus Lourenço, solteira, camponesa, moradora no lugar do Coto, Prado. Neto materno de António Lourenço e de Maria Ventura, do dito lugar. Nasceu em Prado a 13/9/1825 e foi batizado na igreja paroquial pelo padre Manuel Joaquim Gomes dois dias depois. Madrinha: Ana Luísa Gonçalves, do lugar da Lage, Prado. // Tinha trinta e quatro anos de idade, era solteiro, quando casou na dita igreja a 27/5/1860, com Carlota Rosa Gomes de Abreu, batizada também em Prado, de vinte e quatro anos de idade, viúva (*), filha de José Luís Gomes de Abreu e de Maria Teresa Domingues, moradores no lugar do Outeirão; neta paterna de Manuel Gomes de Abreu e de Ana Maria da Ribeira, lavradores, residentes no lugar de Santo Amaro, e neta materna de Manuel Domingues e de Maria Benta de Castro, rurais, de São João de Crespos, Cela Nova, Ourense, Galiza. Testemunhas presentes: José Luís do Vale, casado, carpinteiro de profissão, do lugar do Coto; António Joaquim Domingues Salgado, casado, lavrador, do lugar do Rego; Benito Martins, solteiro, criado de servir de Maria Teresa Domingues, do lugar do Souto. // Morreu antes de 1906, pois nesse ano, a 28 de Outubro, faleceu a sua viúva, Carlota Rosa Gomes de Abreu, no lugar do Souto, onde morava. /// (*) Devia ser viúva de António José Alves (ver).
DANTAS, Francelina. Filha de Joaquim Maria Dantas, natural de Galvão, SMP, e de Maria Carolina Salgado, natural de Prado, onde residiam. Neta paterna de Luís Manuel Dantas e de Josefa Maria Soares, da Vila; neta materna de Joaquim Salgado e de Joaquina Rosa, ou Maria Joaquina, Monteiro, de Prado, todos lavradores. Nasceu no lugar de Ferreiros, Prado, a 20/4/1887, e foi batizada na igreja a 25 desse mês e ano. // Faleceu no dito lugar de Ferreiros, com todos os sacramentos da igreja católica, a 7 de Fevereiro de 1899, e foi sepultada no cemitério local.
BARROS, Carolina Augusta. Filha de António Maria de Barros e de Aurélia Augusta Gomes, moradores no lugar de Santo Amaro. Neta paterna de Antónia Josefa de Barros, solteira; neta materna de António Joaquim Gomes e de Manuela Paula Posse. Nasceu em Prado a 16/11/1901 e foi batizada na igreja paroquial a 23 desse dito mês e ano. Padrinhos: Paulo António Domingues, solteiro, do lugar da Breia, Prado, e Maria Carolina Fernandes, viúva, da vila de Melgaço. // Faleceu a 31/1/1902.
DANTAS, José Anselmo. Filho de Anselmo Dantas e de Marcília dos Anjos Lourenço. Nasceu no Souto, Prado, a --/--/1937. // Morreu em 1938, com apenas um ano de vida.
BARRETO, Vitorino (ou Vitoriano) Joaquim. Filho de José António da Costa Barreto e de Rosa Joaquina Fernandes, moradores no lugar do Outeirão. Neto paterno de Manuel António da Costa Barreto e de Maria José Gonçalves, de Rouças; neto materno de Clara Maria Fernandes, solteira, de Prado, todos lavradores. Nasceu em Prado a 11/1/1889 e foi batizado na igreja paroquial a 16 desse mês e ano. Padrinhos: Vitorino Joaquim Domingues Salgado, casado, rural, do lugar do Cerdedo, Prado, e Teresa de Jesus da Costa Barreto, solteira, costureira, residente no Rio do Porto, Rouças. // Partiu novo para Lisboa, onde teve uma mercearia na Avenida 24 de Julho. // Casou com Júlia Neto Moreira. // Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 239, de 22/7/1934: «Na vivenda da Sr.ª D. Albina de Passos Almeida encontra-se a passar as férias grandes a menina Suzete da Costa Barreto, filha do nosso conterrâneo Sr. Vitorino da Costa Barreto, negociante em Lisboa.» // Enviuvou a 28/5/1952. Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 1027, de 8/6/1952: «Faleceu há dias em Lisboa a senhora D. Júlia Neto Moreira da Costa Barreto, de 66 anos de idade, esposa do senhor Vitoriano da Costa Barreto, natural do lugar do Outeirão, desta freguesia de Prado, e sócio gerente da firma “Mercearia Pestana dos Santos, Lda”, da Avenida Almirante Reis. A extinta era cunhada das senhoras Sara e Maria da Costa Barreto, desta freguesia. A toda a família enlutada enviamos sentidos pêsames.» // Ele morreu na freguesia de Santos-o-Velho, concelho de Lisboa, a 5/4/1959.
DANTAS, Artur Augusto. Filho de Joaquim Maria Dantas e de Maria Carolina Salgado, moradores no lugar de Ferreiros. Neto paterno de Luís Manuel Dantas e de Josefa Maria Soares, do lugar de Galvão, SMP; neto materno de Joaquim Salgado e de Joaquina Rosa Monteiro, do lugar do Souto, Prado, todos lavradores. Nasceu em Prado a 5/7/1884 e foi batizado a 9 desse mês e ano. Padrinhos: João Luís Pinheiro e Carolina Rosa Pinheiro, solteiros, rurais, do lugar de Ferreiros. // Pedreiro. // Casou com Rosa Margarida, filha de Manuel Maria de Castro “Regadinho” e de Maria Carolina Domingues. // Morreu a 2/7/1927. // A sua viúva finou-se a 15/9/1947, com 62 anos de idade.
CORDEIRO, Caetano. Filho de Matias Esteves Cordeiro e de Maria Joana Garcia, lavradores, residentes no lugar de Paradela. Neto paterno de Caetano Manuel Esteves Cordeiro e de Ana Maria Rodrigues, do dito lugar; neto materno de Francisco Manuel Garcia e de Ana Luísa Rodrigues Vilarinho, de Barro Grande. Nasceu em Penso a 31/8/1869 e foi batizado nesse dia. Padrinhos: Caetano Manuel da Rocha e sua esposa, Margarida Esteves Cordeiro, rurais, de Paradela. // Casou na igreja de Penso a 20/7/1898 com Leonor Esteves, de 19 anos de idade, solteira, camponesa, sua conterrânea, filha de Domingos Manuel Esteves e de Maria Luísa Fernandes. // Em 1918 substituiu Manuel Joaquim Fernandes Capelas como membro da Comissão Paroquial de Penso . // Foi jurado pela sua freguesia no segundo semestre de 1919 . // Faleceu em Penso a 27/12/1953. // Com geração.
CORDEIRO, Armando. Filho de Ricardo Esteves Cordeiro e de Filomena (ou Felisménia) Gonçalves (Pureza). Nasceu em Penso a --/--/1915 . // // Morreu no lugar de Paranhão a --/--/1916, com apenas catorze meses de idade.
CODESSO, Rita. Filho de Manuel José Esteves Codesso e de Maria Vaz, lavradores, residentes em Mós. N.p. de Adriano Esteves Codesso e de Rosa Esteves; n.m. de João Vaz e de Rosa da Rocha. Nasceu a 19/12/1892 e foi batizada a 21 desse mês e ano. Padrinhos: José Xavier de Castro, casado, rural, e Rita da Conceição Costa, serviçal da Casa de Paranhão. // Casou na CRCM a 21/3/1915 com Luís Augusto, de 34 anos de idade, natural de São Paio, na altura 1.º sargento, filho de Francisco José de Carvalho e de Antónia de Assumpção de Neiva. O noivo fez-se representar por seu irmão, João Batista, aferidor de pesos e medidas; a cerimónia religiosa teve lugar no mesmo dia, domingo, na igreja da terra da noiva, tendo por padrinhos da boda Francisco Almeida Costa e esposa, Emília Maria dos Santos, residentes em Lisboa, representados por Ricardo Esteves Cordeiro e Justina Vaz de Carvalho . // Em 1936 esteve «gravemente doente» . // O seu marido morreu em São Paio a 10/9/1940. // Ela faleceu em Penso a 18/7/1966.
CLEMENTINA EXPOSTA. // Faleceu no lugar de Felgueiras a --/--/1915, com 64 anos de idade .
BARREIRA, Maria Rosa. Filha de Constantino José Barreira e de Maria Clemência Rodrigues, moradores no lugar do Cerdedo. Neta paterna de Francisco José Barreira e de Ana Maria Domingues, do lugar de Golães, Paderne; neta materna de Francisco José Rodrigues e de Maria Joana Domingues, do lugar do Cerdedo, Prado. Nasceu na freguesia de Prado a 9/11/1845 e foi batizada na igreja dois dias depois. Padrinhos: Bento Manuel da Costa, de Trás-do-Coto, e Maria Violante Gomes, solteira, da Breia. // Faleceu a 3/9/1923.
CASTRO, Vitoriano. Filho do Dr. Vitoriano da Glória Ribeiro de Figueiredo e Castro, aluno do 4.º ano em Medicina na Universidade de Coimbra, natural de Paderne, e de Joaquina da Boa Memória da Rocha Queiroz, proprietária, de Penso, moradores em Barro Grande. Neto paterno de Lourenço José Ribeiro Codesso de Figueiredo e Castro e de Maria Joaquina Mendes; neto materno de Francisco José da Rocha e de Maria da Conceição Lucena de Queiroz. Nasceu em Penso a 28/10/1892 e foi batizado a 24 de Novembro desse ano. Padrinhos: José Joaquim da Rocha Queiroz, aluno do 4.º ano jurídico em Coimbra, solteiro (representado por António Manuel da Rocha, casado, proprietário), e Maria Rosa Gonçalves, viúva, proprietária, bisavó do batizando. // Em Janeiro de 1908 foi padrinho de Maria Leonor da Rocha, natural da Vila de Melgaço. // Em Junho de 1912 fez exame do 2.º ano na Escola Normal, Braga, passando para o 3.º ano . // Em Julho de 1914 terminou o Curso do Magistéro Primário na Escola Normal de Braga . Foi colocado temporariamente na escola de Cristelo Covo, Valença do Minho. // Casou na Vila de Valença a 10/10/1918 com Carmen de Jesus, nascida na freguesia de Santa Maria dos Anjos, Valença, filha de Manuel de Araújo (*) e de Irménia Adelaide Araújo Sabino . // «Vitoriano Ribeiro de Figueiredo e Castro, professor de ensino primário em Crespos, Braga, para fins convenientes, vem, por este meio, declarar pela sua honra não ter contratos especiais e futuros com António Augusto Domingues, de Paderne, Melgaço, e que nem lhe deve dinheiro, como criminosamente propalaram. Crespos, 4/11/1934.» // Também lecionou em Chaviães . // A sua esposa finou-se na Casa de Saúde de Nogueiró, Braga, a 5/6/1961, com 59 anos de idade. // Ele morreu na Avenida João XXI, freguesia de São Vítor, Braga, a 13/6/1968. // A sua filha (julgo que única – ver na Vila de Melgaço) Maria Leonor, nasceu em Valença a 5/10/1919, e veio para Melgaço em 1950 como copista ; viria a falecer em Braga, na Rua do Anjo, a 28/8/1998. /// (*) O Dr. Augusto César Esteves escreveu que Carmen de Jesus era «filha natural»!.
BARREIRA, Ortelinda Rosa. Filha de Maria das Dores Barreira, solteira. Neta materna de Constantino José Barreira, ou Barreiro, e de Maria Clemência Rodrigues. Nasceu em Prado a 7/4/1899 e foi batizada na igreja a 15 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel José Vaz, viúvo, e sua filha, Adozinda Vaz, solteira, do lugar da Breia. // Casou na CRCM a 3/10/1921 com António Batista Trancoso, de 25 anos de idade, natural da Vila, filho de Jerónimo José Trancoso e de Rosa Trancoso. // Faleceu em Prado a 19/12/1962. // O seu viúvo finou-se também em Prado a 1/10/1973.
CASTRO, Silvino. Filho de --------- de Castro e de ------------------------------------. Nasceu por volta de 1911. // Faleceu em Penso a --/--/1914, com apenas vinte e cinco meses de idade .
CASTRO, Rosa. Filha de --------- de Castro e de --------------------------------------. Nasceu por volta de 1837. // Faleceu em Paranhão a --/--/1912, com 75 anos de idade .
CASTRO, José Xavier. Filho de Tiago de Castro e de Maria José Vaz. Nasceu em Penso por volta de 1855. // Tinha 22 anos de idade, era solteiro, rural, morava no lugar de Paranhão, quando casou na igreja da sua freguesia a 15/1/1877 com a sua conterrânea Mariana Esteves, de 39 anos de idade, solteira, camponesa, residente no dito lugar, filha de Manuel José Esteves e de Clara Joaquina de Caldas, naturais de Penso. Testemunhas presentes: padre Custódio Esteves Cordeiro, do lugar de Felgueiras, e Luís Caetano Vaz, casado, camponês, do lugar de Telhada Grande. // NOTA: deve ser o senhor que morreu no lugar do Paranhão a --/--/1931, com 82 (?) anos de idade.
DANTAS, Leonilda Ortelinda. Filha de José António Dantas, natural de Galvão de Baixo, SMP, e de Angelina da Luz Alves, natural de Prado, onde moravam. Neta paterna de Luís Manuel Dantas e de Josefa Maria Soares, do lugar de Galvão, Vila; neta materna de António José Alves e de Carlota Rosa Gomes, de Prado, todos lavradores. Nasceu no lugar do Cerdedo a 25/8/1884 e foi batizada a 29 desse mês e ano. Padrinhos: Vitorino José da Cunha, casado, rural, do lugar do Souto, Prado, e «avô afim da batizanda», e Maria Benedita da Cunha, solteira, do dito lugar, tia da criança. // Em 1933 estava solteira. // Faleceu em Prado a 19/2/1975, com 90 anos de idade.
DANTAS, Josefina Cândida. Filha de José António Dantas e de Angelina da Luz Alves. Nasceu a --/--/1878. // Faleceu a 5/6/1911.
CORDEIRO, Eduardo. Filho de Ricardo Esteves Cordeiro e de Filomena (ou Felisménia) Gonçalves (Pureza). Nasceu a 5/10/1913 . // Faleceu a 30/11/1966 e foi sepultado no cemitério de Penso. // A seu lado, foi inumada Rosalina de Jesus Carvalho (1914-1997), provavelmente sua esposa (a confirmar).
DANTAS, Libânia Rosa. Filha de José António Dantas e de Angelina da Luz Alves, moradores no lugar do Cerdedo. Neta paterna de Luís Manuel Dantas e de Josefa Maria Soares, do lugar de Galvão de Baixo, SMP; neta materna de António José Alves e de Carlota Rosa Gomes, do lugar do Souto, todos lavradores. Nasceu em Prado a 6/8/1881 e foi batizada na igreja a 13 desse mês e ano. Padrinhos: Vitorino Augusto [Correia] dos Santos Lima, solteiro, negociante, morador na Vila, e Marcelina Pereira, viúva, lavradeira, do lugar de Leiros, Prado. // Em 1933 estava solteira. // Faleceu no lugar do Cerdedo a 27/2/1950, no estado de solteira.
BARROS, Maria da Natividade. Filha de António Maria de Barros e de Aurélia Augusta Gomes, moradores no lugar de Santo Amaro. Neta paterna de Antónia Josefa de Barros, solteira; neta materna de António Joaquim Gomes e de Manuel Paula Posse. Nasceu em Prado a 2/9/1896 e foi batizada na igreja paroquial a 8 desse mesmo mês e ano. Padrinhos: Manuel Joaquim da Cunha Sotomaior, casado, natural de Prado, e Maria Carolina Fernandes, viúva, natural da vila de Melgaço. // Faleceu em Prado a 30/11/1965.
BARROS, Rosa Ludovina. Filha de Maria Joaquina Alves de Barros, solteira, moradora no lugar dos Raposos, Prado. Neta materna de Luís Manuel Alves de Barros e de Ana Luísa Meixeiro, do dito lugar. Nasceu em Prado a 2/9/1854 e foi batizada na igreja paroquial a 4 desse mês e ano. Padrinhos: Luís Manuel da Costa, do lugar de Santo Amaro, e Antónia Maria Soares, do lugar de Bouços. // Faleceu a 19/12/1856.
CORDEIRO, Emília. Filha de ----------- Esteves Cordeiro e de ---------------------------------. Nasceu por volta de 1852. // Faleceu no lugar de Felgueiras a --/--/1934, com 82 anos de idade .
CORDEIRO, Elvira. Filha de Manuel Esteves Cordeiro e de Maria Ferreira de Passos, lavradores, residentes em Barro Grande. N.p. de José Joaquim Esteves Cordeiro e de Ana Alves; n.m. de Francisco Ferreira de Passos e de Ana Esteves. Nasceu a 30/7/1888 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: José Esteves Cordeiro e esposa, Rosa Maria Domingues, rurais, moradores na residência paroquial de Penso. // Casou com António Salgado, de Rouças, emigrante no Brasil; em 1916 embarcou com os filhos para aquele país com o objetivo de visitar o marido. // Em 1919 residia no Brasil; foi citada a fim de assistir aos termos do inventário por óbito de sua mãe. // Enviuvou em Março de 1930. // Faleceu em Vila Nova de Cerveira no ano de 1937.
BATISTA, Felisménia. Filha de José Joaquim Batista e de Carlota Joaquina Gonçalves Pereira, moradores no lugar do Cerdedo. Neta paterna de José António Batista e de Antónia Joaquina Pereira, solteira, residente no Rio do Porto, SMP; neta materna de Domingos Gonçalves Pereira Barroso e de Maria Teresa Pereira de Castro, do lugar do Cerdedo, Prado, todos lavradores. Nasceu em Prado a 8/6/1868 e foi batizada na igreja a 13 desse mês e ano. Padrinhos: Bernardo António Pereira de Castro, solteiro, proprietário, e Maria Joaquina de Magalhães, viúva, proprietária, ambos residentes na Quinta de Eiró, Rouças. // Casou na igreja de Prado a 2/7/1906, com o seu conterrâneo Plácido Augusto, de 34 anos de idade, filho de António Joaquim Gonçalves e de Maria Joaquina Alves. // Faleceu em Prado a 28/10/1944.
DANTAS, Maria dos Anjos. Filha de Artur Augusto Dantas e de Rosa Margarida de Castro. Nasceu a --/--/1925. // Faleceu no lugar do Coto a 19/6/1932, com apenas sete anos de idade.
BATISTA, Honorato. Filho de José Joaquim Batista e de Carlota Joaquina Gonçalves Pereira, moradores no lugar do Cerdedo, Prado. Neto paterno de José António Batista, viúvo, de Eirados, Mazedo, Monção, e de Antónia Joaquina Rangeira, solteira, do lugar e freguesia de São Romão da Ucha, termo da Vila de Prado (Vila Verde); neto materno de Domingos José Gonçalves Pereira e de Maria Teresa Pereira de Castro, do lugar do Cerdedo, Prado. Nasceu em Prado a 8/10/1853 e foi batizado na igreja a 12 desse mês e ano. Padrinhos: João António de Abreu Cunha Araújo e sua irmã, Albina Clara Cunha Araújo, viúvos, da Casa do Rio do Porto, Vila de Melgaço.
DIAS, Ana Rosa. Filha de João Manuel Dias, trabalhador, e de Maria Teresa da Costa, dona de casa. Nasceu em Prado por volta de 1830. // Casou com Manuel Joaquim Lourenço, filho de Manuel José Lourenço e de Maria Luísa Araújo, natural da Vila. // Faleceu no lugar de Galvão, Vila, a 7/6/1910, com todos os sacramentos, no estado de viúva, sem testamento, e foi sepultada no cemitério municipal. // Mãe de Maria Augusta Lourenço, a qual se finou na Vila a 10/6/1910, com cinquenta anos de idade.
DIAS, Carlota Rosa. Filha de João Manuel Dias e de Maria Teresa, moradores no lugar do Souto, Prado. Neta paterna de Lourenço José Dias e de Benta Antónia Fernandes, do Arrochal; neta materna de Belchior José da Costa e de Ana Pereira, do lugar da Serra. Nasceu em Prado a 20/2/1828 e foi batizada na igreja a 24 desse mês e ano. Padrinhos: Francisco António de Sousa Prudência da Gama (substituído, mediante procuração, por José Bento Pinto, ambos da Vila), e Maria Josefa Esteves, do lugar da Corredoura, Prado.
CORDEIRO, Ricardo. Filho de João Esteves Cordeiro (por perfilhação) e de Rosa Lourenço, solteira, moradora no lugar de Telhada Grande. Neto materno de Matilde Lourenço, solteira, do dito lugar. Nasceu em Penso a 1/1/1880 e foi batizado na igreja no dia seguinte. Padrinhos: os seus tios maternos, Sebastião de Carvalho e Maria Luísa Lourenço, casados, jornaleiros. // Capitalista e proprietário de Paranhão. // Casou na igreja local a 21/9/1903 com a sua conterrânea Felismina, (Felisménia, ou Filomena) Gonçalves, de 24 anos de idade, solteira, costureira, filha de José Gonçalves e de Rosa Maria Exposta. Testemunhas presentes: António Manuel Fernandes, casado, proprietário, e Sebastião Carvalho, casado, lavrador, ambos de Penso. // Foi jurado por Penso no 2.º semestre de 1907, e voltou a ter esse cargo em 1908 . // Em 1917 concorreu às eleições para a Câmara Municipal, numa lista presidida pelo padre Francisco Leandro Álvares de Magalhães, reitor de Alvaredo, e pelo Dr. António Augusto Durães, advogado na Vila . // Lê-se: Enviuvou a 8/2/1931. // Morreu a 11/3/1966 e foi sepultado no cemitério de Penso. Ambos os cônjuges faleceram nesta freguesia. // A seu lado, foi inumada Maria Armanda Esteves Cordeiro (1916-1999). // Deixou filhos e netos.
CORDEIRO, Marcelina. Filha de ----------- Esteves Cordeiro e de ----------------------------. Nasceu por volta de 1834. // Faleceu no lugar das Lages a --/--/1919, com 85 anos de idade.
CORDEIRO, Ilídio. Filho de Ricardo Esteves Cordeiro e de Felismina Gonçalves, moradores no lugar de Paranhão. Neto paterno de João Esteves Cordeiro e de Rosa Lourenço; neto materno de José Gonçalves e de Rosa Maria Exposta. Nasceu em Penso a 28/9/1910 e foi batizado na igreja a 9 de Outubro desse dito ano. Padrinhos: Marcelino Ilídio Pereira e sua esposa, Rosa da Assumpção Rodrigues Vilarinho Pereira, proprietários. // Padeiro. // Casou na CRCM a 1/5/1940 com Fernanda de Sousa Araújo, solteira, doméstica, natural de Paderne. // Nos anos cinquenta era sócio, ou colaborador, de Manuel Lourenço, mais conhecido por “Manel da Garage”. O seu nome surge-nos no livro do Dr. José Joaquim Abreu, com o título “Vil perseguição a um advogado por um delegado do Ministério Público”, na página 65, devido a um processo que decorria no tribunal de Melgaço, no ano de 1952, relacionado com uma letra, cuja assinatura era considerada falsa. A tal letra teria sido passada a António Gonçalves “Ferreirinho”, serralheiro e comerciante na vila de Melgaço, e a sua esposa, Julieta de Melo, por um indíviduo que entretanto morrera, de seu nome Aurélio Rodrigues. Este Ilídio era «comerciante, da freguesia de Penso, da mesma comarca, que na ocasião se encontrava na Vila, indivíduo que tratava de negócios da viúva do falado Aurélio, e era curador dos menores filhos deste .» Foi a ele que o casal reivindicou o pagamento do montante da letra: 34.500$00. Como a assinatura era falsa, o caso foi para tribunal. O advogado do “Ferreirinho” era o Dr. José Joaquim de Abreu, que nessa altura estava zangado com o delegado do Procurador da República. Lê-se no referido livro, página 65: «O Ilídio Cordeiro foi ouvido quinze vezes: ora aparece como denunciante, ora como testemunha, ora como declarante. Tudo estranho! Tudo ilegal! Este homem atira-se a mim como gato a bofes, até ao fim de Julho» (1952). A palavra denunciante, que aparece no texto, quanto a mim tem a ver com o seguinte: a referida letra, segundo Ilídio Cordeiro, fora forjada pelo senhor António Gonçalves e esposa, Julieta Melo, com base em compras fictícias, para apanhar aquele dinheiro ao senhor que falecera recentemente. // A fim de fazer as pazes com o dito advogado, escreve-lhe a seguinte carta: «Penso, 20/8/1952. Ex.mo Sr. Dr. José Joaquim de Abreu. Venho comunicar-lhe, com o maior prazer, que tenho a maior estima e consideração por V. Ex.ª, nada tendo pronunciado no meu depoimento contra a honorabilidade de V. Ex.ª, que me merece o maior respeito. Algumas palavras que pronunciei foram contra o seu feitio temperamental e em virtude das injustas palavras que V. Ex.ª pronunciou contra mim, as quais já esqueci. Desejo-lhe todas as felicidades e até lhe posso dizer que quando o Dr. Delegado de Melgaço me disse que eu poderia a V. Ex.ª processar, respondi-lhe que não desejava fazê-lo. De V. Ex.ª, atento e obrigado. Ilídio Cordeiro.» A seguir o Dr. Abreu aprecia o caráter de Ilídio Cordeiro: «Findas as férias e chamado mais vezes ao processo, confirma todos os insultos contra a minha honra e acrescenta mais. Quer dizer: o Ilídio tem duas opiniões acerca de mim: uma, ao ser ouvido pelo senhor Delegado; a contrária, quando longe dele… Como isto é estranho! Estranho, concludente, monstruoso! . Nota: o Dr. Abreu fora, no início da sua carreira, advogado de defesa, em processo de polícia correcional, de seu pai e de duas irmãs. // Ilídio Cordeiro morreu na freguesia de Alcântara, Lisboa, a 1/4/1971.
CORDEIRO, Francisco António. Filho de Manuel Esteves Cordeiro e de Maria Luísa Esteves, lavradores. Nasceu em Penso por volta de 1799. // Rural. // Em 1861 a Câmara Municipal, através do seu presidente, pediu-lhe para ele expor os seus produtos em Londres. Respondeu: «… os meus produtos agrícolas, os não julgo em circunstâncias de serem expostos em uma exposição industrial nossa, quanto mais em uma nação estrangeira, como é a de Londres» . // Morreu em Casal Maninho, onde residia, a 8/10/1879, com oitenta anos de idade, no estado de casado com Mariana Gonçalves, e foi sepultado na igreja. // Fizera testamento. // Deixou filhos.
BARROS, Eduardo. Filho de António Maria de Barros, soldado da Guarda-Fiscal, natural de Oliveira, Arcos de Valdevez, e de Aurélia Augusta Gomes, lavradeira, natural de Prado, moradores no lugar de Santo Amaro. Neta paterna de Antónia Josefa de Barros; neta materna de António Joaquim Gomes e de Manuela Paula Posse. Nasceu em Prado a 14/1/1890 e foi batizado a 19 desse mês e ano. Padrinhos: Acúrsio Gonçalves, soldado da Guarda-Fiscal n.º 91, da 3.ª Companhia do Batalhão n.º 3, e Maria Carolina Fernandes, viúva, doméstica, residente na Vila de Melgaço. // Em 1919, aquando da morte de sua mãe, estava solteiro e encontrava-se em parte incerta da cidade de Lisboa. // Casou com ---------- de Jesus Ferreira de Barros (?). // A sua esposa finou-se na freguesia do Socorro, Lisboa, a 19 de Abril de (1956?). // Ele morreu em Benfica, Lisboa, a 9 de Fevereiro de (1963?).
CORDEIRO, José. Filho de Matias Esteves Cordeiro, rural, e de Maria Joana Garcia, moradores no lugar de Paradela. Neto paterno de Caetano Manuel Esteves Cordeiro e de Ana Maria Rodrigues, do dito lugar; neto materno de Francisco Manuel Garcia e de Ana Rodrigues Vilarinho, de Barro Grande. Nasceu em Penso a 31/10/1860 e foi batizado na igreja nesse dia. Padrinhos: Manuel José Esteves Cordeiro, casado, rural, e Rosa Esteves Cordeiro, solteira, ambos de Paradela. // Lavrador. // Casou na igreja da sua freguesia natal a 2/7/1888 com Rosa Maria Domingues, de 36 anos de idade, solteira, camponesa, natural de Alvaredo, moradora na residência paroquial de Penso, filha de Maria Luísa Domingues, costureira. Testemunhas presentes: o padre Inocêncio José da Gaia Torres, do lugar de Felgueiras, e o padre António de Sousa Lobato, do lugar de Rabosa. // Faleceu em Felgueiras, Penso, a 19 ou 20/8/1946. // Pai de Luís, casado com Maria da Conceição Gonçalves. // Nota: deve ser o mesmo senhor que foi jurado por Penso em 1908.
CORDEIRO, Isabel. Filha de José Esteves Cordeiro, lavrador, natural de Penso, e de Rosa Maria Domingues, lavradeira, natural de Alvaredo, moradores na residência paroquial de Penso. Neta paterna de Matias Esteves Cordeiro e de Maria Joana Garcia; neta materna de Maria Luísa Domingues. Nasceu na mencionada residência a 14/11/1891 e foi batizada no dia seguinte pelo padre Manuel José Domingues. Padrinhos: padre Luís Manuel Domingues Barreiros e sua sobrinha Rosa Clara Domingues Barreiros, solteira, camponesa, inquilinos da sobredita residência. // Casou na CRCM a 6 de Fevereiro de 1921, com Alberto Esteves. Por sentença de 20/1/1932 este casamento foi dissolvido . // Enviuvou (!?) a 3/12/1960. // Faleceu em Penso a 16/2/1970. // Mãe de Alberto José Cordeiro Esteves (nasceu 13/7/1926), residente no lugar de Luzia (2013) e de Manuel Cordeiro Esteves.
ESTEVES, Alberto. Filho de Manuel António Esteves e de Maria Solha, lavradores, residentes no lugar de Pomar. Neto paterno de Bento Manuel Esteves e de Maria Joaquina Alves; neto materno de António Manuel Solha e de Joaquina Rosa de Lima. Nasceu em Penso às catorze horas do dia 7/8/1893 (*) e foi batizado a 13 desse mês e ano. Padrinhos: Joaquim Bento Esteves, solteiro, natural de Remoães, e Águeda Joaquina Pinto, solteira, de Badim, Monção. // Foi soldado do batalhão de infantaria n.º 3, Viana do Castelo, quarta brigada do CEP, segunda divisão. Embarcou para França a 16/4/1917, integrado na Brigada do Minho. Chegou a estar hospitalizado por causa de gás inalado. A 27/10/1917 foi punido pelo comandante da Companhia com dez dias de detenção por ter sido nomeado para servir nas trincheiras e não se ter apresentado com a rapidez imposta; acabou por ir, mas obrigado «tendo sido necessário a intervenção do comandante da companhia para que desse cumprimento à ordem que nesse sentido tinha recebido». Desembarcou em Lisboa a 8 de Julho de 1919. // Faleceu em Penso a 28/9/1968 (*). /// (*) Diz-se que ele nasceu a 29/8/1893 e morreu a 28/9/1963.
DURÃES, Ricardina. Filha de --------- Durães e de -----------------------------------. Nasceu por volta de 1880. // Faleceu em Felgueiras, Penso, a --/--/1920, com 40 anos de idade .