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LOURENÇO, António Augusto. Filho de Luís Manuel Lourenço e de Maria Luísa da Costa, moradores no lugar do Souto, Prado. Neto paterno de José Maria Lourenço e de Maria Serafina Gonçalves, do dito lugar; neto materno de Bento Manuel da Costa e de Maria Benedita Esteves, do lugar de Trás-do-Coto, todos lavradores. Nasceu em Prado a 17/7/1865 e foi batizado a 23 desse mês e ano. Padrinhos: António Joaquim Lourenço, solteiro, rural, do lugar do Souto, e Rosa Matildes Fernandes, casada, lavradeira, do lugar da Barronda.
LOURENÇO, António Augusto. Filho de Luís Manuel Lourenço e de Maria Luísa da Costa, moradores no lugar de Trás-do-Coto. Neto paterno de José Maria Lourenço e de Maria Serafina Gonçalves; neto materno de Bento Manuel da Costa e de Maria Benedita Esteves, todos lavradores. Nasceu em Prado a 2/6/1886 e foi batizado na igreja a 15 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Inácio Gomes Pinheiro, solteiro, proprietário, e Paulina das Neves Batista, solteira, camponesa, ambos de Prado. // Morreu a 11 de (?) de 1890. // - Ver assento.
FERNANDES, Vicente. Filho de José Fernandes e de Maria Francisca dos Penedos, jornaleiros. Nasceu na freguesia de Pinheiros, Monção, por volta de 1862. // Tinha 31 anos de idade, era solteiro, jornaleiro, quando casou na igreja católica de Penso, Melgaço, a 11/9/1892, com Palmira de Jesus, de 19 anos de idade, solteira, criada de servir, exposta na freguesia de São João de Sá, concelho de Monção, e desde criança residente no lugar de Paradela, Penso. Testemunhas presentes: José Ferreira de Passos, viúvo, lavrador, do lugar de Paradela, entre outros. // Morreu no dito lugar de Paradela, Penso, a --/--/1934, com 72 anos de idade . // Com geração.
DIAS, Cesário Augusto. Filho natural de António Joaquim Dias e de Vitória da Purificação Fernandes. Nasceu a --/--/1885. // Casou a 21/1/1925, na Portela de Chaviães, com sua prima Palmira Augusta Durães, filha de José Maria Durães, natural de Prado, e de Joaquina Rosa da Silva, natural de Chaviães. // A sua mulher morreu a 22/8/1925. // Ele finou-se no Brasil em 1941 ou 1942. // Sem geração.
FERNANDES, Vitalina. Filha de -------- Fernandes e de -----------------------------. Nasceu por volta de 1924. // Faleceu no lugar de Felgueiras, freguesia de Penso, a --/--/1933, com apenas nove anos de idade.
DIAS, Clara Joaquina. Filha de Emília Rosa Dias, solteira, moradora no lugar da Serra, Prado. Neta materna de João Manuel Dias e de Maria Teresa Pereira da Costa, do dito lugar. Nasceu em Prado a 30/4/1855 e foi batizada a 3 de Maio desse ano. Padrinhos: Luís Manuel Gonçalves, viúvo, do lugar de Várzea, Paderne, e Clara Joaquina Fernandes Torres, solteira, de Leiros, Prado.
GARCIA, Balbina de Jesus. Filha de ------- Garcia e de -----------------------------. Nasceu por volta de 1836. // Faleceu em Bairro Grande a --/--/1916, com oitenta anos de idade .
DIAS, Escolástica Maria. Filha de Lourenço José Dias e de Rosa Joaquina Gonçalves, moradores no lugar do Rego, Prado. Neta paterna de Lourenço José Dias e de Benta Antónia Pereira, do lugar da Várzea, Paderne; neta materna de Manuel José Gonçalves e de Ana Maria Gomes (defuntos), do lugar do Carvalhal, Prado. Nasceu em Prado a 17/4/1847 e foi batizada na igreja no dia seguinte. Padrinhos: Caetano Maria de Abreu Mosqueira, da Vila de Melgaço, intramuros, e Escolástica Josefa de Sousa Palhares, solteira, do lugar de Ferreiros, Prado. // Faleceu solteira, a 15/3/1924.
GARCIA, Francisco. Filho de ----------- Garcia e de -----------------------------------. Nasceu por volta de 1851. // Faleceu em Paranhão a --/--/1913, com 62 anos de idade .
DIAS, José Joaquim. Filho de Ana Rosa do Souto, solteira. Neto materno de Domingos António do Souto e de Maria Rosa Gomes. Nasceu em Prado por volta de 1827. // Em Agosto de 1890 era solteiro e morava no lugar do Buraco. // Nessa data, e no escritório de António Severo de Freitas, passou procuração ao Dr. José Joaquim Gomes para acionar a António Rodrigues e sua esposa, Generosa Soares, por questão de uma partilha de águas. // Morreu no sobredito lugar do Buraco, freguesia de Prado, a 3/3/1900, com todos os sacramentos da igreja católica, com 73 anos de idade, no estado de solteiro, com testamento, sem filhos, e foi sepultado no cemitério local.
DIAS, José Joaquim. Filho de João Manuel Dias e de Maria Teresa da Costa, moradores no lugar da Serra, Prado. Neto paterno de Lourenço José Dias e de Benta Antónia Fernandes, do lugar da Várzea, Paderne, termo de Valadares; neto materno de Belchior José da Costa e de Ana Pereira, do lugar da Serra, Prado. Nasceu em Prado a 1/10/1835 e foi batizado na igreja paroquial a 8 desse mês e ano. Padrinhos: Lourenço José Gonçalves, do lugar de Corçães, Rouças, e Rosa Joaquina Codesseira, do lugar da Corredoura, Prado.
DIAS, José Maria. Filho de Lourenço José Dias e de Rosa Joaquina Gonçalves, moradores no lugar do Carvalhal, Prado. Neto paterno de Lourenço José Dias e de Benta Antónia Fernandes (ou Pereira), do lugar do Arrochal; neto materno de Manuel José Gonçalves e de Ana Maria Gomes, do lugar do Carvalhal. Nasceu em Prado a 26/11/1840 e foi batizado na igreja paroquial a 28 desse mesmo mês e ano. Padrinho: Caetano Maria de Abreu Mosqueira, da Vila de Melgaço. // Lavrador. // Casou na igreja de Prado a 17/1/1872, com Maria Joaquina Gonçalves, de 35 anos de idade, solteira, camponesa, do lugar de Bouça Nova, filha de Manuel Joaquim Gonçalves e de Maria Rita Alves, rurais, do mesmo lugar. Testemunhas presentes: António Joaquim Dias, solteiro, negociante; e Joaquim António Melgaço (!), solteiro, (músico?), ambos residentes em Ferreiros. // Morreu no lugar de Ferreiros a 2/1/1901, com todos os sacramentos da igreja católica, no estado de viúvo de Maria Joaquina Gonçalves, sem testamento, com filhos, e foi sepultado no cemitério local.
FERNANDES, Maria José. Filha de Manuel Joaquim Fernandes e de Maria Joaquina Rorigues, lavradores. Nasceu em Penso por volta de 1855. // Tinha 33 anos de idade, era solteira, jornaleira, morava no lugar de Telhada Pequena, quando casou na igreja da sua freguesia de nascimento a 12/12/1887 com Manuel Maria Soares, de 56 anos de idade, viúvo de Maria Teresa Pereira, jornaleiro, natural da freguesia da Sé, Tui, Galiza, residente no dito lugar de Telhada Pequena, filho de José Soares e de Maria Lopes, jornaleiros, naturais da cidade de Tui. Testemunhas presentes: Manuel Luís Fernandes, casado, camponês, do lugar de Mós. // Faleceu no lugar de Mós a --/--/1913, com 58 anos de idade . // Com geração.
DIAS, Lourenço José. Filho de Lourenço José Dias (defunto) e de Benta Antónia Pereira, moradores no lugar das Carvalhiças, SMP. Nasceu a --/--/18--. // Casou a 29/5/1839, na igreja da freguesia de Prado, com Rosa Joaquina Gonçalves, filha de Manuel José Gonçalves e de Ana Maria Gomes de Abreu (defuntos), do lugar do Carvalhal, Prado. Testemunhas presentes: Diogo Manuel Gonçalves de Abreu, do lugar de Santo Amaro; Francisco António Alves, do mesmo lugar; e Tomaz Lourenço Pinheiro, do lugar de Ferreiros. // Morou no lugar do Cerdedo, depois no Rego e ao pé da igreja, onde morreu com mais de cem anos de idade. // Com geração.
GONÇALVES, José António. Filho de ----------- Gonçalves e de ------------------------------. Nasceu por volta de 1894 ou 1901. // Morou em Santo Amaro, Prado. // Morreu no hospital de Santo António, Porto, a --/--/1913, com 12 ou 19 anos de idade.
FERNANDES, Marcelina Rosa. // Nasceu por volta de 1844. // Faleceu no lugar da Barbosa, Penso, a --/--/1930, com 86 anos de idade.
GONÇALVES, José. Filho de Plácido Augusto Gonçalves, lavrador, e de Filomena Batista, lavradeira, moradores no lugar de Santo Amaro. Neto paterno de António Joaquim Gonçalves e de Maria Joaquina; neto materno de José Joaquim Batista e de Carlota Joaquina Pereira. Nasceu em Prado a 14/3/1910 e foi batizado na igreja paroquial a 21 desse mesmo mês e ano. Padrinhos: José Manuel Gomes Calheiros, solteiro, do lugar dos Bouços, e Maria do Carmo da Cunha Sotomaior, solteira, do lugar do Carvalhal, ambos pradenses. // Morreu na sua freguesia de nascimento a 10/11/1982.
FERNANDES, Marcelina da Graça. Filha de --------- Fernandes e de ----------------------. Nasceu a --/--/1928. // Faleceu no lugar de Felgueiras, Penso, a --/--/1928, com apenas quarenta e quatro dias de idade .
GONÇALVES, José Caetano. Filho de Ana Rosa Gonçalves, solteira, costureira, moradora no lugar do Cerdedo. Neto materno de Maria Ventura Gonçalves, lavradeira, do lugar de Carvalhos, Rouças. Nasceu em Prado a 30/5/1883 e foi batizado na igreja a 6 de Junho desse ano. Padrinhos: José Caetano Marques e Clara Fernandes, rurais, do Rego. // Faleceu a 25/12/1901.
GONÇALVES, José António. Filho de Manuel Gonçalves (Manel d’Ana), lavrador-caseiro, natural do lugar de Golães, freguesia de Paderne, e de Ana Maria Lourenço, lavradeira, natural do lugar dos Raposos, freguesia de Prado, residentes no lugar de Trás-do-Coto. Neto paterno de Ana Maria Gonçalves, solteira; neto materno de Rita Manuela Lourenço, solteira. Nasceu em Prado a 23/11/1909 e foi batizado na igreja paroquial a 29 desse mesmo mês e ano. Padrinhos: José António da Costa Barreto e sua filha Sara, do lugar do Outeirão, Prado. // Casou na CRCM a 18/5/1940 com a sua conterrânea Bladimira, solteira, doméstica, filha de Manuel Joaquim Barreiros e de Umbelina Rosa Alves. // Morreu na Rua Ambroise, Paré, n.º 2, Paris, França, a 25/2/1970. // Com geração.
FERNANDES, Manuel. Filho de Agostinho Fernandes e de Maria Rosa Esteves Cordeiro, lavradores, residentes no lugar de Rabosa. Neto paterno de António José Fernandes e de Maria Joaquina Gonçalves; neto materno de António Esteves Cordeiro e de Maria José Esteves Cordeiro. Nasceu em Penso a 10/6/1883 e foi batizado nesse dia. Padrinhos: os avós maternos, rurais. // Casou a --/--/1913 com Joaquina Alves . // Faleceram ambos em Penso: a esposa a 1/2/1949 e ele a 28/11/1958.
FERNANDES, Luís. Filho de Francisco António Fernandes e de Maria Clemência Vilas, lavradores, residentes no lugar de Bairro Pequeno. N.p. de Luís Manuel Fernandes e de Maria Luísa Fernandes; n.m. de Manuel Luís Vilas e de Maria Joaquina Alves. Nasceu em Penso a 17/1/1881 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: os tios maternos, Luís José Vilas e Ana Joaquina Vilas. // Morreu no lugar do Bairro Pequeno a --/--/1930.
FERNANDES, Manuel Luís. Filho de Manuel Joaquim Fernandes e de Maria Joaquina Rodrigues. Nasceu em Penso por volta de 1851. // Tinha 19 anos de idade, era solteiro, lavrador, morava em Alempassa, quando casou na igreja da sua freguesia a 23/6/1870 com a conterrânea, Francisca Luísa, de 26 anos de idade, solteira, tecedeira, residente em Mós, filha de Maria José de Sousa, solteira. Testemunhas: Francisco Esteves, casado, rural, de Paranhão, e Feliciano José Castanheira, sapateiro, morador em Gaia. // Faleceu por volta de 1920; por sua morte foi citado seu filho, Carlos Manuel, casado, ausente em parte incerta do Brasil .
FERNANDES, Manuel Luís. Filho de -------- Fernandes e de ----------------------. Nasceu por volta de 1832. // Faleceu no lugar de Felgueiras a --/--/1916, com 84 anos de idade .
LOURENÇO, António Joaquim. Filho de José Maria Lourenço e de Maria Serafina Gonçalves, galegos, moradores no lugar do Souto, Prado. Neto paterno de Manuel Fernandes e de Benedita Lourenço, de Cabo da Vila, Santa Cristina de Baleixe, bispado de Tui; neto materno de Benta Maria Gonçalves, de Ferreiros, Entrime, arcebispado de Ourense. Nasceu em Prado a 17/9/1843 e foi batizado na igreja paroquial no dia seguinte. Padrinhos: António Joaquim Lopes e sua esposa, Joana Rosa Vaz, do lugar do Cerdedo, Prado. // Casou com Maria Luísa Domingues, filha de Maria Luísa Domingues. // Com geração.
GONÇALVES, João. Filho de Diogo Manuel Gonçalves e de Antónia Maria Lourenço, moradores no lugar de Santo Amaro, Prado. Neto paterno de Manuel José Gonçalves e de Ana Maria Gomes, do lugar do Carvalhal; neto materno de Domingos José Lourenço e de Maria de Freitas, do lugar de Santo Amaro. Nasceu em Prado a 2/10/1844 e foi batizado na igreja paroquial dois dias depois. Padrinhos: Lourenço Manuel de Sousa Palhares e sua esposa, Maria Joaquina Lourenço, do lugar de Ferreiros. // Morreu a 3/12/1923. // Nota: era sua a casa que depois foi de Albino Trancoso.
LOURENÇO, Augusta da Assunção (Trelisca). Filha de Teresa de Jesus Lourenço, solteira, camponesa, moradora no lugar do Souto, Prado. Neta materna de António Joaquim Lourenço e de Maria Luísa Domingues. Nasceu em Prado a 16/5/1901 e foi batizada na igreja a 29 desse mesmo mês e ano. Padrinhos: Matias de Sousa Lobato, solteiro, natural de Alvaredo, professor oficial na freguesia de Castro Laboreiro, e Teresa de Jesus Lopes, solteira, do lugar dos Bouços, Prado. // Casou na CRCM a 30/3/1927, e na igreja de Prado a 12/4/1927, com Alfredo Augusto Gonçalves Pereira (Pereirinha), funcionário da Secção de Finanças em Melgaço, filho de Miguel Augusto Gonçalves Pereira e de Alzira de Barros Lira Sotomaior, nascido em Caminha a 27/6/1900, residente em Melgaço, na freguesia de Paderne. // Separou-se do marido, cujo divórcio, definitivo, foi julgado por sentença do tribunal de Melgaço de 2/12/1937. // Ela partiu para Lisboa, residiu em Campolide, e teve casa de hóspedes na Rua Leandro Braga. // Faleceu na freguesia da Senhora de Fátima, concelho de Lisboa, a 19/10/1985. // Mãe de Maria de Lurdes, de Maria Marcília, de Júlia Augusta, de Lindolfo José, de Mário, e de Miguel Alfredo.
LOURENÇO, António Joaquim. Filho de José Manuel Lourenço e de Ana Joaquina Esteves, moradores no lugar de Santo Amaro. Neto paterno de Manuel António Lourenço (defunto) e de Maria Joaquina Domingues, do lugar de Vilela, freguesia de Rouças; neto materno de Antónia Maria Esteves, solteira, do lugar de Santo Amaro, Prado. Nasceu em Prado a 11/6/1845 e foi batizado na igreja no dia seguinte (*). Padrinhos: Isidoro António de Sousa, solteiro, do lugar de Santo Amaro, e Ana Luísa Alves, viúva, do lugar de Raposos. /// (*) Fora sopeado em casa por Teresa Lourenço, solteira, do lugar do Coto, Prado.
LOURENÇO, Carlota Casimira. Filha de Maria Ventura Lourenço, solteira, moradora no lugar do Cerdedo, Prado. Neta materna de José Lourenço e de Caetana Gomes, do lugar da Veiga, São Miguel de Carvalheda, Tui. Nasceu em Prado a 21/4/1812 e foi batizada na igreja a 23 desse mês e ano. Padrinhos: Matias de Sousa e Castro, residente na sua Quinta de Galvão, e Maria Benedita de Sousa e Gama, solteira, da Quinta da Serra.
DOMINGUES, Dina. Filha de Vitorino José Domingues, natural de São Paio, e de Rosa de Jesus Lopes, natural do lugar dos Bouços, Prado, lavradores, residentes no lugar dos Raposos. Neta paterna de Luís Joaquim Domingues e de Josefa Luísa Alves; neta materna de João José Lopes e de Angelina Perpétua Esteves. Nasceu em Prado a 4/12/1904 e foi batizada na igreja paroquial a 12 desse mês e ano. Padrinhos: José Lopes e Teresa Lopes, solteiros, tios maternos da neófita, do lugar dos Bouços. // Casou na CRCM a 15/7/1921 com António Augusto de Sousa Lobato, nascido em Remoães em 1902, filho de José Joaquim de Sousa Lobato e de Aurélia Cândida Mosqueira. // Penso que morou naquela freguesia de Melgaço. // O seu marido morreu na freguesia de Remoães a 29/5/1974. // Ela faleceu em Paderne a 24/7/1985.
DOMINGUES, Hermenegildo José. Filho de Armando José Domingues (Fungão) e de Gracinda de Jesus Rodrigues. Nasceu em Prado a 13/4/1925 e foi batizado na igreja a 14 de Junho desse ano. // Morreu a 25/10/1957, em Vila Nova de Gaia, em um desastre de viação ocorrido à saída da ponte de D. Luís.
LOURENÇO, Joana (*). // Nasceu na Galiza no século XIX. // Lavradeira. // Faleceu no lugar dos Raposos, freguesia de Prado, concelho de Melgaço, onde deve ter vivido grande parte da sua vida, a 23/2/1910, com mais de cem anos de idade, com todos os sacramentos da igreja católica, no estado de solteira, sem testamento, com filhos, e foi sepultada no cemitério da localidade. /// (*) Talvez seja Maria Joana Lourenço.
DOMINGUES, Deolinda da Glória. Filha de Caetano Celestino Domingues (Salgado) e de Joana Rosa Gomes, moradores no lugar da Breia. Neta paterna de Francisco António Domingues (Salgado) e de Maria Bernarda de Araújo, do lugar de Galvão de Baixo, SMP; neta materna de Manuel Narciso Gomes e de Maria Josefa Martins, do lugar da Breia, Prado, todos rurais. Nasceu em Prado a 20/5/1878 e foi batizada na igreja paroquial a 2 de Junho desse mesmo ano. Padrinhos: a sua avó materna e José Joaquim Gomes, solteiro, lavrador. // Casou na igreja de Prado a 3/6/1904 com o seu conterrâneo Fabiano José Esteves, filho de Francisco Manuel Esteves e de Maria Rosa Lourenço. // Enviuvou a 21/6/1945. // Faleceu em Prado, no lugar da Breia, a 1/7/1951. // Com geração.
LOURENÇO, Elvira da Glória. Filha de Luís Manuel Lourenço e de Maria Luísa da Costa. Neta paterna de José Maria Lourenço e de Maria Serafina Gonçalves, galegos; neta materna de Bento Manuel da Costa e de Maria Benedita Esteves, todos lavradores, do lugar de Trás-do-Coto. Nasceu em Prado a 30/3/1880 e foi batizada na igreja paroquial a 4 de Abril desse dito ano. Padrinhos: José Joaquim Batista e sua esposa, Carlota Joaquina Pereira, rurais, do lugar do Cerdedo. // Lavradeira. // Casou na igreja local a 16/3/1910 com o seu conterrâneo Amadeu Salgado, de 25 anos de idade, solteiro, lavrador. // Faleceu em Trás-do-Coto, Prado, a 18/3/1935, com 54 anos de idade. // Mãe de Virgínia da Glória Salgado.
LOURENÇO, Filomena Adelina. Filha de Manuel Joaquim Lourenço (Manuel da Fichoa) e de Constança Rosa Gomes, lavradores, residentes no lugar da Corredoura. Neta paterna de Bernardino José Lourenço e de Clara Joaquina Barreto da Costa, de Rouças; neta materna de Francisco Manuel Gomes e de Manuel José Alves Salgado, do lugar da Corredoura. Nasceu em Prado a 18/10/1898 e foi batizada na igreja a 23 desse mês e ano. Padrinhos: Joaquim Egas Afonso, casado, negociante, residente no lugar da Corredoura, e Filomena de Caldas, solteira, do lugar de Malhagrilos, Prado. // Casou com Manuel António (Chancas), filho de António Joaquim Bernardo e de Florinda Rosa Domingues. // Enviuvou a 21/5/1940. // Faleceu na Foz do Douro a 4/1/1971.
DOMINGUES, José Augusto. Filho de Caetano Celestino Domingues (Salgado) e de Joana Rosa Gomes, moradores no lugar da Breia. Neto paterno de Francisco António Domingues (Salgado) e de Maria Bernarda de Araújo, do lugar de Galvão de Baixo, SMP; neto materno de Manuel Narciso Gomes e de Maria Josefa Martins, do lugar da Breia, Prado. Nasceu em Prado a 2/5/1875 e foi batizado no dia seguinte. // Emigrou para Pará, Brasil, aí por 1910; ali morreu solteiro, a 15/7/1953. // – Gémeo de Maria José.
DOMINGUES, José António. Filho de José Maria Domingues, carpinteiro, do lugar de Crastos, Paderne, e de Ana Gonçalves, lavradeira, do lugar do Souto, Paderne, moradores em Prado. Neto paterno de Manuel José Domingues e de Maria Rita Soares, rurais, padernenses; neto materno de Rosa Maria Gonçalves, solteira, camponesa, também padernense. Nasceu em Raposos, Prado, a 18/8/1887, e foi batizado na igreja a 21 desse mês e ano. Padrinhos: o padre Elias de Jesus Marques, encomendado de SMP, e Maria de Jesus Vaz, casada, lavradeira, pradense. // Morreu a 14/11/1888.
DOMINGUES, José António. Filho de Albertino Domingues e de Maria Leonor Ribeiro. Nasceu em Prado a 28/2/1956 e foi batizado a 1 de Abril desse ano. // Morreu a 28/11/1967 e foi sepultado no cemitério de Prado. // Era inválido.
DOMINGUES, Jacinto da Paixão. Filho de Maria Joaquina Domingues, solteira, natural de Castro Laboreiro, moradora no lugar do Cerdedo. Neto materno de Maria Domingues, solteira. Nasceu em Prado a 13/4/1900 e foi batizado na igreja a 15 desse mês e ano. Padrinhos: o padre Francisco António Gonçalves e Teresa de Jesus Ribeiro, solteira, do dito lugar de Cerdedo. // Morreu no sobredito lugar da freguesia de Prado a 20/9/1901.
DOMINGUES, João Valdemar. Filho de Vitorino José Domingues, do lugar de Cabencas, São Paio, e de Rosa de Jesus Lopes, do lugar de Raposos, Prado, onde residiam, lavradores. Neto paterno de Luís Joaquim Domingues e de Josefa Maria Alves; neto materno de João José Lopes e de Angelina Perpétua Esteves. Nasceu em Prado a 11/6/1908 e foi batizado na igreja paroquial a 8 de Novembro desse mesmo ano. Padrinhos: João Pires Teixeira e sua filha, Palmira Pires Teixeira, da vila de Melgaço. // Casou na 7.ª Conservatória do Registo Civil de Lisboa a 28/3/1940 com Albina dos Anjos Alves, irmã do fotógrafo «San Payo», natural da freguesia de São Paio de Melgaço. // Morreu em Prado a 24/12/1970. // A sua viúva faleceu em Mirandela a 25/4/1991.
DOMINGUES, Idalina Palmira. Filha de Vitorino José Domingues, natural do lugar de Cabencas, São Paio, e de Rosa de Jesus Lopes, natural do lugar dos Bouços, freguesia de Prado, proprietários, moradores no lugar dos Raposos. Neta paterna de Luís Joaquim Domingues e de Josefa Maria Alves; neta materna de João José Lopes e de Angelina Perpétua Esteves. Nasceu em Prado a 21/10/1902 e foi batizada na igreja a 11 de Novembro desse mesmo ano. Padrinhos: Manuel José dos Reis Camanho de Carvalho, solteiro, e sua irmã, Palmira Augusta Camanho de Carvalho, casada, proprietários. // Casou na CRCM a 4/8/1937 com Aníbal Vieites, natural de Paderne, 1.º cabo da Guarda-Fiscal, filho de Manuel José Vieites e de Maria Rosa Cerdeira. // Faleceu na sua freguesia de nascimento a 3/11/1985. // O seu viúvo finou-se também em Prado a 16/9/1993. // Mãe de Maria do Céu Vieites.
DOMINGUES, Isabel de Jesus. Filha de Caetano Celestino Domingues (Salgado) e de Joana Rosa Gomes, moradores no lugar da Breia. Neta paterna de Francisco António Domingues (Salgado) e de Maria Bernarda de Araújo, do lugar de Galvão de Baixo, SMP; neta materna de Manuel Narciso Gomes e de Maria Josefa Martins, do lugar da Breia, todos lavradores. Nasceu em Prado a 4/7/1872 e foi batizada na igreja paroquial a 7 desse mês e ano. Padrinhos: José Joaquim Gomes, solteiro, e sua irmã, Mariana de Jesus Gomes, solteira, rurais, do lugar da Breia. // Faleceu a 31/9/1885.
LOURENÇO, José Maria. Filho Manuel Fernandes e de Benita Lourenço, ela de Santa Cristina de Baleixe, bispado de Tui, moradora no lugar do Souto, freguesia de Prado, concelho de Melgaço. Nasceu em Santa Cristina de Baleixe, Galiza, por volta de 1796. // Mestre sapateiro e lavrador. // Casou na igreja de Prado a 18/3/1829 com Maria Serafina, filha de Benta Gonçalves, de Entrime, Ourense, residente em Prado. Testemunhas presentes: Manuel José Gonçalves, do lugar de Santo Amaro; António Tomaz, do lugar da Corredoura; e Diogo Luís de Sousa, do lugar de Malhagrilos, todos solteiros. // Foi admitido na Confraria das Almas de Prado a 29/3/1829. // Morreu no lugar do Souto, freguesia de Prado, onde residia, a 6/1/1900, com todos os sacramentos da igreja católica, com cento e três anos de idade, no estado de viúvo de Maria Martins, sem testamento, com geração, e foi sepultado no cemitério de Prado.
LOURENÇO, José Manuel. Filho de Maria Ventura Lourenço, solteira, moradora no lugar de Cerdedo, Prado. Neto materno de José Lourenço e de Caetana Gomes, do lugar de Veiga, Carvalheda, Tui. Nasceu em Prado a 2/4/1824 e foi batizado na igreja dois dias depois. Padrinhos: José Manuel Lourenço, solteiro, do lugar do Coto, e Maria Engrácia, solteira, de Cerdedo, ambos pradenses.
LOURENÇO, José Manuel. Filho de Manuel António Lourenço e de Maria Joaquina Durães, residentes no lugar de Vilela, Rouças. Nasceu no lugar de Santo Amaro, Prado, por volta de 1807. // Casou a 2/9/1841 na igreja de Prado com Ana Joaquina Esteves, filha de Antónia Maria Esteves, solteira, de Santo Amaro, Prado. Testemunhas: Isidoro António de Sousa, solteiro, e Domingos José Lourenço, viúvo, lavradores, do lugar de Santo Amaro; e António Joaquim Lourenço, solteiro, lavrador, do lugar de Vilela, Rouças. // Morreu a 10/4/1889, no lugar de Aldeia, Rouças, apenas com o sacramento da extrema-unção, com 82 anos de idade, no estado de viúvo, com testamento, sem filhos, e foi sepultado no cemitério paroquial de Rouças.
LOURENÇO, José Joaquim (Pepe). Filho de Luís Manuel Lourenço e de Maria Luísa da Costa, moradores no lugar de Trás-do-Coto. Neto paterno de José Maria Lourenço, sapateiro, e de Maria Serafina Gonçalves, doméstica, galegos, residentes no lugar do Souto; neto materno de Bento Manuel da Costa e de Maria Benedita Fernandes, do lugar de Trás-do-Coto, lavradores. Nasceu em Prado a 20/2/1867 e foi batizado na igreja paroquial a 23 desse mês e ano. Padrinhos: António Joaquim Lourenço, solteiro, rural, do lugar do Souto, e Clementina Rosa Pires, solteira, tecedeira, do lugar de Raposos. // Casou na igreja de Prado a 18/1/1904 com Maria Rosa Pinheiro, de 35 anos de idade, camponesa, filha de Manuel José Pinheiro e de Maria Rosa Barreiros, do lugar dos Raposos. Testemunhas presentes: Brás da Costa e Rosa Gonçalves, solteiros, pradenses. // A sua esposa faleceu em Prado a 27/5/1922. // Casou em segundas núpcias, na CRCM, a 1 ou 2/12/1922, com Rosalina da Paixão Alves Macedo, de 32 anos de idade, filha de José António Alves Macedo e de Clementina Rosa Alves. // Ele finou-se no lugar dos Bouços, Prado, a 1/1/1941 (ou 1951). // A sua viúva finou-se também em Prado a 12/11/1971. // Com geração.
LOURENÇO, João Manuel. Filho de Domingos José Lourenço e de Maria de Freitas, moradores em Santo Amaro. Nasceu a --/--/18--. // Foi inscrito na Confraria das Almas a 19/3/18--.
DOMINGUES, Adozinda (ou Aderinda) Maria da Glória. Filha de Paulo António Domingues (Salgado) e de Rosa Maria Alves de Macedo, lavradores. Neta paterna de Caetano Celestino Domingues e de Joana Rosa Gomes; neta materna de José António Alves de Macedo e de Clementina Rosa Alves. Nasceu em Prado a 18/4/1905 e foi batizada na igreja a 26 desse dito mês e ano. Padrinhos: Aníbal Amador Lopes, solteiro, e Carolina da Glória Domingues, viúva, proprietários, pradenses. // Casou na CRCM a 27/4/1927 com Bento Trancoso, de 21 anos de idade, filho de Albino Cândido Trancoso, natural da Vila, e de Maria Augusta Afonso, natural de Prado. // Faleceu na sua freguesia de nascimento a 30/12/1973. // Com geração.
LOURENÇO, José Maria. Filho de Maria Ventura Lourenço, solteira, moradora no lugar do Cerdedo, Prado. Neto materno de José Lourenço e de Caetana Gomes, do lugar da Veiga, São Miguel de Carvalheda, Tui. Nasceu em Prado a 17/3/1816 e foi batizado dois dias depois. Madrinha: Josefa Clara de Sousa, solteira, residente no lugar do Coto, Prado.
LOURENÇO, Ludovina Rosa. Filha de António Joaquim Lourenço, natural de Prado, e de Maria Luísa Domingues, natural de Alvaredo, moradores no lugar de Trás-do-Coto. Neta paterna de José Maria Lourenço e de Maria Serafina Gonçalves, espanhóis; neta materna de Maria Domingues, natural de Alvaredo, todos rurais. Nasceu em Prado a 3/4/1885 e foi batizada a 10 desse mesmo mês e ano. Padrinhos: José Caetano Marques e sua esposa, Clara Fernandes, lavradores, pradenses. // Faleceu a 18/--/1890.
LOURENÇO, Luís António. Filho de Manuel Lourenço e de Joaquina Rosa Alves, moradores no lugar dos Bouços. Nasceu em Prado a 22/3/1809 e foi batizado a 24 desse mês e ano. Padrinhos: o padre António Joaquim Souto Monteiro e sua irmã, Luísa Maria do Souto, solteira, de Prado.
LOURENÇO, Luís Manuel. Filho de Teresa de Jesus Lourenço, moradora no lugar de Cerdedo, Prado. Neto materno de António Lourenço e de Maria Ventura Alves, do lugar do Coto, Prado. Nasceu em Prado a 26/2/1832 e foi batizado na igreja no dia seguinte. Madrinha: Ana Joaquina Lourenço, de Cerdedo.
DOMINGUES, (Beatriz?). Filha de Manuel António Domingues, natural de São Paio, e de Maria José Gomes, natural de Prado, moradores no lugar de Santo Amaro. Neta paterna de António Joaquim Domingues e de Marcelina Rosa Gonçalves, do lugar da Granja de Cima, São Paio; neta materna de Manuel Narciso Gomes e de Maria Josefa Martins, do lugar da Breia, Prado. Nasceu em Prado a 11/1/1882 e foi batizada na igreja a 21 desse mês e ano. Padrinhos: o tio materno, José Joaquim Gomes, e Ludovina Rosa Alves, solteiros, do lugar da Breia, todos rurais. // Nota: suponho que faleceu ainda bebé.
DOMINGUES, Carolina da Glória. Filha de Manuel António Domingues (Granja), natural de São Paio, e de Maria José Gomes, natural de Prado, moradores no lugar de Santo Amaro. Neta paterna de António Joaquim Domingues e de Marcelina Rosa Gonçalves, do lugar da Granja de Cima, São Paio; neta materna de Manuel Narciso Gomes e de Maria Josefa Martins, do lugar da Breia, Prado, todos lavradores. Nasceu em Prado a 11/7/1876 e foi batizada na igreja paroquial a 15 desse mesmo mês e ano. Padrinhos: José Joaquim de Araújo, solteiro, rural, morador no lugar das Carvalhiças, SMP, e Leopoldina Maria Fernandes, solteira, camponesa, do lugar do Coto, Prado. // Casou a 20/2/1904 com António Arsénio Gomes Pinheiro, secretário da administração do concelho, filho de Luís Vicente Gomes Pinheiro e de Alexandrina Augusta de Sousa Gama. // Enviuvou a 27/11/1904. // Casou na igreja de Alvaredo a 23/3/1911, em segundas núpcias, com Bento Secundino Rodrigues, empregado do Fisco, nascido em Merufe, Monção, por volta de 1866, filho de José Boaventura Rodrigues e de Mariana Domingues, morador na Vila de Melgaço. Testemunhas presentes: o padre Claudino Joaquim Rodrigues, natural de Alvaredo, e Tito Cerqueira, aspirante da Fazenda em Melgaço. // Enviuvou novamente a 12/11/1923. // Faleceu na freguesia de Prado a 18/4/1953. // Teve um filho do primeiro marido: Herculano Arsénio Gomes Pinheiro.
ABREU, Carlota Rosa. Filha de José Luís Gomes de Abreu e de Maria Teresa Domingues, moradores no lugar de Outeirão, Prado. Neta paterna de Manuel Gomes de Abreu e de Ana Maria da Ribeira, do lugar de Santo Amaro, Prado; neta materna de Manuel Domingues e de Maria Benta de Castro, da freguesia de São João de Crespos, bispado de Ourense. Nasceu em Prado a 19/4/1836 e foi batizada na igreja a 25 desse mês e ano. Padrinhos: Narciso Albano Gomes de Abreu e Caetana Luísa Lopes, ambos do lugar do Outeirão. // Lavradeira. // Faleceu no lugar do Souto a 28/10/1906, no estado de viúva de Vitorino José da Cunha, seu conterrâneo, sem testamento, com filhos, e foi sepultada no cemitério da sua freguesia de nascimento. // Nota: penso que casara em primeiras núpcias, em 1855, com António José Alves, que terá morrido antes de 1860; deste casamento nasceu Angelina da Luz Alves; casou em segundas núpcias, no estado de viúva, em 1860, com Vitorino José da Cunha, do lugar do Souto, nascendo-lhe mais filhos deste matrimónio.
DOMINGUES, Constantino Manuel. Filho de Armando José Domingues (Fungão) e de Gracinda de Jesus Rodrigues. Nasceu em Prado a 1/3/1932. // Morreu a 19/3/1936 (!).
DOMINGUES, Álvaro. Filho de Caetano Celestino Domingues (Salgado), do lugar de Galvão de Baixo, SMP, e de Joana Rosa Gomes, natural de Prado. Neto paterno de Francisco António Domingues (Salgado) e de Maria Bernarda de Araújo, da Vila de Melgaço; neto materno de Manuel Narciso Gomes, de Prado, e de Maria Josefa Martins, de Alveios, Galiza, todos lavradores. Nasceu a 17/5/1888 e foi batizado na igreja a 27 desse mês e ano. Padrinhos: Veríssimo Amador Vaz e Germana Vaz, solteira, pradenses. // Casou na CRCM a 15/1/1926 (e na igreja a 23), com Isilda da Conceição, filha de Luís Vicente Soares Calheiros e de Rosa Vaz. // Morreu a --/--/1968 (?).
DOMINGUES, Álvaro Joaquim. Filho de Paulo António Domingues (Salgado) e de Rosa Maria Alves de Macedo. Nasceu em Prado a 16/11/1914. // Morreu a 14/6/1923.
DOMINGUES, Ana Luísa. Filha de Francisco Luís Domingues e de Maria Bernarda de Araújo, lavradores. Nasceu em Prado por volta de 1840. // Foi proprietária de terrenos agrícolas. // Faleceu no lugar de Galvão, Vila, a 31/10/1910, com todos os sacramentos, sem testamento, com 70 anos de idade, no estado de viúva de Constantino Manuel Sarandão, e foi sepultada no cemitério municipal. // Com geração.
DOMINGUES, Abílio. Filho de Paulo António Domingues (Salgado), lavrador-caseiro, do lugar da Breia, e de Rosa Maria Alves de Macedo, lavradeira, natural do lugar dos Bouços, onde moravam. Neto paterno de Caetano Celestino Domingues e de Joana Rosa Gomes; neto materno de José António Alves e de Clementina Alves. Nasceu em Prado a 13/2/1910 e foi batizado na igreja paroquial a 17 desse mesmo mês e ano. Padrinhos: Manuel Domingues e Maria Domingues, solteiros, do lugar da Breia. // Casou na CRCM a 23/1/1936 com Zulmira Augusta Dantas, filha de Artur Augusto Dantas e de Rosa Margarida de Castro. // Carpinteiro. // Emigrou para França, onde trabalhou na construção civil. // Morreu na freguesia de Prado a 4/9/1986. // Pai de Carlos Alberto (nasceu em França a 16/2/1959), e de João Luís (nasceu em França a 8/12/1956).
LOURENÇO, Manuel Joaquim. Filho de Maria Ventura Lourenço, solteira, moradora no lugar do Cerdedo. Neto materno de José Lourenço e de Caetana Gomes, do lugar da Veiga, Carvalheda, Tui. Nasceu em Prado a 26/4/1822 e foi batizado na igreja paroquial a 28 desse mês e ano. Padrinhos: Diogo Manuel de Castro, solteiro, natural da Vila de Melgaço, e Antónia Joaquina de Castro, do lugar do Cerdedo, Prado.
LOURENÇO, Manuel Joaquim. Filho de Maria Ventura Lourenço, solteira, moradora no lugar do Cerdedo. Neto materno de José Lourenço e de Caetana Gomes, do lugar da Veiga, São Miguel de Carvalheda, Tui. Nasceu em Prado a 26/1/1821 e foi batizado na igreja dois dias depois. Padrinhos: Tomaz Lourenço Pinheiro, viúvo, e Maria Engrácia, solteira, ambos de Prado. // Nota: deve ter falecido ainda bebé, pois o seu irmão seguinte tem o mesmo nome.
LOURENÇO, Manuel Joaquim. Filho de José Maria Lourenço, sapateiro, e de Maria Serafina Gonçalves, moradores no lugar de Trás-do-Coto, Prado. Neto paterno de Benita Lourenço, de Cabo de Vila, Santa Cristina de Baleixe, Alveios, Tui; neto materno de Benta Gonçalves, de Ferreiros, Entrime, jurisdição de Lôbios, bispado de Ourense. Nasceu em Prado a 29/11/1833 e foi batizado na igreja paroquial a 2 de Dezembro desse mesmo ano. Padrinhos: Bento Manuel da Costa, do lugar de Trás-do-Coto, e Rosa Joaquina Gonçalves, do lugar do Carvalhal, ambos pradenses. // Negociante, com estabelecimento em São Gregório. // Casou na igreja de Cristóval a 9/2/1882 com Claudina Rosa, nascida em Cristóval a 24/6/1847, filha de Domingos Durães e de Carlota Joaquina Lopes, negociantes. // A sua esposa faleceu na Rua Verde de São Gregório a 4/6/1886, sem filhos. // Ele morreu a 6/5/1904, no lugar de São Gregório, sem sacramentos, viúvo de Claudina Rosa Durães, com testamento, sem filhos, e foi sepultado no cemitério de Cristóval.
LOURENÇO, Luís Manuel. Filho de José Maria Lourenço, mestre sapateiro, e de Maria Serafina Gonçalves, galegos, moradores no lugar do Souto, Prado. Neto paterno de Manuel Fernandes e de Benedita Lourenço, de Cabo de Vila, Santa Cristina de Baleixe, jurisdição da Caniça, Tui; neto materno de Benta Gonçalves, de Ferreiros, Entrime, bispado de Ourense. Nasceu em Prado, Melgaço, a 8/9/1838, e foi batizado na igreja paroquial a 10 desse mesmo mês e ano. Padrinhos: Manuel Joaquim de Sá Vilarinho, da Vila de Melgaço - representado por Luís António Rodrigues, do lugar da Corredoura, Prado -, e Rosa Joaquina Gonçalves, do lugar do Carvalhal, Prado. // Em 1852 tocou a campainha da Confraria das Almas de Prado. // A 17/9/1859, na igreja de Prado, foi padrinho de Luís Manuel Lourenço, nascido em Trás-do Coto a 12 desse mês e ano. // Casou na igreja de Prado a 11/5/1864 com Maria Luísa, de 24 anos de idade, solteira, do lugar de Trás-do-Coto, filha de Bento Manuel da Costa (Bento Carpinteiro) e de Maria Benedita Esteves. Testemunhas: Manuel José Ribeiro, casado, rural, do lugar do Outeirão, e o padre Luís Caetano Soares Calheiros, do lugar da Corredoura. // A sua esposa faleceu a 5/10/1919.
LOURENÇO, Luísa Vitória. Filha de Ana Joaquina Lourenço, solteira, moradora no lugar do Cerdedo. Neta materna de António Lourenço e de Maria Ventura Fernandes, residentes no lugar do Coto. Nasceu em Prado a 12/2/1820 e foi batizada na igreja a 14 desse mês e ano. Padrinhos: Diogo Manuel Gonçalves e sua irmã, Ana Luísa Gonçalves, solteiros, ambos de Prado.
LOURENÇO, Luís Manuel. Filho de Maria Joana Lourenço, solteira, do lugar de Trás-do-Coto, Prado. Neto materno de Manuel Fernandes e de Benita Lourenço, de Cabo da Vila, Santa Cristina de Baleixe, bispado de Tui. Nasceu em Prado a 12/9/1859 e foi batizado na igreja paroquial a dezassete desse mês e ano. Padrinhos: Luís Manuel Lourenço, solteiro, e sua mãe, Maria Serafina Gonçalves, do lugar do Souto, Prado.
AFONSO, Glória. Filha de Manuel António Afonso, natural de Prado, e de Maria dos Remédios Domingues, natural de Paderne, lavradores, residentes no lugar da Corredoura. Neta paterna de João Afonso e de Ana Rosa de Campos; neta materna de João Luís Domingues e de Filomena Domingues. Nasceu em Prado a 22/11/1906 e foi batizada na igreja paroquial a 28 desse mesmo mês e ano. Padrinhos: Elias de Jesus Domingues e Mariana de Jesus Domingues, tios maternos da neófita. // Faleceu no sobredito lugar da Corredoura a 11/11/1908 e foi sepultada no cemitério paroquial.
AFONSO, Florinda Rosa (Grila). Filha de João Batista Afonso, natural de Rouças, e de Ana Rosa Campos, natural de Prado, onde moravam, no lugar da Corredoura. Neta paterna de Manuel José Afonso e de Maria Joaquina de Castro, do lugar da Pombeira, Rouças; neta materna de José de Campos e de Clara Rosa Gonçalves, do lugar da Corredoura, Prado. Nasceu em Prado a --/--/1863. // Faleceu a 28/3/1947.
CUNHA, Engrácia. Filha de José Manuel da Cunha, pedreiro, de Ceivães, Monção, e de Cândida Rodrigues de Azevedo, jornaleira, de Penso, moradores em Barro Grande. N.p. de Veríssimo José da Cunha e de Maria Joaquina Soares Vidas; n.m. de António José Rodrigues de Azevedo e de Marcelina Rosa de Araújo. Nasceu a 1/2/1889 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: Manuel António Fernandes Pereira e esposa, Emília Esteves Cordeiro, comerciantes, de Barro Grande. // Casou com António Esteves. // Enviuvou antes de 1935. // Faleceu em Penso a 1 ou 7/5/1945 e foi sepultada no cemitério desta freguesia. A seu lado, jaz Lénia da Cunha Esteves dos Reis (1910-1999). // Mãe de Ester, que morreu em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil, em inícios de 1935, com apenas 27 anos de idade, casada com Cândido Esteves.
AFONSO, Maria de Lurdes. Filha de --------- Afonso e de ---------------------------. Nasceu a --/--/1918. // Faleceu no lugar de Santo Amaro a --/--/1919, com apenas onze meses de idade.
AFONSO, Rosa. Filha de Maria Afonso. // Nasceu em Riba de Mouro a --/--/1855. // Casou com José, filho de Maria Mendes. // Enviuvou a 29/8/1914. // Faleceu em Prado a 9/11/1925. // Mãe de Beatriz Mendes.
CUNHA, José Manuel. Filho de Veríssimo José da Cunha e de Maria Joaquina Soares Vidas, lavradores, de Ceivães. Nasceu nessa freguesia de Monção por volta de 1843. // Tinha 21 anos de idade, era solteiro, pedreiro, quando casou na igreja de Penso a 18/6/1864 com Cândida, de 19 anos de idade, solteira, costureira, nascida em Penso e moradora em Barro Grande, filha de António José Rodrigues de Azevedo e de Marcelina Rosa de Araújo. Testemunhas: padre CEC e padre Maximiano Custódio de Queiroz. // Faleceu no lugar de São Bartolomeu a 23/11/1912. // Pai de Engrácia, de Constância, de Domingos, e de Torcato, estes dois últimos negociantes no Brasil. // Nota: no jornal diz-se que ele morreu com 74 anos de idade.
COSTA, José Xavier. // Nasceu por volta de 1849. // «Após grande sofrimento faleceu ontem – 5/6/1931 – o senhor José Xavier da Costa, de 82 anos de idade. O extinto foi uma figura de destaque, tendo sido por várias vezes vereador da Câmara Municipal de Melgaço e regedor da freguesia de Penso. Actualmente vivia em péssimas circunstâncias.»
AFONSO, Maria de Jesus. Filha de Maria Manuela Afonso, de Alveios (São João), Tui. Neta materna de António Afonso e de Maria Rosa de Puga (defunta), galegos. Nasceu em Prado a 31/3/1826 e foi batizada na igreja a 1 de Abril desse mesmo ano. Padrinhos: Diogo Manuel de Castro, de Galvão, SMP, e Maria Teresa, esposa de Domingos Gonçalves, de Cerdedo, Prado.
COSTA, Josefa. // Exposta. // Faleceu no lugar de Pomar a --/--/1919, com 76 anos de idade .
AFONSO, Maria Joaquina. Filha de Ana Maria Afonso, natural de Milagres, Cambeses, Monção. Neta materna de Francisco Manuel Afonso e de Benta Jacinta, dessa freguesia monçanense. Nasceu em Santo Amaro a 23/7/1838 e foi batizada na igreja de Prado no dia seguinte. Padrinhos: Tomaz Gonçalves e esposa, Maria Afonso, moradores em Santo Amaro, Prado.
AFONSO, Leolinda. Filha de Manuel António Afonso, natural de Prado, e de Maria dos Remédios Domingues, natural de Paderne, lavradores. Neta paterna de João Afonso e de Ana de Campos; neta materna de João Luís Domingues e de Filomena Rosa Domingues. Nasceu em Prado a 26/9/1908 e foi batizada na igreja paroquial a 29 desse mesmo mês e ano. Padrinhos: Cícero Solheiro, solteiro, do lugar da Barronda, Prado, e Mariana de Jesus Domingues, solteira, do lugar de Crastos, Paderne. // Faleceu em Prado a 5/7/1969.
AFONSO, Manuel António. Filho de João Batista Afonso (Grilo), natural de Rouças, e de Ana Rosa de Campos, natural de Prado, moradores no lugar da Corredoura. Neto paterno de Manuel José Afonso e de Maria Joaquina de Castro, do lugar de Pinheiro (ou Pombeira), Rouças; neto materno de José de Campos e de Clara Rosa Gonçalves, do lugar da Corredoura, Prado, todos lavradores. Nasceu em Prado a 24/6/1876 e foi batizado a 26 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel José Afonso, casado, rural, do lugar de Crasto, Rouças, e Florinda Rosa Afonso, solteira, camponesa, do lugar da Corredoura. // Era solteiro, lavrador, morava no lugar da Corredoura, freguesia de Prado, quando casou na igreja do mosteiro de Paderne a 14/11/1901 com Maria dos Remédios Domingues, de 33 anos de idade, solteira, doméstica, natural de Paderne, moradora no lugar da Gramuinha, filha de João Luís Domingues (dos Santos) e de Filomena da Graça Domingues, lavradores, padernenses. Testemunhas presentes: Baltazar Luís de Araújo Azevedo, solteiro, proprietário, e Manuel José Vieites, casado, criado de servir, ambos residentes no lugar de Crastos, freguesia de Paderne. // Residiram na Corredoura de Prado. // A sua esposa faleceu na Vila, SMP, a 15/9/1949, com 78 anos de idade. // Ele finou-se a 7/1/1955. // Com geração (ver em Paderne e em Prado).
CUNHA, José Manuel. Filho de ---------- Cunha e de ---------------------------------. Nasceu a --/--/1912. // Faleceu em São Bartolomeu a --/--/1914, com apenas doze meses de idade .
CUNHA, Veríssimo José. Filho de ------- Cunha e de --------------------------------. Nasceu por volta de 1843. // Casou com Maria Joaquina Soares Vidas. // Faleceu em Penso a --/--/1912, com 69 anos de idade . // Com geração.
AFONSO, José. Filho de Francisco Afonso e de Luísa Gonçalves. Nasceu em Santo Amaro a --/--/1855. // Foi empregado da Guarda-Fiscal. // Casou com Mariana de Jesus Gomes. // A sua esposa faleceu a 2/1/1946. // Com geração.
CORDEIRO, Rosa. Filha de Caetano Esteves Cordeiro e de Leonor Esteves, lavradores, residentes no lugar de Telhada Grande. Neta paterna de Matias Esteves Cordeiro e de Maria Joana Garcia; neta materna de Domingos Manuel Esteves e de Maria Luísa Fernandes Gomes. Nasceu em Penso a 30/11/1903 e nesse dito dia foi batizada na igreja. Padrinhos: António Esteves Cordeiro e sua esposa, Rosa Clara Domingues, camponeses, tios paternos da neófita. // No verão de 1915 fez exame do 1.º grau, obtendo a classificação de «ótima»; tinha por professora Flaviana Pereira. // Casou na CRCM a 23 de Maio de 1931 com o seu conterrâneo Alexandre Esteves, de 27 anos de idade, filho de Evaristo Esteves e de Felismina de Castro. // Faleceu na vila, SMP, a 14 de Junho de 1989.
COSTA, Feliciano (Padre). Filho do padre João Esteves, pároco na freguesia de Paderne, morador no lugar de Paradela, freguesia de Penso. Nasceu no século XVII, no lugar de Alempassa. // Foi pároco em Penso e assistente em Merufe, Monção, desde 1694 .
CORDEIRO, Ricardo (Silvestre). Filho de Ricardo Esteves Cordeiro, gerente da filial em Penso dos Grandes Armazéns Marcelino Ilídio Pereira & C.ª – Irmão -, com sede em Lisboa, e de Felismina, ou Felisménia, Gonçalves, proprietária, moradores no lugar de Paranhão. Neto paterno de João Esteves Cordeiro e de Rosa Lourenço; neto materno de José Gonçalves e de Rosa Maria Exposta. Nasceu em Penso a 16/11/1904 e foi batizado na igreja a 20 desse mês e ano. Padrinhos: António Manuel Fernandes e sua mulher, Maria Rosa Garcia, proprietários, moradores no lugar de Bairro Grande. // A 2/7/1914 fez exame do 1.º grau na escola Conde de Ferreira, Vila, obtendo um «ótimo» . // Foi novo para Lisboa, onde trabalhou como empregado de escritório nos referidos Armazéns . // Colaborava regularmente nos jornais “Notícias de Melgaço” e “Terra Minhota”, este último de Monção. //«O DESTINO CRUEL. O mês de Julho tinha-se vestido de galas para começar a receber os filhos da terra, e também os forasteiros que nesta quadra ali vão descansar às vezes, de alguns anos de trabalhos. Pelos campos, e pelos montes, a verdura, em um matiz variado, deleitava-nos o olhar, em uma contemplação de êxtase. Toda aquela policromia de cores e tons esquisitos fazia nascer nos nossos corações – ainda nos mais insensíveis – ilusões que se arreigam ao espírito e que nos tornam a vida imaginária e linda. Os dias esplêndidos de verão, abundantes de sol, corriam velozes, numa atmosfera cor de esperança, muito deslumbrante a desaparecer no azul do infinito. Ao desabrochar desta apoteose variegada de tons e de deleites, olhando as belezas naturais da minha terra, principiavam a chegar alguns rapazes para férias. Por um dia de calmaria insuportável fui surpreendido com o abraço de um amigo, que veio a ser depois um companheiro de folguedos e inseparável nalgumas regiões para que fomos convidados. E como destas pequenas festas nascem sempre inclinações e simpatias particulares, o meu amigo confessou sentir o coração desassossegado, sintoma seguro de que distinguia uma menina xis que também não se mostrava indiferente. Organizaram-se passeios, que se realizaram, e o parzinho notava-se quase pela ingenuidade do conjunto, naqueles rápidos e breves divertimentos. Sucediam-se os dias maquinalmente naquela pressa enorme de nos fazerem velhos, sem que tivesse havido entre eles um desabafo que legalizasse a simpatia bem visível, que todos nós presenciávamos. Ele, pouco experiente em assuntos amorosos, começou a andar arredio, ao mesmo tempo que se lhe proporcionavam várias visitas a uma estância de águas, onde estavam a veraneio um grupo de gentis pequenas, chegadas da cidade. Se até aqui o seu sentir tinha sido calmo e quase comodista, sem notar nele estusiasmos, com o aparecimento destas meninas reparou em si e apercebeu ideias novas, com projetos a sorrirem-lhe. Era-lhe muito aprazível sempre que o acaso o levava a falar-lhes ou vê-las, e neste desenvolvimento de uma grande simpatia que já denotava, pensou em se mostrar interessado por uma, que a sua sensibilidade elegeu de entre todas. Ainda que muito dissimuladamente analisava ela este desenrolar e na aparência parecia não lhe passar desapercebido o que vinha vendo, reparando bem na distinção de que se via alvo. E porque o tempo não espera, chegou o dia delas deixarem a povoaçãozinha minhota, partindo em viagem de recreio para o sul do país. Ou por casualidade, ou já por um interesse justificado, tinha-se falado entre eles num encontro para o regresso definitivo à cidade e, como também estava de partida, no dia marcado vem encontra-las tomando um expresso que as conduziria à formosa Lisboa. O encontro deles, a fingir mera coincidência, foi sumamente agradável para ambos e muito especialmente para ele que no decorrer da viagem decerto viu firmar-se mais aquele nervosismo que o devia inquietar. De vez enquanto olha-se a um relógio que conta vertiginosamente os minutos e ao darem por eles a máquina silva, anunciando o fim da viagem. Despedem-se, entrecortando olhares de saudade e tristeza, naquela separação rápida. // Estávamos por Setembro e na costa do sol decorriam com muito brilho (…) as festas de verão pelos parques e pelos casinos, sempre repletos de uma frequência cosmopolita. Como complemento da temporada calmosa, foram as recém-chegadas para ali compartilhar daqueles divertimentos, e o meu bom amigo impelido por uma força oculta que lhe fazia sonhos lindos a construir castelinhos no ar, procurava vê-la o mais amiúde possível, seguindo-a atentamente na impaciência de a olhar a todo o instante. Vinha depois o cair da noite precocemente, a afastá-los da vista e a juntá-los cada vez mais pelo pulsar dos corações. Ficava para trás mais um domingo, a pedir desde aquele momento e a orar ininterruptamente por outro, que os havia de colocar vis-à-vis matando saudades e animando desejos. E não foi poucas vezes que o meu interlocutor – ou seja, sempre – fugia para os Estoris logo que as sabia para lá a gozar as delícias daquele ambiente salutar e animador. Decorreram dias, uns sobre os outros; o verão foi desaparecendo, e as festas extinguindo-se (*) conforme a ordem dos programas que as ia riscando à medida das suas realizações. Agora, porque a costa do sol se despovoava, fugindo também para a sua casa as encantadoras pequenas de que me venho ocupando muito gostosamente. Esgotados os assuntos desportivos, os certames e os concursos, passa-se a desviar toda a atenção para o cinema e para o teatro, que agora facilita a continuação de a ver ainda a intervalos curtos, ao passo que isto vai sucedendo, ele pense em ir direito ao fim que já há muito tem em vista e – pode dizer-se – seguro de êxito, resolve escrever-lhe, dando a conhecer numa confissão plena o que há muito o inquietava. A carta desaparece das suas mãos trémulas e é recebida por ela que, orgulhosa, a lê atentamente. Dá a conhecer aos pais o que se passa e estes, depois dos conselhos protocolares, que são de uso, não se opõem. E então ela, logo de seguida, responde-lhe em palavras repousadas de sinceridade, aceitando a corte, manifestando-lhe o receio que sempre nos envaidece de a não enganar, tomando-lhe o tempo em vão. Parecia agora, pelo menos aparentemente, uma florescência ardente no namoro, denunciando um entusiasmo imenso que só se aquietaria quando um laço sagrado os unisse para sempre. Mas o aforismo não mente e não raras vezes “as aparências iludem”, e esta enganou a todos que os viam. Veio o natal, a festa íntima da família, e ela para o marcar em intimidade e consideração rasgada, para ela, oferece-lhe uma prenda, como que a aproximá-los, bem querendo-o. Ele sente-se desvanecido e sem perda de tempo retribui a seu modo, mas bem do fundo da alma e do íntimo do coração. Seguem-se uns cinco dias, monótonos em comentário e ao cabo ela repara numa caixa de papel e impensada e levianamente segura uma caneta nas mãos para ditar a sentença que havia de lhe granjear censuras e iria ferir um coração inexperiente a estes golpes e por completo alheio, sem sequer sonhar no que se desenhava na sombra. A missiva intolerante fecha-se e – como papel a repugnar-lhe – é lançada no correio, que a há-de levar ao seu destino. // Ouvia-se por toda a Lisboa um ruído ensurdecedor e vário em toques e apitos, dando-nos a conhecer a passagem do ano. Comenta-se em família este facto ao tombar das doze badaladas do relógio que nos ouve e depois dos hurras e das saúdes procuramos o leito, cogitando agora a sós, connosco, num desejo fremente de uma felicidade interminável para nós e da realização rápida e segura dos nossos sonhos cor-de-rosa. Depois de um sono reparador, ao acordar, quase surpresos, deparamos com um dia lindo, a estimular o nosso sentir, e a impregnar-nos de uma alegria doida e indizível. E pelas onze horas – Praça Duque da Terceira, n.º 10 – chega às mãos dele a alvura de um envelope que encerrava os crepes daquele coração pequenino, porque não chegava, nem se repartia para mais ninguém senão para ela. Assaltou-o a surpresa que não previa, esfrega os olhos como a acordar de um pesadelo tremendo, e chega excitado ao fim daquela carta que lhe queimava os dedos. Lindo princípio de ano - grita todo o seu íntimo revoltado, a jurar vingança. Mas chama-se à realidade, procura acalmar-se, sossegar o espírito, que o vê confuso, analisando as coisas a frio, quando supõe ver ziguezagueando-lhe na frente em dísticos grandes e palpáveis, onde se lê: “consideram-se as ações conforme a pessoa que as pratica.” E então ele, pobre rapaz, que toda a imensidade não comportava senão perfume dela a evolar-se e a seduzi-lo. // Via-se onde ela não estava, naquela candidez pura de quem nunca amou ninguém, e está virgem de pensamentos confusos a torvarem-lhe a adoração, com que sempre a lembrava! Qualquer personagem amoroso que passasse na tela, ou no palco, mostrando-se bom, a seus olhos era ela quem ele via, tornando-o mais sensível. Mas porque nesta vida é preciso não ter acanhamentos e reunir um poucochinho de malicioso, ela principiou a subir no seu pedestal de vaidades e grandezas e, colocando-se lá em cima, divisa-o homem feito pigmeu, a desaparecer-lhe da vista, julgando não a compreender no seu diálogo. Concluiu que era uma vida artificial que estava levando, que a abafava e, sem olhar a diplomacias nem a meios inteligentes, corta cerce o fio que a prendia e já escaldava! // Procuro na minha mente a desculpa que a pudesse absolver deste gesto impensado e por mais que me esforce só choco com frases de crítica e de reprovação à sua leveza de pensar. É tão bonito: sermos corretos, leais e ponderados; qualidades reunidas a enobrecer uma alma. Mas já não se usa, é velho e pouco prático este raciocínio, e então não se procuram meios para se alcançarem fins. Foi desta maneira que feneceu uma linda ilusão, com a crueldade frisante e impassiva (**) de um coração – que os poetas dizem frágil – mas inúmeras vezes empedernido e estéril.» // Lisboa, Janeiro de 1929. Ricardo E. Cordeiro Junior. /// (*) No texto do jornal está escrito «distinguindo-se». /// (**) Mais correto: «impassível». // Lê-se no Notícias de Melgaço: «Acha-se um pouco incomodado de saúde o nosso amigo REC, que há dias se encontra nesta freguesia [de Penso] de visita à sua família.» // Morreu tuberculoso, na capital do país, a 26/10/1935, com apenas trinta e um anos de idade .
CORDEIRO, Rosa. Filha de Manuel Esteves Cordeiro e de Maria Ferreira de Passos, comerciantes, moradores em Barro Grande. N.p. de José Joaquim Esteves Cordeiro e de Ana Alves; n.m. de Francisco Ferreira de Passos e de Ana Esteves. Nasceu em Penso a 3/11/1883 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: Manuel Garcia, solteiro, comerciante, do sobredito lugar, e Rosa Maria Domingues Carvalho, solteira, camponesa, de Bouças, Alvaredo, moradora na residência paroquial de Penso. // Casou em Pará, Brasil, com Firmino Alves Salgado, natural de Rouças, filho de António Justiniano Alves Salgado e de Teresa de Jesus Domingues. // Em 1916, juntamente com sua irmã Elvira, foi ao Brasil visitar o marido . // Em 1919 estava no Brasil; devido à morte de sua sua mãe, era citada a fim de assistir aos termos do inventário . // Faleceu em Penso a 19/3/1943 e foi sepultada no cemitério local. // Nota: Firmino Alves Salgado chegou a Penso a 11/6/1912, vindo com a sua família de Pará; tinha casa no lugar de São Bartolomeu; era considerado capitalista; ela distribuiu pelos pobres mais necessitados de Penso, nas vésperas de natal de 1912 «uma avultada esmola».
ABREU, Lourenço José. Filho de José Luís Gomes de Abreu e de Caetana Maria Rodrigues, naturais de Prado. Neto paterno de Manuel Gomes de Abreu e de Ana Maria da Ribeira; neto materno de Filipe da Ribeira e de Angélica Lourenço. // Lavrador. // Casou na igreja de Rouças a 12/7/1812, com Escolástica Maria, filha de António Alves Salgado e de Maria Rosa Pires, do lugar da Pombeira, freguesia de Rouças. // Morreu no lugar do Requeijo, freguesia de Rouças, a 20/6/1872, com todos os sacramentos, com 85 anos de idade, no estado de viúvo de Escolástica Maria Alves Salgado, com testamento, com dois filhos, e foi sepultado na igreja. // Filhos: Manuel Joaquim (nasceu a --/--/18--); Narciso Albano (nasceu a --/--/18--). // Lourenço José Gomes de Abreu, juntamente com os dois filhos, vendeu, a 25/11/1857, a Quinta do Outeirão ao vigário da freguesia de Prado, padre Luís Manuel de Mendonça Machado de Araújo, filho natural de José Joaquim de Mendonça Machado de Araújo, senhor da Casa da Amora, Valadares, e de Luísa de Sousa. // Nota: Narciso Albano Gomes de Abreu casou e deixou descendência (ver, em Rouças, Narciso Albano Gomes e Manuel Gomes).
ABREU, João. Filho de Manuel Gomes de Abreu e de Jerónima de Castro, de Buivar, Valença. // Frequentou o Seminário, e chegou a ser clérigo «in». // Seus pais, a 29/10/1718, ofereceram-lhe a Quinta do Outeirão, em Prado. // Casou no Rio do Porto, a 1/7/1720, com Mariana Figueiroa.
ABREU, Luís Manuel. Filho de José António Alves de Abreu e de Genoveva do Carmo Soares da Silva Araújo, moradores no lugar de Santo Amaro, Prado. Neto paterno de Manuel António Alves e de Joana Joaquina Gomes de Abreu, do dito lugar; neto materno de Manuel José Soares da Silva e de Ana Joaquina Pereira, da Vila e Praça de Valença do Minho. Nasceu em Prado a 20/12/1847 e foi batizado na igreja paroquial a 26 desse mês e ano (fora antes sopeado em casa). Padrinho: Luís de Sousa e Gama, da Casa e Quinta da Serra, freguesia de Prado. // À margem do assento: «falecido».
DOMINGUES, Bruno. Filho de Manuel José Domingues, lavrador, natural de Paderne, e de Maria Joaquina Vaz, lavradeira, natural de Penso, moradores no lugar de Lages. Neto paterno de José Joaquim Domingues e de Maria da Rocha; neto materno de Zeferino Vaz e de Rosa Emília Esteves Cordeiro. Nasceu em Penso a 25/2/1879 e foi batizado na igreja no dia seguinte. Padrinhos: Bruno Gonçalves e Maria do Patrocínio Gonçalves, solteiros, lavradores, de Rabosa. // Era solteiro, camponês, quando casou na igreja da sua freguesia natal a 8/4/1908 com Virgínia Gomes, de 28 anos de idade, solteira, camponesa, sua conterrânea, residente no lugar da Gaia, filha de Anacleto Gomes e de Damiana Pires. Testemunhas presentes: Bruno Gonçalves e Firmino Pereira, casados, proprietários, naturais de Penso. // Faleceu na freguesia do Socorro, Lisboa, a 7/12/1917, assassinado aquando da revolução de Sidónio Pais. «Com uma bala que lhe atravessou o crâneo morreu na última revolução o nosso amigo Bruno Domingues. A quem o matou poucas glórias o cobrem, pois que não matou um revoltoso, mas sim um homem, um republicano, um belo carácter, um bom marido.» O seu funeral levava mais de mil pessoas, segundo o dito jornal. Fizeram-se representar o Arsenal da Marinha e o corpo de marinheiros, o Centro Escolar Castelo Branco Saraiva, e a Associação dos Caixeiros de Lisboa, com a sua bandeira. // Deixou geração.
AFONSO, Amália Albertina. Filha de Maria Augusta Afonso, solteira, camponesa, moradora no lugar de Santo Amaro. Neta materna de José Afonso e de Mariana de Jesus Gomes. Nasceu em Prado a 28/2/1904 e foi batizada na igreja paroquial a 6 de Março desse mesmo ano. Padrinhos: Alberto dos Santos Lima e Amália Vaz, solteiros, da vila de Melgaço. // Faleceu na freguesia e concelho de Almada a 25/3/1976.
DOMINGUES, Carlos. Filho de Avelino Domingues e de Emília Pereira, lavradores, residentes no lugar de Telhada Pequena. Neto paterno de Manuel Joaquim Domingues e de Maria Teresa da Rocha; neto materno de Bernardino Pereira e de Marcelina Esteves Cordeiro. Nasceu em Penso a 14/6/1907 e foi batizado na igreja a 16 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Pereira e sua irmã, Constança Pereira, casados, proprietários, naturais de Penso, tios maternos do batizando. // Morreu em Telhada Pequena a --/--/1915, com apenas sete anos de idade.
DOMINGUES, Carlota. Filha de Manuel Joaquim (ou Manuel José) Domingues e de Claudina Domingues, lavradores, residentes no lugar do Coto. N.p. de Francisco José Domingues e de Clara Joaquina Fernandes, de Felgueiras; n.m. de Manuel António Domingues e de Isabel Maria Vieira, do Coto. Nasceu a 19/1/1865 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: Bonifácio Rodrigues (Morais?) e esposa, Carlota Cordeiro, rurais, de Cortinhas. // Mãe solteira de Máxima Domingues. // Nota: deve ser a mesma senhora que faleceu em Felgueiras, freguesia de Penso, a --/--/1935 (escreveu-se que ela tinha 73 anos de idade, mas deve ser por palpite que chegaram a esse número).
AFONSO, Arminda. Filha de José Afonso e de Mariana de Jesus Gomes, moradores no lugar de Santo Amaro. Neta paterna de Francisco Afonso e de Maria Luísa Gonçalves, do lugar de Virtelo, Cousso; neta materna de Manuel Narciso Gomes e de Maria Josefa Martins, do lugar da Breia, Prado, todos lavradores. Nasceu em Prado a 29/4/1884 e foi batizada na igreja paroquial a 6 de Maio desse ano. Padrinhos: Aurélio Augusto Vaz e Rosa Vaz, solteiros, rurais, do lugar da Breia. // Faleceu solteira, a 14/5/1954. // Com geração.
DOMINGUES, Casimiro. Filho de José Joaquim Domingues, lavrador, de Paderne, e de Maria Joana Fernandes, lavradeira, de Penso, moradores em Barreiros. N.p. de Manuel José Domingues e de Marcelina Fernandes; n.m. de António José Fernandes e de Maria Joaquina Gonçalves. Nasceu em Penso a 28/9/1885 e foi batizado nesse dia. Padrinhos: Francisco Luís Domingues e sua esposa, Maria Rosa Fernandes, rurais, do lugar de Felgueiras. // A 9/10/1912 agrediu com um varapau, na feira do gado, Eduardo de Barros, casado, natural de Paços, causando-lhe um ferimento na cabeça, tendo de ser tratado pelo médico Dr. Vitoriano; constava que Eduardo lhe vendera um touro e agora reclamava o seu pagamento; porém, o Casimiro recusava dar-lhe o dinheiro, dizendo que o touro escornava, por isso que o fosse buscar à sua corte, em Penso, o que o vendedor achava injusto pois tinha-lho vendido na feira. O agressor, para não ser preso, fugiu. // Casou na CRCM a 13/11/1916 com Constança Rodrigues de Lima, de 26 anos de idade, sua conterrânea, filha de Anastácio Rodrigues de Lima e de Maria José da Rocha. // Morreu em Penso a 2/3/1948. «Devido a uma lamentável imprevidência ficou sob um pinheiro que se desprendia de outro, no dia quatro (!) do corrente, CD, casado, de 60 (!) anos de idade, do lugar de Paradela, tendo morte quase instantânea.» // A sua viúva finou-se a 29/10/1965. // Pai de Alexandrina e de Maria, gémeas.
AFONSO, Emília Augusta. Filha de José Afonso, soldado da guarda-fiscal, natural de Cousso, e de Mariana de Jesus Gomes, natural de Prado. Neta paterna de Francisco Afonso e de Maria Luísa Gonçalves; neta materna de Manuel Narciso Gomes e de Maria Josefa Martins. Nasceu em Prado a 14 de Setembro de 1894 e foi batizada na igreja a 23 desse mesmo mês e ano. Padrinhos: Joaquim Afonso, natural de Cousso, e Maria Augusta Afonso, irmã da neófita, solteira. // Faleceu na freguesia de Monserrate, Viana do Castelo, a 4 de Fevereiro de 1987, com 92 anos de idade.
DOMINGUES, Celestino de Jesus. Filho de Laura Domingues. Nasceu em Penso a 19/1/1915 . // Faleceu a 15 de Abril de 1990 e foi sepultado no cemitério da sua freguesia de nascimento. A seu lado, foi inumada Amélia da Rocha (1911-2002), presumivelmente sua esposa (a confirmar). // Com geração. // Nota: ver, na freguesia de Penso, Carlota Domingues Moreira.
ABREU, Maria (Mortinha). Filha de ---------- de Abreu e de ------------- Fernandes. Nasceu por volta de 1843. // Em 1913 tinha 70 anos de idade e morava na Rua Direita, Prado; nesse ano recebeu, juntamente com outros pobres da freguesia, uma esmola enviada do Brasil por Luís Manuel Solheiro, para comemorar o primeiro aniversário do Correio de Melgaço, do qual fora fundador.
ABREU, Mariana. Filha de João Gomes de Abreu e de Mariana Figueiroa, da Quinta do Outeirão. Neta paterna de Manuel Gomes de Abreu e de Jerónima de Castro; neta materna de ----------------------------. Nasceu a --/--/172-. // Casou com o Dr. João António de Araújo.
DIAS, Antonino. Filho de Maria Luísa Dias, solteira, costureira, natural de Alvaredo, moradora em Penso, no lugar de Bairro Grande. Neto materno de Domingos Dias e de Delfina Gonçalves. Nasceu em Penso a 29/1/1903 e foi batizado na igreja a 5 de Fevereiro desse dito ano. Padrinhos: Antonino Manuel Fernandes, proprietário, residente «acidentalmente» no Brasil, representado por Domingos José Vaz, solteiro, proprietário, e Maria Rosa Garcia, proprietária, esposa do padrinho. // A 2/7/1914 fez exame do 1.º grau na escola Conde de Ferreira, Vila, obtendo um «ótimo». // Em Agosto de 1915 fez exame do 2.º grau na dita escola, ficando aprovado. // «Anúncio. Comarca de Melgaço. Editos de 30 dias (1.ª publicação). Por este juízo de direito e cartório do escrivão do 1.º ofício correm editos de 30 dias, a contar da 2.ª e última publicação deste anúncio no jornal desta localidade, citando a ré, Juliana [da Pureza] Esteves, solteira, maior, da freguesia de Penso, desta comarca, e ausente em parte incerta, para todos os termos da ação de paternidade ilegítima pelo processo ordinário, que neste juízo corre seus termos, na qual é autor António Fernandes Dias, que também é conhecido por Antonino F. Dias, empregado comercial, residente na cidade de Lisboa, e réus José Torquato de Sousa Lobato, mulher e outros, todos herdeiros do falecido António de Sousa Lobato, presbítero que foi do lugar da Rabosa, Penso, na qual o autor pede que a referida ação seja julgada procedente e provada, e por via dela ele julgado e declarado filho ilegítimo do referido António de Sousa Lobato, pelo que correm editos de 30 dias, citando a mencionada ré, para no prazo de 20 dias, findo que seja o dos editos, contestar o pedido sob pena de se haverem por confessos todos os factos articulados na petição inicial da mesma ação, devendo o prazo legal para a contestação principiar a contar-se depois de decorridos 5 dias, da data em que findar o dos editos. // Melgaço, 11/4/1929. // Verifiquei – o juiz de direito substituto, Augusto Lima. // O escrivão do 1.º ofício, João Afonso.» // Casou na 7.ª Conservatória de Lisboa a 24/6/1931 com Maria Emília Vieira. // «A passar uns dias de merecido descanso encontra-se aqui o senhor António Fernandes Dias, sócio da Pastelaria Marques, de Lisboa.» // Por despacho de 20/2/1953 foi autorizado a usar o apelido Dias, ficando com o nome completo de Antonino Fernandes Dias. // Faleceu na sua freguesia de nascimento a 31/8/1970.
DOMINGUES, Alexandrina. Filha de Casimiro Domingues e de Constança Rodrigues Torres (Lima). Nasceu em Penso a --/--/1917. // Faleceu em Paradela a --/--/1917, com apenas nove dias de vida.
